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Prefeitos pedem urgência nas ações de combate ao crime na região do vale do Jamari

Preocupados com a insegurança na região do Vale do Jamari principalmente na zona rural, prefeitos de alguns municípios e deputado Só na Bença estiveram reunidos com a cúpula da Secretaria Estadual de Segurança Pública, Defesa e Cidadania (Sesdec).

 

Durante a reunião eles reclamaram da falta de efetivo tanto de policias civis quanto militares.

 “Morar no sitio já foi bom, já foi tranqüilo, hoje ninguém esta mais seguro, os agricultores saem para algum lugar, na missa, por exemplo, e quando voltam a casa foi toda revirada, levam tudo ate carro e moto dos proprietários, isso tudo pela falta de policias ali, nas linhas, hoje estamos aqui pedindo uma solução imediata para o secretario” desabafou o prefeito Odeir Ferreira dos Santos de Buritis.

 

Hoje Buritis com poucos mais de 37.838 mil habitantes, o município esta entre as cidades mais violentas do país, proporcionalmente aos números de moradores. Já o prefeito Marcos Aparecido de Alto Paraíso vai mais longe, segundo ele a violência naquela região, atinge não só a zona rural. “pra se ter uma ideia a única loteria da cidade fechou as portas, o motivo a quantidade de assaltos que eles sofreram nos últimos meses, na nossa cidade não tem nem policia civil para fazer as investigações” disse Marcos Aparecido.

 O diretor de policia civil do estado Elizeu Muller concorda com as reivindicações dos prefeitos, segundo ele, o número de inquéritos de homicídios em alguns municípios é igual ao número registrado na capital Porto Velho.

 

Para o secretario de segurança publica do estado Antônio Carlos Reis, a situação é de fato  preocupante na região do Jamari, principalmente no que diz respeito a problemas agrários, de invasões de terra, mais a secretaria esta estudando forma de reduzir essa onda de criminalidade na região. “Muito já foi feito naquela região, inclusive na questão da força nacional que esta instalada naquela localidade, mais que de imediato deve ser  feita uma força tarefa para conter essa onda, que assusta a todos” afirmou Reis.

 

O comandante geral da policia militar do estado Cel. Ênedy Dias se comprometeu em breve aumentar o efetivo no local. “Até maio deste ano, vamos aumentar o número de policiais naquela região, estamos em fase final na formação de mais de 400 novos homens, onde parte será lotada na região do vale do Jamari” disse Cel. Ênedy. 

 

O deputado Só na Bença (PMDB) alertou para a importância da união de esforços entre os poderes envolvidos, disse também que “temos que estabelecer uma rede de solidariedade criando um a rede de vizinhos solidários nas propriedades rurais, dessa forma a comunidade possa ajudar com informações tanto a Polícia Civil quanto a Polícia Militar no combate a prevenção dos assaltos nessas regiões”. Finalizou Só na Bença.

Por: www.rondorural.com.br

Fotos: Jean Carla

Antigo Banco de Sementes de Ariquemes será transformado em Viveiro Educador

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Abandonado desde 2009 em Ariquemes, a 200 quilômetros de Porto Velho, o Banco de Sementes e Essências Florestais de Rondônia não condiz com a boa imagem científica amazônica, e será transformado em Viveiro Educador.

 

O anúncio foi feito nessa terça-feira (19) pelo presidente da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero), Francisco Elder Souza de Oliveira.

A Fapero começou a elaborar, em parceria com a Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), o pré-projeto para recuperação do banco. A execução ficará a cargo da organização não-governamental Rio Terra.

Atualmente, para distribuir mudas de açaí e de abacaxi, o governo tem que buscá-las nos estados do Pará e do Acre. Cem mil pés de abacaxis da variedade pérola, plantados na Fazenda Futuro (do sistema prisional do estado) deverão se multiplicar dentro de dois anos, com a supervisão de técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater-RO). Ali existe um plantio de bananas livre de doenças, com mudas trazidas do distrito de União Bandeirantes (a 160 quilômetros da Capital).

