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Encontros de negócios prévios vão acontecer em sete municípios para facilitar crédito na 5 Rondônia Rural Show

A 5ª Rondônia Rural Show, evento de agronegócio do governo estadual, terá sete encontros de negócios prévios, que visam agilizar os tramites das propostas de financiamento de máquinas, equipamentos, insumos e demais bens agrícolas, em especial para os pequenos agricultores familiares. O evento acontecerá no Parque de Exposição Hermínio Victorelli, em Ji-Paraná, de 25 a 28 de maio..

 

As datas dos encontros de negócios foram definidas em reunião nessa quinta-feira (4), no auditório da Secretaria de Agricultura (Seagri), com a presença do secretário Evandro Padovani e representantes da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O plano safra 2015/2016, que disponibiliza recursos a juros subsidiados (5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano) para o agronegócio familiar, e que tem vigência até o final de junho, é um dos fatores para a realização das sete rodadas de negócios, iniciando em Jaru, nos dias 19 e 20 de fevereiro; Ariquemes (23 e 24), Nova Mamoré (26 e 27), São Miguel do Guaporé (1 e 2 de março), Rolim de Moura (4 e 5), Cacoal (8 e 9) e Colorado do Oeste (11 e 12).

“As taxas de juros que serão praticadas no plano safra 2016/2017 são uma incógnita e tendem a ser maiores que as atuais″, apontou Luiz Gomes, presidente da Emater-RO.

Os sete encontros macro visam agilizar os tramites das propostas de financiamento de máquinas, equipamentos, insumos e demais bens agrícolas, pois as instituições financeiras necessitam de até 60 dias para realizar as operações de avaliação de cada proposta. “Permitindo que a liberação dos créditos propostos aconteça durante a realização da 5ª Rondônia Rural Show, onde os produtores do agronegócio poderão concretizar seus sonhos de aquisição de tecnologias e, com isso, aumentar a produtividade dos seus empreendimentos”, explicou Evandro Padovani.

Fonte
Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Marco Aurélio Anconi
Secom – Governo de Rondônia

Encontros de negócios prévios vão acontecer em sete municípios para facilitar crédito na 5 Rondônia Rural Show

A 5ª Rondônia Rural Show, evento de agronegócio do governo estadual, terá sete encontros de negócios prévios, que visam agilizar os tramites das propostas de financiamento de máquinas, equipamentos, insumos e demais bens agrícolas, em especial para os pequenos agricultores familiares.

 

O evento acontecerá no Parque de Exposição Hermínio Victorelli, em Ji-Paraná, de 25 a 28 de maio.

As datas dos encontros de negócios foram definidas em reunião nessa quinta-feira (4), no auditório da Secretaria de Agricultura (Seagri), com a presença do secretário Evandro Padovani e representantes da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O plano safra 2015/2016, que disponibiliza recursos a juros subsidiados (5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano) para o agronegócio familiar, e que tem vigência até o final de junho, é um dos fatores para a realização das sete rodadas de negócios, iniciando em Jaru, nos dias 19 e 20 de fevereiro; Ariquemes (23 e 24), Nova Mamoré (26 e 27), São Miguel do Guaporé (1 e 2 de março), Rolim de Moura (4 e 5), Cacoal (8 e 9) e Colorado do Oeste (11 e 12).

“As taxas de juros que serão praticadas no plano safra 2016/2017 são uma incógnita e tendem a ser maiores que as atuais″, apontou Luiz Gomes, presidente da Emater-RO.

Os sete encontros macro visam agilizar os tramites das propostas de financiamento de máquinas, equipamentos, insumos e demais bens agrícolas, pois as instituições financeiras necessitam de até 60 dias para realizar as operações de avaliação de cada proposta. “Permitindo que a liberação dos créditos propostos aconteça durante a realização da 5ª Rondônia Rural Show, onde os produtores do agronegócio poderão concretizar seus sonhos de aquisição de tecnologias e, com isso, aumentar a produtividade dos seus empreendimentos”, explicou Evandro Padovani.

