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VÍDEO: Mistério no Lago do Cuniã, mortandade de peixes será investigada pelo ICMBio e pela Unir

A mortandade de peixes no Lago do Cuniã preocupa comunidades ribeirinhas e mobiliza o ICMBio e a Unir
A mortandade de peixes no Lago do Cuniã preocupa comunidades ribeirinhas e mobiliza o ICMBio e a Unir

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) iniciou os procedimentos para investigar a mortandade de peixes registrada no Lago do Cuniã, na reserva extrativista localizada no distrito de São Carlos, em Porto Velho. O fenômeno acende um alerta entre as comunidades ribeirinhas, que dependem diretamente da pesca para alimentação e geração de renda.

A investigação deverá contar com a participação do Laboratório de Biogeoquímica da Universidade Federal de Rondônia (Unir), responsável por realizar um diagnóstico técnico. Uma nota técnica também está sendo elaborada para orientar os estudos e ajudar a identificar, com maior precisão, o que provocou a morte dos animais.

Até o momento, não existe uma conclusão sobre as causas. Entre as hipóteses consideradas estão a inversão térmica e a redução do oxigênio dissolvido na água, condições que podem causar asfixia nos peixes. Os resultados da análise deverão contribuir para a adoção de medidas de monitoramento e preservação da biodiversidade na Reserva Extrativista do Lago do Cuniã.

VEJA O VÍDEO: https://www.instagram.com/reel/DbB66deMCiq/?igsh=bTNoeGZsbWs5czg0

Abiec avalia impacto das tarifas chinesas sobre carne bovina brasileira

O setor exportador de carne bovina segue em compasso de espera diante das medidas de salvaguarda impostas pela China às importações do produto brasileiro. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, não há, neste momento, qualquer negociação em andamento entre os governos do Brasil e da China para rever as cotas.

Durante cerimônia realizada na unidade industrial da Biogénesis Bagó, em Garín, na Argentina, ele afirmou que até o momento não há negociações em andamento entre os governos brasileiro e chinês para alterar o cenário atual.

“As notícias que vêm da China e do governo chinês não são de nenhum tipo de negociação. Sempre aguardamos as negociações entre os governos e, neste momento, não há”, disse.

A decisão faz parte das medidas de salvaguarda anunciadas pela China em dezembro de 2025, após a conclusão de uma investigação sobre o aumento das importações de carne bovina e seus efeitos sobre a pecuária local.

Na ocasião, o governo chinês estabeleceu uma cota anual de 1,106 milhão de toneladas para as importações de carne bovina brasileira e determinou que os embarques realizados acima desse volume estariam sujeitos a uma tarifa adicional de 55%.

Como o Brasil já esgotou integralmente essa cota no início deste mês, todas as exportações excedentes passaram a recolher a sobretaxa, que se soma à tarifa de importação de 12% já vigente, elevando a carga tributária total para 67%.

Pelas regras anunciadas por Pequim, as medidas de salvaguarda deverão permanecer em vigor por três anos, podendo ser revisadas ao longo desse período.

Na prática, segundo a Abiec, o novo patamar tarifário inviabiliza economicamente os embarques destinados ao mercado chinês. Até então, a China era o principal destino da carne bovina brasileira, respondendo por mais da metade das exportações do setor.

Perosa destacou que, pelas regras adotadas pelo governo chinês, o setor deverá conviver com essas salvaguardas pelos próximos três anos. Nesse período, as empresas exportadoras precisarão buscar alternativas para redirecionar parte da produção a outros mercados e ampliar a presença em países que já importam carne bovina brasileira.

A expectativa da entidade é que qualquer mudança nesse cenário dependa exclusivamente de negociações entre os governos dos dois países. Enquanto isso não acontece, o setor continuará operando dentro das novas condições impostas pelo mercado chinês.

Além do impacto sobre as exportações, a Abiec avalia que a redução dos embarques para a China poderá aumentar a disponibilidade de carne bovina no mercado doméstico. Em um primeiro momento, esse movimento tende a pressionar os preços da arroba do boi gordo e da carne no atacado.

No entanto, segundo a entidade, esse efeito pode ser temporário, uma vez que a indústria deverá intensificar a busca por novos mercados para absorver a produção que antes era destinada ao país asiático.

Transporte gratuito da produção beneficia centenas de agricultores familiares no primeiro semestre de 2026

Para o agricultor Moisés Rocha do Carmo, morador da comunidade de Itacoã, localizada na margem esquerda do rio Madeira, o transporte gratuito oferecido pela Prefeitura de Porto Velho representa economia e segurança para comercializar o que produz. O caminhão percorre cerca de 87 quilômetros pela BR-319 e pela Linha C01 KM 17 até chegar à propriedade rural.

