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Rondônia participa da maior feira de turismo do Brasil

As sugestões dos destinos turísticos em Rondônia no novo Mapa Turístico Regional, reconhecido pelo Ministério do Turismo, serão mostradas pela Superintendência Estadual de Turismo (Setur) na 44ª Abav Expo Internacional de Turismo, que será realizada de 28 a 30 deste mês, no Centro de convenções Expo Center Norte, em São Paulo, das 12h às 20h. A Setur vai aproveitar para divulgar as opções que Rondônia oferece nas áreas da cultura, natureza/aventura, bem-estar e gastronomia.

A Setur ainda servirá no estande de Rondônia o prato oficial da capital, o Pirarucu Rondon Porto Velho, como forma de atrair o público e divulgar o estado. Outro atrativo será a dança folclórica boi-bumbá, apresentada por membros do Grupo Estrela de Fogo. A viagem dos dançarinos tem o apoio da Abav-RO e Gol Linhas Aéreas. Também serão distribuídos brindes, como artesanatos indígenas, refrigerantes feitos com polpas de frutos da Amazônia e vasta panfletaria que trata dos atrativos turísticos rondonienses.

Segundo o superintendente Júlio Olivar, o turismo é um dos setores que mais crescem em âmbito global, e a Feira da Abav (Associação Brasileira das Agências de Viagens) é uma grande oportunidade de apresentar Rondônia para o restante do País e o mundo. “A feira é internacionalmente reconhecida como um dos eventos mais importantes do setor, por onde passam milhares de profissionais de diversas regiões do mundo interessados em conhecer as diversas facetas do turismo brasileiro. Rondônia trabalha para ampliar sua participação no mercado”, enfatizou Olivar.

Durante os três dias do evento, também acontecerá a Vila do Saber, Congresso Abav de Turismo e o III Seminário de Inteligência Competitiva da Embratur com a realização de palestras sobre o empreendedorismo em turismo, marketing digital para empresas de viagens, perspectivas e negócios no turismo receptivo internacional e regional entre outros assuntos ligados a área. Além da Setur, estão confirmadas as participações de agências de viagens como representantes de Rondônia nas atividades programadas.

Texto: Taciana Guzman
Fotos: Arquivo/Setur

Peixe na merenda escolar incentiva o pequeno produtor rural em Jaru

Com objetivo de inserir peixe na merenda escolar, o Governo de Rondônia incentiva os pequenos produtores a implantar suas agroindústrias. A secretária adjunta de Estado (Seagri), Mary Braganhol, esteve no sitio Boa Vista, da dona Lauzeni Vasconcelos, no distrito de Tarilândia, para acompanhar a implantação das agroindústrias de peixe e frango e orientar  nos passos finais.

“Meu sonho era criar peixe, mas eu não sabia nem por onde começar. Há 12 anos, quando vi uma lagoa no sitio, comprei a terra na hora”, lembra a produtora rural Lauzeni, que atualmente produz 20 toneladas de peixe e 8,4 mil unidades de frango ao ano, e diz que com o projeto do Governo do Estado em comprar alimentos do pequeno produtor rural para merenda escolar e também  incluir o peixe, a sua meta até dezembro de 2017 é triplicar a produção.

A pequena produtora rural mora há 12 anos na linha 629. Nos  quatro primeiros anos, ela e seus dois filhos conseguiram pagar os 12 alqueires de terra, sitio onde mora e trabalha, com a produção de arroz e café, porém seu grande sonho era a piscicultura, e foi atrás de realizar.

Ela conta que na época, tinha poucos produtores de peixe. Conseguiu  ajuda de um vizinho criador de  tambaqui que a orientou buscar assessoria da engenheira de pesca da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), Maria Mirtes. Após a visita da engenheira de pesca, construiu dois tanques pequenos, colocou quatro mil alevinos, e após 11 meses, os peixes com mais de três quilos, vendeu toda sua produção para Manaus, e assim com o lucro e mais empréstimo de R$ 92 mil, por meio do  Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), construiu mais 10 represas.

Logo que foi informada pela equipe da  (Seagri) e Emater que o Governo do Estado estava incentivando os pequenos produtores rurais através de suas agroindústrias de piscicultura com inclusão do peixe processado, ou in natura, no mínimo duas vezes por semana na alimentação da rede pública estadual de ensino, não pensou duas vezes,  se animou e pegou mais um empréstimo de R$ 140 mil para construção de duas  agroindústrias, peixe e frango.

Atualmente, com 12 tanques, produz em média 20 toneladas de tambaqui por ano, e passou a criar frango, produção de 8,4 mil ano. Detalhe, ela conseguiu se livrar dos atravessadores, não vende mais para Manaus, e toda sua produção é vendida na feira de Jaru,  mercados e atende as escolas municipais.

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Produção de aves também deve ser aumentada

Já na fase final da construção das agroindústrias, ela afirmou para a secretária adjunta da Seagri, Mary  que vai triplicar a produção de peixe e dobrar a de frango. “Além de melhorar nossa renda, vamos melhorar a qualidade de vida de muita gente aqui, gerando emprego e renda na área rural”, ressaltou, ao contar que atualmente além dela e o marido, emprega mais quatro pessoas e o projeto é aumentar o número de empregos.

“Vivi minha vida toda na área rural. É a primeira vez que o governo do Estado investe no pequeno produtor, me sinto valorizada e satisfeita com minha produção”, agradece a produtora.

Investimentos na ordem de R$ 4,6 milhões anuais já estão disponibilizados no tesouro do Estado para serem aplicados na aquisição de pescado nas refeições dos 230 mil alunos das 440 escolas urbanas e rurais do estado de Rondônia, capitaneadas pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc).

Mary explica que a ideia do governador Confúcio Moura é garantir mercado, agregar valores no produto do agricultor, oferecendo uma alimentação saudável aos alunos da rede estadual e permanência do  produtor  no campo com qualidade de vida.

Texto: Suelly David
Fotos: Suelly David

Brasil deverá colher 49,64 milhões de sacas de café este ano

A terceira estimativa para a safra 2016 de café, divulgada nesta quarta-feira (21) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), prevê que o país deverá colher 49,64 milhões de sacas de 60 quilos do grão beneficiado. O resultado representa um acréscimo de 14,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, se comparado à produção de 43,24 milhões de sacas obtidas em 2015.

A área plantada totaliza 2,22 milhões de hectares e é 1,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} menor do que a registrada em 2015. Desse total, 270 mil hectares (12,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) estão em formação e 1,95 milhão de hectares (87,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) em produção.

Arábica

O café arábica representa 83,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção total do país e estima-se que sejam colhidas 41,29 milhões de sacas nesta safra, que é de ciclo de bienalidade positiva. Isso representa um acréscimo de 28,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação à produção passada, resultado, principalmente, do aumento de 45,5 mil hectares da área em produção e às condições climáticas favoráveis.

A área total dessa variedade, no entanto, tem estimativa de redução de 0,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} (10,5 mil hectares) em relação à safra anterior, ficando em 1,76 milhão de hectares – o que corresponde a 79,11{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das lavouras de café do país. Minas Gerais concentra a maior área plantada de café arábica no país: 1,18 milhão de hectares.

Conilon

A produção do conilon, que representa 16,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do total do país, está estimada em 8,35 milhões de sacas, o que aponta uma redução de 25,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação à safra passada. O resultado se deve à redução de 4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na área em produção e, sobretudo, à seca e à má distribuição de chuvas por dois anos consecutivos nos estágios de florescimento, formação e enchimento de grãos no Espírito Santo, maior produtor da espécie.

Para a área total plantada, estimada em 463,7 mil hectares, o levantamento indica redução de 3,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Desse total, 424,7 mil hectares estão em produção e 39 mil hectares em formação. No Espírito Santo está a maior área plantada, com 286 mil hectares.

O estudo (veja aqui) foi realizado entre os dias 21 de agosto e 3 de setembro, com a visita de 28 técnicos a áreas de todos os estados produtores, contando para isso, também, com parceiros da Conab nas regiões.

Mais informações à imprensa:
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Urucum ressurge como alternativa de renda para produtores rurais do Vale do Guaporé em Rondônia

O cultivo de Urucum na região do Vale do Guaporé traz boas perspectivas para o aquecimento da economia local. Impulsionado pela demanda do mercado com a crescente introdução de novos produtos, é cada vez maior o número de produtores rurais que tem buscado assistência técnica para implantação da cultura em sua propriedade.

Para melhor atender a essa demanda, extensionistas da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO) reuniram-se em São Francisco do Guaporé para participar de uma capacitação que visa fortalecer o projeto que vai dar novo rumo à produção local. A capacitação contou com a participação e orientação técnica do representante da Verto, empresa responsável pela comercialização de urucum em todo o País, com a proposta de incentivar o aumento da cultura na região de 700 para 1.400 hectares.

O Projeto Urucum nasceu da parceria entre a Emater-RO e a empresa Verto com o objetivo de potencializar a cultura na região do Território do Vale do Guaporé. O primeiro contato entre as duas instituições foi feito durante um dia de campo realizado no distrito de São Domingos do Guaporé, quando o produtor Gilmar Brunaldi abriu as portas de sua chácara para mostrar a viabilidade do cultivo de urucum na região.

A chácara Brunaldi possui uma área plantada de mais de 250 hectares e uma produtividade média de 1.200 quilos/hectares, número esse que levou o distrito a ocupar o segundo lugar como o maior produtor de urucum de Rondônia. O evento realizado pelo escritório local da Emater mostrou aos participantes a viabilidade da cultura em solo rondoniense e que, além de ser uma excelente alternativa de renda e geração de emprego, o urucum ainda pode ser utilizado na recomposição da reserva legal.

Para expandir a ação e incentivar outros produtores na produção da cultura, além da parceria entre a Verto e a Emater-RO, buscou-se junto às prefeituras da região, por meio de suas secretarias municipais de agricultura, políticas públicas que pudessem contribuir com o desenvolvimento do urucum na região. Isso permitiu que o fruto integrasse as potencialidades levantadas no Plano Anual de Trabalho (PAT) e no Plano de Desenvolvimento Sustentável (PDS) locais.

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Produto é utilizado nas indústrias de alimentos e farmacêuticas

A divulgação e capacitação junto aos produtores rurais já estão sendo realizadas pela Emater-RO, que também distribuirá as sementes para plantio. A Verto já disponibilizou 120 quilos de sementes selecionadas da variedade Piave – cultivo de fácil adaptação em climas tropicais chuvosos e solos profundos, de média a alta fertilidade – que serão doados para os produtores da região que conta, hoje, com 700 hectares plantados.

Coube à Emater-RO também prestar assistência técnica e orientação sobre o correto manejo da cultura. Com isso, estima-se que o Vale do Guaporé produza, ainda este ano, cerca de 700 toneladas de urucum.

INDÚSTRIA DE PROCESSAMENTO

Fruto típico da região tropical, nas Américas Central e do Sul, as principais utilizações do urucum são para a produção de colorífico e de corantes, em especial nas indústrias alimentícias (doces, sorvetes, laticínios, massas, pães, bebidas, embutidos, óleos e gorduras). Também é utilizado nas indústrias farmacêuticas, têxteis, de cosméticos, de perfumarias e de tintas, além da extração de lipídeos, geranilgeraniol e tocotrienol para fins farmacêuticos e medicinais.

Como pode-se perceber, a demanda é grande e o mercado está aberto. Por que, então não investir na potencialidade da cultura? Com olhos para a produção rondoniense, a Verto instalou no município de Cabixi, no sul de Rondônia, uma indústria de processamento de urucum.

A indústria foi inaugurada a pouco mais de um ano e será um dos canais de fomento para os produtores de urucum no estado. De acordo com o seu representante, a indústria tem capacidade para processar 3.500 toneladas de urucum por ano, mas em 2015 processou somente 1.300 toneladas, bem abaixo da capacidade instalada.

As perspectivas para 2016 também não são tão animadoras, para este ano a previsão é de apenas mil toneladas, isso porque a produção no estado é baixa. Com a demanda existente e uma agroindústria no estado absorvendo a produção, a geração de emprego e aumento da renda familiar é certa, o que falta é buscar novos caminhos que incentivem o produtor a investir mais em urucum. E é isso que essa parceria entre as instituições públicas governamentais e a iniciativa privada pretende potencializar.

Texto: Wania Ressutti
Fotos: Emater-RO

 

Produção de Rondônia será apresentado no maior encontro de café do Brasil

A superioridade da cafeicultura rondoniense, revelada com o Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café Canéfora do Estado de Rondônia, será conhecida em nível nacional. Os quatro vencedores, três de melhor café tanto em grão quanto em bebida, e um em sustentabilidade, estarão participando, no período de 21 a 23 de setembro, da 4ª Semana Internacional do Café. O evento será realizado em Belo Horizonte-MG e reunirá os maiores cafeicultores, torrefadores, classificadores, exportadores, compradores, fornecedores, empresários, baristas, proprietários de cafeterias e apreciadores da bebida mais amada do Brasil: o café.

Realizado pelo governo de Rondônia, por meio da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), Secretaria da Agricultura (Seagri) e Agencia de Defesa Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-RO) e Câmara Setorial do Café de Rondônia, o Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café surpreendeu seus organizadores e especialistas provadores de café que vieram a Rondônia certificar a qualidade apresentada. O evento trouxe ânimo aos cafeicultores rondonienses que aguardam ansiosos a realização da segunda edição, prevista para 2017.

Os quatro vencedores (quadro 1) foram convidados a participar 4ª Semana Internacional do Café na capital do maior produtor de café do país. Acompanhados de autoridades, dirigentes e técnicos das instituições organizadoras eles terão oportunidade de participar de palestras, trocar experiências e se relacionar com os maiores produtores e compradores mundiais de café.

Também acompanharão a comitiva, representantes da Superintendência de Desenvolvimento de Rondônia (Suder) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae), no intuito de buscar novos caminhos para investimento e comercialização da produção do café de Rondônia.

SEMANA INTERNACIONAL DO CAFÉ

A 4ª Semana Internacional do Café é considerada o maior encontro de café do Brasil, pois reúne todos os segmentos nacionais e internacionais relacionados à cafeicultura mundial com o objetivo de desenvolver o mercado e divulgar o café brasileiro para os potenciais países compradores.

O estado de Rondônia contará com um estande para expor seus produtos e oferecerá degustação dos cafés classificados durante o concurso. O diretor-vice-presidente da Emater-RO, Marcio André Milani lembra que, para chegar a esse patamar de qualidade a Emater-RO, através de seus extensionistas e parceiros, trabalharam arduamente, trazendo o que há de melhor para o estado. “Em meados de julho de 2015 trouxemos a discussão sobre o Programa Café Sustentável do IDH e assinamos a Carta de Cooperação dos Serviços de Extensão do Brasil que garantiu ao estado de Rondônia nortear ações para melhoria da sustentabilidade da cafeicultura. De lá para cá os projetos voltados à promoção da sustentabilidade trabalhados com os pequenos e médios produtores de café foram intensificados e o resultado é esse que vemos hoje”.

Ainda durante o evento a comitiva rondoniense participará de duas reuniões. A primeira, como integrante do Grupo de Trabalho do Programa Brasil da Plataforma Global do Café (GCP), que passará a contar com a participação da Fair Trade International, uma parceria entre produtores e comerciantes, empresas e consumidores e que representa o maior e mais reconhecido sistema de comércio justo do mundo. A segunda com o engenheiro agrônomo especializado no agronegócio do café, coordenador do Programa Brasil da Plataforma Global do Café e um dos palestrantes do evento, Pedro Ronca, para discutir questões sobre os caminhos da sustentabilidade no Mundo.

Texto: Wania Ressutti
Fotos: Emater-RO

Valor Bruto da Produção de café atingirá R$ 23 bilhões na safra de 49,7 milhões de sacas de 2016

17{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos Cafés do Brasil exportados – 3,585 milhões de sacas – tiveram como destino o continente asiático no período de janeiro a agosto deste ano

O Valor Bruto da Produção – VBP do mês de agosto de 2016 estima que o faturamento bruto dos produtores de café será de R$ 22,791 bilhões neste ano. Desse total, o café arábica será de R$ 19,584 bilhões e o café conilon de R$ 3,207 bilhões. O café é o sétimo produto no ranking do VBP: soja, em primeiro, com R$ 118,696 bilhões, bovinos, na sequência decrescente com R$ 74,350 bilhões, frango – R$ 52,703 bilhões, cana-de-açúcar – R$ 52,690 bilhões, milho – R$ 41,792 bilhões e leite – 26,346 bilhões. Com relação às exportações, 17{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos Cafés do Brasil embarcados tiveram como destino o continente asiático no período de janeiro a agosto deste ano.

O VBP de 2015 do café foi calculado em R$ 20,651 bilhões. O de 2014 em R$ 20,708 bilhões, 2013 em R$ 17,021 bilhões, e, em 2012, R$ 24,473 bilhões. O VBP é calculado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa, tendo como referência a produção anual estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e os preços médios recebidos pelos produtores com base nos dados da Fundação Getúlio Vargas – FGV e Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – Cepea, da Universidade de São Paulo – USP.

Em relação especificamente à safra do café, divulgada no Informe Estatístico do Café, também elaborado pela SPA/Mapa, o total estimado para 2016 será de 49,669 milhões de sacas de 60 kg, sendo 40,269 de café arábica e de 9,4 milhões de sacas de café conilon. Se compararmos 2016 com a safra de 2015, tendo como base os dados do Segundo Levantamento da Safra de Café – 2016, que foi de 43,235 milhões de sacas, constataremos um acréscimo de 14,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. O VBP e Informe Estatístico estão disponíveis na íntegra no Observatório do Café (Safra, Estoques e Valor Bruto da Produção e Estatísticas, Exportações e Cotações).

Em relação às exportações dos Cafés do Brasil, por continente, no período de janeiro a agosto deste ano, segundo o Relatório mensal agosto 2016, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – CeCafé, vale ressaltar que 17{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos Cafés do Brasil exportados tiveram como destino o continente asiático, o qual figurou em terceiro no ranking das exportações com 3,585 milhões de sacas de 60 kg. Em segundo lugar a América do Norte com 4,801 milhões de sacas e,em primeiro, Europa com 11,109 milhões de sacas.

Além disso, vale acrescentar que, em 2015, 16{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos Cafés do Brasil exportados foram destinados à Ásia, que equivalem a 5,901 milhões de sacas. Em 2014, foram 15{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, que correspondem a 5,639 milhões de sacas. Os dados de exportações de café constam do Relatório mensal agosto 2016, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – CeCafé, o qual também está disponível no Observatório do Café.

O Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café tem como objetivos principais coletar e disseminar dados estatísticos, informações sobre tendências de produção e consumo, analisar oportunidades e ameaças dos mercados e identificar possíveis trajetórias do processo de inovação, além de divulgar resultados de pesquisas realizadas instituições do Consórcio Pesquisa Café. Com esses objetivos, o Observatório realiza a prospecção e o monitoramento de tendências do agronegócio Cafés do Brasil no País e exterior.

Para saber mais sobre o Valor Bruto da Produção, Informe Estatístico do Café, Relatório mensal agosto 2016 do CeCafé, Mapa, Embrapa Café, Observatório do Café e Consórcio Pesquisa Café, acesse:

Valor Bruto da Produção do Café

http://consorciopesquisacafe.com.br/arquivos/consorcio/safra_cafe/2016_08_VBP.xls

Valor Bruto da Produção

http://consorciopesquisacafe.com.br/arquivos/consorcio/safra_cafe/VBP_08_2016.xls

Informe Estatístico do Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/imprensa/noticias/420-aprespdfviiispcb#a

Relatório mensal agosto 2016 – CeCafé

http://www.sapc.embrapa.br/arquivos/consorcio/informe_estatistico/CECAFE-Relatorio-Mensal-AGOSTO-2016.pdf

Mapa

http://www.agricultura.gov.br/

Embrapa Café

https://www.embrapa.br/cafe

Observatório do Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/consorcio/separador2/observatorio-do-cafe

Consórcio Pesquisa Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/

Confira todas as análises e notícias divulgadas pelo Observatório do Café no link abaixo

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/imprensa/noticias

Acesse Publicações sobre café e portfólio de tecnologias do Consórcio Pesquisa Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/publicacoes/637

Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café

Texto: Lucas Tadeu Ferreira – MTb 3032/DF e Jamilsen Santos MTb 11015/DF.

Rondônia participa da 4ª Semana Internacional do Café em Minas Gerais

Uma comitiva de autoridades e técnicos de Rondônia embarca nesta terça-feira (20) para Belo Horizonte onde participam da 4ª Semana Internacional do Café 2016, que vai reunir cafeicultores, torrefadores, classificadores, exportadores, compradores, fornecedores, empresários, baristas, proprietários de cafeterias e apreciadores de todo o País e do exterior, com interesse no mercado do café.

O evento, segundo o superintende de Desenvolvimento de Rondônia (Suder), Basílio Leandro de Oliveira, que acontece no Centro de Feiras de Minas Gerais (Expominas) de 21 a 23 (quarta, quinta e sexta-feira próximas), será uma vitrine para o café de Rondônia, que experimentou na safra de 2015 um salto extraordinário de qualidade e produtividade com a inserção do café clonal RBS Ouro Preto, que padronizou e elevou a produção estadual a 1,9 milhão de sacas nesta safra contra as 800 mil sacas da safra passada. A cultivar RBS Ouro Preto foi desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/Rondônia) para as condições de composição de solo e clima da região.

O superintendente destacou o esforço do Estado para impulsionar a produção cafeeira, divulgando a formalização do convênio nº 120/PGE firmado com ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas em Empresas (Sebrae), no valor de R$ 1,5 milhão, com a contrapartida do convenente em mais R$ 2,5 milhões, para custear os projetos de desenvolvimento da cafeicultura rondoniense, com foco na  melhoria da qualidade, produtividade e até na gestão da atividade cafeeira, visando como fim, a elevação da margem de ganhos na comercialização e a sustentabilidade dos empreendimentos rurais.

O governador Confúcio Moura tem noção clara da importância da cafeicultura para a economia do Estado, e por isso tem implementado medidas de incentivo à produção, que devem resultar numa colheita recorde de quatro milhões de sacas já nesta próxima safra, o que é meta dos órgãos ligados ao setor produtivo, segundo afirma o superintendente da Suder.

Superintendente da Suder, Basílio

Superintendente da Suder, Basílio Leandro de Oliveira

Entre as medidas de fomento adotadas pelo Governo do Estado está a aquisição e distribuição de três milhões de mudas do café clonal – conilon gourmet -, que é parte do conjunto das experiências de sucesso da produção rondoniense, que será levada à 4ª Semana Internacional do Café, para demonstrar o padrão – método de padronização -, da qualidade produtiva aplicado nas lavouras do Estado, que é fator essencial para classificação do produto.

Integram a comitiva rondoniense, dirigentes e técnicos da Secretaria da Agricultura (Seagri), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae) e a própria Suder, todos com o propósito de elevar o conceito da cultura cafeeira rondoniense, e atrair investimentos e interessados na produção estadual.

A Semana Internacional do Café realizada pela quarta vez em Belo Horizonte é hoje uma das principais ações de promoção do café de Minas Gerais e do Brasil e tem como foco desenvolver o mercado brasileiro e divulgar a qualidade dos cafés nacionais para o mercado interno e para os países compradores, o que também é meta de Rondônia, que vai se integrando ao grupo dos principais produtores de café do Brasil.

Texto: Cleuber R Pereira
Fotos: Secom/Marcelo Gladson

Gestão de florestas e governança

Como é que poderemos administrar corretamente as nossas Unidades de Conservação, Parques, Reservas Indígenas e Áreas de Proteção Ambiental?

Falo direto pra vocês, o Estado é completamente incompetente para geri-las, como tem sido demonstrado ao longo do tempo. Fica naquela “apagamento de incêndio”,  fiscalizando aqui e ali. Demora um ano, outra fiscalização. Enquanto o devastador, o grileiro, o posseiro, o  invasor, tem uma mobilidade incrível. Inclusive, tem sistemas avançados de comunicação e de dentro do Estado, também há os infiltrados “servidores e/ou comissionados”  no crime, que passam informações das datas e das operações fiscalizadoras. floresta edano

E por dentro, tem rádios, antenas,motocicletas, batedores,  que saem à frente em comboios, à frente  de caminhões de madeira, irregularmente  colhidas. É crime em cima de crime e por aí vai. Sempre com o argumento, que o Estado está atrapalhando o desenvolvimento, o emprego , a renda de certas comunidades. O que não se justifica, porque atrás de um crime vem um longa fila de outros tantos, iguais ou mais graves ainda.

Tudo passa.

Até mesmo os argumentos, as políticas, os momentos.  Agora é outro momento, que a humanidade entende que errou. E quer agora é reparar erros e danos. E dá para consertar. E dá para trabalhar corretamente, na forma da lei.  O Estado não quer “quebrar” ninguém. O Estado é parceiro. Mas, a GOVERNANÇA destas unidades florestais, podem ser feitas rapidamente, de várias maneiras.

As comunidades indígenas, os extrativistas, os ribeirinhos, todos podem colaborar e ao mesmo tempo geri-las. Desde que aja uma ação do Estado de oferecer a compensação pelos serviços ambientais prestados. Porque miséria e meio ambiente preservado não se combinam. Este tema tem sido objeto de debates internacionais, mas, deve fluir, desburocratizado, recursos dos fundos verdes, existentes por aí. A iniciativa privada também pode, os bancos, as ONGs, enfim, o terceiro setor. Manter florestas em pé, é uma tarefa para quem ama o meio ambiente, ama e entende o valor delas, em pé, para o sequestro do carbono da atmosfera.

E o carbono aqui é tudo. É a raiz, o caule, os galhos, as folhas, flores e frutos. É o peso de uma árvore completa. É isto que é carbono sequestrado.

A concessão das unidades, como a Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia, é outra forma inteligente. É seguir este caminho. Aqui, por este artigo, eu convido a todos para este fantástico trabalho, que venham idéias, formas, parcerias para este programa reparador, que é o de proteger as nossas florestas, enquanto é tempo. A destruição é um holocausto de outra forma.

Cafeicultores classificados no concurso de qualidade do café são premiados em Porto Velho

Os vencedores do 1º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café Canéfora do Estado de Rondônia receberam seus prêmios em solenidade realizada nesta quarta-feira (14), no pátio do Palácio Rio Madeira, em Porto Velho. O evento contou com a participação de autoridades e representantes das instituições parceiras. Ao todo, foram entregues mais de R$ 30 mil em prêmios, além da garantia da venda das sacas de café e uma passagem para participação de evento a ser realizado em nos próximos dias, em Minas Gerais.

O 1º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café Canéfora do Estado de Rondônia surpreendeu seus organizadores e parceiros pela participação dos produtores e qualidade dos produtos apresentados. Apesar do curto espaço de tempo, 184 cafeicultores apresentaram amostras de sua produção para análise, no intuito de mostrar que Rondônia sabe produzir café de excelente qualidade.

Realizado pelo governo estadual em uma ação conjunta entre Secretaria do Estado de Agricultura (Seagri), Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) e Agência de Defesa Sanitária Agrossilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), em parceria com Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-RO) e Câmara Setorial do Café de Rondônia, o concurso trouxe um novo ânimo aos cafeicultores do estado. A parceria da iniciativa privada somada ao interesse de empresas nacionais e internacionais compradoras e exportadoras de café também foi de grande importância na realização do evento que apresentou um café diferenciado dos padrões rondonienses reconhecidos.

A solenidade de premiação aos três primeiros classificados como o melhor café em grãos e em bebida e o cafeicultor de produção sustentável contou com a presença do vice-governador Daniel Pereira que falou da importância em se produzir com qualidade e sustentabilidade. “Rondônia desponta como um grande produtor e isso não seria possível se não fosse o desenvolvimento tecnológico”, disse.

Rondônia será representada , de forma positiva, o estado em nível internacional.

Rondônia será representada , de forma positiva, o estado em nível internacional.

O vice-governador disse ainda ter participado de diversos Dias de Campo e acompanhado o crescimento da cafeicultura no estado e que se orgulha em saber que esses produtores estarão representando Rondônia durante a Semana Internacional da café a ser realizada nos dias 21 a 22, em Belo Horizonte-MG. “Isso vai expor, de forma positiva, o estado em nível internacional”.

O chefe da Embrapa, Alaerto Luiz Marcolan, disse que a instituição vem trabalhando com pesquisa e tecnologia na intenção de que essas tecnologias possam chegar até o produtor e fazer a diferença, e complementa, “a Emater tem feito muito bem esse papel”.

Para Francisco Mende de Sá Barreto Coutinho, diretor-presidente da Emater-RO, trabalhar a qualidade do café é extremamente necessário para agregar valor ao produto e aumentar a renda do cafeicultor. “A assistência técnica e extensão rural, a Emater está trabalhando para se obter, cada vez mais, café com qualidade e fazer de Rondônia o maior estado produtor de café conilon do Brasil.

Os grandes vencedores do concurso receberam premiação das mãos de autoridades como: secretario da Seagri, Evandro Padovani, presidente da Idaron, Anselmo de Jesus, deputado estadual Mauro de Carvalho, presidente da Câmara Setorial do Café, Ezequias Brás da Silva Neto (Tuta), entre outras autoridades presentes.

O evento foi abrilhantado com a apresentação da orquestra e do coral do projeto Dó Ré Militar, da Policia Militar de Rondônia, que busca a interação entre polícia e comunidade promovendo a inicialização musical e teatral para crianças na faixa etária de 7 a 12 anos.

Texto: Wania Ressutti
Fotos: Irene Mendes

Ministro interino e governador do Amazonas discutem febre aftosa

O ministro interino Eumar Novacki (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o governador do Amazonas, José Melo de Oliveira, discutiram  em Brasília, como tornar todo o estado zona livre de febre aftosa com vacinação. Atualmente, apenas os municípios de Guajará, Boca do Acre e parte de Lábrea e Canutama têm esse status. O rebanho do Amazonas é de cerca de 1,3 milhão de bovinos e bubalinos.

O governador está preocupado com a situação da sanidade animal referente à erradicação da febre aftosa no Amazonas e se comprometeu, junto aos órgãos responsáveis, articular as soluções com o Ministério da Agricultura. “Acho importante a nova forma de o governo agir, compartilhando os recursos e soluções com os estados”, disse Oliveira.

Durante a reunião, Novacki anunciou a decisão do ministro Blairo Maggi em transferir R$ 3 milhões, por meio de convênio, para que o estado possa concluir as adequações necessárias.

“Em 2018, queremos ser reconhecidos mundialmente como um país livre de aftosa”, afirmou o ministro interino. Para isso, a reivindicação brasileira deverá ser encaminhada para análise e aprovação do organismo internacional até agosto de 2017. A meta é que o país obtenha o reconhecimento internacional em maio de 2018, durante a Assembleia Geral da OIE, que ocorre anualmente.

O status poderá permitir Brasil ganhar novos mercados para a carne bovina. Em 2015, o país exportou 1,3 milhão de toneladas.

Um passo importante para venda de carne bovina brasileira foi dado no começo de agosto deste ano, com o anúncio do acordo sanitário com os Estados Unidos. