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Carlos Magno destaca a importância da agricultura familiar no Dia Internacional do setor

Valorizar a agricultura familiar é reconhecer quem, todos os dias, produz alimento, gera renda e fortalece Rondônia
Valorizar a agricultura familiar é reconhecer quem, todos os dias, produz alimento, gera renda e fortalece Rondônia

TEIXEIRÓPOLIS (RO) – Celebrado em 25 de julho, o Dia Internacional da Agricultura Familiar chama a atenção para a importância dos milhares de produtores que, diariamente, cultivam os alimentos que abastecem a mesa das famílias rondonienses e movimentam a economia do estado. Em Rondônia, a agricultura familiar é responsável por grande parte da produção de frutas, hortaliças, leite, café, mandioca e outros alimentos consumidos pela população.

Na Linha 16, no município de Teixeirópolis, o agricultor Salvador Araújo representa essa realidade. Em sua propriedade, mantém diversas culturas e acompanha de perto todas as etapas da produção. Para ele, a agricultura familiar vai muito além do sustento da família. “A gente levanta cedo todos os dias e trabalha faça sol ou faça chuva. É desse trabalho que sai o alimento que chega à mesa de milhares de pessoas. Produzir é um orgulho para quem vive no campo”, afirma Salvador.

Ouvir quem vive da terra é o primeiro passo para construir um futuro mais forte para a agricultura familiar.
Ouvir quem vive da terra é o primeiro passo para construir um futuro mais forte para a agricultura familiar.

Durante visitas realizadas a comunidades rurais em diferentes regiões de Rondônia, o ex-deputado Carlos Magno, que tem manifestado a intenção de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa nas eleições de 2026, tem conversado com produtores, associações e lideranças locais para ouvir demandas relacionadas ao setor rural. Técnico agrícola de formação, ele afirma conhecer a realidade enfrentada pelos agricultores familiares, que iniciam a jornada ainda de madrugada e convivem diariamente com desafios como produção, comercialização, infraestrutura e acesso às políticas públicas.

Para Carlos Magno, a data é um momento de reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos homens e mulheres do campo. Segundo ele, valorizar a agricultura familiar significa reconhecer a contribuição de milhares de famílias que ajudam a fortalecer a economia de Rondônia e garantem alimentos para a população.

No campo, cada plantio representa trabalho, esperança e o compromisso de alimentar milhares de famílias.
No campo, cada plantio representa trabalho, esperança e o compromisso de alimentar milhares de famílias.

Neste Dia Internacional da Agricultura Familiar, a homenagem é direcionada aos produtores que transformam dedicação e trabalho em desenvolvimento. São eles que, com esforço diário, mantêm viva a vocação agrícola de Rondônia e demonstram que o campo continua sendo uma das maiores forças do estado.

 Fonte: Assessoria

Carlos Magno comenta temas relacionados ao desenvolvimento de Rondônia durante entrevista em podcast

Durante a entrevista, o ex-parlamentar afirmou que tem realizado visitas a municípios rondonienses
Durante a entrevista, o ex-parlamentar afirmou que tem realizado visitas a municípios rondonienses

ARIQUEMES (RO) – O ex-deputado estadual, ex-deputado federal e ex-prefeito de Ouro Preto do Oeste, Carlos Magno, que anunciou intenção de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa nas eleições de 2026, participou do podcast “Bibi Coelho Falando a Verdade”, exibido dentro do programa Alerta Rondônia, em Ariquemes. Durante a entrevista, concedida ao apresentador Bibi Coelho, ele abordou assuntos relacionados à sua trajetória política, ao desenvolvimento de Rondônia, à agricultura, à saúde pública, à infraestrutura, à economia e ao cenário político nacional.

Ao recordar sua trajetória, Carlos Magno afirmou que chegou a Rondônia aos 19 anos e relembrou os cargos públicos que exerceu ao longo da carreira, entre eles deputado estadual, deputado federal, prefeito de Ouro Preto do Oeste, secretário de Estado, chefe da Casa Civil, secretário de Agricultura e presidente da Associação Rondoniense de Municípios (AROM). Também mencionou sua atuação política em diferentes regiões do estado e relembrou a parceria com o ex-deputado Donizete José, de Ariquemes.

