Mais previsões: Previsao do tempo 30 dias
Início Site Página 5

Agroindústria registra queda de 2,9% em julho

A agroindústria registrou queda de 2,9% em julho no comparativo anual, mostra a mais recente leitura do Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) do FGV Agro. O resultado negativo foi puxado pelo recuo de 4,5% e 1,6% nas categorias dos Produtos Não Alimentícios e Produtos Alimentícios e Bebidas, respectivamente, considerando a mesma base comparativa.

De acordo com a FGV Agro, os Produtos Alimentícios, isoladamente, registraram queda de 2,6% também nesse período. Já as Bebidas tiveram alta de 5%, devido ao alto volume na produção de Bebidas Alcoólicas e de Bebidas Não Alcoólicas avançando, respectivamente, 6,8% e 3,3%.

Mesmo com indicador negativo, na categoria de Produtos Não Alimentícios, dois setores tiveram excelente desempenho em julho: Biocombustíveis, com alta de 6,1%, impulsionado pelo aumento da moagem e pela maior qualidade da cana-de-açúcar; e o Fumo, com crescimento de 23,6%, que corresponde a terceira alta interanual consecutiva e o melhor mês de julho desde 2018.

Na avaliação da FGV Agro, essa dinâmica de contração é consistente com o desempenho da economia brasileira no segundo trimestre, divulgado pelo IBGE em setembro.

Carlos Magno destaca agronegócio e percorre Rondônia na reta final da campanha

Candidato a deputado estadual pela Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade) Carlos Magno, participou de entrevista de cerca de 20 minutos na Rádio Conecta FM e falou sobre sua caminhada pelas cidades e distritos de Rondônia.

O candidato falou sobre sua trajetória política, a forma como conduz a campanha e as principais bandeiras que pretende defender caso seja eleito.

Carlos Magno destacou que optou por uma campanha baseada no contato direto com a população, percorrendo municípios e distritos de Rondônia e buscando conversar pessoalmente com os moradores.

Segundo o candidato, em menos de 90 dias de campanha, já foram percorridos cerca de 30 mil quilômetros pelo estado. Ele afirmou que essa estratégia está relacionada à sua trajetória de décadas na vida pública e ao conhecimento que acumulou sobre diferentes regiões de Rondônia.

Durante a entrevista, Carlos Magno também falou sobre sua experiência como gestor público e produtor rural. Ele citou os oito anos em que esteve à frente da Prefeitura de Ouro Preto do Oeste e afirmou que sua relação com a população foi construída ao longo dos anos por meio do trabalho e da convivência.

Um dos principais pontos abordados na entrevista foi o agronegócio. Carlos Magno afirmou que a defesa do setor é sua principal bandeira, destacando sua ligação pessoal com a atividade.

Nascido na zona rural, o candidato lembrou que já atuou como secretário de Agricultura do Estado e do município de Porto Velho e que atualmente também é produtor rural.

Para ele, essa experiência permite conhecer de perto as dificuldades enfrentadas por quem vive e trabalha no campo, especialmente em questões relacionadas à regularização fundiária, meio ambiente, produção rural e acesso às políticas públicas.

Carlos Magno defendeu a busca por equilíbrio entre produção e preservação ambiental e afirmou que a falta de regularização fundiária está entre os problemas que dificultam a vida de produtores e proprietários rurais. “Eu moro na área rural, sou produtor rural e sei onde dói”, afirmou durante a entrevista.Veja a entrevista completa aqui no link:

CNA se preocupa com ritmo lento das renegociações das dívidas rurais

A  CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) manifestou preocupação com o ritmo de contratação das linhas especiais de crédito rural criadas pela Medida Provisória nº 1.376, publicada em julho, para a composição, liquidação ou amortização de dívidas e Cédulas de Produto Rural (CPRs).

Até 16 de setembro, cerca de R$ 3,19 bilhões haviam sido contratados por meio da medida, distribuídos em aproximadamente 10,8 mil novas operações e 17,9 mil renegociações, segundo dados apresentados pelo Ministério da Fazenda durante reunião da Câmara Temática de Crédito, Seguro e Comercialização do Agronegócio (Modercred) da CNA.

