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Incentivos do governo de Rondônia viabilizam exportação de tambaqui e ração para o Peru

Começa a dar resultados internacionais a Rodada de Negócios do Tambaqui  de Rondônia realizada em dezembro de 2016 pela Superintendência de Estado do Desenvolvimento Econômico (Suder) em parceria com a Federação do Comércio de Rondônia (Fecomércio) e a Associação Comercial e Industrial de Ariquemes (Acia). Nesta quinta-feira (6), o titular da Suder, Basílio Leandro; e a gerente de Fomento de Comércio Exterior, Alisângela Lima, reuniram-se em Porto Velho com o empresário peruano Christian Alarcon, da Amazonic Foods, que fechou negócios com a compra de tambaqui e ração para peixes do Frigorífico Zaltana Pescado, de Ariquemes.

De acordo com o empresário, que atuava no setor de material de construção, a viabilização do negócio com o frigorífico se deu graças ao incentivo do governo de Rondônia, com a promoção de eventos, como a Rodada de Negócios, da qual ele participou e disse ter ficado “encantado”. Segundo ele, esse tipo de apoio governamental não é comum no Peru. “O incentivo do governo dá mais credibilidade e segurança para as partes no momento de fechar o negócio”, ponderou.

Basílio Leandro explicou que faz parte do entendimento do governador Confúcio Moura trabalhar com os países sul-americanos e africanos, que têm afinidade e interesses comuns com o Brasil, em especial Rondônia, mudando a filosofia tradicional de discutir negócios com americanos e europeus, numa relação desigual, pois estes têm mais interesse de apenas vender para o Brasil. Ele citou a Semana de Integração Brasil-Bolívia, encerrada na quarta-feira (5), e sugeriu para que seja promovido evento semelhante com o Peru.

Christian Alarcon explicou que nesta quinta-feira estão sendo transportadas as primeiras 30 toneladas de ração de Ariquemes a Brasileia (AC), de onde será feito o transbordo até Puerto Maldonado, capital do Departamento Madre de Dios. A expectativa é que em duas semanas seja feita a remessa das primeiras dez toneladas de tambaqui inteiro sem vísceras, o que está dependendo apenas de uma documentação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Nova remessa de ração está prevista para agosto, quando o empresário peruano virá participar da inauguração oficial da fábrica de ração da Zaltana, no dia 18. “Esse negócio é também a consolidação da Estrada do Pacífico, pois o Peru quer vender para o Brasil e também comprar”, citou.

Empresário Christian Alarcon e o superintendente da Suder

Como Christian demonstrou interesse de promover o tambaqui para as redes de supermercados de Lima, capital do Peru, ainda no encontro desta quinta-feira Basílio e Alisângela o convidaram a participar como parceiro de um coquetel que o governo de Rondônia promoverá para autoridades governamentais e empresários daquele País, no dia 26 de setembro, na Embaixada do Brasil em Lima para degustação, em especial, da costelinha de tambaqui. O momento servirá também para lançarmos a 7ª edição da Rondônia Rural Show de 2018”, adiantou Alisângela Lima.

EXPOALIMENTÁRIA

O coquetel será realizado um dia antes da abertura da Expoalimentária 2017, que acontecerá de 26 a 29 de setembro, em Lima, da qual Rondônia participará pela primeira vez, numa iniciativa do governo estadual e de empresários, sob a liderança da Federação das Indústrias (Fiero) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RO). “Na ocasião, o governo de Rondônia levará carne, peixe, café, milho e arroz, que são produtos prontos para exportação, enquanto o Sebrae está com um chamamento público para empresários com vistas à prospecção de negócios; e a Fiero Levará empresas do setor de alimentos”, disse Alisângela.

Antes do coquetel em Lima, o governo rondoniense participará da Rodada de Negócios em Arequipa, capital do Departamento Arequipa, que objetiva viabilizar o intercâmbio comercial entre os dois países.