Durante a entrevista, o ex-parlamentar afirmou que tem realizado visitas a municípios rondonienses para participar de encontros com lideranças políticas, representantes de setores produtivos e moradores. Segundo ele, temas ligados ao setor agropecuário, à agricultura familiar, à saúde e ao desenvolvimento regional continuam entre os assuntos que considera prioritários.

Ao comentar sua atuação pública, Carlos Magno declarou que sua formação como técnico agrícola influenciou sua atuação política voltada ao setor produtivo e à agricultura familiar. Também afirmou que sua participação política sempre buscou discutir políticas públicas voltadas às áreas social e econômica.

Questionado sobre alianças políticas, afirmou que mantém relações com lideranças em diferentes municípios e disse que considera importante o contato direto com a população. Sobre religião, declarou que frequenta a igreja como expressão de sua fé e afirmou que entende que ambientes religiosos não devem ser utilizados para pedidos de voto.

Carlos Magno declarou que sua formação como técnico agrícola influenciou sua atuação política
Carlos Magno declarou que sua formação como técnico agrícola influenciou sua atuação política

AVALIAÇÕES SOBRE O CENÁRIO POLÍTICO

Durante a entrevista, Carlos Magno fez avaliações sobre o funcionamento do Congresso Nacional e sobre o ambiente político brasileiro. Na conversa, manifestou críticas ao modelo de atuação do Parlamento e afirmou considerar que o Poder Legislativo precisa manter maior proximidade com as demandas da população.

Também comentou a polarização política no país e defendeu que o debate público seja conduzido com respeito às diferentes opiniões. Segundo ele, o eleitor deve conhecer a trajetória e as propostas dos candidatos antes de definir seu voto nas eleições.

DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Ao abordar o desenvolvimento de Rondônia, Carlos Magno afirmou que o crescimento econômico do estado está diretamente ligado à expansão do setor agropecuário. Na avaliação dele, ainda existem desafios relacionados à infraestrutura logística, especialmente nos sistemas de armazenagem, transporte e exportação da produção.

O entrevistado também comentou questões relacionadas ao ambiente de negócios, defendendo maior agilidade em processos administrativos e de licenciamento para atividades produtivas.

ARIQUEMES E INDUSTRIALIZAÇÃO

Durante a conversa, Carlos Magno também falou sobre o desenvolvimento regional. Segundo ele, Ariquemes possui importância estratégica por atender municípios da região nas áreas de comércio, saúde, educação e serviços.

Na entrevista, afirmou que considera importante ampliar políticas voltadas à diversificação da economia regional, incluindo iniciativas relacionadas à industrialização e ao fortalecimento das cadeias produtivas.

Carlos Magno afirmou considerar importante a participação dos eleitores no processo democrático
Carlos Magno afirmou considerar importante a participação dos eleitores no processo democrático

SAÚDE PÚBLICA

Questionado sobre a saúde pública, Carlos Magno comentou que, em sua avaliação, o fortalecimento da atenção básica e da estrutura dos municípios pode contribuir para reduzir a demanda sobre hospitais de maior complexidade.

Durante a entrevista, também relatou experiência pessoal relacionada ao tratamento de uma doença hepática e ao transplante de fígado pelo qual passou, afirmando que essa vivência ampliou sua percepção sobre os desafios enfrentados por pacientes que dependem dos serviços de saúde.

PARTICIPAÇÃO POLÍTICA

Ao final da entrevista, Carlos Magno afirmou considerar importante a participação dos eleitores no processo democrático e destacou que, em sua opinião, cabe ao cidadão acompanhar a atuação dos representantes públicos e analisar as propostas apresentadas durante o processo eleitoral.

A entrevista foi exibida no podcast “Bibi Coelho Falando a Verdade”, integrante do programa Alerta Rondônia, e abordou temas relacionados à política, ao desenvolvimento econômico e aos desafios da administração pública em Rondônia.

Fonte: Assessoria

Dia da Agricultura Familiar: o setor que fortalece economia de Rondônia e garante alimento na mesa dos rondonienses

Neste sábado (25), quando é celebrado o Dia Internacional da Agricultura Familiar, Rondônia tem motivos para destacar a força de um setor que impulsiona a economia, gera emprego e renda no campo e abastece diariamente a mesa da população. Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2014, a data reconhece o papel dos pequenos produtores na produção de alimentos, na segurança alimentar e na preservação das tradições rurais.

