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Conab divulga preços de frutas e hortaliças

Pelo terceiro mês consecutivo, o mamão apresentou queda de dois dígitos percentuais em sete das oito centrais de abastecimento analisadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para composição do 8º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros, divulgado nesta terça-feira (22) em Brasília. No Rio de Janeiro, a queda chegou a 38,72{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no mês de julho.

Laranja e maçã também seguiram tendência de recuo nos preços, devido ao aumento na oferta dos produtos. A queda no preço da laranja só não foi maior por causa do período de intensificação na produção de suco. No caso da maçã a oferta cresceu na metade dos mercados analisados, o que fez os valores caírem em Belo Horizonte/MG, Campinas/SP, Vitória/ES, Curitiba/PR e no Distrito Federal.

Enquanto isso, a banana ficou mais cara em sete dos mercados analisados. As baixas temperaturas nas regiões Sul e Sudeste são responsáveis pela queda na produção da fruta.

Hortaliças – Batata, cebola e alface ficaram mais baratas. A queda nos preços se deve a menores variações de temperaturas. O frio e a chuva foram menos intensos, o que beneficiou a produção e a colheita das hortaliças. A cebola atingiu os preços mais baixos deste ano, caiu 41,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na Ceasa mineira. Tomate e cenoura também tiveram quedas, mas sofreram aumentos pontuais. Em Fortaleza, o tomate aumentou 3,65{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}; no Rio de Janeiro, a cenoura subiu 15,88{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}.

O estudo é realizado mensalmente pelo Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), executado pela Conab, por meio do levantamento feito junto aos mercados atacadistas integrados ao programa. Para análise do comportamento dos preços em julho foram considerados os principais entrepostos dos estados de SP, MG, RJ, ES, DF, CE e PR.

A íntegra do boletim pode ser acessada no site www.prohort.conab.gov.br ou emwww.ceasa.gov.br.

1786 pescadores artesanais tem seus registros suspensos em Rondônia

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu 186.106 registros de pescadores profissionais artesanais. A medida foi publicada no Diário Oficial da União. A decisão foi tomada porque os pescadores não fizeram a manutenção do registro, conforme prevê a legislação. No entanto, eles poderão voltar a obter o documento quando prestarem os esclarecimentos necessários.

A suspensão foi determinada pela portaria nº 11, de 21 de julho de 2016, assinada pelo secretário substituto de Aquicultura e Pesca, Marcio Candido Alves. Com a medida, o total de registros suspensos hoje é de 256.929. Anteriormente, o Mapa já havia adotado a mesma providência em relação a 70.823 pescadores profissionais artesanais.

Para regularizar a situação, aqueles que tiveram o registro suspenso deverão apresentar relatório de exercício da atividade na categoria de pescador profissional artesanal e cópia do Número de Inscrição do Trabalhador (NIT) inscrito como segurado.

Segundo a Secretaria de Aquicultura e Pesca, para a manutenção da licença de pescador profissional, o interessado deverá apresentar esses documentos com até 60 dias de antecedência da data de seu aniversário nas Superintendências Federais de Agricultura.

Veja aqui a relação com os nomes, por estado, dos pescadores profissionais artesanais que tiveram seus registros suspensos.

Mais informações à imprensa:
Assessoria de comunicação social
imprensa@agricultura.gov.br

Piscicultura de Rondônia atrai investidores

Empresários do setor de processamento e distribuição de pescado prospectam negócios em Rondônia com a ajuda do Sebrae. O objetivo é incentivar e criar alternativas de comercialização para os piscicultores do estado. Uma reunião com o Grupo Edifrigo foi realizada em Cacaulândia, na região do Vale do Jamari, município que se destaca pela produção de pirarucu, um dos peixes nobres da Amazônia.

d9b0e8be-125e-425a-88f8-b534c86b0511O empresário Edio Pozzer, dono de um frigorífico de processamento de pescado em Santarém (PA) e de uma distribuidora em São Bernardo/SP, disse que o peixe rondoniense é de excelente qualidade e que é necessário abrir mercado em outras regiões do país. “Os peixes da Amazônia ainda são pouco consumidos nas demais regiões brasileiras. É preciso que esse mercado cresça”, lembra o empresário.

