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Produtor de vinho diz dobrar as vendas após Rondônia Rural Show

Durante a Rondônia rural show é possível encontrar de quase tudo, desde maquinários pesados até artesanato. Cerca de 380 estandes estão a disposição dos expositores, que durante os quatro dais da feira estarão oferecendo ao publico o que há de melhor e da mais moderno em diversos seguimentos.

No pavilhão das agroindústrias por exemplo, mais de 96 box foram reservados para a exposição de doces, pães, laticínios, fabricas de salames, confecções entre outros produtos que são fabricados no campo.

Um desses expositores é o senhor Francisco Redante, que pelo quinto ano ira trazer vinhos fabricados na cooperativa da cidade de Bento Gonçalves no Rio Grande do Sul. “Os vinhos do Vale dos Vinhedos, onde nós fabricamos nossos vinhos, tem origem comprovada, são feitos com as melhores uvas do país, exprimem a excelência do teor do Vale dos Vinhedos”, disse o produtor.

Segundo ele, a cada ano que participa da Rondônia Rural Show, as vendas de vinho praticamente dobram. “Os pedidos já são muitos, quando acaba a feira esse número aumenta, são pessoas que passam aqui no estande, experimentam, compram, e depois ligam pedindo mais, estou muito contente com o resultado que a feira proporciona”, diz ele satisfeito.

No ano passado, de acordo com o produtor, passaram pelo seu estande mais de 13 mil pessoas, que degustaram os vinhos que foram oferecidos para o público, desta vez ele colocará a disposição dos visitantes mais de 70 litros.

Para 5º Rondônia Rural Show, uma edição especial do produto foi feitar, o vinho “Vista do Vale-Bordô”, com um rotulo especial em homenagem a feira.

 

Texto: Eduardo Kopanakis

Fotos: Eduardo Kopanakis

Fonte: Governo de Rondônia

Máquinas pesadas já estão expostas na Rondônia Rural Show em Ji-Paraná

A movimentação no Parque de Exposições Hermínio Victorelli, em Ji- Paraná, onde acontecerá a 5ª Rondônia Rural Show, da próxima quarta-feira (25) ao sábado (28), já é intensa, principalmente para os expositores de maquinários pesados, insumos e serviços agrícolas. Cerca de 130 empresas devem apresentar  as tendências inovadoras para o agronegócio. São colheitadeiras , tratores, caçambas, pá carregadeira entre outros.

Por ser o maior evento do gênero na região Norte do País, diversos expositores de outros estados também já garantiram presença, além das exposições, esta previsto também lançamentos de novas máquinas e veículos para o homem do campo.

“Esta é a oportunidade que os empresários têm de mostrar seus produtos, principalmente as máquinas pesadas, já que é impossível o agricultor ou pecuarista encontrar esse tipo de veículo na cidade, e ver de fato todo o seu potencial”, lembrou o coordenador da feira, José Paulo.
A 5ª Rondônia Rural Show terá ainda palestras, seminários e clínicas tecnológicas, e dinâmicas para mostrar o funcionamento das máquinas agrícolas e a melhor forma de se realizar o plantio. A feira contará com mais de 380 expositores e a expectativa é receber aproximadamente 80 mil pessoas, durante os quatro dias.
Texto: Eduardo Kopanakis
Foto: Eduardo Kopanakis
Fonte: Governo de Rondônia

A feirante dos feirantes

Em Ji-Paraná no interior de Rondônia durante cinco dias por semana quem quer comprar frutas e verduras fresquinhas vindas direto do produtor para o consumidor tem o privilegio de contar com cinco feiras espalhas pela cidade.

Nesta realizada aos sábados, é possível encontrar de tudo um pouco, frutas, verduras, biscoitos, doces variados, pastéis, garapa, pamonhas, queijos, cafezinho, requeijão, tudo em um ambiente extremamente agradável onde dezenas de produtores rurais vendem os seus produtos que são preparados com carinho durante toda a semana.

Aqui além de fazer compras os consumidores vão em busca de um bom lanche, os pasteis e as tapiocas são os mais procurados. Isso por parte das pessoas que frequentam a feira, já os feirantes preferem o lanche de Dona Edneia Nazaro Batista, ou melhor, Neia como é conhecida.

Com o seu carrinho de fabricação caseira Neia percorre a feira de lá pra cá todos os dias, vendendo cachorro quente, pão com carne, leite , café e suco, “Os lanches dos feirantes são muito bons, mais eles querem comer algo diferente, algo mais caseiro, ai surgiu a ideia de vender esse lanche para eles, e vem dando certo, graças a Deus, eles aprovaram a ideia” disse Neia.

Por mês dona Neia chega a vender em torno de R$ 600 à R$ 800 reais, e tudo em um curto período de tempo, entre as 06h às 08h da manhã. Mas se engana quem pensa que ela vai para casa descansar, ela também tem uma banquinha de vendas de capinhas de celulares em sociedade com o seu esposo.