Em Rondônia, a agricultura familiar representa a base da produção agropecuária. Dados do Censo Agropecuário do IBGE mostram que mais de 81% dos estabelecimentos rurais do estado são classificados como agricultura familiar, evidenciando a importância do segmento para o desenvolvimento econômico e social.

O setor é responsável por uma produção diversificada, com destaque para o café robusta amazônico, que conquistou reconhecimento nacional e internacional pela qualidade, além do cacau, mandioca, banana, leite, hortaliças, frutas e outros alimentos que abastecem feiras, mercados, escolas e programas de alimentação.

Além de movimentar a economia dos 52 municípios rondonienses, a agricultura familiar contribui para a permanência das famílias no campo, fortalece cooperativas e associações de produtores e incentiva a sucessão rural, garantindo que novas gerações continuem produzindo com inovação e sustentabilidade.

O crescimento da atividade também tem sido impulsionado por políticas públicas de incentivo, como assistência técnica da Emater-RO, linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), investimentos em agroindústrias e programas de comercialização da produção.

Neste Dia Internacional da Agricultura Familiar, a data reforça o reconhecimento ao trabalho de milhares de famílias rondonienses que, diariamente, produzem alimentos de qualidade, movimentam a economia local e consolidam Rondônia como um dos estados de maior destaque na agricultura familiar da Região Norte.

Anelar Mutual Proteção veicular ganha destaque em Rondônia com atuação rápida na recuperação de veículos

Mesmo com a expressiva redução dos roubos e furtos de veículos em Rondônia, investir em proteção continua sendo uma decisão importante para motoristas e proprietários de motocicletas. Dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que o estado registrou uma queda significativa nesses crimes em 2025, resultado atribuído ao trabalho das forças de segurança e às ações de prevenção. Ainda assim, quase 1.900 veículos foram alvo da criminalidade ao longo do ano, reforçando a necessidade de mecanismos eficientes de proteção e recuperação.

Nesse cenário, a Anelar Mutual Proteção Veicular tem se destacado pela credibilidade e pela rapidez no atendimento aos seus associados. Atuando em Rondônia, a associação oferece um sistema que alia tecnologia de rastreamento em tempo real, bloqueio remoto e equipes especializadas para aumentar as chances de localização dos veículos em casos de roubo ou furto. Quando a recuperação não é possível, o associado recebe indenização de 100% do valor previsto em contrato, conforme as regras estabelecidas.

Um exemplo da eficiência desse trabalho aconteceu recentemente em Porto Velho. Uma motocicleta pertencente a uma locadora foi roubada durante uma locação. Assim que o associado comunicou a ocorrência, a equipe da Nelar iniciou imediatamente o monitoramento por GPS. O veículo foi localizado rapidamente, teve o bloqueio remoto acionado e passou a ser acompanhado pelas equipes responsáveis até a chegada da Polícia Militar, que realizou a recuperação. A ação foi tão ágil que o proprietário sequer havia concluído o registro do boletim de ocorrência quando recebeu a informação de que a motocicleta já havia sido encontrada.

Segundo a Rute Magalhães, CEO da empresa Anelar Mutual , o diferencial está no acompanhamento integral oferecido ao associado. Desde o primeiro contato até a devolução do veículo recuperado, toda a ocorrência é monitorada por uma equipe especializada, formada por profissionais experientes, incluindo policiais em horário de folga que auxiliam na verificação da localização indicada pelo sistema. Após a confirmação do veículo, a Polícia Militar é acionada para realizar a abordagem dentro dos procedimentos legais.

Os números da segurança pública mostram um cenário mais positivo para Rondônia. Em 2025, os roubos de veículos caíram de 779 para 368 ocorrências, redução de 54,6%. A taxa por 100 mil habitantes passou de 62,6 para 28,4. Já os furtos recuaram de 1.875 para 1.544 casos, uma diminuição de 20,9%, com a taxa caindo de 150,8 para 119,2 por 100 mil habitantes. No total, roubos e furtos somaram 1.912 ocorrências em 2025, contra 2.654 no ano anterior, representando uma redução geral de 30,8%.

