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Pecuaristas exigem melhores preços para o boi gordo no estado durante ” O grito da pecuária “.

Hoje o agronegócio representa mais de 50{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do Produto Interno Bruto ( PIB) do estado.

 

Mudança da lei de incentivos fiscais aos frigoríficos, redução da pauta do gado, monitoramento técnico do abate, fixação de preço único do gado em Rondônia, fiscalização das balanças nos frigoríficos, liberação, certificação e incentivo para os pequenos abatedouros e abertura de um processo investigatório para que seja encaminhado para o Ministério Publico Estadual e Federal, todos esses assuntos foram colocados na pauta de reivindicações dos pecuaristas, que será apresentada no dia 15 de fevereiro durante reunião com os representantes dos frigoríficos no estado.

 “Do jeito que esta não da mais, precisamos buscar meios de valorizar os preços de compra e venda do gado de corte, para se ter uma ideia, só no ano passado os frigoríficos tiveram um incentivo fiscal na ordem de mais de 500 milhões, isso é um absurdo. Agora vêm aqui e querem pagar um preço bem abaixo do que pagam para outros estados” desabafou o presidente do Sindicato dos Pecuaristas do Estado de Rondônia (Sinpec), Helio Dias de Souza.

 Para o pecuarista Mario Português se o preço médio da arroba do boi gordo à vista continuar a ser vendido a R$ 120,00 reais, todos terão prejuízos. ‘’Com esse preço iremos amargar um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão de reais este ano, precisamos nos unir, quanto mais à gente vende, mais os mercados voltam os olhares para o nosso estado, mais a esse valor é inadmissível ” disse o pecuarista.

 Números revelam que em 2014 o estado ultrapassou os 600 milhões de dólares em exportação de carne, em 2015 os números também foram satisfatórios chegando a mais de 500 milhões de dólares.

 Hoje o agronegócio representa mais de 50{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do Produto Interno Bruto ( PIB) do estado.

O evento denominado o “Grito da Pecuária” teve início na segunda-feira (25), na cidade de Vilhena, passando por Cacoal, Ji-Paraná, Ariquemes, Jaru e Porto Velho. Durante esses encontros a comissão formada por representantes da classe produtiva do estado ouviu os pecuaristas que se uniram em busca de melhorias para o setor.

 “Estamos juntos com todos eles, vamos fazer esse documento, e anexar a outros estudos que estão sendo realizados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), aberta pela Assembleia Legislativa do estado. Vamos investigar até o final, já sabemos que há uma formação de cartel, e quem for o responsável será punido, isso não tenha duvida, se for preciso vamos para a porta dos frigoríficos, fecharemos a Idaron, enfim, compraram uma briga, agora terão que agüentar, nós não iremos ficar de braços cruzados” disse o presidente da Assembleia Legislativa Maurão de Carvalho.

Estiveram presentes durante os encontros, representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Rondônia (Faperon), Associação dos Proprietários Rurais de Rondônia (Aprro), Sindicato dos Pecuaristas do Estado de Rondônia (Sinpec) e Associação dos Criadores de Gado Nelore de Rondônia (ACNR), além de empresários e políticos do estado.

 A próxima reunião com a presença dos representantes dos frigoríficos esta marcada para o dia 15 de fevereiro na Assembleia Legislativa do Estado.

Por rondorural.com.br

Foto: Eduardo Kopanakis

Seagri e agentes financeiros promovem rodadas de negócios antecipando a Rondônia Rural Show

Em reunião com agentes financeiros, na Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), a comissão organizadora da 5ª Rondônia Rural Show, a fim de agilizar os tramites das propostas de financiamento de equipamentos, resolveu realizar em sete municípios, rodadas de negócios antecedendo o evento principal que acontece no parque de exposição Hermínio Victorelli, de 25 a 28 de maio, em Ji-Paraná.

 O volume de recursos disponíveis para financiamentos agrícolas durante a 5ª Rondônia Rural Show será maior que os disponibilizados nas edições anteriores da feira, podendo passar de R$ 1 bilhão.

O plano safra 2015/2016, que disponibiliza recursos a juros subsidiados (5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano), para o agronegócio familiar, é um dos fatores para a realização das sete rodadas de negócios em localidades macro (Ariquemes, Jaru, Cacoal, Rolim de Moura, Colorado do Oeste, São Miguel do Guaporé e Nova Mamoré), pois os financiamentos realizados até o final do mês de junho (2016) serão beneficiados com o subsídio governamental. “Não sabemos quais as taxas de juros que serão praticadas no plano safra 2016/2017″, explica Evandro Padovani, secretário da Seagri.

