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Dois frigoríficos de Rondônia estão habilitados para exportar carne para Arábia Saudita.

Estimativa é que os embarques cheguem a US$ 42 milhões em 2016 no Brasil.

 

Os primeiros embarques de carne bovina do Brasil para a Arábia Saudita devem ser realizados ainda neste mês. O setor estima que as exportações do produto para aquele país alcancem US$ 42 milhões em 2016. O potencial para os próximos anos, de acordo com cálculos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), chega a US$ 74 milhões.

A lista dos 49 frigoríficos habilitados – tanto para carne in natura quanto para industrializada – foi divulgada no site da Autoridade Saudita de Alimentos e Medicamentos (SFDA), no última dia 25. A expectativa é que a quantidade de estabelecimentos aumente nas próximas semanas.

Os sauditas habilitaram nove estabelecimentos em Mato Grosso do Sul, seis em Mato Grosso, cinco em Minas Gerais, dois no Rio Grande do Sul, dois em Rondônia, dois no Paraná, 10 em São Paulo, oito em Goiás, três no Pará e um em Tocantins.

A reabertura do mercado saudita é o resultado das negociações da ministra Kátia Abreu com o ministro da Agricultura do Reino da Arábia Saudita, Abdulrahman Al Fadhlyé, em novembro do ano passado. A Arábia Saudita suspendeu a importação de carne bovina brasileira após um caso atípico de doença da vaca louca em 2012. 

Em 2014, a Arábia Saudita importou do mundo um total de US$ 497 milhões (127 mil toneladas) de carne bovina (in natura e industrializada). Os principais países exportadores foram a Índia (US$ 251 milhões/73 mil toneladas) e a Austrália (US$ 156 milhões/33 mil toneladas). 

Em 2015, o Brasil exportou um total de US$ 5,3 bilhões de carne bovina (1,2 milhão de toneladas), principalmente para Hong Kong, Egito, Rússia, Venezuela, China, Irã e União Europeia (UE).
 

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
Inez De Podestà
inez.podesta@agricultura.gov.br
imprensa@agricultura.gov.br

Rodadas de negócios antecipam operações bancárias da Rondônia Rural Show

A expectativa é que o volume de recursos negociados na feira supere os R$ 700 milhões.

 

 
 

Envolvidos com o trabalho de planejamento e organização da 5ª Rondônia Rural Show, que será realizada de 25 a 28 de maio, em Ji-Paraná, técnicos e especialistas da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) enfrentam uma maratona para antecipar uma série de medidas de caráter operacional, incluindo a realização de rodadas de negócios em sete municípios.

Segundo o titular da Seagri, Evandro Padovani, a realização prévia dessas rodadas de negócios é essencial para os produtores e para a rede bancária – Bancos do Brasil (BB), da Amazônia (Basa) e Caixa Econômica Federal (CEF) -, visto que durante a feira os interessados já estarão livres da burocracia para formalização e aprovação de cadastros, e assim terão tempo para visitar e pesquisar os produtos e animais que pretendem adquirir.

Padovani explicou que a iniciativa de realizar as rodadas de negócios foi da própria Seagri, por sugestão de muitos produtores rurais que reclamaram do pouco tempo que tinham durante a feira para formalizar as providências para os financiamentos junto aos bancos, muitos com alegações de que deixaram de realizar alguma compra porque o cadastro não ficou pronto em tempo hábil.

Dessa forma, a Seagri elaborou um cronograma de trabalho envolvendo a rede bancária, empresários do agronegócio e os produtores interessados em adquirir máquinas e animais. De acordo com esse cronograma, a cidade de Jaru sediará a primeira rodada de negócios, marcada para os dias 19 e 20 deste mês, no Parque de Exposições.

Para a cidade de Ariquemes, o encontro está marcado para os dias 23 e 24, no Parque de Exposições; em Nova Mamoré, nos dias 26 e 27, no auditório da Secretária Municipal de Educação (Semed).

