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Embrapa inicia Dias de Campo de Soja em Rondônia no dia 23 de fevereiro

A Embrapa dará início aos tradicionais Dias de Campo de Soja em Rondônia no dia 23 de fevereiro.

 

Será uma sequência de eventos em três regiões do estado, em que produtores, técnicos e estudantes terão a oportunidade de conhecer diferentes cultivares de soja (convencional e transgênica) desenvolvidas pela Embrapa e avaliadas no estado, obter informações sobre o manejo da cultura e controle de pragas e doenças.

O primeiro evento será em Vilhena, dia 23 de fevereiro (terça-feira), a partir das 8h30, no Campo Experimental da Embrapa Rondônia, localizado na BR-364, Km 6. Este município possui a maior área de produção de soja do estado e conta com alto nível tecnológico em suas lavouras. Na sequência, o Dia de Campo de Soja segue para Castanheiras no dia 25 de fevereiro, também a partir das 8h30, na Fazenda Maia – linha 168 Norte, km 17,5. O último evento será em Porto Velho no dia 15/3, a partir das 8h30, no Campo Experimental da Embrapa Rondônia – BR 364, km 5,5. Com os Dias de Campo de Soja nestas diferentes locais será possível ao público conhecer o potencial produtivo e o desempenho das cultivares de soja da Embrapa nas diferentes regiões do estado.

De acordo com o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Rondônia, Frederico Botelho, o custo de produção da soja tem aumentado, e os altos preços dos insumos  adquiridos pelos produtores na safra 2015/16 é reflexo disso. Desta maneira o produtor precisa evitar erros, que podem significar grandes prejuízos. Torna-se, portanto, cada vez mais necessário o uso de cultivares adaptadas à região de plantio, potencializando bons resultados, produtividade e maior lucratividade ao sojicultor. “A apresentação de cultivares adaptadas às regiões de Rondônia e com características que atendem as demandas dos produtores poderão ser observadas pelo público, podendo ser determinante para a escolha das cultivares que serão utilizadas pelo produtor na próxima safra”, explica Botelho.

A soja em Rondônia

Segundo dados do levantamento de fevereiro de 2016 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), houve um aumento de 5,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na área plantada de soja em Rondônia para a safra 2015/16. Além disso, em Rondônia o grão possui produtividade média de 3.166 kg/ha (Safra 2014/15), superior à média nacional que foi de 2,998 kg/ha na mesma safra. De acordo com Botelho, enquanto na região do Cone Sul do estado as áreas de soja já estão consolidadas e os produtores estão em busca de cultivares que potencializem a semeadura da safrinha (segunda safra com milho, sorgo, girassol e outras culturas) em épocas mais propícias para obter maior produtividade, as regiões Centrais e Norte de Rondônia estão em expansão. “Anualmente há novas áreas onde está sendo introduzida a cultura da soja e isto faz com que a escolha de cultivares adaptadas e adequadas para cada situação seja uma etapa que impactará significativamente nos resultados finais e na lucratividade”, argumenta Frederico, comentando que nestas últimas regiões, a soja está sendo introduzida em áreas de pastagem degradada, recuperando áreas sem avançar sobre a floresta.

Parceiros

Os Dias de Campo de Soja 2016 são uma realização da Embrapa Rondônia, contam com o patrocínio da Sementes Quati, Agropel Sementes, Ypameri Sementes, SOESP – Sementes Oeste Paulista, FMC, Central Agrícola, Bayer CropScience, Nufarm,     BS&A – Bolsa de Sementes e Agronegócios e Dimicron. Conta ainda com o apoio do Programa Soja Livre, do Instituto Federal de Rondônia e da Idaron.

 

Renata Siva (MTb 12361/MG)
Embrapa Rondônia

Telefone: (69) 3901-2511

Programação Dias de Campo Soja

Termo de Cooperação com Basa vai facilitar financiamento do agronegócio em Rondônia

O Banco da Amazônia (Basa) prepara para o dia 1º de março conferência em Porto Velho sobre investimentos no setor produtivo, que vai reunir, além de produtores rurais, empresários e suas representações.

 

Na ocasião, o governador Confúcio Moura e o presidente da instituição, Marinaldo Melo, assinarão Termo de Cooperação para regular investimentos de até R$ 1 bilhão no agronegócio rondoniense.

