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Abate de jacarés para oferta de couro e carne deve avançar no Brasil

Restaurantes sofisticados sempre buscam inovar em seus cardápios. Além de oferecer cortes de carnes nobres de bovinos, chefs renomados buscam surpreender os consumidores com carnes exóticas, como paca, rã e faisão. A carne de jacaré é também uma das grandes promessas para esse nicho de mercado e anima produtores. “É um mercado sem concorrentes. Tem uma proteína muito nobre, e qualidades nutricionais únicas”, afirma Weber Girardi, gerente operacional da Caimasul, empresa que cria jacarés em cativeiro para fins comerciais em Corumbá, no Mato Grosso do Sul.   A iguaria, que chega a custar R$ 70,00 por quilo, está se popularizando na mesa dos brasileiros.

Todas as partes do animal criado em cativeiro podem ser aproveitadas para consumo. Também há espaço para o comércio do couro do jacaré, que é requisitado principalmente pelo mercado internacional. Isso faz com que cada vez mais produtores se interessem pela criação desses animais. “O mercado tem um crescimento muito grande e está à espera de produtos”, diz Girardi.   Investimento na prática Apenas as espécies Caiman Latirostris, Caiman Yacare, Caiman crocodilus e Melanosuchus Niguer de jacarés estão aptas para criação comercial. Essas espécies podem ser criadas com sistema de reprodução em cativeiro ou a partir da coleta de ovos ou filhotes na natureza e recria dos animais jovens em cativeiro.

No caso da Caimasul, a espécie criada é a Caiman Yacare, mais conhecida como Jacaré do Pantanal. O projeto de criação de jacarés teve início em julho de 2013, sendo que a primeira coleta de ovos para incubação ocorreu em 2014. Desde então, a empresa aplicou R$ 25 milhões no negócio.   Girardi conta quais são os fatores determinantes para o sucesso da criação. “Manejo e apartação de acordo com o tamanho dos animais, além de uma equipe muito dedicada para manter os bichos sem estresse e seguir a mesma rotina para que os animais se acostumem”, afirma.

A separação dos jacarés ocorre mensalmente para manter a homogeneização entre tamanhos e melhorar o ganho de peso.   Criação Além dos cuidados com o manejo, o investimento na estrutura faz toda a diferença na criação. O complexo da Caimasul possui uma área de 150 hectares no total, dos quais os recintos de criação e engorda ocupam aproximadamente 6 hectares para abrigar 79 mil animais.

Os 144 hectares restantes são ocupados com a fábrica de ração para os jacarés, frigorífico, estação de tratamento de efluentes e lojas próprias para venda da carne e couro.   Na Caimasul, os animais são criados em tanques de concreto, que contam com limpeza e troca de água diária, além de alimentação fornecida em dias intercalados. Os tanques possuem uma área seca no centro para a oferta de ração e o banho de sol dos animais. A alimentação é composta por miúdos de carne bovina fresca que é processada diariamente na fábrica, misturada a farinhas e aditivos.   A Caimasul investe em duas técnicas para a criação dos animais.

A primeira é a coleta de ovos na natureza, em áreas pré-determinadas por órgãos ambientais. Também é feita a criação sob sistema de ciclo fechado, na qual é utilizada reprodutores da propriedade. “Quando o animal está em cativeiro, com 3 a 4 anos eu consigo formar uma matriz pronta para a reprodução. Esse animal em cativeiro atinge uma maturidade sexual mais rápido. Na natureza, costuma demorar de 12 a 15 anos”, conta Girardi.   A empresa cria jacarés em escala comercial adotando tecnologias para garantir o conforto térmico dos animais e também investe em alimentação balanceada para cada ciclo de crescimento. Os animais ficam nos recintos de criação/engorda até a fase final da criação. “O abate ocorre com até 2 anos, que é quando o animal atinge o ponto ideal para a exploração do couro. Ele será abatido com 10 quilos, com aproximadamente 1,20 metro”, conta Girardi.