Nos dias 1º e 2 de março, o encontro dos empresários e produtores rurais com a rede bancária será realizado no Parque de Exposições de São Francisco do Guaporé; 4 e 5, na Praça Durvalino Joaquim, em Rolim de Moura; 8 e 9, no Parque de Exposições de Cacoal; e fechando o ciclo desses encontros preparatórios, dias 11 e 12 a rodada de negócios será em Colorado do Oeste, também no Parque Exposições.

Considerada uma das maiores e mais importantes feiras agropecuária do País, a Rondônia Rural Show, além da participação de produtores e empresários do agronegócio brasileiros, receberá neste ano representantes de pelo menos 10 países membros do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e de outros fora do bloco econômico, segundo anúncio o secretário Evandro Padovani.

Fonte
Texto: Cleuber R Pereira
Secom – Governo de Rondônia

Governo inaugura agroindústria e lança pedra fundamental de Escola Casa Família Rural em Candeias do Jamari, na quinta-feira

O governo de Rondônia inaugura na próxima quinta-feira, dia 18,  uma fábrica de polpa de frutas.

 

Em seguida o lançamento da pedra fundamental da Escola Casa Familiar Rural (CRF) e entrega oficial de contratos de aquisição de terras, em Candeias do Jamari.

As atividades vão acontecer na Associação Agroambiental Paraíso das Acácias, Linha do Linhão, lote 97, assentamento Paraíso das Acácias, onde será inaugurada a Polpas Paraíso, agroindústria de polpa de frutas. O lançamento da pedra fundamental da Escola Casa Familiar Rural (CFR) Zilda Arns, que será construída no travessão das Linhas 1 e 2, lote 38, no assentamento Flor do Amazonas II, ocorrerá logo após.

A Casa Família Rural apresenta uma forma diferenciada de aprendizado com base na pedagogia da alternância, onde alunos, filhos de produtores rurais e de localidades distantes têm acesso aos Ensinos Fundamental, Médio e Técnico gratuitos, sem se desligar de suas atividades na propriedade. Os alunos ficam uma semana na CFR e uma semana em casa, pondo em prática a teoria aprendida.

Os alunos dos Ensinos Fundamental e Médio, além da educação básica, recebem a qualificação em atividades agropecuárias e agroecológicas, enquanto os alunos do Ensino Técnico quando terminam o curso recebem um certificado que lhes possibilita atuarem como técnicos. A CFR será construída pela Santo Antônio Energia com recursos do subcrédito social obtido junto ao BNDES.

Ainda durante a tarde, 157 famílias receberão oficialmente os contratos de aquisição de terras, durante evento realizado pela Coordenadoria da Unidade Técnica Estadual, órgão da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), responsável pela execução do Programa de Crédito Fundiário em Rondônia, em parceria com o MDA.

Fonte
Texto: Marco Aurélio Anconi
Secom – Governo de Rondônia

Entrega de equipamentos fortalece a economia rural da comunidade do Riacho Azul em Porto Velho.

Mais uma ação do deputado e presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia Maurão de Carvalho, irá fortalecer a geração de renda dando oportunidade para o setor rural de Porto Velho.

 

O Parlamentar entregou para a comunidade do Riacho Azul um caminhão que vai auxiliar no transporte da produção local.

Para a produtora Neuracir Monteiro do Nascimento, o caminhão só vem a somar e ajudar os agricultores do assentamento “estamos muito satisfeitos, depois de adquirimos um trator, uma plantadeira agora chegou o que faltava, e graças ao deputado esse sonho esta sendo realizado” enfatizou dona Neuracir.

Para o presidente da associação José Cardoso Gouveia a aquisição desse caminhão representa a consolidação da economia local “Serão mais de 250 famílias beneficiadas com esse veículo, aqui nós vamos poder transportar nossa produção, tem companheiros nossos que já tiveram prejuízos por não ter como levar sua produção para ser comercializada, já perdemos plantações de mandioca e coco, agora com esse caminhão não teremos mais problemas, graças ao apoio do deputado”, destacou José Cardoso.