Para Moisés, o transporte gratuito representa economia e segurança para comercializar o que produz

Com o serviço, Moisés economiza aproximadamente R$ 1.200 por viagem, valor que seria destinado à contratação de frete particular. “Essa ajuda faz muita diferença, porque reduz nossos gastos e garante que a produção chegue ao local de venda”, relata o agricultor.

O atendimento faz parte do Programa de Transporte da Produção Rural, executado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric). O serviço gratuito auxilia no escoamento de frutas, verduras, raízes, café, polpas, mudas e outros produtos cultivados pela agricultura familiar.

Nos primeiros meses de 2026, a iniciativa atendeu 145 produtores rurais, transportou mais de 587 toneladas de produtos e percorreu mais de 10 mil quilômetros. Entre os principais itens transportados estão banana, mandioca, milho, café, melancia, mudas de café, pupunha, inhame e mudas de banana.

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destaca que o serviço fortalece quem produz e movimenta a economia do município. “O transporte gratuito reduz custos para as famílias do campo, evita perdas e aproxima a produção rural dos consumidores. É um apoio que gera renda e valoriza os alimentos produzidos em Porto Velho”.

Nos primeiros meses de 2026, a iniciativa atendeu 145 produtores rurais

As cargas são levadas das propriedades e comunidades rurais até feiras livres e pontos de entrega de programas de aquisição de alimentos, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O atendimento alcança localidades como Itacoã, União Bandeirantes, Nova Califórnia, Rio Pardo, Joana D’Arc, Nova Mutum, Reassentamento Morrinhos, Santa Rita, São Domingos e Riacho Azul entre outros.

Segundo o secretário da Semagric, Douglas Bener, a iniciativa atende a uma das principais necessidades enfrentadas pelos agricultores familiares. “Muitos produtores têm dificuldade para levar seus alimentos até os locais de comercialização. Com o transporte gratuito, garantimos economia, facilitamos o escoamento e contribuímos para aumentar a renda dessas famílias”.

Como solicitar o transporte

Para utilizar o serviço, o agricultor familiar deve realizar o cadastro na sede da Semagric, apresentando RG, CPF e o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF).

A secretaria está localizada na rua Mário Andreazza, nº 8.072, bairro JK II, ao lado da Semob. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (69) 3901-6405.

Texto: Jean Carla Costa

Foto: Semagric

Célio Lopes defende liberação da pesca no lago das usinas do Jamari

O advogado e pré-candidato a deputado federal Célio Lopes defendeu, nesta terça-feira (14), a implantação de um modelo de gestão compartilhada para os lagos artificiais das usinas hidrelétricas Jamari e Canaã, em Ariquemes. A proposta foi apresentada durante audiência pública promovida pela Câmara Municipal, por iniciativa do vereador Lano Matias, e realizada no Centro de Empreendedorismo e Inovação do município.

Em sua fala, Célio Lopes argumentou que o uso das águas para a geração de energia elétrica não pode inviabilizar outras atividades igualmente relevantes para o desenvolvimento econômico regional. Ele defendeu a liberação controlada da pesca e da aquicultura, além do estímulo ao turismo, à recreação, à navegação e ao abastecimento humano e animal nos reservatórios.

“O uso da água para geração de energia elétrica não pode inviabilizar outros usos. Vamos somar forças para implantarmos um modelo de gestão compartilhada dos lagos e reservatórios de Rondônia, de modo que a pesca e a aquicultura sejam atividades econômicas prioritárias, assim como o turismo”, afirmou o pré-candidato.

Atualmente, a pesca é proibida em um raio de até 2.000 metros a montante e a jusante das barragens, cachoeiras e corredeiras, conforme diretrizes do Batalhão de Polícia Ambiental e da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (SEDAM). A restrição visa prevenir acidentes causados pela forte correnteza e por variações bruscas no volume de água, além de proteger espécies em áreas de transição e reprodução.

Célio Lopes ressaltou, no entanto, que a regulamentação precisa ser revista para contemplar o múltiplo aproveitamento dos lagos, como prevê a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97), com segurança e sustentabilidade. O pré-candidato defendeu ainda a participação ativa da sociedade civil, de pescadores, empresários do turismo e poder público na construção de um novo marco regulatório para os reservatórios do estado.

A audiência pública marcou o início do debate sobre o futuro dos lagos artificiais de Rondônia e deve render desdobramentos em outras cidades impactadas pelas usinas hidrelétricas.

