O Mundial de Clubes 2025 já começou, e além do futebol dentro de campo, um tema que também gera curiosidade é o tamanho dos investimentos feitos pelas equipes participantes. Uma das formas mais diretas de medir essa força financeira é por meio das folhas salariais dos elencos.
Levantamento feito pelo Lance! Biz com dados do site Capology — especializado em finanças do futebol — revela a diferença de poderio financeiro entre os gigantes europeus e os demais clubes no torneio. Os valores consideram os salários brutos anuais pagos aos jogadores, sem incluir premiações ou luvas, e estão convertidos para a cotação atual do euro.
💼 Ranking das maiores folhas salariais no Mundial
Fonte: Capology
Posição
Clube
Salário Anual (€)
Salário Anual (R$)
1
Real Madrid
279,2 mi
R$ 1,788 bilhão
2
Bayern de Munique
274,5 mi
R$ 1,759 bilhão
3
Manchester City
266,3 mi
R$ 1,706 bilhão
4
Chelsea
201,3 mi
R$ 1,290 bilhão
5
PSG
196,8 mi
R$ 1,261 bilhão
6
Al-Hilal
176,9 mi
R$ 1,134 bilhão
7
Atlético de Madrid
141,1 mi
R$ 904,4 milhões
8
Internazionale
140,7 mi
R$ 901,8 milhões
9
Borussia Dortmund
113,6 mi
R$ 728,4 milhões
10
Juventus
109 mi
R$ 698,7 milhões
11
Benfica
55,5 mi
R$ 355,6 milhões
12
Flamengo
45 mi
R$ 288,4 milhões
13
River Plate
39,1 mi
R$ 250,7 milhões
14
Palmeiras
36,6 mi
R$ 234,6 milhões
15
Monterrey
34 mi
R$ 218,0 milhões
16
Porto
26,9 mi
R$ 172,3 milhões
17
Boca Juniors
24,6 mi
R$ 157,7 milhões
18
Botafogo
22,4 mi
R$ 143,6 milhões
19
Fluminense
22,4 mi
R$ 143,6 milhões
20
Inter Miami
22,3 mi
R$ 142,9 milhões
21
Red Bull Salzburg
16,3 mi
R$ 104,5 milhões
22
LAFC
10,3 mi
R$ 66 milhões
23
Seattle Sounders
10 mi
R$ 64,1 milhões
24
Pachuca
7,7 mi
R$ 49,3 milhões
Clubes sem dados disponíveis: Al-Ahly, Al Ain, Mamelodi Sundowns, Espérance de Tunis, Urawa Red Diamonds, Wydad Casablanca, Ulsan e Auckland City.
Brasileiros se destacam entre os não-europeus
O Flamengo é o time sul-americano mais bem colocado no ranking, com folha salarial anual de R$ 288 milhões, seguido por River Plate e Palmeiras. Os demais brasileiros no torneio também aparecem bem posicionados: Botafogo e Fluminense empatam com R$ 143,6 milhões em salários por ano.
Mesmo assim, a distância para os clubes da elite europeia segue sendo expressiva. O Real Madrid, por exemplo, gasta mais de seis vezes o valor da folha do Flamengo.
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), tem reforçado a importância do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), órgão fundamental na fiscalização e certificação de produtos de origem animal produzidos e comercializados no município. O SIM tem como principal missão garantir a qualidade, segurança sanitária e a procedência dos alimentos, promovendo saúde pública e valorizando os empreendedores locais.
Com 29 agroindústrias certificadas atualmente, sendo três de caráter permanente, os frigoríficos de carne bovina e de codorna, o município avança no fortalecimento da cadeia produtiva com responsabilidade e compromisso. De acordo com o secretário da Semagric, Rodrigo Ribeiro, a certificação concedida pelo SIM assegura que os produtos atendam a todos os critérios legais de sanidade, ampliando as oportunidades de mercado para os pequenos e médios produtores.
“Estamos cuidando da saúde da população e, ao mesmo tempo, impulsionando a economia local com segurança. As agroindústrias certificadas têm mais facilidade de acesso ao comércio formal e maior aceitação junto aos consumidores”, destaca Rodrigo Ribeiro.
