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AGROTEC 2026 une serviços gratuitos, agricultura familiar e conhecimento sobre genética bovina

A AGROTEC 2026 também se destaca pela oferta de serviços gratuitos à população e pela oportunidade de aproximar estudantes, produtores e visitantes das novas tecnologias e experiências do setor agropecuário. Durante a feira, realizada no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, um pavilhão exclusivo foi destinado ao atendimento do público em diferentes áreas.

O espaço reúne instituições e órgãos que oferecem serviços, orientações e atendimentos gratuitos, aproximando a população de informações importantes nas áreas de Justiça e Cidadania, Saúde e Bem-Estar, Serviços Financeiros, Agricultura e Desenvolvimento Rural, Meio Ambiente, Assistência Social, Educação e Capacitação, além de Trânsito e Orientação.

O pavilhão tem recebido diversos visitantes em busca de orientações e atendimentos. Universidades e instituições de ensino também participam das ações, principalmente na área da saúde, com atividades de prevenção, orientação e cuidados com o bem-estar.

Na área financeira, agricultores e produtores rurais encontram informações e esclarecimentos sobre serviços, crédito e alternativas para fortalecer e desenvolver suas atividades no campo.

A programação da AGROTEC também recebeu, nesta quinta-feira, estudantes da Escola Estadual Bela Vista, incluindo alunos do terceiro ano do ensino médio. A visita proporcionou aos jovens uma experiência direta com diferentes setores do agronegócio e da produção rural.

Os estudantes percorreram os estandes da agricultura familiar, conheceram produtos produzidos pelos agricultores e puderam degustar alimentos, entre eles o iogurte produzido pela agricultura familiar.

Outro espaço que chamou bastante a atenção dos alunos foi o pavilhão da bovinocultura, onde tiveram contato com animais e puderam conhecer um pouco mais sobre o trabalho de melhoramento e genética apresentado na feira, com exemplares das raças Nelore e Sindi.

A visita mostrou aos estudantes, na prática, como a tecnologia, a genética, o conhecimento e a produção estão cada vez mais conectados ao desenvolvimento do campo.

A proposta reforça um dos principais objetivos da AGROTEC: conectar tecnologia, produção, conhecimento, educação e serviços diretamente com a população. Dessa forma, a feira se consolida não apenas como espaço de negócios e inovação, mas também de aprendizado, cidadania e valorização de quem produz.

Com serviços gratuitos, participação de instituições de ensino, presença da agricultura familiar e atividades voltadas ao conhecimento do setor produtivo, a segunda edição da AGROTEC amplia o diálogo entre campo, cidade, estudantes, produtores e comunidade.

Agrotec 2026 chega ao terceiro dia com inovação, Festival do Tambaqui, Fórum do Leite e shows

A Agrotec 2026 chega ao seu terceiro dia de programação nesta sexta-feira (28) com uma agenda diversificada, reunindo representantes do setor produtivo, produtores rurais, instituições públicas, especialistas e comunidade. As atividades começam pela manhã e seguem até a noite, com destaque para ações voltadas à agricultura familiar, inovação, piscicultura e cadeia do leite, além de atrações culturais e musicais.

Um dos primeiros destaques do dia será o Cantinho da Leitura para crianças, que funcionará das 8h às 17h, no espaço externo do evento, em uma iniciativa que busca aproximar o público infantil da leitura e da cultura.

Também durante todo o dia, das 8h às 17h, será realizada a Reunião do Núcleo Diretivo do Colegiado Territorial Madeira-Mamoré (CONDRAF/MDA), no Auditório do Prédio do Relógio. O encontro reunirá representantes e secretários para discutir temas relacionados ao desenvolvimento territorial e às políticas públicas voltadas ao meio rural.

Inovação para transformar a agricultura familiar

Às 10h, o Auditório do Galpão 2 recebe o evento “BÉRA Spark: inovação para transformar a agricultura familiar”.

A programação apresentará os resultados da segunda edição do BÉRA Spark, uma maratona de inovação desenvolvida a partir da escuta direta de produtores rurais e parceiros institucionais.