Nestas sete rodadas de negócios, estarão presentes a Seagri, a Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), Banco da Amazônia (Basa), Banco do Brasil (BB), cooperativas de crédito e outros agentes financeiros. Também serão convidados a participar os fornecedores de equipamentos, insumos e tecnologias agropecuárias. “O agronegócio é a mola da economia de Rondônia e, por isso, temos certeza de que todos estarão presentes aos sete eventos”, exalta José Paulo Gonçales, coordenador da 5ª Rondônia Rural Show.

“O Basa quer superar o números de financiamentos contratados durante a 4ª Rondônia Rural Show e para isso trabalharemos em parceria com os órgãos governamentais nas sete rodadas de negócios que deverão iniciar em meados de fevereiro, recebendo proposta com antecedência de 60 a 90 dias, para fazermos a entrega dos equipamentos e recursos no final de maio, durante a 5ª Rondônia Rural Show”, diz o superintendente do Basa em Rondônia, Edmar Bernaldino.

Chiquinho da Emater, vice-presidente da Emater-RO, lembra que o grande objetivo da feira “é o de promover impacto tecnológico para o homem do campo; é mostrar e comercializar os equipamentos, insumos e técnicas de ultima geração que estão modernizando o agronegócio em nosso Estado, desde o pequeno agricultor até o grande, agregando valor aos nossos produtos e aumentando a produtividade sem que se desmate sequer mais nenhum hectare“.

Texto: Marco Aurélio Anconi

Fotos: Reprodução

Secom – Governo de Rondônia

Conselho de Desenvolvimento do Agronegócio do Leite aprova projetos que serão executados pela Emater Rondônia

Membros do Conselho de Desenvolvimento do Agronegócio do Leite do Estado de Rondônia (Condalron) estiveram reunidos para deliberar sobre propostas apresentadas para serem financiadas com recursos do Fundo Proleite.

 

As propostas apresentadas visam beneficiar pequenos e médios produtores de leite com implantação de projetos e aquisição de bens que contribuam para o fortalecimento da cadeia produtiva leiteira no estado. O evento foi realizado no auditório do Sebrae, na cidade de Ji-Paraná.

O Condalron foi criado pela Lei n.º 547 de 21 de dezembro de 2009, com a finalidade de administrar a política de incentivo e apoio ao Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira do Estado. Presidido atualmente pelo secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani, o Conselho é formado por 23 entidades entre associações, sindicatos, federações, instituições financeiras e órgãos públicos de fomento, pesquisa, saúde e extensão rural.

A reunião realizada na última terça-feira teve por objetivo apreciar e aprovar as propostas apresentadas e autorizar a sua execução ou aquisição utilizando-se recursos financeiros do Fundo de Investimento e Apoio ao Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira de Rondônia (Fundo Proleite). Dentre essas propostas destaca-se a fecundação in vitro, projeto piloto a ser implantado na região cone sul do estado.

Segundo o diretor técnico e de planejamento da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater-RO), José de Arimateia da Silva, o projeto de fecundação in vitro irá atuar, inicialmente os municípios circunvizinhos a Colorado do Oeste, onde a Emater mantém um escritório regional. “Esse será um projeto piloto que, se der certo, será expandido para todo o estado”, diz Arimateia. O projeto foi aprovado pelo Condalron e deverá atender 500 prenhezes positivas de fêmeas girolanda.

Outros projetos aprovados foram o de biotecnologia; a aquisição de um caminhão e tanque criogênico e 40 botijas de 20 quilos para depósito de sêmen para atender as organizações rurais; e equipamentos como: 52 distribuidores de calcário, 52 carretas basculantes para silagem; e 100 grades pá traseira agrícola hidráulica para carregamento de calcário.

O vice-presidente da Emater, Francisco Mende de Sá Barreto Coutinho, que acompanhou a reunião enfatiza que, tanto o projeto de fecundação in vitro quanto à distribuição de calcário serão executadas e acompanhadas pelos técnicos da Emater, em parceria com a Seagri.