Para o superintendente Basílio, a participação de Rondônia nestes eventos é uma resposta positiva às estratégias do governador para a expansão dos negócios, que conforme o próprio Christian Alarcon citou, tem viabilizado o intercâmbio comercial, aproximando os empresários, e fez com que ele conhecesse a piscicultura rondoniense. “Essa relação tem que ser bilateral. Não podemos importar de um País e as carretas voltarem vazias”, afirmou Basílio, consciente de que Rondônia tem muito a oferecer para os demais países, assim como receber.

Texto: Veronilda Lima
Fotos: Marcelo Gladson

III edição da Portoagro acontecerá de 30 de agosto a 2 de setembro

A comissão organizadora da terceira edição da Feira de Negócios Tecnologias Rurais Sustentáveis de Porto velho (Portoagro), composta pela Embrapa, Ceplac, Semagric, Secretaria Federal da Agricultura, Seagri, Emater, Idaron, Senac, Senar, Sebrae, Organização das Cooperativas, Associação dos Produtores de Porto Velho e empresários do agronegócio, se reuniram para ajustar detalhes da montagem das estruturas e organização da feira que acontecerá do dia 30 de agosto a 2 de setembro, das 8h as 20h, no espaço interno da Superintendência do Mapa e na Embrapa que fica na BR 364, sentido Candeias do Jamari.

Para o subsecretário da Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric), Francisco Evaldo de Lima, o objetivo da Portoagro é apresentar as potencialidades da capital de Rondônia, e torná-la referência no setor produtivo. “A Portoagro garantirá uma grande movimentação no setor comercial em Porto Velho, e a ideia da feira é promover a comodidade aos agropecuaristas para que possa encontrar em um só lugar, informações e acesso às tecnologias de máquinas, veículos, implementos e insumos agrícolas”, comentou Evaldo.

O secretário da Agricultura, Evandro Padovani, comentou que a 3ª edição da Portoagro terá toda estrutura que a feira merece. “Em novo endereço, este ano pretendemos montar uma boa estrutura para que todos possam expor seus produtos da melhor forma possível. Da mesmo forma estamos trabalhando para levar as novidades em termos de tecnologias para cafeicultura, produção de leite, integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), mandiocultura e fruticultura”, explicou Evandro.

O presidente da Associação dos Proprietários Rurais de Rondônia (APRRO), Adélio Barofaldi diz que a Portoagro tem o papel de multiplicadora das tecnologias, e isso acontece com a participação dos parceiros. “Trazemos o produtor para dentro da feira e disponibilizamos o acesso às informações técnicas e o que há de mais novo no campo de equipamentos e estudos”, ressaltou Adélio Barolfadi.

De acordo com subsecretário Evado de Lima, o prefeito dr Hildon Chaves disse que dará todos suporte possível, “a Portoagro, visa movimentar o setor do agronegócio e também de serviços, turismo, setor hoteleiro e comércio em geral. A feira estimula os produtores a tornarem-se empresários desse segmento” finalizou Evaldo.

A programação oficial da feira deve ser divulgada nos próximos dias.

Fonte Semagric

Nova era na saúde animal

Há uma nova era na saúde animal chegando por aqui. Até 2030 a estimativa é de que o ramo da saúde animal, que inclui a bovinocultura, suinocultura, avicultura e aquicultura, vá duplicar de tamanho e deverá atingir mais de 50 bilhões de euros no mundo.

Isso significa que o setor da veterinária dobrará de tamanho nos próximos 13 anos e com um cenário de crescimento populacional, quando caminhamos para cerca de 10 bilhões de pessoas até 2050. Iremos ver uma demanda acentuada pela proteína animal, uma diversificação e sofisticação de cortes e processados e, para isso, vamos ver a pesquisa e a ciência oferecendo inovações na forma de vacinas como para a influenza aviária e a febre aftosa.

E da mesma forma como ocorrem fusões e aquisições em todos os elos do agronegócio, assim também no setor veterinário, a Boeringher adquiriu a Merial por mais de 11 bilhões de euros e, com isso, se transformou na segunda empresa global na saúde animal do mundo, somente atrás da Zoetis.

Tudo no agronegócio cresce e ao mesmo tempo a ciência e a tecnologia com agropecuária de precisão viram um fato do setor.

