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Berranteiro cruza as Américas com cão e volta ao Brasil montado em mulas após três anos na estrada

A aventura que começou em uma caminhonete adaptada terminou no lombo de duas mulas. Em quase três anos de viagem, o berranteiro Pedro Henrique Biondo Matias cruzou 16 países e percorreu cerca de 60 mil quilômetros pelas Américas acompanhado do cachorro Bastião e de um berrante. Agora, ele está prestes a concluir a jornada, que terminará na Festa do Peão de Barretos.

📣))) berranteiro é o nome dado a quem toca berrante, instrumento tradicionalmente usado por peões para conduzir o gado e se comunicar no campo.

Pedro partiu no dia 28 de agosto de 2023 para desbravar o continente. Antes de se tornar conhecido nas redes sociais como “Berranteiro das Américas”, onde acumula 1 milhão de seguidores, ele levava uma rotina completamente diferente.

Formado em engenharia civil, Pedro Henrique trabalhava na área e tinha uma vida estável, mas interrompeu a carreira para colocar em prática um sonho que amadurecia havia dois anos: conhecer o continente e honrar as tradições de antigos peões e tropeiros.

Pedro Henrique Berranteiro, natural de Orindiúva (SP), voltou para o Brasil montado em mulas — Foto: Reprodução/Instagram
Pedro Henrique Berranteiro, natural de Orindiúva (SP), voltou para o Brasil montado em mulas — Foto: Reprodução/Instagram

De volta ao Brasil, trouxe na bagagem histórias dos milhares de quilômetros percorridos e a certeza de que a viagem mudou a sua forma de enxergar a vida.

“Eu voltei uma pessoa diferente, aprendi a ser mais humilde e vi que a gente depende muito da ajuda das pessoas todos os dias. Eu sabia que ia ter que abrir mão de várias coisas, mas valeu a pena. Eu buscava motivação para viver e encontrei”, celebra Pedro.

O influenciador voltou para a cidade natal, Orindiúva (SP), no último sábado (25). Lá ele aproveita os dias ao lado da família e se prepara para a despedida oficial de seu projeto: o último trecho da expedição, a cavalgada até Barretos (SP), durante a Festa do Peão de Barretos.

🐂 A Festa do Peão é o maior rodeio da América Latina e reverencia a cultura sertaneja no país. Além de promover competições equestres e de montaria, reúne grandes shows e milhares de visitantes.

Nômade e sem rotina

Pedro Berranteiro ao lado do cão Bastião — Foto: Reprodução/Instagram
Pedro Berranteiro ao lado do cão Bastião — Foto: Reprodução/Instagram

Acompanhado do melhor amigo, o border collie Bastião, que ficou famoso por fazer um “dueto” com a cantora Ana Castela, Pedro Henrique contou que aprendeu a viver sem rotina – o que incluiu dormir em redes, fazendas, barracas improvisadas ou até dependendo da solidariedade de desconhecidos para quem pedia pouso.

No percurso, o influenciador revelou que as despesas eram pagas com patrocínios, doações de seguidores, rifas e vendas de produtos pela internet. Foram quase três anos sem endereço fixo e, depois de enfrentar temperaturas de até sete graus negativos no México, passou a dar mais importância a um banho quente.

Em um dos episódios da viagem, o cheiro da cana-de-açúcar queimando em uma estrada na zona canavieira do México fez o coração do paulista acelerar: era como ‘estar perto de casa’, relembrou Pedro. Esse foi um dos “combustíveis” para superar a saudade de casa e os meses seguintes na estrada.

Pedro contou também que imaginava o momento em que reencontraria o avô sentado na calçada esperando sua chegada. Dois meses antes do fim da viagem, porém, o avô do berranteiro morreu. Apesar da dor, Pedro diz que voltar para casa e ser recebido com acolhimento pelos amigos e familiares tornou o processo menos doloroso.

“Eu senti muita falta da minha avó, da comida que ela fazia, o carinho e o jeito dela. Foi muito bom você rever as pessoas que tinha contato antes de ser o ‘Berranteiro das Américas’”, disse.

Cachorro Bastião e Pedro Henrique viajaram juntos de caminhonete do Brasil aos EUA — Foto: Reprodução/Instagram
Cachorro Bastião e Pedro Henrique viajaram juntos de caminhonete do Brasil aos EUA — Foto: Reprodução/Instagram

🛻 Planejamento e “cãopanhia”

A ideia nasceu na garagem de Pedro, que planejou a viagem por dois anos: adaptou uma caminhonete, organizou a documentação necessária para atravessar o continente, estudou mapas e rotas.

Assim, partiu rumo aos EUA com o “cãopanheiro”, que ganhou de presente de um amigo que o incentivou a não viajar sozinho. Juntos, rodaram 50 mil quilômetros na ida. A primeira etapa da viagem sobre o asfalto foi concluída no dia 12 de abril de 2024, quando estacionou em Laredo, no Texas.

