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Prefeitura transporta calcário para produtores rurais da capital

Os produtores rurais ligados às associações rurais em Porto Velho já podem solicitar o transporte de calcário à Prefeitura de Porto Velho, por meio da Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric).

Conforme o subsecretário Francisco Evaldo de Lima, o transporte começou ser feito desde julho e beneficiará a produção da agricultura familiar que utiliza o calcário para corrigir a acidez do solo, causada pelo uso da terra sem reposição do mineral ou por agrotóxicos e fertilizantes ácidos.foto - semagirc (1)

Segundo Evaldo de Lima, “a substância eleva a produtividade do solo, mas lembramos que apenas o transporte é gratuito. O produtor precisa adquirir o calcário e depois solicitar o transporte via ofício, através da Associação ou entidade que esteja cadastrada na Semagric. As associações têm prioridade no atendimento do programa, mas o produtor rural será atendido individualmente também”, conta o subsecretário.

O produtor interessado em receber o transporte do calcário pode procurar a Semagric, à rua Mario Andreazza com José Amador dos Reis, s/n bairro JK II (ao lado da Semob) ou pode ligar para (69) 3901-3371 – gabinete – 3901-2876, de segunda a sexta feria das 7h30 às 13h30.

foto transporte calcario semagric (2)            fotos - Jean Carla Transporte Calcário semagric (1)

Fonte: Semagric

Fotos: Semagric

Rondônia: um porto seguro em tempos de crise

A crise econômica que se arrasta há quase uma década tem tirado a confiança do empresariado, gerado desemprego e levado vários estados brasileiros ao colapso financeiro. Esse cenário, no entanto, é bem diferente da realidade de Rondônia, estado com DNA agropecuário que cresce de forma constante desde 2011 e que fechou o ano de 2016, um dos piores da história recente do Brasil, com um aumento de 4,7{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no PIB. As perspectivas para os próximos anos são ainda mais animadoras, o que tem atraído empresários dos mais variados segmentos, desde produtores rurais até indústrias processadoras, passando por fornecedores de insumos, logística e serviços e executivos altamente qualificados.

“Isso se deve basicamente ao agronegócio. É o motor do estado”, afirma Basílio Leandro de Oliveira, superintendente de Desenvolvimento Econômico de Rondônia, lembrando que o estado é dono do quinto maior rebanho bovino no país, com 13,7 milhões de animais, entre gado leiteiro e de corte, e já se consolidou como principal polo de piscicultura do Brasil, com uma produção de 90 000 toneladas de peixe em 2016.

O cultivo de café, cacau, soja e milho, além da suinocultura, também tem crescido substancialmente nos últimos anos, sempre de forma sustentável, especialmente por conta da qualificação de pequenos produtores e da adoção de tecnologias que possibilitam o aumento da produtividade no campo.

Isenções fiscais e logística privilegiada também fazem parte do pacote de atrativos do estado de Rondônia. Existem incentivos para os mais diversos segmentos, que vão da doação de terrenos públicos ao desconto de até 85{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do ICMS. “Um exemplo é a linha de crédito especial para pequenos frigoríficos com abate de até 100 cabeças por dia, com juros subsidiados pelo Banco da Amazônia. Também há incentivos para o ramo de curtumes, já que hoje quase todo o couro produzido em Rondônia é processado fora do estado”, diz Oliveira.

Novas apostas

Outra atividade que vem atraindo cada vez mais investimentos no estado é a suinocultura, impulsionada principalmente pela crescente oferta de grãos na região. O exemplo do criador Rudi Deros é emblemático. O empresário, que deixou Santa Catarina rumo ao município de São Miguel do Guaporé há 13 anos levando consigo 20 matrizes, hoje comanda uma produção totalmente verticalizada, com um plantel de 230 reprodutoras. Em uma propriedade de 600 hectares, planta os grãos que alimentam os animais, cerca de 20{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção, e vende o excedente para as tradings da região. Graças aos incentivos do estado, também construiu um frigorífico, onde abate os suínos. “Rondônia é uma terra de oportunidades. Como pequeno agropecuarista, eu vi muitas vantagens, como terras férteis, clima favorável e uma demanda muito grande por carne de porco. Isso nos dá competitividade”, afirma Deros.

Existem também outras iniciativas interessantes do governo no sentido de fomentar a produção na região, especialmente nas áreas de piscicultura e cafeicultura. O estado, que colhe atualmente 2,1 milhões de sacas de café por ano, tem como objetivo produzir 4 milhões de sacas até o fim de 2018. Para isso, vem subsidiando a substituição de cafezais antigos, cuja média de produtividade é de apenas 20 sacas por hectare, por variedades muito mais produtivas desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que podem render até 160 sacas por hectare. Já a piscicultura é vista como atividade com maior potencial de crescimento em Rondônia. A expectativa do governo é que a produção de peixes alcance 200 000 toneladas nos próximos cinco anos, um volume considerável, mas ainda distante do potencial do estado, estimado em até 1 milhão de toneladas por ano.

