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Carlos Magno participa de encontro em Cacaulândia e reforça diálogo com a população

O encontro aconteceu na residência do vereador Gener Falcão, responsável pela organização da reunião. A atividade integrou a agenda do candidato a deputado estadual Carlos Magno, da Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade), pelo interior de Rondônia.

Durante a noite, o espaço foi dedicado à conversa e à troca de experiências. Moradores puderam falar sobre suas realidades, apresentar demandas e compartilhar expectativas relacionadas ao futuro de Cacaulândia e da região.

Para quem vive no município, questões como infraestrutura, oportunidades de trabalho, apoio à produção, serviços públicos e qualidade de vida fazem parte das preocupações presentes no cotidiano. É justamente a partir dessas conversas que encontros comunitários ganham um significado diferente: permitem que as necessidades sejam apresentadas por quem convive diretamente com elas.

A agenda de Carlos Magno tem incluído visitas e reuniões em diferentes municípios de Rondônia. O candidato vem percorrendo o estado e mantendo contato direto com comunidades, produtores, trabalhadores, lideranças e moradores.

Preço da soja sobe com aumento da demanda da China

O aumento da demanda chinesa pela soja dos Estados Unidos puxa os preços da oleaginosa para cima nesta quarta-feira (16) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado também encontra sustentação nas preocupações com possíveis atrasos na colheita norte-americana devido às chuvas no Meio-Oeste do país.

Segundo a Safras & Mercado, as atenções estão voltadas especialmente para Iowa, importante estado produtor, onde as precipitações podem prejudicar o andamento dos trabalhos de campo.

Além da demanda chinesa e do clima, dados sobre o processamento da oleaginosa nos Estados Unidos também influenciam as negociações. O esmagamento de soja ficou abaixo das expectativas em agosto.

Soja sobe mais de 0,5% em Chicago

Por volta das 8h41 desta quarta-feira, os contratos da soja com vencimento em novembro eram negociados a US$ 13,25 1/2 por bushel, avanço de 6,75 centavos de dólar, equivalente a 0,51% em relação ao fechamento anterior.

A valorização dá continuidade ao movimento registrado na terça-feira (15), quando a soja encerrou o pregão em alta.

Na ocasião, o mercado mudou de direção acompanhando a forte valorização do petróleo. A demanda chinesa e as preocupações relacionadas à colheita nos Estados Unidos também contribuíram para sustentar as cotações.

Os contratos com vencimento em novembro fecharam a terça-feira a US$ 13,18 3/4 por bushel, avanço de 14,50 centavos, ou 1,11%.

Já a posição janeiro encerrou cotada a US$ 13,35 1/4 por bushel, alta de 15 centavos de dólar, equivalente a 1,13%.

Pesquisa transforma goma de cajueiro em ingrediente industrial

Uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) pode abrir uma nova frente de valorização para o cajueiro, cultura tradicional do Nordeste brasileiro.

A equipe, conduzida pelo professor Marcelo Cristianini e pela pesquisadora Bruna Castro Porto, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp, desenvolveu um processo capaz de modificar fisicamente a goma extraída do caule da planta, ampliando sua capacidade de ser utilizada como emulsificante, função desempenhada pela goma arábica em diversas aplicações industriais.

A goma arábica ajuda a misturar e estabilizar substâncias que normalmente não se combinam, como óleo e água. A disponibilidade e o preço do ingrediente, porém, podem variar de acordo com as condições de produção e o mercado internacional.

Nesse contexto, os pesquisadores passaram a investigar a goma de cajueiro, um polissacarídeo natural formado por moléculas de açúcares e que pode ser extraído do caule da planta.

Modificação sem transformação química

O diferencial da tecnologia está no processo utilizado para alterar as propriedades da goma. Os pesquisadores desenvolveram uma modificação física do polímero, sem promover uma transformação química da molécula.

Segundo Cristianini, o processo melhora a capacidade emulsificante do material e pode ampliar suas aplicações industriais.

A característica também pode representar uma vantagem regulatória e de mercado, já que modificações químicas podem exigir uma nova denominação do ingrediente e a indicação dessa alteração na composição dos produtos.

O potencial da goma modificada, no entanto, não se limita à indústria de alimentos. O material também pode ser utilizado em cosméticos e produtos de cuidados pessoais.