Agroindústria Minas Paraná, do produtor Silvano Gonçalves, há dois anos possui o selo SIM
Um exemplo de sucesso é a agroindústria Minas Paraná, do produtor Silvano Gonçalves, que há dois anos possui o selo SIM e hoje conta com cerca de 75 produtos registrados, entre eles hambúrgueres, linguiças e carnes especiais. “O certificado do SIM foi um divisor de águas para o nosso negócio. Com ele, conseguimos vender mais, porque os clientes se sentem mais seguros ao saber da procedência e da qualidade dos nossos produtos”, afirma Silvano.
Outro destaque é a agroindústria Pescado Rei do Pirarucu, localizada na zona rural de Porto Velho, que beneficia peixes com cortes nobres de pirarucu e tambaqui. O proprietário, Andrio Bertol, celebrou o sucesso do lançamento da linguiça de carne de jacaré durante a última edição da Rondônia Rural Show no município de Ji-Paraná.
“Tenho muito orgulho do tanque de criação de peixes que mantenho na propriedade. Em breve, mais um tanque entrará em funcionamento. Tudo isso só foi possível graças à certificação pelo SIM, que abriu as portas para que pudéssemos crescer com segurança e credibilidade”, comenta Andrio.
Agroindústria Pescado Rei do Pirarucu, beneficia peixes com cortes nobres de pirarucu e tambaqui
A médica veterinária Josikelle Sabrinna Souza Santos, da Semagric, explica que o trabalho do SIM vai muito além da emissão de certificados. “Realizamos fiscalizações periódicas nas agroindústrias, onde verificamos rotulagem, validade dos produtos, o sistema de produção, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), além da higienização das áreas de produção e exposição dos alimentos. Nosso objetivo é garantir que o consumidor final receba um produto seguro e de qualidade”, ressalta Josikelle.
Além das inspeções, os médicos veterinários da Semagric também têm desenvolvido ações de educação sanitária. Recentemente, o SIM promoveu uma série de palestras em escolas da rede municipal e estadual com o objetivo de conscientizar crianças e adolescentes sobre a importância da higiene na manipulação de alimentos, o uso consciente da água potável e os cuidados com a saúde pública.
A certificação pelo Serviço de Inspeção Municipal representa não apenas um selo de qualidade, mas um compromisso com o desenvolvimento sustentável, a saúde do consumidor e o fortalecimento da economia rural e urbana de Porto Velho.
Texto: Jean Carla Costa Foto: Jean Carla Costa/Evilyn Menezes/ Leandro Morais
A temporada oficial de rodeios e exposições no Brasil já começou, com diversos eventos ocorrendo em todo o país. Um dos maiores do Brasil é a Expomontes, em Montes Claros-MG, que, neste ano, chega à sua 51 ª edição. Promovida pela Sociedade Rural de Montes Claros, o evento acontecerá entre 2 e 13 de julho de 2025, no Parque de Exposições João Alencar Athayde.
Os rodeios e exposições geram um faturamento significativo, impulsionando a economia local e regional de onde acontecem (mais de 10 bilhões no último ano). Somente a Expomontes movimenta cerca de R$ 400 milhões em negócios, com expectativa de público de aproximadamente 350 mil visitantes durante os 11 dias.
Com o planejamento já em andamento, uma novidade marcante foi anunciada: a reformulação da área gramada, que agora reunirá os shows musicais e os julgamentos de animais em um formato inovador.
“Após a 50ª Expomontes, realizamos uma pesquisa junto ao público para entender as principais demandas de melhoria para a próxima edição. A principal solicitação foi uma nova configuração que aproximasse o público dos artistas”, explica José Henrique Veloso, presidente da Sociedade Rural. “Retomar esse formato, adotado em edições anteriores, era uma prioridade para a diretoria. O novo layout dividirá a pista em duas partes: metade destinada ao público em geral e a outra metade a áreas VIP, lounges e camarotes, garantindo mais conforto e acessibilidade tanto para expositores quanto para os fãs de shows e admiradores dos animais.”
A expectativa para esta edição é alta. “Com as melhorias no espaço físico, esperamos atrair um público maior e mais diversificado. A programação contará com artistas de destaque, cujos nomes serão anunciados nesta semana. Queremos proporcionar momentos inesquecíveis e continuar evoluindo para que a Expomontes celebre o agronegócio de forma cada vez mais interativa e envolvente”, afirma Tiago Rezende, diretor da Cia Promoções.
