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Embrapa realiza Dia de Campo sobre Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, dia 12, em Porto Velho

 

A Embrapa Rondônia realizará, no dia 12 de novembro, o Dia de Campo sobre Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), tecnologia que compõe uma política pública prioritária do governo federal (Programa ABC), tida como estratégia governamental para a recuperação de áreas degradadas e a sustentabilidade ambiental.

 

O evento inicia às 8 horas no Campo Experimental da Embrapa Rondônia, em Porto Velho, localizado na BR 364, Km 5,5. O público alvo são produtores, técnicos extensionistas, empresários do agronegócio, estudantes e demais interessados no assunto. O dia de campo é gratuito e as inscrições serão realizadas no local, no início do evento.

Durante o evento serão abordados temas relevantes sobre o ILPF, como conforto animal, recuperação e manejo de pastagem, componente florestal no sistema de integração, Sistema de Plantio Direto e crédito rural. Os participantes poderão ver em campo um modelo de sistema ILPF implantado, tirar dúvidas com os pesquisadores e conhecer o sistema por completo. O evento atende a uma demanda do setor, que busca alternativas para o aumento da produtividade de forma sustentável, associado à eficiência da atividade e o aumento na renda.

Importância da ILPF

Estima-se que 70{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das áreas de pastagem do estado de Rondônia estão com algum grau de degradação e uma das alternativas para a reforma, recuperação ou renovação de pastagens é por meio do sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), ou suas variantes, como a que vem sendo adotada em Rondônia em diversas regiões, a integração lavoura-pecuária. Esta tecnologia proporcionar uma série de benefícios, como a diversificação na produção da propriedade; redução no custo de formação das pastagens pela melhoria das condições do solo e renda com as culturas anuais; diminuição do risco de perda de renda do produtor, pois sua produtividade aumenta e não fica dependente de apenas um produto; maior conservação do solo e, consequentemente, redução de perdas com erosão e menor impacto ambiental; melhor aproveitamento da propriedade rural, e o mais importante, reduz a pressão sobre a floresta Amazônica. De acordo com Frederico Botelho, pelas características da agropecuária de Rondônia, com uma atividade pecuária praticada em grandes áreas de pastagem degradada, e a grande expansão da atividade agrícola (Arroz, Soja e Milho), a ILPF é uma tecnologia que poderá contribuir significativamente para uma agropecuária forte e sustentável, tornando o estado referência na região Amazônica.

Parceiros

O Dia de Campo de ILPF é uma realização da Embrapa Rondônia e conta com o apoio da SOESP (Sementes Oeste Paulista), e Rede de Fomento ILPF: Cocamar, Cooperativa Agroindustrial; Dow AgroSciences; John Deere; Parker; Schaeffler; e Syngenta.

  

Renata Silva (MTb 12361/MG)
Embrapa Rondônia

Telefone: (69)3901-2511

 

 

 

Período do defeso começa no dia 15 de novembro; pesca de pirarucu e tambaqui é proibida

Definido os critérios das normas de competência regional para cumprimento do período do defeso em Rondônia.

 

A Câmara Técnica de Ordenamento Pesqueiro, composta pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Superintendência Regional da Pesca, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e a Federação dos Pescadores do Estado de Rondônia (Fepearo), se reuniu na Sedam para definir os critérios das normas de competência regional para cumprimento do período do defeso em Rondônia.

Em nova portaria, a 192, segundo a gerente de Pesca e Aquicultura da Sedam, Marli Lustosa Nogueira, o governo Federal liberou a pesca profissional das espécies regionais e decretou a suspensão do pagamento do “seguro defeso”, que era pago em forma de ajuda aos pescadores profissionais cadastrados junto às Colônias de Pescadores e que não podiam pescar na época em que as espécies nativas buscam os ecossistemas para desova e reprodução. Nesse período, a pesca profissional era proibida com base na Portaria Estadual 280, editada com amparo da Portaria Federal nº 48, que definia os critérios anteriores do defeso.

A portaria estadual foi revogada e elaborada outra com base nas competências exclusivas do estado para definição dos critérios da pesca amadora e de subsistência. Um dos critérios é a permissão da pesca amadora e a pesca de subsistência, em conformidade com o decreto federal, que traz ainda como consequência a obrigatoriedade de o pescador amador consumir o produto no próprio local da captura, ou praticar o pesque e solte.

A exceção é quanto ao peixe capturado em um trecho de aproximadamente 90 quilômetros no rio Jamari, com extensão até a ponte alta do lago da hidrelétrica de Samuel, na BR-364.