Pessoas assim, alegres e sempre bem dispostas se tornam figuras bastante conhecidas nas feiras livres das cidades, em Ji- Paraná também encontramos seu Alexandre Peixoto ou melhor Ceará Doido.

Pernambucano de nascimento, e arretado de natureza ele vende tiras de sandálias e produtos naturais, que segundo ele servem como remédio, e por ser tão popular, muitos frequentadores acabam tirando foto daquele senhor “Arretado”, que leva todos os dias à alegria para as feiras livres de Ji-Paraná.

 

Por rondorural.com.br

Fotos: rondorural

Em clima de confraternização, foi lançada para os jornalistas do estado a Rondônia Rural Show

Durante o café da manhã promovido pela secretaria de Estado da Agricultura-SEAGRI, o secretario Evandro Padovani, falou da expectativa e das metas da feira para este ano “É hora de somar, agora a gente tem que mostrar para o mundo o verdadeiro potencia que Rondônia tem, através da imprensa somos muito mais fortes, o trabalho de vocês é de fundamental importância para o sucesso do evento” destacou o Secretario.

Ainda de acordo com o secretário, o potencial para a agricultura é o diferencial do Estado, que também ganha em termos de logística e de visibilidade para o mundo” Teremos mais de 15 países este ano na feira, aqui os representantes desses países estarão buscando conhecer um pouco mais do que o nosso estado tem de melhor, e eu sei, que o que eles procuram o estado tem para oferecer” disse Padovani.

A intenção do Governo é movimentar cerca de R$ 900 milhões em volume de negócios, além de capacitar pequenos, médios e grandes agricultores, a partir da próxima quarta feira (25), quando acontece a abertura oficial da Rondônia Rural Show a expectativa é que mais de 80 mil pessoas passem pelo parque, superando no número de visitantes da edição passada.

A Rondônia Rural Show é uma oportunidade para que os empresários exponham seus produtos e que tenham sucesso em vendas, que os produtores possam aperfeiçoar a produção, além de receber apoio e incentivar o produtor do Estado a continuar produzindo uma agricultura forte e sustentável.

A feira no seu 5º Ano já se consolidou como a maior do gênero na região norte do Pais,e a noma maior do Brasil.

Por rondorural.com.br
Foto: rondodrural.com.br

Programa Terra Legal vai entregar 600 títulos de propriedade a produtores na Rondônia Rural Show

Agricultores de 25 municípios do estado vão receber, durante a 5ª Rondônia Rural Show, em Ji-Paraná, títulos de propriedade do programa Terra Legal, do então Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), agora Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), em parceria com o governo estadual.

Ao todo, 600 famílias serão contempladas com esses títulos, de acordo com o chefe de divisão de regularização fundiária do programa Terra Legal, Antônio Heler dos Santos. “A previsão é que todas as famílias que forem receber estejam no evento,  já que há necessidade de os beneficiários assinarem e entregarem alguns documentos”, disse Santos.

O secretario estadual da Agricultura, Evandro Padovani, destacou a importância do Terra Legal para os produtores e para o desenvolvimento da região. “Os produtores que estiverem com o título de propriedade terão garantido o direito a terra e acesso a créditos e à assistência técnica do governo federal”, explicou.
 
Segundo a Seagri, em Rondônia hoje pelo menos seis mil famílias já receberam seus títulos. A entrega durante a 5ª Rondônia Rural Show acontecerá durante os 4 dias de feira, que acontecerá da próxima quarta-feira (25) ao sábado (28).
 
TERRA LEGAL
 
O programa Terra Legal Amazônia foi criado em 2009 com o objetivo de destinar e regularizar áreas para órgãos, estados e municípios, além de posses particulares que estão em terras públicas federais na Amazônia Legal. Com a destinação das áreas, o programa auxilia na gestão do território e no ordenamento fundiário.
 
Ele também contribui para a redução do desmatamento e aumento da produtividade dos agricultores familiares. Ao receber o título de propriedade do terreno, o proprietário se compromete em cumprir os requisitos legais, como a manutenção da área de preservação permanente ou a recomposição da reserva legal; e ainda tem a possibilidade de acessar as políticas de fomento do governo federal, investindo com segurança em sua propriedade.
 
Mais informações pelos telefones: (69) 3229 1545 (Incra/Terra Legal), (69) 3222 9957 ou 3217 6560 (Sipam/Terra Legal).
 
Texto: Eduardo Kopanakis
Fotos: Dhiony Costa e Silva
Secom – Governo de Rondônia

Rondônia deverá receber certificado de zona livre da peste suína clássica

Decisão será tomada pela OIE, durante reunião que começa no próximo domingo (20) em Paris.