De lá, ainda conheceu 35 estados norte-americanos antes de tomar a decisão que mudaria completamente a história da expedição. (Veja no infográfico abaixo toda a jornada)

Pedro Henrique Berranteiro, natural de Orindiúva (SP), voltou para o Brasil montado em mulas após viajar até os EUA de caminhonete — Foto: Reprodução/Instagram
Pedro Henrique Berranteiro, natural de Orindiúva (SP), voltou para o Brasil montado em mulas após viajar até os EUA de caminhonete — Foto: Reprodução/Instagram

🐎 A volta

A aventura começou bem diferente de como termina (sobre quatro patas). Isso porque Pedro decidiu que voltaria para casa montado em mula, uma forma de homenagear antigos peões que, muito antes das rodovias, cruzavam fronteiras conduzindo tropas.

Antes de ‘embarcar’, passou 50 dias amansando as mulas, chamadas Ada e Oklahoma em homenagem ao estado de origem delas. Pedro teve ainda que treinar Bastião para que conseguisse montar nas mulas.

Em outubro de 2024, começou oficialmente a volta para casa. Desde então, percorreu 10 mil quilômetros sobre o lombo dos animais. A meta, segundo ele, era percorrer 30 quilômetros por dia, para garantir a saúde física dos animais.

Depois de viajar até os EUA de caminhonete ao lado do cachorro Bastião, Pedro Henrique voltou para o Brasil de mulas — Foto: Reprodução/Instagram
Depois de viajar até os EUA de caminhonete ao lado do cachorro Bastião, Pedro Henrique voltou para o Brasil de mulas — Foto: Reprodução/Instagram

Diferentemente da caminhonete, para os quais existem leis internacionais claras de trânsito, viajar com mulas por dez países exigiu diplomacia. Sem protocolos definidos, Pedro dependia da negociação direta com as autoridades sanitárias de cada fronteira.

O que começou com o planejamento detalhado de rotas e mapas, transformou-se em uma comitiva. Isso porque, a partir do México, Pedro ganhou o apoio do amigo Gustavo Paloni, que é médico veterinário e buscou a caminhonete usada na ida até os EUA para dar suporte aos animais, levando suprimentos, água e medicação.

Ao cruzar a fronteira brasileira, a recepção calorosa transformou a viagem. Comitivas do Acre e de Rondônia se juntaram ao berranteiro. Todos os dias, o influenciador revelou que pessoas que ele nunca tinha visto apareciam na estrada com seus cavalos e mulas para acompanhar trechos do percurso.

Ao chegar a Orindiúva, Pedro foi recebido com festa, almoço e um desfile organizado pelos próprios moradores.

Em 15 de agosto, após o descanso na terra natal, o Berranteiro das Américas sela novamente as mulas e segue para o útimo ato da viagem: a Festa do Peão de Barretos. A previsão é que a comitiva chegue à arena entre os dias 21 e 22 de agosto.

Infográfico mostra países por onde o berranteiro passou nas Américas — Foto: arte/g1
Infográfico mostra países por onde o berranteiro passou nas Américas — Foto: arte/g1

Por que mulas?

O amigo de Pedro, médico veterinário Gustavo Pereira, explicou que as mulas são animais historicamente utilizados para longas jornadas e transporte de carga devido à resistência.

Embora a expedição tenha sido longa, os animais avançavam em um limite considerado curto para a capacidade da espécie, sendo no máximo 30 km por dia, e cada mula era montada pelo berranteiro por 15 quilômetros.

“É como um atleta. Um jogador de futebol não consegue correr 90 minutos sem preparo. Com as mulas acontece a mesma coisa: elas precisam estar bem treinadas, condicionadas e alimentadas”, afirma o veterinário.

Em alguns trechos, viajavam cinco ou seis dias consecutivos e interrompiam a jornada por até quatro. Em outros, percorriam cerca de dez dias antes de uma nova pausa. Segundo o veterinário, uma mula bem preparada pode percorrer até 90 quilômetros diariamente.

Médico veterinário Gustavo Pereira Paloni acompanhou Pedro na volta para o Brasil — Foto: Reprodução/Instagram
Médico veterinário Gustavo Pereira Paloni acompanhou Pedro na volta para o Brasil — Foto: Reprodução/Instagram

Ao g1, o doutor em Zoologia Thiago Davanso explica que a escolha dos animais é justificada também pela força e pela inteligência. A mula é um animal híbrido, resultado do cruzamento entre um jumento macho e uma égua.

A combinação reúne características que fazem o animal demandar menor quantidade de água e alimento.