 

Fonte
Texto: Wania Ressutti
Fotos: Dhiony Costa e Silva
Secom – Governo de Rondônia

Ouro Preto do Oeste é mais um município rondoniense beneficiado com o cartão Mais Calcário

O secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani, entregou ao prefeito de Ouro Preto do Oeste, Alex Testoni, o cartão “Mais Calcário”, que garante ao município mil toneladas do produto, gratuitamente.

 

Essa quantidade possibilita que o município atenda a até 400 produtores da agricultura familiar. No total, serão 52 mil toneladas a serem divididas entre os 52 municípios rondonienses.

O governo de Rondônia tem como meta recuperar mais 20 mil hectares em um ano e atender a 20.800 produtores da agricultura familiar, usando 2,5 toneladas de calcário por hectare. O calcário é insumo fundamental para a recuperação de áreas degradadas, corrigindo a acidez do solo, fornecendo cálcio, magnésio e nutrientes para a planta. Seja para qual atividade for – pecuária, agricultura, hortifrutigranjeiro, piscicultura e outras..

O secretário Padovani disse que o objetivo é difundir e incentivar a correção da acidez do solo, através da calagem, na agricultura familiar. “O cartão Mais Calcário leva esse insumo aos produtores que  por algum motivo não têm condições de adquiri-lo”, afirmou.

Padovani explicou ao prefeito Alex Testoni, durante a assinatura do convênio, que o repasse é feito sem a exigência de contrapartida em dinheiro. O município tem que cumprir atribuições técnicas, como selecionar os agricultores em conjunto com o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, determinar um local adequado para colocar o calcário e promover a distribuição rápida e efetiva do insumo aos agricultores.

Para Alex Testoni, a iniciativa atende ao propósito do governo estadual, que é o fortalecimento do setor, potencial gerador de rendas. Testoni lembrou que com a distribuição do calcário ao produtor as lavouras se desenvolvem melhor e ocorre aumento da produtividade, que gera aumento de renda e, consequentemente, melhor qualidade de vida ao agricultor.

Fonte
Texto: Alexandre Araújo
Secom – Governo de Rondônia

Chefe da Embrapa/RO o pesquisador Alaerto Luiz Marcolan será o entrevistado desde sábado do Rondorural

Produção de soja, café a situação atual da pecuária no estado, alguns dos destaques da entrevista deste sábado.

 

Neste sábado no programa Rondorural na Rondônia FM, o nosso entrevistado será o chefe da unidade da Embrapa/RO o pesquisador Alaerto Luiz Marcolan, ele irá falar das metas para 2016, das novas frentes de pesquisas desenvolvidas no estado, dos avanços e desafios da Embrapa para este ano. Durante a entrevista Luiz falou também das novas tecnologias  que vão se tornar  corriqueiras na paisagem rural nas próximas décadas.

Produção de soja, café e a situação atual da pecuária no estado. Tudo isso e muito mais neste sábado no programa Rondorural que vai ao ar as 05:00 horas da manhã, na rádio 93.3 FM. 

Por: rondorural.com.br

Foto: Jean Carla

 

Cão é usado pela primeira vez na fiscalização agropecuária brasileira

Labrador Romeu foi treinado para farejar alimentos e plantas em aeroportos.

 

O primeiro cão do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está trabalhando em caráter experimental na fiscalização agropecuária no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitscheck, em Brasília. Com faro apurado, o labrador Romeu ajuda a evitar a entrada no país de produtos, subprodutos, derivados e partes de animais e vegetais que possam transmitir pragas e doenças, principalmente por vias ilegais.
 
“A chegada desse cão veio em momento oportuno para garantir seu treinamento em tempo hábil para atuar nos Jogos Olímpicos Rio 2016, quando haverá um grande afluxo de turistas procedentes do exterior. São países com as mais diversas situações sanitárias e fitossanitárias, o que aumentará sobremaneira o risco de introdução no país de pragas de vegetais e doenças de animais”, diz a fiscal federal agropecuária Diana Côrtes, responsável pelo projeto piloto de cães de detecção do Mapa.
 
O cão está participando da fiscalização agropecuária em caráter experimental desde o início deste ano. A previsão é que em março o projeto comece oficialmente. Neste mês, Romeu ganhou uma companheira de trabalho. O nome da cadela, também uma labradora, é Jazz. Ela tem dois anos e está sendo treinada para começar a trabalhar em alguns meses.

