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Encontro dos Amigos reúne centenas de pessoas em apoio a Carlos Magno

Centenas de pessoas participaram do encontro “Amigo para Todas as Horas – Encontro dos Amigos”, promovido pelo candidato a deputado estadual Carlos Magno. A reunião reuniu familiares, amigos, apoiadores e lideranças políticas que fizeram parte da história de Rondônia, entre elas Amir Lando, o candidato ao Senado Acir Gurgacz e o candidato a vice-governador pelo PSD, Everton Leoni. O encontro foi marcado por manifestações de amizade, reconhecimento e apoio à caminhada do candidato.

Com mais de quatro décadas de trajetória em Rondônia, Carlos Magno relembrou sua chegada ao Estado em 1978 e a relação construída ao longo dos anos com o setor rural e com as comunidades do interior. Técnico agrícola por formação, afirmou que sua vida pública sempre esteve ligada à convivência com as pessoas. Para ele, a política representa também uma oportunidade permanente de reencontro. “A política para mim é um prazer, é um momento de reencontrar as pessoas. Eu sou um político que gosto de estar com as pessoas”, afirmou.

Durante sua fala, Carlos Magno também destacou que pretende conduzir sua campanha sem depender de estruturas financeiras ou de alianças baseadas em interesses pessoais. Segundo ele, conta atualmente com o apoio de um vereador do Estado, que se colocou espontaneamente à disposição. O candidato também afirmou que não faz campanha dentro de igrejas e que, como cristão, entende que os espaços religiosos devem ser respeitados como locais sagrados.

Ao falar sobre sua trajetória política, Carlos Magno lembrou sua passagem pela Câmara dos Deputados e afirmou ter se decepcionado com a dificuldade de produzir resultados diante de um ambiente que, segundo ele, perdeu capacidade de debate. Em contrapartida, destacou a experiência como prefeito como um dos períodos em que mais se realizou na vida pública. “Eu me realizei como prefeito, porque aí sim eu planejei, executei como secretário, como prefeito e pude fazer e ver a alegria das pessoas”, declarou.

Carlos Magno também fez uma defesa do papel do eleitor na transformação da política. Segundo ele, a população precisa participar desse processo e compreender que um mandato público não deve ser tratado como propriedade individual. “O mandato é nosso, é dos amigos, que foi ali que eu recebi, é da sociedade como um todo, das pessoas de bem”, afirmou. Para o candidato, a atuação parlamentar deve estar voltada para ações capazes de melhorar a qualidade de vida da população.

Outro ponto destacado por Carlos Magno foi a necessidade de maior debate dentro dos parlamentos. Ele citou questões que, em sua avaliação, afetam diretamente a população, como preços de energia e pedágios, e defendeu que os representantes públicos precisam discutir de forma mais efetiva os temas de interesse da sociedade. “Por não haver debate nos parlamentos, a gente, o povo sofre com isso”, afirmou.

O candidato ao Senado Acir Gurgacz destacou a amizade e a confiança em Carlos Magno durante o encontro. “É um motivo de alegria, Carlos Magno, estar aqui com você, nesse momento, nessa campanha e levá-lo, conduzi-lo à Assembleia Legislativa para nos representar”, declarou. Acir também ressaltou o conhecimento de Carlos Magno sobre Rondônia, afirmando que ele conhece “cada palmo desse chão”.

O ex-senador Amir Lando, figura tradicional da política rondoniense, também participou do encontro e integrou o grupo de lideranças que manifestaram apoio à candidatura. A presença de nomes com longa trajetória política reforçou o caráter de reunião entre diferentes gerações de amigos e apoiadores.

O filho do candidato, Carlos Eduardo, o Kadu, destacou a presença de pessoas que acompanham a trajetória do pai desde sua chegada a Rondônia. “Aqui tem amigos do meu pai que são desde aquela época, que acompanharam todo esse processo, mais de 40 anos de vida pública aqui em Rondônia, e amigos também que surgiram recentemente”, afirmou.