A gestão da praça de alimentação também passará por mudanças para oferecer uma experiência ainda mais agradável a todos os visitantes. “Estamos atendendo a pedidos de expositores e frequentadores para melhorar a qualidade dos serviços, criando um ambiente mais acolhedor e dinâmico”, acrescenta José Henrique.
Para mais informações sobre as atrações e atualizações da 51ª Expomontes oficiais do evento acesse @sociedaderural e @ciapromocoes.
O Sistema FAPERON/SENAR, em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Espigão do Oeste e o Sebrae Rondônia, por meio do programa “Juntos pelo Agro”, realizou na última quinta-feira (5) o primeiro Dia de Campo de 2025. A ação, voltada para produtores rurais da bovinocultura de corte, reuniu participantes de diferentes municípios da região, como Cacoal, Presidente Médici, Pimenta Bueno e Espigão do Oeste.
O evento foi sediado no Rancho Terra Viva, propriedade do produtor Eloir Sérgio, localizada na Linha Rei Davi, km 12. A propriedade é acompanhada pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do SENAR, com atuação do técnico de campo Michel Rocha, e já contou anteriormente com o suporte técnico de Emílio Emídio e supervisão de Joermerson Teixeira.
Durante a manhã, os participantes acompanharam palestras técnicas com foco em estratégias de manejo e adubação de pastagens.
O técnico Michel Rocha abordou práticas modernas de adubação e recuperação de áreas degradadas. Em seguida, o técnico Emílio Emídio detalhou formas eficientes de manejo da colheita de forragem, contribuindo para o aumento da produtividade. Já a técnica Yasmin Vilas Boas, da empresa Vitasal, destacou métodos eficazes de suplementação animal com foco em resultados zootécnicos e econômicos.
No período da tarde, os produtores puderam visitar o módulo de piquete rotacionado da propriedade, onde conheceram na prática como aplicar os conceitos discutidos ao longo do dia.
“Esses eventos são uma oportunidade para que os produtores aprendam sobre novas tecnologias, práticas sustentáveis e ferramentas de gestão que realmente fazem a diferença na produção”, destacou o superintendente do SENAR Rondônia, Elmerson Lira.
A programação também contou com uma participação especial da Polícia Militar, que apresentou a atuação da Patrulha Rural e reforçou a importância do cadastramento das propriedades como medida de segurança e prevenção.
“Não posso deixar de reconhecer a grandeza e a eficiência desse trabalho. Sou imensamente grato! Parabéns a todos os envolvidos. O trabalho dos técnicos fez toda a diferença na minha vida. Hoje, ando por este sítio com alegria, vendo os resultados acontecerem. A rentabilidade melhorou muito, e já estamos aplicando as técnicas nas outras propriedades também”, destacou o produtor Eloir Sérgio.
Entre as lideranças presentes estiveram o gerente de Assistência Técnica do SENAR Rondônia, Luiz Maurício; o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Espigão do Oeste, Nilson Pereira; o analista do Sebrae Rondônia, Fernando dos Santos; o analista do Sistema FAPERON/SENAR, Melvin Ryan e a agente de negócios Ana Paula, além de técnicos, produtores e representantes locais do setor agropecuário.
O evento reforça o compromisso do Sistema FAPERON/SENAR com a qualificação técnica no campo, valorizando o produtor e estimulando o crescimento sustentável da pecuária em Rondônia.
Do Leite à Superação comheça a história de Luzinete Fernandes que transformou sonho em realidade
Na beira da rodovia BR-364, no Km 71, entre os municípios de Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste, uma pequena estrutura simples chama a atenção dos viajantes. É o ponto de venda da Agroindústria Lacklein, onde o aroma do queijo artesanal convida para uma parada. Foi o que aconteceu com o motorista João Gomes, que ao passar pela região, não resistiu ao cheiro inconfundível e decidiu conhecer de perto o trabalho da família.
Paiol do Queijo se tornou uma parada para Caminhoneiros amantes de queijos de qualidade
À frente da agroindústria está Luzinete Fernandes, uma mulher forte e determinada, que há vinte anos trabalha ao lado da família na produção de queijos artesanais. Luzinete representa o empreendedorismo feminino no campo, sendo responsável por grande parte da organização, cuidado e evolução das receitas que hoje conquistam prêmios e paladares em Rondônia.