Decreto federal pode acelerar regularização fundiária e beneficiar mais de 40 mil propriedades em Rondônia

A publicação do Decreto Federal nº 13.043, em vigor desde 1º de julho de 2026, pode representar um marco para a regularização fundiária em Rondônia. A medida amplia a participação dos municípios no processo, reduz a burocracia e cria condições para acelerar a emissão de títulos definitivos de propriedades rurais e urbanas.

Pelas novas regras, a União será responsável pelo financiamento e pela plataforma de gestão dos processos. Já o Incra e os órgãos estaduais continuarão realizando a análise jurídica e a emissão dos títulos. A principal mudança é que as prefeituras poderão executar serviços técnicos, como georreferenciamento, levantamento topográfico e medição de áreas públicas, considerados um dos maiores entraves para a regularização.

Em Rondônia, a expectativa é destravar um passivo de mais de 40 mil propriedades que aguardam a documentação definitiva, entre assentamentos e posses consolidadas.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon), Hélio Dias, o decreto chega em um momento decisivo para o Estado.

“O avanço da regularização fundiária depende agora apenas da etapa final de conferência realizada pelo Incra, que enfrenta limitações em razão do número reduzido de técnicos, tanto em Rondônia quanto em nível nacional. A expectativa é que essa nova medida acelere esse processo, beneficiando mais de 40 mil propriedades que aguardam o título definitivo. Além disso, a proposta reduz a burocracia e amplia a participação dos municípios, permitindo que prefeituras e câmaras de vereadores organizem equipes para atuar em parceria com o Incra e os órgãos estaduais.”

Segundo Hélio Dias, a união entre União, Governo do Estado, Incra e municípios será essencial para garantir mais rapidez na titulação das propriedades, fortalecendo a segurança jurídica no campo, ampliando o acesso ao crédito rural e incentivando novos investimentos no agronegócio.

Além do meio rural, o decreto também deve beneficiar áreas urbanas, distritos e vilas instalados em terras públicas, permitindo que milhares de famílias obtenham, finalmente, a escritura definitiva de seus imóveis.

A adesão ao programa é voluntária, e especialistas defendem que os municípios rondonienses participem da iniciativa para acelerar um dos processos considerados mais importantes para o desenvolvimento econômico e social do Estado.

Safra de soja 2026/27 enfrenta alerta de risco com El Niño

O planejamento da safra de soja 2026/27 exigirá atenção redobrada dos produtores brasileiros. O mais recente prognóstico de risco climático aponta para a consolidação e rápida evolução do fenômeno El Niño, com intensidade projetada de moderada a forte para o final deste ano e início de 2027. O cenário, analisado com o suporte das ferramentas de inteligência artificial da MeteoIA, prevê uma distribuição de chuvas bastante irregular e assimétrica pelo país.

Diferente do padrão de neutralidade observado no ciclo anterior, o El Niño altera a circulação de ventos e umidade na atmosfera, gerando impactos opostos entre as principais regiões produtoras. Enquanto o Sul deve registrar chuvas volumosas e acima da média histórica, o Centro-Oeste e a fronteira agrícola do Matopiba enfrentam o risco de atraso na chegada das águas e veranicos prolongados no início do plantio.

O atraso nas chuvas regulares de primavera tende a empurrar a janela de semeadura da oleaginosa. Agricultores que iniciarem o plantio logo após os primeiros episódios isolados de chuva correm o risco de enfrentar estiagens curtas em outubro e novembro, o que pode comprometer o estande de plantas e forçar o replantio de áreas.

Excesso no Sul e desafios no Centro-Oeste

Na Região Sul, o excesso de umidade no solo deve dificultar a entrada de máquinas agrícolas no campo, atrapalhando o cronograma de plantio e a aplicação de tratos culturais. O ambiente quente e excessivamente úmido também acende o alerta máximo para a pressão de doenças fúngicas, especialmente a ferrugem asiática, exigindo um protocolo preventivo rígido de aplicação de fungicidas.

No Centro-Oeste, além do risco direto sobre a produtividade da soja, o atraso no ciclo da cultura principal gera um efeito cascata preocupante: reduz a janela ideal para o plantio do milho segunda safra em 2027. Isso expõe o cereal a um risco muito maior de sofrer com a seca no ano seguinte.

Tecnologia de precisão para mitigar o risco

Para mitigar esses impactos, a análise preditiva baseada em IA (como os modelos de alta resolução do motor MIA-Risk, da MeteoIA) recomenda que os produtores abandonem as médias regionais e foquem no monitoramento hiperlocalizado das suas propriedades. A tecnologia de dados permite identificar a capacidade de retenção de água de talhões específicos e prever o comportamento do microclima com alta precisão.