A proposta é buscar soluções para problemas reais enfrentados no dia a dia da agricultura familiar, aproximando tecnologia, inovação e produção rural.

O encontro representa mais uma oportunidade para apresentar ideias e iniciativas capazes de melhorar processos, aumentar a produtividade e contribuir para a geração de renda no campo.

Festival do Tambaqui valoriza o peixe da Amazônia

Entre 11h e 14h, as atenções estarão voltadas para o Festival do Tambaqui, realizado no Espaço da Piscicultura.

Considerado um dos principais símbolos da piscicultura amazônica, o tambaqui será o grande protagonista de uma programação que pretende valorizar não apenas a gastronomia, mas toda a cadeia produtiva do pescado.

O festival também reforça a importância da piscicultura como atividade econômica para Rondônia, destacando o potencial regional para produção de peixes e a geração de emprego e renda.

A iniciativa integra a estratégia da Agrotec de aproximar produtores, consumidores e instituições, mostrando as possibilidades de crescimento da cadeia do pescado amazônico.

II Fórum +Leite de Rondônia debate cadeia leiteira

A programação segue à tarde com o II Fórum +Leite de Rondônia, das 14h às 18h, no Auditório do Galpão 2.

O encontro terá como foco a cadeia produtiva do leite e deve reunir produtores, técnicos, representantes de instituições e especialistas para discutir desafios, oportunidades e caminhos para o fortalecimento da produção leiteira no estado.

O setor tem papel importante na economia rural de Rondônia, especialmente para pequenos e médios produtores, e o fórum busca contribuir para o desenvolvimento de uma cadeia mais competitiva e sustentável.

Cultura e música encerram o dia

A programação cultural começa às 17h, com a apresentação do “Carimbó Acreditar”, no Palco Principal.

A manifestação cultural promete levar ao público um pouco da riqueza e da diversidade da cultura amazônica, encerrando a programação técnica da tarde com música, dança e tradição.

À noite, a partir das 19h, o Palco Principal recebe o show da Gata Forrozeira, que comandará a programação musical das 19h às 21h.

Jacaré-Cuniã ganha Indicação Geográfica e fortalece cadeia sustentável no Lago do Cuniã

Um dos momentos mais marcantes da Agrotec 2026, nesta quinta-feira (27), foi a cerimônia de lançamento da Indicação Geográfica (IG) do Jacaré-Cuniã, acompanhada da apresentação da Licença de Operação do abatedouro de jacarés da Reserva Extrativista Lago do Cuniã, em Porto Velho.

Realizada no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, a cerimônia reuniu representantes de diferentes órgãos e instituições que participam da construção da cadeia produtiva do jacaré na região. O encontro foi marcado por relatos, depoimentos e manifestações sobre a importância econômica, ambiental e social do projeto para as comunidades tradicionais.

Mais do que uma solenidade, o momento representou o reconhecimento de uma história construída ao longo de anos por moradores do Lago do Cuniã, pesquisadores, órgãos ambientais, poder público e entidades de apoio.

A Indicação Geográfica tem como objetivo associar o produto ao território onde é produzido, valorizando suas características, sua origem e os conhecimentos tradicionais envolvidos no manejo. No caso do Jacaré-Cuniã, a iniciativa busca transformar uma atividade tradicional em uma cadeia organizada, sustentável e com maior valor agregado.

O manejo de crocodilianos é realizado de forma regulamentada e tem entre seus objetivos o controle populacional dos animais, além da geração de trabalho e renda para as famílias extrativistas. A atividade é acompanhada por órgãos ambientais e envolve conhecimento adquirido pelas próprias comunidades ao longo dos anos.

A experiência não começou agora. Registros do próprio ICMBio mostram que o manejo de jacarés na Resex Lago do Cuniã começou a ser estruturado há mais de uma década. A atividade surgiu também como uma resposta à preocupação da comunidade com a grande quantidade de jacarés existente na região e seus impactos sobre a segurança dos moradores e pescadores.

Com estudos populacionais e definição de cotas de manejo, a comunidade passou a trabalhar com a captura regulamentada, beneficiamento e comercialização da carne e do couro.