O uso de cães como ferramenta de detecção de objetos, substâncias entorpecentes, explosivos e de resgate de pessoas é reconhecido em todo o mundo. Países como os Estados Unidos, Chile, México, Austrália, Nova Zelândia já utilizam, com sucesso, esses animais durante a fiscalização agropecuária.
 
“Os cães farejadores se mostram eficientes na inspeção de bagagens e roupas de passageiros nos principais pontos de ingresso no país, como portos, aeroportos e fronteiras. Além disso, eles contribuem para melhorar a imagem das instituições que os utilizam por terem forte apelo carismático junto à população”, ressalta Diana.
 
Bagagens e produtos
 
O animal é treinado para farejar bagagens acompanhadas ou desacompanhadas no desembarque internacional do aeroporto e os mais diversos odores de produtos agropecuários.  Segundo Diana, Romeu começa a farejar quatro odores básicos que vão sendo expandidos ao longo da vida do animal.
 
O material apreendido pelo cão é inutilizado na frente do proprietário e vai para incineração. O Vigiagro apreende 15 toneladas de produtos agropecuários nos aeroportos por ano.
 
“Já verificamos em produtos apreendidos pelo Vigiagro a presença de M. bovis e Brucella, dois agentes causadores de zoonoses graves no homem, como tuberculose e brucelose”, assinala Diana. “O caso da peste suína africana, introduzida no país por meio de produtos apreendidos, foi um exemplo clássico do perigo de se internalizar alimentos trazidos do exterior sem certificação, o que pode causar um prejuízo imenso para o país.”

Faro e carisma
 
A raça labrador retriever foi escolhida pelo faro apurado e por apresentar aparência amigável, característica fundamental em ambientes movimentados, como um terminal internacional de passageiros. Durante o trabalho, o cão é acompanhado o tempo inteiro pelo fiscal agropecuário Márcio Micheletti. “Fiz várias capacitações no Exército e Receita Federal para aprender a treinar e a conduzir o Romeu”, conta. Ele é o primeiro fiscal do país a atuar dessa forma na fiscalização agropecuária.
 
O primeiro cão de detecção do Mapa foi treinado pelo médico veterinário Gustavo Jantorno, consultor contratado por meio do projeto de Modernização do Vigiagro com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).
 
O plano estratégico do Grupo de Trabalho de Cães de Faro, estabelecido pela Portaria nº 364/2014 da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), prevê a distribuição de 14 equipes formadas por um cão e seu condutor para 11 unidades do Vigiagro ao longo dos próximos quatro anos, em diversos aeroportos do país.

 

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
Claudia Lafetá

claudia.lafeta@agricultura.gov.br
imprensa@agricultura.gov.br

(Foto: Péricles Barreto/Mapa) 

Pecuaristas discutem durante três dias melhorias para o setor ´´ O grito da Pecuária“

A baixa no preço na arroba do boi em Rondônia tem prejudicado aos criadores. Para buscar uma saída, os pecuaristas decidiram se juntar e discutir alternativas para enfrentar o desafio de assegurar a devida valorização à carne rondoniense.

 

O presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PP), os deputados estaduais Rosângela Donadon (PMDB) e Luizinho Goebel (PV), junto com o vice-governador Daniel Pereira (PSB) participaram da reunião em Vilhena, na manhã desta segunda-feira (25), que marcou o início do manifesto denominado “Grito da Pecuária”.

“Temos que tomar uma decisão, uma posição firme, para mostrar que não aceitamos essa prática de cartel, que derruba os preços aos produtores, causando prejuízos, mas não baixou o preço da carne nos açougues e mercados”, afirmou Maurão.

O presidente acrescentou que a Assembleia já instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para apurar essa formação de cartel. “Com essas reuniões, há o fortalecimento das discussões, com a participação dos criadores, sugerindo alternativas e definindo uma estratégia para enfrentarmos essa situação prejudicial a todos”.

Luizinho Goebel disse que, no passado, se concedeu incentivos fiscais para a instalação dos frigoríficos, que era uma necessidade à época. “Aqui, estamos para ouvir as sugestões e as necessidades dos pecuaristas, para fazermos os encaminhamentos necessários”, pontuou.

Rosângela Donadon (PMDB) também se posicionou favorável a preços melhores na arroba do boi em Rondônia. “A Assembleia tem se mobilizado em defesa dos criadores, que produzem a melhor carne do país, com sanidade animal, mas recebem pouco. Isso precisa acabar”, completou.

