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Mais uma vez, a Rondônia Rural Show foi um sucesso de público e de expositores

Nem mesmo a crise econômica gerou um clima de incertezas para os investidores que passaram pela 6ª Edição da Rondônia Rural Show, isso porque o evento mais uma vez foi um sucesso de negócios gerados, os números parciais divulgados no último dia do evento dão conta que mais de R$ 600 milhões foram feitos em negócios.

Segundo o secretário de agricultura do estado, Evandro Padovani este ano representa um grande desafio a todos, isso porque além da situação atual do país de instabilidade, o ano também foi de mudança de local da feira “ Este ano tivemos diversos desafios, primeiro o econômico, depois o da mudança da feira de endereço, mais vimos que foi um sucesso o evento, as mudanças vieram para melhorar, a feira sempre impulsionou a realização de negócios durante e depois do evento, levantando o ânimo do setor e fomentando novos investimentos” disse Padovani.

A 6ª Rondônia Rural Show trouxe otimismo para o setor e assume mais uma vez, o protagonismo para o desenvolvimento mercadológico do setor no estado e no Brasil, já que milhares de pessoas que visitaram o parque eram de empresários de outros estados e países.

A feira desde o seu lançamento tem se destacado pela sua contribuição para o desenvolvimento tecnológico do segmento, para o aprimoramento de técnicas de manejo no campo, e para a adoção de inovações que auxiliaram a elevar o patamar de produtividade, de produção e de lucratividade da agropecuária nacional.

Com a presença de mais de 400 expositores, foram mostradas ao público as principais marcas do país, marcas líderes do segmento rural, bem como a participação de importantes representantes das três esferas do governo – municipal, estadual e federal. Em termos de visitação, a expectativa foi superada.

As agroindústrias e o artesanato também ajudaram a impulsionar os negócios durante a feira, venderam em três dias R$ 110.558,00, das agroindústrias, e o artesanato vendeu mais de R$ 96 mil.

Além disso durante os 4 dias de feira ouve também palestras e cursos voltados para a área rural, exposição de raças de animais, torneio, e a modernidade de máquinas e implementos agrícolas, veículos e instituições de fomento.

Por Rondorural

Resultado parcial da Rondônia Rural Show aponta R$ 650 milhões em negócios durante os 4 dias de feira

A 6ª edição da Rondônia Rural Show encerrou no sábado (27) com os resultados positivos em negócios, expositores e visitação pública. O evento do agronegócio foi realizado em sede própria durante quatro dias em Ji-Paraná e está entre os 20 maiores realizados no País.

Os resultados parciais divulgados ao final da Rondônia Rural Show foram animadores e superava R$ 650 milhões em negócios. “Esse valor poderá aumentar nos próximos meses caso se concretizem as propostas de financiamentos que estão sendo analisadas pelas instituições financeiras”, explica o coordenador-geral do evento José Paulo Gonçales.

As propostas de financiamentos pendentes nos bancos abrangem todas as áreas do agronegócio, que vai desde baixos recursos para reformar cercas em pastos a elevados empréstimos para aquisição de máquinas e/ou equipamentos pesados. A feira teve a representação de 400 bandeiras nos estandes.

A visitação pública ficou em torno de 70 mil pessoas e oito países enviaram missões para conhecer o evento e prospectar negócios, segundo os dados preliminares da organização do evento no encerramento da feira.

“Neste ano os resultados foram maiores e melhores em relação ao ano passado. Nosso sino foi badalado várias vezes todos os dias”, comemorou o supervisor de vendas Claudemir dos Santos, que utilizou sinos para anunciar vendas realizadas. A Rondônia Rural Show é um evento idealizado e organizado pelo governo estadual com o objetivo de impulsionar o setor produtivo.