Goma de cajueiro é testada em cosméticos

A tecnologia já despertou o interesse da empresa Symrise, que atua no desenvolvimento de ingredientes e soluções para diferentes mercados. A aproximação ocorreu por meio da Agência de Inovação Inova Unicamp.

A empresa recebeu amostras da tecnologia por meio de um Acordo de Transferência de Material (MTA) para realizar testes e pesquisas. Entre as possibilidades avaliadas estão aplicações em produtos para cabelos, incluindo shampoos e condicionadores voltados especialmente para cabelos cacheados.

Para os pesquisadores, a interação com a indústria é importante para verificar o comportamento da goma em aplicações comerciais e identificar novos usos para o material.

Nova fonte de valor para o cajueiro

Além do potencial industrial, a tecnologia pode criar uma nova oportunidade econômica para a cadeia produtiva do caju.

Atualmente, a exploração comercial do cajueiro está concentrada principalmente na castanha e no pedúnculo, utilizado em produtos como sucos. A extração da goma pode acrescentar uma nova possibilidade de aproveitamento da planta.

De acordo com os pesquisadores, a retirada da goma do caule pode ser feita sem comprometer a produção de castanhas e o aproveitamento do pedúnculo.

A nova tecnologia pode criar uma fonte complementar de renda para produtores, aumentando o valor gerado por uma mesma cultura.

Pesquisa ainda está em desenvolvimento

A tecnologia ainda está em fase de desenvolvimento e avaliação. O próximo passo é otimizar o processo de modificação da goma para permitir a produção de quantidades maiores de amostras destinadas a novos testes.

Os pesquisadores também pretendem avaliar a aplicação do processo em outros polissacarídeos naturais.

Carlos Magno cumpre agenda em Ariquemes com entrevista na TV e encontro com amigos

O candidato a deputado estadual Carlos Magno da Federação Renovação Solidária (PRD/ Solidariedade), esteve em Ariquemes cumprindo uma agenda marcada pelo diálogo, pela proximidade e pelo contato direto com pessoas que acompanham sua trajetória.

Um dos compromissos foi a participação no programa Fala Ariquemes, da RedeTV! 5.1, apresentado por Rafael Souza. Durante a conversa, Carlos Magno teve a oportunidade de falar sobre sua caminhada, suas ideias e os desafios enfrentados por Rondônia, além de responder aos questionamentos apresentados pelo programa.

A agenda também reservou espaço para um momento mais descontraído e próximo das pessoas, com o Encontro de Amigos do Deputado, realizado na residência do Senhora Rosa Marly, em Ariquemes.

Longe dos estúdios e do ambiente formal da política, o encontro proporcionou uma conversa direta com amigos, apoiadores e moradores. Entre abraços, conversas e manifestações de apoio, Carlos Magno reforçou a importância de manter os pés no chão e estar próximo de quem vive diariamente a realidade dos municípios.

Para o candidato, cada conversa representa uma oportunidade de conhecer melhor as necessidades da população. A proposta, segundo ele, é construir uma caminhada baseada não apenas em falar, mas também em ouvir.

Durante a passagem por Ariquemes, Carlos Magno manteve uma postura aberta ao diálogo, colocando-se à disposição para receber sugestões, críticas e opiniões. A intenção é que as demandas apresentadas pelas pessoas façam parte da construção de um projeto que represente diferentes regiões e realidades de Rondônia.

Abate de bovinos cresce 1,3% no segundo trimestre, aponta IBGE

O abate de bovinos no país cresceu 1,3% no segundo trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado, com mais de 1,7 milhões de cabeças. Segundo dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira, o volume representa um aumento de 4% em relação ao primeiro trimestre, demonstrando a demanda forte pela carne bovina brasileira no mercado interno e externo.

Junho foi o mês de maior atividade do trimestre, com um abate total de 3,66 milhões de cabeças, variação positiva de 3,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O abate de fêmeas teve queda de 1,9% em relação ao mesmo período de 2025, e na comparação trimestral, cresceu 2,0%.

Suínos

O abate de suínos aumentou 4,0% em relação ao mesmo período de 2025 e 2,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2026, com 15 milhões de animais.

Esse resultado foi o melhor segundo trimestre da série histórica, e teve, no mês de junho (5,40 milhões de cabeças), o maior registro mensal de abate de suínos no período.

