Mais previsões: Previsao do tempo 30 dias
Início Site Página 244

Cartilhas ensinam como cuidar de suínos desde a granja até os frigoríficos

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) disponibilizou na internet três cartilhas sobre bem-estar na produção de suínos. As publicações abordam o tratamento dos animais nas granjas, o transporte e os processos que devem ser adotados nos frigoríficos. Os textos são de especialistas em suinocultura e podem ajudar os profissionais que trabalham em toda a cadeia produtiva. 

As cartilhas foram elaboradas pela Comissão de Bem-Estar Animal do Mapa em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Embrapa Aves e Suínos e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Uma das publicações ensina os procedimentos que devem ser adotados nas granjas em relação a questões como nutrição, biossegurança e climatização do ambiente. “Outro tema importante é a movimentação e a densidade adequada, isto é, quilos de suíno por metro quadrado. Caso a densidade seja muito elevada, isso pode causar estresse nos suínos e problemas de comportamento, como a agressividade”, diz a coordenadora da Comissão de Bem-Estar Animal do Mapa, Lizie Buss.
 

Transporte

O transporte dos animais é tema de outra cartilha. De acordo com Lizie, nela estão os processos de planejamento e preparação do embarque de suínos para reduzir o estresse dos animais. O início do embarque dos animais, segundo a publicação, deve ser pelas baias mais próximas ao embarcadouro, e os grupos conduzidos devem ser pequenos – dois a três suínos por manejador.

A terceira cartilha mostra como deve ser feito o desembarque dos animais quando chegam aos frigoríficos, que devem ter estruturas para recebê-los, com higienização das instalações para o abate humanitário.

“O abate humanitário é obrigatório no Brasil e em vários países”, ressalta Lizie. “A competência dos profissionais responsáveis é essencial para o abate. A sociedade deve saber quais os requisitos básicos para um bom abate e como ele deve ser desenvolvido. Além disso, as pessoas precisam buscar saber a origem da carne que compram, evitando consumir produtos clandestinos.”

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015 foram abatidas 39,26 milhões de cabeças de suínos no país.

Mais informações à imprensa:
Assessoria de comunicação social
Cláudia Lafetá
claudia.lafeta@agricultura.gov.br
 

Ceplac e Embrapa monitoram plantios focados na 5 Rondônia Rural Show em Ji-Paraná

Os talhões de cacau e de café da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), respectivamente, estão sendo monitorados semanalmente com o objetivo de apresentar as cultivares na Vitrine Tecnológica da 5ª Rondônia Rural Show, evento do agronegócio que será realizado de 25 a 28 de maio no Parque de Exposições Hermínio Victorelli, em Ji-Paraná.

As lavouras servirão como modelo dentro da vitrine, que é um espaço destinado a empresas públicas e privadas para apresentação de várias cultivares durante o evento. O espaço foi criado pela organização da Rondônia Rural Show com a finalidade de levar conhecimento tecnológico aos visitantes do evento.

Na lavoura de cacau, os cuidados, no momento, estão concentrados na limpeza das plantas e no desbaste das bananeiras, espécie frutífera consorciada que tem a função de sombrear o plantio. Além disso, as árvores passam por monitoramento minucioso.

“Estamos avaliando o comportamento de 11 clones de cacau. Até o momento, as respostas estão sendo animadoras”, antecipou o agente de atividade de agropecuária da Ceplac, Roberto Moacir Cella. A clonagem do cacau, segundo Cella, iniciou a partir de mudas da planta trazidas da Bahia, estado maior produtor no País. Já a lavoura de café da Embrapa passa pela capina e a pulverização de adubo na folhagem.

A Rondônia Rural Show foi realizada pela primeira vez em 2012 com o foco inicial na agricultura familiar e movimentou R$ 186 milhões em negócios. No ano seguinte, a movimentação financeira saltou para R$ 294 milhões. Na terceira edição, em 2014, o volume superou os R$ 350 milhões. No ano passado as contas fecharam em torno dos R$ 700 milhões em negócios.

Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Paulo Sérgio
Secom – Governo de Rondônia

Câmara Setorial de Agroecologia propõe organização do setor e crescimento da produção de alimentos saudáveis em Rondônia

A primeira diretoria executiva da Câmara Setorial de Agroecologia inicia os trabalhos com a proposta de organizar o setor em Rondônia e impulsionar o crescimento da produção de alimentos saudáveis. A eleição ocorreu  na sede da Federação dos Trabalhadores Rurais de Rondônia (Fetagro), em Ji-Paraná.