Paralelamente à necessidade de ampliar conhecimentos florestais na rede escolar, a disponibilidade de mudas frutíferas entrou na pauta prioritária ambiental do estado.

“Ainda neste semestre, a educação estadual e o meio ambiente passarão a dispor do Viveiro Educador, que não apenas distribuirá mudas, mas fomentará o aprendizado da botânica nesta parte da Amazônia”, comentou Oliveira.

A Fapero e a Sedam se unirão à Secretaria Estadual de Educação (Seduc) e às universidades para transportar até o Viveiro Educador grupos de alunos e acadêmicos dispostos a estudar os diversos tipos de vegetais.

Esse viveiro significa a oportunidade de a população estadual, quase 40 anos depois do início do ciclo migratório que lhe dá hoje 1,7 milhão de habitantes, conhecer o seu passado e presente florestais. “Mesmo raras no cenário, árvores gigantes correm o risco de passar à história geoecológica de Rondônia sem que as novas gerações as apreciem”, alertou Oliveira.

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Samaúma, “mãe das árvores”

Ele lembrou, por exemplo, a mafumeira (Ceiba Pentandra Gaertn), com mais de três metros de diâmetro, nativa do México, América Central e Caraíbas; e Norte da América do Sul, de tronco volumoso que cresce entre 60 a 70 metros de altura.

Sagrada para o antigo povo maia, cantada em sessões da religião espírita União do Vegetal, a samaúma falada por caboclos na Amazônia é uma das maiores árvores do mundo, também conhecida por “mãe das árvores”, “árvore da vida”, escada do céu, sapopemba, algodoeiro ou barriguda.

A palavra samaúma é usada para descrever a fibra obtida dos seus frutos. Em determinados períodos do ano, elas estrondam, irrigando a área em seu entorno e os vegetais que a circundam.

“Vejo que a antiga cobertura florestal de Ariquemes tinha muitas samaúmas, assim como a castanheira (Bertholletia excelsa) e o mogno (Swietenia macrophylla) eram abundantes no interior rondoniense e no noroeste mato-grossense, porém, preocupa-me o fato de as crianças rondonienses desconhecerem nossas espécies nativas, sabendo mais a respeito do plantio de pinheiros (Pinus elliotti), eucaliptos (Eucalyptus) e, possivelmente, de outras árvores comuns em estados do Sul e Sudeste”, opinou Oliveira.

RESGATE

Geladeiras desligadas, produção abaixo da média, viveiros carentes de recuperação e ausência de projetos chamaram a atenção do governo estadual.

copaiba

Copaíba produz óleo cicatrizante para o Brasil

O antigo banco de sementes inaugurado em 1997 sobrevive atualmente do mutirão de funcionários. Em 2009 houve tentativa para reerguê-lo, o que poderá ocorrer em 2016.

Segundo Oliveira, depois de visitar o centro de estudos da ONG Rio Terra, em Itapuã do Oeste (a 94 quilômetros de Porto Velho), o governador encarregou a Fapero e a Sedam de elaborar o pré-projeto.

O Viveiro Educador também servirá de base para a instalação da futura biofábrica com viveiros, laboratório e equipamentos, idealizada pelo governo do estado para fortalecer parcerias com pequenas, médias e grandes empresas.

“O laboratório será um multiplicador que vai acelerar a produção de sementes, mudas de abacaxi, banana, cacau, café, e de essências madeireiras de interesse do Projeto Floresta Plantada”, previu Oliveira.

O tripé do Viveiro Educador será: produção de mudas, pesquisa e educação ambiental.

MULATEIRO, COPAÍBA, ANDIROBA, BREUZINHO

Fapero, Sedam e Rio Terra, o trio responsável por essa transformação em Ariquemes, assumem, assim, o compromisso da conservação ambiental na região. Oliveira acredita, inclusive, que o êxito da experiência servirá de modelo para outras regiões do estado, notadamente o Sul e o Oeste, ambos ocupados pela atividade pecuária que já resultou em diversas áreas desmatadas.

