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MINHA CASA MINHA VIDA RURAL BENEFICIA 1.043 FAMÍLIAS EM RONDÔNIA

 Será realizada nesta quinta-feira (22), às 9h (horário local) e às 11h (horário de Brasília), em Ji-Paraná (RO), a cerimônia da conclusão das entregas de 1.043 moradias no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida Rural para 21 municípios do Estado.

 

Os empreendimentos, destinado às famílias de agricultores, receberam investimento total de mais de R$ 30,6 milhões. Mais de 4.000 pessoas foram beneficiadas pelas moradias.

A solenidade de entrega, que acontecerá no Esporte Clube Vera Cruz em Ji-Paraná, contará com a presença da ministra das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes, da superintendente nacional de Habitação Rural e Entidades Urbanas, Noemi da Aparecida Lemes, do superintendente regional da CAIXA em exercício, Wilson Alves de Souza Filho , da gerente de Habitação de Porto Velho, Elenice Marques Carraro, dos representantes Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia (FETAGRO), entidade organizadora dos empreendimentos; e autoridades do poder público.

Diferentemente das entregas nas áreas urbanas, as casas destinadas a famílias de agricultores são ocupadas pelos beneficiários assim que a obra finaliza. São em sua maioria construídas individualmente nas pequenas propriedades rurais, conforme as regras pelo Ministério das Cidades.

Cada residência tem área entre 57,8m² e 59,45m2, divididos em 2 quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço externa coberta com piso cerâmico em todos os ambientes, estrutura de telhado em madeira com tratamento imunizante, a um custo unitário que varia entre R$ 26 mil e R$ 31,5 mil. Os terrenos onde foram construídas as casas possuem topografia plana e estão localizadas em áreas não sujeitas a riscos naturais. Além disso, os moradores também tiveram acesso a outro programa social do governo federal: O Luz para Todos.

As unidades habitacionais estão localizadas em áreas rurais dos seguintes municípios do Estado de Rondônia (RO): Theobroma, Alvorada do Oeste, Cacoal, Machadinho do Oeste, Rolim de Moura, São Miguel do Guaporé, Pimenta Bueno, Ji-Paraná, Urupá, Cacaulândia, Presidente Médici, Buritis, Ministro Andreazza, Seringueiras, Espigão do Oeste, Castanheiras, Cujubim, Governador Jorge Teixeira, Corumbiara, Jaru e Novo Horizonte.

Minha Casa Minha Vida Rural:
Parte integrante do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), o Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) foi criado pela necessidade de uma política habitacional que atendesse as especificidades da moradia no campo, onde as diferenças em relação ao meio urbano – como cultura, forma de remuneração, gleba de terra e logística para construção – passaram a ser consideradas nos programas de moradia para a população do meio rural.

São beneficiários do Programa os agricultores familiares, que comprovem a renda por meio da Declaração de Aptidão ao PRONAF, e trabalhadores rurais. Também se enquadram na categoria agricultor familiar os assentados do INCRA, pescadores artesanais, extrativistas, aquicultores, maricultores, psicultores, ribeirinhos, quilombolas, indígenas e demais comunidades tradicionais.

Em 2012, o Programa ganhou nova dinâmica. A CAIXA estabeleceu parcerias que geraram resultados expressivos no segmento, contribuindo com o trabalho técnico e social das comunidades, liberando os recursos e acompanhando a realização das obras. Somente em 2012, o banco contratou 99{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das habitações rurais financiadas no país. O PNHR também prevê a instalação de cisternas em localidades sem acesso à solução de abastecimento de água, por intermédio de convênio firmado entre o Ministério do Desenvolvimento Social e o Ministério das Cidades.

Parâmetros do Minha Casa Minha Vida Rural:
Para famílias com renda anual de até R$ 15 mil (Grupo I), o valor do subsídio, com recursos do OGU, é de até R$ 28,5 mil para construção, e de até R$ 17,2 mil para reforma. Cada família devolve à União 4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do valor subsidiado, em quatro parcelas anuais (1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} por ano – 96{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do valor total do projeto é subsidiado).