De acordo com o monitoramento do governo, a taxa média das operações prefixadas estava em 8,56% ao ano, com prazo médio de 9,06 anos e valor médio de R$ 295,7 mil por operação.

CNA aponta dificuldades de acesso

O total autorizado para operações subsidiadas gira em torno de R$ 25,8 bilhões. A data-limite para contratar as operações de composição de dívidas segue em 12 de novembro de 2026.

Durante uma reunião realizada na semana passada em São Paulo, representantes do setor relataram dificuldades enfrentadas por produtores de diferentes regiões para acessar as condições previstas na MP e renegociar os débitos junto às instituições financeiras.

Para o presidente da Modercred e coordenador de Produção Agrícola da CNA, Guilherme Rios, o volume contratado ainda é baixo diante da necessidade do setor.

Segundo ele, é preocupante que, mais de dois meses após a publicação da medida, o volume das contratações se situe em R$ 3 bilhões.

Segundo Rios, até mesmo o Banco do Brasil, que possui uma das maiores carteiras de crédito rural do país, apresentou baixo volume de operações dentro da medida.

Para ele, é necessário um ajuste nos rumos da MP para que os recursos, de fato, cheguem aos produtores.

Cacoal reúne mulheres do campo para fortalecer empreendedorismo, liderança e sucessão rural

Cacoal será palco, nesta quinta-feira (24), de um encontro dedicado às mulheres que vivem e trabalham no campo. O “Encontro Especial Mulheres que Plantam o Futuro: Raízes que ficam” reunirá aproximadamente 200 produtoras rurais para discutir empreendedorismo, liderança, acesso ao crédito e sucessão familiar.

A programação será realizada das 9h às 14h, no Catuaí Hotel, com participação de mulheres de Cacoal, Ministro Andreazza, Pimenta Bueno, Espigão d’Oeste, São Felipe d’Oeste e Primavera de Rondônia. A iniciativa é promovida pelo Sebrae em Rondônia e pela Emater, com apoio do Sicoob Credip.

Mais do que um espaço de palestras, o encontro pretende criar um ambiente de troca de experiências e fortalecimento das produtoras rurais, mostrando que a participação feminina também é fundamental para as decisões dentro das propriedades, na gestão dos negócios e na continuidade das atividades no campo.

Entre os temas previstos está a sucessão familiar, uma questão importante para o futuro das propriedades rurais. A palestra “Êxodo Rural e Sucessão Familiar” vai abordar os desafios para manter as novas gerações no campo e estratégias para tornar a atividade rural mais atrativa.

Outro destaque será a palestra “Crescer com o Pronaf Mulher”, apresentada pelo Sicoob Credip, com informações sobre oportunidades de acesso ao crédito destinadas às produtoras.

Experiência de quem vive a realidade do campo

A programação também terá um talk show com mulheres rurais empreendedoras, que irão compartilhar suas próprias experiências, dificuldades e caminhos encontrados para desenvolver suas atividades.

A proposta é aproximar conhecimento técnico da realidade vivida pelas produtoras, valorizando histórias de mulheres que transformam a produção rural em fonte de renda e desenvolvimento para suas famílias e comunidades.

O encontro ainda terá discussões sobre autoestima, liderança feminina e valorização da mulher rural, além de informações relacionadas a políticas públicas, crédito e empreendedorismo.

Para os organizadores, a iniciativa também representa uma oportunidade de ampliar as redes de relacionamento entre as produtoras e estimular novas possibilidades de negócios.

Ao colocar as mulheres rurais no centro das discussões, o evento busca reforçar uma realidade cada vez mais presente no campo: a mulher não está apenas ajudando na propriedade, mas participando da gestão, empreendendo, tomando decisões e contribuindo diretamente para o futuro da produção rural em Rondônia.

Cotações do agro em Rondônia têm preços de gado, pescado e leite acompanhados na semana

As cotações dos principais produtos agropecuários comercializados em Rondônia apresentaram diferentes valores entre os municípios durante a semana de 14 a 18 de setembro de 2026. O levantamento é da Emater-RO e reúne preços de bovinos, leite, pescado e animais destinados à produção leiteira.