No pré-projeto constam a identificação de áreas com sementes disponíveis, coleta, armazenamento e beneficiamento.

Segundo Oliveira, atualmente ainda é possível colher mudas, embora não se tenha com exatidão um estudo indicador da reprodução e do tempo de duração de espécies nativas sobreviventes dos períodos de atividades de empresas mineradoras e do assentamento de famílias pelo Incra, quando tratores, máquinas gigantes e mãos humanas destruíram espécies nativas do século passado, entre as quais o mulateiro, breuzinho, copaíba, andiroba e outras.

Da casca do mulateiro é feito um chá usado no combate a manchas na pele, rugas e envelhecimento facial. Conta a lenda que as guerreiras amazonas se banhavam, em noites de lua cheia, com um preparo da casca dessa árvore para se manterem sempre jovens e belas. Dessa forma, o mulateiro ficou conhecido entre as populações ribeirinhas como “árvore da juventude”.

Da copaíba (Copaifera ou cupayba) extrai-se óleo com diversas aplicações medicinais. Estima-se que a cada ano mais de 120 mil litros saiam de Rondônia para outros estados brasileiros.  Ela é cicatrizante, antileucorreica e antitetânica. É também conhecida na Amazônia e em estados do Sul e Sudeste por bálsamo do Brasil, pau-d’óleo e copaibeira.

Nos arquivos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, consta que o padre José de Anchieta, ao celebrar a primeira missa no Brasil, utilizou a resina do breuzinho em seu ritual, denominando-a mirra brasileira.

Conhecida de indígenas e ribeirinhos, a resina aromática do poderoso breuzinho é rica em tritepenos alpha e beta-amyrina, ambas com propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e gastro-protetoras, cientificamente comprovadas em pesquisas feitas pelo Departamento de Fisiologia e Farmacologia da Universidade Federal do Ceará (UFCE) e pelo Departamento de Química da Universidade Federal de Rondônia (Unir).

A resina do breu-branco é usada como anti-inflamatório, cicatrizante, analgésico, estimulante, em obstruções de vias respiratórias, asma, bronquite, tosse, dor de cabeça, dor de estômago, problemas de memória, e auxilia na coordenação motora e na calma para pessoas agitadas. Também é usada como incenso em igrejas e na calefação de barcos.

Para Oliveira, o estudo fisiológico das plantas rondonienses por crianças e jovens é imprescindível. “Eles precisam conhecer o quanto antes as espécies nativas, sua resistência, indicação para o tratamento de doenças e, ao mesmo tempo, garantir ar puro e a venda do carbono florestal”.

Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Arquivo Fapero
Secom – Governo de Rondônia

A recuperação da produtividade do café em Rondônia, ajuda o país a colher o que pode ser a segunda maior safra da história do Brasil.

 

A Primeira estimativa do ano foi divulgada pela Conab e pode chegar a quase 52 milhões de sacas.

 

O Brasil – o maior produtor mundial de café – deve colher de 49,1 a 51,9 milhões de sacas este ano. Esta pode ser a segunda maior safra do país, se considerada a média desse limite máximo e mínimo (50,5 milhões de toneladas). Em 2012, a produção foi de 50,8 milhões de toneladas. “Com uma boa safra, a tendência é não ter grandes impactos na cotação do produto. Então, o produtor acaba ganhando, porque ele produz bem, num cenário de preço que já conhece”, diz o ministro interino da Agricultura, André Nassar.

O primeiro levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), divulgado nesta quarta-feira (20), mostra um aumento entre 13,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e 20,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na produção em relação ao ano passado. Entre os fatores que contribuíram para isto, está o fato de que 2016 é um ano de bienalidade positiva, ou seja, de maior produção. O café é uma espécie que naturalmente produz mais em um ano e menos no ano seguinte.