O deputado Maurão afirmou que vem desenvolvendo um grande trabalho para o setor rural, através de suas emendas parlamentares, diversas comunidades no estado serão beneficiadas com a entrega de maquinário durante este ano.

 “São mais de R$ 2 milhões de reais em emenda parlamentar que ira beneficiar os nossos produtores ao longo do ano, isso representa o fortalecimento da economia rural, nós vamos continuar fazendo a defesa de um futuro brilhante para esse setor”, garantiu o parlamentar.

Ele ressaltou ainda que a comunidade do Riacho Azul, por ser uma grande produtora de mandioca e farinha no estado tem dado um exemplo de como se trabalhar com associação. “Ao longo dos anos tenho visto a comunidade crescendo e isso é fruto do trabalho de todos vocês, tenho certeza que com a chegada desses equipamentos, como o trator, plantadeira e agora o caminhão, isso só venha a crescer ainda mais, quero poder ver dona Neuracir que é a maior produtora de mandioca daqui do assentamento, no final do ano produzir mais de 5 mil sacas de farinha’’. Disse o deputado.

Só este ano já foram entregues pelo parlamentar, mais dois caminhões na região de Nova Brasilândia e o outro em Campo Novo. 

Por rondorural.com.br

Fotos: Jean Carla   

O agronegócio dá samba

Por Ciro Antonio Rosolem, Vice-Presidente de Estudos do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) e Professor Titular da Faculdade de Ciências Agrícolas da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FCA/Unesp Botucatu).

Circula nas redes sociais uma foto com duas placas: Cuidado! Tráfego de Máquinas Agrícolas (comum nos Estados Unidos) ressaltando a importância que a sociedade reconhece nas atividades do agro. Outra placa: Proibido o tráfego de Máquinas Agrícolas, comum no Brasil, indicaria o descaso com a agricultura brasileira. Será mesmo essa a percepção do povo brasileiro?

O carnaval não é uma manifestação popular? Interessante que as Escolas de Samba do Rio de Janeiro, que nem aparece como dos mais importantes no agronegócio, vem regularmente homenageando a agricultura, a vida rural,  desde, pelo menos 2013, com o samba da Vila Isabel. Em 2016 a Unidos da Tijuca homenageia em seu samba enredo não só “o suor que escorre na enxada” como “a arte do homem que cuida, protege seu chão”. Reconhece ainda a ciência agrícola e suas conquistas, “um oásis de conhecimento, pro País é um exemplo”.

Então, minha gente, o sambista já descobriu o agronegócio. Ou melhor, o agronegócio brasileiro hoje dá samba. Falta ainda muito, até que isso chegue, de fato a nossos administradores e fazedores de políticas. Quem sabe algumas dessas personalidades estavam em algum dos muitos camarotes com regabofe (oriundo da agricultura) da Marquês de Sapucaí. Quem sabe alguns deles tenham aprendido o samba-enredo da Vila Isabel. Afinal, “sou matuto sonhador em louvação” e “vou rogando ao Pai querido pra colheita florescer”.

Por mais que todos saibamos os interesses econômicos interferindo nesta festa nacional, é impossível não se emocionar e sentir pelo menos um pouco de orgulho em ter participado da saga de nosso agronegócio que, mais uma vez, chega à avenida. Continua dando samba.

As autoridades de trânsito podem não ter percebido, mas o agro brasileiro vem pedindo passagem, pois “o meu negócio é isso, seu moço, sorriso no rosto por este mundão rural”.

Sobre o CCAS

O Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) é uma organização da Sociedade Civil, criada em 15 de abril de 2011, com domicilio, sede e foro no município de São Paulo-SP, com o objetivo precípuo de discutir temas relacionados à sustentabilidade da agricultura e se posicionar, de maneira clara, sobre o assunto.

O CCAS é uma entidade privada, de natureza associativa, sem fins econômicos, pautando suas ações na imparcialidade, ética e transparência, sempre valorizando o conhecimento científico.