“É um animal de extrema eficiência se bem cuidado e bem tratado. Ele pode viver de 40 a 45 anos. Ela é usada para o transporte, em locais de difícil acesso para carros, como em trilhas de montanhas. Ela tem o porte de um cavalo, mas é muito mais resistente e inteligente”, concluiuThiago.

Mega-Sena acumula e próximo prêmio pode chegar a R$ 100 milhões, aposta de Rondônia acerta a quina

O concurso 3038 da Mega-Sena, realizado na noite de quinta-feira (30), terminou sem ganhadores na faixa principal. Sem apostas que acertassem as seis dezenas sorteadas, o prêmio acumulou e poderá pagar R$ 100 milhões no próximo sorteio, marcado para domingo (2).

As dezenas sorteadas foram 30, 35, 38, 39, 46 e 50. Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, 41 apostas acertaram cinco números e cada uma receberá R$ 64.733,96, segundo a Caixa Econômica Federal. Uma dessas apostas é de NOVO HORIZONTE DO OESTE/RO.

A Mega-Sena realiza sorteios regulares e premia os apostadores que acertam quatro, cinco ou seis dezenas entre as 60 disponíveis no volante. As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas ou pelos canais digitais da Caixa Econômica Federal.

 

Carlos Magno chega à convenção com expectativa de homologação e reforça compromisso com o agro de Rondônia

Após meses de agenda intensa por todas as regiões de Rondônia, o pré-candidato a deputado estadual Carlos Magno chega à convenção partidária deste sábado com a expectativa de ter seu nome homologado para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. Durante o período de pré-campanha, o ex-deputado percorreu praticamente todos os municípios do estado, participando de reuniões com lideranças, produtores rurais, empresários e representantes de diversos segmentos da sociedade, ouvindo demandas e debatendo propostas para o desenvolvimento de Rondônia.

Com uma trajetória consolidada na vida pública, Carlos Magno reúne experiência como deputado estadual, deputado federal, prefeito de Ouro Preto do Oeste e secretário de Estado da Agricultura, além de outras funções voltadas ao fortalecimento do setor produtivo. Ao longo da carreira, construiu forte ligação com o campo, tornando-se uma das principais referências quando o assunto é desenvolvimento rural e políticas voltadas ao agronegócio.

Segundo o pré-candidato, o principal compromisso de um eventual retorno ao Parlamento será ampliar o apoio à agricultura familiar, aos pequenos e médios produtores rurais e fortalecer toda a cadeia produtiva do estado, buscando melhorias na infraestrutura, regularização fundiária, assistência técnica e incentivo à produção.

“Estou muito feliz por esse momento que estamos vivendo. Durante essa pré-campanha tive a oportunidade de reencontrar amigos, visitar praticamente todas as regiões de Rondônia e ouvir de perto as necessidades da nossa população. Agora aguardamos com muita confiança a convenção deste sábado, quando esperamos ter nosso nome homologado pelo partido. Convido nossos correligionários, amigos e simpatizantes para estarem conosco nesse importante momento de fortalecimento do nosso projeto para Rondônia”, afirmou Carlos Magno.

 

A expectativa é de que a convenção reúna lideranças políticas, filiados e apoiadores para oficializar os nomes que representarão o partido nas eleições deste ano. Caso tenha a candidatura homologada, Carlos Magno buscará retornar à Assembleia Legislativa levando como principal bandeira a defesa do setor produtivo, considerado por ele um dos pilares da economia rondoniense, sem deixar de lado temas como infraestrutura, geração de emprego e fortalecimento dos municípios.

APRON inaugura primeira sede e reforça compromisso com o fortalecimento da pecuária de Rondônia

A Associação dos Pecuaristas de Rondônia (APRON) inaugurou, na manhã desta quinta-feira (30), sua primeira sede própria, em Porto Velho. O evento reuniu pecuaristas de diversas regiões do estado, toda a diretoria da entidade, lideranças políticas, presidentes de sindicatos, representantes de autarquias e convidados, que prestigiaram um momento considerado histórico para a pecuária rondoniense.

A nova sede foi apresentada à imprensa e aos convidados como um espaço voltado ao fortalecimento da representatividade da categoria. O local passa a funcionar como ponto de apoio para os produtores rurais, abrigando reuniões, debates e o encaminhamento de pautas relacionadas ao desenvolvimento da pecuária em Rondônia.

Durante a solenidade, o presidente da APRON, Adélio Barofaldi, destacou que a conquista representa um importante passo para a consolidação da entidade, criada no ano passado, e reforçou o compromisso de representar todos os pecuaristas, independentemente do tamanho da propriedade.

“Esta é a casa própria do pecuarista de Rondônia. É aqui que vamos concentrar informações, discutir os desafios do setor e construir soluções. A APRON nasceu no ano passado, ainda está em seu primeiro ano de atuação, mas já tem uma grande responsabilidade, porque representa a principal atividade econômica do nosso estado”, afirmou.