“Vamos prestar maior assistência técnica ao agricultor que já está atuando no segmento da agroecologia. O objetivo é aperfeiçoá-lo e motivá-lo a buscar o selo de certificação para comercialização do produto agroecológico expedido pelo Ministério da Agricultura”, informou o 1º secretário da Câmara Setorial, Alexsandro Quirino de Oliveira, que é gerente de Agroecologia da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri).

O representante da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), o produtor rural Antônio Deusemínio, avaliou como importante a iniciativa da implantação da Câmara Setorial de Agroecologia em Rondônia. “Hoje, no mundo inteiro, as pessoas buscam alimentos saudáveis. A Câmara Setorial vem fortalecer e organizar esse segmento em Rondônia”, disse Deusemínio, um dos maiores entusiastas da produção de alimento agroecológico.

A Direção da Câmara Setorial foi formada pela coordenadora Creonice Vilarim, representando a Fetragro; o vice-coordenador Josoé Pessoa de Souza, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA); primeiro secretário Alexsandro Quirino de Oliveira, representando a Seagri e, pela segunda secretária Valdirene Aparecida de Oliveira, representando a Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário (DFDA/MDA).

Participaram da reunião de composição da diretoria executiva da Câmara Setorial representantes da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Agência Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir), Projeto Padre Ezequiel da igreja Católica e Movimento Popular de Rondônia.

Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Paulo Sérgio
Secom – Governo de Rondônia

 

Além de Santa Catarina, governo quer livres da febre aftosa sem vacinação, os estados do Amazonas, Roraima e Amapá

País já tem 77{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do território reconhecido como zona livre de aftosa com vacinação. 

Santa Catarina é o único estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como zona livre de febre aftosa, sem vacinação. A última ocorrência da doença, no estado, foi em dezembro de 1993 e, em 2007, foi reconhecido o status fitossanitário sem vacinação. Além de Santa Catarina, o Brasil quer outras zonas livres de vacina e, para isso, a cadeia produtiva de carne bovina tem trabalhado com o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para avançar na erradicação da doença no território nacional e sustentar essa condição sanitária.

O assunto foi levantado e discutido na 43ª Reunião Ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne Bovina do Mapa, no último dia 23/03. O coordenador do PNEFA, Plínio Lopes, explicou que a vacina é essencial para evitar possível ocorrência e proliferação da doença, mas o Brasil já tem 77{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do território reconhecido como zona livre de aftosa com vacinação e tem condições de conquistar o status sem a vacina em outros estados. “A última ocorrência da doença no país foi registrada no Mato Grosso em 2006. O processo de suspensão da vacina é trabalhoso, mas precisamos evoluir e garantir um avanço seguro sem o medicamento”, disse Plínio.

O objetivo do PNEFA é implantar progressivamente novas zonas livres da doença e manter as atuais, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela OIE. O trabalho é executado por meio de um sistema de vigilância apoiado na manutenção das estruturas do serviço veterinário oficial, com a participação da comunidade. A ampliação da zona livre com vacinação para os estados do Amazonas, Roraima e Amapá – 22,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do território nacional – está entre as metas do programa para este ano. “A CNA buscará apoio financeiro sobre o trabalho de revisão do PNEFA e ao estabelecimento de um cronograma para a retirada da vacina aos poucos”, afirmou o presidente da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da CNA, Antônio Pitangui de Salvo.

Cota Hilton 481 – A reunião abordou também o ofício que a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) enviou ao Mapa para incluir o Brasil na Cota Hilton 481, que estabelece a exportação de carnes de animais criados sob regime de confinamento, à União Europeia. O documento aguarda análise do DIPOA e a previsão é de que seja aprovada em breve e encaminhada à UE.

IMAC – Outro assunto apresentado foi a iniciativa do Governo do Estado do Mato Grosso em criar o Instituto Mato-grossense da Carne – IMAC, sobre o qual o presidente Luciano Vacari comentou a respeito da questão institucional e a composição por produtores, frigoríficos e governo estadual, regidos por um conselho deliberativo, bem como sua estrutura operacional e objetivo principal de certificação da carne bovina.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA

 

Feira do Produtor Rural do distrito de Nova Mutum será inaugurada neste sábado dia (02).

