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Rebanho bovino brasileiro cresce e chega a 212,3 milhões de cabeças de gado

IBGE aponta também alta nas produções de leite, suínos, aves e da piscicultura.

O rebanho bovino brasileiro chegou a 212,3 milhões de cabeças em 2014, um acréscimo de 569 mil animais em relação a 2013. Com isso, o Brasil manteve-se como segundo colocado no ranking mundial, atrás apenas da Índia. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve também também alta nas produções de leite, suínos, aves e da piscicultura.

A região Centro-Oeste é a principal produtora, responsável por 33,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do gado bovino nacional. Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Pará respondem, juntos, por mais da metade do efetivo nacional (54,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}). É o que mostra a pesquisa Produção da Pecuária Municipal (PPM) 2014.

Piscicultura

A pesquisa revela, ainda, que a produção de peixes no País no mesmo período cresceu 20,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao ano anterior, alcançando 474,3 mil toneladas. A região Norte assumiu a liderança de participação entre as grandes regiões, com 139,1 mil toneladas. Esse crescimento foi impulsionado por Rondônia, que subiu para a primeira posição do ranking, com a despesca (recolhimento de peixes criados em cativeiro) de 75 mil toneladas de peixes.

Em 2014, os 27 estados e 2.871 municípios brasileiros tinham produção da aquicultura. O valor total da produção foi de 3,9 bilhões de reais, sendo a maior parte (70,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) oriunda da criação de peixes, seguida pela criação de camarões (20,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}).

O município de Sorriso (MT) manteve-se como o principal produtor de peixes do Brasil, em 2014, registrando a despesca de 21 mil toneladas, quantidade 2,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} inferior à registrada em 2013. Jaguaribara (CE) permaneceu na segunda posição, com a despesca de 16,9 mil toneladas, quantidade 16,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior que a registrada em 2013.

A tilápia continuou sendo a espécie mais criada em 2014, com 198,5 mil toneladas, o equivalente a 41,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do total da piscicultura. A espécie teve aumento de 17,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em sua produção em relação a 2013. O tambaqui manteve a segunda posição no ranking das espécies de peixes, com a despesca de 139,2 mil toneladas, ou 29,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do total nacional. A espécie teve aumento de 56,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em sua produção, sobretudo pelo aumento de 90,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na região Norte, principal produtora, que responde por 76,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção.

A produção de camarão no Brasil é concentrada na região Nordeste (99,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}). Em 2014, a liderança continuou com o Ceará, com a produção de 35,4 mil toneladas de camarão, seguido pelo Rio Grande do Norte, com 18,3 mil toneladas. Juntos, os dois estados responderam por 82,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção nacional. Aracati (CE) continuou como destaque em 2014, com produção de 8,8 mil toneladas de camarão.

Leite

Em 2014, a produção brasileira de leite foi de 35,2 bilhões de litros, um aumento de 2,7{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre o ano anterior. Com isso, o Brasil ocupou a quinta posição no ranking mundial de produção de leite, atrás de União Europeia, Índia, Estados Unidos e China.

A região Sul passou a ocupar, em 2014, a primeira posição no ranking das grandes regiões, com 34,7{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção nacional. Apesar disso, Minas Gerais seguiu como o principal estado produtor, com 9,3 bilhões de litros, o que corresponde a 77,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de toda a produção da região Sudeste e 26,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do total nacional.

Na segunda colocação aparece o Rio Grande do Sul (13,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do total nacional e 4,7 bilhões de litros), seguido pelo Paraná (12,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e 4,5 bilhões de litros). Já o Centro-Oeste participou com 14,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, sendo Goiás o quarto maior produtor nacional. Em termos municipais, a primeira posição continuou com Castro (PR), com 239,0 milhões de litros.

O preço médio nacional do litro do leite foi de R$ 0,96, gerando um valor de produção de R$ 33,78 bilhões em 2014. O maior preço médio foi encontrado no Nordeste, R$ 1,11 por litro, e o menor no Norte, R$ 0,82 por litro.

Suínos

O efetivo de suínos foi de 37,9 milhões de cabeças em 2014, um aumento de 3,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação a 2013. A produção de carne suína brasileira em 2014 foi a quarta maior do mundo, sendo as três primeiras posições ocupadas por China, União Europeia e Estados Unidos.