O Brasil deverá receber o reconhecimento internacional de zona livre da peste suína clássica para 13 estados, parte do Amazonas e o Distrito Federal. A decisão será tomada durante a 84ª Sessão Geral da Assembleia Mundial de Delegados da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que começa no próximo domingo (22), em Paris. A reunião contará com representantes de 180 países. O delegado do Brasil é o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques, que já viajou para a França.

Em fevereiro deste ano, a Comissão Científica da OIE já havia aceitado o pedido do ministério para ampliar o status de zona livre da doença para o DF, Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e parte do Amazonas (municípios de Guajará, Boca do Acre, sul de Canutama e sudoeste de Lábrea). Atualmente, apenas Rio Grande do Sul e Santa Catarina já têm o certificado de zona livre da peste suína clássica. Falta agora apenas a votação da OIE pelo reconhecimento.

Segundo Guilherme Marques, a organização poderá reconhecer o Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro) de São Paulo como referência internacional em diagnóstico de influenza aviária (gripe aviária) e doença de Newcastle. “Isso vai demonstrar a qualidade e excelência do nosso laboratório”, disse.

Na pauta da reunião da OIE, também está a votação da adequação dos manuais e códigos sanitários que estabelecem as regras para a implantação de programas e do comércio internacional de animais e seus produtos. Guilherme conta que ainda será discutido um tema de relevância no contexto global: a economia da saúde animal e os custos diretos e indiretos de surtos de doenças dos animais.

A 84ª Sessão Geral da Assembleia Mundial de Delegados da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) termina no próximo dia 27.

Mais informação à imprensa:
Assessoria de comunicação social
Cláudia Lafetá
claudia.lafeta@agricultura.gov.br

Produtores brasileiros terão encontro com compradores de soja responsável da América, Europa e Ásia

A 11ª Conferência Internacional de Soja Responsável (RTRS) será realizada nos dias 1 e 2 de junho no Hotel Royal Tulip, em Brasília-DF

 A capital do Brasil recebe nos dias 1 e 2 de junho um evento que aborda produção, comercialização e cadeia de fornecimento de soja sustentável. Nele, estarão presentes produtores, representantes da indústria e da sociedade civil vindos da América do Sul e do Norte, Europa e Ásia. Trata-se da 11ª Conferência Internacional de Soja Responsável (RTRS) que tem como intuito promover um intercâmbio de conhecimentos, experiências e visões entre os participantes para garantir a inovação da soja responsável e, dessa forma, garantir a sustentabilidade econômica em longo prazo.

Um dos momentos da Conferência, que tem como tema a união de forças para um futuro sustentável, propiciará que os participantes se dividam em grupos de trabalho com possibilidades de negociação entre Europa e América do Sul, oportunidades de negociação entre Ásia e América do Sul, mercados de produtores entre Argentina, Bolívia, Brasil e Paraguai, e mercados de produtores e oportunidades comerciais da América do Norte. A participação de pessoas representando diferentes setores e países proporcionará espaços para que cada um tenha a chance de compartilhar seus desafios e soluções.

O presidente da RTRS, Olaf Brugman, acredita que a oportunidade de realizar esse evento no Brasil é de extrema importância devido a representatividade do país na Associação. “Atualmente, o Brasil possui 78 fazendas certificadas divididas nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Matopiba. Globalmente, são mais de 10 mil produtores certificados, o que representa 2,3 milhões de toneladas de soja. Acredito que a Conferência reunirá os principais players e produtores para discutir o futuro do mercado, o que potencializará esses resultados em longo prazo. Estamos com grandes expectativas para mais essa reunião anual”, ressalta.

Programação

 

A conferência ocorrerá nos dias 1 e 2 de junho no hotel Royal Tulip, em Brasília-DF. No primeiro dia, serão abordados conceitos jurisdicionais e o futuro das políticas públicas, planejamento da paisagem e inteligência, questões ambientais, cadeia de fornecimento de soja responsável e suprimentos, tecnologia e inovação no campo. Já no segundo dia, os temas inclusão, escravidão moderna, exclusividade e uso e direitos às terras serão debatidos pelos participantes.

 

A abertura do evento será realizada pelo presidente da RTRS, Olaf Brugman, e pelo ex-ministro da Agricultura e atual Coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues, que irão debater sobre o futuro da soja responsável e como a colaboração de todas as partes podem ajudar o processo. A dinâmica do encontro visa priorizar a discussão e a participação dos convidados em todas as plenárias.

Na primeira plenária do dia 1 de junho, os palestrantes Terence Baines da Unilever, Darcy Getulio do Clube Amigos da Terra e Arnaldo Carneiro da Agrocoine introduzirão três temas-chaves discutidos durante o dia: “Planejamento da paisagem e inteligência”, “Compras a partir de fontes responsáveis na cadeia de suprimentos” e “Tecnologia e inovação no campo e Abordagens jurisdicionais”.