José Luiz Tejon Megido,

Conselheiro Fiscal do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM

Prefeito visita frigorífico de peixe e apoia a produção de pescado

O prefeito de Porto Velho, dr Hildon Chaves visitou o frigorífico de peixe Progresso Pescado, localizado na zona leste da capital, na quarta-feira (14). Na empresa, o chefe do Poder Executivo foi recepcionado pela diretora da Cooperativa Agro Verde (Coopagroverde), Nara Regina, responsável pelo frigorífico, juntamente com o subsecretário da Semagric, Francisco Evaldo de Lima, o secretário estadual da Agricultura, Evandro Padovani, o presidente da Câmara de Vereadores, Maurício Carvalho e o diretor técnico do Sebrae, Samuel Silva de Almeida.

Durante a visita à empresa, todos puderam conferir de perto as obras de expansão do frigorífico de peixe, oportunidade em que foi assinado o termo de reforma e ampliação de dez tanques e suporte para o frigorífico que fica na Linha Progresso, Gleba 2, zona rural.

Nara Regina agradeceu o apoio que recebeu da prefeitura. “Quando pensei em desenvolver essa cooperativa, esbarrei na questão dos equipamentos, que era o mais caro e nós não tínhamos como comprar. Foi aí que a cooperativa recebeu tudo doado pela prefeitura”, revelou.

Para o secretário da Seagri Evando Padovani, “o trabalho em conjunto enriquece as relações e impulsiona o crescimento de todos”, comentou Padovani. Já o presidente da Câmara de vereadores, Maurício Carvalho, destacou a parceria entre município e o estado para “garantir aos produtores informações técnicas para que eles possam trabalhar de forma segura na produção do pescado na capital”, disse Maurício.

O objetivo principal da Semagric é criar alternativas sustentáveis e rentáveis para os pescadores e produtores rurais que trabalham com a piscicultura. O programa serve para fomentar a aquicultura no município e o foco são produtores da agricultura familiar.

Segundo Evaldo de Lima, a agroindústria de processamento de pescado é uma “alternativa segura para movimentar a economia de Porto Velho. Com o beneficiamento in natura vamos poder agregar valor ao pescado vendido pelos produtores de peixe gerando emprego e renda e alimentação saudável aos alunos da rede pública de ensino, vez que o produto é oferecido na merenda escolar”, comentou Evaldo.

Dr Hildon e toda equipe conheceram todo o processo de produção da empresa, desde a recepção dos peixes até a embalagem e expedição. Atualmente o frigorífico fornece o pescado para mais de 200 escolas do município e estado. “O poder público precisa caminhar lado a lado para promover o desenvolvimento do estado, para que dessa forma, além de gerar riqueza para a região, gera emprego e respectivamente renda para a população. Neste sentido, a Prefeitura de Porto Velho trabalha do lado de quem tem a mesma disposição”, observou dr Hildon.

Fonte Semagric

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Empresários e investidores confirmam: Rondônia é um estado de oportunidades

O seminário Rondônia Terra de Oportunidades, que aconteceu, em São Paulo, na sede da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), reuniu investidores do Estado, que conhecem a realidade e capacidade da região.

Roberto Junqueira Filho, presidente da Santo Antônio Energia, concessionária da quarta maior usina hidrelétrica do país, contou sobre os investimentos feitos desde 2008, que geraram mais de mil empregos e energia para mais de 45 milhões de pessoas.

Para Roberto, a usina deixa legados para a economia: ser uma empresa de Rondônia, que vai sempre gerar empregos e desenvolvimento, ter qualificado mais de 54 mil profissionais, produzir energia da Amazônia para a Amazônia e para o Brasil, além de garantir maior segurança para atrair novos investidores.

Valdemar Camata Jr., diretor-superintendente do Sebrae, destacou os números expressivos da região Norte, dona de 42,25{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do território nacional. O superintendente falou sobre a importância de Rondônia ser portal da Amazônia: ter uma hidrovia que chega no oceano Atlântico, uma rodovia de acesso ao Pacífico, outra que liga a região ao Centro-Sul do país, duas usinas, ser responsável por 1/3 da indústria alimentícia da região e 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção de laticínios.

Camata contou que, em suas andanças pelo Brasil, ouve falar muito e falar bem sobre o Estado: “os caminhos para o desenvolvimento passam por Rondônia”.