Fonte

Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Bruno Corsino
Secom – Governo de Rondônia

Tudo pronto para 6ª edição da Rondônia Rural Show em Ji-Paraná Rondônia

Com total de cinquenta hectares com o que há de mais moderno a disposição do agricultor e pecuarista do estado de Rondônia e região, a 6ª Rondônia Rural Show já movimenta o município de Ji-Paraná, que fica cerca de 370 quilômetros de Porto Velho/RO. Com centenas de expositores nacionais e internacionais, essa edição promete superar o volume de negócios feitos em 2016.

De acordo com organizador da feira José Paulo, no ano passado foram mais de R$ 400 milhões de reais em negócios. “Esse ano estamos com 400 expositores de vários lugares do Brasil e do mundo, pretendemos alcançar mais de R$ 500 milhões em negócios, essa serve para medir o potencial que temos no estado”. Comentou Paulo.

Quem vem a feira poderá apreciar todas as tecnologias disponíveis no mercado, a Rondônia Rural show é a principal vitrine de comercialização de produtos para homem do campo, aqui os agricultores terão a oportunidade de adquirir linhas de créditos com facilidade e juros bem menores do que o de mercado.

Confira a programação do 1º dia da Feira

07h30 – Abertura dos portões

08h30 – Hasteamento das bandeiras

09h – Abertura oficial – Tenda de abertura

09h30 – Palavra do ministro em exercício da Agricultura, Dr. Eumar Roberto Novacki; Visita das autoridades aos estandes e instalações da feira: Caminhos da Carne, Leite, Café e Peixe; Espaço Empresarial Internacional e Vitrine Tecnológica.

Palestras

14h – Doenças Reprodutivas – O inimigo oculto da reprodução bovina
Palestrante: Giovani Patre – Médico veterinário da Virbac do Brasil
Responsabilidade: Boa Safra e Machadão

15h – Ambiência na Suinocultura
Palestrante: Adriano Moretti – Gerente Regional de Vendas de Produto Animal – Grupo GSI Agromarau
Responsabilidade: Alfa Engenharia

16h – Prevenção dos Agrotóxicos na Saúde do Trabalhador
Palestrante: Hamilton Ferreira Teixeira – Médico especialista em medicina do trabalho.
Responsabilidade: Cerest/Ministério Público

Apresentação Diárias e Simultâneas – 12h às 18h

Caminho do Café
Palestrante: Credenciado Seagri/Emater

Caminho da Carne
Palestrante: Credenciado Seagri/Big Sal

Caminho do Leite
Palestrante: Credenciado Seagri/Emater

Caminho do Peixe
Palestrante: Credenciado Seagri/Emater

Programação do Espaço Empresarial Internacional

Palestras
15h – Divulgação FIAM 2017
Palestrante: Rebeca Garcia – Superintendente da Suframa
Responsabilidade: Suframa

16h – Expo Alimentaria 2017
Palestrante: Representante do Peru
Responsabilidade: Suder

18h – Encerramento

Confira a galeria de fotos acessando a fanpage do Rondorural

Por Rondorural

Fotos: Rondorural

 

Embrapa leva inovações ao setor produtivo na 6ª Rondônia Rural Show

A Embrapa estará presente na sexta edição da Rondônia Rural Show, que é a nona maior feira do agronegócio do Brasil e a maior da região Norte. Este ano, o evento acontece em novo espaço, com 50 hectares de área, e a Embrapa Rondônia preparou sua Vitrine Tecnológica com muitas inovações para produção animal, vegetal e cafeicultura. Contará também com profissionais à disposição do público todos os dias do evento. A Feira, acontece de 24 a 27 de maio, em Ji-Paraná, na BR 364, Km 333, sentido Presidente Médici. Os portões estarão abertos a partir das 7h30 e fecham às 18h.