Luzinete Fernandes, uma empreendedora do Campo, que Transformou Leite em Prêmios
A Agroindústria Lacklein é familiar e carrega no nome a força do patriarca Nevaldir Klein, mas é nas mãos da esposa Luzinete que a tradição ganha forma e sabor. O carro-chefe da produção é o queijo provolone defumado, cuidadosamente elaborado com madeira seca. “Foram seis meses desenvolvendo essa receita. Ele precisa ser bem armazenado para atingir o aroma certo, maciez e o sabor que já garantiu ao nosso queijo o título de campeão pela terceira vez no concurso de qualidade de queijo do nosso estado”, conta Luzinete, com orgulho no olhar.
Empreendedorismo feminino no campo ganha destaque com a história de Luzinete Fernandes e a agroindústria Lacklein
Na 12ª edição da Rondônia Rural Show Internacional, a Agroindústria Lacklein brilhou mais uma vez. Entre 22 queijos inscritos por 13 agroindústrias, nas categorias coalho, provolone e muçarela, a Lacklein conquistou o 1º lugar com seu provolone e o 3º lugar com a muçarela, reconhecida pela textura, maciez e sabor. No total, foram 26 agroindústrias participantes e cada uma concorreu em até duas categorias.
Empreendedorismo Feminino com Sabor e Tradição no Km 71 da BR 364 em Rondônia
Hoje, a Agroindústria Lacklein oferece 14 variedades de queijos artesanais, todos produzidos com cuidado, respeito às tradições e muito carinho, como ressalta Luzinete. “A gente faz tudo com amor. E cada prêmio mostra que estamos no caminho certo. Não é fácil ser mulher no campo, mas é gratificante ver nosso trabalho sendo valorizado.”
Além de Luzinete, a agroindústria conta com o trabalho dedicado de mulheres da comunidade, além de filhos, genros e noras que se uniram em torno de um mesmo propósito. A trajetória da família Lacklein é um exemplo de como o empreendedorismo feminino pode transformar a realidade do campo, gerando renda, valorizando a cultura local e levando sabor diretamente da terra para a mesa.
Do Campo à Mesa, a Revolução Artesanal da Agroindústria Lacklein comandada pela força feminina
Enquanto muitos passam apressados pela rodovia, alguns, como o motorista João Gomes, decidem parar. E ao fazer isso, descobrem que no km 71 existe muito mais do que queijo, há uma história de luta, tradição e mulheres que fazem a diferença no meio rural.
Na manhã deste domingo, 8 de junho de 2025, moradores do bairro Nova Porto Velho, na capital de Rondônia, relataram terem sentido um tremor de terra. O abalo foi percebido por volta das 7h30 da manhã, quando objetos dentro de casas se moveram e alguns moradores de um prédio decidiram descer às pressas, temendo algo mais grave.
“Estávamos no apartamento e sentimos tudo balançar. As portas bateram e parecia que o prédio estava tremendo. Descemos correndo”, contou uma moradora, ainda abalada com a situação.
Apesar do susto, até o momento, nenhum registro oficial foi feito por órgãos sismológicos nacionais confirmando tremor em Porto Velho.
Pode ter relação com o terremoto na Colômbia?
No mesmo período da manhã, a região central da Colômbia foi atingida por um terremoto de magnitude 6,3, com epicentro próximo à cidade de Paratebueno, a cerca de 100 km de Bogotá. O tremor foi forte e sentido em várias partes do país, mas especialistas afirmam que é muito improvável que um sismo nessa distância seja sentido em Porto Velho, que está a mais de 3.500 km do epicentro.
Segundo geólogos, a vibração percebida na capital rondoniense pode ter sido causada por outras fontes, como movimentações de solo locais, obras com grande impacto ou até mesmo microtremores que não foram registrados por estações de medição mais distantes.
Moradores devem ficar atentos
Embora o episódio não tenha causado danos, o susto foi real. Autoridades recomendam que, em casos como este, os moradores mantenham a calma, busquem locais seguros e comuniquem qualquer anormalidade à Defesa Civil ou ao Corpo de Bombeiros.