Apesar dos avanços, os dados evidenciam que o crime contra veículos ainda faz parte da realidade do estado. Por isso, especialistas destacam que a combinação entre o trabalho das forças de segurança e o uso de tecnologias de rastreamento e monitoramento tem sido cada vez mais importante para reduzir prejuízos e aumentar as chances de recuperação dos bens.

Com atuação consolidada em Rondônia, a Anelar Mutual Proteção Veicular afirma que seu compromisso vai além da assistência contratual. O foco da associação é oferecer tranquilidade aos associados por meio de atendimento humanizado, resposta rápida e acompanhamento completo em momentos de maior necessidade, fortalecendo a confiança de quem busca proteção para seu patrimônio.

Rute Magalhães – CEO da empresa- 69 99229-1805

Saúde chega mais perto do produtor rural: Programa Saúde no Campo será ampliado para 22 municípios de Rondônia

A proposta complementa o trabalho já realizado pela ATeG e fortalece o cuidado preventivo junto aos produtores
A proposta complementa o trabalho já realizado pela ATeG e fortalece o cuidado preventivo junto aos produtores

O acesso à saúde no meio rural de Rondônia ganhará um importante reforço no segundo semestre de 2026. O Sistema FAPERON/SENAR anunciou a ampliação do Programa Saúde no Campo, que passará a atender 22 municípios rondonienses, beneficiando aproximadamente 900 produtores rurais e suas famílias acompanhados pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG). A iniciativa leva atendimento diretamente às propriedades rurais, reduzindo distâncias e promovendo mais qualidade de vida para quem vive e produz no campo.

O programa, desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), tem como foco a promoção da saúde e a prevenção de doenças, oferecendo educação em saúde, identificação precoce de agravos, atendimentos por telessaúde, visitas domiciliares e acompanhamento contínuo das famílias rurais. A proposta complementa o trabalho já realizado pela ATeG e fortalece o cuidado preventivo junto aos produtores.

Segundo o Sistema FAPERON/SENAR, a expansão foi motivada pela experiência das equipes técnicas em campo, que identificaram a necessidade de aproximar ainda mais os serviços de saúde das comunidades rurais, especialmente nas regiões mais distantes dos centros urbanos. A atuação acontece de forma integrada à rede pública de saúde, incentivando hábitos saudáveis e realizando encaminhamentos quando necessário.

Para garantir a qualidade dos atendimentos, a nova etapa contará com uma estrutura formada por 30 técnicos de saúde rural e dois enfermeiros supervisores, responsáveis pelo acompanhamento das equipes e pelo suporte técnico às atividades desenvolvidas nas propriedades.

Expansão alcança duas importantes regiões de Rondônia

Na Região Central, o programa atenderá produtores dos municípios de Ouro Preto do Oeste, Jaru, Presidente Médici, Nova União, Alvorada d’Oeste, São Miguel do Guaporé, Mirante da Serra, Teixeirópolis, Urupá, Theobroma e Governador Jorge Teixeira, contemplando cerca de 450 propriedades rurais.

Já na Zona da Mata, os atendimentos chegarão aos municípios de Alta Floresta d’Oeste, Cacoal, Rolim de Moura, Espigão d’Oeste, Nova Brasilândia d’Oeste, Ministro Andreazza, Novo Horizonte do Oeste, São Francisco do Guaporé, Costa Marques e Castanheiras, alcançando outras 450 propriedades.

Para o superintendente do Sistema FAPERON/SENAR, Elmerson Lira, o programa representa um investimento direto na longevidade e no bem-estar das famílias que vivem da produção rural.

“A estratégia de atendimento individual às famílias terá duração de dois anos e visa contribuir com a longevidade dos nossos produtores rurais e de suas famílias. Queremos levar mais qualidade de vida ao campo, fortalecendo o cuidado preventivo e promovendo saúde de forma contínua, integrada ao trabalho já desenvolvido pela Assistência Técnica e Gerencial.”

