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ACRIPAR presente na Reunião da Câmara Nacional da Produção e Indústria de Pescado

A preocupação com a defesa dos peixes amazônicos, em especial o Tambaqui, e a busca por melhores condições de produção levaram a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar) a ocupar uma cadeira na Câmara Setorial da Produção e Indústria de Pescado do Ministério da Agricultura (MAPA).

O vice-presidente da ACRIPAR, Edson Sápiras, participou da reunião, realizada nesta terça-feira em Brasília, que discutiu a liberação de unidades frigoríficas para a exportação do pescado para a Europa; e discutiu os métodos de condenação de peixes congelados, com apresentação de casos ocorridos onde produtos saudáveis foram condenados.

Sápiras enfatizou a importância da participação da ACRIPAR na Câmara Nacional da Produção e Indústria de Pescado. “A ACRIPAR dá a sua parcela de contribuição para o mercado nacional do peixe e ao mesmo tempo levanta a bandeira do peixe de cultivo em Rondônia, como uma carne saudável e saborosa, com isso abrindo novos mercados e protegendo os nossos produtores”, destaca.

Com a participação em eventos nacionais, a ACRIPAR se consolida como uma das instituições com alto potencial de resolutividade de demandas, seja na produção ou comercialização do pescado de Rondônia.

 

Fonte: ACIA – Ariquemes

Período do defeso tem início hoje dia 15 de novembro em Rondônia

Resultado de reuniões da Câmara Técnica de Ordenamento Pesqueiro, a portaria nº 388/SEDAM/2018 determina as condições do defeso durante o período de 15 de novembro do corrente ano a 15 de março do ano subsequente, com exceção das espécies tambaqui e pirarucu que possuem normativa própria.

De acordo com a analista ambiental Letícia Matias, os apontamentos foram feitos baseados principalmente na Portaria IBAMA n.º 048 de 05 de Novembro de 2007, que estabelece as principais normas de pesca para este período de reprodução natural dos peixes na Bacia hidrográfica do Rio Amazonas.

Fica permitida a pesca profissional/artesanal e amadora esportiva na categoria pesque e solte, exclusivamente na calha da bacia do rio Madeira, respeitadas às áreas de segurança a montantes e a jusante das Usinas Hidrelétricas; e que no restante do Estado fica totalmente fechada, “a calha do Rio Jamari, permitida em anos anteriores, fica proibida”, ressaltou a analista.

No trecho permitido, fica terminantemente proibida a captura de pescada (Plagioscion squamosissimus), surubim (Pseudoplatystoma fasciatum), caparari (Pseudoplatystoma tigrinum) pirapitinga (Piaractus brachypomus) e jatuarana (Brycon spp). As espécies dourada (Brachyplatystoma rousseauxii) e filhote (Brachyplatystoma filamentosum) só poderão ser capturadas com tamanho superior a 65 cm, medido sem cabeça.

Ficou estipulado a cota de captura de 300 kg para o pescador profissional/artesanal, que poderá utilizar apetrechos como malhadeiras com malha superior ao n°10, linha de mão ou vara, linha e anzol. Já o pescador amador, poderá pescar na modalidade pesque e solte, apenas com apetrechos como linha de mão ou vara, linha e anzol. O pescado capturado nesta modalidade deve ser consumido exclusivamente no local, sendo vedado seu transporte e comercialização.

O analista ambiental  Cleber do Amaral explica ainda que para comercialização de produtos pesqueiros de espécies proibidas procedentes de rios, o responsável deverá apresentar a declaração de estoque pesqueiro junto a Sedam até o dia 25 de novembro.

Já no período de defeso, só será permitida a comercialização de produtos pesqueiros de espécies proibidas, se procedentes de aquicultores devidamente licenciados pelo órgão ambiental estadual, e obedecendo a Instrução Normativa Nº. 04, de 30 de maio de 2.014, emitida pelo órgão competente.

Fonte
Texto: SEDAM
Fotos: Admilson Knightz
Secom – Governo de Rondônia

Agricultores são beneficiados com a construção de tanques de peixes

A piscicultura se destaca a cada ano e conquista cada vez mais adeptos, e não é à toa, Rondônia por exemplo já é o segundo maior produtor de peixes do país, com uma produção de mais de 74 mil toneladas de peixes.O crescimento da piscicultura atraiu o agricultor Nilton Neves, que há 8 anos resolveu investir no ramo, mas sem deixar de seguir com a produção de frangos e gados. 