As propostas devem ser apresentadas à CAIXA por intermédio de uma entidade organizadora, sem fins lucrativos, com no mínimo quatro e no máximo 50 famílias por grupo (exceto para assentados do Plano Nacional de Reforma Agrária). É destinado subsídio do OGU de R$ 1 mil por família para a prestação de assistência técnica e execução do trabalho social para os beneficiários dos Grupos I e II, com renda anual de até R$ 30 mil.

As famílias beneficiadas pelo MCMV Rural recebem, ainda, capacitação técnica e orientação sobre gestão da propriedade rural, melhoria das moradias, cooperativismo, participação da mulher na gestão da propriedade e ações que visem à permanência do jovem no campo. Famílias com renda anual acima de R$ 15 mil até R$ 60 mil podem financiar valores de até R$ 90 mil, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Números do Minha Casa Minha Vida:
O Programa já beneficiou mais de 9,4 milhões de pessoas, com a entrega de 2,36 milhões de moradias em todo o país. No MCMV Rural já foram entregues mais de 90 mil residências e outras 80 mil unidades habitacionais contratadas em todo o país. Em Rondônia, o Programa Minha Casa Minha Vida entregou 16.772 unidades, beneficiando mais de 67 mil pessoas.

Serviço:
Conclusão da entrega de 1.043 moradias do PNHR em Rondônia
Data: 22 de outubro de 2015 (quinta-feira)
Hora: às 9h (horário local) e às 11h (horário de Brasília)
Local: Esporte Clube Vera Cruz – Av. Dois de Abril, 1.345 – Bairro Urupá – Ji-Paraná – Rondônia (RO)

21/10/2015
Assessoria de Imprensa da CAIXA 

 

Programa de Verticalização da Pequena Produção Agropecuária é modelo para a Bahia e demais estados do Brasil

Prove, inclusão social e produtiva que fixa o homem no campo

Quatro técnicos do Governo da Bahia estão em Rondônia para conhecer de perto o Programa de Verticalização da Pequena Produção Agropecuária (Prove), implantado pelo governo do Estado.

 A visita começou pelo gabinete do secretário Evandro Padovani, e continua até sexta-feira (23) após viagem a vários municípios do eixo da BR-364, a fim de verificar experiências exitosas no agronegócio familiar.

“Wilson de Vasconcelos, diretor da CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional, braço executor de políticas para o pequeno produtor da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado da Bahia), pesquisando na Internet descobriu casos fantásticos de experiências de sucesso de famílias do campo que, com o apoio do Governo de Rondônia, deixaram a informalidade e montaram agroindústrias modelo”, diz a engenheira civil da CAR, Mariana Gusmão.

O chefe da missão, Gilmar Bomfim, coordenador de projetos especiais da CAR, relata que quando souberam do alinhamento entre a Seagri e parceiros, com os órgãos fiscalizadores do Estado, e que os entraves burocráticos foram sanados, dando origem a uma lei que regula o pequeno agronegócio familiar, resolveram conhecer de perto o programa. “Não tivemos dúvida, montamos a equipe e nos preparamos para vir buscar as soluções que o governo de Rondônia encontrou, porque vocês estão mais adiantados que nós”.

A equipe do Governo da Bahia, que ora visita Rondônia, além de Gilmar Bomfim e Mariana Gusmão, é composta por Aline Morais, veterinária do Consórcio Público Portal do Sertão, e Rosania Trabuco, especialista em gestão de cooperativas e técnica do Movimento de Organização Sanitária (MOC), entidades parceiras do governo daquele estado.

Bomfim explica que o programa Prove rondoniense, de apoio à agricultura familiar, é muito parecido com o equivalente ao governo baiano, “mas têm vários passos que ainda não conseguimos dar, principalmente nas ferramentas legais e na desburocratização da máquina administrativa, a fim de simplificar a vida do nosso pequeno agricultor”.

A facilidade na obtenção de documentos, eliminação da carga tributária e até na obtenção de linhas de crédito também chamaram a atenção. No caso de cooperativas, o Governo de Rondônia até doa equipamentos. “70{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da nossa produção vem do pequeno agricultor e queremos este modelo na Bahia”, define Bomfim.

