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Zagueiro é pego no antidoping e alega remédio contra calvície após câncer

Yeray Alvarez, do Athletic Bilbao, em ação contra o Real Madrid • Divulgação/Athletic Bilbao

Yeray Alvarez, do Athletic Bilbao, foi suspenso provisoriamente devido a um teste de doping positivo, após uma partida da Europa League contra o Manchester United.

O zagueiro alegou que ingeriu involuntariamente uma substância proibida em um medicamento usado para tratar queda de cabelo.

Álvarez afirmou ter testado positivo após a derrota nas semifinais do Bilbao para o time inglês por 3 a 0, em casa, em maio. O time espanhol também perdeu o jogo de volta por 4 a 1 e acabou eliminado.

O zagueiro de 30 anos foi diagnosticado com câncer testicular em 2016 e disse que estava tomando o medicamento como parte do tratamento para alopecia.

“Após estudar o caso, estabelecemos que meu teste deu positivo porque, sem querer, tomei um medicamento para prevenção de queda de cabelo que continha uma substância proibida”, disse Alvarez, em uma publicação nas redes sociais, na quinta-feira (10).

A Uefa disse que não comentaria o caso até que uma decisão disciplinar final fosse tomada.

O Bilbao deu total apoio a Alvarez, que passou pela base do clube e fez 257 jogos em todas as competições pela equipe principal.

Da Reuters

Taxa de 50% imposta por Trump ameaça exportações do agro

Foto: Pixabay

A decisão do governo dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 50% sobre todos os produtos importados do Brasil a partir de 1º de agosto de 2025 acendeu um alerta no agronegócio nacional. Segundo Frederico Franco, especialista em riscos, compliance e auditoria, a medida atinge diretamente os pilares das exportações agrícolas brasileiras e compromete a competitividade dos nossos produtos no mercado norte-americano.

“É como se adicionássemos um pedágio extra no preço final. Um produto brasileiro que custa US$ 100 passa a custar US$ 150 para o consumidor americano. Isso torna nossos produtos muito menos atrativos”, explica Franco. A medida, assinada pelo presidente Donald Trump, foi formalizada em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atinge qualquer mercadoria de origem brasileira — inclusive aquelas redirecionadas via países terceiros.

O impacto no agro é profundo. Entre os segmentos mais afetados estão o café, as carnes e o suco de laranja. O Brasil responde por 32% do mercado de café nos Estados Unidos e vinha ampliando sua presença no setor de carnes, com crescimento de 113% nas exportações para o país. “Uma tonelada de carne brasileira que hoje é vendida por cerca de US$ 5.700 pode passar a custar US$ 8.600. É praticamente inviável continuar exportando nessas condições”, afirma o especialista.

Além do aumento da tarifa, o dólar já registrou alta imediata com o anúncio, elevando os custos de importação de insumos utilizados na produção agrícola nacional. “Estamos diante de um ciclo vicioso: insumos mais caros e perda de competitividade externa”, avalia Frederico Franco.

Na visão do especialista, o Brasil tem três caminhos possíveis para lidar com a crise. O primeiro — e mais viável — seria a busca de uma solução diplomática, revertendo uma decisão que, segundo ele, é “claramente política”. A segunda alternativa seria diversificar os mercados, ampliando as vendas para Ásia e Europa. Já o terceiro caminho, de represália comercial, é considerado mais delicado e pouco recomendável.

“O principal caminho, que inclusive já está sendo articulado pela Frente Parlamentar da Agropecuária, é buscar uma saída diplomática. Essa é uma decisão que, se não revista, pode comprometer toda a estratégia de exportação do agro brasileiro para os próximos anos”, conclui Frederico.

A imposição da nova tarifa ocorre em um momento de tensões diplomáticas, coincidente com a realização da cúpula do Brics no Rio de Janeiro. O endurecimento das regras comerciais é interpretado por bastidores diplomáticos como uma retaliação à postura política do Brasil no bloco dos países emergentes.

Agrolink – Aline Merladete

Arraial Flor do Maracujá 2025 é adiado para agosto em Porto Velho

A Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) anunciou nesta quinta-feira (10) a nova data da 41ª edição do Arraial Flor do Maracujá. O evento, que antes estava previsto para julho, será realizado de 1º a 10 de agosto, no Parque dos Tanques, em Porto Velho.

De acordo com a Sejucel, a mudança no cronograma foi feita a pedido da União Junina Portovelhense (UNAJUP), que representa os grupos folclóricos da capital. Segundo a entidade, o novo prazo vai ajudar as agremiações a finalizarem os preparativos das apresentações, como figurinos, alegorias e coreografias.