Início dos abates A Caimasul possui frigorífico habilitado pelo Ministério da Agricultura para abater os jacarés, com capacidade instalada para o abate de 600 animais por dia. A empresa vai iniciar os abates no dia 21 de setembro. “Já temos em torno de 30 mil animais prontos para o abate.”

Inicialmente, a previsão é produzir 6 toneladas de carne de jacaré por mês, com aumento gradativo até atingir a meta de trinta toneladas de carne mensais. Embora a empresa ainda não tenha começado a vender a carne de jacaré, a empresa está preparada para estrear no mercado e as perspectivas são muito positivas. “Desde 2015, estamos apresentando o projeto [para o mercado] e a receptividade para essa carne é muito boa. Já temos uma demanda bastante significativa, são cerca de 60 clientes aguardando o início dos abates”, diz Girardi. “Já adquirimos um caminhão refrigerado para atender aos clientes mais próximos e também restaurantes no estado de São Paulo.”   Girardi afirma que a criação de jacarés é um negócio que pode atrair produtores de diferentes perfis. “Do pequeno ao grande [produtor], o mais importante é ter um frigorífico para que a carne possa ser processada, aí todos podem fornecer o animal para o abate”, afirma Girardi.

Outro exemplo de sucesso na criação de jacarés é o trabalho da Cooperativa de Criadores de Jacaré do Pantanal (Coocrijapan), que tem a permissão para criar os jacarés da espécie Caiman Yacare. A Cooperativa possui área de criação com sete galpões cobertos, 26 baias redondas e duas áreas com recinto aberto com foco no bem estar animal.   Além disso, existe uma sala de processamento de alimento dos animais e um frigorífico com capacidade de abate de 300 animais por dia. Ivan Polisel, gerente administrativo da Coocrijapan, afirma que o mercado voltado para a carne de jacaré está crescendo tanto no Brasil como internacionalmente. “Exportamos couro para México, Itália, e a carne vendemos no mercado interno”, afirma.   Avanço do mercado consumidor Embora tenha muito potencial para crescer, a carne de jacaré ainda precisa ser desmistificada.

O gerente também afirma que a maior dificuldade no comércio dessa carne é a falta de conhecimento na hora do preparo. “Todos ainda imaginam que é uma carne de caça e deve ser aferventada. É uma carne muito leve e deve ser preparada grelhada e com pouco tempero para não perder a essência”, diz Girardi. “Em todos os cortes, a carne de jacaré só tem 0,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de gordura.”   Regulamentação Para que o produtor seja autorizado a possuir um criatório e frigorífico de jacaré é necessário seguir algumas regras. Entre elas, é necessário ter documentos de regularidade, autorização de uso e manejo, alvará sanitário, certificado de registro do Ibama, certificado de Serviço de Inspeção Federal do Ministério da Agricultura (Mapa), entre outros.

Por Tainá Nunes

Dia Mundial do Agrônomo

Nesta quarta-feira (13/09) é comemorado o Dia do Agrônomo, o profissional que atua ao lado do produtor rural em busca dos melhores resultados para as lavouras brasileiras.
Eles são profissionais essenciais em todas as fases da produção agrícola, responsáveis por orientações sobre o preparo do solo, controle de pragas e doenças, manejo de irrigação e muitas outras questões.
De acordo com o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, o Brasil conta com 194.215 profissionais cadastrados na área de Agronomia. Parabéns aos agrônomos!

Semana do Peixe que acontece em todo Brasil e teve seu lançamento na Fiesp

Com o apoio de mais de 20 patrocinadores e apoiadores, teve início a Semana do Peixe, que pretende realizar ações de valorização e fomento do consumo do pescado em todo o país, e começou em grande estilo com um evento especial na Fiesp, em São Paulo, nesta sexta-feira (1/9), e com a participação de Dayvson Franklin de Souza, secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Não faltou estilo também aos renomadoschefs, que tiveram como tema central “Saúde e Sabor – O Pescado a Serviço da Gastronomia”. O evento levou conhecimento sobre as diversas formas e as vantagens da utilização do pescado na alimentação e no food service.