O vice-governador disse que a briga não é para fechar os frigoríficos, mas que eles cumpram o que se comprometeram quando se instalaram. “Colocamos-nos à disposição para colaborar, contribuir e somar forças em torno de uma solução para o impasse. Preço, sabemos que é o mercado quem estabelece. Mas, a arroba do boi em Rondônia está muito abaixo do valor”, assegurou.

Criadores se manifestam

Criadores de Vilhena e do Cone Sul participaram das discussões, contribuindo com sugestões que serão encaminhadas para a discussão final em Porto Velho, prevista para a próxima quarta-feira (27). Hoje terça-feira (26), estão programadas reuniões para Cacoal, Ji-Paraná, Jaru e Ariquemes.

O presidente da Associação dos Pecuaristas de Rondônia, Adélio Barofaldi, fez um discurso duro, chamando a atenção para a necessidade de uma tomada de decisões firmes.

“As ações que precisamos tomar são de embate com os grupos frigoríficos. Temos que ter definida uma estratégia e tomarmos atitudes imediatas, de forma conjunta. Vamos mostrar a nossa insatisfação, que temos forças e estamos unidos nesta luta”.

Pecuaristas questionam a concessão de incentivos para grupos ou plantas frigoríficas, além da formação de cartel pelos frigoríficos.

“O grupo JBS Friboi compra quase a metade da carne em Rondônia e tem puxado o preço para baixo, fato que é seguido pelos demais frigoríficos. Uns chamam de cartel, outros de alinhamento de preços. Na verdade, o que há é um prejuízo aos criadores, que sofrem com a queda no preço da arroba”, declarou Hélio Dias, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon).

Um dos questionamentos é em relação ao incentivo fiscal concedido aos frigoríficos. “Eles são beneficiados, mas não estão dando a contrapartida. Pelo contrário, estão prejudicando a quem trabalha e produz a riqueza de Rondônia”, completou Dias.

Alguns produtores se manifestaram favoráveis até que a pauta seja zerada, para a venda a outros Estados. A aferição das balanças dos frigoríficos, pelo Instituto de Pesos e Medidas (IPEM) também foi ventilada.

O produtor Fábio Andreazza deu a sua contribuição para o debate. “A minha sugestão é de que as unidades que abatem abaixo de 60{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da sua capacidade, percam os incentivos. Ou seja, não subsidiar a quem está com a sua planta ociosa, sem gerar emprego e sem abater”, acrescentando que é preciso baixar a pauta do boi.

O criador Eliseu Fernandes defendeu que a pauta do boi seja zerada. “Isso pode ser feito por decreto, muda-se e depois de se observar seus efeitos, se fazem os ajustes necessários”.

Já José Genaro, que foi secretário estadual de Finanças, lembrou que a carne não gera muita receita, mas é a maior cadeia produtiva da economia rondoniense.

“Temos que tomar uma medida de impacto, como zerar a pauta do boi e do bezerro para a venda em outros Estados. Mas, quero destacar a necessidade de nos unirmos e falarmos uma língua só e essa mobilização não pode morrer aqui, mas se fortalecer a cada vez mais”, acrescentou.

Falando em nome da Agência Idaron, Fabiano Alexandre mostrou dados sobre o rebanho bovino de Rondônia, com quase 13,5 milhões de cabeça. O fator que chamou a atenção é a saída de animais vivos para outras unidades da Federação, especialmente de machos com até 24 meses. O Governo baixou recentemente a pauta do boi para venda fora de Rondônia.

 

Reunião em Cacoal

À tarde, no parque de Exposições em Cacoal, produtores da região se reuniram com parlamentares e membros do Executivo e das entidades que encabeçam o movimento. A reclamação contra os baixos preços da arroba do boi, pago aos criadores pelos frigoríficos, foi o tema central da reunião.

A deputada Glaucione Rodrigues (PSDC) participou das discussões e se colocou à disposição para contribuir com o debate. “Fui uma das deputadas que assinou o requerimento para a abertura de uma CPI para apurar a possível formação de um cartel por parte dos frigoríficos, por entender que quem trabalha e produz, não pode ser prejudicado”, informou.

Os criadores locais também contribuíram para a construção de um plano de trabalho para enfrentar o momento de queda no preço da arroba boi.