A variedade de café arábica – a mais plantada no país – está estimada entre 37,7 e 39,8 milhões de sacas, o que representa um crescimento de 17,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a 24,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre a safra anterior. Segundo a Conab, isso se deve a condições climáticas favoráveis, ao aumento de 67,6 mil hectares na área de plantio, à incorporação de novas áreas que já estavam em formação e à renovação de cafezais.

Já o café conilon deve render nesta safra entre 11,3 e 12 milhões de sacas, o que significa um incremento entre 1,8 e 8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre a safra passada. Segundo o diretor de Política Agrícola da Conab, João Marcelo Intini, o motivo está na recuperação da produtividade na Bahia, Espírito Santo e Rondônia e no uso de mais tecnologia no campo.

Produtividade

O levantamento da Conab aponta um aumento entre 24,8 e 26,2 sacas por hectare. Isto significa um incremento entre 10,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e 16,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação à safra passada. Quase todos os estados produtores refletem esse crescimento. “As condições climáticas foram mais favoráveis nos principais regiões produtoras de arábica”, explica Intini.

Área

O café ocupa uma área de 2,25 milhões de hectares no Brasil – 0,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior do que a do ano passado (13,4 mil hectares). A variedade arábica responde por 79,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Minas Gerais continua na liderança, respondendo 67,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do total dessa variedade. Já a estimativa da Conab para o café conilon é de uma redução de área de 468,2 mil hectares – 2,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} menos do que em 2015. 

 

Mais informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
Viviane Novaes
viviane.novaes@agricultura.gov.br
imprensa@agricultura.gov.br

Secretário da Seagri visita Agroindústria em Rolim de Moura

O secretário de Estado da Agricultura Evandro Padovani esteve visitando mais uma Agroindústria familiar que em breve estará funcionando em Rondônia.

 

O objetivo da visita foi comprovar como andam os trabalhos finais de instalação desse frigorífico de abate de suínos na região de Rolim de Moura.

“É sempre bom acompanhar como andam os trabalhos, a meta do governador Confúcio Moura é criar mais de 1000 agroindústrias familiares no estado, todas elas com certificações, onde os produtos poderão ser comercializados em todo o território nacional”, lembrou o secretario.

Hoje no estado existem mais de 500 agroindústrias que trabalham em regime familiar, todas elas legalizadas pelo governo do Estado, podendo assim tirar o Selo de Inspeção Municipal (SIM), o Selo de Inspeção Estadual (SIE) e o Selo de Inspeção Federal (SIF).

Por: www.rondorural.com.br

Fotos: Eduardo Kopanakis

 

 

Começa a distribuição de mudas de café para agricultores de Rondônia.

Cerca de 300 mil mudas de café clonal estão sendo distribuídas de forma gratuita para agricultores de Rondônia, que foram cadastrados pelas regionais da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

Durante a solenidade de entrega de parte das mudas para os agricultores da região de Rolim de Moura, o secretario de agricultura do estado Evandro Padovani, destacou a importância dessa doação para os produtores, que além de estarem recebendo uma muda de excelente qualidade, eles terão ainda uma nova fonte de renda na propriedade. “Hoje podemos utilizar uma pequena área para plantarmos diversas cultivares, o café, por exemplo,  que estamos distribuindo aqui é de uma excelente qualidade, o que dará ao produtor uma boa rentabilidade, daqui dois anos poderemos estar colhendo os primeiros resultados”. Destacou Padovani.

Ainda de acordo com Padovani, a meta do governo do estado para os próximos anos é de colher cerca de 4 milhões de sacas/ano, se tornando assim um dos principais estados do País na produção do café de qualidade.  “Além da doação dessas mudas a secretaria também através dos técnicos da Emater estará dando suporte para que os produtores possam ter um bom rendimento, basta eles seguirem realmente as instruções que serão repassadas pelos profissionais, que tudo vai dar certo, vamos aumentar a produção por hectare plantado, e a previsão é chegar aos 4 milhões de sacas/ano”, disse o secretario.