A feira funcionará semanalmente, e contará com a participação de mais de 80 produtores comerciantes rurais dos distritos de Jacy-Paraná, União Bandeirantes, Nova Mutum, e toda a ponta do Abunã, até o momento 20 produtores já estão cadastrados para a comercialização de seus produtos.
 
Segundo o  Secretário Municipal de Agricultura de Porto Velho, Leonel Bertolin, a feira irá levar ao consumidor produtos mais baratos e de melhor qualidade, já que os produtores poderão vender os produtos sem a presença dos atravessadores. 
 
A Feira também tem a proposta de vender os produtos orgânicos que nem sempre são encontrados nas feiras tradicionais. O projeto faz parte de uma parceria com a Energia Sustentável de Brasil (ESBR) e município, como obra de compensação social.
 
A feira será inaugurada neste sábado dia (02), a partir das 10:00 horas da manhã, e estará instalada no Galpão da avenida Rio Madeira no Distrito de Nova Mutum.
 
Por: Rondorural.com.br
Foto: Arquivo

Governo de Rondônia e Departamento de Beni, na Bolívia, discutem canal de importação e exportação para o Pacifico

A abertura de um canal de importação e exportação de produtos rondoniense para o Pacífico, por meio da travessia de balsas pelos municípios de Costa Marques e Guajará-Mirim, será um dos principais assuntos da reunião técnica do Acordo Internacional “Mesa de Irmandade”, entre o Governo de Rondônia e o Departamento de Beni, na Bolívia. O evento, que contará com a presença de 14 autoridades bolivianas, acontece nesta quinta-feira (31) e sexta-feira (1 de abril), no Palácio Rio Madeira, em Porto Velho.

Para instalação de balsas nos municípios de Guajará-Mirim e Costa Marques, para o canal de exportação pelo Pacífico via Bolívia e depois pelo Porto de llo no Perú, os dois países irão discutir a instalação de postos de fiscalização, de migração, da Polícia Federal e vigilância sanitária. “Para Rondônia é mais perto levar mercadorias saindo pelo Pacifico do que pelo Atlântico. São 15 mil quilômetros a menos, barateando o frete e viabilizando a exportação de produtos rondoniense no mercado asiático”, explicou Hélder Risler de Oliveira, secretário da Mesa Técnica de Negociação.

Outro ponto da reunião será o barco que o Governo do Estado construiu para fazer atuação de saúde básica nas margens dos rios de Guajará-Mirim e Costa Marques, com profissionais da área de saúde dos dois países, em convênio com o Ministério da Saúde (MS).

Na área da educação, será discutido intercâmbio de professores que ensinam Espanhol na rede pública estadual de Rondônia para fazer estágio na Bolívia. Da mesma forma, os profissionais da Bolívia que ensinam a língua portuguesa virão fazer estágio em Rondônia. “A ideia é que na área fronteiriça os estudantes sejam formados nas duas línguas para integração maior dos países”, acrescentou Hélder Risler de Oliveira.

Também constam na agenda da reunião da Mesa Técnica de Negociação assuntos relacionados aos setores agropecuário e industrial.

Texto: Marilza Rocha
Secom – Governo de Rondônia

Companhia de Mineração de Rondônia projeta produção de 300 mil toneladas de calcário em 2016

Com a meta de produzir e distribuir 300 mil toneladas de calcário este ano, a Companhia de Mineração de Rondônia (CMR) prevê uma safra de grãos recorde no Estado, e numa ação conjunta com órgãos do Governo Estadual, como a Secretaria da Agricultura (Seagri), pretende atender a todos os produtores rurais de Rondônia, grandes e pequenos.

Para isto, segundo seu presidente, Gilmar de Freitas Pereira, estão sendo feitos importantes investimentos na área operacional e de produção, com a melhoria de ampliação do sistema de transporte da jazida para a usina, ampliação do número de britadores e moinhos, e principalmente no uso e tecnologia de informação (TI) para proporcionar um atendimento rápido e seguro para os clientes na formalização e seus pedidos, o que brevemente já poderá ser feito online, na página da companhia (calcarioespigao.com.br).