Para o piscicultor Clóvis Argolo, a possibilidade de fazer negócios com mais parceiros comerciais é importante no processo de valorização do peixe produzido em Rondônia. “Com mais parceiros comerciais, o peixe não passa do tempo de abate e, com isso, não temos despesas extras”, explica.

O coordenador do projeto de piscicultura do Sebrae em Rondônia, o analista técnico Felipe Miguel Kreuz, explicou que a intermediação de rodadas de negócios de empresários do setor de processamento com piscicultores é necessária para criar canais de comercialização e valorizar a produção, principalmente dos pequenos produtores, que enfrentam dificuldade para realizar essa etapa do negócio em suas propriedades. “Estamos buscando alternativas para o sucesso dos piscicultores da região”, avalia.

Ao término da reunião, os produtores e os empresários trocaram experiências e contatos para futuras negociações. Para mais informações sobre as soluções do Sebrae em Rondônia para a piscicultura acesse sebrae.ro  ou ligue gratuitamente para o telefone 0800 570 0800.

Fonte: Assessoria Sebrae

Aberta temporada de pesca esportiva em Rondônia

Começou a temporada de pesca esportiva no estado, modalidade que atrai pescadores profissionais e amadores de várias regiões do País em busca dos mais diversificados tipos de peixes amazônicos. A pesca esportiva ocorre principalmente na região do Vale do Guaporé e no rio Machado, durante praticamente todo o segundo semestre do ano, variando conforme o volume das águas.

Campeonato de pesca no rio  Guaporé

Campeonato de pesca no rio Guaporé

O Guaporé é um dos rios mais preservados da América do Sul, e é conhecido por ser rico em diversidades naturais. Sua região apresenta, além da pesca esportiva, diversas atividades turísticas, como praias, trilhas, barco hotel e pousadas, guias de pesca e barqueiros, que recebem milhares de turistas todos os anos, em localidades paradisíacas, como o Cabixi, Pimenteiras do Oeste, Porto Rolim (distrito de Alta Floresta d’Oeste), São Francisco, São Miguel e Costa Marques, proporcionando momentos inesquecíveis aos visitantes.

Conhecida como pantanal rondoniense, na região os pescadores encontram peixes como o cachara, pirarara, tucunaré, tambaqui, curvina, apapa, caparari, entre outros.

O superintendente estadual de de Turismo, Júlio Olivar, explicou que o estado é o quinto destino da pesca esportiva em todo o País, e atrai turistas principalmente do Sudeste e do Sul do Brasil, além de grupos de estrangeiros. “A pesca esportiva, modalidade em que o peixe é devolvido ao rio, ganhou amplo espaço na cadeia turística atraindo não somente homens para a prática do esporte, mas também famílias inteiras que chegam ao estado em busca deste atrativo”, destacou.

IATE NO GUAPORÉ

Uma das novidades no vale que é considerado santuário ecológico, é o Iate Mangaba. O proprietário, José Luiz, explicou que a embarcação está ancorada no Porto Rolim e oferece camarotes com todo conforto, e o turista pode apreciar a gastronomia e admirar as belezas únicas do Guaporé na fronteira com o Parque Nacional Noel Kempl Mercado, o maior da Bolívia.

Texto: Taciana Guzman
Fotos: Lucas Ferreira/ Marcio Araújo
Secom – Governo de Rondônia

Saca de 60 quilos de milho aumentou 21,68{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em Rondônia

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou no Diário Oficial da União, os novos preços mínimos das culturas de verão, que passam a vigorar nesta safra 2016/2017. As culturas fazem parte da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) – instrumento de comercialização de apoio à renda do produtor rural. Quando a cotação de mercado está abaixo do preço mínimo, o governo federal atua para amparar o agricultor.

“Esses aumentos nos preços mínimos, notadamente, milho, arroz e feijão, são muito importantes, não só para estimular o produtor como também para a possibilidade de recomposição dos estoques do governo federal, que hoje estão em níveis baixos”, disse o secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller

O preço mínimo do milho teve alta de 21,68{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, passando R$ 13,56 para R$ 16,50 a saca de 60 quilos nos estados de Mato Grosso e Rondônia. Outro destaque foi o arroz longo fino em casca para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que saiu de R$ 29,67 para R$ 34,97 a saca de 50 quilos, um aumento de 17,86{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}.