O anúncio foi feito pelo superintendente regional do Basa, Edmar de Souza Bernaldino, durante visita ao secretário-chefe da Casa Civil, Emerson Castro, para ajustar o programa do evento à agenda governamental e planejar sua execução, tendo em vista que se trata de uma reunião conjunta.

Em nome do governador Confúcio Moura, o secretário Castro enalteceu a iniciativa do Basa, destacando que a parceria com o estado tem possibilitado investimentos importantes no campo e nas cidades, gerando riqueza, renda e movimentando a economia estadual. Segundo ele, firmar esse termo é importante porque vai estabelecer as competências de cada um, além das condições para contratação e aplicação dos recursos, de modo que, a exemplo de anos anteriores, o estado e seus empreendedores nos 52 municípios possam usufruir bem desses recursos na implantação de seus projetos, na agroindústria, na produção de grãos, carne, leite e seus derivados.

Para Bernaldino, a presença do presidente do banco em Rondônia vai além das formalidades de assinatura do Termo de Cooperação. Segundo ele, Marinaldo Melo quer agradecer o apoio e a parceira do estado no exercício de 2015, renovar as expectativas e ampliar as relações para este ano. “Trabalhamos juntos e estamos firmes nesta parceria também para este ano”, disse.

Ele citou a importância da presença do Basa na 5ª Rondônia Rural Show e em todas as feiras agropecuárias programadas para este ano, além de uma série de pequenos e grandes negócios urbanos, assim como, os projetos para a agricultura familiar que já têm hoje R$ 696 milhões reservados.

Bernaldino explicou que pouco mais de 70{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} desse volume de recursos será destinado prioritariamente ao agronegócio, em especial à agricultura familiar, também em projetos maiores nas áreas da agricultura, como a produção de grãos, na pecuária, na produção de carne, leite e derivados; e em tecnologia para melhoramento genético, na piscicultura e na suinocultura e nas respectivas indústrias desses setores.

O superintendente observou que Marinaldo Melo deseja também apresentar uma espécie de relatório com os resultados das ações do Basa em Rondônia. Para se ter uma ideia, nos últimos cinco anos o banco investiu no estado R$ 5 bilhões no financiamento de projetos importantes para o setor produtivo, que com o apoio do governador Confúcio Moura e sua equipe foram fundamentais para estimular a produção em todos os níveis. “Sozinhos não podemos fazer nada”, afirmou Bernaldino, justificando a importância da parceria com o governo estadual, que tornou Rondônia o mais importante exportador de carnes e grãos da região amazônica.

O secretário Emerson Castro agradeceu a deferência de Bernaldino, lembrando que um estado com uma vocação tão peculiar como Rondônia não tem o direito de desperdiçar qualquer oportunidade, tendo no Banco da Amazônia a segurança de um dos principais parceiros no projeto de desenvolvimento do setor produtivo.

Texto: Cleuber R Pereira
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Governo de Rondônia defende normalização do preço da arroba do boi

Representando pecuaristas, Hélio Dias argumenta que o setor investiu em melhoria genética no rebanho e que isto precisa ser reconhecido

Pecuaristas e proprietários de frigoríficos em Rondônia debateram, no Palácio Rio Madeira, em Porto Velho, as razões que levaram à redução do preço da arroba do boi, que afetou o setor produtivo e, consequentemente, as receitas estaduais.

 

O governo de Rondônia foi mediador da reunião. Outro encontro foi marcado para o próximo dia 25. O governador Confúcio Moura elogiou a busca pelo entendimento manifestada pelas partes e defendeu o restabelecimento dos preços que eram praticados até o primeiro semestre de 2015.

Foi a primeira vez que as partes antagônicas sentaram-se à mesa para tratar do assunto. A mobilização do setor produtivo, denominada Grito da Pecuária, levou como pauta o retorno da política de preços adotada até o ano passado, quando a diferença da arroba vendida em Rondônia e em São Paulo era de até 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Os produtores também pediram que plantas frigoríficas que se encontram fechadas voltem a fazer abate.

Lideranças dos proprietários de frigoríficos apresentaram razões para a queda do preço da arroba do boi produzido em Rondônia citando a conjuntura internacional do mercado, a falta de valor agregado ao produto e o custo frete.