Este ano a Embrapa apresenta em sua Vitrine Tecnológica 35 cultivares, sendo forrageiras, grãos (soja, milho, sorgo, arroz e feijão-caupi), café, mandioca e banana. Os lançamentos são as forrageiras BRS RB331 Ipyporã e BRS Quênia, resistentes às cigarrinhas-das-pastagens e com alta produtividade. O público também poderá conhecer a cultivar de soja BRS 7380 RR, com ampla resistência a nematoides, um dos destaques da nova geração de cultivares transgênicas do programa de melhoramento genético da Embrapa. Novos clones de café canéfora (conilon e robusta), em fase final de avaliação, estão na Vitrine e eles devem ser lançados nos próximos anos. Será apresentado aos visitantes o Sistema Integrado de Produção de Alimentos (Sisteminha Embrapa), para a agricultura familiar. E o dispositivo VETSCORE®, para avaliação da condição corporal de vacas Nelore, Girolando e Angus, também estará disponível no estande da Embrapa. A comercialização deste produto é realizada pela Prático de Garça, empresa licenciada pela Embrapa.

Uma novidade aguarda os visitantes no estande da Embrapa Rondônia: a apresentação da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) por meio da tecnologia da Realidade Aumentada. Com ela, é possível fazer a interação de objetos virtuais e reais, apresentando de forma interativa a tecnologia da ILPF. Este sistema também será apresentado pela Embrapa e parceiros na Vitrine Tecnológica, por meio do consórcio de milho com braquiária e também com espécies florestais em consórcio com culturas típicas da agricultura familiar. A Integração Lavoura-Pecuária-Floresta é um sistema de produção sustentável recomendado pela Embrapa em todo Brasil.

Também no estande, o público poderá degustar café expresso 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} arábica, de qualidade, produzido no Campo Experimental da Embrapa Rondônia em Ouro Preto do Oeste, utilizando boas práticas de colheita e pós-colheita e com secagem na Barcaça Seca Café.

Diversas ações realizadas pela Embrapa na Rondônia Rural Show contam com o apoio da Energia Sustentável do Brasil (ESBR), por meio do Projeto Piloto de Uso da Faixa Deplecionável do reservatório da Usina Hidrelétrica Jirau e das Áreas de Terra Firme de seu Entorno. Assim como também da Rede de Fomento ILPF, composta pelas empresas Dow AgroSciences, John Deere, Cocamar, Parker e Syngenta.

Confira abaixo mais detalhes sobre lançamentos, práticas e algumas das diversas tecnologias que a Embrapa levará para a quinta edição da 6ª Rondônia Rural Show.

Forrageiras resistentes às cigarrinhas e com alto valor nutricional

As cultivares BRS RB331 Ipyporã e BRS Quênia são lançamentos da Embrapa, em parceria com a Unipasto. A Ipyporã, que na língua guarani significa “belo começo”, é o primeiro híbrido de braquiária da Empresa e é resultado do cruzamento de Brachiaria ruziziensis com Brachiaria brizanth. Ela reúne as melhores características de cada uma delas, sendo considerado um marco nas pesquisas em melhoramento de braquiárias no País. Além do alto valor nutritivo, a forrageira destaca-se pela resistência a diferentes espécies de cigarrinhas.

O capim BRS Quênia, desenvolvido pela Embrapa em parceria com Unipasto, alia alta produtividade, fácil manejo e ótima qualidade de forragem. Apresenta ainda alta resistência a pragas e doenças, como às cigarrinhas das pastagens e a mancha das folhas.

Soja ­­­­­­­­­­­­­­BRS 7380 RR: ampla resistência a nematoides

A cultivar é transgênica, resistente ao herbicida glifosato, de ciclo precoce, grupo de maturidade 7.3 e associa a resistência às raças 3, 4, 6, 9, 10 e 14 do nematoide do cisto da soja (Heterodera glycines) com as resistências aos dois nematoides formadores de galhas, Meloidogyne incognita e Meloidogyne javanica, bem como apresenta baixo fator de multiplicação ao nematoide Pratylenchus brachyurus. Por estas características de resistências múltiplas a nematoides e seu ciclo precoce, permite a sua utilização no sistema produtivo em sucessão de culturas em regiões cujos solos apresentam histórico de problemas com os referidos nematoides, aumentando a sustentabilidade do sistema produtivo agrícola.