Segundo Barofaldi, a pecuária movimenta bilhões de reais na economia rondoniense e exige uma entidade forte para defender os interesses da categoria.

“No ano passado, Rondônia abateu cerca de 3,6 milhões de cabeças de gado, movimentando aproximadamente R$ 20 bilhões na economia. Isso mostra a importância da pecuária para o estado. Agora temos novos desafios pela frente, como estruturação da entidade, questões ambientais, regularização fundiária, acesso ao crédito e fortalecimento da pecuária no mercado internacional.”

O presidente ressaltou que a APRON nasce para representar todos os produtores, especialmente os pequenos pecuaristas, que formam a maioria das propriedades rurais do estado.

“A APRON não defende apenas o grande produtor. Ela representa toda uma categoria. Hoje, mais de 70% das propriedades com criação de gado em Rondônia possuem menos de 20 cabeças. Precisamos ouvir esse pequeno produtor, entender suas demandas e ajudá-lo a superar dificuldades, principalmente no acesso à documentação, ao crédito e na resolução de questões ambientais.”

Barofaldi destacou ainda que Rondônia possui cerca de 110 mil propriedades rurais com atividade pecuária, o que demonstra o potencial de crescimento da associação e a responsabilidade assumida pela entidade.

“A APRON será a voz do pecuarista junto aos órgãos públicos, como IDARON, Sedam, Ibama e Governo Federal. Nosso papel é fortalecer a representatividade do setor, buscar soluções coletivas e ajudar a destravar questões que afetam milhares de produtores. Rondônia é hoje o quinto maior exportador de carne do Brasil e produz uma carne de qualidade. Precisamos mostrar essa força para o país e para o mundo.”

Com a inauguração da primeira sede própria, a APRON inicia uma nova fase de sua história, consolidando um espaço permanente de diálogo, articulação e defesa dos interesses da pecuária rondoniense. A expectativa da diretoria é que o novo ambiente fortaleça a união dos produtores e contribua para o desenvolvimento sustentável de uma das atividades econômicas mais importantes de Rondônia.

Calor extremo exige atenção: saiba como proteger cães, gatos e aves durante o verão

Os animais não conseguem dissipar o calor da mesma forma que os seres humanos.
Os animais não conseguem dissipar o calor da mesma forma que os seres humanos.

Com a chegada das altas temperaturas, os cuidados com os animais de estimação precisam ser reforçados para evitar problemas graves de saúde. Cães, gatos e aves são mais sensíveis ao calor intenso e podem sofrer rapidamente com a desidratação e a hipertermia, condição que eleva a temperatura corporal e pode colocar a vida do animal em risco.

De acordo com o médico-veterinário Dr. Wallace, responsável técnico da Wellington Pet, uma das principais recomendações é evitar passeios nos horários de maior incidência solar. O ideal é levar os cães para caminhar no início da manhã ou no final da tarde, quando o piso está mais frio e a temperatura é mais amena.”Os animais não conseguem dissipar o calor da mesma forma que os seres humanos. Quando a temperatura corporal sobe muito, eles podem sofrer um quadro grave de hipertermia, comprometendo o funcionamento do organismo e podendo até levar à morte”, alerta o veterinário.

O ideal é levar os cães para caminhar no início da manhã ou no final da tarde, quando o piso está mais frio e a temperatura é mais amena
O ideal é levar os cães para caminhar no início da manhã ou no final da tarde, quando o piso está mais frio e a temperatura é mais amena

A hidratação também é um fator essencial para manter os pets saudáveis durante o verão. A orientação é disponibilizar água limpa e fresca em vários pontos da casa. Para os gatos, fontes de água são uma excelente alternativa, já que estimulam o consumo de líquidos. Além disso, os animais devem permanecer em ambientes ventilados, com sombra e protegidos da exposição direta ao sol.

Os animais devem permanecer em ambientes ventilados, com sombra e protegidos da exposição direta ao sol
Os animais devem permanecer em ambientes ventilados, com sombra e protegidos da exposição direta ao sol.

Outro alerta importante é jamais deixar animais dentro de veículos estacionados, mesmo por poucos minutos. A temperatura interna pode subir rapidamente, transformando o carro em uma armadilha fatal para os pets.

Quem cria aves também deve redobrar a atenção nesta época do ano. Os bebedouros precisam estar sempre abastecidos com água limpa e as gaiolas devem permanecer em locais arejados, longe da incidência direta dos raios solares.

Confira as principais recomendações do veterinário:

  • 🐶 Faça passeios apenas nos horários mais frescos do dia;
  • 💧 Mantenha água limpa e fresca sempre disponível;
  • 🌳 Garanta ambientes ventilados e com sombra;
  • 🚗 Nunca deixe animais dentro de carros fechados;
  • ⚠️ Fique atento a sinais como respiração ofegante, fraqueza, apatia e excesso de salivação. Ao perceber qualquer alteração, procure imediatamente um médico-veterinário.