O decreto, contendo a portaria conjunta do Ministério da Pesca e do Ibama, libera a pesca profissional e a captura da maioria das espécies nativas  entre 15 de novembro de 2015 a 15 de março de 2016, exceto o tambaqui e o pirarucu, duas espécies protegidas por resoluções específicas.

O ribeirinho e outros moradores de comunidades isoladas poderão praticar a pesca de subsistência, sem comercializar o produto. Mas não podem capturar o tambaqui, proibição que alcança todas as categorias de pescadores e está em vigor desde 1º de outubro, com encerramento dia 31 de março de 2016.

As instruções normativas que proíbem a captura do tambaqui (42) e do pirarucu (34) não foram revogadas pela Portaria 192, por constarem da lista de espécies em extinção.

 Texto: Abdoral Cardoso
Fotos: Rosinaldo Machado
Secom – Governo de Rondônia

 

É inagurado o escritório da Emater em Boa Vista do Pacarana, maior distrito de Espigão do Oeste.

 

A inauguração do escritório da Emater em Boa Vista do Pacarana, maior distrito de Espigão do Oeste, contou com a presença da deputada Lúcia Tereza (PP).

 

A parlamentar parabenizou o secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani, por sua sensibilidade em reconhecer a necessidade que os moradores do distrito têm pelo atendimento da Emater.

“Eu estou muito feliz pelo senhor estar aqui, secretário. O senhor vindo aqui era tudo que o Pacarana queria”, felicitou Lúcia Tereza. A parlamentar também agradeceu ao governador Confúcio Moura (PMDB) pela maneira como vem trabalhando em prol do setor de agricultura no Estado.

“E aqui no Pacarana não é diferente. Com um setor produtivo que realmente faz a diferença na balança da economia do município, é muito importante essa presença do Estado aqui na comunidade”, afirmou Lúcia Tereza.

A parlamentar destacou o empenho e a luta dos produtores rurais de Espigão do Oeste, que continuam acreditando no seu trabalho, cultivando a terra e produzindo cada vez mais para atender as demandas da sociedade.

Ao parabenizar o vereador Sedi Antonio (PSD), que é do Pacarana, a parlamentar destacou o trabalho conjunto da classe política de Espigão, que se uniu no objetivo comum, que era a vinda do escritório da Emater até ao distrito.

“Esse é o papel de nós, políticos, uma contribuição para a sociedade, não se esquecendo nunca que ninguém faz nada sozinho. O sucesso é a somatória de todos os esforços focados no mesmo objetivo”, acrescentou Lúcia Tereza, que agradeceu a presença da deputada Glaucione Rodrigues (PSDC) que foi à solenidade dar seu apoio à iniciativa.

Também estiverem presentes o prefeito de Espigão, Célio Renato (PMDB), o presidente da Câmara de Vereadores, Darci Kischener (PR), diversos vereadores, o secretário executivo da Emater, Luiz Gomes, secretários municipais, servidores da Emater e Idaron, presidentes de associações, produtores rurais e moradores do distrito.

 

ALE/RO – DECOM – [Assessoria Parlamentar]

Foto: Assessoria

 

 

Classificação cancerígena da carne processada foi “mal interpretada”

“O estudo da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês) que classifica como ‘cancerígena’ a carne processada e a carne vermelha como ‘provavelmente cancerígena’, foi mal interpretado, mal contextualizado e avaliado de maneira incompleta”.

 

A afirmação é do Conselho Latino-Americano de Proteína Animal (Colapa), que divulgou comunicado esclarecendo o estudo da entidade ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS).

De acordo com a Colapa, “é importante que o valioso trabalho de organizações como a OMS e a IARC seja sempre acompanhado pelo contexto adequado e que forneça informações científicas adicionais, que permitam uma leitura objetiva dos resultados”.

A entidade garante que o consumo de carne vermelha e de carne processada, como parte de uma dieta equilibrada e de um estilo de vida saudável, “traz benefícios importantes para a nutrição humana e para o desenvolvimento social. Tais produtos contêm proteína de alta qualidade, vitaminas, minerais e ácidos graxos, todos benéficos para a saúde”.

Segundo a Colapa, “as informações publicadas em alguns meios de comunicação sobre o relatório da IARC da OMS não considera o estudo ou orientações da própria Agência, já que o consumo de carne, como de toda proteína animal, em quantidades adequadas, sem excesso, é benéfico para a saúde”. 