O algodão em pluma aumentou 8,93{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, saindo de R$ 54,90 para R$ 59,80/15 quilos. Já o feijão em cores foi reajustado em 8,46{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, passando de R$ 78 para R$ 84,60/60 quilos.

Os novos valores foram fixados pela Conselho Monetário Nacional (CMN) em sua última reunião, no dia 30 de junho.

Produtos regionais e extrativos

A publicação do Diário Oficial da União também traz os preços mínimos dos produtos regionais, como o alho, borracha natural cultivada, cacau cultivada, carnaúba, castanha de caju, casulo de seda, guaraná, laranja, leite, mamona e sisal.

Foram reajustados ainda os valores dos produtos extrativos, entre eles, açaí, andiroba, babaçu, baru, borracha natural, cacau, carnaúba, castanha do Brasil, juçara, macaúba, mangaba, pequi, piaçava, pinhão e umbu.

As sementes das culturas da safra 2017 também foram atualizadas.

Confira aqui a portaria 123 com os preços mínimos.

Mais informações à imprensa:
Assessoria de comunicação social
Inez De Podestà

Evolução Genética: grandes mudanças, novos desafios

CASCAVEL/PR - 14-02-2011 - Gado Leiteiro - Ordenha e criação de gado leiteiro no maior produtor do Paraná . - Foto Jonas Oliveira

Diariamente convivemos com mudanças, recebemos novas informações e isso nos deixa mais atentos às constantes transformações. Segundo palestras do famoso antropólogo professor Marins, nos próximos cinco anos ocorrerão mais mudanças do que nos últimos 25. A princípio, pensamos: isso é impossível. Mas quando percebemos o que realmente está acontecendo a nossa volta, vemos que é sim, totalmente possível.

Na área da genética de bovinos leiteiros não poderia ser diferente. Muito pelo contrário: a cada dia recebemos mais informações que deverão ser processadas e utilizadas como ferramentas de trabalho, dentro de um programa de melhoramento genético.

Há alguns anos éramos acostumados a ver um touro no topo da lista do TPI (índice de seleção que possui pesos de importância relacionados com um mercado de leite típico dos Estados Unidos), por consecutivas mudanças de provas. A velocidade do melhoramento era muito menor, não tínhamos a tecnologia genômica. Hoje, o dinamismo com que surgem novos e melhores touros é incrível. A intensidade de seleção é cada vez mais forte e o intervalo entre gerações cada vez menor. Os touros permaneciam por muitos anos, até mais de décadas, sendo utilizados como reprodutores. Isso aconteceu com grandes touros da história como Arlinda Chief, Tradition, Chief Mark, Blackstar, entre outros.

Por mais estranho que pareça, a era Genômica e toda essa atual aceleração, causam certa frustação em muitos técnicos ainda acostumados com a maneira antiga. A falta de conhecimento de novos pedigrees e as constantes mudanças nos rankings dos touros causam essas decepções. Daí a necessidade de atualizarmos os conceitos e identificarmos quais realmente são importantes. Precisamos estar abertos as mudanças e preparados para sair da nossa zona de conforto.

Na Alta Brasil, por exemplo, temos seis técnicos que foram membros oficiais do Colégio Brasileiro de Classificadores da Raça Holandesa. Estes profissionais são de um tempo em que a classificação linear de vacas tinha uma importância muito maior. Atualmente, longe de desprezar o passado, mas vivendo com as possibilidades do presente e tentando enxergar o futuro, todos estes técnicos entendem que novas e poderosas ferramentas surgiram e, sem exceção, todos se atualizaram o bastante, a ponto de assimilarem estes novos conhecimentos, colocando-os em prática nas suas recomendações diárias.

Vale lembrar que as avaliações lineares foram e ainda são fundamentais no estabelecimento da população-base para a validação dos marcadores moleculares. Na verdade, há um consenso de que as coisas estão se tornando mais transparentes e, para quem acredita e utiliza estas novas ferramentas, não há dúvida de que podemos, a cada dia, promover um melhoramento genético muito maior nos rebanhos leiteiros. É o que o quadro técnico da Alta tem feito. Melhor para todos os envolvidos: técnicos e clientes produtores.