Após esse momento, os participantes se dividirão em três sessões paralelas de diálogo para discutirem cada tema com líderes de organizações internacionais (Bayer, Marks and Spencer – M&S, The Nature Conservancy – TNC, The Sustainable Trade Initiative – IDH, Unilever, World Wildlife Fund – WWF, entre outras) e representantes de entidades brasileiras (Agroicone, Agrosatélite, Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento – LAPIG, SLC Agrícola, Usina Iracema, entre outras). Na próxima sessão paralela, haverá um diálogo em grupo para debater o caminho para a soja sustentável, quais fatores conduzem a agenda de soja sustentável e o que cada um precisa fazer para levá-la à frente.

Em seguida, haverá equipes de trabalho em que os participantes serão divididos por região e áreas comerciais de interesse para abordar “Possibilidades de negociação: Europa – América do Sul”; “Oportunidades de negociação: Ásia – América do Sul”; “Mercados produtores: Argentina – Bolívia – Brasil – Paraguai” e “Mercados de produtores e oportunidades comerciais: América do Norte”. No fim do dia, todos os participantes se reunirão para receber um feedback e a consolidação dos resultados das discussões em sessão e nos plenários paralelos.

Em 2 de junho, a primeira palestra analisa como as cadeias de fornecimento de soja podem promover inclusão social e desenvolvimento equitativo. Serão apresentados quatro temas-chave: “Quais são as dimensões da escravidão moderna e quem é responsável?”, “Quais são as lições aprendidas com a promoção de cadeias de valor mais socialmente inclusivas para os pequenos agricultores, mulheres e pobres?”, ”Produção de soja e direitos das terras indígenas: o que podemos aprender?” e “Como os riscos e oportunidades ambientais e sociais se sobrepõem e como podemos ter uma abordagem integrada de ambos?”. O sociólogo Caio Magri, do Instituto Ethos, Ashis Mondal, da ASA, Marco Pavarino do Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário e outros especialistas renomados participarão dessa etapa.  

Depois desse momento, haverá uma sessão para esclarecer possíveis dúvidas e reunir ideias do que pode ser feito para incrementar a produção e a comercialização de soja responsável. A última atividade será um resumo das reuniões e um encerramento do evento. 

Serviço:

11ª Conferência anual da RTRS – A união de forças para um futuro sustentável

Data: 1 e 2 de junho de 2016

Localização: Hotel Royal Tulip, Brasília-DF

Haverá tradução simultânea para o Inglês, Português e Espanhol

Inscrições: http://www.responsiblesoy.org/annual-conference/inscripcion/registration-form/?lang=pt

Pesquisadores desenvolvem leite mais saudável

A adição de óleo de canola na ração de vacas leiteiras pode tornar o leite produzido pelos animais mais saudável e apresentar outros benefícios que não apenas os nutricionais, como diminuir o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, autoimunes e inflamatórias.

As constatações são de um estudo feito por pesquisadores da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (FZEA-USP), campus de Pirassununga.

Resultado de um projeto de pesquisa e de um estudo de mestrado feitos com apoio da FAPESP, o estudo levou à publicação de um artigo na revista PLoS One.

“Conseguimos melhorar a qualidade nutricional da gordura do leite produzido por vacas por meio da adição de óleo de canola à dieta dos animais”, disse Arlindo Saran Netto, professor da FZEA-USP e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

Eles adicionaram óleo de canola à ração de vacas para avaliar o efeito da inclusão de diferentes níveis do lipídeo na produção e na composição do leite e alterar a qualidade da gordura da bebida ao diminuir a concentração de ácidos graxos saturados e melhorar a proporção de ácidos graxos insaturados ômega 6 e ômega 3.

Os ácidos graxos saturados – ou gordura saturada – têm sido identificados como precursores de doença cardiovascular. Já os ácidos graxos insaturados – ou gordura insaturada –, como o ômega 6 e ômega 3, contribuem para reduzir os níveis de LDL (“mau colesterol”) e o risco de desenvolvimento de doenças cardíacas, apontam especialistas na área.

“O leite e outros produtos de origem animal têm sido apontados como vilões da dieta humana devido a sua grande quantidade de ácidos graxos saturados e baixa concentração de ácidos graxos insaturados ômega 3”, explicou Saran Netto.

“Mas estudos anteriores ao nosso já haviam demonstrado que a inclusão de óleos vegetais, como o de canola, que é fonte de ômega 3, podia alterar o perfil de ácidos gordos do leite, aumentando a concentração de ácidos graxos insaturados e diminuindo o teor de ácidos graxos saturados. Porém, a maioria desses estudos não avaliou a inclusão de altos níveis de óleo de canola, por exemplo, na dieta de vacas leiteiras”, afirmou.

Dosagem ideal

A fim de avaliar a dosagem ideal de inclusão de óleo de canola na dieta de vacas leiteiras, eles selecionaram 18 vacas da raça Holandesa, com produção diária média de 22 litros por dia, em duas ordenhas diárias, e em estágio intermediário de lactação. Os animais foram submetidos a três tipos de dietas diferentes, com 21 dias de duração cada, sendo 14 dias de adaptação à dieta e sete dias de coleta de amostras de sangue e de leite produzido.