Quase metade do efetivo de suínos (49,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) encontrava-se na região Sul, seguida pelas regiões Sudeste (18,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), Nordeste (14,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), Centro-Oeste (13,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) e Norte (3,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}). Em relação a 2013, não houve grandes variações de participação das grandes regiões. Em termos municipais, Uberlândia (MG), Rio Verde (GO) e Toledo (PR) detinham dos maiores efetivos de suínos.

Aves

O efetivo de galináceos (galos, galinhas, frangos e pintos) foi de 1,3 bilhão de cabeças em 2014, aumento de 6,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação a 2013. Grande parte do efetivo de galináceos encontrava-se na região Sul (46{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), sendo 22,7{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no Paraná. O Sudeste participou com 28,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do efetivo nacional (15,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em São Paulo e 9,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em Minas Gerais). Do efetivo total de galináceos, 17{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} correspondeu a galinhas, totalizando 226,62 milhões de cabeças, aumento de 2,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre o registrado em 2013. 

Fonte: Portal Brasil, com informações do IBGE

Compras públicas de alimentos podem movimentar até R$ 7 bilhões

A partir de 2016 as compras públicas da agricultura familiar podem movimentar entre R$ 6 e 7 bilhões por ano, considerando-se o potencial de União, estados e municípios.

Pouco menos disso – R$ 5,8 bilhões – é o que o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do governo federal já comprou dos pequenos produtores em 12 anos de existência, considerando apenas recursos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Isso será possível graças ao Plano Safra da Agricultura Familiar, que tornou obrigatório o percentual mínimo de 30{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} provenientes da agricultura familiar nas compras de alimentos de todos os órgãos da União a partir de 2016. Considerando-se o universo geral das compras governamentais, o que inclui todo tipo de material de insumo, esse montante chega a R$ 600 bilhões por ano. 

 
Para explicar como acessar esse mercado aos pequenos empreendedores, especialmente os rurais, a coordenadora geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos do MDS, Hétel Leepkaln dos Santos, participa do próximo Papo de Negócios, bate-papo virtual promovido pelo Sebrae, nesta segunda-feira (05), das 15h às 15h30. Com o tema “Venda mais para o governo”, esta é a terceira edição de uma série de cinco com temas ligados ao Movimento Compre do Pequeno Negócio, lançado para valorizar as micro e pequenas empresas e fortalecer a economia.
 
A estimativa do MDS é que, com o Plano Safra, esse mercado passe a vender aproximadamente R$ 1,3 bilhão por ano. Mesma quantia já movimentada pelo Programa Nacional da Alimentação Escolar, o que resultará em R$ 2,6 bilhões anuais comprados em alimentos da agricultura familiar somente por órgãos da União a partir do ano que vem. Somando-se estados e municípios, o MDS calcula que esse montante chegue a R$ 7 bilhões disponíveis em compras públicas aos pequenos agricultores no Brasil anualmente.
 
Hetel vai explicar como funcionam as compras governamentais e, em especial, as Compras Institucionais do PAA, iniciativa que permite, desde 2012, o comércio direto entre agricultores e órgãos públicos da administração direta e indireta de União, estados e municípios. Essas compras são realizadas por meio de chamadas públicas, com recursos financeiros próprios e sem processo licitatório.
 
“Vamos mostrar o potencial desse mercado e explicar aos órgãos governamentais que, ao adquirir os produtos, eles têm a garantia de alimentos mais frescos e de melhor qualidade”, explica Hetel. Os alimentos podem abastecer os equipamentos públicos como  hospitais, restaurantes universitários, presídios, quartéis e outras demandas de Marinha, Exército e Aeronáutica. Para aderir a essa modalidade, os trabalhadores rurais precisam garantir qualidade e capacidade de produção. Nos últimos três anos, 70 cooperativas da agricultura familiar negociaram aproximadamente R$ 100  milhões nessa nova modalidade de compra institucional.
 