Entre os bovinos, o boi gordo à vista registrou preço médio de R$ 318,33, com maior cotação de R$ 331,00 em Chupinguaia e menor de R$ 250,00 em Vale do Anari.

A vaca gorda à vista teve média de R$ 303,22. O maior valor foi de R$ 313,00 em Machadinho d’Oeste, enquanto o menor ficou em R$ 280,00, também em Machadinho d’Oeste.

No mercado do leite, o leite resfriado apresentou preço médio de R$ 2,17 por litro. A maior cotação foi de R$ 2,70/L em Ouro Preto do Oeste, e a menor, de R$ 1,90/L em Pimenta Bueno.

Já a novilha de aptidão leiteira teve preço médio de R$ 4.550,00. O maior valor registrado foi de R$ 5.700,00 em Machadinho d’Oeste, enquanto o menor chegou a R$ 3.850,00 em Cerejeiras.

Pescado

Entre os peixes, o tambaqui apresentou preço médio de R$ 13,73 por quilo. A maior cotação foi de R$ 20,00/kg em Ariquemes, e a menor, de R$ 8,00/kg em Porto Velho.

O pirarucu teve preço médio de R$ 14,20/kg. Em Costa Marques, o valor chegou a R$ 21,00/kg, enquanto Corumbiara registrou a menor cotação, de R$ 10,00/kg.

Os números mostram a diferença de preços entre as regiões e servem como referência para produtores, compradores e demais agentes do setor agropecuário.

Fonte: Emater-RO | Período: 14 a 18 de setembro de 2026.

Rondônia reduz abate de fêmeas e sinaliza início da recomposição do rebanho bovino

A oferta de gado para abate deve ficar mais restrita no Brasil, com a retenção de fêmeas para recomposição do rebanho e o avanço dos confinamentos. A combinação dos dois movimentos aumenta a disputa por animais e pressiona a reposição, segundo avaliação apresentada no 6º Fórum Pecuária Datagro.

Segundo os dados apresentados, o abate de fêmeas começou a recuar de maneira mais acentuada. A queda é particularmente expressiva em estados com forte participação na cria, como Rondônia, Pará, Mato Grosso do Sul e Tocantins.

Na avaliação de analista da Datagro, Guilherme Jank, a redução do abate nesses estados indica que o processo de retenção já está avançando.

Ao mesmo tempo, Mato Grosso e São Paulo apresentaram quedas mais sutis no abate de fêmeas, em um movimento associado à maior presença do confinamento.“Os dois estão acontecendo simultaneamente”, afirmou Jank.

A Datagro estima que a retenção de fêmeas poderá acelerar a recuperação do estoque de bovinos no Brasil a partir de 2027.

Segundo Jank, o país poderá produzir em 2027 praticamente o mesmo volume recorde de bezerros registrado em 2023, mas com cerca de 3 milhões de matrizes a menos.

A estimativa apresentada aponta para a produção de aproximadamente 50 milhões de bezerros, mesmo com um número menor de matrizes.

Para a DATAGRO, a velocidade da reconstrução do rebanho dependerá principalmente da intensidade da retenção de fêmeas na safra 2026/27, especialmente de novilhas.

Enquanto o pecuarista de cria ganha força na formação de preços, o confinador enfrenta um cenário de maior custo de reposição.

Segundo o Head de Pecuária da consultoria, João Otávio Figueiredo, cerca de 80% do custo do confinamento está relacionado à compra da reposição.

O problema é que o boi pronto para ser abatido está relativamente mais barato do que a reposição, comprimindo as margens da atividade.

A consultoria também destacou a expansão dos confinamentos brasileiros nos últimos anos, com propriedades que passaram de 40 mil para 60 mil, 80 mil e até 140 mil animais confinados por ano.

“Não tem eficiência no ciclo pecuário que consiga suprir o tamanho dessa expansão que teve de confinamento no Brasil”, afirmou Figueiredo.