Ao longo desse processo, a COOPCUNIÃ — Cooperativa de Moradores, Agricultores, Pescadores e Extrativistas da Resex Lago do Cuniã — tornou-se peça fundamental para organizar a atividade e representar comercialmente os produtores.

Frigorífico representa um dos principais avanços

Outro ponto de destaque da cerimônia foi a Licença de Operação do abatedouro de jacarés.

A Licença de Operação nº 1692/2026, emitida pelo Ibama, autoriza o funcionamento do empreendimento localizado na comunidade Silva Lopes Araújo, na zona rural de Porto Velho. O documento possui validade de seis anos e representa um importante avanço para a regularização e estruturação da cadeia produtiva.

O empreendimento é administrado pela COOPCUNIÃ e recebeu apoio técnico do Sebrae, por meio do Sebraetec, durante o processo de regularização ambiental.

A estrutura permite que uma parte importante da cadeia produtiva seja realizada dentro do próprio território, agregando valor à produção e criando condições para que a renda permaneça na comunidade.

Estudos sobre a atividade apontam que o frigorífico do Cuniã possui uma característica singular: ele foi estruturado dentro de uma unidade de conservação para atender ao modelo de manejo sustentável desenvolvido pela comunidade. Pesquisas também apontam a importância da cadeia para a geração de renda complementar das famílias extrativistas.

Da conservação à geração de renda

A experiência do Lago do Cuniã mostra que conservação ambiental e geração de renda podem caminhar juntas.

A proposta não é simplesmente retirar animais da natureza, mas trabalhar com um modelo regulamentado de manejo, baseado em estudos populacionais, controle das capturas e acompanhamento dos órgãos responsáveis.

O resultado é uma cadeia que envolve captura, transporte, abate, beneficiamento, armazenamento e comercialização, além do aproveitamento do couro.

Em agosto deste ano, uma equipe do Sebrae, acompanhada por representantes do ICMBio, Semagric e Emater, participou de um abate-teste. O procedimento faz parte do processo técnico necessário para garantir que a atividade possa avançar dentro das exigências ambientais e sanitárias.

A expectativa é que a estruturação da cadeia possibilite ampliar o mercado, agregar valor ao produto e criar novas oportunidades para os moradores da Resex.

Indicação Geográfica pode levar o nome do Cuniã para outros mercados

A construção da Indicação Geográfica é mais um passo nessa trajetória.

O processo vem sendo desenvolvido com participação da Prefeitura de Porto Velho, por meio da Semagric, ICMBio, Ibama e Sebrae. Um diagnóstico realizado em 2025 identificou o potencial da carne de jacaré do Lago do Cuniã para receber o reconhecimento.

A próxima etapa técnica está prevista para ocorrer entre 1º e 6 de setembro, dentro da própria Resex, quando serão reunidas evidências sobre a relação entre o produto, o território, suas características, o modo de produção e os conhecimentos tradicionais associados à atividade.

A Indicação Geográfica pode representar uma mudança importante na percepção do produto. Em vez de ser comercializado apenas como carne de jacaré, o produto passa a carregar uma identidade vinculada ao Lago do Cuniã, à Amazônia, às comunidades tradicionais e ao manejo sustentável.

 

Carlos Magno visita viveiro e reforça compromisso com produtores rurais

O candidato a deputado estadual Carlos Magno esteve na propriedade de Israel Mendes Martins, localizada no distrito de Terra Boa, em Alvorada do Oeste, onde conheceu de perto a estrutura do viveiro e a realidade de uma família que tem na produção de mudas e no cultivo do café suas principais fontes de renda.

Durante a visita, Carlos Magno acompanhou o trabalho desenvolvido na propriedade e conheceu a importância do viveiro para a geração de emprego e renda na comunidade. A atividade demonstra a força do produtor rural e o potencial da agricultura para movimentar a economia local, garantindo sustento para famílias e oportunidades para trabalhadores do campo.

