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Peixes com Certificação

A Agroindústria Rodrigues, instalada no Sítio Itanhomi, zona rural de Vale do Paraíso, é um exemplo de empreendedorismo no interior do estado de Rondônia. Com apoio do Sicoob Ourocredi e Governo do Estado, a unidade industrial é a primeira a obter certificação e com capacidade de produção para abastecer não apenas a sua região, mas também outros estados.

A agroindústria funciona como entreposto de pescados e pertence aos irmãos Erivelton Rodrigues e José Carlos Rodrigues, com apoio do pai, José Rodrigues. A unidade faz o processamento do tambaqui e do pirarucu e distribui seus produtos em escolas públicas, supermercados e restaurantes de Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste.

Em 2017, a Agroindústria Rodrigues participou da Chamada Pública do Ministério da Justiça e está fornecendo tambaqui processado para o Exército Brasileiro, abastecendo a 17ª Brigada de Infantaria de Selva, em Porto Velho. Agora, a agroindústria já se prepara para abrir novos mercados, nos estados de Goiás e de São Paulo.

Apoio

Durante a recente solenidade oficial de inauguração, no dia 29 de janeiro, o empresário Elivelton Rodrigues agradeceu o apoio do Sicoob Ourocredi e do Governo do Estado ao empreendi-mento. “A ideia da agroindústria surgiu em 2015. Começamos produzindo peixes em tanque escavado, uma ideia minha e do meu pai desde o princípio”, recorda.

No mesmo ano, foi comercializada a primeira remessa de peixe para Manaus. Mas os compradores selecionaram o pescado que queriam levar, deixando na propriedade uma quantia significativa da produção. “Foi aí que manipulamos a sobra, começa-mos a processar e a vender na região, então nós vimos a necessidade de legalizar a produção industrial dentro das normas de um entreposto de pescado e corremos atrás”.

Elivelton avalia que o incentivo recebido na propriedade pelo Sicoob Ourocredi, em 2017, foi fundamental para a consolidação do objetivo e de um sonho. “Quando a gente começou, meu pai José Rodrigues já era sócio do Sicoob Ourocredi, eu me tornei sócio e, desde então, a cooperativa deu total apoio ao nosso projeto”, recorda-se.

O Governo do Estado auxiliou a família Rodrigues cedendo técnicos da Emater e da Idaron, e mais recentemente por meio da Seagri, fornecendo um caminhão baú frigorífico para atender os piscicultores de Vale do Paraíso, no auxílio do transporte dos peixes até o entreposto da agroindústria.

Fonte: sociosenegocios.com.br

Deputado federal Coronel Chrisóstomo cobra de Ministro celeridade nos projetos de infraestrura de Rondônia

Durante reunião com o Ministro da Infraestrutura Tarcisio Freitas com a bancada dos estados de Rondônia, Acre, Roraima e Amazonas, o deputado federal Coronel Chrisóstomo (PSL/RO), reivindicou do Ministro, atenção especial para projetos estruturantes de Rondônia.

A duplicação da BR 364, conclusão da ponte do Abunã e outros empreendimentos foram listados pelo parlamentar como sendo de essencial importância para o progresso do estado e da região.

“Precisamos dar uma reposta real para a população. A duplicação da BR 364 é uma necessidade urgente, as pontes do Abunã e a do Riozinho têm que ser entregues porque a população já não aguenta mais esperar. Tenho certeza que com o Ministro Tarcísio a frente da pasta, nós teremos a resposta que a população tanto espera”, disse o deputado.

De acordo com o Ministro Tarcísio Freitas, o governo Bolsonaro terá um foco especial nas obras destinadas a região norte.

“Nossa missão é transformar a extensão norte do país em um celeiro de produção, respeitando sempre as potencialidades regionais. A duplicação da BR-364 já é uma realidade, assim como estamos discutindo hoje a pavimentação da BR-319. Outros projetos como a privatização de aeroportos como o de Porto Velho e a conclusão da ponte do Abunã sairão do papel ainda este ano”, afirmou o Ministro.