Especialistas reforçam que a estratégia de defesa do agricultor para esta safra deve passar pela diversificação de cultivares (com diferentes ciclos de maturação), respeito rigoroso ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) e investimento no vigor radicular das plantas por meio de condicionadores biológicos de solo para enfrentar os períodos de estresse térmico.

Competitividade da carne de frango em comparação à suína cai 70% em um ano

Nos últimos 12 meses, a competitividade da carne de frango em relação à suína recuou cerca de 70% no atacado em São Paulo, segundo levantamento do Cepea (Centro de Pesquisa de Economia Aplicada), com dados compilados entre julho de 2025 e julho de 2026.

Segundo os pesquisadores, a queda na relação de troca foi acentuada pela forte desvalorização da cotação do frango no mercado nacional.

No comparativo, de acordo com o levantamento publicado nesta sexta-feira (17), os preços do frango resfriado acumulam uma queda real de 33,2% desde julho de 2025.

Nos primeiros quinze dias do mês, os preços da carne suína (carcaça especial) e do frango (resfriado) recuaram no atacado da Grande São Paulo frente às médias registradas em junho, o que, segundo o Cepea, influenciou diretamente a dinâmica recente de competitividade entre as duas proteínas.

 

Em entrevista, pré-candidato Carlos Magno defende fortalecimento do setor produtivo e debate sobre desafios de Rondônia

O pré-candidato a deputado estadual Carlos Magno concedeu entrevista ao apresentador Willians Soares, na Rádio Rondônia, em Ouro Preto do Oeste, onde abordou sua trajetória na vida pública, a experiência acumulada ao longo dos anos e sua visão sobre os principais desafios enfrentados pelo estado de Rondônia.

Durante a entrevista, Carlos Magno afirmou que o conhecimento adquirido em sua atuação política lhe proporciona uma compreensão das demandas do setor produtivo, especialmente da agricultura e da pecuária, atividades que considera fundamentais para a economia rondoniense. Segundo ele, os produtores rurais enfrentam desafios que exigem políticas públicas voltadas ao fortalecimento da produção, à melhoria da infraestrutura e ao desenvolvimento do campo.

Ao comentar sobre a cadeia produtiva do leite, o pré-candidato destacou a concorrência com produtos importados, que, segundo ele, impacta a competitividade da produção nacional, e defendeu mudanças na legislação para aprimorar a relação entre produtores e indústrias.

Carlos Magno também afirmou que um dos principais entraves enfrentados pelos produtores de leite é a falta de previsibilidade quanto ao preço pago pelo produto. De acordo com ele, o produtor entrega a produção sem saber o valor que receberá posteriormente, situação que, em sua avaliação, dificulta o planejamento da atividade rural.

Outro ponto levantado durante a entrevista foi a necessidade de aperfeiçoar a legislação para promover uma relação considerada mais equilibrada entre produtores e laticínios, além de discutir alternativas para enfrentar a escassez de mão de obra no campo.

O pré-candidato também comentou sobre outros temas ligados ao desenvolvimento econômico do estado, entre eles a exploração de riquezas minerais, defendendo a redução da burocracia para o aproveitamento do potencial econômico do país.

Na área legislativa, Carlos Magno é a favor de um estrutura com perfil técnico mantendo diálogo com diferentes segmentos da sociedade. Segundo ele, o fortalecimento das comissões da Assembleia Legislativa e a ampliação dos debates públicos são importantes para discutir assuntos de interesse da população.

Entre os exemplos citados durante a entrevista, mencionou as discussões envolvendo o perdão de dívidas relacionadas à Energisa e o processo da CAERD, defendendo maior participação da sociedade nas decisões do Poder Legislativo estadual.

MIT Agro passa por Rondônia, aproxima Mitsubishi do produtor rural e encerra programação com encontro entre jornalistas

A Mitsubishi Motors concluiu nesta semana mais uma etapa do MIT Agro em Rondônia, projeto itinerante criado para fortalecer o relacionamento da marca com o agronegócio brasileiro. Entre os dias 13 e 16 de julho, a iniciativa percorreu os municípios de Ji-Paraná, Jaru, Ariquemes e Porto Velho, levando demonstrações da nova Mitsubishi Triton, visitas técnicas e encontros com produtores rurais.

O encerramento da programação aconteceu na noite desta quinta-feira (16), em Porto Velho, com um encontro que reuniu jornalistas, representantes da Mitsubishi e profissionais ligados ao agronegócio para uma troca de experiências sobre os desafios e as oportunidades do setor. O evento também serviu para apresentar a estratégia da montadora voltada ao campo e reforçar a importância do mercado agro para o crescimento da marca.