O Dr. Wallace reforça que a prevenção continua sendo a melhor forma de garantir o bem-estar dos animais durante o verão. Pequenas atitudes no dia a dia fazem toda a diferença para proteger cães, gatos e aves dos efeitos do calor intenso.

A Wellington Pet está localizada na Avenida Calama, nº 6160, bairro Igarapé (Aponiã), em Porto Velho, onde oferece atendimento veterinário, pet shop, medicamentos, banho e tosa.
A Wellington Pet está localizada na Avenida Calama, nº 6160, bairro Igarapé (Aponiã), em Porto Velho, onde oferece atendimento veterinário, pet shop, medicamentos, banho e tosa.

Jovem da zona rural de Porto Velho emociona o Brasil ao vencer o Revalida: “Deus me honrou”

Nailson mostra que, por trás da conquista, existe uma trajetória marcada por trabalho pesado
Nailson mostra que, por trás da conquista, existe uma trajetória marcada por trabalho pesado

Filho de uma família de pecuaristas e criado no distrito de União Bandeirantes, na zona rural de Porto Velho, o agricultor Nailson Rodrigues Silva, de 28 anos, está emocionando milhares de pessoas nas redes sociais. O vídeo gravado logo após receber a notícia de que foi aprovado no Revalida, exame que permite a médicos formados no exterior exercerem a profissão no Brasil esta viralizando pela sinceridade de suas palavras e emoção. Nailson mostra que, por trás da conquista, existe uma trajetória marcada por trabalho pesado, fé e perseverança.

Natural de Ouro Preto do Oeste, mas morador do distrito União Bandeirantes desde os seis anos de idade, Nailson cresceu no campo ajudando a família na pecuária de cria e engorda de novilhas. Em 2017, decidiu atravessar a fronteira e foi para Cochabamba, na Bolívia, em busca do sonho de estudar Medicina. A caminhada, no entanto, esteve longe de ser fácil. Sem condições financeiras, enfrentou dificuldades emocionais, psicológicas e econômicas durante a graduação. “Quem trabalha na roça não tem uma renda fixa mensal. Minha família sempre batalhou muito, mas os recursos eram limitados”, relembra.

Nailson Rodrigues com o pai Natanael Brabosa Sikva

A pandemia de Covid-19, que para muitos representou apenas perdas, acabou se tornando um ponto de virada na vida do jovem. Com a faculdade interrompida por um ano, Nailson aproveitou o período para trabalhar, economizar dinheiro e garantir condições de concluir o curso. “Foi um divisor de águas. Deus me abençoou financeiramente e consegui terminar a faculdade. Essa vitória é Deus na minha vida. Eu não tinha capacidade financeira, mas Deus me honrou”, afirma no vídeo que tem comovido milhares de internautas.

Ao compartilhar sua história, Nailson também faz questão de reconhecer a importância das políticas públicas em sua formação. Ele conta que sempre estudou em escolas públicas, utilizou o Sistema Único de Saúde (SUS) e lembra que, durante parte da infância, sua mãe foi beneficiária do Bolsa Família. “Sempre dependi da educação pública, das UBSs e do SUS. Minha família recebeu apoio quando mais precisou. Hoje eu estou realizando esse sonho e quero retribuir cuidando das pessoas”, destaca.

Hoje eu estou realizando esse sonho e quero retribuir cuidando das pessoas”, destaca.

A aprovação no Revalida representa muito mais do que uma conquista individual. Para moradores da zona rural, agricultores e jovens que enfrentam limitações financeiras, a história de Nailson se tornou símbolo de esperança. O rapaz que saiu da roça em busca de um diploma de Medicina agora retorna como exemplo de que origem humilde não determina o destino de ninguém. Sua emoção ao anunciar a aprovação conquistou a internet justamente porque traduz o sentimento de quem venceu sem atalhos, com muito esforço, fé e apoio da família.

Enquanto o vídeo continua sendo compartilhado por milhares de pessoas, Nailson Rodrigues passa a inspirar uma nova geração de jovens rondonienses. A trajetória do agricultor que venceu o Revalida mostra que sonhos podem florescer até mesmo nos lugares mais distantes, desde que sejam cultivados com coragem, trabalho e determinação. Sua história já ultrapassou os limites de União Bandeirantes e se tornou uma das mais bonitas demonstrações de que acreditar no impossível ainda transforma vidas.

VEJA O VÍDEO AQUI NO LINK:

 

Comercialização de hortigranjeiros recua 0,82% em 2025, diz Conab

O setor hortigranjeiro comercializou 16,6 milhões de toneladas de produtos em 2025, movimentando R$ 68,7 bilhões nos entrepostos atacadistas do país. Os dados foram divulgados pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), por meio do Prohort (Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro).