O presidente fez questão de destacar que o governador Confúcio Moura tem demonstrado grande preocupação com o projeto de desenvolvimento da usina de calcário, porque vê na ponta o atendimento concreto da demanda entre pequenos e médios produtores rurais, pelas dificuldades próprias deles em recuperar áreas degradadas (capoeiras), preparar e plantar. A CMR é uma sociedade de economia mista que tem o Estado de Rondônia como seu acionista majoritário.

Segundo Freitas, o objetivo do governo é atender a todos com um calcário de boa qualidade, capaz de elevar significativamente a produtividade das lavouras e consolidar a vocação agrícola do Estado de forma sustentável. Ele disse que esta iniciativa tem sido importante para inibir a abertura de novas áreas para plantação, com o aproveitamento de antigas áreas de capoeiras, e assim, com a aplicação do calcário para correção dos níveis de acidez tem resultado num aumento considerável da produtividade, que está melhorando a vida no campo, com a geração de emprego e renda.

UMA SAFRA RECORDE

Na verdade, não existe milagre neste processo, segundo explica a engenheira agrônoma Giovana Menoncin, da Seagri, ante o apoio e incentivos proporcionados pelo Estado aos produtores rurais, principalmente no âmbito da agricultura familiar, que além de orientação técnica dada pelos técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), são beneficiados com a distribuição de calcário. Importa esclarecer, neste ponto, que o Estado disponibiliza o calcário gratuitamente, cabendo ao respectivo município fazer o transporte e a distribuição entre aos agricultores.

Dados da Seagri indicam que o apoio do Governo tem se revelado de muita importância, tendo em vista que os registros apontam para uma diminuição considerável da abertura de novas áreas para plantação, ao mesmo tempo em que demonstram um aumento da produtividade em áreas de plantio cada vez menores, resultado da utilização de um conjunto de fatores que incluem, além da utilização do calcário para o controle da acidez do solo, uma competente orientação sobre técnicas de manejo na agricultura e também na pecuária.

A produção de grãos para a safra 2015/2016 em Rondônia e é de 1,605 milhão de toneladas, com o domínio da soja e do milho na ponta dos índices de produção e produtividade.

Segundo esses dados da Secretaria da Agricultura, numa área plantada de 473,3 mil hectares nesta safra – 2,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior que a safra anterior -, Rondônia vai colher 776,4 mil toneladas de soja, 642,8 mil toneladas de milho, 126,9 mil toneladas de arroz, 103,4 mil toneladas ou 1,724 mil sacas de café, e 16,7 mil toneladas de feijão, além de uma série de outras culturas como cacau cana de-açúcar e outros que não constam da relação fornecida pela Seagri.

Os dados, segundo o presidente da CMR, são suficientes para demonstrar a importância do trabalho de correção de solo para uma agricultura sustentável e de alta produtividade. Por esse motivo está planejando todas as ações da companhia, inovando seus procedimentos para atender melhor e ampliar sua carteira de clientes cadastrados, hoje com 1.700 produtores rurais.

Texto: Cleuber R Pereira
Fotos: Arquivo e Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Maior feira de agronegócio da região norte terá seis pré-lançamentos em Rondônia

Considerada maior feira de agronegócios da Região Norte, a Rondônia Rural Show é vitrine das mais avançadas tendências e inovações tecnológicas para o agronegócio. Ela é palco do que há de melhor no setor produtivo rondoniense. É a única feira da Amazônia Ocidental em que o produtor rural encontra tudo o que precisa e com as melhores oportunidades de negócios.

O Governo de Rondônia, por meio da Secretária de Estado da Agricultura (Seagri), dará início aos pré-lançamentos da 5ª Rondônia Rural Show. Será uma sequência de eventos em seis municípios, em que produtores, empresários, classe política e representantes do setor produtivo terão a oportunidade de conhecer as potencialidades do Estado e a estrutura da feira, que acontece de 25 a 28 de maio em Ji-Paraná.

O primeiro evento será em Vilhena, dia 08 de abril (sexta-feira), a partir das 18h30, no auditório do Hotel Mirage, localizado na Avenida Major Amarante, número 221, Centro. Na sequência, será realizado no município de Rolim de Moura, no dia 15 de abril, também a partir das 18h30, no auditório do Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos (Ceeja), na Rua Rio Madeira, número 4807, Centro. Em São Miguel do Guaporé no dia 29 de abril, a partir das 18h30, Câmara Municipal, na Avenida Capitão Silvio, número 1480, Centro.