Sisteminha Embrapa para agricultura familiar

Em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e Emater-RO), o Sistema Integrado de Produção de Alimentos (Sisteminha Embrapa) estará à disposição do público. Ele integra piscicultura, criação de pequenos animais (aves, caprinos etc.) e o cultivo de grãos e hortaliças. O Sisteminha é autossustentável e há o aproveitamento de todos os resíduos gerados. O objetivo é a diversificação da produção e garantia de alimento para a subsistência da família. Pesquisadores da Embrapa Meio-Norte estarão na Rondônia Rural Show para apresentar este Sisteminha aos visitantes.

VETSCORE®: tecnologia para avaliar a condição nutricional do rebanho

Tecnologia simples e prática desenvolvida pela Embrapa Rondônia para avaliar a condição nutricional do rebanho, o VETSCORE® é formado por duas réguas e articuladas de maneira a formarem uma angulação em que o próprio produtor pode monitorar o rebanho de forma rápida e precisa, além de corrigir o manejo alimentar para atingir maior eficiência do rebanho. Para fazer a avaliação com o VETSCORE®, o animal deve ser recolhido em local onde possa ser contido e manuseado sem apresentar riscos a ele e ao avaliador. Feito isso, a régua deve ser posicionada sobre a garupa do animal, entre a última vértebra lombar e a primeira vértebra sacral, e ser lentamente fechado até que suas réguas estejam em maior contato possível com a pele do animal. A leitura da condição corporal em que o animal se encontra é indicada por cores no visor: vermelha (baixa), verde (adequada) e amarelo-alaranjada (alta). Este dispositivo foi validado para as raças Nelore, Girolando e Angus.

Novas variedades de café e práticas de manejo

A Embrapa Rondônia investe fortemente na pesquisa e transferência de tecnologia para o café, cultura importante para a agricultura familiar rondoniense e grande geradora de receitas para o estado. Essas ações envolvem o melhoramento genético das espécies arábica e canéfora (conilon e robusta) e também tecnologias e práticas destinadas ao manejo e condução da cultura. Para a Feira, além dos novos materiais de café canéfora, serão apresentadas algumas práticas de manejo recomendadas pela Embrapa:

– Poda de formação do cafeeiro

Técnica indicada para a formação precoce da copa dos cafeeiros conilon e robusta. Ela é benéfica por aumentar a produção na primeira safra e possibilitar a padronização das podas de produção, pois as hastes apresentarão a mesma idade. Se os cafeeiros forem plantados no mês de janeiro e a poda realizada em março, por exemplo, a prática da poda poderá também evitar o florescimento precoce em julho/agosto, evitando a colheita do primeiro ano (catação), cujo custo e a baixa produtividade por planta, a torna economicamente inviável.

– Poda apical do cafeeiro

Consiste em cortar a ponta da muda e serve para induzir a emissão de brotações laterais. Faz parte da poda de formação do cafeeiro.

 

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Renata Silva (MTb 12361/MG)

Embrapa Rondônia

rondonia.imprensa@embrapa.br

Telefone: (69)3219-5041/5011

Agroindústria lança doce de leite com biomassa na Expovale em Ariquemes

O proprietário da agroindústria Água na Boca, Ronaldo Amorim, aproveitou a 1ª edição da Exposição de Piscicultura da Região do Vale do Jamari para lançar o doce de  de leite com biomassa.

Amorim é formado em engenharia de alimentos, e há um ano optou por montar uma agroindústria urbana para produzir doces artesanalmente com matéria-prima do sítio. Desde então, já produziu nove tipos de doces, entre eles de abóbora com leite, leite com coco, doce com coalhadinha, leite puro, com amendoim, mamão e abóbora em calda, além de leite light e o mais novo produto, que é o doce  de leite com biomassa.

