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Cenário da pecuária leiteira de Rondônia será apresentado na abertura do 2 Simpósio de Manejo Sustentável de Pastagens

A segunda edição do Seminário de Manejo de Pastagens de Rondônia reunirá técnicos da extensão rural, pesquisadores, produtores rurais, profissionais da área de ciências agrárias e acadêmicos para discutir técnicas e apresentar casos de sucesso no manejo das pastagens no estado.

Especialistas de renome e larga experiência na área estarão debatendo temas atualizados e aplicação de tecnologias para a melhoria do pasto e de sua capacidade de produção. 

O evento será realizado de 18 a 20 de novembro, no Centro de Treinamento da Emater-RO (Centrer), em uma ação conjunta entre a Emater-RO, Embrapa e Sebrae-RO. A proposta é levar aos agricultores conhecimentos e alternativas tecnológicas para recuperação, renovação, manejo e sustentabilidade das pastagens. “Serão discutidas técnicas sobre o melhor manejo, o melhor pasto, a qualidade do alimento ofertado, bem como ações que possam contribuir no aumento da capacidade de produção por área, de melhor utilização de espaço, entre outros”, diz o zootecnista José Renato Carvalho, extensionista da Emater-RO. 

Em Rondônia, a produção leiteira está entre as principais atividades da pecuária no estado, sendo o principal meio de sobrevivência da população rural, e está presente em, aproximadamente, 83{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das propriedades da agricultura familiar. Os últimos dados do IBGE apontam que 48,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção de leite da região Norte (2,7{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção do país) é produzido em Rondônia, o que a coloca em 8.ª posição no ranking nacional. Esses e outros cenários da pecuária leiteira no estado serão apresentados na palestra a ser ministrada pelo pesquisador Paulo Moreira, da Embrapa Gado de Leite, na abertura, marcada para as 18 horas desta quarta-feira (18).

A programação técnica será apresentada durante os dois dias seguintes, com palestrantes de Rondônia, de outros estados e dos EUA, com o é o caso do Dr. Cecílio Viega Soares Filho, que chega da Universidade da Flórida trazendo em sua bagagem informações importantíssimas sobre o uso racional de adubação em pastagem. Serão discutidos ainda temas como: uso de pastagem para a produção animal no Brasil; irrigação de pastagens e uso racional da água; doenças e pragas em pastagens; sistema misto com alternativa para a intensificação da produção animal em pastagens, suplementação volumosa para período da seca e conforto térmico e bem-estar animal em pastagens, além da apresentação de caso de sucesso em pastagem em Rondônia.

Wania Ressutti

Jornalista – SRTE/DRT/RO-959

EMATER-RO

Emater comemora a abertura de mais uma agroindústria na região Vale do Jamari

Governador afirma que fica satisfeito em inaugurar agroindústrias

 

O município de Cacaulândia tem uma das mais novas agroindústrias de Rondônia.

 

Foi inaugurada a Agrovale Indústria de Transformação de Alimentos (Avita). Idealizada por Cristóvão Argolo Vito, que há mais de 15  anos conta com apoio dos técnicos da Emater/RO, investiu em projeto de melhoramento genético em sua propriedade, maximizando a produção e a qualidade do  leite.

A agroindústria Avita que tem sua sede instalada nas dependências do Parque de Exposição Agropecuária de Cacaulândia, ocupa um espaço de 300 metros quadrados, conta com equipamentos de última geração, como a envasadora, caldeira, embaladora, câmara fria e iogurteiras, com capacidade para produção de 3 mil litros de iogurte/dia.  A empresa já nasce certificada e com o Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e o Certificado do Prove, que possibilitam a comercialização em todo estado além de vender para escolas na merenda escolar. Inicialmente vai gerar seis empregos diretos e produzir 500 litros/dia de iogurte.