Durante o evento, o secretario destacou também que o governo do estado, investiu mais de R$ 11 milhões de reais para a compra de 52 mil toneladas de calcário, que foram distribuídas a custo zero para todos os municípios de Rondônia, ajudando assim, no fortalecimento do solo para os agricultores.

Na oportunidade o prefeito de Rolim de Moura Luiz Shock, disse que além da entrega das mudas, o município também ira se comprometer a entregar diversos equipamentos para o fomento de Agroindústrias, Associações e Cooperativas, com insumos e equipamentos que levarão maior desenvolvimento aos agricultores.

Manoel Benedito é um dos produtores de Alto Alegre que recebeu do governo cerca de 3 mil mudas clonais de café, ele pretende daqui a dois anos estar colhendo os primeiros lucros “vou cuidar com muito carinho da minha plantação, e quem sabe nos próximos anos aumentar a minha produção e o meu faturamento” disse o agricultor.

Em Rolim de Moura foram doadas 45 mil mudas o restante será encaminhado para outros 13 municípios para que seja feita a distribuição aos agricultores. Participaram do evento, prefeitos da região, técnicos da Emater, gerentes de instituições financeiras, presidentes de associações e cooperativas, além dos deputados estaduais Só na Bença e Cleiton Roque

Por: rondorural.com.br

Fotos: Eduardo Kopanakis

Agricultores familiares de Porto Velho recebem treinamento sobre implantação de lavoura de café

Agricultores familiares da região de Porto Velho (RO) receberam treinamento sobre o plantio do café canéfora (conilon e robusta).

 

Especificamente da variedade conilon BRS Ouro Preto, a primeira cultivar de café da Embrapa, desenvolvida especialmente para Rondônia e região Amazônica. “Um cafezal produtivo inicia-se com um bom preparo do solo e o plantio adequado das mudas”, explica o pesquisador da Embrapa Rondônia Marcelo Curitiba. Esta recomendação e o passo a passo de como realizar a implantação de uma lavoura de café foram repassados aos produtores rurais na última semana, na área do Projeto Arroz com Feijão – Projeto Piloto de Uso da Faixa Deplecionável do reservatório da Usina Hidrelétrica Jirau e das Áreas de terra Firme de seu Entorno, localizada próximo a Mutum Paraná, distrito da capital.

 

Atento a todas as dicas e recomendações, o produtor Diniz Machado aproveitou também para tirar dúvidas sobre práticas que utilizava em seu cafezal e que hoje mudaram para tornar a lavoura mais eficiente e ainda mais produtiva. “Eu tinha cafezal em Ariquemes (RO) e agora quero plantar aqui em Jaci. Estou vendo que muitas coisas mudaram e a gente precisa aprender para que a lavoura seja lucrativa pra gente”, comentou o produtor. Segundo o pesquisador, após esta fase de implantação do cafezal os agricultores poderão acompanhar a poda de formação e as demais etapas de condução da lavoura.

 

Esta ação faz parte da implantação de Unidades de Aprendizagem, parte deste projeto de parceria entre a Embrapa Rondônia e a Energia Sustentável do Brasil (ESBR), e contou com o apoio da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento de Porto Velho (Semagric) e Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) . Ao todo serão cinco unidades com culturas que apresentam potencial para desenvolvimento na região: café, mandioca, banana, abacaxi e cana de açúcar (para alimentação animal). Estas unidades serão espaços de mobilização e compartilhamento de conhecimentos entre a equipe da Embrapa Rondônia, técnicos e produtores familiares da região, buscando o desenvolvimento rural sustentável pela adoção de tecnologias apropriadas.