Bruno Leite, acionista da empresa Zaltana Pescados, de Ariquemes (RO), afirmou estar feliz com o crescimento da psicultura nos últimos 10 anos “de maneira descontrolada, de forma positiva”.

O empresário contou que o avanço vem causando a integração entre as fazendas que atuam no setor e diminuindo a interferência na área ambiental.
“Colocamos o peixe de Rondônia nos grandes centros. O estado tem estrutura para oferecer produto de qualidade com durabilidade”, garantiu.

Para encerrar o evento, Bruno estimulou os investidores presentes no auditório da Fiesp: “Posso dizer, como empresário, que tudo que foi dito aqui [no seminário], é verdade”.

LUGAR DAS OPORTUNIDADES

Geraldo Ribeiro Haenel, diretor da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), também investidor do setor de minério, garantiu que é bom perceber o crescimento de Rondônia e ver que a crise econômica não atingiu o Estado.

Vagner Moraes Torrente, do Grupo White Solder, aprovou o evento e o tema: “Esse é um discurso que temos há muito tempo: Rondônia é uma terra de oportunidades. Isso é verdade”. O empresário diz que, há 30 anos, desde que se mudou para o estado, propaga a todos os amigos que a região é o lugar das oportunidades.

Fonte

Texto: Larissa Tezzari
Fotos: Larissa Tezzari
Secom – Governo de Rondônia

Governo anuncia R$ 190,25 bilhões com juros menores para financiar agricultura

O presidente Michel Temer e o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) anunciam, no Palácio do Planalto, o maior volume de recursos da história para financiar a agricultura brasileira. São R$ 190,25 bilhões destinados ao Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018, por meio do qual médios e grandes produtores poderão acessar o crédito rural, entre 1º de julho deste ano e 30 de junho de 2018. O governo federal também reduziu, entre um e dois pontos percentuais, os juros das operações. Do montante  anunciado, R$ 188,3 bilhões se referem à disponibilidade para financiamento e a diferença, de R$ 1,95 bilhão, à subvenção de prêmio do Seguro Rural e apoio à comercialização.

O presidente Michel Temer destacou o crescimento de 13,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do PIB (Produto Interno Bruto) agropecuário no primeiro trimestre deste ano, que, segundo ele, sustentou a economia no período. E destacou que a destinação de mais de R$ 190 bilhões para o setor não permite ser pessimista ao comportamento da atividade econômica. “O otimismo permeia esta solenidade”, frisou, lembrando que, na semana anterior, já foram anunciados mais de R$ 30 bilhões somente para a agricultura familiar. Temer destacou ainda que o ministro Blairo Maggi adotou medidas de desburocratização desde que assumiu o Mapa e tem viajado ao exterior para abrir novos mercados para os produtos brasileiros.

O montante dos recursos destinados ao Plano Agrícola e Pecuário reforça a prioridade dada pelo governo federal ao agronegócio e à geração de emprego e renda. Mesmo com a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) de 2016, que limitou os gastos públicos, o entendimento no Palácio do Planalto é de que é fundamental ampliar os valores para o crédito rural em um momento de incentivo à retomada do crescimento econômico.

Maggi falou com entusiasmo sobre a previsão da colheita de 232 milhões de toneladas de grãos neste ano, mas acrescentou que, incluindo toda a produção agrícola e pecuária, o resultado anual supera 1,2 bilhão de toneladas. O ministro enfatizou a importância da pesquisa, da tecnologia para a posição que o Brasil ocupa no mercado mundial do agronegócio (com 6,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de participação) . E frisou que o crescimento da produção tem sido alcançado preservando 61{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do território nacional. “Isso não acontece em nenhum outro país do mundo”, afirmou.