Saúde e produtividade caminham juntas

A ampliação do Programa Saúde no Campo reforça uma realidade cada vez mais evidente: investir na saúde do produtor rural é investir também na produtividade, na permanência das famílias no campo e no desenvolvimento sustentável do agronegócio. Ao levar assistência preventiva diretamente às propriedades, o Sistema FAPERON/SENAR fortalece o cuidado com quem está na base da produção de alimentos e contribui para um campo mais saudável, produtivo e preparado para os desafios do futuro.

Prefeitura abre inscrições para expositores, empresas, patrocinadores e gestão da praça de alimentação da Agrotec 2026

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), abriu as inscrições para os editais de chamamento público da 2ª Feira Tecnológica de Agroindústria e Agricultura Familiar (Agrotec 2026).

Produtores rurais, agricultores familiares, empresas, patrocinadores e organizações da sociedade civil já podem garantir participação no maior evento do agronegócio da capital, que acontece entre os dias 26 e 30 de agosto, no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM). As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas exclusivamente pela internet até o dia 7 de agosto. Ao todo, os editais contemplam vagas para expositores da agricultura familiar e agroindústria, empresas expositoras, patrocinadores e a seleção da entidade responsável pela gestão da praça de alimentação.

O Secretário Municipal de Agricultura, Douglas Bener, destacou que a abertura dos editais representa mais um passo para consolidar a Agrotec como um dos principais eventos do setor na Região Norte. “Estamos preparando uma edição ainda maior, valorizando nossos produtores, incentivando a inovação e criando oportunidades para quem produz, empreende e acredita no potencial do agro em Porto Velho. Convidamos todos os interessados a participarem e garantirem sua vaga na feira”.

Agrotec acontece entre os dias 26 e 30 de agosto, no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM)

O prefeito Léo Moraes ressaltou que a Agrotec fortalece a economia, incentiva novos investimentos e aproxima o campo da cidade. “A Agrotec movimenta negócios, gera emprego, renda e mostra a força da produção rural do nosso município. Nosso compromisso é criar oportunidades para os produtores, empresários e parceiros que ajudam a desenvolver Porto Velho”.

O Edital nº 001/2026 é destinado aos expositores da agricultura familiar e agroindústria, oferecendo 113 vagas distribuídas entre os espaços de agroindústrias, agricultura familiar, artesanato, cafeicultura, melicultura, piscicultura e mandiocultura.

Já o Edital nº 002/2026 contempla empresas interessadas em expor seus produtos e serviços, além de patrocinadores que desejam apoiar o evento por meio do fornecimento de bens e serviços, com cotas de divulgação institucional.

O Edital nº 003/2026 selecionará uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, para administrar a praça de alimentação da feira, composta por 20 espaços destinados à comercialização de alimentos. Todos os editais completos, critérios de participação e formulários de inscrição estão disponíveis nos links abaixo.

Links para inscrição

Edital nº 001/2026 – Agricultura Familiar e Agroindústrias

Destinado a agricultores familiares, produtores rurais, agroindústrias, artesãos, cooperativas, associações, viveiristas, cafeicultores, piscicultores, apicultores, meliponicultores, mandiocultores e demais empreendedores rurais.

Edital nº 002/2026 – Empresas Expositoras

Voltado para empresas interessadas em expor produtos, serviços, tecnologias e soluções durante a Agrotec.

Inscrição – Empresas Expositoras

Edital nº 002/2026 – Patrocínio e Apoio Institucional

Destinado às empresas interessadas em apoiar a Agrotec por meio do fornecimento de bens e serviços, recebendo contrapartidas de divulgação institucional conforme a categoria de apoio.

Inscrição – Patrocínio/Apoio:

Edital nº 003/2026 – Praça de Alimentação

Seleciona uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos para planejar, estruturar e gerenciar gratuitamente a praça de alimentação da Agrotec 2026.

Texto: Jean Carla Costa

Foto: Semagric

Brasil proíbe produção e venda de foie gras

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou o projeto de lei que proíbe a produção e a venda de foie gras, tradicional prato da alta culinária francesa. A medida foi publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União.

O foie gras é o fígado hipertrofiado de patos ou gansos, que são alimentados de maneira forçada em grandes quantidades. Pela legislação brasileira, esse método passa a ser considerado maus-tratos e, por isso, proibido.

“É proibida, em todo o território nacional, a produção e a comercialização de qualquer produto alimentício obtido por meio de método de alimentação forçada de animais”, diz a redação da lei 15.475 de 2026.