Kadu ressaltou ainda que a base da trajetória de Carlos Magno sempre esteve ligada ao interior de Rondônia. Segundo ele, o pai chegou ao Estado pelo Incra, na região de Ouro Preto, e construiu ao longo das décadas relações com pessoas de diferentes municípios e comunidades.

O encontro “Amigo para Todas as Horas” encerrou-se como um momento de confraternização e demonstração de apoio à candidatura de Carlos Magno, reunindo centenas de pessoas em torno de uma trajetória construída, segundo os participantes, ao longo de mais de 40 anos de atuação e relacionamento com a população de Rondônia.

Grupo de amigos captura ‘maior pirarucu do Brasil’, mas recorde não será homologado; entenda

Dois metros e 45 centímetros. Esse é o tamanho do pirarucu gigante capturado por um grupo de amigos de Xanxerê (SC) e Faxinal dos Guedes (SC) durante uma pescaria no Rio Teles Pires, em Sinop (MT), na última segunda-feira (17/8).

Nativo da bacia amazônica e um dos maiores peixes com escamas em água doce no mundo, o pirarucu costuma medir entre 1,5 e 2 metros de comprimento, segundo a Embrapa.

O empresário e barista Felipe Barp Rossetto explica que o peixe foi fisgado pelo engenheiro Júnior Santin, que estava em um caiaque, enquanto ele, Lucas Cambrussi, que é policial científico, e Vilson Rossetto, aposentado e responsável pela organização da viagem, estavam em um barco próximo.

“Quando o Júnior viu que um peixe grande mordeu a isca, ele começou a gritar. Então, fomos até lá e descobrimos que era um pirarucu”.

VEJA O VÍDEO AQUI: 

Depois de perceberem o tamanho do peixe, começou o trabalho para retirá-lo da água, tarefa que durou mais de uma hora e exigiu a ajuda de todos os integrantes do grupo.

“Foi uma sensação surreal, um misto absurdo de adrenalina, emoção e alegria. A energia tomou conta, foi simplesmente indescritível. Quase não conseguimos tirá-lo da água de tão grande e pesado”.

A pesca é uma das paixões dos amigos catarinenses e faz parte das viagens que realizam juntos há anos. E, desta vez, o grupo foi surpreendido ao encontrar o “Gigante da Amazônia” no Rio Teles Pires, apelido dado ao pirarucu por causa do tamanho que, em alguns casos, ultrapassa os três metros e 200 quilos.

“Era um sonho realmente. Nós vamos sempre ao Mato Grosso para tentar capturar um peixe grande, só não imaginávamos que seria tão grande assim”.

Com 2,45 metros, o pirarucu capturado pelos amigos de Santa Catarina poderia se tornar o maior já homologado na pesca esportiva pela Brazilian Game Fish Association (BGFA), uma vez que o atual recorde da espécie (Arapaima gigas) é de 2,33 metros, pertencente a Luiz Eduardo Quadro Moraes, no Rio Guariba, em Apuí (AM). No entanto, apesar dos 12 centímetros a mais, a marca não será registrada pela entidade.

O primeiro motivo está relacionado à medição. O grupo possuía no barco uma trena (convencional) e uma régua da BGFA, que permitia medir apenas o comprimento de peixes com, no máximo, 1,50 metro. No caso do pirarucu gigante, era necessário uma fita métrica oficial destinada a exemplares maiores.

Outro requisito para o recorde é a soltura do peixe. Essa condição também não foi cumprida. Conforme Felipe, eles abateram o pirarucu seguindo a recomendação da Instrução Normativa nº 07/2026, publicada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em março deste ano, que declara o pirarucu como espécie exótica invasora quando está fora da área de ocorrência natural.

“A portaria fala, inclusive, que o pescador tem por obrigação fazer o abate. Para nós, que sempre pescamos esportivamente e soltamos os peixes, até causa uma sensação estranha ter que abater um peixe assim tão grande, mas é necessário por ser uma espécie invasora e para ajudar no controle populacional”, finaliza.

A norma que permite a captura e o abate abrange 10 regiões hidrográficas no país: Atlântico Nordeste Ocidental, do Parnaíba, Atlântico Nordeste Oriental, do São Francisco, Atlântico Leste, Atlântico Sudeste, do Paraná, do Uruguai, Atlântico Sul, do Paraguai e porção superior da bacia hidrográfica do rio Madeira, montante da barragem de Santo Antônio (RO).