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne(Abiec) Antônio Jorge Carmadelli disse que há restrições que prejudicam a competitividade da carne bovina de Rondônia no mercado externo. A qualidade, segundo ele, está cada vez mais atrelada ao padrão exigido pela União Europeia. Apesar disto, Carmadelli deixou claro que há intenção de discutir amplamente a questão e buscar solução positiva para pecuaristas e frigoríficos.

O líder dos exportadores propôs a criação de um consórcio de municípios para, entre outras questões, tratar do cumprimento da exigências da União Europeia, que mandará missão para avaliar a qualidade do rebanho bovino da região nos próximos meses.

Representando pecuaristas, Hélio Dias argumenta que o setor investiu em melhoria genética no rebanho e que isto precisa ser reconhecido

Representando pecuaristas, Hélio Dias argumenta que o setor investiu em melhoria genética no rebanho e que isto precisa ser reconhecido

Os produtores da região rebateram alegando que os argumentos estavam mais voltados para o mercado externo e que, ainda no país, a política de preços não está plenamente justificada. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon) Hélio Dias, justificou o Grito da Pecuária acentuando que o setor muito investiu na melhoria genética, pastagem e nutrição animal. Segundo ele, os resultados são claros. “Isto precisa ser reconhecido”, acrescentou, além de lembrar que até pouco tempo havia em torno de 19 plantas frigoríficas fazendo abate e atualmente restam apenas 11.

RECEITA

Em nome dos pecuaristas, o empresário Adélio Barofaldi, que preside a Associação dos Produtores Rurais de Rondônia (Arprro), elencou entre os prejuízos causados pela repentina queda dos preços, imposta pela indústria da carne bovina, o fechamento de plantas de frigoríficos, o impacto na receita estadual,  e fechamento de postos de trabalho.

Barofaldi chamou a atenção para o fato de que muitos produtores estão transportando o gado em pé para comercializar em outros estados, inclusive São Paulo. Segundo ele, apesar dos cerca de 3 mil quilômetros percorridos, o boi ainda é comercializado com vantagem neste sistema.

Em outra parte da explanação, o pecuarista destacou que a carne bovina representa  20{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do Produto Interno Bruto(PIB) de Rondônia e que o estado caminha para ser o maior produtor do país nesta item.

ALINHADOS

Confúcio Moura, que abriu a reunião e, em seguida, encarregou o vice-governador Daniel Pereira de servir como mediador, fez uma intervenção para dizer que gostaria que o debate fosse produtivo. Segundo o governador, causou estranheza o fato de que, em junho de 2015, todos os frigoríficos passaram a pagar preços alinhados, bem abaixo do praticado até então. Ele ainda defendeu o restabelecimento dos valores, ainda que com diferença de até 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao pago pela carne bovina de São Paulo, como sempre ocorreu.

As bancadas federal e estadual também participaram da reunião e manifestaram apoio irrestrito aos esforços para restabelecer o preço da arroba do boi a valores do primeiros semestre de 2015. O senador Valdir Raupp prometeu encaminhar a discussão aos setores que podem contribuir para a solução do impasse. Ele advertiu que, apesar dos argumentos apresentados pela indústria, o preço ao consumidor continua em alta.

Para o deputado federal Nilton Capixaba, há indicativos de que o assunto será devidamente esclarecido e de forma positiva. Ele pediu que a mobilização seja mantida e que os debates cheguem a Brasília, que é o centro das grandes decisões nacionais. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Maurão de Carvalho, explicou que já acompanhava a movimentação da queda dos preços da carne há algum tempo e que isto ocorreu também no estado de Mato Grosso. Ele assegurou que o parlamento vai cumprir seu papel e investigar as razões da alteração negativa dos preços, mas defendeu o entendimento.

Como mediador, o vice-governador concedeu tempo para que as partes apresentassem justificativas e propôs um novo encontro, de comissões dos grupos, para avançar nos debates e ficou acertado que pecuaristas e indústria voltarão à negociações no dia 25. A data foi sugerida por Carmadelli, que um dia antes terá audiência com a ministra da Agricultura, Kátia Abreu. Segundo Daniel Pereira, as demandas que forem apresentadas ao governo do estado serão avaliadas e respondidas no tempo oportuno.