No primeiro tipo de dieta, as vacas consumiram um concentrado à base de farelo de soja e fubá e silagem de milho. Já na segunda dieta, se alimentavam do concentrado com 3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de óleo de canola. E no terceiro tipo de dieta, recebiam o concentrado com 6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de óleo de canola.

Os resultados dos experimentos indicaram que a inclusão de 6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de óleo de canola na dieta de vacas em lactação reduziu em 20,24{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a concentração de ácidos graxos saturados no leite.

Além disso, diminuiu em 39,20{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a proporção entre ácidos graxos saturados e insaturados e em 39,45{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a proporção entre gorduras insaturadas ômega 6 e ômega 3 pelo aumento da concentração de ômega 3.

“Queríamos melhorar a relação entre ômega 6 e ômega 3 no leite de vaca, uma vez que o equilíbrio da proporção entre esses ácidos graxos insaturados na dieta pode trazer efeitos benéficos à saúde, como prevenir a ocorrência de doenças cardiovasculares, autoimunes e inflamatórias”, explicou Saran Netto.

Os pesquisadores estimaram que a adição de 6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de óleo de canola na dieta das vacas leiteiras reduziu em 48,36{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} o índice de aterogenicidade (capacidade de induzir a formação de aterosclerose) e em 39,86{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} o índice de trombogenicidade (capacidade de promover um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral) pelo consumo do leite com o perfil de gorduras modificado e maior teor de ômega 3.

Além disso, aumentou em 94,44{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} o índice h/H, que está relacionado com o risco de incidência de doenças cardiovasculares pela relação hipo ou hipercolesterolemia – quanto maior o índice, menor é a probabilidade.

Já em relação à composição do leite produzido pelos animais, a adição de 6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de óleo de canola na ração resultou em um aumento de 34,08{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no teor de ácidos graxos insaturados e de 115{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na concentração de ômega 3, afirmam os pesquisadores.

“A inclusão de óleo de canola na dieta das vacas em lactação tornou o perfil da gordura do leite que produziram mais saudável para a dieta humana”, disse Saran Netto.

Em contrapartida, a adição de 6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de óleo de canola na dieta das vacas diminuiu a produção de leite pelos animais em 2,5 litros por dia.

Os resultados das análises indicaram que a produção de leite diminuiu de acordo com o aumento da dosagem de óleo de canola na dieta das vacas, de 23,5 litros para 22,46 litros, quando a ração foi suplementada com 3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de óleo de canola, e de 22,46 para pouco menos de 20 litros quando foi adicionado 6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de óleo de canola na ração dos animais.

“Isso se deve ao fato de que qualquer óleo adicionado à dieta das vacas causa a diminuição da degradabilidade ruminal [a capacidade de degradar fibras] e da taxa de digestão dos animais, que passam a ingerir menos matériaseca e nutrientes. Isso acarreta uma diminuição do fluxo de nutrientes para a glândula mamária e, consequentemente, a redução da produção de leite”, explicou o pesquisador.

“Mas, agora, temos interesse em não só conseguir produzir leite com essa característica, mas também melhorar esse aspecto da produção”, afirmou.

Mais vantagens

Já é comercializado em alguns países leite UHT com maiores teores de ômega 3, porém adicionado ao produto já industrializado, na fase de envase.

Algumas das vantagens de ter esses ácidos graxos insaturados disponíveis já naturalmente no produto, por meio da adição na ração das vacas leiteiras, segundo Saran Netto, são que podem ter maior biodisponibilidade e podem ser melhor absorvidos pelos consumidores.

“O custo desse leite com ômega 3 adicionado à ração das vacas leiteiras também pode ser um pouco menor do que um leite com o ingrediente adicionado na fase de envase, ainda que mais caro que um leite convencional”, afirmou o pesquisador.

Nenhum dos produtos desenvolvidos pelos pesquisadores nos últimos anos, como o leite com maior teor de ômega 6, selênio e vitamina E, chegou ainda ao mercado porque há a necessidade de realizar mudanças na logística das fazendas e dos laticínios para comercializá-los, apontou Saran Netto.

O leite com óleo de canola ou de girassol adicionado à ração das vacas leiteiras precisaria ser captado e processado pelo laticínio de forma separada em sua linha de envase, exemplificou.

“Ainda não há uma demanda alta que viabilize a produção desse tipo de leite diferenciado pelas fazendas produtoras de leite”, ponderou o pesquisador.

Os pesquisadores ainda não realizaram testes do leite com ômega 3 com consumidores para avaliar os benefícios à saúde proporcionados pelo consumo regular do produto.