 

De acordo com o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Rondônia, Frederico Botelho, “o público poderá acompanhar no dia-a-dia a implantação e a condução de todas as práticas recomendadas pela Embrapa, durante todo o ciclo destas culturas, pois a área estará aberta para visitação diariamente”, explica. Além disso, ele acrescenta que os eventos técnicos serão realizados de acordo com o calendário de tratos culturais de cada cultura, em que os pesquisadores e técnicos da Embrapa Rondônia estarão no local apresentando as práticas adequadas. Já foram realizados três treinamentos com a presença de técnicos e produtores da região, sendo abordados os cuidados a serem tomados e as práticas adotadas na implantação das culturas da mandioca, cana de açúcar e do café. “Para que as tecnologias geradas pela pesquisa promovam uma inovação no setor produtivo, garantindo a sustentabilidade das atividades agropecuárias desenvolvidas na região, é preciso capacitar a assistência técnica, oferecendo ao produtor condições de adotar as tecnologias”, conclui Botelho.

 

A Embrapa Rondônia e a Energia Sustentável do Brasil (ESBR) são parceiras para o desenvolvimento deste Projeto Piloto, buscando o desenvolvimento de soluções tecnológicas e a transferência de tecnologia para o desenvolvimento rural sustentável das áreas de influência da Usina Hidrelétrica Jirau e que acabam por influenciar no desenvolvimento de toda a região de Porto Velho.

 

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Renata Silva (MTb 12361/MG)

Embrapa Rondônia

rondonia.imprensa@embrapa.br

Telefone: (69) 3901-2511

Produtores de Porto Velho recebem mudas de café e equipamentos de agroindústria

A distribuição das mudas faz parte de um convênio firmado entre o Governo Estadual, a Prefeitura de Porto Velho e a Assembleia Legislativa.
 
Produtores rurais dos distritos de Extrema, Nova Califórnia, Jaci-Paraná, União Bandeirantes, Rio Pardo, Joana D’arc e Comunidades de Santa Rita e Morrinhos, estarão receberam em solenidade realizada na Feira do Produtor Rural, em Porto Velho, mudas de café, no intuito de fortalecer a cafeicultura na região.
 
O convênio prevê a entrega de um milhão de mudas de café conilon dos quais 315 mil mudas adquiridas com recursos da emenda parlamentar no valor de R$ 833.000,00, e 685 mil mudas oriundas de recursos da Prefeitura de Porto Velho no valor de R$ 1.817.000,00, para atender 400 produtores rurais.
 
Também foram entregues equipamentos de Agroindústria às associações rurais sendo: uma Farinheira (uma prensa mecânica, um forno, um caititu e uma bancada de ralar mandioca para a Asdamur, beneficiando 40 famílias; uma balança eletrônica, uma despolpadeira de açaí e uma seladora a pedal para a Aspronúcleo, beneficiando 60 famílias; uma despolpadeira de açaí para a Coopemaroam, beneficiando 111 associados; uma farinheira e uma despolpadeira de açaí para a Amprum-Bam, beneficiando aproximadamente 40 famílias; uma farinheira, uma moenda de cana e uma despolpadeira de açaí para a Associação Colônia Viçosa, beneficiando 30 famílias; e uma farinheira e uma despolpadeira de açaí para a Associação de Silveira, beneficiando 30 famílias.
 
Na oportunidade também foram entregues 100 sacos de calcário para os produtores rurais da Associação dos Agroecológicos de Porto Velho (ASA). Beneficiando 12 famílias.  
 
Wania Ressutti
Jornalista – SRTE/DRT/RO-959
EMATER-RO

Semdestur conclui mais de 80{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das obras mercado do Pescado.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo (Semdestur) está próxima de reinaugurar o Mercado do Pescado, localizado no Bairro Triângulo em Porto Velho.

 

O local, popular na região devido a comercialização de peixes em 36 boxes, foi desativado após ser atingido pela cheia histórica do Rio Madeira ocorrida em 2014, que deixou o imóvel praticamente submerso, comprometendo sua estrutura. Desde então os permissionários do Mercado passaram a fazer suas vendas de forma improvisada em pontos próximos.