Segundo a pesquisa, o volume total de hortigranjeiros comercializado nos entrepostos apresentou redução de 0,82% em relação a 2024. No caso das hortaliças, a quantidade negociada caiu 2,8% no período. 

De acordo com a Conab, o resultado está relacionado às condições climáticas que afetaram a produção. A companhia também informa que os preços registrados em 2024 permaneceram em patamares elevados em razão de eventos climáticos adversos.

O levantamento analisou a comercialização em 54 Ceasas (Centrais de Abastecimento), avaliando os subgrupos de hortaliças e frutas para acompanhar o desempenho de cada segmento.

Entre as centrais com maior volume de comercialização em 2025, a Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), na capital paulista, liderou com 2,99 milhões de toneladas negociadas e R$ 13,9 bilhões movimentados. 

Em seguida aparecem o Mercado Municipal de Juazeiro (BA), com cerca de 1,62 milhão de toneladas; a CeasaMinas, em Contagem (MG), com 1,5 milhão de toneladas e a Ceasa do Rio de Janeiro, na capital fluminense, com 1,497 milhão de toneladas.

Regionalmente, o Sudeste concentrou 52% do volume comercializado e respondeu por 54% do valor total negociado em 2025.

Entre as 26 Ceasas que integram a base de dados do Sistema de Informações do Mercado Atacadista de Hortigranjeiros, a comercialização de hortaliças aumentou em seis unidades. Os maiores crescimentos foram registrados em Rio Branco (AC), com alta de 44,9%; Belo Horizonte (MG), com 4,4%; e Foz do Iguaçu (PR), com 4,2%.

No segmento de frutas, 11 Ceasas registraram aumento no volume comercializado. Os maiores avanços ocorreram em Rio Branco (AC), com crescimento de 24,11%, e Goiânia (GO), com 21,04%. No total, a comercialização de frutas apresentou redução de 1,52% em comparação com 2024.

Exportações

As exportações brasileiras de frutas alcançaram cerca de 1,3 milhão de toneladas em 2025, volume 19,7% superior ao registrado no ano anterior. O faturamento das vendas externas chegou a US$ 1,56 bilhão, um crescimento de 29% na comparação anual.

Segundo a Conab, o desempenho foi impulsionado pelo aumento das exportações de mangas, melões, melancias, limões e limas, que representaram mais de 73,5% do total embarcado. A União Europeia permaneceu como o principal destino das frutas brasileiras.

 

Salada espacial: pesquisa brasileira quer levar a agricultura até Marte e revolucionar a produção de alimentos

Marte | Divulgação/Nasa
Marte | Divulgação/Nasa

O que parecia exclusividade dos filmes de ficção científica está cada vez mais próximo da realidade. Pesquisadores brasileiros estão desenvolvendo uma “salada espacial” com o objetivo de produzir alimentos em ambientes semelhantes aos de Marte. A iniciativa busca criar sistemas agrícolas capazes de garantir o cultivo de hortaliças e vegetais em condições extremas, um desafio considerado essencial para futuras missões de longa duração ao planeta vermelho.

Os experimentos reproduzem cenários com baixa disponibilidade de água, recursos limitados, isolamento e solos que simulam as características marcianas. Durante os testes, culturas como tomates, cenouras e ervilhas apresentaram resultados promissores, demonstrando que é possível adaptar técnicas agrícolas para ambientes hostis. Além de apoiar a exploração espacial, os estudos também podem gerar soluções para regiões da Terra afetadas por secas, mudanças climáticas e degradação do solo.

Regolito, o solo marciano | Divulgação/Nasa
Regolito, o solo marciano | Divulgação/Nasa

O Brasil vem ampliando sua participação nas pesquisas de agricultura espacial por meio da Rede Space Farming Brazil, que reúne universidades, instituições científicas e a Agência Espacial Brasileira (AEB). O conhecimento desenvolvido poderá contribuir para o programa Artemis, da NASA, que prevê a instalação de bases permanentes na Lua antes das futuras missões tripuladas a Marte.

Especialistas destacam que a tecnologia criada para produzir alimentos fora da Terra também pode transformar a agricultura convencional. Sistemas de cultivo mais eficientes, economia de água, maior resistência das plantas e produção em ambientes controlados são algumas das inovações que poderão ser aplicadas diretamente no campo, beneficiando produtores rurais e fortalecendo a segurança alimentar nas próximas décadas.

EUA vão retomar importação de gado do México em 30 dias

O USDA, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, anunciou na sexta-feira (24) que vai suspender a medida que proibia a importação de gado mexicano. A medida foi imposta há mais de um ano para conter o avanço da bicheira-do-novo-mundo.