A localização privilegiada, porém, tem despontado como principal diferencial competitivo de Rondônia. Com fácil acesso à nova Rodovia Transoceânica, que liga o Brasil ao Oceano Pacífico, a rota permite às empresas estabelecidas no estado fácil conexão a mais de 150 milhões de consumidores localizados nos países andinos, como Peru, Bolívia, Chile, Equador e Venezuela, além do Suriname. São todos pouco industrializados e importam, juntos, cerca de 192 bilhões de dólares por ano – atualmente, o Brasil responde por somente 8,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dessas importações. “A incompetência do nosso país em abastecer os vizinhos é absurda. O lado positivo é que existe um potencial gigantesco para as empresas brasileiras explorarem”, completa o economista Valdemar Camata Júnior, superintendente do Sebrae em Rondônia.

 

Por Abril Branded Content

Investimento de cerca de R$ 10 milhões torna Centro Técnico Abaitará de Pimenta Bueno referência no combate ao êxodo rural

Após receber investimentos de cerca de R$ 10 milhões, entre 2014 e 2017, o então  Instituto Estadual de Educação Rural Abaitará de Pimenta Bueno, agora Centro Técnico (Centec), oferece aos mais de 300 alunos uma estrutura mais ampla e adequada à prática das atividades voltadas à agropecuária, com ênfase no desenvolvimento regional. Por iniciativa do governador Confúcio Moura, que tem por propósito avançar o processo ensino aprendizagem em Rondônia e evitar o êxodo rural, jovens com idade a partir dos 16 anos são incentivados a se especializar em áreas de atuação da família, utilizando metodologia de ensino teórico e prático que promove o crescimento econômico e social, contribuindo com a fixação do homem no campo, de forma sustentável, melhorando a qualidade de vida também nas cidades.

Localizada na zona rural, no Km 32 da RO-010, a instituição de ensino é responsável pela formação de técnicos profissionais em agropecuária, agronegócio, agroecologia, informática e aquicultura, em regime de internato para os que moram em municípios distantes, enquanto os de municípios vizinhos vão para suas casas nas sextas-feiras. A escola também funciona como alternativa à inclusão social, pois a maioria dos alunos é filho de produtores rurais, de classe média baixa, ribeirinhos e indígenas de 32 municípios e sete distritos rondonienses.

Entre os investimentos realizados pelo governo em 2014, no valor de R$ 3,6 milhões, estão a construção de uma quadra poliesportiva, adequação de espaços, como salas de aulas, alojamentos masculinos e femininos, lavanderia, refeitório, espaços de convivência, laboratórios, além da construção de unidades técnicas para o curso profissionalizante de agroecologia, como curral, aprisco, pocilga e aviário. Já em 2015 foram mais de R$ 4,6 milhões do Programa Integrado de Desenvolvimento e Inclusão Socioeconômica (Pidise) aplicados na construção de seis salas de aula climatizadas, carteiras e data show, além de três alojamentos, cada um contando com uma lavanderia. No mesmo ano foram adquiridas 18 vacas e um touro, em leilão eletrônico, totalizando R$ 70 mil. O leite produzido é utilizado na alimentação dos alunos, que também fazem a ordenha.

Estrutura foi ampliada para atender a mais de 300 alunos

“Eles cuidam do rebanho bovino, que é uma média de 40 cabeças de gado e 30 carneiros, assim como da horta e de tudo que tem aqui. Estudam e trabalham seguindo escala de serviço. A produção de frutas, verduras, peixe, entre outros, também é para consumo interno”, explicou a diretora Eliane Faria.

Na próxima segunda-feira (7), em solenidade marcada para as 16h30, o governador Confúcio Moura oficializará a nova nomenclatura da escola e inaugura uma série de investimentos realizados para o ano letivo de 2017, entre eles 300 metros de pavimentação asfáltica, construção de dois blocos com seis salas de aula, dois alojamentos femininos, banheiros para ambos os sexos, área de vivência com paisagismo, bem como, a reforma das instalações elétrica e hidráulica de seis pavilhões com capacidade para 36 alunos, do alojamento, cozinha, refeitório, bloco administrativo e 10 de salas de aula. Com isso, a capacidade de vagas na instituição de ensino quase triplicou, passando de 110 para 304. Todas as salas são climatizadas.