A ideia, porém, é realizar um estudo em que irão adicionar óleo de soja e de canola na dieta de vacas leiteiras e estudar os efeitos do consumo de leite com maiores teores de ômega 6 e ômega 3 produzidos pelos animais em suínos, cuja fisiologia é muito parecida com a humana, comparou o pesquisador.

“Vimos os benefícios que a adição de óleo de canola proporcionou para a qualidade da gordura do leite e que podem ser estendidos para a saúde humana por meio do consumo do produto com maiores teores de ômega 3. Agora, pretendemos atestar os reais efeitos usando suínos como modelo”, explicou Saran Netto.

O artigo “Canola oil in lactating dairy cow diets reduces milk saturated fatty acids and improves its omega-3 and oleic fatty acid content” (doi: 10.1371/journal.pone.0151876), de Saran Netto e outros, pode ser lido na revista PLoS One emjournals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0151876.

Produtividade e qualidade

Saran Netto e colegas da FZEA-USP têm se dedicado nos últimos anos a melhorar a produtividade e a qualidade nutricional de produtos de origem animal, como leite e carne, por meio da suplementação da ração dos animais com vitaminas, minerais e antioxidantes, entre outros ingredientes funcionais.

Por meio de um projeto anterior, também financiado pela FAPESP, eles adicionaram óleo de girassol com selênio orgânico e vitamina E à ração de vacas.

Com isso, conseguiram não só melhorar a saúde e a produção leiteira dos animais, como também melhorar a conservação do produto e os níveis do mineral e da vitamina no sangue de crianças que consumiram o produto. (leia mais em: http://agencia.fapesp.br/14557).

Já no início de 2014, por meio de um segundo projeto, produziram carne com menor nível de colesterol ao suplementar a ração de bois com vitamina E, selênio e óleo de girassol (leia em: http://agencia.fapesp.br/18480).

Mais recentemente, por meio de outra pesquisa, eles adicionaram vitamina E, óleo de canola e selênio na dieta de bois para avaliar os efeitos da suplementação desses ingredientes na expressão gênica, qualidade da carne e sistema imune dos animais.

Elton Alisson  |  Agência FAPESP

 

Coordenação divulga programação da Rondônia Rural Show

A coordenação da 5ª Rondônia Rural Show divulgou nesta quinta-feira (19) a programação da feira que começará na próxima quarta-feira (25) e vai até dia 28, em Ji-Paraná. O evento pretende reunir milhares de pessoas e autoridades do Brasil e do mundo em torno de uma série atividades típicas de uma grande exposição, como oficinas, cursos, workshops, palestras e circuitos tecnológicos, para apresentar as potencialidades do estado.

Além de palestras com especialistas brasileiros e estrangeiros, o visitante da feira poderá também tomar parte de outras atividades especiais, como apresentação dos programas Caminhos da Carne, do Leite e do Café – setores símbolos da essência da capacidade produtiva local, que representam a vocação nata de Rondônia -, onde poderá conferir de perto todas as fases de produção, desde o preparo do solo até a comercialização dos produtos, tudo mostrado com o que há de mais moderno em tecnologia rural.

A visitante da 5ª Rondônia Rural Show terá uma programação de atividades extensa e bem variada, que prevê também oficinas e exposição gastronômicas, desfiles e atrações culturais. O convite é para todos, e a expectativa do governo de Rondônia é que os negócios a ser fechados na feira superem os R$ 800 milhões.

Confira a programação

DIA 24 – terça-feira:

8h, culto ecumênico; 8h30, início do tratoraço.

DIA 25 – quarta-feira:

7h30, abertura dos portões; 8h30, hasteamento de bandeiras; 9h, abertura oficial – local: tenda de Abertura

Das 14h30 às 15h30, Palestra, tema: Cooperativismo, palestrante: Dilvo Grolli, responsabilidade OCB-RO;

Das 15h45 às 17h, talk show, com apresentação dos convidados: Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de Rondônia (OCB/Sescoop), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e Universidade Federal de Rondônia (Unir), fazendo interação com o público (perguntas e respostas).

Apresentações Diárias e Simultâneas

Das 14h às 18h, Oficina de Gastronomia e Filetagem de Pescado (Pirarucu e Tambaqui), palestrante credenciado pelo Sebrae

Das 14h às 18h, Caminho da Carne, palestrante credenciado pela Seagri

Das 14h às 18h, Caminho do Leite, palestrante credenciado pela Seagri/Emater

Das 14h às 18h, Caminho do Café, palestrante credenciado pela Seagri/Emater

Das 14h às 17h30, Vitrine de Processamento de Alimentos, tema: Beneficiamento de Pescado (duas apresentações), palestrante credenciado pelo Senar

PROGRAMAÇÃO DO ESPAÇO EMPRESARIAL INTERNACIONAL

Das 14h30 às 17h30, palestra com o tema: Fórum de Logística da Amazônia, palestrante: Luiz Antônio Fayte, responsabilidade Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA/Faperon)

Das 17h30 às 18h, Momento Cultural.