Para Israel Mendes Martins, ter representantes comprometidos com quem produz é fundamental para fortalecer o setor rural. “Foi muito importante receber o Carlos Magno aqui, mostrar nosso trabalho e conversar sobre as dificuldades e também sobre as oportunidades que temos no campo. A gente precisa de uma pessoa que esteja ao lado do produtor, que conheça a nossa realidade e lute para valorizar quem trabalha. Vejo no Carlos Magno essa disposição de fazer a diferença e defender os trabalhadores rurais”, destacou.

Carlos Magno ressaltou que conhecer de perto propriedades como a de Israel é essencial para compreender as necessidades de quem produz. A proposta, segundo ele, é fortalecer a agricultura, valorizar o trabalhador rural e buscar políticas que ampliem as oportunidades para produtores, famílias e comunidades que dependem do campo para gerar renda e desenvolvimento.

De descarte a curativo: Brasil terá primeira fábrica de pele de tilápia para queimaduras

O Brasil deverá receber a primeira fábrica do mundo dedicada ao processamento em larga escala de pele de tilápia para uso médico. A unidade será construída em Jaguaribara, no interior do Ceará, com investimento inicial estimado em R$ 52 milhões. A tecnologia, desenvolvida a partir de pesquisas da Universidade Federal do Ceará (UFC), transforma uma parte do peixe normalmente descartada pela indústria em um curativo biológico para queimaduras e feridas de difícil cicatrização.

O projeto industrial será conduzido pelo Consórcio Biotec, por meio da empresa Inova Medical. A intenção é levar para escala industrial um material que atualmente é processado em pequenas quantidades no laboratório da UFC para pesquisas e aplicações específicas.

Hoje, o laboratório tem capacidade para preparar cerca de 600 peles de tilápia por mês. Com a fábrica, a previsão é alcançar 4,3 mil unidades por dia já no primeiro ano de operação comercial. Em uma segunda etapa, a capacidade poderá chegar a 12 mil peles processadas diariamente.

A construção está prevista para começar em outubro de 2026. O cronograma estabelece de 15 a 18 meses para a conclusão das obras, instalação dos equipamentos e validação dos primeiros lotes. Caso os prazos sejam cumpridos, a unidade poderá começar a operar em janeiro de 2028.

A chegada do produto ao mercado, entretanto, dependerá do cumprimento das exigências regulatórias e sanitárias da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Como a pele de tilápia é usada em queimaduras

Antes de chegar ao paciente, a pele da tilápia passa por diferentes etapas de preparação e esterilização até ser transformada em um curativo biológico. O material é colocado sobre a região lesionada e adere à superfície da ferida. A tecnologia foi desenvolvida para atender, entre outros casos, pacientes com queimaduras de segundo e terceiro graus.

Uma das principais diferenças em relação aos métodos convencionais está na possibilidade de reduzir a frequência das trocas de curativos. Nos tratamentos tradicionais, a retirada e a substituição do material podem provocar dor e, dependendo da gravidade das lesões, exigir analgésicos e novos procedimentos médicos.

Segundo dados apresentados pelos responsáveis pelo projeto, o uso da pele de tilápia pode reduzir em 52% o custo total do tratamento de queimaduras em comparação com métodos convencionais. A expectativa é diminuir também a necessidade de analgésicos opioides e de levar pacientes repetidamente ao centro cirúrgico para a troca dos curativos.

Com a produção em escala industrial, a tecnologia poderá ser utilizada para atender parte da demanda do Sistema Único de Saúde (SUS).

Curativo poderá ficar três anos sem refrigeração

Outra inovação prevista para a produção industrial está na conservação. As peles processadas serão submetidas à liofilização, técnica que retira a água do material e permite o armazenamento sem necessidade de refrigeração.

A previsão é de que o produto tenha validade de até três anos em temperatura ambiente. Antes da aplicação no paciente, o profissional de saúde deverá reidratar o curativo com solução fisiológica.

A possibilidade de armazenamento sem refrigeração pode facilitar o transporte para regiões distantes dos centros de produção e ampliar o acesso à tecnologia, especialmente em locais onde a estrutura para conservação de materiais médicos é limitada.