Essas obras receberam recursos próprios do governo, no valor de R$ 200 mil, com execução do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER), Superintendência Estadual de Gestão dos Gastos Públicos e Administrativos (Sugesp) e Seduc, em convênio com a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), que disponibilizou a mão de obra de reeducandos dos projetos de ressocialização de Porto Velho e Rolim de Moura.

Para melhorar o acesso, em 2016 também foram construídos 700 metros de asfalto, incluindo uma galeria de concreto da rodovia até a entrada da escola. O custo foi de R$ 800 mil.

Além da transformação em Centec, pela Lei Complementar 908/2016, a diretora disse que o centro educacional também ganhou novo formato de autarquia, estando vinculado agora ao Instituto de Desenvolvimento da Educação Profissional de Rondônia (Idep-RO), instituído pela mesma lei. Ele é ligado à Secretaria de Estado da Educação (Seduc), mas dotado de autonomia administrativa, pedagógica, disciplinar, financeira, orçamentária e patrimonial, sendo o órgão gestor da Política de Educação Profissional do estado.

Além de cuidar da horta, estudantes também tiram o leite utilizado na alimentação

Ainda conforme Eliane Faria, a equipe é composta por 63 servidores, entre eles professores especialistas, mestres e doutores, cedidos pela Seduc e a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO). Um Conselho de Administração formado por empresários dos municípios de Pimenta Bueno, Rolim de Moura e Cacoal é responsável pelas políticas macros da instituição, enquanto o Conselho de Educação Superior do Idep delibera sobre as políticas educacionais, que tornam o Centec referência na educação profissional rural e do agronegócio, inclusive com credenciamento junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-RO).

Os municípios que atualmente têm alunos matriculados no Abaitará são Alta Floresta do Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Alto Paraíso, Buritis, Monte Negro, Campo Novo, Cacoal, Ministro Andreazza, Pimenta Bueno, Espigão do Oeste, São Miguel do Guaporé, São Francisco do Guaporé, Santa Luzia do Oeste, São Felipe do Oeste, Primavera de Rondônia, Novo Horizonte do Oeste, Nova Brasilândia, Parecis, Chupinguaia, Castanheiras, Porto Velho, Guajará-Mirim, Costa Marques, Nova Mamoré, Governador Jorge Teixeira, Theobroma, Vilhena, Santa Luzia do Oeste, Nova União, Seringueiras, Urupá e Candeias do Jamari. Além dos distritos de Querência do Norte, Nova Estrela, Nova Califórnia, Surpresa, Estrela de Rondônia, Triunfo e Vila Casulo.

Os ribeirinhos são das regiões do Alto Madeira, Parecis e Alta Floresta; e os indígenas das terras Sagarana, Pedral, Sotério, Deolinda, Ricardo Franco, Bom Jesus, Bahia das Onças, Urusari, Tupari e São Pedro.

 

Fonte

Texto: Veronilda Lima
Fotos: Daiane Mendonça e Maicon Lemes
Secom – Governo de Rondônia

Grupo Cesar Cassol expande negócios para o exterior e fecha intercâmbio comercial com a Bolívia

Durante a última semana o empresário Cesar Cassol se reuniu com autoridades políticas e empresários da Bolívia para tratar de transações comerciais. O encontro foi realizado na cidade de Trinidad, capital do Departamento do Beni e serviu para confirmar uma parceria comercial com o país vizinho.

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De acordo com o empresário Cesar Cassol, a partir de agora a empresa irá exportar o Calcário de sua usina no município de Parecis, para a Bolívia. Para que o produto brasileiro chegue ao seu destino será utilizado o transporte fluvial, que reduzirá os custos de exportação. Com o retorno das balsas virá para Rondônia produtos em abundância naquele país, como sal, soja e minérios.

Para Cesar Cassol, ambos os países tem muito a ganhar como este intercâmbio comercial, já que a chegada do Calcário na Bolívia vai possibilitar um aumento na produção de alimentos, assim como já vem sendo constatado nos estado de Rondônia, Acre, Amazonas e Mato Grosso, onde o produto oriundo do Grupo Cesar já esta ajudando na multiplicação da produção agrícola, pecuária e da piscicultura.

“O Grupo Cesar Cassol mais uma vez se mostra na vanguarda e isso se deve graças à visão empreendedora do nosso grupo”, destacou o empresário Cesar Cassol.

Por Assessoria

Piscicultores de Rondônia agradecem a parceria que abriu portas para novos negócios

As missões empresariais são grupos de empresas organizadas sob coordenação do Sebrae em Rondônia para conhecer eventos de negócios, feiras, empresas ou entidades de outros estados. Elas têm por meta a aquisição de máquinas e equipamentos, a venda de produtos próprios ou a busca por novas alternativas de mercado. Como acontece todos os anos, as empresas de agronegócios de Rondônia participaram desde as missões até a Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar (Fispal Food Service), que ocorre em São Paulo sempre no início de junho. Trata-se da maior feira de alimentação profissional da América Latina, reunindo os maiores fornecedores de serviços, insumos, máquinas e equipamentos voltados para o setor.