 

ALE/RO – DECOM – [Eranildo Costa Luna]

Foto: Assessoria

Prefeitos pedem urgência nas ações de combate ao crime na região do vale do Jamari

Preocupados com a insegurança na região do Vale do Jamari principalmente na zona rural, prefeitos de alguns municípios e deputado Só na Bença estiveram reunidos com a cúpula da Secretaria Estadual de Segurança Pública, Defesa e Cidadania (Sesdec).

 

Durante a reunião eles reclamaram da falta de efetivo tanto de policias civis quanto militares.

 “Morar no sitio já foi bom, já foi tranqüilo, hoje ninguém esta mais seguro, os agricultores saem para algum lugar, na missa, por exemplo, e quando voltam a casa foi toda revirada, levam tudo ate carro e moto dos proprietários, isso tudo pela falta de policias ali, nas linhas, hoje estamos aqui pedindo uma solução imediata para o secretario” desabafou o prefeito Odeir Ferreira dos Santos de Buritis.

 

Hoje Buritis com poucos mais de 37.838 mil habitantes, o município esta entre as cidades mais violentas do país, proporcionalmente aos números de moradores. Já o prefeito Marcos Aparecido de Alto Paraíso vai mais longe, segundo ele a violência naquela região, atinge não só a zona rural. “pra se ter uma ideia a única loteria da cidade fechou as portas, o motivo a quantidade de assaltos que eles sofreram nos últimos meses, na nossa cidade não tem nem policia civil para fazer as investigações” disse Marcos Aparecido.

 O diretor de policia civil do estado Elizeu Muller concorda com as reivindicações dos prefeitos, segundo ele, o número de inquéritos de homicídios em alguns municípios é igual ao número registrado na capital Porto Velho.

 

Para o secretario de segurança publica do estado Antônio Carlos Reis, a situação é de fato  preocupante na região do Jamari, principalmente no que diz respeito a problemas agrários, de invasões de terra, mais a secretaria esta estudando forma de reduzir essa onda de criminalidade na região. “Muito já foi feito naquela região, inclusive na questão da força nacional que esta instalada naquela localidade, mais que de imediato deve ser  feita uma força tarefa para conter essa onda, que assusta a todos” afirmou Reis.

 

O comandante geral da policia militar do estado Cel. Ênedy Dias se comprometeu em breve aumentar o efetivo no local. “Até maio deste ano, vamos aumentar o número de policiais naquela região, estamos em fase final na formação de mais de 400 novos homens, onde parte será lotada na região do vale do Jamari” disse Cel. Ênedy. 

 

O deputado Só na Bença (PMDB) alertou para a importância da união de esforços entre os poderes envolvidos, disse também que “temos que estabelecer uma rede de solidariedade criando um a rede de vizinhos solidários nas propriedades rurais, dessa forma a comunidade possa ajudar com informações tanto a Polícia Civil quanto a Polícia Militar no combate a prevenção dos assaltos nessas regiões”. Finalizou Só na Bença.

Por: www.rondorural.com.br

Fotos: Jean Carla

Antigo Banco de Sementes de Ariquemes será transformado em Viveiro Educador

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Abandonado desde 2009 em Ariquemes, a 200 quilômetros de Porto Velho, o Banco de Sementes e Essências Florestais de Rondônia não condiz com a boa imagem científica amazônica, e será transformado em Viveiro Educador.

 

O anúncio foi feito nessa terça-feira (19) pelo presidente da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero), Francisco Elder Souza de Oliveira.

A Fapero começou a elaborar, em parceria com a Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), o pré-projeto para recuperação do banco. A execução ficará a cargo da organização não-governamental Rio Terra.

Atualmente, para distribuir mudas de açaí e de abacaxi, o governo tem que buscá-las nos estados do Pará e do Acre. Cem mil pés de abacaxis da variedade pérola, plantados na Fazenda Futuro (do sistema prisional do estado) deverão se multiplicar dentro de dois anos, com a supervisão de técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater-RO). Ali existe um plantio de bananas livre de doenças, com mudas trazidas do distrito de União Bandeirantes (a 160 quilômetros da Capital).

Paralelamente à necessidade de ampliar conhecimentos florestais na rede escolar, a disponibilidade de mudas frutíferas entrou na pauta prioritária ambiental do estado.

“Ainda neste semestre, a educação estadual e o meio ambiente passarão a dispor do Viveiro Educador, que não apenas distribuirá mudas, mas fomentará o aprendizado da botânica nesta parte da Amazônia”, comentou Oliveira.