O supervisor regional Emater/RO, Matheus Folador, explicou algumas diretrizes do Prove, que tem sido um instrumento de incentivo e implantação de agroindústrias de base familiar. Folador falou ainda sobre a importância do Selo de Inspeção Municipal (SIM), necessário à comercialização de produtos de origem animal; no caso estadual o SIE e no federal o SIF para e o funcionamento da pequena empresa e garantia que a agroindústria segue as normas higiênicas e sanitárias exigidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Avita é um empreendimento que permitirá o fortalecimento da agricultura familiar  através da verticalização da produção. Nós estamos comemorando a mais essa vitoria. É a  126 agroindústria do Vale do jamari”,

O produtor rural Argolo Vito explica que a empresa nasceu com a responsabilidade não só de lucrar, mas, com a ideia de valorizar a matéria prima dos produtores da região, pagando um preço justo pelo leite, como o cuidado com a qualidade do produto, respeitando o meio ambiente.”Vamos respeitar o produtor rural, olhando a questão da segurança alimentar da qualidade do produto e sem onerar para o consumidor”, ressalto Vito.

Governador afirma que fica satisfeito em inaugurar agroindústrias

Governador afirma que fica satisfeito em inaugurar agroindústrias

A proprietária Grethen Fabrícia Argolo da Costa conta que agora o próximo passo da agroindústria é a conquista do comércio estadual e aumento da produção e vagas de emprego. “Nossa meta é atingir 3 mil litros/dias, e conquistar os grandes supermercados do estado, gerando mais empregos diretos.”.

O governador Confúcio Moura, presente à inauguração do empreendimento, elogiou a qualidade da embalagem do iogurte e da bebida. “Esse produto quando você olha, nem imagina que é de uma agroindústria familiar, olha só a qualidade dessa embalagem, não deixa a desejar a nenhuma outra grande empresa. Cada agroindústria que eu inauguro é motivo de muito orgulho para mim. Vito investiu em tecnologia,  conseguiu agregar valor ao produto e vai trazer os filhos  para ajudar na empresa”.

A secretária adjunta de Estado de Agricultura (Seagri), Mary Terezinha Braganhol, destacou o trabalho do governo por meio da Emater e Idaron para o sucesso do projeto das agroindústrias familiar e destacou a alegria de toda a equipe em estar inaugurando  mais uma agroindústria. “Esse projeto é foi implantado por Confúcio quando era prefeito de Ariquemes e hoje como governador ele passou o número das 500 empresas. Sucesso adquirido com empenho de toda a equipe”

De acordo com o diretor vice-presidente da Emater/RO, José de Arimatéia da Silva o governo do Estado desenvolve o trabalho juntos aos produtores com muita responsabilidade, levando não só equipamentos para apoio, mas o principal que é a assistência técnica  por meio da Emater, acompanhando desde o inicio do prédio ate a comercialização do produto. “Trabalhar com agricultura familiar é investir na economia,  e saber que o estado vai desenvolver”.

 

Texto: Suelly David
Fotos: Maicon Lemes
Secom – Governo de Rondônia

 

Hoje inicia a Primeira Prova dos 3 Tambores em Jaci-Paraná, distrito de Porto Velho/RO

Confira o regulamento da Primeira Prova dos 3 Tambores

 

Valor da Produção Agropecuária de 2015, de R$ 487,9 bilhões, é o mais alto da série histórica

 

Número foi divulgado  pela Secretaria de Política Agrícola do Mapa.

 

O valor bruto da produção agropecuária (VBP) de 2015 é o mais alto da séria histórica, iniciada em 1989. O VBP chegou a R$ 487,9 bilhões, segundo dados apurados em outubro deste ano pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Do total, as lavouras representam R$ 311,8 bilhões, e a pecuária, R$ 176,1 bilhões.

Apesar do resultado favorável, o grupo de lavouras que sustentou o VPB não é grande, assinala a Coordenação-Geral de Estudos e Análises da SPA. Os maiores aumentos do indicador ocorreram nas culturas de cebola, com 167,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}; mamona, com 95,1 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}; pimenta do reino, com 74,6 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}; soja, com 5,7 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}; milho, com 4,9 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e algodão, com 2,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Os elevados volumes de produção de milho e soja tiveram maior contribuição no elevado VBP deste ano.

Ainda de acordo com a Coordenação-Geral de Estudos e Análises da SPA, as carnes bovina e suína e os ovos tiveram melhor desempenho na pecuária.