Neste ano, três missões – uma de Ariquemes, outra de Ji-Paraná e uma de Porto Velho – foram à 33ª edição da Fispal Food Service, que ocorreu entre os dias 6 e 9 de junho e apresentou muitas inovações nas áreas de equipamento e automação. De acordo com os organizadores da feira, em 2017 o evento recebeu mais de 52 mil visitantes.

O Sebrae participou com o estande “Peixes de Rondônia”, uma parceria com a empresa fabricante de cozinhas industriais Lafaete. Essa empresa montou uma cozinha em solução modular customizada com vários equipamentos. O Sebrae promoveu degustações durante todos os dias do evento para divulgar o potencial gastronômico dos peixes produzidos em Rondônia, levando conhecimento sobre eles aos formadores de opinião, que são donos de restaurantes, redes de fast-food e distribuidores de pescados, para promover o acesso ao mercado paulistano.

De acordo com Manoel Evangelista, chef de cozinha do Senac convidado do Sebrae para o evento, foram preparados 200 kg de peixe beneficiado em porções de 100 g cada. Aproximadamente 2 mil degustações foram realizadas, além de uma pesquisa amostral com os visitantes que degustaram para avaliarem o produto.

Sobre o pirarucu e tambaqui, o conceito geral do produto quanto a maciez, sabor, e suculência, na avaliação de: a) Ótimo, b) Bom, c) Regular, d) Ruim e e) Péssimo, 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das respostas foram “a” ou “b”. O público, constituído de proprietários, chefs e gestores de restaurantes, redes de fast-food, peixarias, distribuidores de pescados, associações de compradores de hotéis e restaurantes, em sua maioria já ouviu falar dos peixes, mas não compram por não conhecerem seus fornecedores ou por existirem irregularidades na entrega. São compradores de pequenas quantidades mensais de 50 a 500 kg/mês de peixe limpo.

Os piscicultores produtores rurais agradeceram a parceria com o Sebrae, que abriu várias portas para a realização de novos e bons negócios, parcerias e conhecimento de novas tecnologias que agregam valor aos produtos e contribuem para o sucesso dos empreendimentos.

Para Vildemar Xavier, piscicultor de Porto Velho, “participar de um evento dessa grandeza, onde temos a oportunidade de trazer o nome de Rondônia e representar um grupo de piscicultores da região de Porto Velho, tem engrandecido o nome do estado”.

Rodrigo Francisco, chefe de cozinha do restaurante 3T Fit, disse: “a principal preocupação nossa é valorizar um produto que é nosso, que é brasileiro e que vem alcançando mercado hoje em dia. Há algum tempo nós não teríamos esse peixe no mercado e hoje com essa parceria nós conseguiremos alcançar”.

Trata-se de uma estratégia que faz parte do projeto “Piscicultura no Estado de Rondônia”, executado pelo Sebrae e parceiros, no qual valoriza-se a busca de mercado para o pescado de Rondônia. O Sebrae está agora numa segunda fase da piscicultura no estado, que envolve agregar valor e atrair investimentos para beneficiamento de peixes.

O Sebrae também organiza missões internacionais, como a Convenção Anual da National Retail Federation (NRF) & EXPO, que será de 14 a 16 de janeiro de 2018. Há muito tempo esse evento é mundialmente conhecido como “big show do varejo”, porque é o evento emblemático da NRF realizado anualmente na cidade de Nova York.

Se você é empresário de pequenos negócios, procure as missões acessando o site sebrae.ro. Conheça também a programação de eventos no município mais próximo de você em sebrae.ro/agenda ou envie mensagens de texto para nosso WhatsApp: (69) 98130-5656. Se preferir, ligue para a Central de Atendimento 0800 570 0800

Assessoria de Imprensa

Pesca profissional é regularizada em todo o Brasil

A Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços publicou, portaria que permite o exercício da pesca profissional em todo o País para aqueles que estavam com registros suspensos ou não analisados. Com a norma, o Brasil passa a ter quase 1 milhão de pescadores regularizados.

Devido à recomendação dos órgãos de controle, a emissão de registros para a pesca profissional estava suspensa desde 2015. A secretaria estima que cerca de 500 mil pessoas tenham o registro, e quase 400 mil aguardam a análise dos pedidos feitos desde 2015 ou estão com o documento suspenso.