Prove, inclusão social e produtiva que fixa o homem no campo

Prove, inclusão social e produtiva que fixa o homem no campo

O secretário Evandro Padovani lembra que quando o governador Confúcio Moura ainda era prefeito de Ariquemes, implantou um programa que serviu de base para o Prove estadual. Este programa providencia desde o planejamento da pequena agroindústria, até a obtenção de documentos e certificações como o Sistema de Inspeção Estadual (SIE) e o Sistema de Inspeção Federal (SIF). A Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) é a principal parceira junto ao homem do campo, levando tecnologia, apoio documental e na comercialização dos produtos.

“De 27 pequenas agroindústrias em 2011, passamos para mais de 500 totalmente regularizadas e em operação.  Isso chamou a atenção dos nossos colegas da Bahia, assim como tem despertado interesse em vários outros estados e tem trazido grandes empresários interessados em implantar suas fábricas, frigoríficos, processadoras e empresas de transformação em nosso estado de Rondônia”, explica Evandro Padovani.

Fonte
Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Marco Aurélio Anconi
Secom – Governo de Rondônia

Rondônia é líder nacional em produção de peixe nativo de água doce em cativeiro

O Estado de Rondônia lidera o ranking nacional da produção de peixes nativos de água doce em cativeiro.

 De 2010 até o final de 2014 houve um crescimento de 681{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, saltando de 11 mil toneladas, para mais de 75 mil. A expectativa é de que neste ano seja superado o patamar de 90 mil toneladas.

Tony Santos, supervisor Operacional do Censoagro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em Rondônia, informou que no último dia 8 foi publicada a mais recente pesquisa sobre o pescado no Brasil, mostrando a evolução da produção com um aumento de 20,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}.

“O crescimento foi impulsionado por Rondônia, que subiu para a primeira posição do ranking com a despesca (recolhimento de peixes de água doce criados em cativeiro) e produziu 75 mil toneladas”, disse.

O gerente de Aquicultura e Pesca da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Jander Plaça, elenca vários fatores para este aumento. “Melhoramos geneticamente várias espécies nativas, como o tambaqui, a tambatinga, o pintado e o pirarucu, em nosso laboratório em Presidente Médici; aprimoramos os criadouros com a correção do PH da água e o formato dos tanques escavados; e desenvolvemos as rações para cada tipo de peixe, e dosamos adequadamente as porções para cada espécie”.

O secretário da Agricultura, Evandro Padovani, comemora a posição assumida pelo estado em nível nacional e diz que “podemos incrementar nossa produção sem aumentar a lâmina d’água, com a utilização de águas ociosas (reservatórios das três usinas hidrelétricas e lagos naturais), bastando que sejam superados alguns poucos obstáculos, como a melhoria da qualidade da água, retirando resíduos [lodo e madeira decomposta]”.

Padovani informou ainda que vários experimentos estão em andamento, como a técnica de criação do pirarucu em tanques redes, dentro de lagos povoados por peixes pequenos, como o lambari, o que permite a redução do consumo de ração em 80{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, pois o pirarucu, por ser carnívoro, passa a se alimentar também dos pequenos peixes ao seu redor. A Universidade Federal de Rondônia (Unir) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão interessadas em participar e ampliar este projeto.

“Foi um longo caminho, mas ainda temos muito a realizar. Até o final do mandato Confúcio Moura, em 2018, queremos chegar às 250 mil toneladas. Para isso, estamos realizando novas parcerias públicas e privadas, abrindo novos mercados, melhorando a logística e adequando a apresentação do nosso pescado ao padrão mundial”, explicou Padovani.

Fonte
Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Onze espécies de peixes do Madeira representadas em exposição no shopping em Porto Velho.

 Quem tem curiosidade em conhecer de perto alguns dos milhares de peixes que povoam as águas barrentas do rio Madeira, terá esta oportunidade com a exposição que foi montada no shopping de Porto Velho pela Hidrelétrica Santo Antônio.

São expostos peixes representantes das espécies Pirarucu, Jatuarana, Tambaqui, Piranha, Pacu amazônico, Pirarara, Surubim, Jundiá, Piau, Candiru e Tucunaré.  A exposição será aberta a partir das 10 horas, na praça de eventos do Porto Velho Shopping.