Dia do Folclore celebra saberes e tradições que vivem no campo

Do campo vêm histórias, lendas e tradições que atravessam gerações e ajudam a manter viva a cultura brasileira. Hoje é dia de celebrar o nosso folclore
Do campo vêm histórias, lendas e tradições que atravessam gerações e ajudam a manter viva a cultura brasileira. Hoje é dia de celebrar o nosso folclore

No dia 22 de agosto, o Brasil celebra o Dia do Folclore, uma data que valoriza as manifestações culturais que fazem parte da identidade do país. No meio rural, essa tradição ganha um significado especial, reunindo histórias, lendas, festas, rezas, danças e conhecimentos populares transmitidos de geração em geração.

Entre as lendas mais conhecidas estão o Curupira, considerado protetor das matas e conhecido pelos pés virados para trás; o Saci-Pererê, personagem de uma perna só que aparece nas histórias contadas em muitas comunidades do interior; e o Boitatá, representado como uma cobra de fogo que protege as matas e os campos contra a destruição da natureza.

O folclore também está presente nas festas e manifestações culturais do campo, como a catira, além dos festejos populares que reúnem famílias e comunidades. Fazem parte desse patrimônio ainda os chamados saberes populares, como o uso tradicional de plantas medicinais, as observações da natureza para prever mudanças no tempo e os conhecimentos sobre a terra e a criação de animais.

Mais do que recordar personagens e histórias, o Dia do Folclore é uma oportunidade para valorizar a memória das comunidades rurais e reconhecer a importância de quem mantém vivas essas tradições. São conhecimentos que atravessam gerações e ajudam a contar a história do campo brasileiro.

Governo busca priorizar desembarque de fertilizantes para safra 2026/27

O governo publicou nesta quarta-feira (20) uma portaria que recomenda a preferência no desembarque de fertilizantes minerais e demais insumos voltados ao abastecimento da safra 2026/27.

A medida publicada em edição extra do DOU (Diário Oficial da União) pelo Ministério dos Portos e Aeroportos terá vigência de seis meses.

Na avaliação do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, para além de dar celeridade às operações nos portos, a medida auxilia na redução do custo de armazenagem e garante maior previsibilidade para o produtor.

“A portaria representa o resultado de uma parceria com o Ministério dos Portos e Aeroportos ao qual apresentamos a necessidade de dar celeridade ao desembarque dos produtos”, afirmou.

“Com essa medida, a logística portuária envolvendo a atracação dos navios será mais rápida, reduzindo filas, custos de armazenagem e garantindo maior previsibilidade para o produtor, num momento crucial para a safra de verão”, complementou.

Segundo o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), a publicação da portaria atende a um pedido antigo do setor frente às consequências do conflito no Oriente Médio e à instabilidade causada na oferta de fertilizantes

Atualmente, o Brasil importa 93% do fertilizante consumido nacionalmente (cerca de 45,5 milhões de toneladas) com os carregamentos de fertilizantes nitrogenados, fosfatados e cloreto de potássio, utilizados na produção agrícola pelos portos de Paranaguá (PR), Santos (SP) e do Arco Norte.

Entre janeiro e maio deste ano, em virtude dos conflitos internacionais, o volume de importação de fosfatados e nitrogenados recuou 8,7%, de 7,69 milhões de toneladas para 7,02 milhões. China e Rússia lideram o fornecimento do produto para o Brasil.

No período analisado, o preço médio do produto subiu 14,4% e o valor desembolsado nas importações, apesar da queda no volume, aumentou em 4,4%.

De acordo com o Mapa, a medida não mudará o protocolo fitossanitário e o fluxo de funcionamento dos portos.

O ministério destacou em nota que a preferência no desembarque das cargas e na facilitação do fluxo portuário, no entanto, não deve implicar qualquer flexibilização dos controles sanitários, fitossanitários, aduaneiros ou de qualidade aplicáveis às cargas importadas. Dessa forma , os procedimentos previstos na legislação vigente permanecerão inalterados.