“A oportunidade que tiver de trabalhar na agricultura familiar com a piscicultura através do tanque escavado, que é oferecido através do programa Mais Peixe da Subsecretaria de Agricultura de Porto Velho, eu consegui intensificar a criação de peixes para ter mais uma opção de renda dentro da comunidade Rio das Garças”. Disse Nilton.

O programa citado pelo produtor é o ”Mais Peixes ” criado pela prefeitura de Porto Velho para ajudar na construção dos tanques escavados. O Nilton começou com 4 tanques, e após entrar no programa, aumentou a produção. 

O produtor tem hoje ao todo 10 tanques com uma produção de 8 mil peixes. Ele cria 7 tipos de espécies como Jatuarana, Piau, Tambatinga, Pintado e a menina dos olhos de ouro como produtor chama, que neste caso é o Tambaqui. 

‘Eu espero que na Semana Santa de 2019, eu possa vender 10 toneladas do meu pescado”. Comentou Nilton.

Ao todo o Programa Mais Peixe já beneficiou cerca de 70 produtores e de acordo com o subsecretário Municipal de Agricultura e Abastecimento, Francisco Evaldo de Lima cada produtor tem direito a 3 tanques escavados. “Hoje nós temos três escavadeiras hidráulicas, trabalhando nas escavações de tanques de peixes, e esse programa Mais peixes foi criado para atender a demanda da agricultura familiar”, Falou Evaldo. Evaldo disse ainda que para participar do programa é simples, “O agricultor precisa estar devidamente cadastrado em um Associação ter a documentação do lote, do CAR e Adapi e fazer o licenciamento ambiental, depois procurar a Semagric e entrar na programação”.

 

Por Rondorural

Pescadores rondonienses capturam peixe de 112 quilos no rio Machado

Um grupo de pescadores pegou com anzol um jaú com 112 quilos. O peixe foi pescado na noite do último sábado (03) nas águas do rio Machado nas proximidades da balsa entre a cidade de Machadinho do Oeste e o distrito de Guatá. Segundo eles, quase viraram o barco que estavam para conseguir colocá-lo dentro.

O jaú pego pelos jaruenses está entre os maiores já pescado no Brasil. O grupo de pescadores teve muito trabalho para transportar o peixe gigante para Jaru e ficou muito feliz com o feito.

Fonte: Rondoniaovivo

 

Eleição de Jair Bolsonaro significa uma virada de página na política brasileira e o agro pode se beneficiar dessa mudança

Diante da eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para a presidência da República, o consultor e professor de MBA da FGV AGRO, Xico Graziano, conversou com o Notícias Agrícolas nesta segunda-feira (29) para ajudar a traçar o cenário que se desenha a partir de então.

Para Graziano, a eleição de Bolsonaro representa uma virada na política brasileira, atacando o sistema tradicional. Entretanto, o candidato eleito deverá enfrentar dificuldades, uma vez que o país continua em crise. Por enquanto, há muitas incertezas dentro deste desenho.

Embora a oposição venha forte, o consultor aponta que Bolsonaro possui viabilidade eleitoral, uma vez que os seus articuladores políticos já são maioria no Congresso. Isso será fundamental para que as suas propostas tenham viabilidade.

Ele também acredita que essa eleição rompe com o modelo partidário vigente até então. Para Graziano, as democracias contemporâneas possuem um número menor de partidos.

Quanto ao agronegócio, ele destaca que os agricultores modernos do Brasil esperam que o Governo não atrapalhe. Contudo, ele destaca que algumas medidas como a definição de marcos regulatórios, a segurança no campo e a logística devem ser priorizadas.

Fonte: Notícias Agrícolas

Administração Hildon já construiu mais de 200 tanques de peixes

Desde o início da gestão do prefeito Hildon Chaves, a Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric) já escavou, por meio do “Programa Mais Peixe”, 208 tanques para atender pequenos produtores rurais que desejam ampliar e diversificar suas produções.

De acordo com o subsecretário Francisco Evaldo de Lima, o prefeito tem priorizado os investimentos na área rural como forma de garantir melhor qualidade de vida aos produtores rurais e, dessa forma, mantê-lo no campo.