A diretriz não se aplica somente ao foie gras, mas apenas o prato francês foi citado como exemplo, tanto in natura como enlatado. A lei entra em vigor em 180 dias.

Em caso de descumprimento, o infrator será enquadrado na Lei de Crimes Ambientais. As penas podem variar de três meses a um ano, além de multa.

Com a sanção da lei, o Brasil se torna apenas o segundo país a proibir a comercialização do foie gras no mundo, depois da Índia. Outras nações, principalmente na Europa, vetam apenas a produção.

Brasil nega ter pedido exceção à UE para exportar carnes

O Ministério da Agricultura negou nesta quinta-feira (23) ter solicitado à União Europeia (UE) uma flexibilização especial das regras sanitárias para liberar a compra de carne brasileira. A pasta está em negociações com a UE para contornar o veto à proteína animal previsto para entrar em vigor em 3 de setembro. O motivo da suspensão é que o Brasil não teria apresentado a tempo os documentos exigidos pelo bloco europeu.

A nota responde a um comentário do embaixador da Irlanda, Martin Gallagher. Ele disse em entrevista ao portal g1, na terça (21), que o bloco manteria sua política e não abriria exceções para o Brasil. A Irlanda ocupa a presidência rotativa do Conselho da UE neste semestre.

“O Brasil não solicitou flexibilização das normas sanitárias europeias. O compromisso do Estado brasileiro sempre foi o de atender integralmente aos requisitos estabelecidos pelos mercados importadores, como faz há décadas. O Brasil exporta produtos de origem animal para mais de 150 países, incluindo mercados reconhecidamente exigentes, resultado da credibilidade internacional do seu sistema oficial de defesa agropecuária”, diz a nota.

O ministério alega já ter apresentado toda a documentação técnica exigida sobre o uso de antimicrobianos na produção animal – incluindo em itens como carne bovina, carne de aves, ovos, mel e produtos da pesca – e que aguarda resposta oficial da União Europeia.

Um dos pontos de impasse são as garantias apresentadas pelo Brasil sobre o uso de antibióticos e outras medidas sanitárias em toda a cadeia produtiva. A UE exige certificações que vão desde o nascimento até o abate do animal, o que o Ministério da Agricultura alega ser uma exigência “inaceitável”.

“É precisamente a função dos sistemas oficiais de fiscalização e certificação assegurar que essa implementação seja verificada e que apenas produtos plenamente conformes sejam certificados para exportação”.

Na prática, o que o governo brasileiro argumenta é que a União Europeia deveria confiar no sistema de inspeção oficial e que a certificação emitida pelo ministério nos lotes exportados é suficiente por si só, sem necessitar de outras etapas prévias. “A credibilidade do sistema reside justamente na capacidade da autoridade competente de impedir a certificação de produtos que ainda não atendam aos requisitos aplicáveis”, afirma o comunicado.

Segundo as normas da UE, não é permitido o uso de antimicrobianos em animais de criação para estimular o crescimento ou aumentar a produção. Também é proibido o tratamento de animais com antimicrobianos reservados exclusivamente para infecções humanas.

A resistência antimicrobiana é considerada uma das maiores ameaças à saúde pública da atualidade. Segundo a UE, ao garantir o uso prudente desses medicamentos em animais, o bloco busca proteger a saúde da população europeia de riscos como superbactérias.

Governo retira R$ 11,8 milhões do Fundo de Defesa Sanitária Animal, não devolve recursos e preocupa setor produtivo

O Governo de Rondônia retirou R$ 11,79 milhões do Fundo Estadual de Defesa Sanitária Animal (Fesa) e transferiu os recursos para o Fundo Estadual de Saúde. A operação ocorreu em novembro de 2025 e, apesar do pedido formal apresentado pela Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), o dinheiro não foi devolvido. O Fesa foi criado por lei e recebe contribuições compulsórias destinadas a financiar ações de defesa sanitária, fiscalização, infraestrutura, tecnologia e resposta a emergências envolvendo o rebanho rondoniense. A retirada foi autorizada pelo Decreto nº 30.954, de 26 de novembro de 2025, com fundamento no artigo 76-A do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, que permite a desvinculação de até 30% de determinadas receitas públicas.