O estande tem seis grandes aquários e os visitantes poderão conhecer as características físicas, hábitos alimentares e de vida dos peixes mais populares na região, tanto pelo valor alimentício e comercial, como pela imaginação popular. Folhetos contendo estas informações serão distribuídos pelos monitores, que foram recrutados entre alunos do curso de Biologia da Faculdade São Lucas e receberam treinamento para recepcionar os visitantes e dar as explicações sobre as espécies em exposição.

 

Os estudos e pesquisas realizados pelo Laboratório de Ictiologia e Pesca da Universidade Federal de Rondônia, em parceria com outras instituições e apoio da Santo Antônio Energia, em aproximadamente 2.500 quilômetros, desde o rio Guaporé até a foz do rio Madeira produziram o conhecimento de mais de mil espécies de peixes, somente no território brasileiro do rio Madeira, sendo que destas, 40 são espécies novas que eram totalmente desconhecidas da ciência.

 

Serviço:   Exposição Peixes do rio Madeira

Atrações: Aquários com peixes do rio Madeira, com distribuição de folhetos contendo informações sobre as características dos peixes expostos e de outros da bacia hidrológica

Data: De 19 a 31 de outubro de 2015, das 10h às 22h

Local:  Praça de eventos do Porto Velho Shopping

Contato:  José Carlos Sá – Banzeiros Comunicação (69) 9908-1621 // banzeiroscomunicacao@gmail.com

 

Emater reúne piscicultores para discutir a atividade

A piscicultura tem alcançado um crescimento expressivo nos últimos anos.

O governo do Estado de Rondônia, por meio das ações da Secretaria de Agricultura (Seagri) e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), tem incentivado o desenvolvimento desse setor. Assim, visando contribuir com esse crescimento, a equipe do escritório da Emater de Ouro Preto do Oeste reuniu piscicultores da região para uma discussão técnica e educativa para a prática piscícola.

As palestras abordaram temas como: registro de licença de atividade de piscicultura, manejo alimentar, qualidade de água para recria e engorda de peixes, entre outros. Sobre as linhas de crédito rural para investimento e custeio da atividade de piscicultura junto aos agentes financeiros, o extensionista da Emater local, Rodrigo Silveira Resende ressaltou as linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) nas categorias “Mais alimento”, “Mulher’, “Agroindústria”, ‘Jovem”, “Pronaf B” e outras que possam contribuir para que o piscicultor invista na sua propriedade.

A Agência de Defesa Sanitária Agrossilvopastoril (Idaron) também marcou presença com o fiscal estadual Rogério Ambrosio esclarecendo dúvidas sobre a documentação necessária para transporte de pescado. E a extensionista da Emater de Ouro Preto do Oeste, Bruna Temponi Santos alertou sobre o manejo alimentar, qualidade de água adequada para cultivo de peixes de espécies regionais e documentações necessárias para solicitação do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), junto ao Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

Segundo a extensionista Bruna, a piscicultura tem sido desenvolvida por uma parcela significativa dos produtores da agricultura familiar, o que tem contribuído positivamente com o aumento de renda das unidades familiares. “O resultado pode ser visto na melhoria das condições de vida dessas pessoas, porém para que a atividade venha atingir os resultados positivos almejados, devem ser aplicados os investimentos necessários e os manejos produtivos adequados, tais como cuidados com qualidade de água, uso de rações com balanceamento nutricional apropriados, densidade de povoamento e taxa de arraçoamento respeitando a capacidade suporte dos viveiros, entre outras praticas de manejos orientados tecnicamente, as quais são importantes para o bom desempenho, aumento da produtividade e êxito da atividade”, explica.

A Emater-RO tem orientado tecnicamente os piscicultores da agricultura familiar em seus diversos escritórios no estado. Assistido pelas equipes técnicas, os piscicultores participam de palestras, reuniões, dias de campo, e recebem, em suas propriedades, a visita dos extensionistas para melhor desempenho do trabalho. Na reunião realizada pela equipe de Ouro Preto do Oeste os piscicultores também receberam seus certificados do RGP, documento este essencial para comercialização do pescado.