Fonte
Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Marco Aurélio Anconi
Secom – Governo de Rondônia

 

Cadeia produtiva da carne avalia pauta do Grito da Pecuária em reunião no dia 15

Para debater a pauta de reivindicações do manifesto denominado “Grito da Pecuária”, que busca a melhoria do preço da arroba do boi pago pelos frigoríficos aos criadores em Rondônia, o governo do estado confirmou  reunião da cadeia produtiva da carne para o próximo dia 15, a partir das 15h, no auditório do prédio Pacaás Novos, Palácio Rio Madeira, em Porto Velho.

 

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani, o objetivo do encontro é colocar na mesa representantes dos produtores, classe produtiva, politica e indústria.

Confirmaram participação na reunião, os representantes das principais indústrias frigorificas do estado: JBS Foods, Minerva Foods, Tangará Foods, Marfrig Global Foods, Frigon, Distriboi e da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

“O governo do estado está fazendo a interlocução entre a indústria e os produtores. Estaremos recebendo a pauta de reivindicações dos produtores e discutindo junto com a indústria”, afirmou Padovani.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon), Hélio Dias, o setor produtivo da carne tem que estar equilibrado. “Buscamos o entendimento entre os produtores e a indústria, queremos o restabelecimento dos preços em todas as praças no estado”, argumentou Dias.

Ele disse, ainda, que todas as reivindicações dos produtores durante o ciclo de reuniões do “Grito da Pecuária” realizadas pela federação foram inseridas nesta pauta, que será discutida durante a reunião.

Como parte das discussões, a busca de novos mercados será levada à pauta pela Seagri. “Precisamos alinhar as ações para a adesão de novas propriedades ao Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) e conseguirmos habilitar o estado ao mercado europeu e à sistematização de processo de pagamento de tipificação de carcaça. Essas ações são embasadas pelas excelentes condições sanitárias que o estado oferece”, atestou Evandro Padovani.

Fonte
Texto: Dhiony Costa e Silva
Fotos: Dhiony Costa e Silva
Secom – Governo de Rondônia

Sedam e DER fecham parceria para elaboração do projeto estrutural do Viveiro Educador, em Ariquemes

Após a Fundacão de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) assumir  a revitalização do Banco de Sementes de Ariquemes.

 

Representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sedam), Departamento de Estrada , Rodagens e Serviços Públicos (DER) do Vale do Jamari  e assessores estiveram reunidos na manhã de terça-feira (3), na sede da unidade, para avaliar a atual estrutura do prédio e deliberarem sobre o projeto de reforma.

Na ocasião, foi firmado uma parceria com DER para elaboração do projeto com reformas do prédio, sistema elétrico, hidráulico, calçadas e cerca. De acordo com o secretário adjunto da Sedam, Francisco Sales, dentro de 30 dias será apresentado tanto o projeto da estrutura física, como o do Viveiro Educador para aprovação.

O presidente da Fapero, Francisco Elder Souza de Oliveira, explicou que o projeto de revitalização e transformação do Banco de Sementes no Viveiro Educador está em andamento. Por meio do Termo de Cooperação assinado com a Sedam, a Fundação assumiu a gestão do projeto e já  fechou  parceria com a organização não governamental Rio Terra para execução,  que também contribuirá com a estruturação do laboratório, proporcionando  grande economia para o Estado.

A assessora especial Vilma Alves falou que a proposta do governo é implantar  uma instituição que, além de servir de ferramenta educacional para os jovens, também atenda as necessidades e responsabilidades ambientais, e o Viveiro Educador vai de encontro a isso.

“Os nossos estudantes terão oportunidade de conhecer e pesquisar as espécies nativas de nossa região, transformando esse projeto em um marco importante para Ariquemes como para todo o Estado de Rondônia”, destacou Vilma.