Ao todo, foram transferidos R$ 11.791.137,83 das contas do Fesa para a Saúde.

Idaron pediu devolução integral

Em fevereiro de 2026, o presidente da Idaron e do Conselho Deliberativo do Fesa, Júlio Cesar Rocha Peres, pediu ao Governo a reconsideração da medida e a restituição integral do valor.

No documento, a agência argumentou que o Fundo é essencial para manter a capacidade técnica e operacional da defesa sanitária animal.

Os recursos também podem ser empregados no pagamento de indenizações a produtores atingidos por medidas sanitárias, na aquisição de equipamentos e na resposta imediata a possíveis focos de doenças. A Idaron lembrou ainda que Rondônia conquistou o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação após décadas de investimentos e de participação conjunta do poder público e dos produtores rurais.

Antes da criação do Fesa, o setor privado já havia organizado o Fefa, fundo mantido pelos próprios produtores para apoiar as ações sanitárias desenvolvidas pela Idaron.

Esse trabalho permitiu que o Estado avançasse inicialmente para a condição de área livre de febre aftosa com vacinação e, posteriormente, sem vacinação. O status sanitário é considerado fundamental para manter mercados abertos, valorizar o rebanho e garantir a competitividade da carne produzida em Rondônia.

Conselho questionou retirada

O Conselho Deliberativo do Fesa manifestou preocupação com a legalidade e a constitucionalidade da transferência.

Na reunião realizada em dezembro de 2025, os conselheiros registraram posição contrária à desvinculação e recomendaram a adoção de providências para recuperar os recursos. A prestação de contas do Fundo referente a 2025 foi aprovada com ressalva por causa da operação. O Conselho reúne representantes da Idaron, Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Federação da Agricultura e Pecuária de Rondônia (Faperon), Federação das Indústrias de Rondônia (Fiero) e Emater. A Idaron também citou entendimento do Tribunal de Contas do Estado.

No Processo nº 579/2019, o TCE-RO considerou possível a desvinculação de receitas, mas recomendou que o Governo se abstivesse de retirar recursos quando a operação pudesse comprometer programas, metas e ações essenciais. O parecer menciona expressamente possíveis prejuízos às ações relacionadas à febre aftosa, à fiscalização sanitária e à confiança do mercado nos produtos agropecuários do Estado.

Sefin diz que dinheiro foi gasto

A Secretaria de Estado de Finanças analisou o pedido e concluiu que não havia justificativa orçamentária ou financeira para devolver o dinheiro.

Segundo a Análise nº 6/2026, o Fesa arrecadou R$ 45,92 milhões em 2025 e empenhou R$ 14,27 milhões. A diferença entre receitas e despesas teria alcançado R$ 31,65 milhões, o que, no entendimento dos técnicos, demonstraria que a retirada não prejudicou as atividades do Fundo.

A Sefin informou ainda que os R$ 11,79 milhões foram incorporados à execução financeira da Saúde e utilizados no financiamento de ações e serviços públicos.

Em março de 2026, restavam apenas R$ 678,7 mil na fonte contábil examinada. A Secretaria concluiu, por isso, que não havia disponibilidade financeira para restituir o valor integral. A própria análise, entretanto, reconhece que os recursos foram movimentados de forma agregada com outros ingressos da mesma fonte.

Dessa maneira, não seria possível identificar individualmente se o saldo restante correspondia ao dinheiro transferido do Fesa ou a outras receitas. O documento também não detalha quais despesas, contratos ou serviços de saúde foram pagos especificamente com os R$ 11,79 milhões.

Embora a análise da Sefin declare expressamente que não possui caráter decisório, a Governadoria encaminhou o documento à Idaron como resposta ao pedido de restituição.