Durante a passagem por Rondônia, as equipes da Mitsubishi visitaram propriedades rurais e empresas do setor para conhecer de perto a realidade dos produtores e entender as principais demandas enfrentadas no dia a dia das atividades agrícolas. A proposta do MIT Agro é utilizar esse contato direto para aperfeiçoar produtos, serviços e soluções desenvolvidas para quem vive do campo.

Entre as novidades apresentadas está o MIT Barter, modalidade de negociação que permite ao produtor adquirir uma Mitsubishi Triton por meio da troca da produção de soja e milho. A iniciativa oferece uma alternativa de compra alinhada à realidade financeira do setor agropecuário, ampliando as possibilidades de investimento em veículos utilitários.

Durante o encontro, Ricardo Sufi é o executivo responsável pelo programa Mit Agro (representando a Mitsubishi no Brasil) e, juntamente com sua equipe (que inclui parceiros de agronegócio como Gabriel Marsola), destacaram a relevância do agronegócio para a empresa. Segundo eles, atualmente o segmento representa entre 60% e 70% das vendas diretas da Mitsubishi, tornando fundamental a aproximação com quem produz no campo.

Os executivos ressaltaram que a nova Triton foi desenvolvida pensando nas necessidades do produtor rural, sendo projetada para atuar como uma verdadeira ferramenta de trabalho. Além do conforto e da tecnologia, a picape oferece robustez, capacidade de carga e desempenho para enfrentar as mais diferentes condições encontradas nas propriedades rurais.

Outro diferencial destacado pela marca é que a Mitsubishi Triton é atualmente a única picape produzida no Brasil, fator que garante maior disponibilidade de peças, agilidade na assistência técnica e um pós-venda mais eficiente para os clientes.

Antes de colocar o MIT Agro em prática, a Mitsubishi realizou um amplo estudo para identificar as regiões com maior força do agronegócio nacional. Em 2026, o projeto percorrerá dez polos estratégicos do país. A etapa de Porto Velho representa a sexta parada da programação, que já passou por cidades como Chapecó (SC), Luís Eduardo Magalhães (BA), Sinop (MT) e Dourados (MS), e seguirá por outras importantes regiões produtoras.

Mais do que apresentar veículos, o MIT Agro tem como objetivo compreender as diferentes cadeias produtivas brasileiras como soja, milho, café, algodão, trigo e pecuária  para desenvolver soluções que acompanhem a evolução do agronegócio. A proposta, segundo a Mitsubishi, é construir um relacionamento cada vez mais próximo com o produtor rural e oferecer produtos que atendam às necessidades reais do campo.

Associação ASPROLE C-30 convoca associados para Assembleia Geral Extraordinária no dia 26 de julho

ASPROLE C-30 convoca associados para Assembleia Geral Extraordinária no dia 26 de julho.
ASPROLE C-30 convoca associados para Assembleia Geral Extraordinária no dia 26 de julho.

A Associação ASPROLE “C-30”, inscrita no CNPJ nº 09.024.177/0001-00, publicou edital de convocação para a realização de uma Assembleia Geral Extraordinária, que acontecerá no próximo dia 26 de julho de 2026 (Domingo), às 9h, na sede da entidade, localizada na BR-319, Km 50, Linha C-30, Km 07, CEP 76800-000, em Porto Velho (RO).

De acordo com o edital, assinado pelo presidente José Guedes Neto, a reunião tem como objetivo deliberar sobre temas considerados importantes para o fortalecimento e reorganização da associação.

Na pauta da Assembleia constam os seguintes assuntos:

* Reativação das atividades da Associação ASPROLE C-30;

* Alteração do Estatuto Social, com a inclusão do cargo de Vice-Presidente na composição da Diretoria Executiva, por meio da alteração do artigo 15 e da correspondente modificação do artigo 18;

* Eleição e posse da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal para mandato de quatro anos.

A diretoria reforça a importância da participação de todos os associados, uma vez que as deliberações tratam da reestruturação administrativa e do futuro da entidade. Conforme previsto no artigo 16 do Estatuto Social, o edital também será afixado na sede da associação com antecedência mínima de cinco dias úteis da realização da Assembleia.

Participação dos associados será fundamental para definir os próximos passos da ASPROLE C-30
Participação dos associados será fundamental para definir os próximos passos da ASPROLE C-30

Serviço

Assembleia Geral Extraordinária – ASPROLE C-30

Data: 26 de julho de 2026 (Domingo)

Horário: 9h

Local: BR-319, Km 50, Linha C-30, Km 07, Porto Velho (RO)