Wania Ressutti

Jornalista – SRTE/DRT/RO-959

EMATER-RO

 

 

 

 

 

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Basa financia mais de R$ 1 bilhão em projetos de Rondônia, único estado atendido em todos os municípios

Com a previsão de repetir o desempenho de 2014, o Banco da Amazônia (Basa) estima que vai superar a casa de R$ 1 bilhão em financiamento de projetos do setor produtivo no Estado de Rondônia.

Os financiamentos contemplam empreendimentos urbanos e rurais, com a garantia dos recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO).

Segundo Edmar Souza Bernaldino, superintendente regional do Basa em Rondônia, o estado é o único da região Norte onde o banco tem projetos de financiamento em 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos municípios, fato que ele credita não só ao caráter empreendedor dos rondonienses, mas à importante parceira com o Governo do Estado no planejamento de todas as ações, e à imprescindível atuação da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater), responsável praticamente pela elaboração de todos os projetos de financiamento do agronegócio local.

Ele destacou que o agronegócio, no universo das ações do banco em Rondônia, atualmente absorve a maior parte dos recursos da carteira, com 66{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do volume de financiamentos, destacando a agropecuária e sua completa cadeia produtiva, indo da formação de pastagens até a produção de carne, leite e seus derivados; a pesca e aquicultura, também abrangendo toda a cadeia, e os financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), na produção de alimentos com R$ 132 milhões no ano passado, o que continua sendo estimulado por uma taxa de juros que inicia com 0,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} indo até 5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano, dependendo do tipo, montante e tempo de financiamento.

PROJETOS FINANCIADOS

Sempre destacando a participação do Governo de Rondônia tanto no planejamento dos investimentos como na elaboração dos projetos, Edmar Bernaldino apresentou as regiões de Ariquemes, Vilhena e Porto Velho como centros irradiadores dos projetos de financiamento do banco, citando as obras de conclusão da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Canaã, da Madeireira Malinski – maior exportadora de cabos de vassoura do País -, e a estrutura do frigorífico de peixes e fábrica de rações, todos na região de Ariquemes.

Já a região de Vilhena, que compreende todo o Sul do Estado, o Basa está financiando grandes projetos de confinamento e acabamento (bovino), área que responde por importante parcela da pauta das exportações do estado, e também as grandes lavouras de soja, arroz e milho, outro setor expressivo para a balança comercial rondoniense.

No município de Porto Velho, o banco tem financiamentos superiores a R$ 165 milhões em projetos de considerável envergadura, em especial de três grandes supermercados, e mais um do frigorífico de peixes, em fase de análise.

Sob sugestão de órgãos do governo do Estado, como Superintendência de Desenvolvimento de Rondônia (Suder), Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e Secretaria de Planejamento (Sepog), entre outros, o Banco da Amazônia está planejando o financiamento de projetos ligados à sociobiodiversidade no Vale do Guaporé, estimulando a produção de artesanatos, as atividades extrativistas e a aquicultura e pesca; projetos da indústria pesqueira (frigoríficos) em Porto Velho e Ji-Paraná; pecuária de leite e corte, móveis e a cafeicultura, com financiamento de processos tecnológicos para ampliar a produtividade das lavouras.

 

Fonte
Texto: Cleuber R Pereira
Fotos: Admilson Knightz
Secom – Governo de Rondônia

 

Fazenda Futuro: trabalho para o resgate da cidadania

Utilizar a agricultura como ferramenta de humanização e ressocialização de internos do sistema penitenciário.

Esta ideia  está dando certo em Porto Velho. No ano passado foram colhidas alguns milhares de toneladas de abacaxi, maracujá e outras frutas e verduras cultivadas pelos apenados do complexo penitenciário, com orientação técnica da Emater-RO.

O projeto é uma iniciativa da Secretaria de Justiça (Sejus ) mas conta com parceria de diversos órgãos, cada um colabora com o que tem disponível para facilitar a implantação e a condução das lavouras. O departamento de Estradas de Rodagem (DER) já colaborou cedendo máquinas para preparo da área e a Secretária de Agricultura com doação e transporte de calcário. Outros órgãos também colaboraram, mas é a Emater-RO a instituição que não tem arredado o pé do eito, mantém um técnico em tempo integral orientando os cultivos e capacitando os internos que se dispõe a participar do trabalho.