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O que os presidenciáveis propõem para o agro? Conheça as propostas

A produção agropecuária nacional está entre as prioridades apresentadas no plano de governo protocolado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pelos cinco candidatos à Presidência da República melhor colocados no Índice CNN: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

Na apresentação das propostas para o próximo mandato, os cinco candidatos destacaram a relevância do setor para a soberania nacional, a segurança alimentar e a imagem do Brasil no exterior, além da importância econômica do campo para o PIB (Produto Interno Bruto).

Entre os principais temas, os presidenciáveis convergem quanto à necessidade de investimentos em:

  • Produção nacional de fertilizantes para reduzir a dependência externa de insumos;
  • Expansão da infraestrutura em irrigação, armazenagem e rotas de escoamento para a safra;
  • Protagonismo no mercado de biocombustíveis e transição energética;
  • Modernização, conectividade e inovação tecnológica no ambiente rural.

Além disso, os planos de governo detalham a necessidade de redesenhar o investimento público no setor via Plano Safra.

Veja as principais propostas de cada candidato:

Lula (PT)

Ao visar o quarto mandato, as principais propostas do atual presidente para o setor são voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar, um dos motes históricos da campanha do petista. Nessa frente, Lula defende a ampliação da reforma agrária alinhada à regularização fundiária, além de melhorias na infraestrutura do campo.

No plano de campanha, o petista defende a reformulação do Plano Safra para um modelo plurianual com foco em tecnologias que aumentem a produtividade, como maquinário e irrigação. Com mais de 650 mercados abertos durante o terceiro mandato, o atual presidente aposta na boa imagem do agro internacionalmente para agregar novos parceiros comerciais.

Em meio a instabilidades climáticas, a proposta de governo de Lula defende a modernização do seguro rural alinhada à sustentabilidade no setor como forma de mitigar impactos. O petista aposta também em mais investimentos em biocombustíveis, tecnologia, conectividade e produção nacional de fertilizantes como estratégias para fortalecer o setor.

Flávio Bolsonaro (PL)

O candidato aposta em garantir previsibilidade para o produtor. Com o lema “safra protegida é oferta garantida, e oferta garantida é preço estável”, ele elenca como prioridades do mandato a redução do custo de transporte, a ampliação do seguro rural, além de investimentos em irrigação e armazenagem. Para modernizar o campo, o candidato defende a ampliação dos aportes na Embrapa e na conectividade rural.

Na frente de soberania nacional, Flávio defende o fortalecimento da produção nacional de fertilizantes a fim de reduzir a necessidade de importação. O candidato também é a favor do aumento de investimentos na produção de biocombustíveis para posicionar o Brasil como protagonista global nesse mercado.

No âmbito jurídico, Flávio aposta na regularização e titulação do pequeno produtor, além de consolidar o CAR (Cadastro Ambiental Rural) como ferramenta de conservação e restauração ambiental.

Ronaldo Caiado (PSD)

Com fortes ligações com o setor, o candidato do PSD reservou um capítulo específico para o agro em seu plano de governo. Caiado aposta na consolidação do setor no mercado de capitais, com mais espaço para CRA, Fiagro e debêntures como fontes de financiamento. Além disso, defende a reformulação do Plano Safra em um projeto plurianual com linhas focadas em aportes na infraestrutura (especialmente irrigação e armazenagem) e no seguro rural.

O ex-governador de Goiás defende o aumento da conectividade no campo, investimentos em tecnologia e inovação e o reforço da produtividade nas áreas já consolidadas para a produção rural.

No cenário internacional, Caiado aposta no protagonismo brasileiro no mercado bioenergético, na redução da dependência externa de fertilizantes e na abertura de mercados para diversificar parceiros comerciais, utilizando a sustentabilidade do agro brasileiro como bandeira internacional.

Romeu Zema (Novo)

O ex-governador de Minas Gerais também dedica um capítulo exclusivo às propostas para o setor. O mote do candidato é eliminar barreiras impostas pelo Estado que freiam a expansão do agro, como entraves burocráticos, gargalos de infraestrutura e insegurança jurídica.