De acordo com o engenheiro, o doce de leite com biomassa é rico em proteínas e pobre em açúcar. Ele é composto pelo triptófano, um aminoácido que estimula o hormônio da alegria, que tem como principal componente o amido resistente, indicado para mulher no pós-parto.

O governador Confúcio Moura foi conferir de perto o doce de leite com biomassa e destacou as propriedades e benefícios à saúde que a biomassa proporciona. “É bom ver que as nossas agroindústrias estão prosperando e inovando”.

Amorim disse que durante os quatro dias da exposição em Ariquemes o produto foi bem aceito pelos visitantes, e que as vendas superaram as expectativas. “A Expovale é mais uma oportunidade de expor e fechar negócios. Foi melhor do que o esperado. Todos os doces foram vendidos, inclusive o de leite com biomassa”.

Atualmente, a agroindústria produz 600 quilos de doces por mês, e já atende a alguns mercados em Ariquemes. “Vendi e ainda fiz uma propaganda super bacana”, contou o engenheiro, que ao participar das rodadas de negócios entre produtores rurais e empresários na Expovale também teve a oportunidade de fazer bons contatos, possibilitando iniciar uma negociação sólida com mais mercados.

A Expovale é uma ação do governo do estado, coordenada pela Superintendência de Desenvolvimento Econômico de Rondônia (Suder) e a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com a Associação Comercial e Industrial (Acia) de Ariquemes e apoio de outras instituições.

A exposição tem por objetivo fomentar o pescado em Rondônia e organizar a cadeia produtiva, bem como, incentivar e divulgar as agroindústrias familiares. A estratégia do governo é focalizar o planejamento e a organização para que o setor seja transformado numa atividade ainda mais lucrativa para o produtor rural.

 

Fonte

Texto: Suelly David
Fotos: Suelly David
Secom – Governo de Rondônia

Agroindústria de Ariquemes cria linha de produtos light à base do palmito do babaçu

Para atender a um público interessado por uma alimentação de qualidade, com baixa caloria, uma agroindústria rural de Ariquemes criou uma linha de produtos light à base de palmito do babaçu. A lâmina para lasanha e o macarrão do palmito do babaçu foram apresentados na 1ª edição da Exposição de Piscicultura da Região do Vale do Jamari (Expovale), que aconteceu em Ariquemes.

A proprietária da agroindústria Verdes Campos, Tânia Freitas, contou que há três anos iniciou  as atividades fabricando conservas do palmito de babaçu. Tudo corria bem, bom retorno financeiro, porém, ela queria criar algo diferente, e observou o crescimento do mercado fitness e a procura das pessoas por alimentos leves, nutritivos e saudáveis.

Depois de algumas pesquisas, ela encontrou uma reportagem sobre a lâmina de palmito, e foi aí que a ideia apareceu, e desde setembro de 2016 a agroindústria produz a lâmina para lasanha e o macarrão do palmito babaçu.

Em apenas oito meses, a Verdes Campos, além de Ariquemes e região,  já comercializa seus produtos para Porto Velho, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena. A produção mensal é de uma tonelada de palmitos em conserva e três de lâmina para lasanha e macarrão de palmito do babaçu, gerando 11 empregos diretos e uma renda bruta média de aproximadamente R$ 480 mil ao ano.

“A Expovale foi uma excelente oportunidade de divulgar  as  nossas conservas e a nossa linha de produtos light. Tinha muita gente que não conhecia nossos produtos”, destacou Tânia.

O governador Confúcio Moura, idealizador e criador das agroindústria, visitou todos os expositores durante a Expovale. No da empresa de Tânia ele ressaltou o sucesso e o potencial das agroindústrias, e disse ficar satisfeito quando vê o sucesso das famílias  empreendedoras. “Eu fico feliz e orgulhoso de ver este projeto dando  bons frutos. As agroindústrias são geradoras de renda para o homem do campo e para a cidade. É um projeto que me enche de orgulho”.