Papo de Negócios
 
É uma mesa redonda virtual promovida pelo Sebrae, onde os convidados respondem a questões propostas pelo público ao vivo, via hangout, das 15h às 15h30. Qualquer pessoa pode participar, sem necessidade de inscrição. Para assistir à palestra, basta ter uma conta no Youtube e, para participar do chat, é preciso estar conectado a uma conta do gmail. Para se conectar, basta acessar o link disponível no site www.sebraemercados.com.br.
 
Até 7 de outubro todos os ‘Papo de Negócios’ terão temas ligados ao Movimento Compre do Pequeno Negócio. Os próximos são ‘Estratégias de vendas em tempos de crise’ (06); e ‘O MEI agora é tratado como consumidor’ (07). O primeiro, “Como os meios eletrônicos de pagamento podem ajudar as pequenas empresas a vender mais”, aconteceu na terça (29.09); o segundo, “Como vender para a ONU: oportunidades para os pequenos negócios”, na quinta (01.10).
 
Compre do Pequeno
 
Lançado em 5 de agosto em todo o país, o Movimento é uma ação inédita para estimular a sociedade a valorizar produtos e serviços das micro e pequenas empresas. A iniciativa é liderada pelo Sebrae e pretende usar a força dos pequenos negócios – mais de 10 milhões de empresas no Brasil, que faturam no máximo R$ 3,6 milhões por ano – para fortalecer a economia.
 
Na semana de 21 a 26 de setembro aconteceu a Semana de Capacitação Empresarial: em todos os estados brasileiros foram oferecidos oficinas, palestras, seminários e cursos para preparar o empresário para o 5 de outubro, data oficial do Movimento, que também é o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. Os pequenos negócios são mais de 95{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do total das empresas brasileiras, respondem por 27{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do Produto Interno Bruto (PIB) e por 52{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos empregos com carteira assinada – mais de 17 milhões de vagas.
 
Serviço
 
Papo de Negócios: Venda mais para o governo
 
Segunda-feira – 05 de outubro
 
Das 15h às 15h30
 
Para acompanhar ao vivo: https://www.youtube.com/watch?v=s_xkzbzVQ_k.
 
Para interagir com o entrevistado por meio de chat, o internauta deverá ter conta no gmail.
Agência Sebrae de Notícias

Fonte: http://cooperativismo.org.br

Rondônia tem a primeira estância turística em Ouro Preto

Primeira estância turística de Rondônia, instituída pela Lei Complementar 664/2012, Ouro Preto do Oeste reuniu na sexta-feira, 2, autoridades para discutir o plano estratégico para o desenvolvimento do setor.

Com potencial, a microrregião possui grandes atrativos, a exemplo do Hotel Fazenda Graúna, o Vale das Cachoeiras e o Morro Chico Mendes, onde se pratica o parapente. Para aproveitar as riquezas do local, o prefeito Alex Testoni (PSD) criou a Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Esportes (Sectur) e determinou a elaboração do Plano Municipal para o Desenvolvimento do Turismo (PDTUR).

Na sexta, representantes da Assembleia Legislativa, Câmara de Vereadores, Superintendência Estadual do Turismo (Setur), Fecomércio, SindHotel e Sebrae participaram de um encontro promovido pela prefeitura para tratar da institucionalização da Estância Turística de Ouro Preto do Oeste. “Vamos colocar o turismo como prioridade número 1 em Ouro Preto”, discursou o prefeito Alex Testoni. Com a inclusão da Lei 664/2012, a prefeitura está apta a buscar recursos financeiros junto ao Governo do Estado e a União na promoção do turismo. O Sebrae anunciou a disponibilidade de R$ 800 mil para investimentos na capacitação de profissionais e empresários do setor de restaurante e hotelaria. A diretora executiva da Fecomércio Cileide Macedo anunciou que entre os dias 26 de outubro a 6 de novembro estará sendo oferecido em Ouro Preto do Oeste os cursos de capacitação em culinária e para garçom, que serão ministrados por meio do Senac sem custo algum para os participantes.   Coube ao Estado, a construção do Museu do Migrante no Morro Chico Mendes e dois centros de atendimento ao turista, anunciados pelo superintendente Júlio Olivar.