A Fapero e a Sedam se unirão à Secretaria Estadual de Educação (Seduc) e às universidades para transportar até o Viveiro Educador grupos de alunos e acadêmicos dispostos a estudar os diversos tipos de vegetais.

Esse viveiro significa a oportunidade de a população estadual, quase 40 anos depois do início do ciclo migratório que lhe dá hoje 1,7 milhão de habitantes, conhecer o seu passado e presente florestais. “Mesmo raras no cenário, árvores gigantes correm o risco de passar à história geoecológica de Rondônia sem que as novas gerações as apreciem”, alertou Oliveira.

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Samaúma, “mãe das árvores”

Ele lembrou, por exemplo, a mafumeira (Ceiba Pentandra Gaertn), com mais de três metros de diâmetro, nativa do México, América Central e Caraíbas; e Norte da América do Sul, de tronco volumoso que cresce entre 60 a 70 metros de altura.

Sagrada para o antigo povo maia, cantada em sessões da religião espírita União do Vegetal, a samaúma falada por caboclos na Amazônia é uma das maiores árvores do mundo, também conhecida por “mãe das árvores”, “árvore da vida”, escada do céu, sapopemba, algodoeiro ou barriguda.

A palavra samaúma é usada para descrever a fibra obtida dos seus frutos. Em determinados períodos do ano, elas estrondam, irrigando a área em seu entorno e os vegetais que a circundam.

“Vejo que a antiga cobertura florestal de Ariquemes tinha muitas samaúmas, assim como a castanheira (Bertholletia excelsa) e o mogno (Swietenia macrophylla) eram abundantes no interior rondoniense e no noroeste mato-grossense, porém, preocupa-me o fato de as crianças rondonienses desconhecerem nossas espécies nativas, sabendo mais a respeito do plantio de pinheiros (Pinus elliotti), eucaliptos (Eucalyptus) e, possivelmente, de outras árvores comuns em estados do Sul e Sudeste”, opinou Oliveira.

RESGATE

Geladeiras desligadas, produção abaixo da média, viveiros carentes de recuperação e ausência de projetos chamaram a atenção do governo estadual.

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Copaíba produz óleo cicatrizante para o Brasil

O antigo banco de sementes inaugurado em 1997 sobrevive atualmente do mutirão de funcionários. Em 2009 houve tentativa para reerguê-lo, o que poderá ocorrer em 2016.

Segundo Oliveira, depois de visitar o centro de estudos da ONG Rio Terra, em Itapuã do Oeste (a 94 quilômetros de Porto Velho), o governador encarregou a Fapero e a Sedam de elaborar o pré-projeto.

O Viveiro Educador também servirá de base para a instalação da futura biofábrica com viveiros, laboratório e equipamentos, idealizada pelo governo do estado para fortalecer parcerias com pequenas, médias e grandes empresas.

“O laboratório será um multiplicador que vai acelerar a produção de sementes, mudas de abacaxi, banana, cacau, café, e de essências madeireiras de interesse do Projeto Floresta Plantada”, previu Oliveira.

O tripé do Viveiro Educador será: produção de mudas, pesquisa e educação ambiental.

MULATEIRO, COPAÍBA, ANDIROBA, BREUZINHO

Fapero, Sedam e Rio Terra, o trio responsável por essa transformação em Ariquemes, assumem, assim, o compromisso da conservação ambiental na região. Oliveira acredita, inclusive, que o êxito da experiência servirá de modelo para outras regiões do estado, notadamente o Sul e o Oeste, ambos ocupados pela atividade pecuária que já resultou em diversas áreas desmatadas.

No pré-projeto constam a identificação de áreas com sementes disponíveis, coleta, armazenamento e beneficiamento.

Segundo Oliveira, atualmente ainda é possível colher mudas, embora não se tenha com exatidão um estudo indicador da reprodução e do tempo de duração de espécies nativas sobreviventes dos períodos de atividades de empresas mineradoras e do assentamento de famílias pelo Incra, quando tratores, máquinas gigantes e mãos humanas destruíram espécies nativas do século passado, entre as quais o mulateiro, breuzinho, copaíba, andiroba e outras.

Da casca do mulateiro é feito um chá usado no combate a manchas na pele, rugas e envelhecimento facial. Conta a lenda que as guerreiras amazonas se banhavam, em noites de lua cheia, com um preparo da casca dessa árvore para se manterem sempre jovens e belas. Dessa forma, o mulateiro ficou conhecido entre as populações ribeirinhas como “árvore da juventude”.