Entre os produtos que apresentaram redução do valor da produção em relação ao ano passado, os maiores percentuais são os da cana-de-açúcar (-9,6 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), laranja (-17,2 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), mandioca (-7,9 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), trigo (-8,7 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), uva (-18,3 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) e maçã (-18,8 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}).

Regiões

No ranking por regiões do indicador, o Sul mantém a liderança, com VBP em 2015 de R$ 136,3 bilhões. Em seguida, aparecem o Centro-Oeste, com R$ 127,2 bilhões, Sudeste, com R$ 117,4 bilhões, Nordeste, com R$ 44,6 bilhões, e Norte, com R$ 27,4 bilhões.

Prognóstico preliminar da SPA mostra que o VBP de 2016 poderá atingir R$ 488,6 bilhões, cerca de 0,3 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior que 2015. Baseada nos dados divulgados recentemente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Coordenação-Geral de Estudos e Análises observa que há uma tendência de redução da produção do milho total, especialmente na da primeira safra, e de acréscimo da colheita de soja em 2016.

“Esses resultados se refletem no valor da produção de ambos, provocando redução do VBP do milho e aumento acentuado na soja no próximo ano”, observa a Coordenação-Geral de Estudos e Análises da SPA.

Mais informações sobre o VBP nacional e regional aqui e aqui

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MAPA e EMATER-RO discutem políticas públicas para o médio produtor rural

 

A necessidade de levar uma assistência técnica específica ao médio produtor rural reuniu técnicos do Ministério da Agricultura (Mapa) e da Emater-RO para dar discutir uma ação inovadora no meio rural.
 
Descobertos das atuais políticas públicas que beneficiam os pequenos agricultores familiares e os grandes produtores rurais, o médio produtor rural tem dificuldade em acessar benefícios como os do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), por exemplo. A proposta ainda está em fase de adesão, para poderá trazer dar um novo rumo ao desenvolvimento agropecuário no estado.
 
É considerado médio produtor rural aquele que obtém rendimento bruto da produção entre R$ 360 mil e R$ 1,6 milhão. Muitos até são agricultores familiares, mas, por terem suas receitas acima da média estipulada pelo Pronaf, não conseguem aderir aos benefícios e nem às linhas de crédito oferecidas através desse financiamento.
 
Apesar de sua importância no segmento agropecuário, o médio produtor rural não contava com políticas específicas. Em 2008 o Ministério da Agricultura criou o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), que trouxe condições de crédito mais favoráveis para esse público, mas foi somente em 2013 que o governo federal decidiu incluir também os médios produtores rurais como público prioritário das ações de assistência técnica e extensão rural.
 
Segundo o consultor do Mapa, Roger Camargo, a proposta é levar assistência técnica, através das emateres, a dois grupos de produtores rurais: os que possuem até quatro módulos fiscais e os que possuem de 4 a 15 módulos fiscais. “Serão atendidos agricultores familiares que não conseguem acesso às políticas de investimento e agricultores não familiares”, diz Roger.
 
A princípio está sendo discutida apenas a parceria entre os órgãos para o levantamento de um diagnóstico desse público na região. “Já temos uma base estatística preliminar, entretanto é importante que seja adequada à realidade local, para que possamos levar as ações aos municípios que realmente atendam ao perfil”, explica o consultor.
 
Janderson Dalazen, gerente técnico da Emater, relata que muitos desses agricultores já são atendidos pela Emater, porém é grande a dificuldade em assisti-los, pois as atuais políticas existentes nem sempre os contempla. “A idéia é muito positiva e nós estamos aqui para colaborar com aquilo que for melhor para o produtor rural”, diz.
 
Após a realização da pesquisa em campo, o diagnóstico levantado será encaminhado para análise dos técnicos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade Federal de São Paulo. “Faremos a análise e estudos de políticas que poderão ser criadas para atender às necessidades dos médios produtores rurais”, diz Marcela Araujo, da Esalq, que acompanhou o consultor do Mapa na apresentação da proposta.
 