Frangos

Já o abate de frangos representou alta de 2,8% em relação ao mesmo período de 2025 e queda de 1,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2026. Foram 1,69 bilhão de aves abatidas, com um recorde para o segundo trimestre e também com junho sendo marcado com o mês de maior volume de trabalho.

Leite cru

O IBGE também divulga a aquisição de leite cru pelas indústrias do país. Foram 6,6 bilhões de litros no trimestre, com alta de 1% em relação ao mesmo período de 2025 e redução de 2,5% em relação aos três primeiros meses do ano. Maio foi o mês de maior captação, com mais de 2,23 bilhões de litros.

O preço médio do leite pago ao produtor foi de R$ 2,70, uma recuperação expressiva da baixa do preço verificada nos trimestres anteriores. O preço foi 1,5% inferior ao praticado no trimestre equivalente do ano anterior, porém, em comparação ao preço médio do primeiro trimestre de 2026, houve crescimento de 20,5%.

Aquisição de couro

Em relação à aquisição de couro pelos curtumes nacionais, o IBGE informa que foram 10,96 milhões de peças de couro bovino compradas no segundo trimestre, com alta de 1,9% em relação ao trimestre anterior e também ao mesmo período do ano passado.

Ovos de galinha 

A produção de ovos de galinha no segundo trimestre alcançou 1,25 bilhão de dúzias, o que corresponde a um aumento de 0,8% em relação ao apurado no mesmo trimestre do ano anterior e 2,0% sobre a apurada no trimestre imediatamente anterior.

Desse total, mais da metade das granjas, 1.151 (54,3%) produziram ovos para o consumo, respondendo por 82,6% do total de ovos produzidos, enquanto 968 granjas (45,7%) produziram ovos para incubação, respondendo por 17,4% do total de ovos produzidos.

Safra 2025/26 termina com colheita recorde, aponta Conab

Em seu último levantamento sobre a produção brasileira de grãos na safra 2025/26, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estima que o Brasil deve colher um total de 361,7 milhões de toneladas de grãos e fibras. O volume representa uma alta de 2,6% em relação à temporada anterior e de 0,3% frente ao levantamento de agosto.

A estimativa incorpora o avanço da colheita do milho segunda safra, que registra produtividades acima do previsto.

No geral, soja, milho e algodão apresentam crescimento em 2025/26, enquanto arroz, feijão e trigo recuaram frente ao ciclo anterior. A soja deve atingir 180,4 milhões de toneladas, e o trigo apresenta o maior recuo, de 27,1%.

Entre os dados apurados pela Companhia, a área de plantio no país cresceu 1,7% em comparação com o ciclo 2024/25 e alcançou 83,5 milhões de hectares. Os maiores incrementos ocorreram na cultura da soja, que incorporou 1,3 milhão de hectares (2,7%), no milho, com aumento de 762,5 mil hectares (3,5%), e no sorgo, com alta de 32,9% (537 mil hectares).

Soja

Carro-chefe da agricultura nacional, a safra de soja está projetada em 180,4 milhões de toneladas, a maior produção já registrada na série de acompanhamento da Conab. O montante representa uma alta de 5,2% sobre o ciclo anterior, com expansão de 2,7% na área plantada e ganho de 2,5% na produtividade. As exportações devem atingir patamar recorde com embarques previstos em 116,2 milhões de toneladas.

Milho

O volume total de milho está calculado em 144 milhões de toneladas, crescimento de 2% sobre a temporada anterior. A primeira safra registra produtividade recorde de 7.191 kg/ha (alta de 8,8%), enquanto a segunda safra prevê 112,1 milhões de toneladas, ficando apenas 1% abaixo do recorde anterior. Já a terceira safra deve recuar 20,1%, para 2,39 milhões de toneladas.

Algodão

Para o algodão, a previsão indica 4,14 milhões de toneladas para o ciclo 2025/26, maior volume da série histórica. Mesmo com a retração de 3,2% na área cultivada (estimada em 2,02 milhões de hectares), a produtividade das lavouras avança 4,9% e atinge o pico de 2.053 kg/ha de pluma. A produção supera em 1,5% o resultado de 2024/25 e fica 1,4% acima da estimativa de agosto.

Feijão

Do lado das quedas, a produção de feijão é estimada em 2,95 milhões de toneladas, o que confirma um recuo de 3,6% em relação ao período anterior. A retração decorre principalmente da redução de 5,7% na área cultivada, embora o rendimento médio tenha crescido 2,2%, alcançando 1.161 kg/ha. Para o abastecimento doméstico, a demanda projetada é de 2,7 milhões de toneladas, mantendo o patamar da safra passada.