O presidente da Emater-RO, Luis Gomes Furtado, visitou a Fazenda Futuro como é chamada a área de atividades agropecuária da Sejus. Gomes fez algumas sugestões para os técnicos que prestam assistência técnica ao projeto e se comprometeu pessoalmente, a fazer alguns contatos com empresários para que destinem parte de suas contribuições sociais para ajudar a Fazenda Futuro.

Este ano já foram plantados novos talhões de abacaxi para produção da safra 2015 – 2016, também está em franco desenvolvimento uma área com a cultura da melancia que será colhida ainda este ano. No viveiro milhares de mudas de outras espécies aguardam o transplantio para área de cultivo no campo. Para que o leitor tenha uma ideia dos números, foram semeadas 200 mil sementes de Castanha do Brasil.

As frutas e verduras produzidas na Fazenda Futuro tem como destino principal a alimentação dos próprios apenados mas o excedente deverá ser comercializado, diz o técnico agrícola extensionista da Emater-RO, Josciney Viana de Farias.

A fazenda Futuro não dispõe das condições ideais para a produção de todas as culturas trabalhadas, mas os técnicos e os próprios apenados trabalham usando a criatividade e abnegação. Aqui e ali precisam improvisar adaptando um equipamento ou outro, para facilitar o cultivo ou para a irrigação das plantas.

Cada participante do projeto tem garantido a remissão de pena, conforme prevê a lei de execuções penais, 1 dia de redução da pena para cada 3 dias trabalhados e ainda recebe um salário mínimo por mês, recurso que auxilia o apenado em pequenas despesas pessoais e ajuda sua família fora do sistema, ou para formar uma poupança que o ajudará quando conseguir a liberdade.

O maior legado da Fazenda Futuro certamente não é o beneficio imediato do reedeucando, mas a contribuição para a reintegração social, a humanização e o resgate da auto estima, em suma, a devolução da cidadania.

Fonte: EMATER-RO

Parceria entre união e estado garante qualidade da carne acreana

Uma parceria entre o governo federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o governo do Acre, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), está garantindo a qualidade da carne bovina que é consumida no estado e que também é exportada.

 A parceria ocorre no processo de fiscalização dos frigoríficos que abatem animais que são comercializados com outros estados. Nesta semana o diretor-presidente do Idaf, Mamed Dankar, visitou o maior frigorífico do Acre, onde, diariamente, são abatidos cerca de 700 bovinos.

No frigorífico JBS, localizado no quilômetro 10 da BR-364, a maior parte da produção é destinada à exportação. A carne que sai das propriedades acreanas chega ao mercado consumidor de vários estados como Santa Catarina, Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Rondônia e Rio Grande do Norte. Todos os dias cerca de sete carretas com capacidade de transporte de 100 bovinos abatidos saem do frigorífico.

Todo o processo, do abate ao transporte, segue os mais rigorosos processos de controle de eficiência e higiene. Da chegada do gado das fazendas ao momento que a carne congelada é colocada nos caminhões todo o processo é monitorado.

“O que fazemos é garantir a qualidade do produto que vai chegar à mesa da população. Trabalhamos pensando em oferecer um produto de excelência”, explica José Romazzini, gerente-geral do frigorífico.

Idaf disponibiliza profissionais para fiscalização

Como o frigorífico exporta carne para outros estados a competência de fiscalização é do Mapa, por meio do Sistema de Inspeção Federal, o SIF. Ocorre que como há uma carência de profissionais no órgão federal, o Idaf disponibiliza agentes e veterinários para auxiliar o trabalho do ministério.

Ao todo, o Idaf disponibiliza oito servidores ao ministério. “A gente tem o entendimento que é preciso colocar gente nossa para auxiliar o trabalho do ministério e fiscalizar a qualidade do produto de um empreendimento como esse que abate mais de 200 mil animais no ano”, afirma Mamed Dankar.

O frigorífico que emprega diretamente 304 pessoas realiza os últimos ajustes para receber autorização para exportar sua produção também para outros países.

Fonte: agencia.ac.gov.br