Os associados do CCAS são profissionais de diferentes formações e áreas de atuação, tanto na área pública quanto privada, que comungam o objetivo comum de pugnar pela sustentabilidade da agricultura brasileira. São profissionais que se destacam por suas atividades técnico-científicas e que se dispõem a apresentar fatos concretos, lastreados em verdades científicas, para comprovar a sustentabilidade das atividades agrícolas.

A agricultura, apesar da sua importância fundamental para o país e para cada cidadão, tem sua reputação e imagem em construção, alternando percepções positivas e negativas, não condizentes com a realidade. É preciso que professores, pesquisadores e especialistas no tema apresentem e discutam suas teses, estudos e opiniões, para melhor informação da sociedade. É importante que todo o conhecimento acumulado nas Universidades e Instituições de Pesquisa seja colocado à disposição da população, para que a realidade da agricultura, em especial seu caráter de sustentabilidade, transpareça.

Mais informações no website: http://agriculturasustentavel.org.br/.

Acompanhe também o CCAS no Facebook: http://www.facebook.com/agriculturasustentavel

Embrapa Rondônia lança manual prático de ginecologia e ultrassonografia em bovinos

Os profissionais e estudantes que trabalham diretamente com os sistemas de produção de bovinos de todo o Brasil ganham um novo aliado.

A Embrapa Rondônia, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina, lança o livro Ginecologia e ultrassonografia reprodutiva em bovinos. Trata-se de um manual prático, de consulta rápida e de fácil leitura, que pode auxiliar na condução adequada da avaliação reprodutiva. Em breve esta obra estará disponível para a venda na Livraria da Embrapa, no endereçowww.embrapa.br/livraria.  

De acordo com um dos autores da obra, o pesquisador da Embrapa Rondônia Luiz Pfeifer, o livro apresenta uma visão prática, baseada em ampla pesquisa nas obras básicas e na experiência dos autores, sobre a execução de exames de ginecologia e ultrassonografia reprodutiva em bovinos, apresentando ao leitor também os principais achados que podem ser detectados nos exames de rotina.

Os três primeiros capítulos tratam basicamente sobre o entendimento anatomofisiológico do ciclo estral e da gestação. Para os autores, este conhecimento é fundamental para que o técnico execute um bom trabalho. “O profissional necessita entender detalhadamente o funcionamento dinâmico das estruturas envolvidas nos processos biológicos responsáveis pela formação da vida. Assim, ele terá subsídios para desenvolver soluções aos desafios encontrados nos procedimentos ginecológico e obstétrico”, explica Pfeifer. Aos que desejam ir diretamente para a prática, a partir do capítulo 4 encontram informações relevantes para a execução de um bom exame ginecológico e ultrassonográfico do trato reprodutivo.

A concepção deste manual prático, segundo os autores, foi uma forma de compartilharem suas experiências e disseminar suas visões sobre as aptidões que devem ser treinadas e adquiridas por aqueles que desejam fazer da reprodução bovina um meio de vida.

 

Renata Siva (MTb 12361/MG)
Embrapa Rondônia

Telefone: (69) 3901-2511

 

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Eucalipto clonado é cultivado em grande escala em Pimenta Bueno

Nominado em “EG 2009”, o clone do eucalipto que melhor atende à combustão na usina termelétrica movida a biomassa começa a ser produzido em larga escala em Pimenta Bueno.

 

O estudo que originou a clonagem ideal durou oito anos no viveiro-laboratório da usina hidrelétrica Eletrogoes.

Todo o processo da clonagem do eucalipto ocorre no viveiro. Neste primeiro momento, a meta é produzir 1.500 mudas por mês, no viveiro que tem capacidade de produção de seis milhões de mudas por ano, segundo informou o engenheiro florestal, Carlos Alberto Soares Monteiro, responsável pelo reflorestamento da empresa energética.