Arroz

A safra de arroz também ficou menor, com estimativa de 11,08 milhões de toneladas em 2025/26, o que significa uma queda de 13,2% em relação ao ciclo anterior. A retração reflete principalmente a redução de 14% na área plantada – calculada em 1,52 milhão de hectares –, apesar do ganho de 1% na produtividade média, que chega a 7.303 kg/ha. Segundo o levantamento da Conab, a opção por menor área decorre de preços menos remuneradores ao produtor e da migração para culturas como soja e milho.

Trigo

Em relação aos cultivos de inverno, a produção de trigo deve alcançar 5,74 milhões de toneladas em 2025/26, queda de 27,1% em relação ao ciclo passado. O recuo reflete a redução de 21,2% na área cultivada e da menor produtividade média (2.978 kg/ha, queda de 7,5%). Com a retração na oferta nacional, as importações do cereal são estimadas em 7,06 milhões de toneladas.

A Conab informa que continuará atualizando os dados das culturas que ainda permanecem em campo, caso do trigo, nos próximos levantamentos.

Um abraço amigo, uma conversa e muita alegria: Carlos Magno participa da Cavalgada de Tarilândia

Entre um abraço amigo, uma conversa aqui e um bate-papo ali, Carlos Magno foi encontrando amigos e se aproximando ainda mais da população durante a Cavalgada de Tarilândia – Linha 30 (Querência do Gado).

Em meio à música, às famílias, aos produtores rurais e à animação da comunidade, o candidato aproveitou o momento de confraternização para ouvir as pessoas, trocar ideias e conhecer de perto as histórias e as demandas de quem vive na região.

A participação faz parte da caminhada de Carlos Magno por todo o estado de Rondônia, mantendo uma característica que sempre marcou sua trajetória: estar perto das pessoas, ouvir a comunidade e dialogar diretamente com a população. Foi um dia de muita alegria, descontração e reencontros, fortalecendo ainda mais os laços construídos ao longo dessa caminhada.

Casos de raiva bovina em Jaru e Tarilândia são atualizados, foram identificados 14 resultados positivos

Os casos de raiva em animais seguem sendo monitorados na região de Jaru e no distrito de Tarilândia. Até o momento, foram identificados 14 resultados positivos, um negativo e uma amostra ainda aguardando análise laboratorial. Nas áreas de abrangência dos focos, estão sendo realizadas ações de vigilância e orientação aos produtores.

Cerca de 516 propriedades já foram notificadas e as equipes de defesa sanitária vêm realizando educação sanitária, reforçando a importância da vacinação do rebanho e da comunicação imediata de animais com sinais suspeitos. Como resultado das ações, aproximadamente 23 mil animais já foram vacinados, entre bovinos, equinos, ovinos e caprinos.

A orientação é que os produtores mantenham a vacinação contra a raiva em dia e comuniquem imediatamente à defesa sanitária qualquer animal que apresente alterações de comportamento ou sinais neurológicos. Também é fundamental evitar o contato direto com animais suspeitos ou mortos e buscar orientação veterinária diante de qualquer ocorrência.

A colaboração dos produtores é considerada essencial para controlar os focos e evitar a disseminação da doença, protegendo os rebanhos e reduzindo os riscos para as pessoas que possam ter contato com animais infectados.

Mercado do boi gordo inicia segunda quinzena de setembro com negociações lentas

O mercado do boi gordo chega à metade de setembro com poucos negócios e preços praticamente estáveis. Enquanto pecuaristas aguardam melhores valores para negociar os animais, frigoríficos reduzem a atuação no mercado diante do ritmo das vendas de carne bovina.

Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a última sexta-feira (11) foi marcada por baixa movimentação, com as cotações nos mesmos patamares do dia anterior.

Boa parte dos frigoríficos ficou fora das negociações no mercado de balcão após completar as escalas de abate com animais próprios ou provenientes de contratos.

Já as indústrias de pequeno e médio porte, mais dependentes das compras no mercado spot para preencher as escalas, acompanham de perto o desempenho da carne bovina no mercado interno.

Carne bovina dá sinais de enfraquecimento

No atacado da Grande São Paulo, os preços da carne bovina permaneceram estáveis, mas o mercado começou a apresentar sinais de enfraquecimento com a entrada na segunda metade do mês, período em que o consumo costuma perder ritmo.