O projeto ainda está em fase de conclusão e ajuste, para transformação do atual banco em Viveiro Educador, onde, além da coleta e seleção de mudas e outras funções, também contribuirá com a educação escolar e a pesquisa, destacando o estudo da fisiologia dos vegetais de Rondônia.

“Futuramente, vamos instalar uma biofábrica com viveiros, laboratórios e equipamentos, seguindo  a risca, política de fortalecimento a agricultura familiar e o pequeno produtor  implantada pelo governador Confúcio Moura”, destacou Oliveira.

Fonte
Texto: Suelly David
Fotos: Suelly David
Secom – Governo de Rondônia

Rondônia realiza monitoramento sorológico para identificação da peste suína clássica

Técnicos da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) coletaram amostras de sangue em 259 granjas de suíno que trabalham com o sistema de produção de crias para a realização de monitoramento sorológico, com o objetivo de verificar a ausência da peste suína clássica (PSC) no estado.

 

Esse monitoramento sorológico é feito rotineiramente duas vezes por ano, onde se coleta amostra de sangue de um suíno reprodutor (macho ou fêmea) e entre os mais velhos do plantel. As amostras são enviadas para um laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e os custos dos exames são por conta da Idaron.

Devido aos trabalhos de vigilância e prevenção, Rondônia é reconhecido pelo Mapa como área livre de peste suína clássica desde 2009. O reconhecimento pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) está sendo pleiteado, e deve ser decidido na próxima sessão da instituição, que ocorrerá no mês de maio. Atualmente, apenas dois estados brasileiros possuem o reconhecimento internacional: Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O coordenador do Programa Estadual de Sanidade Suídea da Idaron, Ney Carlos Dias de Azevedo, conta que o Mapa já encaminhou para a OIE toda a documentação necessária para o reconhecimento internacional de área livre para PSC de 14 Estados, dentre eles Rondônia. Para o reconhecimento internacional do Estado como área livre leva-se em consideração “a estrutura da Agência Idaron, com presença em todos os municípios, quadro efetivo de servidores capacitados, além de todo um trabalho de vigilância e prevenção para enfermidades de notificação oficial”, explica o coordenador.

Ele também diz que Rondônia tem potencial para aumentar a produção de suínos. “Nós temos grãos em abundância para alimentação dos suínos, sanidade e mercado consumidor interno e externo”.

A Idaron recomenda para que os criadores de suínos comuniquem imediatamente qualquer alteração na saúde do seu rebanho, como alta mortalidade, abortos e outros sinais de doenças, para que os médicos veterinários da Agência possam visitar a propriedade evitando prejuízos para a suinocultura.

Fonte
Texto: Amabile Casarin
Fotos: Idaron
Secom – Governo de Rondônia

 

China habilita 17 novas plantas frigoríficas brasileiras para exportação

Setor estima aumento de US$ 340 milhões em vendas ao mercado chinês.

 

A Administração-Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena (AQSIQ) da China autorizou 17 novas plantas frigoríficas brasileiras a exportar para o país asiático, sendo cinco de carne bovina, oito de aves e quatro de suína.

A estimativa do setor é de que cada estabelecimento exporte cerca de US$ 20 milhões por ano, o que totaliza aumento de US$ 340 milhões nos embarques do produto para o mercado chinês.

A secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Tatiana Palermo, afirmou que, desde o ano passado, quando o mercado chinês foi reaberto, o país asiático se tornou um dos maiores importadores das carnes brasileiras, principalmente a bovina.

“A habilitação de mais 17 plantas vai contribuir para a ampliação das nossas vendas. Com esse importante esforço, as exportações brasileiras do setor de carnes devem crescer em valor e volume em 2016. Vamos continuar negociando a habilitação de novos estabelecimentos”, disse Tatiana Palermo.