“Estamos trabalhando para dar incentivo a agricultura familiar para que o produtor trabalhe com entusiasmo, e os tanques de piscicultura são uma forma de aumentar a sua renda”, comentou subsecretário.

O Mais Peixe já atendeu cerca de 69 produtores nas comunidades São Domingo, Santos Expedito, Santa Rita, Terra Santa, setor Chacareiro e na linha 66 no km 12, localizados no entorno da cidade de Porto Velho, e ainda nos distritos de Nova Califórnia, Extrema, Jaci Paraná e Nova Mutum.

Para o subsecretário de Agricultura, Francisco Evaldo, é importante que os produtores tenham outras fontes de renda, utilizando os recursos que já possuem. “Dando incentivos como esse, a produção de peixes aumentará em nosso Município, desenvolvendo cada vez mais nossa piscicultura, que ainda tem muito a evoluir”, observou.

 

A produtora rural Maria Auxiliadora, que mora na linha 7 da comunidade Terra Santa, está investindo em tanques de piscicultura. Para ela, o apoio que o prefeito Chaves vem dando aos produtores rurais é muito importante, “só assim conseguiremos melhorar nossa renda”.

      

       

Comdecom

PISCICULTURA EM RESERVATÓRIO TEM POUCA INFLUÊNCIA NAS EMISSÕES DE METANO

A ciência avança com base no conhecimento adquirido em estudos prévios. Para justificar a regra, um recente artigo publicado pela Embrapa demonstrou importantes conclusões acerca da piscicultura intensiva e as mudanças climáticas.

As emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) provenientes do setor agropecuário é hoje um grande tema em discussão, despertando no meio científico a necessidade de se conhecer práticas produtivas que sejam menos impactantes. A aquicultura não foge à regra e deve se dedicar a compreender como contribui no processo de mitigação das suas contribuições e como se encaixa dentre as demais cadeias produtivas.
O recente estudo publicado pela Embrapa em parceria com pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) revelou que atividades de produção de peixes em tanques rede no Reservatório de Furnas tem um impacto menor ao que se previa na influência de emissão de metano.

O estudo de caso mostrou que as emissões de CH4 são mais influenciadas pelas características dos reservatórios do que propriamente aquelas derivadas diretamente do sistema de produção de peixes. O principal impacto na emissão de metano foi associado mais especificamente à seca extrema, devido à redução da área alagada, que na região avaliada ocorre principalmente de julho a novembro, em conseqüência da estação seca e de crises recorrentes de água em períodos de estiagem.

Esse foi um fator importante para que os cientistas concluíssem que áreas de reservatório com padrões muito distintos de variações de profundidade ao longo do ano devem ser evitadas na escolha de áreas favoráveis para atividades de piscicultura.

Os pesquisadores também concluíram que para considerar a abordagem da aquicultura e sua influência sobre as mudanças climáticas, há necessidade da continuidade das pesquisas, uma vez que a busca por respostas convive com a ampla diversidade do sistema de produção aquícola e ainda com as distintas características biogeoquímicas dos reservatórios tropicais.

As amostras foram obtidas no período de agosto de 2013 a novembro de 2014, em uma área de controle sem produção de peixes e com áreas com piscicultura que variaram no seu volume de produção e foram realizadas no âmbito do Projeto Furnas e com continuídade no Projeto BRS-Aqua.

O estudo também teve apoio e acompanhamento da Secretaria Especial da Aquicultura e da Pesca da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Ineditismo do estudo traz informações vitais à cadeia

Conforme explicou um dos autores, o bolsista de DTI-A do CNPq, vinculado ao projeto BRS Aqua, Marcelo Gomes da Silva o estudo é inédito no Brasil e de grande importância para o entendimento do real impacto da criação de peixes em tanques rede. “Atividades agropecuárias como a bovinocultura tem sido muito cobrada devido à alta emissão de GEE. As informações sobre as emissões de GEE associadas à cadeia produtiva de peixes ainda são escassas e não permitem comparação com as principais cadeias produtivas de proteínas animais“.

Gomes ressalta ainda que a quantificação da emissão de metano obtidas neste estudo demonstram que fatores ambientais podem influenciar nas emissões de CH4 da criação de peixes em tanques rede.