 

O Sebrae em Rondônia está trabalhando com o projeto Piscicultura de Rondônia e preparou dois eventos para dar base à Semana do Peixe, dois seminários sobre a organização da produção e o acesso ao mercado, nos dias 29 e 30 de agosto, na sede do Sebrae e no escritório regional de Ariquemes. Durante este período, o projeto segue em frente com as consultorias para produtores, principalmente as atividades do Sebraetec, programa que tem por objetivo a inovação.

No entanto, muito antes de organizar a produção, o projeto desenvolve formas de aproximação entre produtores e grandes compradores. As missões empresariais, por exemplo, são grupos de empresas organizadas sob coordenação do Sebrae em Rondônia para conhecer eventos de negócios, feiras, empresas ou entidades de outros estados. Os produtores de pescado participaram da Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar (Fispal Food Service), que ocorre em São Paulo no início de junho. Neste ano, três missões – uma de Ariquemes, outra de Ji-Paraná e uma de Porto Velho – foram à 33ª edição da Fispal Food Service, que apresentou inovações nas áreas de equipamento e automação. Mas, o ponto forte deste ano foi a participação do Sebrae  com o estande “Peixes de Rondônia”, uma parceria com a empresa Lafaete, fabricante de cozinhas industriais. Essa empresa montou uma cozinha em solução modular, customizada com vários equipamentos. Na visão do Diretor Superintendente Valdemar Camata Júnior, o Sebrae promoveu degustações durante todos os dias do evento para divulgar o potencial gastronômico dos peixes produzidos em Rondônia, levando conhecimento sobre eles aos formadores de opinião, que são donos de restaurantes, redes de fast food e distribuidores de pescados, e para promover o acesso ao mercado paulistano. O projeto, executado pelo Sebrae e parceiros, valoriza a busca de mercado para o pescado de Rondônia e, agora, numa segunda fase da piscicultura no estado, procura agregar valor e atrair investimentos para beneficiamento de peixes.

Concentrado nas atividades de mercado estadual, o diretor técnico Samuel Almeida destaca que o projeto participou da 6ª Rondônia Rural Show em Ji-Paraná no mês de maio, e promoveu degustação de pratos com pescado para 1.000 pessoas durante a feira. Em Ariquemes as ações continuaram na 34° Expoari ao final de julho, com degustação para 800 pessoas. Para Samuel as oportunidades são favorecidas quando se trabalha em parceria, os produtores estão mais confiantes com o projeto de piscicultura.

 

Por Assessoria de Imprensa Sebrae

PREVISÃO TERÇA-FEIRA – RO

O calor aumenta e o ar fica mais seco em Rondônia nesta terça-feira devido ao fortalecimento da massa de ar quente e seco.

A previsão é de mais um dia ensolarado em todo o estado, com poucas nuvens no céu e sem previsão de chuva. A umidade do ar pode atingir valores abaixo de 20{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} durante a tarde em várias regiões rondonienses, entrando assim em estado de alerta para baixa umidade do ar.

Já a temperatura pode chegar bem próximo dos 40°C no período da tarde em praticamente todas as regiões de Rondônia, o que pode consolidar a tarde desta terça-feira como a mais quente do ano até agora.

 

Por – SIPAM

Calcário rondoniense é usado na recuperação de 1 milhão de hectares de capoeiras em todo o estado

Utilizado na recuperação de solos ácidos com baixa capacidade produtiva, o calcário rondoniense possibilitou nos últimos anos a recuperação de cerca de 1 milhão de hectares de área degradadas (capoeiras) do Estado, que hoje produzem soja, milho, café e pastagem para alimentar um dos maiores rebanhos bovinos do País, de cerca de 14 milhões de cabeças.

De acordo com o presidente da Companhia de Mineração de Rondônia (CMR), Jonassi Antonio Dalmasio, a implantação da usina de calcário tem de ser vista como uma medida de Estado, uma política pública para o setor da agropecuária, que exigiu investimentos de mais de R$ 6 milhões, e que está promovendo uma importante revolução também na política ambiental rondoniense, já que com a recuperação de áreas encapoeiradas e abandonadas, o Estado deixou de abrir novas frentes (derrubar) para formação de lavouras e a pastagens.