O plano repercute em criação de vagas em toda a cadeia produtiva, na geração de divisas com exportação de produtos agropecuários, além de proporcionar alimentação mais barata e inflação menor, beneficiando as famílias. O agronegócio impacta a economia não apenas do campo, mas também a da cidade, movimentando lavouras e a agroindústria de alimento, além de setores como de máquinas e equipamentos, de vestuário e transporte de carga. O setor é responsável por metade das exportações e por 21{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

O volume de crédito para custeio e comercialização é de R$ 150,25 bilhões, sendo R$ 116,25 bilhões com juros controlados (taxas fixadas pelo governo) e R$ 34 bilhões com juros livres (livre negociação entre a instituição financeira e o produtor). O montante para investimento saltou de R$ 34,05 bilhões para R$ 38,15 bilhões, com aumento de 12{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Apoio à comercialização terá 1,4 bilhão.

Juros

Quanto aos juros, houve redução de um ponto percentual ao ano nas linhas de custeio e de investimento e, de dois pontos percentuais ao ano nos programas prioritários voltados à armazenagem (Programa para Construção e Ampliação de Armazéns/PCA – 6,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a.a.) e à inovação tecnológica na agricultura (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária/Inovagro – 6,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a.a.).

No custeio, os juros caíram de 8,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano e 9,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano para 7,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e 8,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. O mesmo aconteceu para os programas de investimento, à exceção do PCA e Inovagro, nos quais a taxa foi fixada em 6,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano.

Para acompanhar o crescimento da produção agrícola, que deve se situar em 232 milhões de toneladas de grãos, com aumento de 24,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação à safra 2016/2017, com perspectivas de superar tal recorde em 2017/18, o governo federal garante recursos para investimento em armazenagem, de R$ 1,6 bilhão. Nessa temporada, os cerealistas também serão beneficiados no plano.

Os recursos para armazenagem, de acordo com o secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, vão ajudar o produtor a suprir a necessidade de logística, beneficiando cerealistas e cooperativas, que terão prazo de amortização do crédito em até 15 anos.

O Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural) terá juros de 7,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano e contará com R$ 21,7 bilhões, com alta de 12{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Os médios produtores rurais terão à disposição R$ 18 bilhões em custeio e R$ 3,7 bilhões em investimentos.

O programa de Inovação Tecnológica (Inovagro) tem uma linha de crédito para apoiar o uso da conectividade no campo. Isso contribuirá para melhorar ainda mais a gestão das propriedades rurais, por meio da informatização e do acesso à internet. A inovação tecnológica é um dos principais fatores para alavancar a produtividade agrícola.

O Inovagro contará, neste ano agrícola, com R$ 1,26 bilhão, com limite de R$ 1,1 milhão por produtor. O programa financia, por exemplo, equipamentos de agricultura de precisão.

Entre as novidades do plano está a retomada da linha de crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para renovação de canaviais (Prorenova Rural), com recursos de R$ 1,5 bilhão, em condições favorecidas.

Moderfrota

O Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) passa a contar com R$ 9,2 bilhões, com incremento de 82,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. A compra de máquinas e implementos agrícolas terá o limite de financiamento de 90{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do valor financiado, com prazo de pagamento de 7 anos.

O limite de financiamento de custeio é de R$ 3 milhões por produtor, por ano-agrícola. Para o médio produtor, o limite é de R$ 1,5 milhão. O prazo de pagamento é de 14 meses para produtores de grãos.

O governo elevou a abrangência de finalidades financiadas com a fonte LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) e espera atingir o montante de R$ 27,3 bilhões, dessa fonte, no financiamento da cadeia do agronegócio.

Em 2018, o produtor poderá contar com R$ 550 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), com aumento de 37,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. O PSR oferece ao agricultor a oportunidade de proteger sua produção agrícola com custo reduzido, por meio de auxílio financeiro do governo federal.

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Peixe congelado só pode ter 12{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de água adicionada

O Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (MAPA), publicou esta semana no Diário Oficial da União a Instrução Normativa 31 (IN), que limita a 12{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a aplicação de água, com ou sem aditivos (previstos em legislação), sobre a superfície do peixe. Essa prática conhecida como glaciamento ou congelamento visa evitar a oxidação e a desidratação. Foi mantida a exigência de que essa adição de água seja descontada no peso líquido informado ao consumidor.

Os estabelecimentos têm 180 dias, a partir da publicação da IN para adequarem à rotulagem dos produtos e, 90 dias, para se adaptarem às exigências dos requisitos estabelecidos. As regras estão adequadas ao Decreto 9.013/2017, que dispõe sobre o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal (RISPOA).