Foram cinco dias intensos de formação, em dois turnos, com a participação de cerca de 140 profissionais
Profissionais da educação do município de Itapuã do Oeste-RO participaram de 02 a 06 de junho do Curso sobre a Lei Lucas (Lei Federal 13.722/2018) com Ênfase em Primeiros Socorros. A lei sancionada há sete anos obriga a capacitação em primeiros socorros para educadores e funcionários de instituições públicas e privadas da educação básica, bem como estabelecimentos de recreação infantil. A legislação foi inspirada na trágica morte de Lucas Begalli Zamora, de 10 anos, que se engasgou durante uma excursão escolar e não recebeu atendimento adequado a tempo.
As equipes aproveitaram cada momento do curso, afinal, em um ambiente escolar todo mundo é responsável pela segurança dos alunos
A capacitação foi solicitada pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com o vereador Fábio Júnior (AVANTE) à Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia e executada pela equipe pedagógica da Escola do Legislativo. Foram cinco dias intensos de formação, em dois turnos, com a participação de cerca de 140 profissionais, dentre eles: professores, supervisores, inspetores de pátio, merendeiras, gestores, motoristas e monitores de ônibus escolar, além da participação de servidores das secretarias de Saúde e Assistência Social. “Analisamos todo o cronograma escolar para que o máximo de profissionais que estão lotados em nossas cinco escolas da rede pudessem participar. Foi uma semana de muito aprendizado. Certamente nossas equipes aproveitaram cada momento do curso, afinal, em um ambiente escolar todo mundo é responsável pela segurança dos alunos, do professor ao inspetor de pátio.”, explicou a secretária de educação, Luciana Fontinele.
Quando se trata de primeiros socorros é necessário que o profissional tenha agilidade caso aconteça alguma eventualidade dentro da escola
CURSO NA PRÁTICA
De acordo com a enfermeira e professora Márcia Valéria, o curso com duração de 20h, dividido em 4h por dia foi realizado com muita prática. “Colocamos os alunos para praticar durante a formação. Pois quando se trata de primeiros socorros é necessário que o profissional tenha agilidade caso aconteça alguma eventualidade dentro da escola. Finalizamos a formação com a certeza que as equipes saberão realizar qualquer manobra necessária”, destacou a professora.
A capacitação foi solicitada pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com o vereador Fábio Júnior
“Estou muito feliz pela oportunidade de ter participado da capacitação. A enfermeira Márcia é uma profissional de excelência e nos colocou o tempo todo para realizar as atividades com práticas que pareciam reais. Agradeço a Secretaria de Educação por trazer a Escola do Legislativo para que pudéssemos realizar essa importante formação”, disse Joseli Mendes, professora há mais de 20 anos da rede municipal de Itapuã.
Ao longo dos 12 anos que separam as últimas edições do censo demográfico brasileiro, a população evangélica avançou em todo o Brasil. Em 2022, mais de 1,5 milhão de residentes do Ceará a partir de 10 anos declararam seguir essa religião, cerca de 20,8% das mais de 7,6 milhões que estão nessa faixa etária — ou 1 em cada 5 pessoas. Pouco mais de uma década atrás, em 2010, eram 1.017.601 pessoas, 14,3% dos moradores do Estado que, naquele momento, estavam na faixa etária pesquisada.
Por outro lado, a parcela católica do Estado reduziu nesse mesmo período. No Censo Demográfico de 2010, a religião Católica Apostólica Romana foi declarada por mais de 5,6 milhões de pessoas, 79,1% dos residentes de 10 anos ou mais do Ceará naquele período. No levantamento de 2022, o total de católicos reduziu para cerca de 5,3 milhões, enquanto a proporção referente à população nessa faixa etária foi para 70,4%.
Os dados relacionados ao perfil religioso da população residente no País foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na manhã desta sexta-feira (6). De acordo com a publicação, essa mudança já era uma tendência captada nos censos demográficos de 2000 e de 2010. A consolidação dela apareceu no levantamento de 2022.
Em todo o Brasil, houve uma redução de 8,4 pontos percentuais (p.p.) na proporção de católicos, que saiu de 65,1% em 2010 para 56,7% em 2022. Essa queda, porém, foi menor do que a apresentada entre 2000 e 2010, quando a perda foi de 9 p.p., passando de 74% para 65,1%.
Católicos no Brasil
2010: 105.4 milhões (65,1%)
2022: 100.2 milhões (56,7%)
Já a parcela de evangélicos aumentou de 21,6% para 26,9% entre 2010 e 2022, um aumento de 5,2 p.p., menor do que na década anterior. Entre 2000 e 2010, essa proporção cresceu 6,5 p.p., ao sair de 15% para 21,6%.