Por muitos anos foram atribuídas à longevidade de vacas as características de tipo, principalmente sistema mamário e pernas/pés. Na verdade, oficialmente, não tínhamos nas provas informações como as atuais, de características extremamente correlacionadas à longevidade de vacas, como Vida Produtiva (PL), Taxa de Fertilidade de Filhas (DPR), Habilidade de Parto (CA), dentre outras. A característica PL, por exemplo, foi incluída nas provas de touros somente em julho de 1994. Além disso, são características de alta correlação com fatores financeiros.

Com isso, fica claro que a cada dia temos mais informações a serem consideradas em um programa de melhoramento genético e que devemos estar atentos a todas elas. Na verdade, com a acurácia que temos nas provas de touros, podemos moldar a vaca que estaremos ordenhando no futuro. Nós podemos escolher o caminho a ser seguido.

Todas as tendências e mudanças citadas transformam-se em grandes desafios para os técnicos. O objetivo é justamente colocar em prática todo este conjunto de informações, que é a prova de um touro, de modo a contemplar os objetivos do criador.

Como essas informações poderão ser utilizadas aqui no Brasil? As necessidades dos produtores brasileiros são as mesmas? Deverão seguir as mesmas tendências? É para dar respostas que a Alta atende de forma diferenciada os seus clientes, preocupando-se em elaborar planos genéticos específicos. Não basta apenas conhecer provas de touros; é preciso saber usá-las. Além disso, é importante conhecer muito bem a propriedade que atendemos e, principalmente, os objetivos dos proprietários. Muitos deles não possuem sequer objetivos pré-estabelecidos. Muitos escolhem touros que não contemplam seus objetivos ou, até mesmo, que sejam totalmente contrários ao que ele quer ou diz que quer. Produtores vizinhos podem ter objetivos diferentes e, por isso, não há uma regra geral na construção de planos genéticos.

Temos que usar todas as informações possíveis e torná-las condizentes com os objetivos traçados. Com certeza, fazer com que os animais produzam mais e pelo maior tempo possível, deverá ser o principal objetivo por todo o mundo. É o que Alta pensa e faz. E você, pecuarista?

Por Ricardo Bertola, Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), Especialista em Produção de Gado de Leite pela Recursos Humanos no Agronegócio (Rehagro), Consultor Técnico da Alta

Viveiristas vão faturar R$ 4,2 milhões com venda de mudas de café clonal em Rondônia

Repetindo a recente experiência da compra de mudas do café clonal diretamente dos produtores, o Governo de Rondônia prepara uma nova etapa para aquisição de 3 milhões de mudas que vai incrementar a economia das propriedades de viveiros dos municípios de Alto Alegre dos Parecis e de Alta Floresta do Oeste em cerca de R$ 4,2 milhões.

De acordo com Anithoan Figueiredo, gerente de Agricultura da Secretaria de Agricultura (Seagri), está marcado para os dias 21 e 22, com apoio do Serviço de Apoio às Micros e  Pequenas Empresas (Seabrae),  a nova etapa de treinamento para os viveiristas da região sobre o procedimento de compra, com orientação sobre pregão eletrônico e presencial, de modo que todos sejam capacitados para participar do certame licitatório, sem a presença de terceiros (atravessador).

Aliás, segundo o titular da Seagri, Evandro Padovani, o objetivo do Governo com a aquisição direta é exatamente de incentivar os viveiristas a participarem do processo, evitando a entrada dos atravessadores, fato que traz prejuízos tanto para o Governo quanto para os produtores, tendo em vista que aumenta os custos da aquisição em quase 50{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Na última compra do Estado (março) a muda do café clonal adquirida diretamente dos viveiristas saiu a R$ 1,40, enquanto que na compra feita de terceiros o custo da muda seria de R$ 2,40.

Para Padovani, esta situação é ruim para todos, com exceção do atravessador. O Governo paga mais caro pela muda e o produtor (viveiristas) perde muito com a venda para terceiro, diminuindo sua margem de lucro e a oferta de emprego no campo, entre outros benefícios. Num cálculo estimado, as 3 milhões de mudas adquiridas diretamente dos viveiristas custarão ao Governo cerca de R$ 4,2 milhões, enquanto que por essa mesma quantidade de mudas adquirida dos atravessadores o Governo pagaria R$ 7,2 milhões.