Para a funcionária da Verdes Campos, Claudenice de Oliveira, além da divulgação, o evento também proporcionou oportunidades de futuros contratos com empresários e produtores rurais durante a rodada de negócios. “Excelente divulgação da agroindústria e dos produtos a custo zero, oportunidade  de negócios e ainda por cima vendemos 95{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos produtos expostos”, comemorou os resultados a empresária com o governador Confúcio.

A Expovale é uma ação do governo do estado, sob a coordenação da Superintendência de Desenvolvimento Econômico de Rondônia (Suder) e a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com a Associação Comercial e Industrial (Acia) de Ariquemes, e o apoio de outras instituições.

O secretário Evandro Padovani visitou a exposição no domingo pela manhã, passando por todos os estandes. “As agroindústrias não deixam nada a desejar tanto na qualidade quanto nos sabores. Os produtos têm qualidade e são gostosos. O governo estadual incentivará sempre esses produtores”, disse Padovani.

 

Fonte
Texto: Suelly David
Fotos: Suelly David
Secom – Governo de Rondônia

AGRONEGÓCIO – Semagric levará Agroindústrias para 6ª Rondônia Rural Show

A Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento de Porto Velho (Semagric) já está com quase tudo pronto para levar produtores de Agroindústrias para 6ª Rondônia Rural Show que acontecerá de 24 a 27, em Ji-Paraná. De acordo com subsecretário Evaldo de Lima, esse ano a Prefeitura está empenhada em divulgar as agroindústrias da capital. “Pretendemos levar para essa edição agroindústrias de açaí, cocadas, banana, palmito em conversa, ovos de galinha e codorna in natura e em conserva, tudo produzido por agroindústrias instaladas na sede da capital, nos distritos e comunidades”, disse Evaldo.

Para Manoel Izídio, coordenador do Departamento de Desenvolvimento Agropecuário Agroindustrial, a parceria da Semagric com o governo do Estado na Feira oferece a oportunidade aos produtores de conhecerem novas tecnologias e se tornarem conhecidos e mais valorizados. “A participação dos produtores a cada edição traz sempre bons resultados, à exemplo de empresas que se interessaram pelos produtos e buscaram parceria para ampliar as vendas. Isso deixa nossos produtores mais confiantes no agronegócio”, salientou Izídio.

Para o prefeito dr Hildon Chaves, o intercâmbio dos pequenos produtores é uma “oportunidade para o conhecimento, uma verdadeira vitrine de bons negócios”. As agroindústrias que confirmaram presença na 6ª Rondônia Rural Show são: Reca, Aviron, Cocadas Kolly, Pescado Progresso, CoopproJirau, e Unicoop.

O subsecretário Evaldo Lima, disse que há muitas coisas boas sendo produzidos na capital de Rondônia e que precisa aparecer. “Durante a feira os nossos produtores irão ter oportunidade de comercializar seus produtos e fazer bons negócios”, observou Evaldo de Lima.

Ascom – Semagric

Maior churrasco de peixes de Rondônia marca último dia da Expovale, em Ariquemes

Dois mil tambaquis de aproximadamente três quilos cada foram assados nesse domingo (7), último dia da Exposição de Piscicultura do Vale do Jamari (Expovale), em Ariquemes. Trata-se do maior churrasco de peixes da história de Rondônia, que foi organizado pela Associação dos Criadores de Peixe de Ariquemes e Região (Acripar), numa ação solidária para o Lions Club Canaã.

Durante os quatro dias (4 a 7), artesãos de vários municípios rondonienses participaram da exposição apresentando  novidades e garantindo bons momentos de descontração e de compras de artigos exclusivos. Bonecas de pano, objetos de decoração, tapetes, almofadas, esculturas em pedras, entre outros produtos foram expostos, além de roupas de cama, mesa e banho, bordadas e pintadas a mão e com detalhes em crochê, assim como, joias e bijuterias feitas em pedras, metais e fios.