Nessa frente, Zema defende a ampliação do seguro rural, a melhoria na logística de escoamento das safras e a redução de entraves ligados ao licenciamento ambiental. O candidato do partido Novo aposta também em investimentos em tecnologia e assistência técnica.

No âmbito internacional, o plano de governo defende a abertura de novos mercados e a diversificação das importações de fertilizantes, acompanhada pelo aumento de investimentos na produção nacional. Zema destaca ainda a necessidade de regularização de títulos rurais e o combate à grilagem e ao crime organizado como formas de proteger a propriedade rural.

Renan Santos (Missão)

Com um capítulo dedicado ao agro, o candidato do partido Missão tem como mote a importância de agregar valor às cadeias produtivas, seguindo o exemplo do setor de suco de laranja. Para isso, defende a criação de Zonas Econômicas Especiais e linhas de crédito condicionadas a metas produtivas e de exportação. O candidato destacou que, em um eventual mandato, a produção agropecuária será alinhada à inteligência artificial e a tecnologias de ponta.

Renan Santos aposta também na soberania nacional em fertilizantes por meio da execução e ampliação do Plano Nacional de Fertilizantes, além do aumento da exploração de minerais estratégicos para a produção dos insumos dentro do Brasil, incluindo mudanças na legislação para operações em terras indígenas.

O candidato também destacou a proposta de combater invasões de propriedades rurais para restaurar a segurança jurídica no campo, além de auditar a produtividade dos hectares destinados à reforma agrária. No âmbito educacional, Renan Santos defende uma reformulação da narrativa cultural do setor para promover maior valorização do agro pelas novas gerações.

Agrotec 2026 começa a montagem da estrutura e prepara mega cobertura do Grupo Conecta

Porto Velho já respira a Agrotec 2026. A poucos dias da abertura da segunda edição da Feira Tecnológica de Agroindústria e Agricultura Familiar, o trabalho se intensifica no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, onde está sendo montada uma grande estrutura para receber produtores rurais, expositores, instituições, empreendedores e visitantes de 26 a 30 de agosto. A programação acontece das 14h às 21h e é promovida pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric).

Com o tema “Raízes que conectam o futuro”, a Agrotec busca aproximar o campo da cidade e apresentar a força da produção rural de Porto Velho. A feira contará com espaços voltados à agroindústria, agricultura familiar, cafeicultura, apicultura e meliponicultura, além de exposição de animais, serviços, palestras, capacitações, demonstrações de tecnologias e oportunidades de negócios. Um dos destaques será o espaço Sabores da Colmeia, dedicado à apicultura e à meliponicultura, com produtos derivados do mel, degustações e ações de educação ambiental.

A estrutura para receber o público e os participantes já está definida e entra agora em ritmo acelerado de montagem. Serão preparados os espaços destinados aos expositores, o pavilhão de animais, áreas para agricultura familiar e artesanato, ambientes institucionais, estruturas para apresentações e o palco que receberá a programação cultural e de entretenimento. O cronograma oficial prevê a montagem dos espaços entre os dias 22 e 25 de agosto, seguida da realização da feira de 26 a 30 de agosto.

O momento também marca a organização de uma estrutura especial para a imprensa. Os containers destinados aos veículos de comunicação já foram definidos e vão concentrar parte da cobertura jornalística durante os cinco dias de evento. A presença da imprensa faz parte do planejamento da Agrotec para ampliar a divulgação das ações, dos produtores, dos expositores e das oportunidades apresentadas na feira. Reuniões realizadas pela organização já envolveram representantes da imprensa local, além de instituições, empresas e expositores, para alinhar espaços e ações de divulgação.

E entre os veículos que estarão presentes está o Grupo Conecta de Comunicação, que participa pelo segundo ano consecutivo da Agrotec. A empresa prepara uma mega cobertura, com informação, entrevistas, notícias, prestação de serviço e entretenimento em suas diferentes plataformas. A cobertura estará presente na rádio, nas plataformas digitais e nos portais parceiros do Grupo Conecta, levando ao público os principais acontecimentos da feira diretamente do Complexo Madeira-Mamoré.