TREINANDO OS VIVEIRISTAS

O gerente de Agricultura da Seagri informou que o órgão realizou o primeiro treinamento para viveiristas em março na cidade de Cacoal, com o apoio e orientação técnica de Rogério Pereira Santana, pregoeiro da Superintendência Estadual de Licitações (Supel), que resultou na formalização de três processos, e na consequente compra das primeiras 505 mil mudas de café clonal que renderam aos viveiristas dos municípios de Alto Paraíso (75 mil), Parecis (60 mil) e Ministro Andreazza (370 mil mudas), um total de R$ 707 mil.

O secretário Padovani, por seu turno, disse que a orientação do governado Confúcio Moura é possibilitar os meio possíveis para que os produtores rurais de modo geral tenham oportunidades, e que por meio delas possam gerar riqueza e emprego no campo. No caso da compra das mudas ele foi taxativo: “Se o Governo pode comprar mais barato porque comprar mais caro?”, indagou, ponderando que esta é uma medida de alcance, boa para quem compra e melhor para quem produz (viveiristas).

Texto: Cleuber R Pereira
Fotos: Dhiony Costa e Silva
Secom – Governo de Rondônia

Exposições agropecuárias movimentam turismo de Rondônia

Tradicionais no estado, as feiras agropecuárias atraem público de todo o Brasil para conferir as festas que contam com rodeios, shows, exposição e comercialização de animais e máquinas, além da divulgação da gastronomia rondoniense.

Para mostrar todo potencial do agronegócio de Rondônia, que é destaque no restante do País, com a produção de soja, pecuária e piscicultura, os representantes do setor público e iniciativa privada realizam as feiras agropecuárias, que todos os anos, além de movimentar a economia com visitantes do próprio estado, atraem também um público de outras regiões.

As exposições agropecuárias constituem o maior circuito de negócios e oportunidades para o turismo no interior do estado, com destaque para as tradicionais feiras em Vilhena, Ji-Paraná, Cacoal e Ariquemes, que recebem público, conjunto, verdadeiras multidões todos os anos, das próprias cidades e turistas, movimentando toda a cadeia produtiva do setor. As feiras agropecuárias são, ao mesmo tempo, uma oferta de turismo de negócios, turismo rural e cultural, favorecendo principalmente a modalidade de “turismo doméstico” (em que visitantes do próprio estado constituem o público principal).

Para facilitar os preparativos, a Superintendência Estadual de Turismo (Setur) disponibilizou a data de algumas dessas exposições, confira:

A 31ª edição da Expovil, que acontece no Parque de Exposições em Vilhena, acontece desta quarta-feira (6)  e segue até domingo (10). Serão cinco noites de festa, com quatro shows, além de prêmios, rodeio profissional, montaria em touros, prova de laço, prova de tambor e várias outras atrações.

Em Ji Paraná, a programação da 37ª Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial (Expojipa) inicia no próximo sábado (9) e segue até o dia 17, com shows, rodeios, leilões, palestras, sorteio de prêmios e workshop.

Em Ariquemes, a Associação dos Pecuaristas do município estima receber mais de 250 mil visitantes a partir do dia 23 de a 31 deste mês. A Exporari é tida como a maior exposição agropecuária do Norte do Brasil. Além da programação cultural (que inclui shows e rodeios), o objetivo é atrair investidores do agronegócio de todo País, além de expor as últimas novidades do setor rural.

De 10 a 14 de agosto acontecerá 18ª Expoac, a Exposição de Cacoal, com shows, rodeios e leilões. Além da pecuária, Cacoal é o grande destaque em Rondônia na produção de café. A cidade oferece uma excelente estrutura receptiva para o turismo e a Expoac contribui para solidar a boa imagem da cidade.

Já em Porto Velho, acontecerá de 24 a 28 de agosto a 2ª edição da PortoAgro. Outras feiras, em cidades como Rolim de Moura, Pimenta Bueno, Colorado d’Oeste, formam um circuito turístico importante para Rondônia, que segue até o mês de outubro.

Texto: Taciana Guzman
Secom – Governo de Rondônia

El Bandoleiro é o touro mais valorizado da raça Senepol

Touro foi vendido por R$ 250 mil 

A Alta tem o touro mais valorizado da raça Senepol: o El Bandoleiro. A venda ocorreu durante o 1º Leilão Procura-se Genética Senepol realizado em Uberlândia/MG. O animal que vem da seleção Tufubarina, se destaca pela extrema beleza racial e foi considerado o melhor touro do rebanho na safra de 2011.