Segundo os responsáveis pelo projeto, México, Turquia e Portugal já demonstraram interesse na tecnologia para pesquisas e possíveis aplicações futuras.

De resíduo da indústria a produto médico

A escolha de Jaguaribara para receber a fábrica está relacionada à proximidade com o Açude Castanhão, uma das principais áreas de produção de tilápia do Ceará.

A localização facilita o aproveitamento de um subproduto da indústria pesqueira que normalmente seria descartado. Com o processamento para uso médico, a pele do peixe ganha uma nova finalidade e maior valor agregado.

A estimativa é de que a fábrica gere inicialmente cerca de 200 empregos diretos. Parte dos trabalhadores deverá passar por capacitação técnica com participação da UFC e de instituições parceiras.

Primeira reunião do 11º Leilão Direito de Viver é realizada na sede da APRON

Realizada a primeira reunião de 2026 pela equipe de coordenação do 11º Leilão Direito de Viver, em Prol do Hospital de Amor da Amazônia de Porto Velho, na sede da Associação dos Pecuaristas de Rondônia (APRON). O encontro marcou o início das tratativas para a realização de mais uma edição beneficente.

Estiveram presentes na reunião, a equipe envolvida na organização para alinhar as primeiras ações, definir estratégias de mobilização, e estabelecer os próximos passos para a realização do evento, que tradicionalmente reúne produtores rurais, empresários, entidades parceiras, bem como toda a sociedade em geral, em uma grande corrente de solidariedade em apoio ao Hospital de Amor da Amazônia.

O lançamento oficial do 11º Leilão Direito de Viver será no dia 26 de setembro de 2026, em local a ser definido, enquanto a realização do leilão está marcada para 8 de novembro de 2026, em Porto Velho, na casa de Shows Villa Privilege (antiga Talismã 21). A partir da primeira reunião, serão estruturadas as ações de mobilização e modelos de arrecadação que irão compor esta edição.

A expectativa é ampliar a participação do setor produtivo e da sociedade em uma iniciativa que transforma a solidariedade em apoio concreto ao trabalho desenvolvido pelo Hospital de Amor. Para a APRON, sediar o primeiro encontro reforça a importância da união do setor pecuário com diferentes segmentos da sociedade em torno de uma causa que ultrapassa os limites do campo e contribui diretamente para a saúde da população.

Carlos Magno aparece entre os mais bem posicionados em pesquisa Phoenix e amplia perspectiva na disputa por uma vaga na Assembleia

O candidato a deputado estadual Carlos Magno, do Solidariedade, aparece entre os nomes mais bem posicionados na mais recente pesquisa do Instituto Phoenix para a Assembleia Legislativa de Rondônia. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (26), mostra um cenário competitivo e reforça a presença de Magno entre os candidatos com potencial de crescimento na disputa por uma das 24 cadeiras do Parlamento Estadual. Na sondagem, Carlos Magno aparece na terceira colocação entre os nomes destacados, com 4,51% no índice de votos definidos (IVD).

O resultado ganha relevância por ocorrer em uma disputa ainda aberta, na qual pequenas diferenças separam os candidatos mais lembrados pelo eleitor. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de agosto, ouviu 961 eleitores em nove municípios de Rondônia e possui margem de erro de 3,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TRE-RO sob o número RO-06747/2026. Como toda pesquisa eleitoral, os números representam o retrato do momento em que as entrevistas foram realizadas e não significam previsão do resultado das urnas.


Para Carlos Magno, a boa colocação reflete, sobretudo, uma trajetória construída ao longo de décadas em contato direto com a população. Técnico agrícola por formação e com uma história profundamente ligada ao interior de Rondônia, o candidato tem entre suas principais bandeiras a defesa do produtor rural, da regularização fundiária, do fortalecimento da produção e de políticas que garantam melhores condições para quem vive e trabalha no campo. Em sua caminhada eleitoral, Magno tem reforçado a importância de ouvir diretamente as comunidades e conhecer de perto as dificuldades enfrentadas pelos produtores.