A participação do Grupo Conecta reforça a dimensão regional que a Agrotec vem conquistando. A proposta é mostrar não apenas os grandes negócios e tecnologias, mas também as histórias de quem produz, os pequenos empreendedores, a agricultura familiar, os produtos da Amazônia e as iniciativas que ajudam a transformar a realidade do campo. A cobertura pretende conectar quem estiver dentro da feira com quem acompanha o evento de Porto Velho, de Rondônia e de outras regiões do país.

A escolha do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré também dá à feira um cenário simbólico. O espaço, um dos principais cartões-postais de Porto Velho, será transformado em uma grande vitrine do setor produtivo, unindo história, turismo, cultura, inovação e agronegócio. A expectativa da Prefeitura é que o evento também movimente setores como hotelaria, alimentação, comércio e serviços.

E a força do evento acompanha a dimensão do próprio campo de Porto Velho. Dados do IBGE apresentados pela Prefeitura mostram que o município ocupa o primeiro lugar em Rondônia na produção de banana, mandioca e soja, além de figurar entre os maiores produtores estaduais de arroz, feijão, café, milho e cacau. É justamente essa diversidade que a Agrotec pretende colocar em evidência durante os cinco dias de programação.

Com a estrutura ganhando forma, os espaços dos expositores definidos e a imprensa se preparando para acompanhar cada detalhe, a contagem regressiva para a Agrotec 2026 já começou. Mais do que uma feira, o evento se apresenta como uma grande vitrine da produção, da inovação e das oportunidades do campo, consolidando Porto Velho como um importante polo do agronegócio e da agricultura familiar na região Norte.

Carlos Magno ganha as ruas com plotagem de veículos de apoiadores

O grupo de campanha do candidato a deputado estadual Carlos Magno vem ampliando as ações de divulgação do nome do candidato. Simpatizantes, correligionários, amigos e apoiadores participaram de uma mobilização para a plotagem de seus veículos.

A ação reuniu centenas de veículos ao longo do dia e foi marcada por muita animação e empolgação. Os apoiadores chegavam para personalizar seus carros com a identificação do candidato a deputado estadual Carlos Magno, demonstrando entusiasmo e disposição em contribuir para a divulgação da campanha.

Com os veículos plotados circulando pelas ruas, a iniciativa também amplia a visibilidade do nome de Carlos Magno e fortalece a mobilização entre seus apoiadores. A movimentação mostrou o envolvimento de amigos e simpatizantes na divulgação da candidatura.

Professora Rosângela Marum leva mais de 35 anos de experiência na educação para disputa por vaga na Assembleia de Rondônia

Aos 58 anos, ela apresenta como principal credencial para a disputa uma trajetória de mais de 35 anos dedicada à educação no estado.

Com formação superior e atuação como professora de ensino médio, Rosângela também acumulou experiência em funções de gestão educacional. A proposta da candidatura é transformar essa vivência em atuação política, com foco principalmente na educação e nas demandas enfrentadas por professores, estudantes e comunidades escolares.

“Minha caminhada começou dentro da escola”, é uma das ideias destacadas pela candidata ao apresentar sua trajetória e justificar a entrada na disputa eleitoral.

Rosângela afirma que pretende levar para a Assembleia Legislativa uma visão construída a partir da experiência no cotidiano da educação e do contato direto com diferentes comunidades.

A candidatura pelo PSD foi registrada para a disputa por uma das cadeiras da Assembleia Legislativa. Segundo os dados eleitorais mais recentes, o pedido de registro ainda aguarda julgamento da Justiça Eleitoral.

Além da educação, a candidata vem ampliando a agenda de campanha e buscando contato com diferentes segmentos da população de Rondônia, apresentando a experiência acumulada no serviço público como um dos principais pilares de sua candidatura.

Professora Rosângela Marum será entrevistada hoje sexta-feira no programa Fala Conecta da 107,9FM as 13h.

Exportações de carne bovina caem 26% em agosto com temor de tarifa maior na China

As exportações brasileiras de carne bovina registraram queda de 26% no balanço parcial de agosto, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

🔎Os cálculos levam em consideração o total de carne bovina exportado pelo Brasil para vários países do mundo.