Dalmasio lembrou também que este mesmo calcário atualmente é utilizado na execução do projeto de Florestas Plantadas, criado e incentivado diretamente pelo governador Confúcio Moura, e que está se transformando numa importante alternativa de negócio no campo, trocando culturas tradicionais como a própria criação de gado pelo projeto de florestas plantadas, com a certeza de ser mais lucrativo, segundo afirma Elieser Oliveira, assessor técnico ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

Desde que foi implantada, a usina de calcário produziu e distribuiu cerca de 350 mil toneladas deste insumo, que vem socorrendo milhares de famílias de pequenas propriedades, realizando verdadeiros milagres na reprodução e produtividade de peixes, lavouras e pastagens nessas pequenas propriedades, disse o presidente da CMR, destacando também a venda para grandes propriedades produtoras de soja, arroz, feijão, milho, café e até grandes fazendas de gado, que realizam suas compra diretas por meio do endereço eletrônico vendascalcariocmr@gmail.com e ainda pelo telefone (WhatsApp) 99933-3673.

20 MIL FAMÍLIAS NO MAIS CALCÁRIO

Para se ter ideia, o programa Mais Calcário criado pelo Governo em 2015, e que distribui calcário gratuitamente às pequenas propriedades rurais, contabiliza o atendimento de mais de 20 mil famílias de pequenos produtores. O Governo doa o calcário aos 52 municípios do Estado, que se responsabilizam pelo carregamento e distribuição nas propriedades cadastradas de suas respectivas regiões. Além disso, milhares de outras pequenas propriedades vinculadas a associações de produtores rurais estão sendo atendidas gratuitamente pelo Governo, com a interveniência da Secretaria da Agricultura (Seagri) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), por meio de emendas parlamentares.

A distribuição gratuita de calcário melhorou a capacidade produtiva

Segundo o presidente Dalmasio, a companhia começou a trabalhar tarde este ano (2017), ante a necessidade de recuperação e manutenção do parque de máquinas e até pelo adiantamento do período chuvoso. Mesmo assim, segundo ele, a CMR já entregou este ano um total de 25 mil toneladas calcário, que atenderam toda a rede de pequenos produtores rurais cadastrados nos municípios, as associações e, ainda, a rede de produtores particulares.

CALCÁRIO NO PROLEITE

O dirigente da Companhia de Mineração de Rondônia anunciou para os próximos meses o início da distribuição de calcário para atender ao projeto do Fundo de Investimento e Apoio ao Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira do Estado (Proleite), que pretende expandir a fronteira do leite e dominar o setor na Amazônia, com revitalização da estrutura produtiva estadual, prevendo dobrar a produção em 667 pequenas propriedades familiares, para começar, entre as que produzem de 80 a 100 litros de leite por dia.

O entendimento de técnicos e autoridades dos órgãos ligados a agropecuária rondoniense, este é o momento do leite. Segundo previsão do setor, serão mais de R$ 4 milhões destinados pelo Governo como subsídio ao programa que atenderá a 670 pequenos produtores nos 52 municípios de Rondônia, que atuarão como parceiros do Estado neste projeto, através de suas secretarias da agricultura.

 

Fonte

Texto: Cleuber Rodrigues Pereira
Fotos: Dhiony Costa e Silva e Emater
Secom – Governo de Rondônia

Técnicos realizam encontro para produzir material didático de piscicultura

A piscicultura em Rondônia cresceu e o estado já é o maior criador de peixes nativos de água doce do país. Os investimentos do governo estadual para o desenvolvimento da atividade produtiva resultaram numa produção de quase 90 mil toneladas de pescado ao ano, mas para garantir esse sucesso, o investimento agora é na capacitação de técnicos e material didático para o manejo e controle de doenças dos peixes.

