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Governo institui Mesa de Diálogo Permanente para prevenir conflitos fundiários e socioambientais em Rondônia

Com o objetivo de prevenir, mediar e solucionar de forma pacifica conflitos fundiários e socioambientais no estado, o governo de Rondônia instituiu a Mesa de Dialogo e Negociação Permanente com Ocupações Urbanas e Rurais.  A medida, instituída pelo Decreto n° 20.868, foi publicada no Diário Oficial do Estado do último dia 12.

A Mesa de Diálogo Permanente é composta por representantes de órgãos do Poder Executivo, da sociedade civil organizada e por representantes de instituições convidadas, como o Ministério Publico Federal, Ministério Publico Estadual, Assembleia Legislativa , Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Rondônia. A coordenação caberá à Casa Civil e à Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec).

“Não tenho a menor dúvida de que esse instrumento ajudará muito no assunto que acaba refletindo na área da segurança pública, uma vez que quando não há acordo, não há entendimento dentro da sociedade, a polícia acaba tendo de tomar providencias em relação a desvios ocorridos”, disse o titular da Sesdec, Antônio Carlos dos Reis.

A Mesa de Diálogo Permanente se constitui, para Antônio dos Reis, num trabalho fundamental. “Isso porque vai buscar prevenir que ocorram vários crimes. Não é apenas a questão do esbulho possessório envolvendo uma propriedade, mas outros crimes que seguem a reboque, como o ambiental. A Mesa pode amenizar muito os problemas do Estado de Rondônia na questão fundiária, que precisa tanto da participação de outros órgãos a fim de que os conflitos efetivamente não ocorram, tendo que a segurança pública atuar”, destacou o secretário.

Serão observadas pelos integrantes da Mesa de Dialogo Permanente sete diretrizes, que são a preservação do direito à vida e da dignidade humana; observância dos direitos sociais à moradia e ao trabalho; observância da função social da cidade e da propriedade; realização, a título preferencial, de audiências previas à adoção de atos executórios em matéria socioambiental e fundiária; participação das partes interessadas; envolvimento de representantes da sociedade civil na composição da solução dos conflitos e acompanhamento da implementação das soluções pactuadas e das obrigações voluntariamente assumidas pelas partes envolvidas.

A Mesa de Dialogo e Negociação Permanente com Ocupações Urbanas e Rurais resulta de encontro da Comissão  Nacional de Combate à Violência no Campo, presidida pelo ouvidor agrário nacional, Gercino José da Silva Filho, que apresentou em Porto Velho ao secretário da Casa Civil, Emerson Castro, a proposta de criação desse instrumento, existente também em Minas Gerais. Após a reunião, em março, a Casa Civil encaminhou consulta a diversas entidades e instituições públicas para que opinassem a respeito da proposta.

“Temos no gabinete a gestão integrada que atende a demandas especificas e lida com conflitos, mas esse é mais um instrumento para prevenir conflitos e que pode trazer solução definitiva, promovendo a paz no campo”, afirmou o secretário Antônio dos Reis.

Texto: Mara Paraguassu
Secom – Governo de Rondônia

 

Embrapa faz lançamentos e leva tecnologias para a Rondônia Rural Show

A Embrapa Rondônia irá lançar e levar diversas tecnologias nas áreas da cafeicultura, produção animal, vegetal e florestal para uma das maiores feiras de agronegócios da Região Norte, a 5ª Rondônia Rural Show, também considerada uma das vinte maiores feiras no calendário dos principais eventos destinados ao agronegócio do país. O evento acontece de 25 a 28 de maio em Ji-Paraná (RO) e a expectativa dos organizadores é de que mais de 60 mil pessoas visitem o local. “São quatro décadas de intensa produção científica da Embrapa para o estado e região amazônica. Tecnologias que estão disponíveis para os agricultores melhorarem a produção em quantidade e qualidade, com foco sempre na sustentabilidade dos sistemas”, explica o chefe-geral da Embrapa Rondônia, Alaerto Marcolan. Segundo ele, o público que for ao evento poderá conferir o que de mais novo tem sido desenvolvido para o estado e região e que já pode ser adotado pelos produtores.

A Embrapa estará presente na Vitrine Tecnológica, na área dos estandes institucionais, em palestras, nos Caminhos do Leite e do Café e demais ações realizadas na Feira, sempre com profissionais à disposição do público todos os dias do evento. Os lançamentos deste ano são os livros “Café na Amazônia” e “Ginecologia e ultrassonografia reprodutiva em bovinos”; a nova técnica de Inseminação Artificial em Tempo Fixo – IATF em Blocos; demonstração da poda de formação em cafeeiros; e o dispositivo VETSCORE®, desenvolvido pela Embrapa Rondônia para avaliação nutricional do rebanho bovino, que estará exposto na Rondônia Rural Show e deve chegar neste primeiro semestre ao mercado. A comercialização será realizada pela Prático de Garça, empresa habilitada pela Embrapa para comercializar o produto.