Já a pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, Fernanda Sampaio, também autora do artigo e responsável na Embrapa pela articulação institucional de parceiros para a Rede Nacional de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Aquicultura em Águas da União aponta que os dados obtidos são o início de uma série de levantamentos que ocorrerão nos diversos ambientes de produção, incluindo áreas marinhas com a malacocultura.

Ainda segundo ela, “os dados publicados já demostram a necessidade de conhecermos mais a fundo a dinâmica dos GEE na piscicultura em tanques rede e a possibilidade da aquicultura se apresentar como alternativa de produção de carnes com baixa emissão de carbono. Permitindo ainda que a aquicultura se inclua na Política Nacional sobre Mudança do Clima”

Para a chefe adjunta de Transferência de Tecnologia da Embrapa Meio Ambiente, Ana Paula Packer, “a mínima influência da piscicultura em tanques rede é o ponto de partida de uma sequência de estudos que terão como objetivo mensurar a pegada de carbono da produção de proteína de peixe no Brasil. “ Para isso, é necessário o mapeamento das emissões de GEE, em função dos diferentes reservatórios existentes no país.”

 Fonte: Marcos Vicente (MTb 19.027/MG) Embrapa Meio Ambiente

Maior feira de negócios e tecnologias rurais de Porto Velho inicia nesta quinta-feira

Será nesta quinta-feira (30), às 9h da manhã, a solenidade que abre oficialmente a 3ª Feira de Negócios e Tecnologias Rurais Sustentáveis em Porto Velho, a Portoagro. Segundo o prefeito Hildon Chaves, em três dias, o evento deve movimentar mais de R$ 100 milhões em créditos para o setor primário da capital e dos municípios vizinhos.

O evento acontece, de 30 de agosto a 1º de setembro, no espaço ao lado da Embrapa, no km 5,5 da BR-364, sentido Cuiabá. “A Portoagro é uma grande feira de transferência de negócio e tecnologia”, salienta Hildon Chaves, acrescentando que a expectativa é que 20 mil pessoas visitem os stands nos três dias de evento. “São clientes em potencial, uma vez que a feira deve atrair produtores rurais interessados em fomentar o negócio no qual atua”, salienta.

Para estimular projetos e potencializar os negócios durante a feira, as entidades financeiras Basa, Banco de Brasil, Caixa Econômica e Sicoob realizaram encontros com diversos produtores nas regiões de Itapuã do Oeste, Candeias do Jamari e nos distritos de Porto Velho. “Esses encontros resultaram na contratação de créditos pré-aprovados para negócios que serão assinados durante a feira”, acrescentou.

Um dos destaques do evento é o programa Pró-Genética, que é voltado ao melhoramento do rebanho, contribuindo para o aumento da produção sustentável de carne e leite de origem bovina. Destaque também para as tecnologias voltadas para a criação de peixe e para melhoria da qualidade da água. “Haverá ainda a ‘Primeira Jornada agrotecnológica’, que é voltada a acadêmicos concluintes dos cursos de graduação em Veterinária, Agronomia, Zootecnia e Técnico Agropecuário”, salientou Hildon Chaves.

Comdecom

Prefeitura manterá estande para dar orientação técnica aos produtores de peixes na 3ª Portoagro

Em pouco mais de um ano da gestão Hildon Chaves, a Prefeitura de Porto Velho, através do programa “Mais Peixe”, já construiu cerca de 200 tanques para atender produtores das áreas rurais de Porto Velho e dos distritos de Jaci-Paraná, Nova Califórnia e Extrema.

A fim de ampliar o programa e fortalecer a piscicultura na capital, a Semagric (Subsecretaria Municipal de Agricultura) manterá estandes na 3ª edição da Feira de Negócios e Tecnologias Rurais Sustentáveis (Portoagro), que acontece de 29 de agosto a 1º de setembro, para oferecer orientação técnica sobre a criação de peixes.

Em parceria com a Emater e com a Sema (Subsecretária Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), a Semagric oferecerá apoio aos investidores da agricultura familiar que buscam ampliar seus ganhos por meio da piscicultura. “Objetivo é fortalecer o mercado e expandir o setor”, explicou o subsecretário da Semagric, Francisco Evaldo de Lima.