A decisão foi anunciada após reunião com os representantes das quadrilhas e bois-bumbás. A organização acredita que a nova data vai permitir um evento ainda mais estruturado e bonito para o público.

Arraial Flor do Maracujá

O tradicional arraial “Flor do Maracujá” é reconhecido como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do estado de Rondônia. A origem do nome é uma homenagem à primeira quadrilha registrada em Porto Velho: Quadrilha Flor do Maracujá.

O evento reúne apresentações de quadrilhas juninas, bois-bumbás e grupos folclóricos de várias regiões do estado. Além dos espetáculos, o arraial também movimenta a economia local com barracas de comidas típicas e shows de música regional.

Por g1 RO

Milagre da Amazônia: Creme produzido por abelhas sem ferrão tem alto poder de cicatrização, apontam pesquisas

Diretamente das florestas da Amazônia, surge mais um tesouro da biodiversidade brasileira: o creme natural produzido por abelhas sem ferrão, especialmente nas regiões ricas em açaizeiros  os chamados açais-ais , tem demonstrado potente ação cicatrizante e antimicrobiana. Pesquisas científicas recentes vêm comprovando que esse produto natural pode revolucionar os cuidados com a pele e até a medicina natural.

O poder das pequenas abelhas

Espécies como jataí, uruçu, mandaçaia e canudo, típicas da região Norte do Brasil, produzem um conjunto de substâncias que incluem mel, cerume, própolis e geoprópolis — uma mistura rica em resinas vegetais, cera, óleos e secreções próprias dessas abelhas nativas.

O resultado é uma espécie de “creme” natural com propriedades antibacterianas, anti-inflamatórias, antifúngicas e cicatrizantes. Nas comunidades tradicionais amazônicas, esse material já é usado há séculos em feridas, picadas de insetos e problemas de pele. Agora, a ciência começa a confirmar o que os saberes populares já sabiam.

O creme produzido por essas abelhas acelera significativamente a regeneração da pele em feridas, com efeitos comparáveis a medicamentos farmacêuticos modernos.
O creme produzido por essas abelhas acelera significativamente a regeneração da pele em feridas, com efeitos comparáveis a medicamentos farmacêuticos modernos-.the group of black bee

Estudos comprovam eficácia

Pesquisas realizadas por instituições como a Embrapa Amazônia Oriental, Universidade Federal do Pará (UFPA) e Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) demonstraram, em testes laboratoriais, que o creme produzido por essas abelhas acelera significativamente a regeneração da pele em feridas, com efeitos comparáveis a medicamentos farmacêuticos modernos.

Um dos estudos mais promissores avaliou o geoprópolis da abelha jataí, aplicado em feridas de animais. O resultado mostrou redução de infecções, aceleração no fechamento da pele e aumento da produção de colágeno, indicando alto potencial terapêutico.

A floresta como farmácia viva

A rica flora da Amazônia é parte fundamental dessa fórmula natural. As abelhas coletam resinas de plantas medicinais nativas, como copaíba, jambu e espécies ligadas ao açaí, incorporando esses compostos ao seu geoprópolis. Isso explica o poder biológico dessas substâncias — verdadeiros extratos farmacológicos que a natureza produz com precisão milenar.

Potencial para cosméticos e fitoterápicos

Com o avanço das pesquisas, empresas de cosméticos e farmacêuticas já começam a olhar com atenção para esse mercado promissor. O uso do creme das abelhas sem ferrão pode se expandir para a produção de pomadas cicatrizantes, cremes antissépticos, produtos pós-tatuagem, loções hidratantes e até tratamentos para queimaduras leves.

Apesar do grande potencial, os pesquisadores alertam que ainda são necessários mais estudos clínicos e regulamentações da Anvisa antes que os produtos sejam comercializados em larga escala como medicamentos.

A Amazônia pode oferecer soluções sustentáveis, econômicas e medicinais para o mundo.

Cuidado ao usar por conta própria

Muitas pessoas têm buscado o uso caseiro desses produtos naturais. No entanto, especialistas recomendam cautela. É essencial garantir que a substância seja pura e sem contaminações, e o ideal é que o uso seja acompanhado por profissionais de saúde ou fitoterapia.

Um futuro promissor para a bioeconomia amazônica

Com a valorização dos saberes tradicionais e a confirmação científica de suas propriedades, o creme das abelhas sem ferrão representa um exemplo claro de como a Amazônia pode oferecer soluções sustentáveis, econômicas e medicinais para o mundo.

Além de cuidar da saúde humana, o incentivo ao manejo das abelhas nativas também contribui para a preservação ambiental e geração de renda para comunidades extrativistas e apicultores da região.