Na área da cafeicultura, estarão à disposição do público na Vitrine Tecnológica variedades de café desenvolvidas pela Embrapa (arábica, robusta e conilon), entre elas a cultivar de café conilon BRS Ouro Preto. Também estarão em exposição a máquina de colheita semi-mecanizada do café canéfora (conilon e robusta) e a Barcaça Seca Café, tecnologia para a secagem de café com qualidade. Durante a Rondônia Rural Show o público ainda poderá degustar os cafés arábica e conilon de alta qualidade de bebida cultivados em áreas de experimentos da Embrapa no estado.

Na Vitrine Tecnológica também serão apresentados ao público a cultivar de arroz BRS Esmeralda; a cultivar de capim elefante anão BRS Kurumi e a BRS Tamani, o primeiro híbrido de Panicum maximum da Embrapa. O Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) será apresentado na Vitrine como tecnologia sustentável para a agricultura. O público também poderá conhecer e manusear a régua de manejo de pastagem, que indica o momento ideal para o gado entrar e sair da pastagem.

A Embrapa também fará parte de uma das novidades da Feira para este ano, as salas temáticas Caminho do Leite e Caminho do Café, organizados pela EMATER-RO e com a parceria da Embrapa. Estes espaços são interativos e buscam oferecer ao público uma experiência sensorial, aguçando visão, tato, olfato e audição para levar aos visitantes orientações e uma breve experiência sobre a produção de café e leite no estado.

Além destas ações, a equipe da Embrapa realizará duas palestras que fazem parte da programação da Feira. No dia 26/05, das 8h às 12h, será realizado o “Workshop Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) como alternativa sustentável para Rondônia”, os palestrantes serão o pesquisador da Embrapa Rondônia, Vicente de Paulo Campos Godinho e o produtor Giocondo Vale, que possui uma fazenda que utiliza o sistema ILPF e que é considerada modelo em sustentabilidade em Rondônia. No dia 27/05, das 8h às 9h20, será realizada a palestra “Manejo reprodutivo de rebanho bovino visando maior eficiência”, com o pesquisador da Embrapa Rondônia, Luiz Francisco Machado.

Diversas ações realizadas pela Embrapa na Rondônia Rural Show contam com a parceria da Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária da Usina Hidrelétrica (UHE) Jirau que, por meio do Projeto Piloto de Uso da Faixa Deplecionável do reservatório da UHE Jirau (RO) e das Áreas de terra Firme de seu Entorno, buscam o desenvolvimento da agricultura familiar no entorno da Usina Jirau e região através de transferência de tecnologias.

Confira abaixo mais detalhes sobre as ações e tecnologias que a Embrapa levará para a quinta edição da Rondônia Rural Show.

Lançamento de livros

O livro “Café na Amazônia” reúne e atualiza todo o conhecimento gerado pela Embrapa Rondônia em seus 40 anos de existência em Rondônia. O livro, em seus 21 capítulos escritos por mais de 50 autores, contém informações necessárias a todos aqueles que pretendem cultivar ou participar dos esforços para o cultivo do café na Região Amazônica. Permite as tomadas de decisão do agricultor, em sua plantação; dos agentes financeiros, responsáveis pelo financiamento da produção; dos estudantes em sua formação; do extensionista, na aplicação das técnicas indicadas. Enfim, uma obra completa e útil para o desenvolvimento e fortalecimento da cafeicultura na Amazônia, garantindo a competitividade do setor cafeeiro frente às demais regiões produtoras, em um cenário econômico que exige, cada vez mais, a profissionalização do setor agrário e a eficiência de utilização de recursos ambientais, econômicos e humanos. O livro conta com a parceria da UHE Jirau e apoio do Consórcio Pesquisa Café e da Secretaria de Estado da Agricultura – Seagri.

Já o livro “Ginecologia e ultrassonografia reprodutiva em bovinos” pretende ser um novo aliado dos profissionais e estudantes que trabalham diretamente com os sistemas de produção de bovinos de todo o Brasil. Trata-se de um manual prático, de consulta rápida e de fácil leitura, que pode auxiliar na condução adequada da avaliação reprodutiva. A obra é uma parceria da Embrapa Rondônia com a Universidade do Estado de Santa Catarina.