A portaria reconhece como documentos válidos para o exercício da atividade de pesca os protocolos de solicitação de registro ou comprovantes de entrega de relatório para a manutenção de cadastro devidamente atestados pelos órgãos competentes. Essa medida vale até o início do processo de recadastramento dos pescadores, que será realizado pela secretaria até o final do ano.

Os pescadores sem registro exerciam a atividade da pesca de forma irregular e estavam sujeitos a autuações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) em fiscalizações do órgão, que vão desde a apreensão dos produtos e instrumentos e aplicação de multas até ações penais.

“Essa medida traz dignidade a essa classe trabalhadora de extrema importância para o País. A simplificação dos processos administrativos e a desburocratização são uma prioridade na gestão do ministério. Não vamos medir esforços para a implantação de um Sistema de Registro da Pesca consolidado e seguro”, afirma o secretário nacional de Aquicultura e Pesca, Dayvson Franklin de Souza.

Seguro Defeso

A permissão, no entanto, é apenas para o registro da atividade e não dá direito aos pescadores de requererem o seguro defeso. Para isso, os pescadores precisam atender aos requisitos estabelecidos na Lei nº 10.779/2003 e no Decreto nº 8.424/2015, como não dispor de outra fonte de renda e exercer a pesca como profissão durante os 12 meses imediatamente anteriores ao do defeso em curso.

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

Dia do produtor rural em nova fase

Pesquisa feita pelo Sebrae em todo o País, mostra que 71{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos donos de microempresas rurais e 85{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos proprietários de empresas de pequeno porte no campo usam smartphones para acessar a web. O Sebrae em Rondônia, em apoio ao produtor rural pelo convênio nº 044/PGE/2016 com a Superintendência do Desenvolvimento de Rondônia (Suder), já realizou 11 seminários rurais no estado em sua programação de 2017. Além das oficinas Sebrae para controlar dinheiro no campo, outras atividades de apoio à gestão dos pequenos negócios na área rural têm acontecido nos municípios de Rondônia. Neste dia do produtor rural, em 25 de julho, temos que comemorar a evolução do padrão de comunicação com tecnologia da informação desses profissionais.

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O universo do agronegócio no Brasil tem vivido uma ampla e profunda transformação nas últimas décadas. Cada vez mais distante dos velhos estereótipos, o pequeno produtor rural está se modernizando, incorporando novas tecnologias e mudando o modo de gerenciar os rumos do seu negócio. É isso o que revela uma pesquisa inédita realizada pelo Sebrae. Em Rondônia o percentual de produtores rurais que usam aparelhos celulares é de 96,1 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, sendo que 64,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} deles acessam a Web pelos próprios telefones móveis.Comitiva-da-agricultura-do-Amapa-visita-lavoura-e-agroindustria-em-Rondonia_004-foto-ROBSON-PAIVA

A pesquisa “Tecnologia da Informação no Agronegócio” identificou que se os produtores rurais tivessem uma ferramenta digital para auxiliar no gerenciamento do negócio rural, 29,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos produtores a utilizariam no computador e 17,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} disseram que a utilizariam no telefone celular. Esse resultado não é expressivo se for considerado que o acesso médio da população brasileira à Internet por meio de aparelhos celulares é de 62{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} (segundo o Google Consumer Barometer). Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, a pesquisa confirma a necessidade de investimentos no meio rural, de modo a aumentar o acesso dos produtores às Tecnologias da Informação. “No mundo atual, onde o pequeno produtor precisa agregar valor ao seu trabalho e se diferenciar do restante do mercado, o acesso aos instrumentos digitais é algo fundamental para a conquista de novos públicos consumidores”, comenta.

Pesquisa mostra novas tendência do produtor

A pesquisa do Sebrae ouviu 4.467 produtores rurais, entre 29 de março e 12 de abril, nas 27 unidades da Federação. Os dados revelaram que os produtores fazem uso restrito da Internet, seja para transações comerciais ou para divulgação, em grande parte por conta da dificuldade de acesso ou da má qualidade da conexão: no Estado de Rondônia 45{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos produtores já fizeram alguma compra pela Internet, 11,1 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} já usaram a Web para efetuar vendas e 15,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos empreendimentos rurais possuem página na Internet ou perfil nas Redes Sociais. Quanto ao tema da gestão, apesar de 44,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos empreendedores já praticarem o gerenciamento administrativo e financeiro dos seus negócios rurais no papel, apenas 11{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos produtores fazem isso por meio de ferramentas digitais de gestão.nc_internet_roca_retro2_080117

Segundo a pesquisa do Sebrae, 64,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos empresários rurais que informaram não utilizar a conexão de internet móvel dizem que não o fazem, predominantemente, porque não há provedor/sinal em sua região. A dificuldade de acesso também foi a justificativa apresentada pela maioria dos produtores e por isso não dispõem de tecnologias digitais para a gestão do negócio. “Garantir o acesso dos pequenos produtores rurais à Internet é, não somente, assegurar um direito, mas também uma forma de atrair os jovens de volta para o campo e aumentar a renda desses empreendimentos por meio dos ganhos diretos e indiretos proporcionados pelo uso dessas tecnologias”, destaca o presidente do Sebrae. A data de 28 de julho, foi criada como dia do agricultor pelo Decreto de Lei nº 48.630, de 27 de julho de 1960, para comemorar o centenário de fundação do Ministério da Agricultura. A lei foi assinada pelo presidente Juscelino Kubitschek que tinha muito respeito ao trabalho dos agricultores.