DIA 26 – quinta-feira

7h30- Abertura dos Portões

Das 8h às 12h, Workshop, tema: Integração  Lavoura, Pecuária, Floresta (ILPF) como Alternativa Sustentável Para  Rondônia, palestrantes: Vicente de Paulo Campos Godinho e Giocondo Vale, responsabilidade Embrapa

Das 14h30 às 15h30, Palestra, tema: Gestão e Desenvolvimento das Associações Rurais, palestrante: Rafael Vargas Lara, responsabilidade Seae

Das 15h45 18h, Workshop sobre Captação de Recursos e Projetos para Associações Rurais, palestrante: Vitor de Jesus Pereira, responsabilidade Seae.

Apresentações Diárias e Simultâneas

Das 14h às 18h, Oficina de Gastronomia e Filetagem de Pescado (Pirarucu e Tambaqui), palestrante credenciado pelo Sebrae;

Das 14h às 18h, Caminho da Carne, palestrante credenciado pela Seagri

Das 14h às 18h, Caminho do Leite, palestrante credenciado pela Seagri/Emater

Das 14h às 18h, Caminho do Café, palestrante credenciado pela Seagri/Emater

Das 14h às 17h30, Vitrine de Processamento de Alimentos, tema: Fábrica de Linguiças Caseiras e Defumadas (duas Apresentações), palestrante credenciado pelo Senar

Das 8h às 12h, Oficina, tema: Controlar Meu Dinheiro, palestrante credenciado pelo Sebrae;

Das 15h às 16h30, Vitrine Tecnológica, tema: Sistema de Produção Cultivance®: o primeiro cultivo geneticamente modificado totalmente desenvolvido no Brasil, desde as pesquisas em laboratório até a sua comercialização, palestrante credenciado pela Embrapa

Das 14h às 18h, Vitrine Tecnológica, tema: Comercializar no Campo, palestrante credenciado pelo Sebrae

PROGRAMAÇÃO DO ESPAÇO EMPRESARIAL INTERNACIONAL

Das 8h às 9h, Palestra, tema: Incentivo Fiscal Governo Federal, incluindo a Zona Franca  Verde. Palestrante credenciado pela Suframa de Manaus/Suder

Das 9h às 10h, Palestra, tema: Benefícios Fiscais à exportação, Quais e Como Recebê-los, palestrante: José Eduardo Leal Rebouças, credenciado pelo Sebrae

Das 10h às 12h, Palestras, temas: Oportunidade de Negócios e Investimento em Cuba e Cuba como Destino Turístico, palestrante: Túrcico López – Cônsul de Cuba, responsabilidade Suder

Das 14h30 às 17h30, Encontro Internacional de Negócios

Das 17h às 18h, Momento Cultural.

DIA 27- sexta-feira

7h30, Abertura dos Portões;

Das 8h às 9h20, Palestra, tema: Manejo Reprodutivo de Rebanho Bovino visando Maior Eficiência, palestrante: Luiz Francisco Machado Pfeifer, responsabilidade Embrapa

Das 9h30 às 10h30, Palestra, tema: Manejo de Fêmeas Leiteiras, palestrante: Luiz Carlos Tadeu Capovilla, responsabilidade Seagri

Das 10h45 às 12h, Palestra, tema: Plano de Desenvolvimento Estadual Sustentável de Rondônia ( PDES/RO), palestrantes: George Alessandro Gonçalves Braga e Zilene Santana Rabelo, responsabilidade Sepog;

Das 14h30 às 15h30, Palestra, tema: As novas Oportunidades para a Piscicultura em Rondônia, palestrante: Francisco das Chagas Medeiros, responsabilidade Seagri

Das 15h45 às 16h45, Palestra, tema: Arranjo Produtivo Local da Sociobiodiversidade, palestrante: Natan Oliveira da Costa, responsabilidade Sepog

Das 17h às 18h, Palestra, tema: Captação de Recursos, palestrante: Ibaldeci  dos Santos Ferreira, responsabilidade Sebrae

Apresentações Diárias e Simultâneas

Das  9h às 18h, Oficina de Gastronomia e Filetagem de Pescado (Pirarucu/Tambaqui), palestrante credenciado pelo Sebrae

Das 14h às 18h, Caminho da Carne, palestrante credenciado pela Seagri

Das 14h às 18h, Caminho do Leite, palestrante credenciado pela Seagri/Emater

Das 14h às 18h, Caminho do Café, palestrante credenciado pela Seagri/Emater

Das 9h às 11h30, Vitrine de Processamento de Alimentos, tema: Derivados do Leite (duas apresentações), palestrante credenciado pelo Senar

Das 14h às 17h30, Vitrine de Processamento de Alimentos, tema: Beneficiamento de Pescado (duas apresentações), palestrante credenciado pelo Senar