As bonecas de pano com enchimento de fibra de silicone da artesã Lina Neves chamavam a atenção por serem exclusivas. “Cada boneca que faço, tem  característica única, e os modelos das roupinhas  não são copiados, e sim, criados por mim. Vejo minhas bonecas como gente. Nunca as deixo sem roupas. São feitas com amor”, disse Lina.

Ela  vive do artesanato há quase 30 anos, e usa a renda extra de aproximadamente R$ 1 mil mensais  para complementar a aposentadoria que ela e o marido recebem por idade.

Bonecas e almofadas também chamaram atenção na exposição

Bonecas também chamaram atenção na exposição

“Esse trabalho não me cansa, ele me faz feliz. A cada dia me sinto rejuvenescida. Posso envelhecer por fora, mas por dentro estou rejuvenescendo”, afirmou.

Representando o Vale do Anari, o artesão João Pereira da Silva, conhecido como João Cipó, também mostrou sua arte feita com cipó imbé. Chapéus, cestos, baús e berços para bebês.

Entre outros trabalhos expostos, o banco de madeira jequitibá, com um pirarucu entalhado a mão, atraiu a atenção dos visitantes.

Jurassi Alves é artesão há quatro anos, e disse customiza chinelos e faz almofadas por encomenda. Segundo ela, já tem seus clientes, e como ainda não tinha exposto seus artigos, viu a oportunidade de conquistar novos clientes na Expovale.  “Participei da feira para divulgar o meu trabalho. O resultado foi muito bom”, ressaltou Jurassi.

Texto: Suelly David
Fotos: Suelly David
Secom – Governo de Rondônia

Drones: ANAC regulamenta a operação de veículos aéreos não tripulados

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou o texto que regulamenta a operação de drones para fins comerciais no Brasil. A decisão era muito aguardada por todo o mercado e apresenta as normas e os procedimentos que garantem a segurança para a operação desses veículos aéreos. De acordo com empresários do setor, a regulamentação terá grande impacto no crescimento sustentável do mercado de drones.

Drones na agricultura

Para Ramiro Brasil, sócio-diretor da FT Sistemas, empresa especializada em Veículos aéreos não tripulados (Vants) que presta serviço para produtores rurais, será necessário avaliar como o mercado vai responder a esse novo cenário para entender os impactos da regulamentação no agronegócio.

Mas, a expectativa é que os negócios sejam potencializados a partir da regulamentação. “É um marco importante porque dá segurança jurídica para as empresas trabalharem e certamente vai impulsionar o mercado. A regulamentação organiza o setor e atende uma demanda que estava reprimida”, diz.

Ainda segundo o diretor, para o agronegócio, as novas normas serão um importante instrumento na tomada de decisão, principalmente para os produtores que estavam preocupadas com as regras que cercam a tecnologia. “O cliente vai ter a segurança de contratar serviços ou comprar produtos que estejam adequados à legislação e dê segurança para eles.”

De acordo com organizadores da DroneShow, feira especializada nesse setor,  o mercado de drones deve dobrar nos próximos três anos e gerar mais empregos diretos e indiretos. “Hoje temos um divisor de águas no mercado de drones. A falta da regulamentação impedia grandes investimentos e muitos empreendedores ficavam receosos em relação ao futuro do mercado”, explica Emerson Granemann, idealizador da feira DroneShow. “Embora o DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) já tivesse um conjunto de normas e procedimentos, a regulamentação da ANAC era necessária para tornar o mercado mais estável para as mais de 700 empresas brasileiras que já atuam no setor”, explica Emerson Granemann, idealizador da feira DroneShow.

Regulamentação em debate

O tema será destaque no painel de abertura da DroneShow Latin América, principal feira de drones do País, que acontece de 09 a 11 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Representantes da ANAC e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) estarão à disposição durante os três dias do evento para esclarecer dúvidas e, principalmente, explicar o passo a passo para que toda a cadeia produtiva entenda trâmites necessários para legalizar 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} as operações.