Em entrevista à Rádio 93 FM, Carlos Magno defende fortalecimento do campo e reafirma trajetória de 45 anos construída no diálogo

Carlos Magno afirmou que o produtor rural enfrenta diariamente dificuldades para manter a atividade no campo
Carlos Magno afirmou que o produtor rural enfrenta diariamente dificuldades para manter a atividade no campo

Com a desenvoltura de quem conhece profundamente Rondônia e o rádio, o pré-candidato a deputado estadual Carlos Magno participou nesta segunda-feira do programa Hora do Povo, da Rádio 93 FM, em uma entrevista marcada pela firmeza das propostas e pelo tom de quem fala com a autoridade de 45 anos dedicados à vida pública. Antes mesmo de o programa começar, o clima já era de reencontro, Carlos Magno foi recebido com carinho por amigos e comunicadores da emissora, com quem relembrou passagens marcantes de sua trajetória na comunicação e no serviço público, um gesto que traduz a forma como sempre conduziu sua caminhada: próxima, afetuosa e de portas abertas.

Defesa firme do homem do campo

Conhecido como uma das vozes mais consistentes do setor primário em Rondônia, Carlos Magno demonstrou domínio sobre a realidade de quem produz. Ele lembrou que o produtor rural enfrenta diariamente uma verdadeira batalha para manter a atividade no campo: a oscilação dos preços das commodities, os elevados custos de produção e a dificuldade de acesso a crédito com juros justos tornam o dia a dia do agricultor cada vez mais desafiador.

Diante desse cenário, o pré-candidato defendeu com convicção políticas públicas que devolvam segurança econômica ao produtor, permitindo que ele armazene a própria produção, acesse financiamento em condições acessíveis e produza com tranquilidade e previsibilidade.

Infraestrutura como caminho para o desenvolvimento

Com a visão estratégica de quem acompanha há décadas o crescimento do estado, Carlos Magno apontou os gargalos que ainda travam o potencial produtivo do Brasil e de Rondônia. Para ele, é urgente ampliar a capacidade de armazenagem, modernizar a logística portuária e fortalecer a malha de transportes.

O pré-candidato foi além e defendeu a retomada dos investimentos em ferrovias, destacando que o modal ferroviário reduz o custo do transporte de cargas e alivia a pressão sobre as rodovias, uma bandeira que dialoga diretamente com o futuro do agronegócio rondoniense.

Falando de Rondônia, celebrou o avanço do estado na produção de café, grãos e pecuária, mas fez questão de dar voz a quem ainda enfrenta dificuldades, cobrou investimentos permanentes na recuperação das estradas vicinais e na substituição das pontes de madeira por estruturas resistentes, à altura do crescimento da produção agropecuária.

Produzir e preservar: um equilíbrio possível

Carlos Magno voltou a defender o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao setor produtivo
Carlos Magno voltou a defender o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao setor produtivo

Ao tratar da preservação ambiental, Carlos Magno saiu em defesa dos produtores rondonienses, que, segundo ele, têm plena consciência da importância de conservar os recursos naturais. O que falta, ressaltou, é o poder público fazer a sua parte, oferecer incentivos para a recuperação de áreas degradadas e estabelecer regras claras que garantam ao produtor o acesso ao crédito rural sem comprometer a continuidade da produção.

Uma vida pública construída no diálogo e no respeito

Questionado sobre o início das convenções partidárias e o formato da pré-campanha, Carlos Magno foi direto, seguirá fazendo política do jeito que sempre fez, olho no olho, no contato direto com a população, sem abrir mão da presença nas redes sociais, ferramenta que reconhece como indispensável no cenário atual.

“Ainda sou um político que carrega a bandeira que sempre defendi, que é o setor primário”

São 45 anos de vida pública, nos quais exerceu diferentes funções e construiu um patrimônio que poucos podem exibir, credibilidade. Uma credibilidade que, como ele mesmo destacou, é fruto da dedicação ao serviço público e da forma respeitosa como sempre conduziu sua atuação política, mantendo boas relações mesmo com adversários e respeitando, acima de tudo, a liberdade de escolha dos eleitores e dos próprios amigos.

Compromisso com o futuro de Rondônia

Ao encerrar sua participação no Hora do Povo, Carlos Magno reafirmou o compromisso que o acompanha desde o início da vida pública, o fortalecimento das políticas voltadas ao setor produtivo. Para ele, o desenvolvimento de Rondônia passa, necessariamente, pelo incentivo à agricultura e à pecuária, pela melhoria da infraestrutura e pela construção de soluções inteligentes que conciliem produção e preservação ambiental, um projeto de estado que ele conhece como poucos e pelo qual segue disposto a trabalhar