Infraestrutura

Paralelo aos investimentos no turismo, o núcleo urbano de Ouro Preto do Oeste também está sendo preparado para receber o turista. O prefeito Alex Testoni garantiu a limpeza das margens da BR-364, acabando com a poluição das placas de publicidade; iniciou a limpeza de canais e a operação tapa-buracos nas ruas e avenidas da cidade e retomou as obras do Bosque Municipal. “Queremos dispor de uma estrutura humanizada e moderna para nossos visitantes”, disse o prefeito, um dos maiores entusiastas do turismo.

Fonte: RONDONIAGORA/Gazeta Central

Soja e café fortalecem a economia de Rondônia com sustentabilidade

O Estado é o quinto maior produtor de café do país. Rondônia também produz soja acima da média nacional.

O estado de Rondônia consolida a vocação para a produção agrícola, estendendo seus investimentos, também, à qualidade de vida do homem do campo e o forte compromisso com a sustentabilidade.

A soja é o produto que mais gera receita e fomenta culturas como o arroz e milho, além de constituir alternativa para a renovação de pastagens, fortalecendo a integração com a pecuária. O resultado da gestão voltada para este campo, é uma economia que se sobressai no momento em que país enfrentar período de retração.

Confúcio Moura, governador de Rondônia (Foto: Divulgação/Decom)

“O Estado, vocacionado para produção, está cada vez mais aparelhado para produzir melhor. Conquistamos espaços no Brasil e lá fora, porque estamos vencendo desafios”, afirma o governador Confúcio Moura.

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE de dezembro de 2014, aponta que a soja gerou receita de R$ 601 milhões. O café, outro segmento em que Rondônia se destaca, foi responsável por outros R$ 285 milhões.

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) 2015 apontam aumento de 20{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na área plantada na safra 2014/15. Rondônia também apresentou maior expansão percentual de área de soja no país. A produtividade também é exemplar: a produtividade média e de 3.180 kg/ha (Safra 2013/14 – Conab, 2015), superior à média nacional que é de 2,854 kg/ha.

Café

A agricultura do estado, há décadas, tem o café como uma de suas principais referências. Rondônia é o quinto maior produtor do país e o segundo maior produtor de conillon. No levantamento de janeiro deste ano da safra do café, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que a safra colhida em 2014 (1.477,3 mil sacas) foi 9,18{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} superior à colhida em 2013 (1.357 mil sacas).

A importância do café para a vida do homem do campo e para a economia do estado é tão relevante, que uma lei, sancionada pelo governador Confúcio Moura designa 10 de abril como o Dia do Início da Colheita de Café Conilon, data que está integrada ao calendário oficial do estado.

O secretário da Agricultura, Evandro Padovani, considera esta data importante para o produtor. “Com esse referencial poderemos em um curto período de tempo colher o café no tempo certo, conseguindo grãos de melhor qualidade e conquistando mercados mais exigentes.”

O Brasil, em 2014, mantém a posição de maior produtor e exportador mundial de café e de segundo maior consumidor do produto. Estes são apenas dois dos principais produtos de exportação do estado, que impulsionam o desenvolvimento, geram empregos e deixam Rondônia em situação privilegiada, no momento em que o país enfrenta retração econômica. A tudo isto são somados o compromisso com a sustentabilidade.

Os produtores são conscientizados a respeito da preservação da floresta e fauna nativa, e a proteção das fontes de água. A busca do equilíbrio ambiental entre flora, fauna e o café é uma constante e assegura a preservação de uma das maiores biodiversidades do mundo.

Assistência

Os pequenos produtores rurais também são assistidos pelo governo de Rondônia, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). No município de Vilhena, 40 famílias filiadas à Associação de  Pequenos Produtores Rurais  Planalto dos Parecis recebem pelo fornecimento de frutas, verduras, hortaliças  e legumes para as entidades cadastradas. Em 2015, a previsão é de que receberão R$ 380.502,08 pelo programa. Na medida em que os produtos forem entregues, os recursos serão depositados nas contas.

Soja no Porto Graneleiro (Foto: Divulgação/Decom)
O governador Confúcio Moura tem dedicado especial atenção na transformação de antigas pequenas propriedades rurais em agroindústrias. Este setor deve ser contemplado com créditos de mais R$ 50 milhões em 2015, dinheiro que vem dos bancos que financiam os projetos agroindustriais no estado, como Banco do Brasil, Caixa Econômica e Banco da Amazônia.