A natureza continua provando que, com respeito e ciência, é possível encontrar grandes remédios em pequenos insetos.

Governo cria IPI Verde e zera imposto para carros sustentáveis

Veículos compactos produzidos no Brasil e com alta eficiência ambiental terão impostos de fabricação zerados. É o que prevê um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (10). A medida integra o Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), lançado no ano passado, que visa à descarbonização da frota automotiva do país, por meio de incentivos fiscais, especialmente em relação às alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Para ter direito ao IPI zero, o carro sustentável deve atender a quatro requisitos: emitir menos de 83 gramas de gás carbônico (CO₂) por quilômetro, conter mais de 80% de materiais recicláveis, ser fabricado no Brasil (etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem), se enquadrar em uma das categorias de carro compacto (veículo de entrada das marcas).

O lançamento da inciativa ocorreu durante uma cerimônia, no Palácio do Planalto, com a participação do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, além de ministros, parlamentares e representantes do setor automotivo do país. O decreto assinado por Lula redefine a tabela do IPI, construída como um mecanismo de soma zero, em relação ao total de carros vendidos no Brasil. Com validade até dezembro de 2026, o decreto antecede os efeitos da reforma tributária, informou o Planalto.

“Carro sustentável sem aumentar impostos, zero aumento de imposto, sem onerar o fiscal, equilíbrio total, mas estimulando a descarbonização, a sustentabilidade e o social”, destacou Alckmin.

O decreto será publicado no Diário Oficial da União (DOU). Para os demais veículos que não se enquadrem no IPI zero, o texto estabelece um novo sistema de cálculo do imposto, que entra em vigor em 90 dias.

A nova tabela parte de uma alíquota base de 6,3% para veículos de passageiros e de 3,9% para comerciais leves, que será ajustada por um sistema de acréscimos e decréscimos. O cálculo levará em conta critérios como eficiência energética, tecnologia de propulsão, potência, nível de segurança e índice de reciclabilidade.

Segundo o governo, o veículos com melhores indicadores receberão bônus (descontos no imposto), enquanto os com piores avaliações sofrerão um acréscimo. Dessa forma, não haverá déficit fiscal na cobrança do imposto. Um carro de passeio híbrido-flex pode ter a alíquota reduzida em 1,5 ponto percentual, segundo a nova tabela. Se também atender ao critério de eficiência do programa Mover, perde mais 1 ponto, e se cumprir o nível 1 de reciclabilidade, perde outro. Com isso, o IPI desse veículo cai de 6,3% para 2,8%.

A estimativa do governo é de redução do IPI para 60% dos veículos comercializados no Brasil, com base no número de carros vendidos em 2024, sem impacto fiscal. O Mover prevê R$ 19,3 bilhões de créditos financeiros entre 2024 e 2028. A previsão da cadeia produtiva do setor, entre fabricantes, setor de autopeças e concessionárias, é que os investimentos associados ao programa atinjam até R$ 190 bilhões nos próximos anos.

“Um carro produzido hoje no Brasil polui 20 vezes menos do que um carro produzido no início dos anos 2000. De quando as políticas começaram a ser feitas, nós reduzimos no Brasil o consumo em 35% de combustível e, consequentemente, as emissões, não só de dióxido de carbono, mas também de nitrato e outros poluentes, diminuíram bastante. Essa previsibilidade, de política de Estado, é o que o Mover nos traz”, destacou o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Igor Calvet.

Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil

Saiba quais são as unidades de conservação mais populosas do país

© Fernando Frazão/Agência Brasil

As dez unidades de conservação mais populosas do país concentram 4,2 milhões de habitantes. Isso quer dizer que abrigam mais de um terço (36%) do total de pessoas que vivem nessas regiões instituídas pelo poder público, com objetivos de conservação e limites definidos.

A constatação faz parte de um suplemento do Censo 2022, divulgado nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os recenseadores identificaram 11,8 milhões de habitantes (5,82% da população) em 1.138 unidades de preservação espalhadas por 1.375 municípios. Essas regiões delimitadas incluem áreas como reservas biológicas, extrativas, florestas, parques e Áreas de Proteção Ambiental (APA).