Texto: Nonato Cruz
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

 

 

Deputado Só na Bença participa da reunião do Grito da Pecuária no Palácio Rio Madeira

Deputado Só na Bença (PMDB) participou da reunião da cadeia produtiva da carne juntamente com governador Confúcio Moura, vice- governador Daniel Pereira, Senador Valdir Raupp, deputado federal Nilton Capixaba, pecuaristas e donos de frigoríficos, no auditório do prédio Pacaás Novos, Palácio Rio Madeira.

Na pauta de reivindicações do manifesto denominado “Grito da Pecuária”, os pecuaristas buscam por melhorias do preço da arroba do boi pago pelos frigoríficos aos criadores em Rondônia.
De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, o objetivo da reunião foi colocar na mesa representantes dos produtores, classe produtiva, política e indústria.
Para o deputado Só na Bença o preço da carne bovina precisa ser revisto. E um dos objetivos dessa reunião é a equiparação do preço da arroba do boi de Rondônia com a que é praticada em São Paulo, e a assembléia legislativa esta acompanhando de perto todas essas discussões. “Já foi criada uma CPI para apurar as suspeitas da formação de um cartel entre os donos dos frigoríficos” finalizou Só na Bença.

Fonte: Jean Carla Costa
Foto: Marisvaldo José

Governo de Rondônia entrega novas instalações do Instituto Abaitará nesta quarta-feira

O Governo de Rondônia entregará para alunos e professores instalações técnicas que serão utilizadas de imediato e também no futuro curso de técnico de agropecuária, previsto para implantação em julho deste ano.

 

O Instituto Estadual Rural de Educação Abaitará, espaço privilegiado para estudo da agricultura associada à ecologia, localizado a 32 quilômetros de Pimenta Bueno, recebe novas instalações na tarde desta quarta-feira (17), resultado do investimento de R$ 4 milhões, provenientes do Programa Integrado de Desenvolvimento e Inclusão Socioeconômica (Pidise).

O Governo de Rondônia entregará para alunos e professores instalações técnicas que serão utilizadas de imediato e também no futuro curso de técnico de agropecuária, previsto para implantação em julho deste ano. Estão prontos o curral, pocilga, aviário, aprisco (para criação de carneiro), quadra poliesportiva, três alojamentos com lavanderia e cinco salas de aula. O ato de entrega das instalações pelo governador Confúcio Moura ocorrerá às 15h, na quadra do ginásio.

Transformado em instituto em 2013, a unidade de ensino Rural Abaitará acolhe alunos de mais de 30 municípios, que frequentam em regime de internato o curso de técnico em agroecologia, com aulas práticas e teóricas. Na segunda-feira, dia 15, chegaram oitenta novos alunos,

A vice-diretora Lucilene Gonçalves disse que anualmente são oferecidas 80 vagas, e a prova da nova turma que chega foi realizada em dezembro. Os próprios alunos cuidam das suas roupas e limpeza dos alojamentos, que juntos oferecerem espaço para 200 pessoas. Atualmente são 53 funcionários, a maioria cedidos de órgãos como a Emater e Secretaria de Estado da Educação (Seduc), e a expectativa da direção é que neste ano de 2016 “seja efetivado o concurso público para docentes e pessoal administrativo”.

Texto: Mara Paraguassu
Fotos: Daiane Mendonça e Maicon Lemes
Secom – Governo de Rondônia

Mercado do Pescado é entregue à comunidade todo reformado

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A Prefeitura de Porto Velho entregou na manhã desta terça-feira, 16, o novo Mercado do Pescado que foi todo reformado depois de sido invadido pelas águas do rio Madeira na grande enchente de 2014.

O prédio, localizado no Cai N’água, recebeu melhorias tanto na parte interna como externa e a reforma abrangeu as redes hidráulica, elétrica, pintura, 

mercadopescado2banheiros, pias, balcões, telhado, teto e piso. Foram cerca de dois meses de obra custeada com recursos do próprio município.

 O secretário Geraldo Affonso, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo (Semdestur), que administra os mercados e praças da cidade, lembrou que a reforma só iniciou em dezembro de 2014, por causa da precaução necessária que passou a se ter em relação a realização de obras em áreas próximas a locais de risco de alagamentos. “O grande impasse era porque não se sabia se haveria a ocorrência de outra enchente nas proporções ou até pior de que a de dois mil e quatorze. Nesse caso, se corria o risco de perder todo o dinheiro investido caso houvesse uma cheia como aquela. Mas felizmente deu tudo certo e a obra pode ser concluída. E havia urgência dessa reforma, por causa da questão social que envolvia os permissionários, principalmente em relação aos que ficaram sem trabalhar”, disse o secretário.