A paralisação das importações ajudou a elevar os preços da carne bovina nos EUA a patamares recordes. A inflação prejudicou os consumidores e pressionou a administração do presidente Donald Trump a adotar medidas para reduzir os custos.

A proibição das compras de gado do México também falhou em manter a praga fora do país. A mosca avançou pela da América Central e, em junho, os primeiros casos foram detectados em fazendas no Texas.

Os Estados Unidos planejam retomar a importação de gado mexicano em 30 dias por um porto de entrada em Douglas, no Arizona. Em seguida abrir dois portos adicionais no Novo México, afirmou o USDA no comunicado, acrescentando ser seguro iniciar a reabertura.

O USDA declarou que abrirá os portos de gado do sul em fases. A reabertura gradual também está condicionada à adesão do México a um plano de controle da bicheira-do-novo-mundo.

As fêmeas da mosca depositam ovos em feridas abertas e mucosas de qualquer animal de sangue quente. Uma vez eclodidos, centenas de larvas utilizam suas bocas afiadas para perfurar a carne viva, podendo matar o hospedeiro se o problema não for tratado.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que instruiu as autoridades locais a acelerarem os preparativos para a retomada das exportações de gado para os Estados Unidos. As exportações devem ser retomadas nas últimas semanas de agosto, disse ela em redes sociais.

No Texas, o maior estado produtor de carne bovina dos Estados Unidos, o fechamento da fronteira forçou a contração da indústria de carne bovina americana, avaliada em US$ 100 bilhões.

O comissário de Agricultura do Texas, Sid Miller, elogiou a decisão da administração Trump de permitir uma retomada limitada da importação de gado do México, mas expressou preocupação contínua com a desorganização em curso na indústria pecuária dos EUA devido à bicheira.

“Retomar a importação de gado do México é a atitude correta para os pecuaristas e consumidores americanos, mas é uma decisão que deveria ter sido tomada antes. Embora eu esteja satisfeito em ver essa importante relação comercial restabelecida, o fechamento prolongado já cobrou seu preço dos produtores, desorganizou cadeias de suprimentos e criou incertezas que podem ter consequências duradouras para a indústria pecuária”, afirmou Miller em nota.

Contudo, Miller destacou que a atual abordagem do USDA em relação à ameaça da bicheira não foi longe o suficiente.

“Embora tenham ocorrido passos importantes na direção correta, o ritmo e a escala da resposta à bicheira não corresponderam à ameaça”, declarou Miller.

 “Importar gado do México permite que os frigoríficos atendam melhor à demanda do consumidor diante da oferta restrita de gado americano”, disse Julie Anna Potts, presidente e CEO do Meat Institute, entidade que representa as indústrias. Ela afirmou que “os frigoríficos apoiam a reabertura cuidadosa e gradual da fronteira, que reflita tanto a vigilância quanto a confiança em nossos planos de resposta”.

Retomar as importações aumentará os riscos de novas infestações nos EUA, acrescentou Bill Bullard, CEO do grupo de produtores de gado americano. “Enquanto a fronteira estiver aberta, isso incentivará o movimento de gado para o norte, vindo do sul do México, onde a praga é endêmica, em direção aos Estados Unidos”, alertou Bullard.

Os preços da carne bovina nos EUA atingiram recordes este ano, à medida que o rebanho norte-americano e a oferta de animais para abate cairam para o menor nível em 75 anos, devido às condições de seca que forçaram os produtores americanos a reduzir drasticamente seus rebanhos e à proibição de importações.

Essa escassez na oferta elevou os custos do gado para os frigoríficos. A Tyson Foods fechou uma grande planta de processamento no Nebraska este ano. A rival JBS também anunciou que fechará uma unidade de carne bovina na Pensilvânia.

A Texas Cattle Feeders Association afirmou que os Estados Unidos podem retomar as importações com segurança, desde que os protocolos corretos estejam em vigor. “Acreditamos que a ciência apoia essa medida”, disse Josh Winegarner, diretor de relações governamentais da entidade. Ele acrescentou que a paralisação deu tempo ao USDA para trabalhar em seus protocolos e na resposta à bicheira.

Portos de entrada no Arizona e no Novo México estão mais distantes das áreas afetadas pelas infestações de bicheira no México, e retomar as importações por esses locais é considerado menos arriscado do que reiniciar as entradas pelo Texas, segundo operadores do setor pecuário.