Na sexta-feira, a carcaça casada bovina registrou média de R$ 24,22 por quilo à vista. No acumulado de setembro, o produto ainda apresenta valorização de 0,9%.

Com o consumo mais lento e parte das escalas de abate já preenchida, o mercado do boi gordo segue com baixa liquidez na entrada da segunda quinzena de setembro.

Aprosoja realiza Abertura Nacional do Plantio da Soja nos próximos dias 24 e 25

Nos dias 24 e 25 de setembro, a Aprosoja realiza a Abertura Nacional do Plantio da Soja – Safra 2026/2027. O evento que celebra o início do novo ciclo da sojicultura reunirá mais de dois mil produtores rurais, além de estudantes, pesquisadores, autoridades e lideranças do setor em Santa Cruz do Rio Pardo, no interior paulista.

Neste primeiro ano em que a Abertura Nacional do Plantio da Soja é realizada pela Aprosoja Brasil, o diálogo institucional é o norte da celebração. Com o tema “Plantio consciente”, a Aprosoja traz ao debate a necessidade de o sojicultor estar atento aos desafios financeiros presentes neste ciclo. Problemas climáticos levaram produtores de diversas regiões do país a acumular quebras de safra nos últimos anos. Aliado à queda do preço de comercialização da soja e às altas de taxas de juros no crédito agrícola, o período é sensível.

Neste sentido, a consciência no plantio passa pelo entendimento das oportunidades e limitações orçamentárias, respeito às prevenções fitossanitárias, às recomendações de risco climático e ao uso equilibrado de insumos. É preciso cultivar com foco na sustentabilidade dos negócios.

Com foco nesta campanha, logo no primeiro dia do evento um painel temático abordará os desafios da próxima safra. O analista de mercado Matheus Pereira, da Pátria Agronegócios, irá apresentar um panorama do mercado de soja no próximo ciclo e também falará sobre as ameaças climáticas. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuário do estado de São Paulo (FAESP) Tirso Meirelles e o presidente da Aprosoja Brasil Lucas Beber discutirão a situação de endividamento e redução da margem enfrentada pelos produtores brasileiros, bem como os conflitos geopolíticos e seus impactos para o setor. Já o Chefe-Geral da Embrapa Territorial Gustavo Spadotti debaterá como o acesso a mercados passa pela busca da sustentabilidade na produção agrícola.

Com público devidamente preparado e informado, no fim da manhã do dia 24, será dada a largada oficial do plantio. Os participantes do evento irão a campo. Máquinas posicionados em área próxima serão pilotadas por autoridades e lideranças do agro e, juntas, rodarão o solo levando as primeiras sementes do novo cultivo. Um momento que ficará guardado na história!

Ao longo da tarde do dia 24 e durante todo o dia 25, produtores rurais ainda poderão ficar bem informados com palestras sobre os impactos da reforma tributária, a influência do El Niño na Safra 2026/2027, o controle de ervas daninhas no cultivo de soja, além da importância de marcar a presença nas redes sociais com produção de conteúdo sobre o agro.

Ação com estudantes
A Abertura Nacional do Plantio da Soja ainda receberá a visita de cerca de mil estudantes do Ensino Fundamental de Santa Cruz do Rio Pardo. Os alunos de escolas públicas e privadas acompanharão a programação da tarde do dia 25.

Além de visitar os estandes montados no espaço, eles acompanharão a palestra da Associação De Olho no Material Escolar — que atua no apoio à modernização de conteúdos didáticos sobre o setor agropecuário no Ensino Básico — e assistirão à peça de teatro “#Seliganocampo”.

Desenvolvida pela associação em parceria com a John Deere e o Ministério da Cultura, o espetáculo conta a história e evolução das práticas agropecuárias, de forma breve, lúdica e positiva. O objetivo é mostrar a estudantes de diferentes idades a importância e o impacto do setor produtivo na sociedade. Desde 2024, a produção já impactou mais de 21 mil pessoas, com mais de 60 apresentações em 7 estados.

Ação social
A entrada para a Abertura Nacional do Plantio da Soja – Safra 2026/2027 será a doação de um quilo de alimento não perecível. As arrecadações serão destinadas a instituições de caridade de Santa Cruz do Rio Pardo. Corra para garantir o seu acesso e se inscreva no link