No relatório, o Dr. Kurt Straif, chefe do Programa de Monografias IARC, afirma que “para um indivíduo, o risco de desenvolver câncer colorretal para o seu consumo de carne processada ainda é pequeno, mas esse risco aumenta com a quantidade de carne consumida”. O Dr. Christopher Wild, diretor da IARC, vai no mesmo sentido e justifica qual deve ser o significado do estudo, que não é estabelecer uma relação causal direta entre o consumo de carne vermelha e o surgimento de câncer.

“Ao mesmo tempo, a carne vermelha tem valor nutricional. Portanto, estes resultados são importantes para permitir que governos e agências reguladoras internacionais realizem avaliações de risco, a fim de equilibrar os riscos e os benefícios do consumo de carne vermelha e de carne processada, e para fornecer as melhores recomendações dietéticas possíveis”, explica Wild.

Para exemplificar, a Colapa compara com a “luz solar”, que é um exemplo de “agente com capacidade de causar câncer e, portanto, é classificada como cancerígena na classificação do Grupo 1, como salsichas. Exposição excessiva ao sol pode ser prejudicial. Já a exposição solar adequada é essencial para a saúde humana, por exemplo, para a produção de vitamina D”.

Quanto à carne vermelha, o mesmo relatório assinala que “o Grupo de Trabalho concluiu que não há evidência limitada para a carcinogenicidade do consumo de carne vermelha em seres humanos”. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO, em sua sigla em Inglês) sustenta que as carnes vermelhas “fornecem proteína de alto valor biológico e rica em nutrientes, além de prover todos os aminoácidos essenciais às necessidades humanas e contribuir para o bem-estar dos músculos e ossos, sendo necessária para o crescimento e para a reparação de tecidos e órgãos e ajudando o transporte de oxigênio e nutrientes para a corrente sanguínea”.

Segundo comunicado da Colapa, “o câncer é uma doença complexa. Portanto, as reivindicações em certos meios de comunicação sobre a possibilidade de que um alimento é a única causa ou a causa direta para a geração de uma doença como o câncer são incompletas e não colocam em contexto o estudo publicado pela IARC”.

 

Autor: Leonardo Gottems

Sedam libera licença ambiental de mil empreendimentos pesqueiros por ano

A Gerência de Pesca e Aquicultura da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) licenciou, nos últimos cinco anos, cerca de 4.000 empreendimentos para produção de peixe em cativeiro em vários municípios de Rondônia.

O trabalho se tornou mais intenso a partir de 2011. Rondônia conta, atualmente, com uma área alagada de 13.307,71 hectares e produção estimada em mais de 80 mil toneladas ano.

A Sedam, segundo a gerente de Pesa, Marli Lustosa Nogueira, procura atender a todos os empreendedores que procuram a Gerência de Pesca e Aquicultura, responsável pelo licenciamento de suas atividades, assim como a emissão de captura de matrizes reprodutoras  para empreendedores com laboratórios devidamente licenciados.

Marli explicou que no tocante à chipagem de matrizes de pirarucu a competência é do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e o Ministério da Pesca e Aquicultura, de acordo  com o que prevê a instrução normativa conjunta nº 1, de 21 de dezembro de 2011.

 

Texto: Abdoral Cardoso
Fotos: Maicon Lemes
Secom – Governo de Rondônia

Sedam autoriza manejo do pirarucu na região do Lago Cortes de Mercedes em Guajará-Mirim

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) autorizou o manejo do pirarucu (Arapaima gigas) na região do Lago Cortes de Mercedes, no município de Guajará-Mirim.

Para ajudar no desenvolvimento local, favorecendo os pescadores profissionais artesanais atingidos pela construção da usina hidrelétrica de Jirau.

O plano de manejo atende a associados da Colônia de Pescadores Z-2 de Guajará-Mirim, e foi aprovado com base em estudos iniciados em 2013, tendo em vista que a pesca do pirarucu nativo era proibida. A liberação para os atingidos pela construção das usinas no rio Madeira tem amparo na Lei nº. 3.568, de 10 de junho de 2015.

As atividades foram iniciadas em 6 de outubro com término previsto para o próximo sábado (31), com acompanhamento de uma equipe da Sedam de Porto Velho, técnicos do Escritório Regional de Guajará-Mirim e do Ibama,  no período de 13 a 16 de outubro deste mês.

Os estudos foram feitos pela empresa Acardis, contratada pelo consórcio construtor da Usina de Jirau, sob a responsabilidade técnica do oceanógrafo uruguaio Marcelo Crossa; e da engenheira de Pesca Atielli Oliveira. Pelo plano, a captura está autorizada em 46 lagos lacustres da região.