Lançamento: IATF em Blocos aumenta em até 20{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a prenhez em vacas

Com a nova técnica de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) desenvolvida pela Embrapa Rondônia, a IATF em Blocos, a taxa de prenhez pode chegar a 70{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, enquanto que o método convencional alcança em média de 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a 60{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, ou seja, a nova técnica aumenta de 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a 20{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a taxa de prenhez em relação às vacas submetidas à metodologia de IATF convencional. A IATF em Blocos foi desenvolvida para aproveitar o máximo potencial reprodutivo de fêmeas bovinas submetidas a um protocolo de IATF.

O diferencial da IATF em Blocos é a realização da inseminação de acordo com o diâmetro do folículo dominante, ou seja, a resposta do ovário da vaca. Para utilizar a nova técnica, no dia de realização da IATF, inicialmente as fêmeas são avaliadas por ultrassonografia para se estimar o momento da ovulação. Dessa forma, realiza-se a inseminação artificial de acordo com o momento mais favorável para a fecundação, diferentemente da forma tradicional, que não leva em consideração a estimativa do momento da ovulação. A depender do diâmetro do folículo, os animais são separados em quatro grupos e inseminadas em até 30 horas. A metodologia foi desenvolvida para vacas zebuínas de corte, Nelore, com cria ao pé e será avaliada para outras raças.

Lançamento: poda de formação dos cafeeiros conilon e robusta

A poda de formação será apresentada na prática aos visitantes da Vitrine Tecnológica da Embrapa na Feira. A poda de formação é uma técnica indicada para a formação precoce da copa dos cafeeiros conilon e robusta. Ela é benéfica por aumentar a produção na primeira safra e possibilitar a padronização das podas de produção, pois as hastes apresentarão a mesma idade. Se os cafeeiros forem plantados no mês de janeiro e a poda realizada em março, por exemplo, a prática da poda poderá também evitar o florescimento precoce em julho/agosto, evitando a colheita do primeiro ano (catação), cujo custo e a baixa produtividade por planta, a torna economicamente inviável.

VETSCORE®: tecnologia simples para avaliar a condição nutricional do rebanho

A Embrapa Rondônia desenvolveu uma tecnologia simples e prática para avaliar a condição nutricional do rebanho. Chamado VETSCORE®, a previsão é de que esteja disponível para manuseio. A comercialização será realizada pela Prático de Garça, empresa habilitada pela Embrapa para comercializar o produto.

O VETSCORE® é formado por duas réguas e articuladas de maneira a formarem uma angulação em que o próprio produtor pode monitorar o rebanho de forma rápida e precisa, além de corrigir o manejo alimentar para atingir maior eficiência do rebanho. Para fazer a avaliação com o VETSCORE®, o animal deve ser recolhido em local onde possa ser contido e manuseado sem apresentar riscos a ele e ao avaliador. Feito isso, a régua deve ser posicionada sobre a garupa do animal, entre a última vértebra lombar e a primeira vértebra sacral, e ser lentamente fechado até que suas réguas estejam em maior contato possível com a pele do animal. A leitura da condição corporal em que o animal se encontra é indicada por cores no visor: vermelha (baixa), verde (adequada) e amarelo-alaranjada (alta). Este dispositivo foi validado para as raças Nelore, Girolando e Angus.

Conilon BRS Ouro Preto: primeira cultivar de café da Embrapa para Rondônia e região

Uma área foi reservada na Rondônia Rural Show para o plantio e demonstração ao público da cultivar de café conilon BRS Ouro Preto (Coffea canephora Pierre ex Froehner), a primeira lançada pela Embrapa no Brasil, sendo resultado de pesquisa conduzido pela Embrapa Rondônia e o Consórcio Pesquisa Café. Também é a primeira cultivar de café conilon do Brasil a receber o Certificado de Proteção, concedido pelo Serviço Nacional de Proteção de Cultivares, vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Recomendada especialmente para Rondônia, segundo produtor de café conilon do país, a cultivar foi obtida pela seleção de cafeeiros com características adequadas às lavouras comerciais do estado e adaptada ao clima e ao solo da região. Sua denominação é uma homenagem ao município de Ouro Preto do Oeste, centro pioneiro da colonização oficial do antigo território de Rondônia.

Colheita semi-mecanizada do café conilon pode reduzir custos de produção

Um dos principais gargalos enfrentados pelos cafeicultores é a falta de mão-de-obra, que limita o desenvolvimento da produção, tanto em quantidade como em qualidade. E, com o intuito de minimizar este problema, a Embrapa Rondônia está realizando testes para a colheita semi-mecanizada do café canéfora (conilon e robusta), que pode ser uma alternativa viável. Em testes iniciais, as medições foram feitas e comparadas com a colheita manual. O rendimento da máquina foi de aproximadamente cinco para um. Isso quer dizer que, considerando a máquina trabalhando com quatro operadores, ela tem potencial de fazer o trabalho de derriça de mais de 20 homens, reduzindo os custos em até 70{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, quando comparada à colheita manual.