Evangélicos no Brasil
2010: 35 milhões (21,6%)
2022: 47,4 milhões (26,9%)
População evangélica por estado
O maior avanço de evangélicos entre 2010 e 2022 ocorreu na população do Acre. Em 2010, aproximadamente um em cada três acreanos de 10 anos ou mais afirmava ser evangélico, correspondendo a cerca de 33% deles. Em 2022, essa parcela aumentou para 44,4% — 13 p.p. a mais.
Além do Acre, outros três estados que lideram a lista de maior proporção de evangélicos são da região Norte. Em segundo lugar está Rondônia, com 41,1% de evangélicos, seguido por Amazonas (39,4%) e Amapá (36,4%). O 5º lugar do ranking é do Espírito Santo, que lidera na região Sudeste, com 35,4% de evangélicos.
Quatro dos estados com as menores parcelas de pessoas dessa religião estão no Nordeste: Piauí (15,6%), Sergipe (18,3%), Ceará (20,8%) e Paraíba (20,8%). Em seguida, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte dividem o 5º lugar, com 21,4% de evangélicos.
Ranking da proporção da população declarada evangélica
Acre – 44,4% – População: 830.018 pessoas
Rondônia – 41,1% – População: 1.581.196 pessoas
Amazonas – 39,4% – População: 3.941.613 pessoas
Amapá – 36,4% – População: 733.759 pessoas
Espírito Santo – 35,4% – População: 3.833.712 pessoas
Pará – 35,3% – População: 8.120.131 pessoas
Roraima – 34,4% – População: 636.707 pessoas
Goiás – 32,6% – População: 7.056.495 pessoas
Mato Grosso do Sul – 32,5% – População: 2.757.013 pessoas
Rio de Janeiro – 32,0% – População: 16.055.174 pessoas
Tocantins – 31,0% – População: 1.511.460 pessoas
Mato Grosso – 30,0% – População: 3.658.649 pessoas
Distrito Federal* – 29,2% – População: 2.817.381 pessoas
São Paulo – 27,3% – População: 44.411.238 pessoas
Paraná – 26,1% – População: 11.444.380 pessoas
Maranhão – 25,4% – População: 6.776.699 pessoas
Pernambuco – 25,2% – População: 9.058.931 pessoas
Minas Gerais – 24,8% – População: 20.539.989 pessoas
Santa Catarina – 23,4% – População: 7.610.361 pessoas
Bahia – 23,4% – População: 14.141.626 pessoas
Alagoas – 22,9% – População: 3.127.683 pessoas
Rio Grande do Norte – 21,4% – População: 3.302.729 pessoas
Rio Grande do Sul – 21,4% – População: 10.882.965 pessoas
Paraíba – 20,8% – População: 3.974.687 pessoas
Ceará – 20,8% – População: 8.794.957 pessoas
Sergipe – 18,3% – População: 2.210.004 pessoas
Piauí – 15,6% – População: 3.271.199 pessoas
Católicos nos estados brasileiros
Também foi um estado da região Norte que registrou a maior redução da população católica entre 2010 e 2022, em pontos percentuais. No Amapá, 51% das pessoas de 10 anos ou mais declararam seguir a religião em 2022, frente a 64,2% dos amapaenses dessa faixa etária em 2010. Essa mudança representou uma queda de 13,1 p.p. no estado.
Ainda que tenha reduzido em todo o País, a proporção católica da população representa mais da metade dos habitantes em 21 das 27 unidades federativas do Brasil. Essa parcela não chega a 50% apenas no Distrito Federal (49,7%), no Espírito Santo (47,8%), no Acre (38,9%), em Roraima (37,9%), em Rondônia (40,9%) e no Rio de Janeiro (38,9%).
Em três delas, porém, mais da metade da população havia se declarado católica no Censo Demográfico de 2010: Distrito Federal (57,2%), Espírito Santo (54,2%) e Acre (52,0%).
Por outro lado, seis estados nordestinos estão no topo da lista de maiores proporções de católicos.