Com os serviços de assistência técnica e políticas públicas voltadas para eles, os médios produtores poderão ampliar seus investimentos aumentando sua produção, produtividade e renda, porém, é preciso discutir ainda, que ações poderão ser trabalhadas. Janderson ficou de discutir com a diretoria da Emater-RO a viabilidade da proposta que deverá somar ações da secretaria de estado da Agricultura (Seagri).
 
Além do Mapa, representado pela Superintendência Federal da Agricultura (SFA) no estado, e da Esalq/USP, são parceiras nessa ação: a Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), e a Fundação de Estudos Agrários Luis de Queiroz (Fealq)
 
Texto e foto: Wania Ressutti
Jornalista – SRTE/DRT/RO-959
EMATER-RO

 

Inquérito de circulação de vírus em aves é realizado em Rondônia

 

A sorologia busca monitorar e evitar a ocorrência dessas doenças no país.

 

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) coletou sangue de 485 aves (frangos e codornas) para a realização de um estudo sobre a circulação dos vírus da influenza aviária (IA) e da doença de Newcastle (DNC).

O Brasil nunca registrou um caso de influenza aviária e o último registo da doença de Newcastle ocorreu há cerca de dez anos. A sorologia é uma forma de garantir a ausência da circulação viral, abrindo e mantendo o mercado de aves.

O Brasil é o terceiro maior produtor de carne de frango do mundo, sendo o maior exportador deste produto. Em Rondônia há a presença de frigorífico que abate 50 mil frangos por dia, com perspectiva de abater 120 mil por dia.

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), entre janeiro e outubro deste ano, em Rondônia, foram abatidas 10,08 milhões de aves com Serviço de Inspeção Federal (SIF), tendo aumento de 11{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao mesmo período de 2014 (8,94 milhões aves abatidas). No Brasil, entre janeiro e outubro, foram abatidas 4,31 bilhões de aves.

A coordenadora do Programa Estadual de Sanidade Avícola, Emanuela Panizi, explica que existe a possibilidade do vírus entrar no Brasil através das aves migratórias, mas que existem formas de minimizar os riscos. “É importante o produtor rural notificar à Agência Idaron qualquer sinal sugestivo de doenças e buscar orientações sobre as adequações necessárias para prevenir doenças”.

“A produção de frango vem crescendo no Estado ano a ano e precisamos manter a sanidade das aves para garantir a venda”, fala o presidente da Idaron, José Alfredo Volpi.

A sorologia foi realizada em Rondônia através de uma parceria entre a Idaron; o Mapa, que treinou as equipes que coletaram as amostras; o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado do Mato Grosso (Indea), que cedeu parte dos insumos para o transporte das amostras; o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), que cedeu outra parte dos insumos e os preparou; a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que emprestou os botijões de nitrogênio para armazenamento das amostras; e, os produtores que contribuíram com a coleta.

As amostras foram encaminhadas para o laboratório oficial do Mapa, na cidade de Campinas/SP. A coleta de sangue está ocorrendo em todo o Brasil desde setembro e tem até dezembro para ser concluída.

INFLUENZA AVIÁRIA

A gripe das aves, chamada tecnicamente de Influenza Aviária, é uma doença infecciosa viral altamente contagiosa, podendo provocar a morte das aves em até 24 horas. A contaminação ocorre através de secreções respiratórias e digestivas das aves infectadas, que contaminam diretamente outras aves, humanos e objetos.

As 45 propriedades em que houve coleta de sangue foram selecionadas pelo Mapa através do cadastro que a Idaron mantem das propriedades que comercializam aves.

Devem ser cadastrados os estabelecimentos comerciais de produção de frangos e perus para abate e de produção de ovos de galinha para consumo.

 

Texto: Amabile Casarin
Fotos: Robson Reverdito – Idaron
Secom – Governo de Rondônia

 

Termina no próximo domingo o prazo para a vacinação contra aftosa no estado.

 

Com um rebanho bovino estimado em 13 milhões de cabeças, Rondônia ocupa a sétima colocação e é o quinto maior exportador do País.

Entre janeiro e outubro deste ano, o estado exportou 94.502.025 quilos de carne bovina desossada e congelada, representando 46,45{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das exportações rondonienses.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, entre janeiro e outubro deste ano foram movimentados US$ 396.737.662 com a carne de Rondônia.