As pesquisas iniciaram em 2008. Ao todo, mais de 200 variedades da espécie de eucalipto foram estudadas e/ou desenvolvidas no viveiro. “Nossos estudos apontam que a EG 2009 tem a maior produtividade e rentabilidade para a usina termelétrica”, assegura o engenheiro florestal.

A espécie clonal pode ser cortada com quatro anos, segundo as pesquisas. “É um salto em tecnologia e qualidade em floresta plantada”, comemora o gerente operacional Gefeson Melo, da Eletrogoes, ao fazer um chamamento ao pequeno produtor para que invista na produção do eucalipto.

“Nossas pesquisas fomentam novas culturas de florestas sustentáveis. Este é o momento para o agricultor diversificar a renda na propriedade”, incentiva melo.

A floresta plantada de eucalipto, pela própria natureza, responde bem em áreas arenosas e é fonte de energia renovável gerando emprego e renda.

Por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), o governo de Rondônia está legalizando o Plano Estadual de Desenvolvimento das Florestas Plantadas, o que garante o planejamento de plantio, extração, beneficiamento e comercialização da madeira.

Fonte
Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Paulo Sérgio
Secom – Governo de Rondônia

Governo de Rondônia fecha plano de ação das unidades regionais no interior do estado

Entre os projetos estabelecidos no plano, estão a implantação de uma Usina de Nitrogênio, em Ariquemes; Incentivo ao plantio de café em assentamentos com famílias de baixa renda em Machadinho do Oeste e Vale do Anari; e Incentivo ao plantio de cacau para dez famílias de baixa renda em Theobroma.

 

 

Durante encontro em Ouro Preto do Oeste, entre secretários das Unidades Avançadas de Planejamento, Orçamento e Gestão Regional (UAPG), que representam o governo em nove regiões de Rondônia, foi definido um plano contendo projetos prioritários com foco no desenvolvimento econômico e sustentável das localidades. A primeira reunião de trabalho de 2016 foi conduzida pela Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog).

Entre os projetos estabelecidos no plano, estão a implantação de uma Usina de Nitrogênio, em Ariquemes; Incentivo ao plantio de café em assentamentos com famílias de baixa renda em Machadinho do Oeste e Vale do Anari; e Incentivo ao plantio de cacau para dez famílias de baixa renda em Theobroma. Em Jaru, ficou estabelecida a implantação do projeto ‘Nem todo lixo é lixo’.

Na região de Ouro Preto do Oeste, o incentivo às agroindústrias deve ganhar força com a implantação de uma vitrine expondo os produtos de sete organizações aos turistas que visitam o município. Em Ji-Paraná, o objetivo será aumentar e recuperar a produção de leite. Para a região de São Francisco do Guaporé, ficou estabelecida a implantação de um viveiro de castanhas do Brasil. O apoio aos pequenos produtores de café será intensificado na região de Cacoal.

A aquisição de maquinários para auxilio às agroindústrias e a realização de uma feira para incentivo produtivo também serão priorizadas, respectivamente, para a região de Vilhena e Rolim de Moura. Em Guajará-Mirim, o foco será a piscicultura em tanques escavados para as associações.

De acordo com o titular da Sepog, George Braga, todos os projetos deverão ser realizados em parceria com órgãos competentes a cada segmento. “Todos têm prazo para serem executados em 2016, paralelo às demandas do governador Confúcio Moura, aos trabalhos do território da cidadania e ao acompanhamento das obras do estado nos municípios, entre outras ações”, ressaltou o secretário.

As Unidades Regionais estão localizadas nos municípios de Ariquemes, Jaru, Ouro Preto do Oeste, Ji-Paraná, Cacoal, Vilhena, Rolim de Moura, São Francisco do Guaporé e Guajará-Mirim.