Da copaíba (Copaifera ou cupayba) extrai-se óleo com diversas aplicações medicinais. Estima-se que a cada ano mais de 120 mil litros saiam de Rondônia para outros estados brasileiros.  Ela é cicatrizante, antileucorreica e antitetânica. É também conhecida na Amazônia e em estados do Sul e Sudeste por bálsamo do Brasil, pau-d’óleo e copaibeira.

Nos arquivos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, consta que o padre José de Anchieta, ao celebrar a primeira missa no Brasil, utilizou a resina do breuzinho em seu ritual, denominando-a mirra brasileira.

Conhecida de indígenas e ribeirinhos, a resina aromática do poderoso breuzinho é rica em tritepenos alpha e beta-amyrina, ambas com propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e gastro-protetoras, cientificamente comprovadas em pesquisas feitas pelo Departamento de Fisiologia e Farmacologia da Universidade Federal do Ceará (UFCE) e pelo Departamento de Química da Universidade Federal de Rondônia (Unir).

A resina do breu-branco é usada como anti-inflamatório, cicatrizante, analgésico, estimulante, em obstruções de vias respiratórias, asma, bronquite, tosse, dor de cabeça, dor de estômago, problemas de memória, e auxilia na coordenação motora e na calma para pessoas agitadas. Também é usada como incenso em igrejas e na calefação de barcos.

Para Oliveira, o estudo fisiológico das plantas rondonienses por crianças e jovens é imprescindível. “Eles precisam conhecer o quanto antes as espécies nativas, sua resistência, indicação para o tratamento de doenças e, ao mesmo tempo, garantir ar puro e a venda do carbono florestal”.

Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Arquivo Fapero
Secom – Governo de Rondônia

A recuperação da produtividade do café em Rondônia, ajuda o país a colher o que pode ser a segunda maior safra da história do Brasil.

 

A Primeira estimativa do ano foi divulgada pela Conab e pode chegar a quase 52 milhões de sacas.

 

O Brasil – o maior produtor mundial de café – deve colher de 49,1 a 51,9 milhões de sacas este ano. Esta pode ser a segunda maior safra do país, se considerada a média desse limite máximo e mínimo (50,5 milhões de toneladas). Em 2012, a produção foi de 50,8 milhões de toneladas. “Com uma boa safra, a tendência é não ter grandes impactos na cotação do produto. Então, o produtor acaba ganhando, porque ele produz bem, num cenário de preço que já conhece”, diz o ministro interino da Agricultura, André Nassar.

O primeiro levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), divulgado nesta quarta-feira (20), mostra um aumento entre 13,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e 20,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na produção em relação ao ano passado. Entre os fatores que contribuíram para isto, está o fato de que 2016 é um ano de bienalidade positiva, ou seja, de maior produção. O café é uma espécie que naturalmente produz mais em um ano e menos no ano seguinte.

A variedade de café arábica – a mais plantada no país – está estimada entre 37,7 e 39,8 milhões de sacas, o que representa um crescimento de 17,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a 24,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre a safra anterior. Segundo a Conab, isso se deve a condições climáticas favoráveis, ao aumento de 67,6 mil hectares na área de plantio, à incorporação de novas áreas que já estavam em formação e à renovação de cafezais.

Já o café conilon deve render nesta safra entre 11,3 e 12 milhões de sacas, o que significa um incremento entre 1,8 e 8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre a safra passada. Segundo o diretor de Política Agrícola da Conab, João Marcelo Intini, o motivo está na recuperação da produtividade na Bahia, Espírito Santo e Rondônia e no uso de mais tecnologia no campo.

Produtividade

O levantamento da Conab aponta um aumento entre 24,8 e 26,2 sacas por hectare. Isto significa um incremento entre 10,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e 16,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação à safra passada. Quase todos os estados produtores refletem esse crescimento. “As condições climáticas foram mais favoráveis nos principais regiões produtoras de arábica”, explica Intini.

Área

O café ocupa uma área de 2,25 milhões de hectares no Brasil – 0,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior do que a do ano passado (13,4 mil hectares). A variedade arábica responde por 79,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Minas Gerais continua na liderança, respondendo 67,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do total dessa variedade. Já a estimativa da Conab para o café conilon é de uma redução de área de 468,2 mil hectares – 2,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} menos do que em 2015. 

 

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