Segundo o chefe de Divisão de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), João Carlos de Araújo Aranha, entre os fatores que mais contribuem para as exportações está a produção de animais isentos de doenças e com ótima qualidade. “O estado tem um bom programa de defesa sanitária, que nos permite ter um status sanitário de livre de febre aftosa com vacinação, habilitando-nos a exportar para diversos países. Outro fator é a qualidade das plantas frigoríficas instaladas em nosso estado”, apontou.

Atualmente, Rondônia possui 10 frigoríficos para abate de bovinos com Serviço de Inspeção Federal (SIF), o que garante a exportação para outros estados brasileiros e países. Os principais importadores da carne de Rondônia são a Rússia, Venezuela, Egito e Hong Kong.

Para o presidente da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), José Alfredo Volpi, a parceria entre o produtor rural e a Idaron mostra que o estado está preparado para atender à demanda por alimentos vindos do campo. “Nosso produto tem qualidade, e estamos prontos para exportarmos para outros países também”, reforçou.

 AFTOSA

O Estado de Rondônia é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa com vacinação, desde 2003. O último caso da doença no estado aconteceu 1999, no município de Pimenteiras do Oeste.

Há mais de dez anos Rondônia apresenta índices de vacinação e declaração maiores de 99{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, completando todo o rebanho após o período oficial, quando técnicos da Idaron vão até os produtores inadimplentes e os notifica a vacinarem os animais, com acompanhamento do fiscal da Agência.

O gerente de Defesa Sanitária Animal da Idaron, Fabiano Alexandre dos Santos, explicou que o sucesso da vacinação se deve à parceria da Agência com o produtor rural. “O produtor rural de Rondônia sabe a importância de manter o rebanho sadio. Em todas as campanhas de vacinação ele responde ao nosso chamado vacinando seu gado e comparecendo à Agência Idaron”, disse.

O prazo para vacinar todos os bovinos e bubalinos será encerrado no próximo domingo (15), enquanto que a declaração na Idaron deve ser feita até o dia 20. Para comprovar a vacinação, o pecuarista deve levar a Nota Fiscal da compra da vacina e a relação do rebanho por sexo e faixa etária.

Texto: Amabile Casarin
Fotos: Secom
Secom – Governo de Rondônia

 

Idaf, Seaprof e prefeitura são parceiros contra a aftosa em Tarauacá/AC

Tarauacá, distante cerca de 400 quilômetros de Rio Branco, possui o quarto maior rebanho bovino do Acre. São 134 mil animais.

Na tarde desta terça-feira, 10, o diretor presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), Mamed Dankar, esteve no município, fechando parcerias para imunizar o rebanho da região.

Para que todos os bovinos sejam vacinados, o Idaf conta com a parceria da gerência da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof) e também da prefeitura municipal.

Na próxima segunda-feira, 16, dois barcos com cerca de 10 técnicos vão subir os rios Tarauacá e Muru, levando as doses da vacina aos produtores rurais.

“Somos parceiros do Idaf para que, junto com o governo do estado, possamos atender com mais qualidade o produtor rural”, disse Rodrigo Damasceno, prefeito de Tarauacá/AC.

Na primeira fase da campanha contra a febre aftosa, em maio, Tarauacá alcançou a cobertura vacinal de 97,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do rebanho – bem acima dos 95{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do que preconiza o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Mamed Dankar destacou que a intenção do Idaf é aumentar ainda mais esse percentual. “Com a ajuda de todos, pretendemos superar ainda mais os índices de cobertura vacinal que conseguimos nas últimas campanhas.”

 

 

Outros serviços aos produtores rurais

Com a parceria entre prefeitura e órgãos do governo, em cerca de 40 dias de viagem pelos rios da região de Tarauacá/AC, os técnicos poderão, além de vacinar contra a febre aftosa, ofertar o Cadastro Ambiental Rural (CAR), diagnosticar famílias atingidas pela enchente e implantar o programa do governo federal Brasil Sem Miséria.