O início das vendas depende agora da negociação entre os frigoríficos e os importadores chineses.

As novas habilitações do governo chinês resultam da missão oficial do Mapa àquele país, em novembro, quando foi anunciada a autorização de sete plantas frigoríficas.

Na ocasião, a ministra Kátia Abreu e o ministro do órgão chinês, Zhi Shueing, concordaram em estabelecer um cronograma de trabalho para a análise dos outros estabelecimentos que aguardavam autorização para exportar.

Os dois ministros também destacaram a relação de confiança mútua entre os países e se comprometeram a manter contato frequente para melhorar o fluxo de informações e ampliar o comércio bilateral.

Em 2015, o Brasil exportou à China um total de US$ 1,1 bilhão em carnes, dos quais US$ 477 milhões em carne bovina, US$ 608 milhões em carne de frango e US$ 10 milhões em carne suína.

Com a habilitação dessas 17 plantas, o Brasil passa a ter 65 frigoríficos autorizados a exportar carne para a China. Desses, 38 são de aves, 16 de bovinos e 11 de suínos.

Veja em que estados estão as 17 novas plantas habilitadas:
Aves: Paraná (3), Rio Grande do Sul (2), Minas Gerais (2) e São Paulo (1).
Suínos: Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (2).
Bovinos: São Paulo (3), Minas Gerais (2)

Mais informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
Priscilla Mendes
imprensa@agricultura.gov.br

 

Novo levantamento da Conab confirma recorde de produção agrícola

Volume de 210,3 milhões de toneladas é 1,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior que o do ciclo passado.

 

A safra brasileira de grãos 2015/2016 deve chegar a 210,3 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 1,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre a safra anterior. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (4) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Em relação à estimativa do mês passado para a safra atual, houve uma pequena queda de 206,5 mil toneladas, sobretudo por causa da soja. Segundo a Conab, a falta de chuva no Mato Grosso afetou a produção da oleaginosa.

De acordo com o diretor de Política Agrícola e Informações da estatal, João Marcelo Intini, os técnicos da Conab já acompanhavam o desenvolvimento da lavoura na região desde dezembro do ano passado e constataram que a escassez hídrica afetou principalmente o plantio da soja precoce e trouxe a redução da produtividade. No entanto, o grão continua com o indicativo de uma safra recorde de 100,9 milhões de toneladas.

As condições climáticas para o Matopiba (formado pelo Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) – quinta maior região produtora do país – são favoráveis para a produção de soja, milho, arroz e algodão. Segundo Intini, em algumas áreas o volume de chuva foi expressivo (entre 400 e 900 milímetros) e levou à melhoria da qualidade das lavouras.

Condições climáticas

 As chuvas ocorridas no Nordeste em janeiro também contribuíram para o aumento no volume de oferta de água e consequentemente favoreceram o plantio.

O diretor da Conab salienta que as condições são propícias à finalização da primeira safra, bem como para a implantação da segunda safra que acontece com as culturas de milho e feijão.

“Esse é o cenário desejado: chuvas regulares e a distribuição da precipitação nas regiões produtores, condições de mecanização na lavoura e o câmbio favorável vão continuar criando oportunidades para o agricultor investir na segunda safra. Os produtores estão apostando em sementes de ciclo mais curto e de variedade resistentes as variações do clima,” disse Intini.

A expectativa para o plantio da safrinha de milho (segunda safra) é muito boa, na avaliação  do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, André Nassar. “Com câmbio bom, a gente vai produzir mais e exportar mais em volume, o que aumenta a receita e rentabilidade do agricultor.”

Oferta de alimentos

Durante a entrevista coletiva, a Conab também informou que não há risco de desabastecimento de alimentos no Brasil. “Está descartado qualquer problema na oferta de grãos neste momento e ao longo deste ano. O país dispõe de estoques de passagem e de políticas que favorecem o equilíbrio entre as exportações e importações. O governo está acompanhando a qualidade dos alimentos que vamos colher frente às condições climáticas, principalmente nas plantações de arroz e feijão,” assinalou o diretor de Política Agrícola e Informações da empresa.