Por Assessoria

Planta nativa da Amazônia é usada para agregar ômega 3 ao tambaqui

Pesquisa desenvolvida na Embrapa Amazônia Ocidental (AM) conseguiu resultados promissores ao buscar aumentar a quantidade de ácido graxo ômega 3 no tambaqui (Colossoma macropomum), peixe nativo de grande importância nacional. Experimentos com rações enriquecidas com a planta amazônica Sacha Inchi (Plukenetia volubilis), rica em ácido linolênico (ômega 3), foram fornecidas aos animais na fase juvenil que absorveram o nutriente.

Trata-se de um importante passo para agregar valor nutricional ao peixe, uma vez que o ômega 3, relacionado ao combate de doenças cardíacas, está naturalmente presente em maiores quantidades em algumas espécies de peixes de águas frias, e o tambaqui, nativo da Bacia Amazônica, possui pouca quantidade desse nutriente. Os resultados foram obtidos por meio da pesquisa intitulada “Sacha Inchi na nutrição de juvenis de tambaqui”, financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e coordenada pelo pesquisador da Embrapa Jony Dairiki.   Sacha Inchi Segundo informações da Embrapa, a Sacha Inchi é uma planta nativa da Amazônia, cultivada comercialmente na Amazônia Peruana com potencial de produção no Brasil. No Peru, agricultores têm se organizado em cooperativas com a finalidade de produzir a planta para atender a demanda de produção de óleo.

O óleo de Sacha Inchi possui vitaminas A e E, além de ser rico em ácidos graxos poli-insaturados, como os ômegas 3, 6 e 9. Esses ácidos graxos são relacionados à prevenção de doenças cardiovasculares, entre outros benefícios para a saúde humana.   De acordo com Dariki, que atua na área de nutrição e alimentação de espécies aquícolas da Amazônia, houve um bom desempenho zootécnico dos juvenis de tambaqui alimentados com as rações experimentais elaboradas com os três ingredientes da Sacha Inchi (sementes, folhas e torta de extração do óleo) e também foram registradas uma alta taxa de sobrevivência e uma boa aceitação das rações experimentais.   O melhor resultado foi obtido com a ração elaborada com a inclusão das sementes. No grupo alimentado com esta ração, além do crescimento houve um acréscimo de ácidos graxos poli-insaturados na carcaça dos animais, especialmente o ácido linolênico (ômega 3) e desta forma foi comprovada a agregação do valor nutricional no peixe.

Experimentos De acordo com comunicado da Embrapa, nos experimentos, foram avaliados peixes juvenis que ao término dos ensaios pesavam em torno de 30 gramas. A fase juvenil engloba o período em que o animal ainda não atingiu 100 gramas de massa, também chamada fase de recria. Esses primeiros resultados mostraram o potencial do peixe em assimilar e incorporar o ácido graxo ômega 3 na sua composição corporal. Ainda que as avaliações sejam feitas na fase inicial de criação do tambaqui, os resultados positivos abrem perspectivas para que sejam feitas mais investigações avaliando a inclusão da planta em rações para as outras fases de criação do tambaqui.

O pesquisador pretende conduzir futuros experimentos com peixes maiores em fase de engorda ou terminação (próximo ao abate) para comparar os resultados.   Rações enriquecidas com ômega 3 Foram utilizadas três formas de inclusão da Sacha Inchi na nutrição de juvenis de tambaqui. Em uma delas, as sementes da planta foram trituradas e incorporadas aos demais ingredientes para fabricação das rações experimentais. Em outra, as folhas foram secadas em estufa e moídas para inclusão nas rações. E na terceira foi incluída a torta residual obtida após a extração experimental do óleo das sementes.

Os experimentos avaliaram seis níveis de inclusão das sementes, folhas e torta residual da extração do óleo de Sacha Inchi em 10 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, 20{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, 30{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, 50 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} além do controle − ração sem a Sacha Inchi. Grupos de peixes foram alimentados por 60 dias contínuos com as rações experimentais em duas refeições diárias até a saciedade aparente. Os parâmetros de qualidade da água foram monitorados e se mantiveram adequados durante todo o período experimental.   Ao término dos experimentos, foram determinados os níveis ótimos de inclusão dos produtos avaliados. No experimento em que foram incluídas as folhas trituradas, foi determinada a inclusão ótima de 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das folhas que promoveu o melhor desempenho zootécnico.