Por: Assessoria

Santo Antônio Energia: Colônia de Pescadores assume o Projeto de Piscicultura da Vila Nova de Teotônio

O projeto de piscicultura implantado pela Santo Antônio Energia na Vila Nova de Teotônio, distante 40 quilômetros de Porto Velho, está sendo administrado pela Colônia de Pescadores.

A piscicultura está implantada em uma área de 13 hectares, o equivalente a 13 campos de futebol, e possui 19 tanques escavados, também chamados de viveiros, onde estão cerca de 30.600 tambaquis. “Quando conhecemos o projeto ficamos deslumbrados porque é grandioso. Temos certeza de que poderemos usar toda nossa experiência para desenvolver bons trabalhos”, afirma a presidente da Colônia de Pescadores, Marina Veloso.

A venda da primeira safra de 15 toneladas de tambaquis ocorreu nos últimos dias para uma empresa de Rondônia que irá comercializar os peixes no Estado. Para a próxima safra, prevista para março, a intenção é diversificar a produção, agregando a criação de jatuaranas e pirarucus. O recurso proveniente da venda dos peixes será revertido para a manutenção e melhorias do projeto.

A Colônia de Pescadores, que possui três mil associados, está bastante animada. Os planos a longo prazo são a criação de uma mini-indústria de pescado para o processamento dos tambaquis, transformando a carne dos peixes em hambúrguer, linguiça e costelinha de peixe.

O analista socioambiental da Santo Antônio Energia, Fábio Nogueira, afirma que está empolgado com a parceria estabelecida com a Colônia, o que garantirá o desenvolvimento da piscicultura em Teotônio. “Todas as ações deste projeto de piscicultura fazem parte do Programa de Apoio à Atividade Pesqueira da Santo Antônio Energia. Estamos muito contentes com esta parceria porque a colônia entende deste tipo de trabalho e está bastante animada”, afirma.

Por Carla Nascentes Coelho Da Silva

Veja tudo o que você precisa saber para criar tilápias

Tilápia é um peixe de origem africana, introduzido no Brasil há aproximadamente 40 anos. A espécie Gift — abreviação em inglês para Genetic Improvement of Farmed Tilapia — é alvo de diversas pesquisas no Instituto de Pesca, ligado à Secretaria de Agricultura de São Paulo.

Este último método conta com um biofiltro para tratamento do recurso hídrico. Basicamente, explica Sussel, o conjunto de tanques retira as impurezas e devolve água de alta qualidade para o tanque.

biofiltro em tanque de tilápias
Biofiltro em tanque de tilápias. – Foto: Canal Rural

De acordo com o especialista, outro ponto importante é a nutrição, que responde por até 70% do custo de produção. “Não compre ração barata. Procure marcas conceituadas no mercado”, salienta.

Entendendo a demanda

No Brasil, produzimos tilápia apenas para vender o filé, e isso custa caro; tem uma perda no frigorífico”, chama a atenção Sussel.

Segundo ele, na hora de vender, é preciso entender as oportunidades de mercado. Os consumidores estão ávidos, simplesmente, para consumir um pescado fresco e de qualidade. Talvez ela inteira ou em partes possa ser um ótimo produto por um preço mais acessível”, defende.

alevinos de tilápia
Foto: Wenderson Araujo/CNA

Por onde começo?

O estudioso recomenda o bom planejamento como o ponto de partida para o cultivo. “Entra aí o que chamo de ‘Teoria dos 50%’. Metade do trabalho é planejar bem, estudar e prospectar o negócio. Os outros 50% é começar, porque muitas dúvidas só vão surgir depois que começar o negócio em si”, diz. Quem quiser começar a criação pode escolher entre alevinos e juvenis. Abaixo, entenda a diferença entre eles.

Alevino

  • Peso: 2 g
  • Custo por mil unidades: de R$ 120 a R$ 200
  • Tempo de terminação: 8 meses

Juvenil

  • Peso: 30 g
  • Custo por mil unidades: de R$ 450 a R$ 600
  • Tempo de terminação: 6 meses

 

Embrapa disponibiliza documento sobre a melhoria da produção de tambaqui em piscicultura de tanques-rede

A publicação “Boas práticas para a produção de tambaqui em tanques-rede: da implantação à despesca”, lançada pela Embrapa Amapá, traz recomendações e dicas que abrangem desde a escolha do local de instalação, disposição dos tanques, infraestrutura da criação em tanques-rede, qualidade da água, cultivo, manejo alimentar e nutricional, manejo sanitário, até os cuidados a serem adotados durante a despesca.

O cultivo em tanque-rede é um sistema no qual os peixes são mantidos em estruturas flutuantes, compostas por uma armação rígida revestida por redes que devem ser adequadas de acordo com a quantidade de produção. Os tanques-rede podem ser utilizados para a produção de peixes nas fases de alevinagem, recria e engorda, e têm em média tamanhos que variam de 6 a 50 metros cúbicos. As estruturas permitem a livre circulação da água e podem ser instaladas em ambientes aquáticos como rios e lagos, por meio de flutuadores, em locais onde não há oscilação periódica no nível da água.

Com relação à escolha do local, é importante realizar um estudo da viabilidade técnica e econômica da atividade, além de um planejamento estratégico de produção, considerando fatores como tipo de produto e preço de comercialização (atacado e varejo); quantidade demandada pelo mercado; ciclo de cultivo e escala de produção) proximidade com o mercado consumidor (logística de escoamento da produção); capital de investimento e operacional (fonte de recursos); mão de obra qualificada (treinada). “A questão de segurança da propriedade precisa ser levada em consideração, para evitar perdas devido aos furtos de peixes. Outros fatores que podem onerar a produção são grandes distâncias do mercado consumidor, inexistência de linhas de crédito e, principalmente, o manejo alimentar dos peixes”, recomendam os autores do Comunicado Técnico.

A publicação é de autoria conjunta do pesquisador da Embrapa Amapá Marcos Tavares Dias e Carlos Alberto Silva, pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE); Roselany de Oliveira Corrêa, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA); Heitor Martins Júnior, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA); Eliane Tie Oba Yoshioka, pesquisadora da Embrapa Amapá; Jamile da Costa Araújo, pesquisadora da Embrapa Amapá; Laurindo André Rodrigues, Zootecnista, pesquisador da Embrapa Meio-Norte (Parnaíba, PI); e Fabiola Helena dos Santos Fogaça, pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos (Rio de Janeiro, RJ).

Tambaqui – O tambaqui é considerado o segundo maior peixe de escamas em água doce de da América do Sul, atrás apenas do pirarucu. Chega a medir 90 cm de comprimento e a pesar 30 kg. Muito apreciado pelas comunidades ribeirinhas e urbanas da Amazônia, nos últimos anos os estoques naturais sofreram redução e o cultivo da espécie tornou-se uma alternativa para a sobre-exploração. Atualmente, o tambaqui é a espécie nativa mais cultivada no Brasil, estando presente em 24 dos 27 estados do Brasil. Quando cultivado em tanques-rede, alcança boa produtividade, indicando que é uma atividade promissora para a criação do tambaqui em todo o País. No estado do Amapá, é recente a prática do cultivo de peixes em tanques-rede. O pesquisador Marcos Tavares Dias acredita que, no estado, o cultivo reduzido de tambaqui em tanques-rede é devido às reduzidas inovações tecnológicas disponíveis e falta de mão-de-obra adequada, além da ausência de políticas públicas para esse setor produtivo.

Acesse aqui e baixe o Comunicado Técnico na íntegra.

Dulcivânia Freitas (DRT-PA 1.063/96)
Embrapa Amapá

Contatos para a imprensa

Telefone: 0xx96-3203-0287

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

CARTILHA ATUALIZA TÉCNICAS DE CRIAÇÃO DE TAMBAQUI

A cartilha “Criação de Tambaquis” traz informações atualizadas sobre a criação desse peixe, que é a espécie nativa mais produzida no Brasil, com uma produção de 90 mil toneladas em 2017, segundo o IBGE. Com linguagem simples e acessível, a publicação reúne informações úteis sobre as dúvidas mais frequentes dos produtores da região.

A publicação está dividida em três partes que tratam sobre densidade de estocagem (quantidade de peixes por tanque), qualidade da água e manejo alimentar. Para a bióloga Roselany Corrêa, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental e uma das autoras da cartilha, a rusticidade do tambaqui favorece a criação em sistemas semi-intensivos e intensivos, mas “para o sucesso da criação desta espécie, é fundamental atentar para vários aspectos relacionados ao manejo, sobretudo o alimentar”, ressalta a especialista.

O estado do Pará é o quarto produtor brasileiro de tambaqui, com 8 mil toneladas em 2017 (IBGE), ficando atrás de Rondônia (30 mil ton/ano), Maranhão (10 mil ton/ano) e Roraima (9 mil ton/ano). É um mercado que movimentou cerca de 60 milhões de reais no estado no ano passado.

“Criação de tambaquis” tem como autores os biólogos Roselany Corrêa, Alexandra Sousa e Heitor Martins Júnior, pesquisadores da Embrapa Amazônia Oriental.

Manejo alimentar

“A alimentação do tambaqui é hoje o principal desafio do produtor”, afirma o técnico Lenildo Silva, da piscicultura Estrela Dalva, do município de Castanhal, Nordeste do Pará. Ele conta que as melhores rações para esse animal, que é exigente em proteína, são produzidas fora do estado e o custo de obtenção delas pesa no bolso do produtor. “A ração tem um impacto econômico de 80% no custo total de produção do tambaqui em cativeiro”, afirma.

A cartilha mostra em detalhes as duas formas básicas de alimentação do tambaqui: seja oferecendo ração até a saciedade aparente do animal ou fixando a quantidade a ser oferecida de acordo com o crescimento dele. A pesquisa da Embrapa já gerou tabelas de alimentação que indicam a quantidade de ração necessária para o animal, por faixa de peso, ao longo do ciclo de criação.

O diferencial da cartilha é que além de apresentar as tabelas de alimentação, mostra também como fazer o cálculo para uma oferta de alimento sem desperdício. “No momento em que o produtor aplica o método, ele tem condições de calcular a quantidade de ração que vai usar diariamente no tanque. Isso evita perda econômica e tem um impacto direto na qualidade da água”, finaliza a pesquisadora.

/A publicação está disponível gratuitamente neste link.

 Fonte: Ana Laura Lima (MTb 1268/PA) Embrapa Amazônia Oriental

Prefeitura de Porto Velho entrega máquinas para o distrito de Nova Califórnia

Produtores rurais do distrito de Nova Califórnia foram beneficiados pelo projeto Patrulha Mecanizada, da Prefeitura de Porto Velho, por meio da Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric).

Na última quarta-feira (12/12), o subsecretário da Semagric, Francisco Evaldo de Lima, entregou um Caminhão Caçamba provenientes de recurso do Fundo para Infraestrutura de Transporte e Habitação (Fitha), um trator agrícola, que foi adquirido com recursos da Bancada Federal de Rondônia. De acordo com Evaldo, no início da nova administração municipal, o distrito contava apenas com um trator pequeno que fazia limpezas das ruas.

“Conseguimos enviar, para o distrito, um trator grande, um carro-pipa, uma retroescavadeira e um caminhão caçamba. Agora entregamos essas novas máquinas e está em processo de licitação uma patrol, com isso formaremos uma patrulha mecanizada que fará todos os trabalhos de melhoria nas estradas vicinais e, dessa forma, ajudamos no escoamento da produção local”, comentou Evaldo.

O pedido das máquinas, para atender os produtores dos distritos, foi feito pelo vereador Márcio Pacele (PSB), que também acompanhou a entrega do maquinário. “Em nome dos moradores de Nova Califórnia, agradeço ao prefeito Hildon Chaves e ao subsecretário Francisco Evaldo, por atenderem as necessidades dos moradores”, agradeceu Pacele.

O prefeito Hildon Chaves disse que a patrulha mecanizada promoverá melhor qualidade de vida às comunidades rurais, pois melhorará a trafegabilidade e o escoamento da produção agrícola, gerando renda aos produtores. “São investimentos que valorizam quem trabalha e constrói este município pujante, que atrai investimentos para melhoria da cidade”, disse Hildon.