Para Jank, a recomposição do rebanho tem características de investimento de longo prazo. Mesmo diante de restrições de crédito para capital de giro e reposição, o setor segue direcionando recursos para genética, sêmen e outros investimentos ligados à expansão produtiva.

Desafios para o agro brasileiro

O agronegócio brasileiro atravessa um momento importante. Por um lado, mantém o posto de setor estratégico para economia brasileira, com aumento no valor da produção agrícola e a inserção de novos produtos no grupo de horticultura. Por outro, os produtores nacionais enfrentam desafios internos, como o endividamento e os juros altos, e externos, a exemplo das barreiras impostas pela União Europeia à carne brasileira.

Divulgada na última quinta-feira, a Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou números que atualizam a força do agro. Em 2025, o valor de produção das principais culturas agrícolas do país alcançou R$ 927,2 bilhões, um avanço de 18,4% na comparação com o ano anterior.

O destaque foi para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas, que chegou a 345,4 milhões de toneladas. Trata-se de um crescimento de 53,4 milhões de toneladas, uma alta de 18,2% em relação ao ano de 2024. Esses números representam um recorde da série histórica do IBGE, com destaque para a soja e o milho. Nesse resultado robusto, chama a atenção que o aumento no volume da produção é muito superior ao avanço da área plantada, que ficou em 4,2%. Buscar o equilíbrio entre produtividade e expansão da lavoura é um teste permanente de eficiência para o agro brasileiro.

Apesar do resultado positivo, existem desafios pela frente. Em 2026, o agro também tem sido afetado pelas dificuldades da economia brasileira. Assim como ocorre com outros setores da economia e com o brasileiro comum, o longo período de juros altos tem sido um obstáculo.

Para a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), uma conjuntura de juros elevados e dificuldades na renegociação de dívidas rurais torna o cenário desafiador. “Hoje o agro, apesar de toda a pujança, de puxar o PIB brasileiro, vive um momento muito difícil. As fábricas de máquinas agrícolas não estão vendendo, os produtores não estão conseguindo comprar os fertilizantes pelo preço. E nós temos aí um problema dos juros que são altíssimos. Então, isso leva a um problema de crédito. Muitos produtores inadimplentes e muitos pedindo recuperação judicial”, afirmou a senadora Tereza Cristina, vice-presidente da FPA. O governo, autor da Medida Provisória 1376/2026, que trata sobre o tema, tem adotado uma postura cautelosa no debate acerca das dívidas agrícolas. Há um receio de que medidas pontuais sejam desvirtuadas e provoquem danos fiscais.

Paralelamente às divergências internas, o agro brasileiro busca ampliar a participação em mercados estrangeiros. Com esse fim, tem lançado mão de muito diálogo e negociação. Na semana passada, integrantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) receberam, em Brasília, representantes de embaixadas estrangeiras para um “diálogo técnico” sobre a qualidade e a sanidade da proteína animal brasileira. Participaram do encontro convidados de 14 países e da União Europeia, membros do grupo Diplomatas da Agricultura do Brasil (DAB).

Durante a sessão, a CNA reforçou a segurança sanitária das carnes brasileiras diante das novas exigências da União Europeia para produtos de origem animal importados pelo bloco. Segundo avaliação dos participantes, a reunião foi positiva. “Essa comunicação e o diálogo são importantes para a diplomacia agrícola”, resumiu o adido agrícola da Embaixada da França e presidente do DAB, Pierre-Adrien Romon. Ele prometeu compartilhar as informações reunidas com países integrantes da organização.

Fundamental para a economia brasileira, o agro tem demonstrado a busca incessante pela excelência, por meio de técnica, eficiência e negociação. Trata-se de um exemplo a ser seguido por outros setores da atividade econômica nacional.

Carlos Magno defende mais crédito, menos burocracia e mudanças na aplicação de recursos públicos

As dificuldades enfrentadas pelo produtor rural, o acesso ao crédito, a burocracia ambiental e a aplicação dos recursos públicos estiveram entre os principais temas abordados pelo candidato a deputado estadual Carlos Magno, da Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade), durante entrevista ao programa Rondorural, do Grupo Conecta de Comunicação.