Em Porto Velho o evento acontece no dia 04 de maio, a partir das 18h30, no tetro Guaporé, localizado na Rua Tabajara, Bairro Olaria. O quinto lançamento será realizado em Ariquemes, no dia 07 de maio, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Ariquemes (Acia), na Avenida JK, número 1769, no Setor Institucional.

O último evento será em Ji-Paraná no dia 13 de maio, a partir das 18h30, no auditório do Instituto Federal de Rondônia (Ifro), localizado na Rua Rio Amazonas, número 151, Bairro Jardim dos Migrantes.

Com os pré-lançamentos da 5ª Rondônia Rural Show nestas diferentes locais, será possível ao público ter uma prévia das novidades que encontrarão durante os quatros dias de feira em Ji-Paraná.

Segundo o secretário da Seagri, Evandro Padovani, o principal objetivo nos pré-lançamentos é atingir o maior número de produtores rurais. “É um convite direto a sociedade e aos produtores do nosso estado”.

Texto: Dhiony Costa e Silva
Fotos: Divulgação
Secom – Governo de Rondônia

Conab realiza leilões para venda de milho esta semana

Nesta sexta-feira (1), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará dois leilões de milho, onde serão colocados à venda um total de 26,7 mil t do produto em grãos, a granel e ensacado.

A oferta atende solicitação dos criadores de aves, suínos e bovinos. Em fevereiro, o Conselho Interministerial de Estoques Públicos (Ciep) autorizou a Conab a vender até 500 mil t de milho dos estoques públicos.  Já foram arrematadas 487,3 mil t, por meio de 11 operações.

Para participar dos leilões da Conab, os interessados devem estar cadastrados na bolsa de mercadorias por meio da qual pretendam realizar a operação, além de estar em situação regular no Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes da Conab – Sircoi.

Segundo o superintendente regional da Conab em Rondônia, Anderson Conceição Gomes, é importante que o produtor que queira participar faça o seu cadastro junto a uma bolsa de mercadorias. “Mesmo que não dê tempo de participar dos leilões em aberto o interessado já estará habitado para os próximos”, destaca Gomes.

Para o secretário de Estado de Agricultura Evandro Padovani a situação o preço atual do milho no é reflexo da alta do dólar e consequentemente as elevadas exportações do grão que aconteceu em Janeiro. “O custo elevado do milho tem afetado os produtores de frango, suínos e confinadores que dependem do grão para ração dos animais. Os leilões são um paliativo  frente a especulação de mercado e a alta das exportações”, explicou Padovani.

Clique aqui para ver a integra dos avisos de venda de café e milho.

Texto: Dhiony Costa e Silva
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Governo vai vender milho a balcão e derivados de mandioca

Medida foi aprovada pela Câmara Técnica do Ciep.

A Câmara Técnica do Ciep (Conselho Interministerial de Estoques Públicos de Alimentos) aprovou a venda a balcão de 160 mil toneladas de milho, com o limite mensal de 6 toneladas por produtor. Segundo Silvio Farnese, coordenador-geral de Grãos, Fibras e Oleaginosas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, essa é uma reivindicação de pequenos criadores, das regiões Sul e Nordeste, que usam o milho na alimentação animal. Nada impede, entretanto, que produtores de outras regiões também sejam beneficiados com a medida.

Nessa modalidade, os criadores compram o produto nos balcões da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a preço mais baixo que o de mercado.

A Câmara Técnica é uma entidade de assessoria formada por representantes dos ministérios que compõem o Ciep (Agricultura, Desenvolvimento Agrário, Fazenda e Casa Civil). 

Além da venda de milho a balcão, a Câmara Técnica também propôs a venda em leilão dos estoques públicos de até 15,6 toneladas de farinha de mandioca e de até 6,2 toneladas de fécula de mandioca. Esses produtos foram comprados no ano passado pelo governo, por meio de Aquisição do Governo Federal (AGF), para regular preço de mercado. “O governo já cumpriu seu papel de sustentar preço para o produtor e agora vai devolver ao mercado”, conta Farnese.

Para passar a valer, a venda a balcão de milho e dos derivados da mandioca dos estoques públicos ainda depende de publicação no Diário Oficial da União.

Mais informações à imprensa:
Assessoria de comunicação social
Viviane Novaes
imprensa@agricultura.gov.br