Confira a lista das dez unidades de conservação mais populosas – São Paulo e Maranhão se destacam:

  • APA do Planalto Central (DF/GO): 601.773 habitantes
  • APA da Baixada Maranhense (MA): 583.882 habitantes
  • APA de Upaon-Açu / Miritiba / Alto Preguiças (MA): 509.977 habitantes
  • APA Sistema Cantareira (SP): 495.859 habitantes
  • APA Jundiaí (SP): 449.143 habitantes
  •  APA Piracicaba Juquerí-Mirim Área II (SP): 430.934 habitantes
  • APA da Bacia do Rio São Bartolomeu (DF): 360.760 habitantes
  • APA Serra da Ibiapaba (CE): 352.779 habitantes
  • APA de Petrópolis (RJ): 242.034 habitantes
  • APA das Reentrâncias Maranhenses (MA): 240.498 habitantes

Unidades da federação

O suplemento do Censo 2022 classificou o número de habitantes por unidades da federal (UF). São Paulo é o estado com maior quantidade de pessoas vivendo em áreas de conservação.

Confira a lista das cinco UFs com maior número de pessoas em regiões de preservação:

  • São Paulo: 2.483.199 habitantes
  • Maranhão: 1.555.668 habitantes
  • Bahia: 1.354.144 habitantes
  • Rio de Janeiro: 1.118.507 habitantes
  • Distrito Federal: 1.103.325 habitantes

Em relação à proporção da população, o Distrito Federal ocupa o topo, seguido pelo Maranhão. Das dez UFs que lideram o ranking, nove se situam acima da proporção do Brasil (5,82%):

  • Distrito Federal: 39,16%
  • Maranhão: 22,96%
  • Bahia: 9,58%
  • Alagoas: 8,90%
  • Piauí: 8,50%
  • Mato Grosso do Sul: 7,96%
  • Pará: 7,11%
  • Rio de Janeiro: 6,97%
  • Amazonas: 6,64%
  • São Paulo: 5,59%

Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

FAPERON solicita apoio da bancada federal de Rondônia para aprovação do novo marco legal do licenciamento ambiental

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (FAPERON) encaminhou nesta segunda-feira (7) um ofício à bancada federal rondoniense solicitando apoio para aprovação do Projeto de Lei nº 2159/2021, que propõe um novo marco legal para o licenciamento ambiental no Brasil.

A proposta tem como objetivo modernizar, uniformizar e desburocratizar os processos de licenciamento, promovendo maior segurança jurídica e agilidade para o desenvolvimento de atividades econômicas, especialmente aquelas ligadas ao setor agropecuário.

No documento, assinado pelo presidente da FAPERON, Hélio Dias de Souza, a entidade destaca que a atual legislação ambiental impõe entraves à regularização de propriedades rurais e dificulta o avanço de atividades sustentáveis, em função da excessiva complexidade normativa e da falta de critérios proporcionais ao impacto real das atividades.

O PL 2159/2021, já aprovado no Senado, propõe inovações como a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), prazos legais para emissão das licenças, eliminação de disparidades entre estados e municípios e inexigência de licenciamento para atividades agropecuárias de baixo impacto, desde que atendam à legislação ambiental vigente.

“A aprovação desse projeto é fundamental para garantir que Rondônia continue crescendo com responsabilidade ambiental e segurança jurídica. Nossa produção já é reconhecida por boas práticas e respeito ao meio ambiente, mas ainda enfrenta obstáculos que poderiam ser superados com uma legislação mais clara, técnica e racional”, afirma Hélio Dias.

A FAPERON reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e confia na sensibilidade dos parlamentares para apoiar a proposta, em defesa dos legítimos interesses dos produtores rurais e de toda a população rondoniense.

Hulkenberg faz história na Sauber ao conquistar primeiro pódio na F1

Aos 37 anos, Hulkenberg se tornou o piloto mais velho a conquistar seu primeiro pódio desde George Follmer, que tinha 39 anos quando terminou em terceiro no GP da Espanha de 1973. A conquista também encerra um longo jejum da Sauber: é o primeiro pódio da equipe suíça desde o GP do Japão de 2012, quando Kamui Kobayashi também cruzou a linha em terceiro. Para completar, Hulkenberg é o primeiro alemão a subir ao pódio na Fórmula 1 desde Sebastian Vettel, no GP do Azerbaijão de 2021.

O resultado ganha ainda mais peso quando se considera sua impressionante escalada na corrida. Largando apenas da 19ª posição, o piloto da Sauber teve uma atuação impecável sob condições instáveis, aproveitando com maestria as oportunidades criadas pelas trocas de pneus e pela chuva que afetou o início da prova. Ao final das 52 voltas em Silverstone, ele havia ganhado 16 posições — um feito inédito na história da Sauber, que jamais havia colocado um piloto no pódio após largar de tão longe em seus 32 anos de história na Fórmula 1.