(Reportagem de Tom Polansek, em Chicago; Kanishka Singh, em Washington; e Natalia Bueno Rebolledo, na Cidade do México; reportagem adicional de Alexander Inigo; edição de Aurora Ellis e Kim Coghill)

Das mãos da família para a mesa dos porto-velhenses: agricultura familiar transforma vidas e fortalece a economia local

De acordo com secretário da Semagric, Douglas Bener, investir na agricultura familiar significa investir diretamente na qualidade de vida da população
De acordo com secretário da Semagric, Douglas Bener, investir na agricultura familiar significa investir diretamente na qualidade de vida da população

Antes mesmo do sol nascer, o agricultor familiar Márcio Gama, morador do Ramal da Amizade, já está de pé ao lado da esposa, da irmã e do cunhado para cuidar da propriedade. São cerca de 1.200 aves de diferentes linhagens, entre Isabrau, Carijó e Embrapa 21, além da criação de suínos, frutas e uma área destinada ao cultivo de melancia. A produção abastece feirantes de Porto Velho com ovos e frangos, levando alimento fresco diariamente às mesas da população.

Márcio representa milhares de famílias que vivem da terra e fazem da agricultura familiar
Márcio representa milhares de famílias que vivem da terra e fazem da agricultura familiar

Neste 25 de julho, Dia Internacional da Agricultura Familiar, a história de Márcio representa milhares de famílias que vivem da terra e fazem da agricultura familiar um dos pilares da segurança alimentar, da geração de renda e do desenvolvimento sustentável. “É gratificante trabalhar no campo. A gente se dedica todos os dias para produzir alimentos de qualidade, e o apoio da Semagric mostra que o pequeno produtor está sendo valorizado”.

A Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), desenvolve uma série de ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar
A Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), desenvolve uma série de ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar

Em Porto Velho, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), desenvolve uma série de ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar. Entre elas estão o cadastro e regularização dos produtores com a emissão do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), assistência técnica, incentivo às agroindústrias familiares, apoio às cadeias produtivas, estruturação das feiras livres e o transporte gratuito da produção para feiras e pontos de entrega do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Programa Porteira Adentro, que leva maquinários pesados e implementos diretamente às propriedades com custos altamente subsidiados
Programa Porteira Adentro, que leva maquinários pesados e implementos diretamente às propriedades com custos altamente subsidiados

Outro destaque é o Programa Porteira Adentro, que leva maquinários pesados e implementos diretamente às propriedades com custos altamente subsidiados, realizando preparo do solo, abertura de tanques para piscicultura, construção de açudes, terraplanagem, recuperação de acessos e outras melhorias essenciais para aumentar a produção no campo.

O produtor Francisco Carlos da Silva Vieira conta que o Porteira Adentro transformou sua propriedade
O produtor Francisco Carlos da Silva Vieira conta que o Porteira Adentro transformou sua propriedade

Os resultados dessas ações são percebidos por quem vive da agricultura. O produtor Francisco Carlos da Silva Vieira conta que o Porteira Adentro transformou sua propriedade com a construção de um tanque para piscicultura. “Esse serviço é muito caro e sozinho eu não conseguiria fazer. Hoje tenho uma estrutura melhor para produzir e só tenho a agradecer por esse benefício que fortalece quem trabalha na agricultura familiar”.

casal Socorro Reis e Raimundo Rodrigues recebeu o serviço de aração da terra onde pretende plantar cerca de dois mil pés de macaxeira
casal Socorro Reis e Raimundo Rodrigues recebeu o serviço de aração da terra onde pretende plantar cerca de dois mil pés de macaxeira

Já o casal Socorro Reis e Raimundo Rodrigues recebeu o serviço de aração da terra onde pretende plantar cerca de dois mil pés de macaxeira. “Agora temos condições de ampliar nossa produção e aumentar a renda da família. Esse incentivo faz toda a diferença”.

secretário da Semagric, Douglas Bener, investir na agricultura familiar significa investir diretamente na qualidade de vida da população
secretário da Semagric, Douglas Bener, investir na agricultura familiar significa investir diretamente na qualidade de vida da população

Para o secretário da Semagric, Douglas Bener, investir na agricultura familiar significa investir diretamente na qualidade de vida da população. “Cada produtor fortalecido representa mais alimento, mais emprego e mais desenvolvimento para Porto Velho. Nosso compromisso é continuar levando assistência, infraestrutura e oportunidades para quem produz”.

O prefeito Léo Moraes destacou que valorizar a agricultura familiar é reconhecer o papel de homens e mulheres que ajudam a movimentar a economia e garantem alimentos de qualidade para a população. “A agricultura familiar alimenta nossas famílias, fortalece a economia local e preserva a vocação produtiva do município. A Prefeitura seguirá investindo em políticas públicas que levem dignidade, oportunidades e desenvolvimento ao campo”.

Neste Dia Internacional da Agricultura Familiar, Porto Velho celebra o trabalho silencioso, mas essencial, de quem cultiva a terra com dedicação e faz do campo um verdadeiro patrimônio para as futuras gerações.

Texto: Jean Carla Costa

Foto: Jean Carla Costa

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)