Fonte
Texto: Jane Carla
Fotos: Alexandre Araújo
Secom – Governo de Rondônia

Salas temáticas da carne, leite e café serão inovação na 5 Rondônia Rural Show

Com a proposta de superar os R$ 621 milhões em financiamentos do agronegócio da feira anterior e com inovações tecnológicas de ponta que projetam uma revolução na cultura de produção de carne, leite e café, a Rondônia Rural Show, que acontecerá de 25 a 28 de maio, em Ji-Paraná, será um evento de proporção internacional, com pré-lançamentos inclusive em Brasília.

 

Segundo o secretário estadual da Agricultura, Evandro Padovani, o Governo de Rondônia está fazendo importantes investimentos para trazer e divulgar um conjunto de inovações tecnológicas, a começar pelo projeto das três salas temáticas: Caminho da Carne, Caminho do Leite e Caminho do Café, que visam levar orientação direta e essencial ao produtor rural em três minutos, de modo que o tempo de palestras e conferências seja melhor aproveitado com visitas aos expositores e à rede bancária.

Padovani explicou que é uma exigência do governo, e do próprio governador Confúcio Moura, a divulgação desses novos métodos de produção, como os das salas temáticas, onde o produtor é levado a uma sala como monitor de TV, que reproduz as condições de um curral enlameado e um curral coberto com piso adequado, ordenhadeiras mecânicas, entre outros itens. Nesse ambiente, o produtor vai sentir as mesmas sensações dos animais ali confinados, por exemplo, incluindo a dificuldade de ficar em pé em um piso irregular. Como as demais salas, o objetivo é melhorar e otimizar o ambiente de trabalho e produção que, a exemplo do modelo da Coopavel (Feira de Cascavel, no Paraná) vai responder com uma alta produtividade de carne e leite.

Da mesma forma, na sala Caminho do Café, o produtor vai ter a experiência de vivenciar um modelo de produção tradicional, sem recursos e com tração própria (enxada), e um modelo com inovação tecnológica, a partir da muda melhorada geneticamente, até as modernas técnicas de cultivo, máquinas, manejo, tratos culturais, irrigação, espaçamento e poda, entre outras.

O secretário citou a feira da Cooperativa Agroindustrial de Cascavel (PR), a Coopavel, como exemplo de um evento grandioso e de resultado, e que será modelo para a feira rondoniense, respeitadas suas peculiaridades culturais e suas aptidões.

Otimista como o governador Confúcio Moura, o secretário Padovani falou sobre uma série de outras medidas inovadoras da Rondônia Rural Show, que visam melhorar as condições de trabalho e de vida do produtor rural. Essas medidas serão divulgadas simultaneamente à da feira nos pré-lançamentos em várias cidades de Rondônia e até em Brasília, com o apoio da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

Fonte
Texto: Cleuber R Pereira
Fotos: Secom
Secom – Governo de Rondônia

Ministra defende uso de inseticida biológico para controle do Aedes aegypti

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) defendeu  o uso do larvicida biológico Bt-horus, desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), para o combate das larvas do mosquito Aedes aegypti – transmissor do vírus Zika (que pode causar microcefalia), da dengue e da febre chikungunya.

 

O bioinseticida – feito à base de Bacillus thuringiensis israelenses (Bti) – foi criado pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em parceria com a empresa Bthek Biotecnologia. A ministra falou sobre o uso do produto e as ações de combate ao vírus Zika durante videoconferência com todas as unidades da Embrapa e da Conab.

O grande benefício, em comparação com os inseticidas tradicionais, é que o produto orgânico causa a morte apenas da larva do mosquito, sem afetar pessoas nem animais domésticos, inclusive peixes, aves e outros insetos benéficos. Também não afeta o ambiente, porque não é cumulativo ou poluente.  Pode ser adicionado em qualquer lugar que acumule água e tenha potencial para ser um criadouro do aedes.

Larvicidas à base de Bti são usados há décadas em países como os Estados Unidos. O produto brasileiro BT-horus já está registrado junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ao Mapa, mas ainda não é produzido em escala industrial.