O recuo ocorre em meio à preocupação do setor com o esgotamento da cota de exportação para a China que permite a entrada do produto com tarifa menor.

Pelos dados do governo, a média diária embarcada caiu de 12,7 mil toneladas em agosto do ano passado para 9,4 mil toneladas neste mês.

Representantes da indústria afirmam que a cota brasileira destinada ao mercado chinês já foi atingida quando se considera também a carne que deixou o Brasil em julho e ainda está a caminho da China.

E associação afirma ainda que outros mercados devem crescer para a carne brasileira, especialmente na Ásia, porém hoje não existe outro mercado capaz de absorver sozinho o que deixará de ser vendido para a China.

De acordo com a entidade, os efeitos da situação já começam a ser sentidos pelas empresas.

Segundo a entidade, frigoríficos adotam medidas como férias coletivas diante da expectativa de redução das vendas ao principal mercado da carne bovina brasileira.

A desaceleração acontece após um período de crescimento. Entre janeiro e julho deste ano, as exportações brasileiras de carne bovina avançaram cerca de 10% em volume na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A preocupação do setor está ligada a uma medida de salvaguarda adotada pela China para as importações de carne bovina.

O Brasil recebeu a maior cota entre todos os exportadores: 1,106 milhão de toneladas. Dentro desse limite, continua valendo a tarifa de importação de 12%.

Depois que o volume for atingido, as exportações brasileiras poderão continuar normalmente, mas o excedente passará a pagar tarifa de 55%, o que reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado chinês.

Em nota, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que mantém diálogo permanente com as autoridades chinesas desde que o país asiático comunicou a intenção de adotar a medida.

Segundo a pasta, o governo brasileiro apresentou alternativas e propostas para minimizar os impactos sobre o comércio bilateral e destacou que o Brasil recebeu uma cota mais de duas vezes superior à do segundo maior exportador contemplado pela medida.

O ministério informou ainda que, no fim de julho, formalizou às autoridades chinesas sua preocupação com o ritmo de utilização da cota e com os possíveis impactos sobre a continuidade do fluxo comercial entre os dois países.

Na ocasião, o governo brasileiro também defendeu a ampliação da cota destinada ao Brasil em 2026 para preservar a estabilidade e a previsibilidade das exportações.

“O diálogo com a China permanece constante. O Ministério segue acompanhando a situação e mantendo interlocução com as autoridades chinesas”, informou o Mapa.

Arroba do boi gordo: confira como o mercado fechou em 9 estados

Os preços do boi gordo e da carne bovina apresentam movimentos distintos no mercado brasileiro em agosto. Enquanto a arroba perdeu parte da força registrada no fim de julho, a carne comercializada no atacado da Grande São Paulo mantém preços firmes, segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

    De acordo com o centro de pesquisas, o mercado do boi gordo começou agosto ainda aquecido, dando continuidade ao movimento observado nas últimas semanas de julho. Ao longo do mês, porém, as negociações perderam força.

A mudança está relacionada principalmente à menor necessidade dos frigoríficos de adquirir novos lotes de animais no mercado spot. Com uma demanda menor por compras imediatas, a pressão sobre as cotações da arroba diminuiu.

Apesar desse cenário, o Cepea destaca que os preços do boi gordo permanecem em patamares elevados.

Carne bovina mantém preços firmes

No atacado da Grande São Paulo, o comportamento é diferente. Os preços da carne bovina continuam sustentados em agosto, mesmo diante da perda de força observada nas negociações do boi gordo.

O cenário mostra, portanto, um descolamento entre as duas pontas da cadeia neste mês: enquanto o mercado do animal vivo encontra maior resistência para novas altas, os valores da carne bovina seguem firmes no atacado paulista.

  • São Paulo: R$ 343,74
  • Bahia: R$ 321,17
  • Goiás: R$ 335,07
  • Minas Gerais: R$ 339,13
  • Mato Grosso do Sul: R$ 339,96
  • Mato Grosso: R$ 333,82
  • Pará: R$ 336,71
  • Rondônia: R$ 328,68
  • Tocantins: R$ 334,81