Os pescadores capturaram até agora 44 unidades. Comprovado que o pirarucu tem tamanho mínimo 1,30 metro, a carne é salgada, seca e embalada para comercialização no próprio município. Os pescadores estão autorizados a capturar até 250 unidades, no prazo de um mês.

A gerente de Pesca da Sedam, Marli Lustosa, afirmou que não é competência da Secretaria monitorar as matrizes de pirarucu para produção em cativeiro. Os chip são fornecidos  pelo o Ibama e o Ministério da Pesca que realizam o controle das espécies destinadas aos empreendimentos em cativeiro.

As técnicas de manejo deverão ser estendidas a outras regiões produtoras de Rondônia, como Jacy-Paraná e o Lago do Cuniã. Marli Lustosa explicou também que a antecipação solicitada pelos próprios pescadores para que o período do “defeso” seja iniciado em 1º de novembro aguarda a publicação de nova portaria federal para então o estado poder fazer os ajustes.

Texto: Abdoral Cardoso
Fotos: Sedam
Secom – Governo de Rondônia

Rondônia Rural Show

A 4ª edição da Rondônia Rural Show acontecerá nos dias 27 a 30 de maio de 2015, no parque de Exposições Hermínio Victorelli na cidade de Ji-Paraná.

A Rondônia Rural Show é uma feira de tecnologia e oportunidade de negócios voltados ao setor agropecuário, realizada anualmente pelo Governo do Estado através da Secretaria de Estadual de Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento e Regularização Fundiária (Seagri), no município de Ji-Paraná, cidade também conhecida por “Coração de Rondônia” devido à sua localização no centro do estado, posição esta que privilegia o acesso e logística para a realização do evento.

A feira surgiu da necessidade em buscar novas tecnologias e práticas mais eficazes para a produção agropecuária rondoniense, proporcionando assim o desenvolvimento econômico e social do Estado.

Embora o foco inicial tenha sido agricultura familiar, atualmente a feira ganhou grandes proporções recebendo grandes investidores e expositores de projeção nacional e internacional de todos os segmentos do agronegócio. Em sua última edição, a fera contou com estrutura para 200 estandes com mais de 350 bandeiras expositoras.

A cada edição o evento se fortalece, o crescente volume de negócios surpreende e as inovações apresentadas atraem cada vez mais a atenção para si. Em janeiro de 2015 a Revista Globo Rural publicou uma matéria onde reconhece a Rondônia Rural Show como uma das vinte maiores feiras no calendário dos principais eventos destinados ao agronegócio do país.

Projeto Rural Sustentável ajudará Brasil a cumprir objetivos da COP 21

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou que o projeto Rural Sustentável ajudará o Brasil a cumprir os compromissos assumidos durante a Conferência do Clima de Paris, a COP 21.

 

 

Agricultura de baixo carbono, desmatamento ilegal zero e redução da pobreza no campo são os principais objetivos da iniciativa.
 
O projeto, lançado nesta tarde pela ministra, vai oferecer US$ 26 milhões em crédito a 70 municípios, beneficiando 3500 pequenos e médios produtores de Mato Grosso, do Pará e de Rondônia, na Amazônia, e da Bahia, de Minas Gerais, do Paraná e do Rio Grande do Sul, na Mata Atlântica, por meio de mecanismo inovador de financiamento por resultado.

“O Brasil apresentou metas viáveis na COP 21. Para cumpri-las, vamos à procura não apenas dos recursos disponibilizados no Tesouro, mas temos condições de firmar parcerias exitosas como o Rural Sustentável, que vem casar perfeitamente com nossas pretensões e ajudar o Brasil a cumprir suas metas”, destacou Kátia Abreu, durante solenidade no Ministério da Agricultura, em Brasília.

O Rural Sustentável conta com a participação do Departamento do Meio Ambiente, da Alimentação e dos Assuntos Rurais (Defra), do governo do Reino Unido, do Banco do Brasil e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).   
 
As metas

Entre as metas para a COP 21 citadas pela ministra – já adiantadas pela presidenta Dilma Rousseff – está a redução em 36{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da emissão de gases do efeito estufa até 2025 e de 43{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} até 2030.
 
“Com certeza, essas metas virão acompanhadas de mais crédito para o nosso Plano ABC”, disse a ministra, lembrando que, no passado, os produtores rurais tinha “preconceito” contra políticas voltadas para a redução de emissão de gases do efeito estufa e outras medidas relacionadas ao clima.
 