Diante da repercussão dos números, Carlos Magno atribui o desempenho ao contato direto com as pessoas e demonstra gratidão pelo carinho que vem recebendo durante as visitas e encontros pelo estado.

“Eu recebo esse resultado com muita humildade e, principalmente, com gratidão. O carinho das pessoas por onde passo é algo que me emociona e me dá ainda mais responsabilidade. Isso mostra que quando a gente trabalha com honestidade, sinceridade e respeito, ouvindo os anseios da população e olhando nos olhos das pessoas, esse trabalho acaba sendo reconhecido. Quero agradecer a cada amigo, cada produtor rural, cada família e cada pessoa que acredita na nossa caminhada.”

Segundo dia da Agrotec terá palestras, lançamentos e atrações musicais; público movimenta estandes e programação

A programação do segundo dia da Agrotec, nesta quinta-feira (27), promete movimentar o evento com palestras, lançamentos, certificações e atrações culturais. Além das atividades oficiais, a expectativa é de intensa visitação do público aos estandes, onde empresas, instituições e produtores apresentam novidades, tecnologias, serviços e oportunidades para o desenvolvimento de Rondônia.

A programação começa às 13h30, no Auditório do Prédio do Relógio, com o lançamento do Grupo de Trabalho para Criação do Observatório dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do Estado de Rondônia. A atividade reunirá secretários e demais autoridades.

Às 15h30, no Auditório do Galpão 2, será realizada a palestra magna regional “Muito Além da Piscicultura: O Peixe da Amazônia Navega por Diversos Rios do Desenvolvimento”, abordando o potencial da cadeia produtiva do pescado amazônico e suas diversas possibilidades de geração de emprego, renda e desenvolvimento regional.

Outro destaque da programação acontece às 17h30, com o lançamento da Indicação Geográfica (IG) do Jacaré-Cuniã. O evento marca a valorização da carne de jacaré proveniente do manejo sustentável de crocodilianos, além do lançamento da Licença de Operação do abatedouro. A iniciativa busca fortalecer a cadeia produtiva, incentivar a sustentabilidade e agregar valor a um produto genuinamente rondoniense.

Na sequência, das 19h30 às 20h, também no Auditório do Galpão 2, serão entregues certificações do SIM/CISAN Central a agroindústrias e empreendimentos do setor, incluindo a Agroindústria Vital do Sacramento, com a produção de iogurte, o Rei do Pirarucu, com a entrega do Certificado SISBI, e uma agroindústria de mel.

Público deve movimentar os estandes

Além da programação nos auditórios, o segundo dia da Agrotec deve registrar grande circulação de visitantes pelos estandes instalados no evento. Empresas, órgãos públicos, instituições, produtores e empreendedores têm a oportunidade de apresentar produtos, projetos, inovações e tecnologias ao público.

A visitação aos estandes é um dos principais atrativos da feira, proporcionando contato direto entre produtores, empresários, estudantes e a população. O espaço também favorece a troca de experiências, a realização de negócios e a divulgação das potencialidades do agronegócio e de outros setores da economia de Rondônia.

Música também faz parte da programação

A programação desta quinta-feira também terá atrações no Palco Principal. Das 16h30 às 18h30, o público poderá acompanhar a apresentação do DJ Jonhy Mekas.

Mais tarde, das 19h às 20h, a programação musical continua com Sinkêr – Voz e Violão, encerrando mais um dia de atividades com cultura e entretenimento.

Com uma agenda diversificada, o segundo dia da Agrotec reúne debates, conhecimento, valorização da produção regional, oportunidades de negócios e atrações para o público, reforçando a importância do evento como espaço de integração e desenvolvimento para Rondônia.

Da pequena propriedade ao sonho realizado: produtor conquista selo do SIM e celebra participação na Agrotec

Aos 30 anos, Vital do Sacramento Gomes vive no Projeto de Assentamento Joana Darc, onde mantém uma propriedade de 100 hectares dedicada à criação de gado de leite. Junto com o pai, a mãe, o irmão e a esposa, ele transformou o trabalho familiar em uma agroindústria de iogurtes, na qual cada integrante desempenha uma função.