Depois de ter capacitado os médicos veterinários para o prevenção e controle de doenças e parasitos dos peixes, a Secretária de Estado da Agricultura (Seagri), por meio do GT do peixe e sob a coordenação da Emater-RO, realiza com recurso do fundo FIDER/CONDER da Superintendência de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Suder) um encontro de técnicos e produtores dedicados a aquicultura, com pesquisadores da Embrapa e das universidades federais de Rondônia e Amazonas.

Juntos, estes profissionais devem elaborar uma cartilha e outros materiais didáticos, que irão orientar as boas práticas na piscicultura rondoniense.

O desenvolvimento da piscicultura em Rondônia, que teve crescimento na faixa de 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano, segundo o IBGE, criou oportunidades de negócios, tanto no setor produtivo rural, quanto nas áreas comercial e industrial, atividades mais adaptadas aos aglomerados urbanos, e que geram inúmeros novos postos de trabalho, mas também revelou muitas carências que preocupam técnicos, produtores e o governo.

Uma das fontes de preocupação para a piscicultura é a pouca difusão de informações técnicas adaptadas para a produção sustentável de pescado na Amazônia, esta situação motivou a realização do encontro técnico, que começou nesta segunda e continuará até quarta feira dia 23 de agosto, neste período o grupo pretende elaborar material didático que será publicado pela Emater-RO no formato de cartilha didática, e alguns folders com orientações especificas para distribuição aos produtores de peixes do Estado.

 

Fonte

Texto: Enoque de Oliveira
Fotos: Irene Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Produtores de camarão pedem a Eunício mudança na MP que trata do setor

Representantes de produtores de camarão pediram o apoio do presidente do Senado, Eunício Oliveira, para que a Medida Provisória (MPV)782/2017, que trata da organização de órgãos da Presidência da República e dos ministérios seja alterada. Os produtores querem que o controle de sanidade dos crustáceos seja transferido do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a exemplo do que a MP 782/2017 determina para a política nacional pesqueira.

Segundo os representantes do setor, “não tem sentido” o controle da sanidade ficar no Agricultura, Pecuária e Abastecimento, uma vez que a atividade sempre “caminhou junto” com a política pesqueira.

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O presidente do Senado, Eunício Oliveira recebeu o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão, Itamar Rocha, o presidente da Associação Cearense de Criadores de Camarão e maior criador brasileiro de camarão em cativeiro, Cristiano Maia, e outros representantes do setor.

O presidente do Senado orientou os produtores a procurarem o relator da medida provisória, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), para conversar sobre o assunto.

Da Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado.

Prefeitura já construiu sessenta tanques para criação de peixes

A prefeitura de porto velho, por meio da subsecretaria municipal de agricultura e abastecimento (Semagric) vem intensificando o suporte a novos criadores de peixes no município. Desde o início da gestão do dr Hildon Chaves, a Semagric pôs em prática diversas ações para atender os produtores rurais que desejam ampliar e diversificar suas produções, dentgre as quais a piscicultura.

Tem sido muitos os interessados em agendar uma visita para que sejam conhecidos, escolhidos e demarcados os locais mais adequados à construção de criatórios de peixes, o que tem contribuído para o crescimento das expectativas por um futuro promissor na região rural de Porto Velho.

Dr Hildon acredita na piscicultura como fomento à geração de renda e como grande indutor do crescimento da economia na capital, Neste primeiro semestre já foram construídos 60 tanques, dos quais alguns estarão em condições de iniciar a produção num prazo médio de um ano. “O peixe é um produto de fácil comercialização, pouca mão de obra e toda produção é consumida pelo mercado interno”, avalia dr Hildon.

De acordo com subsecretário Francisco Evaldo de Lima, o produtor local tem um grande potencial para o desenvolvimento do agronegócio, sendo uma das responsabilidades da prefeitura, por meio da Semagric, fazer a escavação dos tanques para que os produtores se motivem cada vez mais.

“A atividade é rentável, mas é necessário desenvolvê-la de forma correta. Seria muito fácil só escavar o tanque, colocar água e soltar os peixes dentro, porém não é assim que funciona”, explicou Evaldo.