Entretanto, ao se analisar as folhas da Sacha Inchi e as rações experimentais com a inclusão deste produto, não houve o acréscimo do ácido graxo ômega 3 nessas amostras, por este motivo não foi avaliado o perfil de ácidos graxos na carcaça dos peixes deste ensaio.   Já no experimento com a torta residual da extração do óleo, foi determinada a inclusão ótima de até 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sem prejuízo ao desempenho zootécnico. Este é considerado outro ponto de destaque da pesquisa, pois utilizar até 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de um resíduo (sem valor comercial) na nutrição do peixe, acrescenta uma finalidade útil para aproveitamento do resíduo, além de diminuir o custo da ração.

Das três formas de inclusão, a ração com sementes foi a que proporcionou o maior acréscimo de ácidos graxos poli-insaturados, especialmente com o ácido graxo ômega 3. O nível ótimo determinado ocorreu com a inclusão de 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das sementes na ração. O grupo controle, sem inclusão da Sacha Inchi, apresentou uma porcentagem de ácido alfa-linolênico (ômega 3) de aproximadamente 0,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na composição centesimal. Comparado ao grupo controle, houve um acréscimo significativo do ácido graxo ômega 3 na composição corporal dos animais que se alimentaram com a ração contendo 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de sementes de Sacha Inchi, que apresentaram porcentagem aproximada de 0,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de incorporação do ômega 3.

Alternativa para agregar valor nutricional Existem pesquisas desenvolvidas pela Embrapa com o propósito de encontrar  ingredientes não convencionais para inclusão nas rações de peixes, principalmente para o tambaqui, que é a principal espécie de peixe nativa criada em âmbito nacional. O tambaqui é um peixe onívoro, ou seja, se alimenta tanto de ingredientes de origem animal ou vegetal.

Nas rações não convencionais, a meta é agregar valor nutricional e reduzir custos, mantendo condições de bom desempenho zootécnico e de boa qualidade do produto final.   A ração é o item mais oneroso no sistema de produção do tambaqui. “Para diminuir o custo, as fábricas de ração costumam utilizar fontes lipídicas de baixa qualidade e o peixe reflete essa condição em sua musculatura. Isso motivou a pesquisa a agregar valor nutricional à composição corporal do peixe com ingredientes ricos em ácidos graxos poli-insaturados”, explica o pesquisador Jony Dariki.

Diversidade de Sacha Inchi A Embrapa Amazônia Ocidental, em Manaus, possui um Banco Ativo de Germoplasma (BAG) de Sacha Inchi com 37 acessos dessa planta. Alguns estudos sobre essa espécie vegetal a partir do BAG geraram teses em parceria com universidades brasileiras. Estudos sobre diversidade, caracterização botânica, genética e pesquisas agronômicas vêm sendo realizados sobre a planta amazônica.   Cultivos experimentais conduzidos em Manaus pela Embrapa mostram que a germinação ocorre em torno de 13 dias e que, após 40 dias de cultivo em bandejas, pode ser levada ao campo para plantio definitivo. “Embora as pesquisas estejam em andamento, já verificamos que as plantas permanecem em produção por até quatro anos, apresentando ao longo do ano alguns picos de produção”, informa o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Francisco Célio Maia Chaves, responsável por pesquisas sobre o cultivo da planta.

Chaves informa que no período de produção no Amazonas, são feitas duas colheitas semanais. Pelo fato de o fruto ser deiscente (que abre naturalmente quando fica maduro), um maior intervalo de tempo entre colheitas pode levar à perda da semente, que é lançada no ambiente. No cultivo no Amazonas, tem se adotado o espaçamento de dois metros entre plantas e de quatro metros entre fileiras, com plantas tutoradas. No período seco, tem se utilizado o uso de irrigação por gotejamento. A produção tem sido menor no período de chuva intensa, pois prejudica a polinização.

Por SF Agro

Prefeitura e Sipam firmam parceria para mapeamento das estradas rurais

A Prefeitura de Porto Velho através da Subsecretária Municipal de Agricultura e Abastecimento (SEMAGRIC) esteve reunida no Centro Regional do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), para tratar do projeto de atualização do mapeamento da malha viária rural do município de Porto Velho, que deverá ser realizado por meio de parceria entre estas instituições. O encontro contou com a presença do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O trabalho a ser realizado, faz parte de atividades previstas no acordo de cooperação técnica, firmado entre a Prefeitura de Porto Velho e o Sipam. Carlos Canosa, gerente do Centro Regional do Sipam em Porto Velho informou que nessa primeira fase está acontecendo um curso de nivelamento para servidores da Prefeitura que farão o levantamento de campo.