Durante a conversa, Carlos Magno relatou que tem percorrido diferentes municípios e distritos de Rondônia para conversar diretamente com produtores e moradores e identificar as principais demandas de cada região.

Segundo o candidato, entre os problemas mais citados nas suas andanças estão as dificuldades para obtenção de licenças ambientais, outorgas de água e regularização de atividades como piscicultura, além do acesso ao crédito rural.

Carlos Magno afirmou que o produtor rural enfrenta dificuldades principalmente nos períodos de oscilação dos preços.

Na avaliação apresentada durante a entrevista, uma das alternativas seria ampliar o acesso ao crédito e reduzir a burocracia para que o produtor tenha melhores condições de administrar sua produção e comercializá-la em períodos de preços mais favoráveis.

O candidato também defendeu políticas públicas específicas para a agricultura familiar, com juros menores e mecanismos que facilitem o acesso dos pequenos produtores aos programas de financiamento.

“Nós precisamos atender com acesso ao crédito, com desburocratização desse acesso, com subsídio de um juro mais baixo”, afirmou Carlos Magno durante a entrevista.

Outro ponto destacado foi a relação entre as exigências ambientais e a atividade produtiva.

Carlos Magno citou dificuldades relatadas por produtores para obter licenciamento e outorgas necessárias ao desenvolvimento de determinadas atividades rurais. Para ele, é necessário buscar mecanismos que permitam conciliar a regularização ambiental com a continuidade da produção.

A discussão, segundo o candidato, envolve diretamente o acesso ao crédito, já que a regularidade ambiental pode ser uma exigência para determinadas operações de financiamento.

Na entrevista, Carlos Magno também destacou a relação econômica entre a produção rural e o comércio dos municípios do interior.

Para ele, a renda gerada no campo acaba circulando nas cidades por meio do consumo de produtos, serviços, equipamentos e insumos.

“O campo leva para a cidade a geração de renda, de emprego, de movimento, de consumo”, afirmou.

Ouça a entrevista completa aqui

Guatemala habilita frigorífico da Prima Foods em Rondônia para carne bovina

A unidade da Prima Foods em Ji-Paraná (RO) foi habilitada para exportar carne bovina para a Guatemala. A informação foi divulgada pela própria empresa nas redes sociais e amplia as possibilidades de comercialização internacional da planta, que passou a integrar os negócios do grupo após a aquisição da operação da Frialto em julho deste ano.

A unidade tem capacidade para abater em média de 900 cabeças de gado por dia, segundo informações obtidas na época da negociação. A planta também já contava com habilitação para exportar carne bovina à Rússia.

Em publicação nas redes sociais, a Prima Foods afirmou que a habilitação para a Guatemala reforça o compromisso do grupo com padrões internacionais de segurança alimentar e qualidade. A autorização ocorre em um momento de ampliação do acesso da carne bovina brasileira ao mercado guatemalteco.

Em março deste ano, o MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) havia anunciado a habilitação de seis indústrias brasileiras para exportar carne bovina e produtos cárneos à Guatemala. A medida ocorreu após auditoria realizada no Brasil e permitiu o início imediato dos embarques pelas unidades autorizadas.

As negociações para a abertura do mercado guatemalteco vinham sendo conduzidas desde dezembro de 2025. Na ocasião da autorização, o Ministério destacou que a Guatemala, com cerca de 18 milhões de habitantes, importou mais de US$ 222 milhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025, indicando espaço para a expansão das vendas brasileiras no país.

 

Como cultivar peras

Quem tem interesse em cultivar peras pode consultar uma publicação gratuita da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para saber quais variedades combinam entre si no pomar.

O material, da coleção “500 Perguntas, 500 Respostas”, traz, na página 49, uma tabela com as combinações indicadas de variedades produtoras e polinizadoras. As orientações ajudam o produtor a escolher as plantas para o cultivo.

Além da escolha das variedades, a publicação reúne informações sobre poda, adubação, irrigação e raleio.