“Porém, com o passar do tempo, enxergamos que todos os compromissos traziam retorno muito positivo, porque junto vinham financiamentos para os produtores recuperarem suas terras”, observou Kátia Abreu.
 
Com a recuperação das pastagens degradadas – atividade contemplada pelo Plano ABC –, as fazendas se tornam mais produtivas, os produtores melhoram sua renda e ajudam na redução das emissões de gases. “É o tipo de negócio que é bom para todo mundo”, completou a ministra.
 
O projeto

Durante a solenidade, nesta quarta-feira, assinaram o protocolo de entendimento para implementação do Rural Sustentável a ministra Kátia Abreu; o ministro-conselheiro do Reino Unido, Wasim Mir; a representante do BID no Brasil, Daniela Carrera-Marquis, e o diretor de Agronegócio do Banco do Brasil, Clênio Severio Teribele.
 
O Banco do Brasil repassará os benefícios a produtores rurais e agentes de assistência técnica, que deverão reduzir emissões de carbono, ampliar a sustentabilidade e adotar práticas de gestão em suas propriedades.
 
A expectativa, de acordo com a ministra, é melhorar o acesso a linhas de crédito rural oficial, como o Plano ABC, que ofereceu R$ 10 bilhões em crédito desde 2011 para recuperação de terras degradas e boas práticas.
 
O diretor do Banco do Brasil lembrou que o Plano ABC está “completamente alinhado” às estratégias do programa. Acrescentou que a instituição tem a maior carteira do país voltada para o plano, tendo somado R$ 7,9 bilhões de crédito concedido até o fim de junho deste ano.
 
A representante do BID no Brasil ressaltou que o Rural Sustentável gera grande expectativa de que a iniciativa se estenda a outros países da região. “Marcará uma melhor prática não apenas no Brasil, mas no restante da região. É o maior projeto voltado para esse tema que realizamos”, afirmou Daniela Carrera-Marquis.

A ministra destacou a importância da gestão e do monitoramento do programa, a fim de assegurar a correta execução, monitoramento e avaliação das atividades de cooperação.

“É um programa de quatro anos que tem metas, monitoramento rigoroso, site e plataforma online que controlará todos os resultados. Ao final do período, teremos condições de mostrar ao mundo do que nossos produtores são capazes”, ressaltou a ministra.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
Priscilla Mendes
priscilla.mendes@agricultura.gov.br
imprensa@agricultura.gov.br

Onze espécies de peixes do Madeira representadas em exposição no shopping em Porto Velho.

 

Quem tem curiosidade em conhecer de perto alguns dos milhares de peixes que povoam as águas barrentas do rio Madeira, terá esta oportunidade com a exposição que foi montada no shopping de Porto Velho pela Hidrelétrica Santo Antônio.

São expostos peixes representantes das espécies Pirarucu, Jatuarana, Tambaqui, Piranha, Pacu amazônico, Pirarara, Surubim, Jundiá, Piau, Candiru e Tucunaré.  A exposição será aberta a partir das 10 horas, na praça de eventos do Porto Velho Shopping.

 

O estande tem seis grandes aquários e os visitantes poderão conhecer as características físicas, hábitos alimentares e de vida dos peixes mais populares na região, tanto pelo valor alimentício e comercial, como pela imaginação popular. Folhetos contendo estas informações serão distribuídos pelos monitores, que foram recrutados entre alunos do curso de Biologia da Faculdade São Lucas e receberam treinamento para recepcionar os visitantes e dar as explicações sobre as espécies em exposição.

 

Os estudos e pesquisas realizados pelo Laboratório de Ictiologia e Pesca da Universidade Federal de Rondônia, em parceria com outras instituições e apoio da Santo Antônio Energia, em aproximadamente 2.500 quilômetros, desde o rio Guaporé até a foz do rio Madeira produziram o conhecimento de mais de mil espécies de peixes, somente no território brasileiro do rio Madeira, sendo que destas, 40 são espécies novas que eram totalmente desconhecidas da ciência.

 

Serviço:   Exposição Peixes do rio Madeira

Atrações: Aquários com peixes do rio Madeira, com distribuição de folhetos contendo informações sobre as características dos peixes expostos e de outros da bacia hidrológica

Data: De 19 a 31 de outubro de 2015, das 10h às 22h

Local:  Praça de eventos do Porto Velho Shopping

Contato:  José Carlos Sá – Banzeiros Comunicação (69) 9908-1621 // banzeiroscomunicacao@gmail.com

 

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