 Ao fazer a entrega do espaço todo revitalizado à comunidade, o prefeito de Porto Velho, Mauro Nazif, lembrou da luta para se conseguir concretizar o projeto do Mercado do Pescado. “Foi uma luta travada pelos pescadores da cidade que reivindicavam um espaço para comercializar os seus produtos, isso na época do governador Jorge Teixeira. E com a destruição do mercado por causa da enchente, havia a necessidade de fazer o espaço funcionar novamente”, disse o prefeito.

 Mauro Nazif também lembrou da economia feita pela prefeitura que conseguiu reduzir o custo da obra em cerca de 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. O custo do projeto original elaborado pela Semdestur era de R$ 520 mil, mas o custo ficou em R$ 313 mil, uma redução de 39,80{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. “Isso mostra a preocupação que a prefeitura está tendo para aplicar bem os recursos que não são do município, mas sim do contribuinte. E por termos adotado critérios Porto Velho, mesmo com a queda no repasse de verbas federais, como o Fundo de Participação dos Município foi, em termos percentuais, o município que mais investiu depois de Cuiabá, de acordo com uma pesquisa nacional divulgada recentemente”, adiantou.

mercadopescado3Antes da reinauguração, os permissionários dos boxes (36 no total) já haviam sido convocados pela prefeitura para a revisão dos documentos, a fim de poderem ocupar novamente o local. A previsão da  Secretaria Municipal de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo é de que até o final de fevereiro os vendedores já estejam com seus boxes em funcionamento.

Por Joel Elias | Fotos: Medeiros

Usina de biomassa impulsiona plantação de eucalipto em Pimenta Bueno

A entrada em operação, no próximo semestre, de uma usina termelétrica movida a biomassa, na região de Pimenta Bueno, deve impulsionar a plantação de floresta de eucalipto, a principal matéria-prima.

 

A usina terá capacidade de abastecer com energia elétrica uma cidade de aproximadamente 40 mil habitantes. 

Precisamos formar um cinturão verde num raio de 100 quilômetros para converter a madeira em fonte de combustão para a usina”, disse o gerente Operacional Gefson Melo, da usina hidrelétrica Eletrogóes, a proprietária da usina de biomassa que gera 60 empregos diretos nesta fase final de implantação.

A consolidação do projeto da usina de biomassa está diretamente relacionada à produção de eucalipto. O grupo empresarial pesquisa, há oito anos, em um viveiro-laboratório próprio, a melhor espécie do eucalipto a ser destinada na utilização da usina.

“Já estudamos mais de 200 matrizes e chegamos ao padrão ideal de madeira para ser utilizado na usina”, informou o engenheiro florestal, Carlos Alberto Soares Monteiro, que considera também nas pesquisas o cultivo no solo arenoso da região e os valores agregados com a plantação. O viveiro é capaz de produzir seis milhões de mudas/ano, que são comercializadas a preço de mercado para o produtor rural.

Para produzir energia, as geradoras utilizam a combustão de material orgânico. Entre estas fontes de orgânicas, a madeira do eucalipto foi escolhida por conta da viabilidade sustentável da produção em Rondônia.

A energia gerada a partir da biomassa é renovável e menos poluente dos que outras formas de energia como os combustíveis fósseis petróleo e carvão mineral. Na região, a madeira do plantio de eucalipto tem destinação certa: a usina de biomassa.

“Chamamos de floresta energética essa fonte de energia renovável e de geração de emprego e renda”, argumentou Gefeson Melo, enfatizando que o momento é propício para os pequenos e grandes produtores plantarem eucalipto.

FLORESTA PLANTADA

O governo de Rondônia adotou políticas públicas para incentivar a plantação de floresta, seja ela de espécie nativa ou exótica.

“Todo o plantio, extração e comercialização da madeira proveniente de floresta plantada estão amparados por legislação própria”, disse o coordenador de Floresta Plantada  da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), o engenheiro florestal Edgard Menezes Cardoso.

Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Paulo Sérgio
Secom – Governo de Rondônia

 

Rondônia já alcançou 46{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da meta prevista do Cadastro Ambiental Rural; prazo segue até 6 de maio

Faltam menos de três meses para vencer o prazo dos proprietários rurais fazerem o Cadastro Ambiental Rural (CAR), em todo o país. 