Comdecom

“Temos condições de tornar a pesca uma potência”, diz secretário do governo Bolsonaro

Recém integrado ao Governo de Transição, em Brasília, o empresário catarinense Jorge Seif Júnior, que assumirá a Secretaria Nacional de Pesca e Aquicultura (Seap), vinculada ao Ministério da Agricultura, falou nesta quarta-feira à tarde sobre o que esperar da nova gestão.

Seif é armador de pesca e conhece os meandros do negócio. Sabe que enfrentará um setor marcado por insegurança jurídica e problemas crônicos com prazos e procedimentos. Em entrevista à coluna, gravada via Whatsapp, o novo secretário se mostrou otimista _ e comentou que o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), considerou ressuscitar o Ministério da Pesca.

Potência

“Temos condições de tornar a pesca uma potência, como vemos no agronegócio. O Brasil tem sua riqueza na agricultura e a pesca precisa fazer parte desse cenário, de riqueza, exportação, criação de renda, postos de trabalho, de produção de alimento”.

Comer peixe

“A missão que o capitão (presidente eleito) tem nos entregue é fazer o brasileiro comer mais pescados, trazer pra mesa do brasileiro mais produtos ligados à pesca. Nossa média de consumo fica na casa de 10, 11 quilos por ano, enquanto outros países, que nem têm costa, têm maior consumo que o nosso.

Estatística

“Outro ponto focal é governar com a comunidade científica, retornar com as estatísticas que estão defasadas ou inexistentes. Precisamos de segurança jurídica para o setor produtivo de forma geral. Licenças de pesca,condições de trabalho. As demandas são gigantes do Norte ao Sul do Brasil”.

Pesca na Agricultura

“Acredito que estejamos agora na nossa casa. O Ministério da Agricultura tem tradição de mais de 100 anos, daqui se regula, se legisla, se define, se fazem todas as atividades ligadas à produção rural. É uma casa que tem todos os subsídios para transformar nossa atividade com capacitação, assistência técnica, cabeças pensantes, todas as condições de fortalecer o nosso setor, que tem sido jogado de um lado para o outro”.

Ministério

“O capitão comentou que gostaria de ressuscitar o Ministério da Pesca e Aquicultura, mas obviamente não e o momento porque a pesca precisa ser repaginada, reordenada. Estamos juntando os cacos”.

Por Dagmara Spautz

Piscicultores mostram força em Dia de Campo da ACRIPAR

Unidos para melhorar a produtividade, reduzir problemas de manejo e fortalecer o setor, piscicultores de Ariquemes e da região do Vale do Jamari se reuniram nesta sexta-feira (07), na Estância Morgan, na BR-421. O evento foi promovido pela Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (ACRIPAR)  e contou com a parceria do Sebrae.

Este foi o terceiro Dia de Campo promovido pela ACRIPAR em 2018 com o objetivo de levar conhecimento aos piscicultores. “Encontros como este mostram a força dos criadores de peixes. Além do acesso às novas tecnologias, os produtores trocam experiências e buscam soluções para problemas comuns a todos”, destaca o presidente da ACRIPAR, Francisco Hidalgo Farina.

Rondônia hoje se destaca no cenário nacional na produção de peixe de cultivo, ocupando a primeira colocação em espécies nativas de água doce. Já Ariquemes é o principal polo produtor de peixe de Rondônia, com destaque para o Tambaqui.

Fonte: ACRIPAR

Nova ministra sugere Funai no Planalto, mas Procuradoria quer órgão na Justiça

Congresswoman Tereza Cristina, Brazil's proposed Agriculture Minister under President-elect Jair Bolsonaro, addresses the media, in Brasilia, Brazil November 8, 2018. REUTERS/Adriano Machado ORG XMIT: GGGCDG09
Painel

Cada um na sua tribo A futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM-MS), sugeriu a criação de uma secretaria especial vinculada à Presidência da República para cuidar dos direitos dos indígenas no próximo governo.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), decidiu tirar a Funai (Fundação Nacional do Índio) do Ministério da Justiça, mas o destino do órgão permanece incerto. A ideia de transferi-lo para a pasta da Agricultura foi recebida com críticas em toda parte. Tereza indicou que não quer.

Fonte: painel.blogfolha