Além de orientar o produtor sobre os processos burocráticos para ter acesso a incentivos financeiros e apoio logístico na construção dos tanques, a Semagric construirá dois pequenos tanques para que, ao visitar o local, o produtor conheça de perto o funcionamento desse tipo de cultura, com acompanhamento de profissionais especializados.

       

       

       

Comdecom

Peixe e praia, atrações de Jaci-Paraná

Porto Velho conta com estrutura receptiva, em especial no distrito de Jaci-Paraná, com hospitalidade reconhecida por empresários que se deslocam de seus estados para pescar nos rios Jaci e Madeira. NO dia 1º de setembro acontecerá o Festival de Praia e no dia 2 o Festival da Pesca. Para preparação dos eventos, nessa terça-feira (7) aconteceu uma importante reunião no Hotel Flutuante Jaci, na qual o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em Rondônia, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio) e a prefeitura avaliaram as condições de logística com os empresários locais e o administrador do distrito, Sr. Nilton Barbosa da Rosa.

A reunião teve a apresentação de propostas pela consultora executiva da Fecomércio, Cileide de Macedo. Cileide recomendou realizar um mutirão, com professores e alunos, para organizar a coleta seletiva de lixo. Pediu apoio da administração para a retirada do lixo que se encontra espalhado pelas ruas com as máquinas disponíveis, ao que o administrador, Nilton, assentiu, colocando-se à disposição. Nessa oportunidade, ele manifestou sua preocupação com a área de proteção ambiental (APP) que atualmente está sendo utilizada como depósito de detritos. A consultora sugeriu que poderemos visitar a UHE Santo Antônio para buscarmos parceria para a realização da campanha educativa de preservação ambiental e sustentabilidade.

A gerente de projetos da Subsecretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Sindestur), Lidiane Bandeira, agendou as melhores opções de datas para a realização do mutirão nas escolas. Ela confirmou que vai solicitar mais uma máquina à prefeitura para auxiliar na iniciativa.

 

Com sua característica empreendedora, demonstrada pelas inserções com os empresários, o diretor técnico do Sebrae, Samuel Silva de Almeida, demonstrou as características de atuação do serviço com atividades práticas de acordo com as tendências exigidas pelo mercado. Destacou: “Para conseguirmos trazer renda a Jaci-Paraná, precisamos estabelecer referenciais que apresentem alternativas atraentes para os apreciadores da pesca esportiva e dos turistas em geral. Por essa razão, o Sebrae está aqui com o projeto da pesca esportiva, como já aconteceu quando trouxemos especialista para preparar guias de pesca. Nós pretendemos continuar, agora no apoio aos dois festivais no mês de setembro”. Samuel evidenciou o comportamento prático para se conseguir bons negócios e sugeriu que os empresários do setor de alimentos buscassem criar um prato típico de Jaci-Paraná, com o objetivo de atrair os turistas com originalidade.

Professor de gastronomia do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Manoel de Jesus Evangelista apresentou a opção de capacitação parachefs de cozinha da rede de hotelaria. O proprietário do hotel flutuante Jaci, Danilo Fernandes Lopes, se interessou pela possibilidade de oferecer um prato com qualidade e que poderá ser criado depois da capacitação do chef Manoel.

Os empresários de hotelaria e nutrição agradeceram e Danilo pediu que um turista pescador, seu hóspede de Minas Gerais, falasse um pouco sobre sua preferência em vir para Rondônia pescar. O engenheiro agronômico e empresário de sementes e insumos, Luciano Toledo, interagiu com o grupo e disse que traz seus clientes porque são pescadores e entendem Porto Velho como um lugar que oferece turismo com satisfação, por fazerem o que gostam. Luciano e outros que vieram têm o local como nova opção de lazer, e a gestão nas instalações e seus empreendedores sabem fidelizar as pessoas, um diferencial que toca e sensibiliza os clientes.

Para mais informações sobre a atuação do Sebrae, acesse o site <www.sebrae.ro> ou ligue gratuitamente para 0800 570 0800. Você também pode nos acessar pelo número de WhatsApp (69) 98130 5656 ou pelas plataformas InstagramFacebookTwitterLinkedIn e YouTube, no perfil Sebrae/RO.

Fonte: Assessoria