Entre outro meios, o fortalecimento da agricultura se concretizará com as informações que serão geradas pela Base Cartográfica Digital de Rondônia, que foi lançada em março deste ano, em Vilhena, e avança para todo o estado. Este serviço é realizado pela Divisão de Serviço Geográfico do Exército Brasileiro, em parceria com a Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental – Sedam. O trabalho apoia-se na geociência e utiliza imagens do satélite RapidEye e dos dados colhidos em terra para estabelecer o perfil de hidrografia, vegetação e planimetria do estado.

Esses dados, após processados, indicarão, por exemplo, onde determinadas culturas podem ser exploradas e onde há riscos. A cartografia digital é uma ferramenta que produz avanços às gestões e que logo estarão sendo utilizadas por todos os estados brasileiros.

Vitrine

O potencial da agricultura estadual estará, em maio deste ano, na maior vitrine do setor na região, Feira Rondônia Rural Show, que acontecerá de 27 a 30 de maio, no Parque Hermínio Victorelli, em Ji-Paraná.

O evento atrai, há quatro anos, investidores, expositores e visitantes de todas as regiões brasileiras. É previsto que o fechamento de uma movimentação de R$ 700 milhões em propostas para o agronegócio, o que significa R$ 150 milhões a mais do que no ano passado.

Fonte: G1

Portoagro

A Portoagro acontece de 24 e 27 de setembro, no Parque dos Tanques em Porto Velho.

Nesta primeira edição, a Portoagro contará com 64 estandes para empresas do setor do agronegócio para os setores de: veículos, motores, serviços agropecuários, insumos, tratores, equipamentos e implementos agrícolas.

O objetivo da feira é divulgar o agronegócio em Porto Velho e também atender a uma reivindicação da população da capital, que pedia a realização de uma feira agropecuária na cidade.

Dentro da programação, serão realizadas oficinas de gastronomia com pescados; pirarucu, pintado e tambaqui para incentivar a produção, preparo e comercialização em Porto Velho.

A feira terá um viés social com os restaurantes sendo dirigidos por entidades sociais como é o caso da Apatox de Porto Velho e a Associação Casa Família Rosetta.

Os produtores que tiverem interesse em adquirir seu estande podem fazer contato com os organizadores da feira no seguinte endereço: avenidaCalama, 1383 – São João Bosco, Porto Velho; pelos telefones (69) 3216-9610 – Samantha ou Andrea, (69) 9292-0069 (Aroldo), 8416-1030(Licério) e 9968-2560 (Nogueira), ou ainda pelo e-mail : portoagro2015@gmail.com

Prefeitura de Ouro Preto promove audiência pública para tratar de turismo

Escolhido para receber o projeto piloto do Conselho Empresarial de Turismo (Conetur),  o município de Ouro Preto do Oeste realizará nesta sexta-feira (02/10), às 19h00, no Graúna Resort Hotel, audiência pública para tratar  sobre a implementação da Estância Turística.

Com este título, a cidade se diferencia das demais do Estado quando se tratar de captar  recursos financeiros e econômicos e atrair novos negócios, concomitante a promoção de qualidade de vida aos munícipes que estes investimentos proporcionam.

O Título de Estância Turística foi iniciativa do então Deputado Estadual Jaques Testoni, que apresentou o projeto ao Estado, em novembro de 2012, e após rigorosa análise de potencial e vocação turística do município, a Lei nº 664 que instituiu os requisitos mínimos para municípios rondonienses serem transformados em Estâncias Turísticas, transformou Ouro Preto do Oeste na Primeira Estância Turística do Estado de Rondônia.

O Sistema Fecomércio e a SEBRAE/RO, segmentos http://clashroyaleboom.com nacionalmente conhecidos pela promoção do desenvolvimento e empreendedorismo no Brasil, também apoiam o município no que tange ao desenvolvimento do potencial turístico da cidade, promovendo diversos cursos e eventos, elegendo ainda o município como plano piloto do Polo Turístico do Estado de Rondônia.

A audiência pública está sendo coordenada pelo Prefeito Alex Testoni e visa envolver toda a sociedade na implementação do turismo como indutor de desenvolvimento social, econômico e sustentável de Ouro Preto do Oeste.

Fonte: folhanobre.com.br