Intini acrescenta que o plantio de feijão ocorre em praticamente todos os estados brasileiros e durante todo o ano. “E a cultura do arroz está sendo beneficiada agora com a diminuição das precipitações no Rio Grande do Sul, que vai iniciar a colheita neste mês de fevereiro. Em algumas regiões gaúchas, cerca de 7,5 mil hectares, ainda haverá plantio tardio do arroz, acrescentou.
O governo estima que as importações cheguem a 1 milhão de toneladas de arroz. “Também estamos monitorando as culturas de inverno (entre elas, o trigo), que vão entrar no calendário agrícola nos próximos meses”, observou Intini.

Clique aqui para acessar a íntegra do estud o.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
Inez De Podestà
inez.podesta@agricultura.gov.br
imprensa@agricultura.gov.br
 

Omã ressalta interesse em investir no agronegócio brasileiro

Tatiana Palermo apresentou oportunidades de investimentos e potencial do setor.

 

A promoção de oportunidades de investimento omani no setor agropecuário brasileiro foi um dos destaques no Seminário Empresarial Brasil – Omã, realizado nesta quarta-feira (3), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e que contou com a participação do ministro do Comércio e Indústria do Omã, Ali bin Masoud al Sunaidy, e da secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tatiana Palermo. 

Tatiana Palermo apresentou oportunidades de investimentos e potencial de desenvolvimento da produção e do agronegócio nos próximos anos. O ministro do Comércio e Indústria do Omã, Ali bin Masoud al Sunaidy, que também é vice-presidente do Conselho Supremo de Planejamento do país, tendo como uma das mais importantes atribuições a garantia da segurança alimentar, falou com entusiasmo sobre uma possível parceria com o Brasil nesse tema.

“As autoridades e os empresários omanis buscam parcerias para garantir segurança alimentar na região. O Omã, por sua posição geográfica estratégica, pode servir como plataforma de processamento e distribuição de alimentos para os países do Golfo e do Sudeste Asiático, com destaque para o Irã e a Índia”, afirmou Tatiana Palermo.

O país árabe é membro do Conselho de Cooperação do Golfo, junto com Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein e Kuwait, que importa anualmente cerca de US$ 53 bilhões em alimentos.

Mais informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
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Governo chama atenção do setor produtivo para captação de recursos em Rondônia

Representantes do setor produtivo não podem perder a oportunidade de cadastrarem suas propostas que podem receber subsídios de R$ 80 a 200 mil.

 

Associações, cooperativas, Organizações Não Governamentais (ONGs) e Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip’s), voltadas às áreas de agroecologia e agroindústrias, têm a oportunidade de garantir recursos não reembolsáveis para subsidiar seus projetos. A Coordenadoria de Captação de Recursos da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), responsável por identificar e mapear a disponibilização de recursos financeiros no âmbito federal para concretização de diversos projetos, alerta aos representantes do setor produtivo para que não percam a oportunidade de cadastrarem suas propostas que podem receber subsídios de R$ 80 a 200 mil.

“Estamos entrando em contato com todas as instituições desses segmentos para informar sobre a disponibilização desses recursos e repassando, por e-mail, um roteiro simplificado explicando como deve ser feito o cadastro como forma de auxílio na elaboração de suas propostas”, disse o titular da Sepog, George Braga. Segundo ele, é interesse do governo que as entidades também tenham autonomia na captação de recursos e conheçam os caminhos para assim fazê-lo, por isso mantém ativa a Coordenaria de Captação de Recursos na Sepog e a Gerência de Fomento ao Terceiro Setor na Superintendência de Assuntos Estratégicos (Seae).