A Prefeitura aproveita o momento para avançar no apoio à atividade. Esta semana as máquinas da Semagric estão na Linha C 01, no Ramal Santo Expedito, onde estão construindo 12 novos tanques que beneficiarão quatro produtores. É o caso de Antônio Alves de Oliveira, que recebeu três tanques em sua propriedade. “Esse projeto irá nos ajudar muito, já que agora teremos uma nova fonte de renda. Antes a gente criava só porco, galinha, e a renda não era lá essas coisas. Graças à prefeitura, daqui um ano quero estar produzindo e vendendo todo peixe produzido por minha família. Só tenho a agradecer muito à Semagric e ao prefeito, por esse projeto”, disse Antônio.

Já dona Valnilda Fernandes comentou que sonhava com essa nova, que para ela é apenas o início de uma grande mudança. “Para nós foi uma grande vantagem a Semagric construir esses tanques nas nossas propriedades, e o investimento agora é para tocar o projeto enfrente e começar minha criação de tambaqui”, comemorou Valnilda.

O pastor Adonias dos Anjos Ferreira, que tem uma casa de retiro e abrigo na região agradeceu muito a benfeitoria na propriedade. “Todo peixe que produziremos aqui, será muito útil para nossa igreja e para as pessoas carentes que ajudaremos também”, disse Adonias.

Os tanques estão no assentamento São Domingo, Terra Santa, C01 ramal Santo Expedido KM 7, Setor Chacareiro, e linha Progresso. Os produtores receberam também orientações técnicas da Semagric e Emater, o objetivo agora é aumentar a produção de peixes na região, para abastecer o mercado local, e ajudar na geração de renda para essas famílias.

FOTOS: Semagric

 

CALENDÁRIO DE EVENTOS DA EMATER-RO

EVENTO:

DIA ESPECIAL SOBRE OLERICULTURA

DATA:

23/08/2017

HORÁRIO:

AS 08:00 HORAS

LOCAL:

IFRO CAMPUS COLORADO

COLORADO DO OESTE /RO

*CONTATO: Emater-RO – Juliano de Oliveira 3341-3400

EVENTO:

PALESTRA SOBRE SILAGEM DE MILHO

DATA:

25/08/2017

HORÁRIO:

AS 09:00 HORAS

LOCAL:

PROPRIEDADE DO SR. HELVIO GRILO,

LINHA 11

PIMENTEIRAS DO OESTE /RO

*CONTATO: Emater-RO – Rogério Rodrigues 3344-1064

EVENTO:

PALESTRA SOBRE FLORESTA PLANTADA

DATA:

23/08/2017

HORÁRIO:

AS 09:00 HORAS

LOCAL:

LINHA 85, KAPA46 DISTRITO NOVA ANDRADINA.

CHUPINGUAIA /RO

*CONTATO: Emater-RO – Rodrigo Rafael Ferreira 3346-1016

EVENTO:

DIA ESPECIAL SOBRE BOVINOCULTURA DE LEITE – MELHORAMENTO GENETICO E SANIDADE

DATA:

25/08/2017

HORÁRIO:

AS 09:00 HORAS

LOCAL:

DISTRITO DE NOVA LONDRINA, 4ª LINHA MINE, LOTE 11 GLEBA G.

JI- PARANÁ/RO

*CONTATO: Emater-RO – Sergio Batista de Morais 3428-2122

EVENTO:

CURSO DE ADUBAÇÃO E IRRAGAÇÃO DE CAFÉ

DATA:

23 A 25/08/2017

HORÁRIO:

DAS 09:00 AS 17:00 HORAS

LOCAL:

CÂMARA MUNICIPAL

TEIXERÓPOLIS/RO

*CONTATO: Emater-RO – Clodoaldo de Jesus Abreu 3465-1042

EVENTO:

DIA ESPECIAL SOBRE BOVINOCULTURA LEITEIRA

DATA:

24/08/2017

HORÁRIO:

AS 09:00 HORAS

LOCAL:

PROPRIEDADE SR. ERISON

LINHA 207,GLEBA33,LOTE61

JI-PARANÁ/RO

*CONTATO: Emater-RO – Gabriel Cavalcanti 99208-2490

EVENTO:

OFICINA SOBRE ORGANIZAÇÃO SOCIAL RURAL

DATA:

22/08/2017

HORÁRIO:

Das 08:00 às 12:00 HORAS

LOCAL:

NA SEDE DA ASSOCIAÇÃO APRUT

CACAULANDIA/RO

*CONTATO: Emater-RO – Alessandro Barbosa 3532-2130

EVENTO:

OFICINA SOBRE GESTÃO DE ORGANIZAÇÃO SOCIAL RURAL

DATA:

25/08/2017

HORÁRIO:

DAS 8:30 AS 16:30 HORAS

LOCAL:

SEDE DA ASSOCIAÇÃO ASVAMA,

LINHA C – 60/ BR421

ARIQUEMES/RO

*CONTATO: Emater-RO – Helio Casara 3535-2584

EVENTO:

DIA ESPECIAL SOBRE A CULTURA DO MARACUJÁ

DATA:

24/08/2017

HORÁRIO:

AS 09:00 HORAS

LOCAL:

LINHA 86 SUL, KM 14

SÃO MIGUEL DO GUAPORÉ/RO

*CONTATO: Emater-RO – 3642-1219

EVENTO:

DIA ESPECIAL SOBRE PECUARIA DE LEITE

DATA:

25/08/2017

HORÁRIO:

DAS 09:00 AS 14:00HORAS

LOCAL:

SEDE DA ASSOCIAÇÃO ASPROSEG

BR 429, KM 15, LINHA 04, SETOR SERRA GRANDE

COSTA MARQUES/RO

*CONTATO: Emater-RO – 3651-2585

**Conforme orientação da Diretoria Técnica-DITEP, as programações enviadas pelos ESREG’s, são compiladas e colocados os eventos com maior relevância para agricultura familiar do Estado de Rondônia.

Conselho aprova projeto de lei que beneficiará o Programa Mais Peixe

Com o objetivo de discutir estratégias para ações futuras no setor agropecuário em Porto Velho, foi realizada no auditório do Banco da Amazônia a 8ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Rural, grupo que representa variados segmentos do setor produtivo, sob a coordenação da Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric).

Para o subsecretário da Agricultura, Francisco Evaldo, o Conselho é um “importante fórum para ouvir as demandas e buscar soluções”. Durante a reunião, o diretor do Departamento de Desenvolvimento Rural de Piscicultura e Aquicultura, engenheiro agrônomo, Luiz Carlos Meneses, apresentou a proposta de lei que cria o Programa Municipal de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Aquicultura Familiar “Mais Peixe”.

Segundo ele, o projeto promoverá as ações de apoio e incentivo a atividade da piscicultura na fase de implantação ou adequação de tanques, visando aumentar a produção e agregar renda às famílias rurais. O projeto foi aprovado pelos membros do conselho, que agora segue para Procuradoria Geral do Município para análise jurídica e depois aprovação final pelo prefeito dr Hildon Chaves.

Na 8ª reunião foram apresentadas outras demandas do setor produtivo na capital, como as ações da Unicoop – Cooperativa Agrossustentável de União Bandeirantes, representada pelo gerente de negócios José Façanha, que comentou que a cooperativa já está abastecendo o entreposto comercial de frutas na capital que abastece com bananas 40 supermercados, além de 15 mercadinhos e frutarias.

Para Renato Doretto, superintendente do Sicoob Portocredi, que também faz parte do conselho, a união entre os representantes da classe do setor produtivo é um grande avanço para o desenvolvimento rural da capital. Ao todo, o Conselho reúne 26 entidades, entre elas: Incra, Semagric, Sema, Basa, SFA, Seas, BB, Câmara Municipal de Porto Velho, Conab, Embrapa, Emater, Ceplac, Idaron e entidades não-governamentais.

Fonte: Semagric