 

O novo prazo foi estabelecido pelo governo Federal, onde os responsáveis por terras agrícolas terão até o dia 6 de maio de 2016 para aderir à regularização de acordo com nova Lei Florestal.

De acordo com os dados informados pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Rondônia já alcançou em torno de 46{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da meta prevista, que são 120 mil imóveis cadastros na base federal.

São quatro municípios acima de 90{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} registrados no CAR: Cerejeiras, Alto Paraíso, Rolim de Moura e Nova Mamoré; seis municípios abaixo de 30{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, 22 municípios entre 30 e 50{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}; e 24 acima de 50{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Abaixo de 25{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} estão os municípios de Alvorada do Oeste, Cujubim, Nova União e Machadinho do Oeste. Isso levando em conta a base fundiária do estado.

Nos municípios que estão com índices baixos de inscrição, o governo estadual fará mutirões. Os proprietários de até 240 hectares devem procurar os escritórios da Sedam e da Emater para fazerem a inscrição gratuitamente no CAR.

Até 31 de dezembro de 2015, o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar) contabilizou o cadastro de 65{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da área total 258 milhões de hectares. Ainda restam 398 milhões em área cadastrável em todo o Brasil. A região Norte é campeã em cadastros: 82{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do território já está no sistema. Em segundo lugar vem a região Sudeste (63{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) e em terceiro, o Centro-Oeste (62,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}). Bem mais abaixo, com apenas 35,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da área cadastrada, está o Nordeste e, por último, o Sul, com 31,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}.

O coordenador do CAR em Rondônia, engenheiro Arquimedes Ernesto Longo, alerta para o prazo final  de inscrição no CAR e lembra que no bioma Amazônia para liberação de linhas de crédito para produtores rurais já é obrigatório o cadastro, conforme a Resolução 3.545 do Banco Central.

CAR

O CAR é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, criado para integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente (APP), das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país.

Criado pela Lei 12.651/2012 no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente – SINIMA, o CAR se constitui em base de dados estratégica para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil, bem como para planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.

Texto: Marilza Rocha
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Convênios para atender aos projetos de assentamento em Rondônia serão prorrogados

O Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) iniciaram nesta semana as tratativas para a prorrogação do convênio que visa a recuperação e construção de estradas em nove projetos de assentamento nos municípios de Porto Velho, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Corumbiara e Chupinguaia.

 

O convênio se encerará no próximo mês. Tanto o diretor-geral do DER, Ezequiel Neiva, quanto o superintende do Incra em Rondônia, Luís Flávio Carvalho Ribeiro, e os técnicos que participaram da reunião acenaram positivamente para a prorrogação do contrato, que está com pouco mais de 50{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de execução.

O convênio beneficia os Projetos de Assentamento (PA) Rio Madeira, Rio São Francisco, Nilson Campos e União da Vitória (todos na região de Porto Velho), além dos PAs Pau D’ Arco (Nova Mamoré e Guajará-Mirim); Igarapé Taquara (Nova Mamoré); Renato Natan  (Corumbiara); Zé Bentão (Corumbiara e Chupinguaia) e Marantá (Chupinguaia), totalizando cerca de sete mil famílias, conforme levantamento do Incra.

Pelo convênio, o DER ficou responsabilizado de contratar as empresas para a recuperação e construção das estradas nos Projetos de Assentamento.  O pagamento para as empresas deve ser realizado com o repasse do Incra ao DER, no valor total de R$ 14,5 milhões.

Ezequiel Neiva explicou que as obras estão paralisadas por causa do período de chuvas, e que o atraso ocorreu também devido à falta de repasse financeiro do governo Federal ao DER. “O governador Confúcio Moura quer a melhor solução para a recuperação das estradas dos assentamentos. O DER já cuida de aproximadamente 10 mil quilômetros de estradas estaduais e agora está colaborando com os assentamentos”, frisou Ezequiel.

Luís Flávio Ribeiro afirmou que o desejo do Incra é concluir o convênio. Ele disse que sabe das dificuldade que os moradores do assentamentos enfrentam para transitar pelas estradas precárias.

 

Texto: Nilson Nascimento
Fotos: Nilson Nascimento
Secom – Governo de Rondônia