Por Naiara Araújo (naiara@sfarming.com.br)

Lanagro de Goiás é referência internacional em DNA de peixes

O Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), localizado em Goiânia(GO) tornou-se referência nacional e internacional depois de implementar o sequenciamento genético (DNA) de 11 espécies de peixes de água doce brasileiros, que se encontram disponíveis no banco de dados do Bold Systems da University of Guelph, em Ontário, no Canadá.

Espécies e análises

Foram identificadas e catalogadas as espécies bandeirado, cangatá, timbiro, cambeua, guarijuba, piramutaba, cara-de-gato, piracatinga, piranambu, uritinga e mandira. Desde janeiro de 2015, a metodologia DNA barcoding (código de barras genético), que é um bioidentificador molecular universal, é utilizada pelo Mapa como padrão. Um barcode de DNA é um pequeno fragmento, de região conservada do genoma, o que permite a separação de indivíduos de diferentes espécies, como se fosse um código de barras.

Nas análises, é utilizada uma molécula do DNA encontrada nas células, em certas regiões conservadas e que são semelhantes para indivíduos de uma mesma espécie biológica. A técnica utilizada chamada de PCR (reação em cadeia da polimerase) permite fazer cópias dessa região. A partir delas, é feito o sequenciamento e descoberta da identidade do fragmento gerado, de forma que, no fim das análises para cada amostra de peixe ua sequência de DNA é gerada.

“Para identificar a espécie a qual a sequência pertence, a informação validada é buscada em banco de dados internacional, no caso, o do Bold Systems, sistema de barcode da vida. A previsão é de que nos próximos anos todas as espécies do planeta tenham o seu barcode depositado nesse banco de dados” afirmou, Maria da Glória Trindade, auditora fiscal federal agropecuária e geneticista do Lanagro.

As 11 espécies inseridas no banco de dados, foram catalogadas, fotografadas e retiradas amostras de tecidos para a geração do barcode de DNA. Os exemplares foram encaminhados para a PUC-Minas, fixados e preservados em museu, onde um taxonomista especialista em pescado faz a classificação baseada nas características morfológicas de cada indivíduo encaminhado.

“O barcode de DNA gerado no Lanagro (GO), as fotografias, as informações sobre os locais e os responsáveis pela coleta e, ainda, o nome científico fornecido pelo museu da PUC-Minas são depositados na biblioteca do Bold Systems e disponibilizado para usuários do mundo todo. A metodologia adotada é validada pela US Food & Drug Administration (FDA) e mundialmente aceita”, complementa Maria da Glória.

Banco de Dados

Em 2003, o pesquisador canadense Paul Hebert, da Universidade de Guelph, propôs iniciativa global denominada Barcode of Life Project, com o objetivo de catalogar o DNA barcode de todos os organismos descritos pela ciência em todo o mundo.

Depois mais de uma década de pesquisas científicas, há grande suporte de trabalhos com invertebrados, pássaros, peixes e outros. São as chamadas de Bibliotecas de DNA Barcode esenvolvidas para peixes da Austrália, Argentina, Brasil, Canadá, Cuba e México, com mais de 5 milhões disponíveis para consulta no site do Bold Systems.

No Brasil, o responsável pelo Bold Systems, é o professor adjunto da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais, Daniel Cardoso de Carvalho, coordenador do laboratório de Genética da Conservação, doutor em genética animal.

De acordo com o porfessor, o sistema de dados on-line é público, está hospedado na universidade de Guelph, mas possui backups em várias outras instituições e trata-se de certificação das espécies. “A identificação inequívoca das espécies sequenciadas é fundamental para o incremento da pesquisa em conservação na identificação de novas espécies e espécies crípticas. Também auxilia no manejo e na sustentabilidade, além de viabilizar a detecção de fraude ou substituição delas em transações comerciais”.

 

SF Agro