Durante o evento, os três promotores Tufubarina Senepol, WV Senepol e Senepol 3G juntamente com os convidados ofertaram ao mercado 32 lotes entre embriões, prenhezes, doadoras e mais a comercialização de 50{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do touro, El Bandoleiro, de propriedade da Fazenda Tufubarina e grande ênfase da bateria Alta.

“O Bandoleiro foi o melhor dentro do Alta Performance Tufubarina 2012. Logo após foi contratado pela Alta e de lá pra cá vem trilhando um caminho de sucesso, tanto no PO quanto no cruzamento, com bezerros muito superiores do que a média dos lotes contemporâneos”, diz Gustavo Rezende, proprietário da Fazenda Tufubarina.

Em um evento paralelo dentro do leilão, o touro foi disputado lance a lance e na batida final do martelo, Rodrigo Vieira de Matos, do Senepol S97, da cidade de Santa Helena do Goiás, se tornou o novo sócio de El Bandoleiro. “Antes de conhecer a raça fiz muita pesquisa sobre o Senepol e hoje tenho certeza do real valor dessa raça para pecuária brasileira. Entrei para o mundo do Senepol pelas mãos da Tufubarina e o El Bandoleiro passa a ser um símbolo desse meu agradecimento, principalmente com a chancela da Alta”, diz Rodrigo. El Bandoleiro teve 50{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de suas cotas comercializadas por 36 parcelas de R$ 3.500 reais, sendo avaliado em mais de R$ 250 mil reais.

Para Miguel Abdalla, Gerente de Produto Corte taurino da Alta, trata-se de um dos melhores touros Senepol já produzidos no Brasil. “Seus ascendentes são todos touros renomados para potencial de crescimento dentro da raça Senepol. El Bandoleiro alia em seu pedigree nomes da raça Senepol mundial como: Sol 31, Redeener, Hércules 5480 e Profit”, finaliza.

Tatiana Freitas
Consultora de Comunicação
19 2136-3516 | 19 99782-7491
Rua Umbu, 265 – Alphaville Empresarial
Campinas/SP | CEP.: 13098-325

Concurso que vai premiar a qualidade do café recebe inscrições de produtores de quase todo o estado

Ao todo 173 produtores de café de todo o estado vão participar do concurso de qualidade e sustentabilidade do café de Rondônia, a partir de agora técnicos da Emater irão analisar as condições físicas das amostras inscritas, as que forem aprovadas serão catalogadas, e seguem para a próxima etapa do concurso.

IMG-20160706-WA0007Segundo Rafael Cidade responsável técnico da área vegetal da Emater, essa etapa será bastante rigorosa ” temos que escolher as melhores das melhores, já que o café é um dos produtos agrícolas cujo processamento requer especial atenção, a fim de manter preservadas as suas qualidades, e nesse concurso a qualidade é o foco principal” disse Rafael.

As amostras classificadas também serão avaliadas quanto à Sustentabilidade das propriedades rurais e suas Boas Práticas de Produção. Os cafés ainda passarão pelo crivo de degustadores profissionais, que vão avaliar também o aspecto físico, quantidade e defeitos, homogeneidade de cor e tamanho (tipo) e sabor (bebida) que possuem, seguindo normas nacionais, conhecida como Classificação Oficial Brasileira (COB).

A primeira etapa classificatória acontece no dia 18 de agosto na região de Cacoal, onde serão escolhidos os 10 primeiros finalistas. A segunda etapa ira ser realizada em Porto Velho durante a Portoagro, onde se classificam mais 10 produtores,e os últimos 10 finalistas serão conhecidos na etapa de Machadinho do Oeste no dia 26 de Agosto.

cafeDas trinta amostras classificadas , vinte serão selecionadas e vão para a final . A grande final será realizada no dia 19 de setembro, onde serão conhecidos os três melhores cafés do Estado. Além da premiação em dinheiro, os produtores vencedores vão ganhar também equipamentos, e viagem para conhecer a feira internacional do café em Minas Gerais, o campeão terá ainda a oportunidade de conhecer as instalações da fabrica da Nestlé.

” o mais importante não é a premiação, e sim, a valorização dos nossos produtores, a qualidade do nosso café, poder mostrar para o mundo que hoje o estado voltou a ser um grande produtor de café, e o que é mais importante, um café com qualidade e sustentabilidade” enfatizou Rafael.

Por: Rondorural.com