Piauí: 77,4%
Ceará: 70,4%
Paraíba: 69%
Sergipe: 67,8%
Rio Grande do Norte: 67%
Maranhão: 64,4%
Legenda: A proporção de católicos no Ceará reduziu entre os Censos Demográficos de 2010 e 2022, passando de 79,1% dos residentes de 10 anos ou mais para 70,4% Foto: Kid Jr
Religião no Censo Demográfico de 2022
O perfil religioso das pessoas de 10 anos ou mais de idade residentes no País foi investigado pelo IBGE no questionário da amostra do Censo Demográfico 2022, em que pessoas dessa faixa etária responderam à pergunta “qual é sua religião ou culto?”. Em Terras Indígenas e nos Setores Censitários de agrupamentos indígenas, a redação do quesito foi alterada para “qual a sua crença, ritual indígena ou religião?”, com o objetivo de captar melhor as informações desse grupo populacional.
Os resultados apresentados também mostram informações relacionadas a religião segundo as características como sexo, cor ou raça, grupos de idade e nível de instrução. Também existe a desagregação por características dos domicílios, como o acesso domiciliar à internet e a condição de ocupação da residência.
A religião da população é investigada desde o primeiro Censo Demográfico brasileiro, realizado em 1872. Porém, a forma de coleta e divulgação dessa informação passou por transformações relevantes ao longo do tempo.
Naquele primeiro ano, por exemplo, o recenseador assinalava se cada morador recenseado era “cathólico” ou “acathólico”, segundo informações do IBGE. Além disso, toda a população escravizada foi recenseada como católica, sem possibilidade de declarar outra religiosidade. As religiões afro-brasileiras só apareceram como uma categoria em 1980.
Em 150 anos de levantamento censitário da declaração de religião (1872-2022) no Brasil, são muitas as mudanças registradas. Nesse um século e meio, o catolicismo apostólico romano, antes a religião do Império, religião da quase totalidade da população brasileira e religião oficial do Estado até a Constituição da República de 1891, vem perdendo espaço hegemônico para diversas outras religiosidades, compondo assim, um quadro multirreligioso da população residente no Brasil.
O IBGE conduziu o censo demográfico pela primeira vez em 1940 e, naquele ano, 94,7% da população com 10 anos ou mais de idade se declararam de religião católica apostólica romana. Os evangélicos representavam 2,7% e os espíritas, 1,2%. “Outras religiões” foram declaradas por 1,1% da população nessa faixa etária, enquanto 0,2% afirmou não ter religião.
Por Alessandro Lubiana, jornalista e especialista em Comunicação Institucional
Em um ambiente digital saturado de informações, o que realmente prende a atenção das pessoas? A resposta está nas histórias — mais especificamente, nas histórias reais.
Num mundo em que a autenticidade se tornou um dos valores mais buscados pelo público, contar histórias verdadeiras deixou de ser um recurso opcional e passou a ser essencial para quem deseja construir presença e influência nas redes sociais.
Histórias criam conexão emocional
Desde os tempos mais antigos, seres humanos se conectam por meio de narrativas. Hoje, nas redes, isso não mudou. O que mudou foi a velocidade com que consumimos essas histórias — e a urgência de que sejam autênticas.
Quando alguém compartilha uma experiência real, abre uma porta para a empatia. Quem lê ou assiste se reconhece, se emociona, sente algo verdadeiro. E essa emoção é o que transforma seguidores em comunidade.
A autenticidade como ativo
Histórias reais transmitem autenticidade, algo que o público valoriza cada vez mais. Perfis perfeitos, com imagens impecáveis e mensagens genéricas, já não têm o mesmo apelo. As pessoas querem saber quem está por trás das marcas e perfis. Querem falhas, bastidores, humanidade.
Ao compartilhar uma história vivida — seja uma conquista, um erro ou uma dúvida — você se mostra humano. Isso gera confiança, o bem mais valioso nas redes sociais.
Conteúdos com histórias engajam mais
Não é coincidência que os posts com maior engajamento sejam, muitas vezes, aqueles que contam histórias reais. Eles prendem a atenção, despertam curiosidade, estimulam comentários e compartilhamentos.
Segundo estudos da Stanford University, conteúdos transmitidos em formato de narrativa têm 22 vezes mais chances de serem lembrados do que dados apresentados de forma isolada. A explicação é simples: histórias ativam múltiplas áreas do cérebro, o que torna a mensagem mais envolvente e memorável.
O protagonismo das pessoas no marketing político
A comunicação política eficaz não se constrói apenas com promessas ou propostas técnicas. Ela se fortalece quando mostra, com clareza, quem são as pessoas impactadas pelas decisões públicas. Nesse contexto, dar voz aos cidadãos e contar histórias reais é uma estratégia que aproxima, sensibiliza e engaja.