As máquinas recolhedoras e trilhadoras do café são baseadas no sistema de podas e renovação anual e/ou periódicas das lavouras. Em que, os ramos provenientes das podas, contendo ainda os frutos, formam leiras que são trilhadas mecanicamente ou podem simplesmente alimentar as máquinas de forma manual. Essa forma de colheita semi-mecanizada possui grande potencial por utilizar máquinas mais compactas e de menor custo, além de não exigir a obrigatoriedade da adequação espacial das lavouras de café. Este trabalho tem sido realizado em parceria com as Indústrias Colombo/Miac.

Pesquisa demonstra potencial do café arábica para a região amazônica

Os resultados de duas colheitas dos experimentos de café arábica desenvolvidos pela Embrapa Rondônia especialmente para a região Amazônica superaram as expectativas. Alguns materiais alcançaram produtividade média de 28 sacas por hectare nas áreas experimentais instaladas em municípios dos estados de Rondônia e Acre. Destaque para duas linhagens que alcançaram média de 40 sacas por hectare no município de Alta Floresta do Oeste-RO. Segundo o pesquisador da Embrapa Rondônia, Alexsandro Teixeira, são resultados excelentes considerando o cultivo sob condições de temperaturas elevadas, e ainda, quando comparado com a média nacional que é de 22 sacas/ha. “A pesquisa com café arábica é de grande importância para a região, pois atende grande demanda, uma vez que todo o café arábica consumido no Norte do país é importado de outras regiões produtoras, como Minas Gerais e São Paulo”, explica o pesquisador.

São dez anos de pesquisas em melhoramento genético para o café arábica desenvolvidas pela Embrapa Rondônia. O processo de seleção de plantas ainda está em andamento, pois é necessária a coleta de dados de mais duas safras de produção para finalizar a pesquisa. A previsão é de, em 2018, ter  uma cultivar de café arábica recomendada para a Amazônia. Estas pesquisas são conduzidas pela Embrapa Rondônia e Embrapa Café, em parceria com o Instituto Agronômico de Campinas – IAC e Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – Epamig, também participante do Consórcio.

Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

A Integração Lavoura-Pecuária-Floresta é um sistema de produção recomendado pela Embrapa em todo Brasil e também será apresentado na Rondônia Rural Show. Trata-se de uma estratégia de produção sustentável, que integra atividades agrícolas, pecuárias e florestais, realizadas na mesma área em cultivo consorciado, em sucessão ou rotacionado, buscando efeitos sinérgicos entre os componentes do agroecossistema. De acordo com o pesquisador da Embrapa Rondônia, Vicente Godinho, estima-se que mais de 70{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das áreas de pastagem do estado estão com algum grau de degradação e a produção de grãos vem como uma alternativa para a recuperação destes solos, no sistema de integração lavoura-pecuária (ILP).

 

 

 

Renata Silva (MTb 12361/MG)
Embrapa Rondônia

Oficina de Gastronomia e Filetagem de Pescado acontecerá nos 4 dias da Rondônia Rural Show

Em Rondônia existem atualmente dois frigoríficos para abate de peixes, todos com autorização do Serviço de Inspeção Federal (SIF), que permite comercializar a produção. Ao todo, 9.446 produtores de peixes, a maioria voltada para a agricultura familiar, estão cadastrados na Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri).

E foi pensando nisso que a 5º Rondônia Rural Show, mais uma vez traz a Oficina de Gastronomia e Filetagem de Pescado (Pirarucu e Tambaqui), que acontecerá durante os 4 dias de feira. Durante a oficina, os participantes receberão orientações sobre as práticas de manipulação e sobre cortes especiais em pescado, como filetagem, seleção, armazenamento e congelamento, além de deliciosas receitas feitas de peixe.

A previsão é que durante as oficinas, não só os piscicultores participem, mas também o público em geral.

As oficinas acontecerão todos os dias das 14h às 18h. A entrada é gratuita.

Texto: Eduardo Kopanakis

Secom – Governo de Rondônia

Imagem meramente ilustrativa.

Parceiro da Rondônia Rural Show, Sebrae terá como principal objetivo transformar e capacitar produtores durante a feira

O Sebrae está organizando uma vasta programação de palestras, oficinas e cursos com vários temas relacionados à agricultura e pecuária, além de também atuar, juntamente com os parceiros no estande de atendimento montado na Rondônia Rural Show.

Uma das novidades para este ano será o espaço empresarial internacional, que será destinado as palestras realizadas pelo Sebrae. Segundo o diretor superintendente do Sebrae em Rondônia, Valdemar Camata Júnior, os principais assuntos a serem discutidos serão comercio exterior, a importância das exportações de produtos rondonienses, e a busca de novos mercados para os produtores.