O trabalho de monitoramento diário de editais, programas, políticas federais e demais instituições, e o apoio necessário para elaboração de projetos garantem às instituições, incluindo os próprios órgãos de governo, o conhecimento sobre a possibilidade de captar recursos e desta forma ter mais uma alternativa, além daquelas oferecidas pelo próprio estado.

No caso dos recursos disponibilizados pela Fundação, a Coordenadoria informa que as instituições devem cadastrar suas propostas até 30 de abril. Outros detalhes podem ser obtidos pelo e-mail: fbb@fbb.org.br com o título: Acolhimento de Projetos Sociais 2016 – dúvidas.

Estão entre os itens passíveis de apoio: Aquisição de maquinário ou equipamentos novos, aquisição de veículos utilitários e obras civis. Os projetos deverão ser fundamentados nos princípio de sustentabilidade, como ser ambientalmente corretas, economicamente viáveis, socialmente justos e devem respeitar a diversidade cultural.

Fonte
Texto: Jane Carla
Secom – Governo de Rondônia

 

Governo de Rondônia busca estreitar laços comerciais com o Peru

O Governo de Rondônia quer estreitar os laços comerciais, turísticos e culturaiscom os países andinos, e essa política de aproximação a cada dia ganha novos componentes.

 

O vice-governador, Daniel Pereira, esteve reunido em Brasília com ministro conselheiro da Embaixada do Peru no Brasil, Miguel Samanez, e o primeiro secretário da embaixada peruana, Carlos Rios.

Durante o encontro, trataram sobre a economia aduaneira, ferrovia transcontinental, voos comerciais entre Rondônia e o Peru, as feiras de negócios, em destaque, a Rondônia Rural Show, maior feira do agronegócio da Região Norte, que acontece no mês de maio, no município de Ji-paraná.

Daniel Pereira explicou que fez questão de ir pessoalmente à embaixada peruana fazer o convite para que o Peru esteja presente na 5ª Rondônia Rural Show. “Inclusive nós propomos fazer o mesmo trabalho que estamos fazendo com a Bolívia. De ter um estande a disposição de produtos peruanos. Vamos ver se ainda dá tempo de organizarmos para este ano. Seria muito bom para a relação política e econômica dos dois povos”, explicou Daniel Pereira.

O vice-governador destacou que na última viagem à capital federal houve uma articulação na Confederação Nacional da Agricultura (CNA) para atrair as embaixadas para a Rondônia Rural Show. Segundo Daniel, a ideia é organizar um pré-evento em Brasília e convidar os países para o evento. “Queremos atrair o máximo de delegações internacionais, mas vamos priorizar para atrair os países andinos que estão próximos da gente. É o caso do Peru, Chile, Equador e Colômbia”, disse.

Daniel Pereira falou da importância de estreitar os laços com os vizinhos e lembrou da situação comercial que envolve o rebanho bovino de Rondônia. ” Nosso Estado está produzindo por excelência e está sendo penalizado por isso. produzimos uma carne de ótima qualidade e estamos tendo o pior preço na história. Isso se dá em função ao mercado restrito que nós temos, então, pretendemos estabelecer relações comerciais que abram novas rotas comerciais”, pontuou.

De acordo com o vice-governador, hoje Rondônia atua como uma espécie de reserva de mercado. Só buscam o produto no estado quando está faltando no centro sul. “Esse contato pode abrir novos mercados, é uma das metas que nós temos “, disse.

Durante a reunião houve um levantamento prévio do mercado consumidor envolvendo Rondônia, Peru, Bolívia, Amazonas e o Estado do Acre e constatou que nesse contingente engloba aproximadamente de 10 milhões de consumidores. “Então nós poderíamos potencializar esse mercado para ser o primeiro grande consumidor de produtos da região. É uma forma que estamos encontrando para ampliar horizontes “, finalizou.

Fonte
Texto: Zózimo Macêdo
Fotos: Alex Nunes
Secom – Governo de Rondônia