Hulkenberg vinha sendo há anos o símbolo do piloto talentoso, experiente e regular, mas que jamais havia sido premiado com um pódio. Passou por equipes como Williams, Force India, Renault, Racing Point, Aston Martin e, mais recentemente, Haas, sempre entregando consistência, mas esbarrando em limitações de equipamento ou em azares pontuais. Sua performance em Silverstone, no entanto, não deixou dúvidas: com ritmo forte, inteligência estratégica e firmeza em pista molhada, o alemão conquistou o resultado que há tanto tempo lhe escapava.

Enquanto a vitória ficou com Lando Norris e Oscar Piastri cruzou a linha em segundo — depois de uma penalização —, foi Hulkenberg quem conquistou os aplausos mais emocionados do paddock. Em um fim de semana repleto de simbolismo, com a F1 celebrando 75 anos desde sua primeira corrida justamente em Silverstone, coube a um veterano persistente escrever o capítulo mais bonito do GP da Inglaterra de 2025.

Por: Gabriel Gavinelli

Edu Guedes é diagnosticado com câncer no pâncreas e passa por cirurgia

Edu Guedes, 51, foi submetido a uma cirurgia para retirada de nódulos.

O que aconteceu

A cirurgia foi realizada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A informação foi confirmada por Splash pela assessoria de Edu Guedes e Ana Hickmann, 44.

O apresentador passou mal há alguns dias após uma infecção originária de uma crise renal. Ele passou por mais de um procedimento cirúrgico de emergência e descobriu um nódulo no pâncreas.

Por enquanto, Edu Guedes e Ana Hickmann não deram mais detalhes sobre o caso.

Sintomas

O câncer de pâncreas provoca diversos sintomas, sobretudo em estágios mais avançados. Entre os sinais da doença, estão:

  • Icterícia (pele e olhos amarelados, urina escura, fezes claras e/ou oleosas e, ainda, coceira na pele);
  • Dores no abdômen e nas costas;
  • Perda de peso;
  • Náuseas e vômitos.

 

FAB aciona Super Tucanos e intercepta aviões durante Cúpula do Brics

A FAB (Força Aérea Brasileira) acionou os caças Super Tucanos e interceptou três aeronaves que invadiram o espaço aéreo durante a Cúpula do Brics, segundo o tenente-coronel Deoclides Fernandes, comandante do CGNA (Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea), em entrevista à CNN neste domingo (6).

A FAB acionou os Super Tucanos, caças utilizados desde 2004, para interceptar as aeronaves que entraram na áerea de exclusão que foi criada por conta do evento, como medida de segurança. As interceptações ocorreram no sábado (5) e neste domingo (6).

“Elas foram orientadas a sair das áreas de exclusão e obedeceram a ordem. Os caças atuaram no sentido de acompanhar essas aeronaves. Eram voos que inadvertidamente entraram, talvez por uma inobservância, isso está sendo investigado, e escoltamos no sentido que saíssem das áreas previstas”, afirmou o comandante.

De acordo com ele, os voos eram da aviação geral e a FAB deve aprofundar investigações para entender o motivo da entrada das aeronaves no espaço restrito.

A FAB (Força Aérea Brasileira) intensificou o monitoramento do espaço aéreo durante a Cúpula do Brics, marcada para domingo (6) e segunda-feira (7), no Rio de Janeiro.

Segundo a FAB, as medidas seguem o mesmo protocolo adotado na Cúpula do G20, em 2024. Todas as aeronaves mobilizadas para a operação estarão equipadas com armamento real como parte do esquema de segurança aérea previsto para grandes eventos internacionais.

Durante a Cúpula, a FAB utiliza inclusive caças F-5M armados com mísseis para monitorar o espaço aéreo. Os mísseis são uma novidade no esquema de segurança aérea. De acordo com o comandante de Operações Aeroespaciais, tenente-brigadeiro do Ar Alcides Teixeira Barbacovi, a medida visa reduzir o tempo de reação em caso de eventual ataque.

Além dos mísseis, o COMAE (Comando de Operações Aeroespaciais) vai ativar, ao redor do MAM (Museu de Arte Moderna), local que receberá o evento, “áreas de exclusão” uma hora antes e depois das reuniões.

O maior raio da região restrita é de 150 km, onde ficam proibidos voos de instrução, turísticos, acrobáticos, agrícolas, além de drones e parapentes.

Outras duas áreas de restrição mais próximas à Cúpula também foram estabelecidas:

  • Raio de 10 km: permitirá apenas voos de aeronaves envolvidas na organização ou participação na Cúpula;
  • Área de 1.350 x 955 m²: compreende o espaço entre o museu e o Aeroporto do Galeão, local de desembarque das autoridades. Nesta região, apenas o helicóptero de resgate da FAB poderá atuar.

 

Por: Cleber Rodrigues e Carolina Figueiredo, da CNN