O diretor superintendente do Sebrae destacou, ainda, que depois da feira, o país inteiro terá novos olhos para o estado de Rondônia. “Esse ano é o ano de uma constatação definitiva , a Rondônia Rural Show mostra para o Brasil inteiro que Rondônia é hoje a melhor opção para expansão das fronteiras de produção do agronegócio Brasileiro. Ao final do evento, o Brasil vai ficar sabendo que no meio dessa crise toda que o país passa, o estado mostra o quanto há de potencial produtivo e de potencial de crescimento efetivamente acontecendo aqui “, disse Camata.

A 5ª Rondônia Rural Show é a maior feira de agronegócios da região Norte do Brasil, e responsável por levar informações para milhares de pecuaristas, agricultores e empresários, além de facilitar a movimentação de milhões em negócios.

Confira a programação completa na página da Rondônia Rural Show.

Texto: Eduardo Kopanakis
Secom – Governo de Rondônia

Imagem meramente ilustrativa.

Prazo para pecuarista declarar vacinação contra febre aftosa encerra nesta sexta-feira

O prazo para os pecuaristas declararem a vacinação contra febre aftosa encerra na nesta sexta-feira (20). Nesta etapa, apenas bovinos e bubalinos com até 24 meses deveriam ser vacinados, mas todo o rebanho deve ser declarado, inclusive por produtores que não têm bovídeos nessa idade.

Os produtores inadimplentes serão notificados a partir da próxima semana. Quem vacinou e não declarou será multado em R$ 152,72 por propriedade rural. Já quem não vacinou será multado em R$ 152,72 por animal não vacinado e deverá aplicar a vacina no rebanho com a presença de um técnico da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron).

O gerente de Defesa Animal da Idaron, Fabiano Alexandre dos Santos, conta que o objetivo da Idaron não é multar o produtor; e que o pecuarista do Estado é consciente da importância de vacinar o rebanho. “Nossos produtores sempre atendem ao chamado e cumprem com a sua responsabilidade”.

Até o início desta quarta-feira (18), foram já atendidos quase 80 mil produtores rurais, que declararam 11,3 milhões de bovinos e bubalinos, sendo que 4,5 milhões foram vacinados. Este número representa 87{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do rebanho estimado.

Rondônia tem um dos maiores rebanhos bovinos do país, sendo o quarto maior exportador de carne. A exportação de carne bovina e de derivados representa mais da metade das exportações rondonienses.

Texto: Amabile Casarin
Secom – Governo de Rondônia

Seis palestras abrem a Rondônia Rural Show em Ji- Paraná

A uma semana da abertura oficial da 5ª Rondônia Rural Show, a programação já está definida. Para o primeiro dia foram programas seis palestras para o evento que acontecerá de 25 a 28 deste mês, em Ji-Paraná.
 
As primeiras atividades vão começar às 7h30, com a abertura dos portões. Às 8h30 haverá a solenidade de  hasteamento de bandeiras; e às 9h a abertura oficial com a presença do governador Confúcio Moura, representantes dos 15 países confirmados, e lideranças políticas de Rondônia e do Brasil. Logo após haverá a visitação aos estandes do evento.
 
As palestras irão começar às 14, de forma simultânea, uma delas será ministrada por Dilvo Grolli, um dos grandes nomes do cooperativismo e do agronegócio no Brasil, e terá como tema “Cooperativismo”.
 
Grolli é considerado por muitos como grande conhecedor do assunto, ocupando hoje o cargo de diretor-presidente da Coopavel, a Cooperativa Agroindustrial de Cascavel (PR); é  membro do Conselho Diretivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e conselheiro de administração do Sistema de Cooperativa de Crédito do Brasil (Sicoob).
 
Além das palestras, serão realizados talk show, vitrine de processamento de alimentos e momentos culturais.
 
Confira a programação do primeiro dia:
 
7h30 – abertura dos portões
8h30 – hasteamento de bandeiras
9h – abertura oficial
14h30 às 15h30 – Palestra Cooperativismo, com Dilvo Grolli
15h45 às 17h – talk show, com apresentação dos convidados: Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de Rondônia (OCB/Sescoop), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e Universidade Federal de Rondônia (Unir), fazendo interação com o público (perguntas e respostas).
 