“O projeto de atualização do mapeamento da malha viária rural de Rondônia, é uma importante ferramenta para auxiliar no planejamento municipal”, destacou Canosa.

De acordo com o subsecretário municipal da Agricultura, Francisco Evaldo de Lima, os dados de estradas levantadas do município são de 2010, sendo necessário, portanto a atualização. O resultado do trabalho possibilitará o melhor planejamento das atividades da secretaria e subsidiarão as ações que visam incrementar o setor produtivo agrícola da capital. “Esse mapeamento permitirá ao poder municipal o planejamento de ações para o setor rural”, comentou Evaldo.

Evaldo de Lima disse ainda que, os dados do monitoramento serviram para nortear programas da Semagric junto aos produtores rural da capital. “Esse mapeamento dará informações técnicas das localidades, para que a prefeitura possa desenvolver ações para melhorar a produção agrícola da capital de Rondônia”, finalizou Evaldo.

Fonte: Semagric

Plano Safra vai contar com R$ 1,2 bilhões em Rondônia; a maior parte dos recursos será para a Agricultura Familiar

O Plano Safra 2017/2018 vai destinar para Rondônia R$ 1,2 bilhões. A maior parte dos recursos, R$ 781 milhões, será para os produtores da Agricultura familiar. O médio produtor rural terá direito à fatia de R$ 218 milhões e a agricultura empresarial ficará com R$ 242 milhões. O lançamento do plano foi feita pela superintendência do Banco do Brasil em Rondônia nesta terça-feira (11), em Ariquemes.

Durante a solenidade de lançamento o superintendente do Banco do Brasil em Rondônia, Antônio Carlos Soares, destacou a escolha do município na região do vale do Jamari e fez um breve balanço dos investimentos do plano safra 2016/2017.

“A região do vale do Jamari não foi escolhida por acaso para receber o primeiro lançamento do novo Plano Safra, a região concentrou 25{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de todas as aplicações da linha Agro da instituição no plano safra 2016/2017, totalizando mais de R$ 257 milhões. Ao todo foram aplicados 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos recursos disponíveis para Estado, mais de R$ 1,015 bilhões, isso representa 5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a mais que no plano safra 2015/2016,” explica Soares.

Para o gerente de agronegócio do Banco do Brasil, Jhovito Evaristo Correia, essa ação só foi possível graças à parceria com o governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Emater-RO, empresas privadas de assistência técnica e extensão rural, investimentos em novas tecnologias e a 6ª Rondônia Rural Show.

“O Banco vem buscando fortalecer o seu papel de protagonista no agronegócio brasileiro, investindo em tecnologia com objetivo de agilizar e aumentar a produtividade. Um exemplo claro, foi durante a 6ª Rondônia Rural Show, que produtores fizeram suas solicitações de financiamentos de maquinas e implementos diretamente pelo aplicativo em seus smartphones,” descreve Correia.

Safra

O secretário da Seagri, Evandro Padovani, lembrou os resultados agrícolas e se mostrou otimista sobre a quebra de recordes. Hoje a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou estimativa de que produção de grãos para a safra 2016/17 de mais 1,8 milhões de toneladas, aumento de 18,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ou 286 mil de toneladas a mais que a safra passada (1,5 milhões de toneladas). Os números são da 10ª estimativa da atual safra.

“Os resultados desses investimos alinhados com os incentivos do governo de Rondônia podem serem constatados no aumento da produção e com sustentabilidade ambiental. Além dos índices de produção, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) soltou estimativa do valor bruto da produção agropecuária (VBP) em que o estado de Rondônia, em 2017, alcançará o valor de mais de R$ 8,5 bilhões. Será o maior do últimos anos,” destaca Padovani.

“Ao ouvir estes números, sinto-me honrado com os pioneiros que vieram para um território, com coragem para trabalhar e sem medo para encarar os desafios selva. Aqui acreditaram e empreenderam naquele território que com o passar dos anos se tornaria um estado. Isso tudo construindo com muito esforço, pois não havia bancos e governos incentivando e apoiando como hoje temos. Com o apoio das instituições financeiras, governamentais e privas, e de pesquisa aos produtores rurais do nosso estado em 30 anos produziremos cinco vezes mais que hoje,” descreve entusiasmado o vice-governador Daniel Pereira.

Fonte

Texto: Dhiony Costa e Silva
Fotos: Dhiony Costa e Silva e Arquivo Secom
Secom – Governo de Rondônia