“Passamos de três a quatro dias em cada comunidade, levando todos os programas que são importantes para esses produtores. Isso só é possível porque fazemos um trabalho integrado”, destacou Narcélio Silva, gerente da Seaprof no município.

Fonte: agencia.ac.gov.br

Arábia Saudita assina acordo que agiliza compra de carne bovina brasileira

 

Prelisting permite habilitar, de forma mais rápida, frigoríficos interessados em exportar para aquele país.

 

Com o objetivo de agilizar a habilitação de plantas e intensificar o comércio bilateral, a Arábia Saudita assinou nesta segunda-feira (9) acordo de prelisting – listas pré-autorizadas de estabelecimentos exportadores – para a carne bovina brasileira. A medida é resultado do fim do embargo ao produto, anunciado nesta manhã durante reunião entre a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o CEO da Autoridade Saudita de Alimentos e Medicamentos (SFDA), Doutor Mohammed Al-Meshal.

O prelisting confere maior celeridade à habilitação das plantas frigoríficas interessadas em vender carne bovina ao país. O acordo foi possível graças aos bons resultados da missão técnica de auditoria realizada pelos árabes em junho nos estabelecimentos brasileiros.

No prelisting, a autoridade sanitária do país exportador verifica os estabelecimentos que atendem aos requisitos exigidos e os indica como aptos à exportação – o que, na prática, representa uma autorização automática para as empresas. O país importador poderá, a qualquer tempo, realizar missões de auditoria para verificar a conformidade das normas.

Com o acordo, a ministra Kátia Abreu espera maior agilidade e menos burocracia, a fim de dar início às vendas “o mais rapidamente possível”.  “O prelisting indica a credibilidade dos serviços de inspeção do Ministério da Agricultura. É um sinal de confiança para o mundo”, destacou.

Com o fim do embargo e a assinatura do prelisting, agora cabe às empresas brasileiras manifestarem interesse em exportar carne para a Arábia Saudita. Em seguida, a Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa verificará quais estabelecimentos atendem aos requisitos sanitários do país.

O setor estima que a abertura do mercado saudita represente potencial de exportação de 50 mil toneladas de carne ao ano, o que equivale a aproximadamente US$ 170 milhões.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
Priscilla Mendes
(61) 3218-2203/2204

 

Emater-RO discute metas em reunião com todos os gestores

 

Para melhorar a eficácia da assistência técnica e extensão rural, prestada aos agricultores familiares de Rondônia, a direção da Emater-RO reuniu no centro de treinamento em Ouro Preto d’Oeste, todos os gerentes e diretores da empresa para apresentação dos resultados já alcançados e ajuste das metas planejadas para 2015, e ao mesmo tempo orientar a programação 2016.
 
O presidente da Emater-RO abriu a reunião com a apresentação da nova composição da diretoria da instituição aos gerentes de campo. Francisco Mende Sá Barreto Coutinho retorna à direção no cargo de vice diretor presidente, Jose de Arimatéia foi para a diretoria técnica, o diretor Alexandre Aguiar foi para a diretoria administrativa financeira e para diretoria de desenvolvimento de pessoal, foi apresentado o mais novo diretor, o extensionista e administrador Napoleão Oliveira Guimarães.
 
Em seguida foi dado inicio aos trabalhos propriamente ditos, com a explanação da responsável pelo controle interno que falou das atribuições e obrigações do controle interno na administração pública. Orientou os gerentes para o cumprimento das normas legais que regulam o serviço público e para o cumprimento das metas planejadas para execução com recursos do erário.
 
Ainda no mesmo viés, a presidente da Comissão de Licitações relembrou aos gestores da Emater-RO sobre os procedimentos para aquisição de bens e serviços em conformidade com a lei 8666, destacando os artigos 24 e 25 da referida lei que trata da inegibilidade e dispensa de licitações.
 
Os escritórios regionais apresentaram os resultados alcançados até o terceiro trimestre deste ano enfatizando as características especiais de cada programação e peculiaridades da produção agropecuária  ou extrativa de suas regiões.
 
As dificuldades e reivindicações dos extensionistas e gestores locais foram apresentadas por um gerente local, que representou os demais em cada região.
 
Texto e Fotos:  Enoque G. de Oliveira