Apresentações simultâneas: 
 
14h às 18h – Oficina de Gastronomia e Filetagem de Pescado (Pirarucu e Tambaqui), palestrante credenciado pelo Sebrae
14h às 18h – Caminho da Carne, palestrante credenciado pela Seagri
14h às 18h – Caminho do Leite, palestrante credenciado pela Seagri/Emater
14h às 18h – Caminho do Café, palestrante credenciado pela Seagri/Emater
14h às 17h30 – Vitrine de Processamento de Alimentos, tema Beneficiamento de Pescado
 
Espaço empresarial internacional
 
14h30 às 17h30, palestra Fórum de Logística da Amazônia, palestrante Luiz Antônio Fayte
17h30 às 18h – Momento Cultural
 
Texto: Eduardo Kopanakis
Secom – Governo de Rondônia

Cresce interesse por urucum na região do Vale do Guaporé

O urucuzeiro tem se mostrado uma ótima alternativa de renda para quem quer investir na propriedade e aumentar a renda familiar. A facilidade do cultivo, a adaptação aos solos ácidos, a tolerância a doenças e boa produtividade tem contribuído para que novos produtores rurais invistam na cultura. Foi o que aconteceu com o produtor Gilmar Brunaldi, de São Domingos do Guaporé, cuja propriedade foi apresentada durante o 1.º Dia Especial da Cultura do Urucuzeiro, realizado no último dia 13 de maio.

São Domingos do Guaporé, localizado na região da BR-429, possui uma área de mais de 250 hectares de plantio de urucum com uma produtividade média de 1.200 quilos/hectares. Com esse número o distrito ocupa o segundo lugar como o maior produtor de urucum de Rondônia.

Localizada no km 54 da BR 429 lado direito, Setor Chacareiro, a chácara de Gilmar Brunaldi possui uma área total de 9,6 hectares, dos quais seis hectares são ocupados com o plantio de urucum. A produção obtida hoje é de 7.200 quilos, com uma receita bruta de R$ 32.400,00 na última safra. O restante da propriedade o produtor cultiva café convencional (três hectares)

Somente na safra anterior foram colhidas 210 toneladas de sementes de urucum, gerando uma renda R$ 950.000,00 para o distrito de São Domingos do Guaporé. A expectativa para este ano é que a produção chegue a 300 toneladas e gere renda de aproximadamente, R$ 1.350.000,00 para as mais de 100 famílias que fazem o cultivo. “Com isso o urucum se torna a cultura agrícola de maior importância para o distrito, perdendo somente para a pecuária de leite em fomento de renda”, diz o extensionista da Emater-RO, Vinicius Arantes.

O urucum está na fase de produção, com idade média de quatro anos e produtividade média de 1.200 kg por hectares e foi apresentado a mais de 300 pessoas durante o dia especial. Os participantes, que assistiram a três palestras sobre Sistema de cultivo de urucum; projeto de pesquisa: diferentes tipos de doses de adubação; e podas e histórico da propriedade, mostraram grande interesse pela cultura.

Além de ser uma excelente alternativa de renda e geração de emprego, o urucum ainda pode ser utilizado na recomposição da reserva legal.

 
Wania Ressutti
Jornalista – SRTE/DRT/RO-959
EMATER-RO
 

Mudanças climáticas ameaçam pererecas

As mudanças climáticas ao longo do século 21 são uma ameaça à biodiversidade, colocando em risco muitas espécies da fauna e da flora do planeta.

Os biólogos Tiago Vasconcelos e Bruno do Nascimento, do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual Paulista, em Bauru, acabam de publicar um estudo no qual relacionam os efeitos potenciais das mudanças climáticas esperadas para 2050 sobre a distribuição de quatro pererecas de ampla ocorrência geográfica na América do Sul.

O artigo Potential Climate-Driven Impacts on the Distribution of Generalist Treefrogs in South America, publicado no periódico Herpetologica, é resultado de um trabalho amplo que busca relacionar a influência de mudanças climáticas sobre a distribuição potencial de 350 espécies de anfíbios da Mata Atlântica e 150 espécies do Cerrado, a fim de determinar quais seriam as áreas prioritárias para conservação destas espécies. A pesquisa tem apoio da FAPESP por meio do projeto “Macroecologia de anfíbios anuros do Cerrado e Mata Atlântica”.

O artigo destaca quatro espécies de pererecas de hábitos generalistas – que apresentam hábitos alimentares variados, alta taxa de dispersão e que são capazes de aproveitar diferentes recursos oferecidos pelo meio ambiente – que vivem tanto em áreas abertas como em florestas.

A Dendropsophus minutus tem uma das maiores distribuições geográficas, habitando a maior parte da América do Sul tropical e subtropical ao leste dos Andes. A distribuição é muito semelhante à apresentada pela Dendropsophus nanus.