Junto com o pai, a mãe, o irmão e a esposa, ele transformou o trabalho familiar
Junto com o pai, a mãe, o irmão e a esposa, ele transformou o trabalho familiar

Recentemente, a família conquistou o Selo do SIM (Sistema de Inspeção Municipal), uma importante vitória que representa a realização de um sonho que saiu do papel e ganhou espaço no mercado. Nesta quinta-feira, Vital receberá oficialmente o selo durante a Agrotec 2026.

Já no primeiro dia da Agrotec, os produtos receberam avaliações positivas e despertaram o interesse dos visitantes
Já no primeiro dia da Agrotec, os produtos receberam avaliações positivas e despertaram o interesse dos visitantes

Na feira, o produtor está apresentando quatro variedades de iogurte e não esconde a felicidade com a receptividade do público. Já no primeiro dia da Agrotec, os produtos receberam avaliações positivas e despertaram o interesse dos visitantes.

Da pequena propriedade ao sonho realizado, produtor conquista selo do SIM e celebra participação na Agrotec
Da pequena propriedade ao sonho realizado, produtor conquista selo do SIM e celebra participação na Agrotec

Para Vital, participar do evento representa muito mais do que expor seus produtos, é a oportunidade de mostrar o resultado do trabalho da família, conquistar novos clientes e provar que a produção rural pode se transformar em uma atividade sustentável, geradora de renda e com espaço cada vez maior no mercado.

Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027 é apresentado na AGROTEC com foco no fortalecimento do produtor rural

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027 foi apresentado nesta quarta-feira (26), durante a programação da AGROTEC 2026, em Porto Velho. O encontro reuniu agricultores familiares, representantes de associações e cooperativas, instituições financeiras e autoridades para apresentar as novas oportunidades de crédito e as políticas públicas destinadas ao fortalecimento da produção rural.

Realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), em parceria com a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEMAGRIC), o evento teve como destaque a apresentação das principais medidas previstas para a safra 2026/2027.

Durante o encontro, o secretário municipal de Agricultura, Douglas Brene, ressaltou a importância da iniciativa para os produtores de Porto Velho e região. Segundo ele, levar informação e facilitar o acesso às políticas públicas é fundamental para que os agricultores possam investir, aumentar a produção e melhorar a renda no campo.

Já o superintendente do MDA, Frederico Versalli, destacou a importância do Plano Safra como instrumento de apoio à agricultura familiar e apresentou as possibilidades de financiamento e os programas disponíveis para os produtores.

Entre os principais pontos apresentados estão as linhas de crédito do Pronaf, modalidades de custeio e investimento, além de programas voltados à agroecologia, produção orgânica, mecanização, irrigação, bioeconomia, assistência técnica e extensão rural.

De acordo com o MDA, o Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027 prevê R$ 85,2 bilhões para operações do Pronaf, recursos que poderão ser utilizados pelos agricultores familiares para custeio da produção, aquisição de equipamentos, investimentos e outras necessidades relacionadas à atividade rural.

O plano também contempla políticas direcionadas a mulheres e jovens rurais, além de ações para ampliar a comercialização da produção e o acesso dos agricultores às compras públicas.

Após a apresentação, agricultores e representantes de organizações rurais puderam fazer perguntas e esclarecer dúvidas sobre as condições de financiamento, acesso ao crédito e demais políticas públicas.

Para os representantes do setor, a apresentação do Plano Safra dentro da programação da AGROTEC representa uma oportunidade para aproximar as políticas do Governo Federal da realidade dos produtores de Rondônia.

A iniciativa reforça a busca por maior integração entre Governo Federal, Prefeitura de Porto Velho, instituições financeiras e agricultores familiares, com o objetivo de ampliar o acesso ao crédito, estimular investimentos e fortalecer a produção e a geração de renda no campo.

A apresentação do Plano Safra integrou a programação da AGROTEC 2026, que reúne atividades voltadas ao desenvolvimento do setor agropecuário e à promoção de novas oportunidades para produtores e empreendedores rurais.