Quando alguém fala sobre como determinada política pública mudou sua vida, a narrativa se torna incontestável — não porque é perfeita, mas porque é vivida. São essas vozes que tornam a política tangível. Em vez de apenas falar sobre as pessoas, campanhas de sucesso colocam as pessoas como protagonistas. E isso muda tudo.
A comunicação baseada na realidade, sem truques
Em tempos de desconfiança digital, a simplicidade virou sinônimo de verdade. O conteúdo que mostra a realidade sem artifícios — com sua beleza, imperfeições e força — é o que mais engaja. Não se trata de abandonar o planejamento ou a estética, mas de usar esses recursos para amplificar o que já é genuíno.
As histórias reais emocionam porque não precisam ser perfeitas. Precisam ser humanas. Mostrar os bastidores, os desafios, os aprendizados e as transformações reais é o que conecta, gera identificação e constrói credibilidade.
Em vez de criar personagens idealizados, é hora de valorizar as pessoas como elas são. Com verdade, respeito e escuta ativa. É assim que se constrói uma comunicação institucional sólida e, acima de tudo, significativa.
Alessandro Lubiana
Doutor em Educação (UNIVALI/SC), mestre em Planejamento e Desenvolvimento Regional (UNITAU/SP) e graduado em Comunicação Social (CEULJI/RO). Especialista em Liderança Corporativa (FAG/PR), Direção de Comunicação e Publicidade Digital (ESIC/PR) e Metodologia do Ensino Superior.
As principais entidades representativas do setor leiteiro de Rondônia,FAPERON, FETAGRO, Conseleite/RO, Sindileite/RO, APRON e OCB/RO ,divulgaram nesta quinta-feira (05) uma declaração conjunta manifestando preocupação com a recente aprovação da Lei Complementar Estadual nº 1.283/2025.DECLARAÇÃO CONJUNTA DAS AUTORIDADES DE REPRESENTAÇÃO
A nova legislação, aprovada pela Assembleia Legislativa no dia 26 de maio e sancionada pelo Governo do Estado, autoriza a transferência dos recursos e saldos positivos dos Fundos PROLEITE e FUNCAFÉ/RO para o orçamento fiscal da EMATER-RO. A medida também revoga e altera diversas legislações anteriores relacionadas à cadeia produtiva leiteira e ao café no estado.
O Fundo PROLEITE foi criado com recursos oriundos de um benefício fiscal concedido pelo Governo aos laticínios, que contribuem com 0,7% do faturamento bruto para fomentar o desenvolvimento da pecuária leiteira. Desde então, o Fundo tem sido essencial para investimentos em tecnologia, genética, equipamentos agrícolas, tanques de refrigeração e fornecimento subsidiado de insumos, como o nitrogênio para inseminação artificial.
As entidades afirmam que a nova destinação dos recursos coloca em risco os avanços conquistados nos últimos anos, especialmente diante de um cenário de dificuldades econômicas, com aumento nos custos de produção, importações desleais de lácteos e redução da atividade leiteira no estado. Rondônia enfrenta atualmente o menor volume de produção de leite das últimas duas décadas, com muitos produtores deixando a atividade.
Em busca de uma solução, as entidades propõem a abertura de diálogo com a EMATER-RO para discutir um novo modelo de gestão dos recursos do PROLEITE. Também sugerem a criação de uma Câmara Setorial do Leite, com participação paritária entre governo e setor produtivo, para analisar e aprovar previamente os projetos financiados com os recursos do Fundo.
As instituições signatárias se colocam à disposição para colaborar na construção de soluções conjuntas, garantindo que os recursos do PROLEITE cumpram sua função original: fortalecer a cadeia leiteira, impulsionar a produção e promover o desenvolvimento sustentável do setor em Rondônia.
Assinam a declaração conjunta:
•Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia – FAPERON
•Federação dos Trabalhadores Rurais do Estado de Rondônia – FETAGRO
•Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Leite do Estado de Rondônia – CONSELEITE/RO
•Sindicato das Indústrias de Laticínios de Rondônia – SINDILEITE
•Associação dos Pecuaristas de Rondônia – APRON
•Organização das Cooperativas do Brasil – Sistema OCB/RO