Já a Scinax fuscomarginatus é encontrada em uma grande variedade de hábitats, ocorrendo desde o noroeste da Argentina até o norte da Amazônia. Por fim, a Scinax fuscovarius – também conhecida como “perereca do banheiro”, por ser comumente encontrada em ambientes domiciliares – tem distribuição menor do que as demais, sendo encontrada entre o centro da Argentina e o centro do Brasil.

Com relação a preferências climáticas relacionadas às diversas regiões e biomas onde vivem tais pererecas, foram utilizadas seis variáveis climáticas: temperatura média anual, temperatura máxima no mês mais quente, temperatura mínima no mês mais frio, quantidade anual de precipitação, precipitação sazonal e quantidade de precipitação durante os três meses mais quentes do ano.

Os dados climáticos atuais são da base de dados WorldClim. Já os modelos de circulação atmosférica e oceânica globais para 2050 foram reunidos pelo General Circulation Model.

Todas as variáveis foram reunidas para determinar as áreas climaticamente favoráveis, tanto hoje quanto em 2050, para a sobrevivência das quatro espécies.

Estimou-se que a distribuição potencial prevista para a D. minutus variaria, de acordo com os algoritmos de modelagem, de 3,3 milhões até 11,2 milhões de km2. No caso da D. nanus, a distribuição potencial seria de 2,1 milhões até 12 milhões de km2. Para aS. fuscomarginatus, a distribuição variaria de 2,3 milhões até 13,6 milhões de km2. Finalmente, a S. fuscovarius poderia habitar uma área que varia de 2,6 milhões até 14,5 milhões de km2.

Segundo os pesquisadores, percebe-se uma aparente disparidade. As pererecas que atualmente contam com a maior distribuição geográfica, em termos de distribuição latitudinal, são aquelas com menor distribuição potencial prevista.

A explicação é que o uso de diferentes algoritmos de modelagem geram, inerentemente, diferentes predições de ocorrência. Por esse motivo, para minimizar a variabilidade das predições geradas por diferentes metodologias, os autores consideram um mapa consensual para a avaliação das distribuições previstas das pererecas.

Quando são considerados os cenários com as mudanças climáticas previstas para 2050, as áreas de distribuição potencial das quatro pererecas encolhem – algumas sensivelmente. É o caso da D. minutus, com uma perda de hábitat de 52{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}.

Comparada com a sua distribuição atual, prevê-se que as espécies S. fuscomarginatus e a S. fuscovarius teriam uma perda de áreas climáticas apropriadas de 43{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e de 31{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, respectivamente. A espécie menos afetada seria D. nanus, com uma redução de hábitat potencial de 14{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em 2050.

As áreas potenciais para as quatro espécies, grosso modo, sobrepõem-se. Com isso, e diante do cenário de mudanças climáticas, é de se esperar que as espécies com maior distribuição serão aquelas com maior perda de área climaticamente favorável. O melhor exemplo é o aferido para a perda de 52{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de áreas climaticamente favoráveis para a D. minutus.

A redução da área total de hábitat potencial para cada espécie não se traduz pura e simplesmente na sua extinção. “Não estamos dizendo que estas espécies irão desaparecer”, ressalta Vasconcelos. “As espécies que conseguirem responder às mudanças climáticas com alterações comportamentais e fisiológicas terão grande chance de permanecer em seus hábitats atuais.”

Já aquelas incapazes do mesmo, tenderão a se extinguir localmente. Ou seja, populações poderão desaparecer dos locais onde o clima será diferente para a espécie como um todo e continuarão vivendo naquelas regiões onde o clima sofrerá menos alterações.

“Os organismos que habitam as regiões tropicais mais ao norte já estão em ambiente mais quente do que aqueles que vivem mais ao sul. Eles já sobrevivem em ambiente com alta temperatura”, disse Vasconcelos.

“Estudos fisiológicos mostram que, de modo geral, a capacidade de tolerância às temperaturas máximas varia entre 40 ºC e45 ºC em anfíbios. Por conta disso, as populações dessas pererecas que se encontram mais ao norte já vivem no cenário mais próximo de sua tolerância térmica máxima”, disse.

Caso nesses locais as temperaturas continuem subindo como os modelos indicam, há chances reais de as espécies não terem adaptações necessárias para lidar com um ambiente mais quente, e então, se extinguirem localmente.

“Para lidar com um ambiente mais quente, pode haver uma mudança na época do ano quando essas espécies apresentam o seu maior nível de atividade, o que geralmente acontece durante a reprodução. Às vezes, o animal já tem essa capacidade de adaptação, mas simplesmente não a exibe nas condições atuais onde habita porque não precisa”, disse Vasconcelos.

“Outro recurso de sobrevivência seria a procura por ambientes similares aos que elas viviam, o que vai depender da capacidade de dispersão dos organismos”, disse.

Estratégias de conservação

Vasconcelos destaca que a importância do trabalho está em revelar o que pode ser esperado para as espécies generalistas, visto que o maior enfoque dos estudos deste tipo é dado para espécies mais especializadas ou ameaçadas de extinção.

Um último resultado mais alarmante é que essas pererecas generalistas não contarão com áreas favoráveis na região do Pantanal brasileiro em 2050. “Isso é preocupante para as perspectivas de sobrevivência das espécies mais especializadas, ou mesmo outras generalistas de diferentes grupos animais e vegetais”, disse.

A pesquisa também visa propor estratégias de conservação. “Queremos determinar onde deverão ser criadas novas reservas e áreas de conservação a partir dos modelos preditivos”, disse Vasconcelos.

Peter Moon  |  Agência FAPESP

Mais de noventa agroindústrias ligadas à agricultura familiar vão expor na Rondônia Rural Show

Os doces do estado serão apreciados na 5ª Rondônia Rural Show. Muito mais que delícias feitas de açúcar e ingredientes regionais, eles representam uma cadeia produtiva em expansão com a agricultura familiar.

Ao todo, 93 agroindustriais ligadas à agricultura familiar irão expor na feira. Isso significa a garantia de produtos feitos com qualidade, e com a marca e o gostinho do campo.

Durante o evento, mais de 20 produtores vão comercializar os doces com os mais variados sabores e tipos. Para muitos, a feira é uma oportunidade de divulgar os seus produtos. Para outros, é a certeza de ganhar um dinheirinho extra.

Um exemplo é a produtora Elianete Gomes Fernandes, moradora da comunidade Terra Santa, em Porto Velho, que irá participar da Rondônia Rural Show pela primeira vez com a expectativa de bons resultados. “Sempre ouvi falar na feira. Todos que já participaram tiveram bons resultados, por isso neste ano resolvi participar, e tenho certeza que vou sair de lá bastante satisfeita com o evento”, disse a produtora.

Por semana são produzidos mais de 15 mil doces de coco, na agroindústria Cocada Kolly. E dona Elianete Gomes pretende levar uma grande quantidade para a feira. “Tenho certeza que vou vender tudo. Os visitantes poderão sentir o sabor do melhor doce de coco de Rondônia. O meu diferencial é o jeitinho artesanal de fazer, sem conservantes e com o doce da própria fruta”, explicou orgulhosa.

Texto: Eduardo Kopanakis
Fotos: Arquivo pessoal
Secom – Governo de Rondônia

Governo tem mais de 40 frentes de serviço na recuperação das estradas estaduais

Após o período de chuvas, o Governo de Rondônia iniciou a recuperação das estradas estaduais não-pavimentadas nos quarto cantos do estado. A manutenção das estradas ocorre por meio de 15 Residências Regionais do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER), as quais atuam em mais de 40 frentes de serviços, com trabalhos de patrolamento, encascalhamento, abertura lateral, cortes de morros elevados e a eliminação de pontes velhas de madeira por tubos metálicos.

O diretor-geral do DER, Ezequiel Neiva, explica que as 15 Residências Regionais foram instaladas em pontos estratégicos para dinamizar as ações do órgão. “Cada unidade do DER tem a responsabilidade de cuidar das estradas em sua respectiva regional, sendo que cada unidade atua com duas ou três frentes de serviços”.

Ezequiel Neiva afirma que a capacidade de atuação do DER cresceu em mais de 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} nos últimos seis anos. “O governador Confúcio Moura reativou três Residências Regionais e implantou outras quatro”, frisou Neiva, ao destacar o aumento da capacidade de atuação de 5 mil quilômetros para 12 mil km de estradas ao ano.

Porto Velho, segundo o diretor, tem frentes de serviço em na região de Nova Mamoré, em União Bandeirantes e na Estrada da Penal, sentido ao distrito de São Carlos. Colorado D’ Oeste e Rolim de Moura têm como serviço principal a recuperação da Rodovia do Boi. A Regional de Jaru trabalha na região do município de Governador Jorge Teixeira. Cacoal realiza corte de morro na RO-383, de Cacoal sentido Espigão, e Ouro Preto trabalha na Linhas 31 e 101. “Estes são apenas alguns exemplos de nossa atuação”, disse o diretor.

Residências Regionais do DER estão instaladas em: Extrema (Ponta do Abunã); Porto Velho; Ariquemes; Buritis, Machadinho; Jaru; Ouro Preto; Ji-Paraná; Rolim de Moura; Alvorada D’ Oeste; São Francisco do Guaporé; Cacoal; Pimenta Bueno; Colorado D’ Oeste e Vilhena.

Texto: Nilson Nascimento
Fotos: Residência DER Cacoal
Secom – Governo de Rondônia