De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel, “a IN visa fornecer os parâmetros técnicos e laboratoriais para o controle de qualidade e inocuidade do peixe congelado e, intensificar as ações de fiscalização dos produtos nacionais e internacionais, garantindo a sua segurança”.

O secretário observou que a ausência de alguns importantes padrões fisioquímicos, específicos para o peixe congelado, acarretava dificuldades no controle oficial de adulterações químicas, falsificações e deterioração, possibilitando a concorrência desleal no comércio do pescado, e a colocação no mercado de produtos de baixa qualidade, com possíveis risco à saúde pública.

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Seminário Perspectivas Florestais para Conservação da Amazônia será exibido pela Internet

O futuro da Amazônia, as oportunidades de mercado para a floresta em pé, políticas públicas e experiências sustentáveis são alguns dos temas do IV Seminário Perspectivas Florestais para Conservação da Amazônia, promovido pelo Centro de Estudos (CES) Rioterra, entre 7 a 9 de junho, na UNIR Centro, em Porto Velho. O evento, parte integrante do projeto Semeando Sustentabilidade, patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental, contará com representantes de entidades públicas e privadas de vários estados brasileiros.

“O Evento tem como objetivo proporcionar discussões entre profissionais de diferentes segmentos sobre inovações na área florestal, para agricultura, mostrar ações que estão dando resultados e que podem ser replicadas para a região, bem como dialogar sobre políticas que possam apoiar ações de conservação na Amazônia” comentou TelvaMaltezo, presidente do CES Rioterra.

O evento será aberto na noite do dia 7, às 19:30h, com palestra sobre “Inovação Florestal e Oportunidades dos Mercados de Recuperação de Áreas”. Nos dias 8 e 9 os trabalhos iniciam às 14h e seguem até 19h. Devido a limitação de espaços e lotação do auditório o evento será transmitido online na página do Facebook do projeto (facebook.com/semeandosustentabilidade), como forma de possibilitar acesso aos interessados.

“Convidamos não apenas instituições de peso, mas pessoas que estão à frente de processos extremamente interessantes e inovadores para conservação da Amazônia. Será uma rara oportunidade de dialogar sobre inúmeros aspectos com os presentes. Também trabalhamos um métodode apresentação que permitirá forte interação entre os participantes”, falou Alexis Bastos, coordenador de projetos do CES Rioterra.

Confira a programação completa do seminário no site: semeandosustentabilidade.org.br

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Assessoria de imprensa da Rioterra – Ana Aranda – 69 98100 9063; anaarandarondonia@gmail.com

Legislação e procedimentos para fiscalização da pesca em Rondônia serão discutidos em reunião em Cabixi e Pimenteiras

A Gerência de Pesca, Aquicultura e Manejo de Fauna da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) realizará na próxima quinta (8) e sexta-feira (9), em parceria com a Coordenadoria de Proteção Ambiental (Copam), a Federação de Pescadores e Aquicultores do Estado de Rondônia (Fepearo) e o Batalhão da Polícia Ambiental (BPA), reunião com os pescadores profissionais e artesanais dos municípios de Cabixi e Pimenteiras do Oeste.

Segundo Marli Lustosa Nogueira, gerente de Pesca, Aquicultura e Manejo da Fauna da Sedam, a reunião atende à solicitação da Fepearo com o objetivo de discutir a legislação da pesca vigente, como por exemplo, apetrechos permitidos, definição de áreas proibidas e permitidas de pesca, tamanho permitido de captura de peixes, documentação necessária para comercialização, entre outros pontos. “Nestes encontros, todos terão a oportunidade de expor suas dúvidas e insatisfações, e obter esclarecimentos dos órgãos públicos sobre a legislação vigente”, disse Marli.

Segundo Letícia Matias Pinheiro Rocha, engenheira de pesca da Sedam, em 29 de março houve reunião com o BPA e pescadores da Comunidade Jacy-Paraná; e no dia 19 de maio com os filiados da Colônia de Pescadores Z-2 de Guajará-Mirim. “Esses eventos objetivam atender às solicitações dos próprios pescadores e colônias a fim de um alinhamento entre os envolvidos”, observou.

Sidney Serafim, representante da Coordenadoria de Proteção Ambiental da Sedam, juntamente com representantes do BPA, enfatizaram que as ações tomadas pela fiscalização são referentes às pescas ilegais. Eles citaram ainda que a principal conduta do batalhão é primeiramente a verificação da documentação do pescador e locais permitidos para pesca. Caso o pescador esteja irregular, é feita apreensão do material de pesca.

Texto: Sedam
Fotos: Sedam

30 bilhões para financiar a próxima safra

Agricultores, técnicos e instituições que trabalham de alguma forma com operações de crédito rural aguardavam ansiosos o planejamento do governo, para financiar a próxima safra que começa a ser preparada no final desta que se encerra neste mês de junho. Pressionado pela crise política o governo interrompeu a série altas no volume de recursos disponibilizados para o financiamento da safra.

Desde 2013 que a oferta de crédito rural vinha crescendo, em 2013 foram disponibilizados R$21bilhões, em 2014 foram R$24,1, em 2015 R$28,9 e em 2016 foram 30 bilhões de reais, valor mantido para financiar a safra 2017/18.

O setor já não esperava grande aumento no volume de recursos disponibilizados, mas tinha a expectativa de que a taxa de juros pudesse ser reduzida considerando-se que a inflação está em queda e deverá ficar abaixo do centro da meta fixado em 4,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Na safra atual os juros reais ficaram na media em 3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, mas esta situação muda em um cenário de inflação reduzida e manutenção da mesma taxa de juros de juros.

No novo plano safra os juros foram mantidos, podendo variar numa faixa entre 2,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} para o custeio dos produtos da sexta básica(produtos da agricultura familiar) e 5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} para investimento, e custeio de outras culturas.

Arrazoando

A preocupação dos analistas e produtores rurais é a mesma manifestada pelo ministro da agricultura Blairo Maggi, na abertura do agrishow em Ribeirão Preto, quando falou sobre a intenção do Ministério da Fazenda em manter a taxa de juros, mesmo em um cenário de inflação mais baixa.

A razão da apreensão é que toda vez que o índice de inflação supera o valor da taxa de juro nominal o tomador do crédito é beneficiado, mas prejudicado quando acontece o contrário. A grande dificuldade para a agropecuária é que com inflação baixa e juros altos, o financiamento da produção se torna predatório para a agropecuária, porque esta é uma atividade econômica que não possui a elasticidade de outras produções, como as da indústria.

Diferentemente da agricultura, a indústria tem a facilidade de baixar seus custos com medidas rápidas, como diminuir a produção, para economizar em mão de obra, armazenamento e outras práticas, dessa forma corta despesas, baixa a oferta e força o aumento dos preços. Por não ter essa facilidade a agropecuária carece de proteção do estado para manter a estabilidade da atividade econômica.

O crédito rural é o instrumento mais eficaz para proteger e estimular a produção agropecuária, é essencial em qualquer sistema produtivo, principalmente em lugares como o estado de Rondônia, onde a produção rural está em franca expansão, como se pode deduzir dos números da aplicação do crédito rural no Estado, fornecidos pelo Banco Central (Bacen).

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A planilha do Bacen mostra que o crédito rural aplicado em Rondônia em investimento agropecuário foi de 1,3 bilhão, e de 692 milhões aplicados em custeio. Observa-se que os valores de investimento são mais que o dobro do valor aplicado em custeio, esta é uma característica de desenvolvimento acelerado, porque se o setor já tivesse alcançado o ponto de estabilidade, teríamos valores de custeio superiores aos de investimento, como acontece em regiões onde a infraestrutura de produção agropecuária já está estabilizada.

A aplicação do crédito rural mostra que mesmo não havendo abertura de novas áreas para cultivo, a atividade agropecuária em Rondônia, continua a crescer e com mais qualidade por causa da introdução de novas cultivares e novas tecnologias de produção, demandando portanto, novos investimentos em infraestrutura de produção.

 

Texto: Enoque de Oliveira

Fotos : Robson Paiva