“Trata-se de uma alternativa importante para atender à urgência do momento”, afirmou a ministra Kátia Abreu, que também apontou a possibilidade de importar o bioinseticida dos Estados Unidos. O presidente da Embrapa, Mauricio Lopes, disse que um segundo produto com a mesma finalidade foi desenvolvido em parceria com o Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt)e  está pronto para ser registrado. O nome é Inova-Bti.

Um frasco de 30 mililitros, que custa de R$ 3 a R$ 4, é suficiente para atender uma residência por dois meses. Por ser de fácil aplicação, pode ser utilizado pela própria população, assinalou a ministra.

“O produto mata apenas as larvas e não causa danos à saúde humana. Por isso, até mesmo as crianças podem receber o frasco na escola e levar para casa, diferentemente dos produtos químicos. Junto ao frasco, virão as instruções sobre o uso”, explicou Kátia Abreu.

 O uso do biolarvicida é uma das alternativas de combate ao mosquito. Em intensiva campanha nacional contra o transmissor, o governo federal também tem trabalhado com outros instrumentos e abordagens.

São Sebastião

Durante a videoconferência, a pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Rose Monnerat apresentou o trabalho pioneiro e de sucesso realizado na cidade de São Sebastião (DF) em 2007. A empresa distribuiu frascos de 30 ml do BT-horus para 17 mil residências, que também receberam instruções sobre a aplicação. Agentes de saúde do Governo do Distrito Federal visitaram e inspecionaram as casas, além de terem organizado frentes para remoção de lixo e entulhos da cidade. Ao final do trabalho, o número de focos da larva a cada 100 casas inspecionadas passou de 4 para 1.

 Mosquitoeira

A ministra apresentou durante a videoconferência um vídeo didático sobre como construir uma mosquitoeira, espécie de “ratoeira” para o mosquito. Feita por uma garrafa pet cortada ao meio vedada por um tecido fino, o aparelho impede a passagem das larvas e evita a proliferação do inseto.

O instrumento foi desenvolvido pelos pesquisadores brasileiros Hermano César M. Jambo e Antônio C. Gonçalves Pereira, mas a versão “caseira” é ensinada pelo professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro Maulori Cabral (UFRJ).

 
Campanha

A ministra pediu mobilização de toda a sociedades contra a proliferação do Zika no país. “Juntos somos, na verdade, um grande exército”, afirmou dur ante videoconferência com a Embrapa e a Conab.

 Em seguimento à orientação do governo federal, o Mapa está fazendo uma ampla campanha interna de conscientização e prevenção contra o mosquito Aedes aegypti.

 São 26.284 servidores espalhados em todo o país – incluídos os órgãos vinculados – que podem ser mobilizadores e voluntários em ações de combate à proliferação do mosquito nas diversas localidades onde o ministério está presente. São 905 imóveis geridos pela pasta, além de 800 armazéns e outros 33.600 estabelecimentos nos quais o Mapa desenvolve ações de defesa agropecuária.

 A ministra afirmou que confia no poder de mobilização dos brasileiros e lembrou que, no passado, o país já enfrentou outras enfermidades como febre amarela, paralisia infantil, varíola.

 
“O Brasil tem que estar preparado para essa luta. O mosquito não tem que provocar medo, mas ação, atitude. O importante é que toda a sociedade participe junto com o governo dessa mobilização, não basta o governo agir sozinho”, afirmou.

 

A secretária-executiva do Mapa, Maria Emília Jaber, afirmou que enviará a todos os gestores da pasta no país os números atualizados da doença, a lista dos municípios onde a situação é considerada mais grave, o calendário de ações do Mapa, uma palestra de sensibilização e um vídeo explicativo para a construção de mosquitoeiras.

A campanha interna da pasta prevê para amanhã (12) um mutirão de limpeza e vistoria nos prédios do ministério. No sábado (13), é o dia da faxina nas casas dos servidores e colaboradores e, na segunda-feira (15), nas empresas ligadas ao Mapa.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
Priscilla Mendes
priscilla.mendes@agricultura.gov.br
imprensa@agricultura.gov.br