 


Para recuperar o espaço estão sendo investidos R$313 mil reais. A reforma contempla a troca das portas, recuperação das redes elétrica e hidráulica, pintura, entre outras benfeitorias. A obra iniciou em dezembro e segue em ritmo acelerado, com mais de 80{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} pronta. Segundo o secretário Antônio Geraldo Affonso, a Semdestur já solicitou o apoio da Secretaria Municipal de Serviços Básicos (Semubs) para a limpeza do entorno e a Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano (Emdur) para a manutenção da iluminação na área.

 

Com o o avanço dos trabalhos, os permissionários já estão sendo acionados para o retorno. “Serão mantidos todos que ali estavam. Já entramos em contato com eles, que estão comparecendo a secretaria para preparar a documentação”, disse Geraldo.

 

A inauguração está prevista para os próximos dias.

 Por  Renata Beccária | Fotos  Frank Néry

 

Prefeitura compra equipamentos para plantio de mudas de árvores nas calçadas

A primeira etapa do plantio iniciará na próxima segunda-feira (18).

 

Para tornar realidade o projeto paisagístico que prevê o plantio de três mil mudas de espécies variadas nas calçadas e deixar a cidade muito mais arborizada, a prefeitura de Porto Velho através da secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), investiu quase R$ 20 mil na compra de equipamentos de trabalho e de proteção individual (EPI).

 

 

Com recursos oriundos do Fundo Municipal do Meio Ambiente, a Sema comprou máquina de cortar asfalto e concreto, moto poda, boca de lobo, aparador de cerca, alavanca, EPI e diversos outros itens que necessários para a execução dos serviços. “A Sema agora está aparelhada para trabalhar no manejo de árvores urbanas. Temos condições de fazer plantio, poda e erradicação”, afirmou o secretário Edjales Benício de Brito.

 

A primeira etapa do plantio iniciará na próxima segunda-feira (18), na Rua Rogério Weber, em frente a Feira do Produtor, região central de Porto Velho. Mudas também serão plantadas nas Avenidas Farquar, Carlos Gomes, Nações Unidas, Calama, Pinheiro Machado, Sucupira, José Vieira Caula, Joaquim de Araújo Lima (Abunã), Duque de Caxias, Guaporé, Mamoré, Imigrantes e Estrada dos Japoneses, dentre outras vias.

 
A equipe responsável pelo trabalho está sendo treinada para utilizar os novos equipamentos. “Essa capacitação é importante para evitar acidentes e danos materiais”, explicou Brito. Os servidores também receberam treinamento sobre a legislação municipal que dispõe sobre as calçadas.

 

Durante a segunda fase dos trabalhos, as mudas serão plantadas em 157 pontos de calçadas construídas pelos moradores, conforme o padrão da legislação municipal. No segundo semestre, a Sema retomará o plantio nas áreas de proteção ambiental. Serão utilizadas mudas de espécies nativas da região que podem atingir até 1,8 metros em três anos.

 


Por  Augusto José | Fotos  Frank Nery

 

Neste sábado no programa Rondorural na Rondônia FM, o nosso entrevistado será o secretário de agricultura do estado Evandro Padovani

Ele fará um balanço das ações desenvolvidas pelo governo de Rondônia.

 

Evandro César Padovani que assumiu, em janeiro de 2013, a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento e Regularização Fundiária (Seagri).

Ele é o entrevistado da semana no Papo Reto do programa RondoRural na Rádio Rondônia FM que vai ao ar das 5h as 7h da manhã deste sábado.

Entre os assuntos o secretário faz um balanço do planejamento das ações que serão desempenhadas pelo governo no estímulo ao setor produtivo, ao agronegócio em Rondônia.

Lembrando que o programa RondoRural começa as 5h e vai até as 7h todos os sábados pela rádio Rondônia FM 93,3.

 

Por: rondorural.com.br

Foto: Jean Carla