Das 10h às 11h30, Vitrine Tecnológica, tema: Poda de Café, palestrante credenciado pela Embrapa

Das 15h às 16h30, Vitrine Tecnológica, tema: Vetscore – Avaliação Corporal de Bovinos, palestrante credenciado pela Embrapa

Das 8h às 12h, Palestra, tema: Comercializar no Campo, palestrante credenciado pelo Sebrae

Das 14h às 18h, Palestra, tema: Controlar Meu Dinheiro no Campo, palestrante credenciado pelo Sebrae

PROGRAMAÇÃO DO ESPAÇO EMPRESARIAL INTERNACIONAL

Das 8h às 15h, Capacitação: Exportação Passo a Passo, consultora: Vânia Strepeckes, responsabilidade: Fiero/CIN

Das 16h às 17h, Desfile Indústria do Vestuário do Estado de Rondônia, organização: Sindicado das Indústrias do Vestuário do Estado de Rondônia (Sindivest-RO), apoiadores: Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Estado de Rondônia (Senai)

Das 17h30 às 18h, Momento Cultural.

DIA 28- sábado

7h30, Abertura dos portões;

Das 9h às 11h, Palestra, tema: Cacau como Fonte Geradora de Riquezas e Suas Perspectivas no Brasil e no Mundo, palestrante: Antônio Cesar Costa Zugaib, responsabilidade Ceplac

Das 11h15 às 12h, Palestra, tema: Mercado de Café Solúvel e Conilon a Importância no Brasil e no Mundo, palestrante: Élcio Martiniano, responsabilidade Emater/Associação Brasileira de Café Solúvel

Das 14h30 às 15h30, Palestra, tema: Veículo Aéreo não Tripulado e Suas Aplicações no Agronegócio, palestrante: Bruno Mielke de Mendonça, responsabilidade Visão Rural

Apresentações Diárias e Simultâneas

Das 9h às 18h, Oficina de Gastronomia e Filetagem de Pescado (Pirarucu/Tambaqui), palestrante credenciado pelo Sebrae

Das 14h às 18h, Caminho da Carne, palestrante credenciado pela Seagri

Das 14h às 18h, Caminho do Leite, palestrante credenciado pela Seagri/Emater

Das 14h às 18h, Caminho do Café, palestrante credenciado pela Seagri/Emater

Das 9h às 11h30, Vitrine de Processamento de Couro (Espaço Senar), tema: Fabricação de Produtos de Selaria (duas apresentações), palestrante credenciado pelo Senar

Das 9h às 10h, Vitrine Tecnológica, tema: Vetscore- Avaliação Corporal de Bovinos, palestrante credenciado pela Embrapa

Das 10h15 às 11h, Vitrine Tecnológica, tema: Régua de Manejo de Pastagem, palestrante credenciado pela Embrapa

PROGRAMAÇÃO DO ESPAÇO EMPRESARIAL INTERNACIONAL

Das 9h às 10h, Solenidade de agradecimento aos participantes

17h, Encerramento

 

Texto: Cleuber R Pereira
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Gastronomia regional será apresentada a visitantes da Rondônia Rural Show

A Superintendência Estadual de Turismo (Setur) apresentará na próxima semana os potenciais turísticos da região, além de dar ênfase à gastronomia do pirarucu na 5a edição da Rondônia Rural Show em Ji-Paraná. A maior feira de agronegócio da região Norte será aberta na próxima quarta-feira (25).

Em seu estande, a Setur oferecerá aos visitantes, com apoio do Conselho Empresarial de Turismo (Conetur), a degustação de pratos criados com o pirarucu, peixe típico da região Norte, que pode chegar até dois metros, patenteado pelo governo estadual como “Pirarucu da Amazônia”.

Além da gastronomia criada com o pirarucu, a superintendência também oferecerá iscas de carne de jacaré, ambos produtos do plano de manejo, com o intuito de incentivar a comercialização dos produtos fora do estado. Panfletos de divulgação do turismo local serão distribuídos aos visitantes, e expositores artesanais de Porto Velho também divulgarão seu trabalho.

O superintendente da Setur, Júlio Olivar, destaca que a feira é um evento de grande potencial para o polo turístico, pois movimenta toda cadeia turística da região, atraindo expositores e visitantes de todo o País. “Por se tratar de uma das maiores feiras de agronegócios do País, o momento é oportuno para divulgarmos todo potencial turístico, mostrando não só para os rondonienses como para todo País, através da mídia, a gama de opções para visitar e conhecer Rondônia”, enfatizou.

SOBRE A FEIRA

A Rondônia Rural Show é uma feira de tecnologia e oportunidade de negócios voltada ao setor agropecuário, realizada anualmente pelo governo do estado, sob a coordenação da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), no município de Ji-Paraná.

Texto: Marilza Rocha
Fotos: Giliane Perin
Secom – Governo de Rondônia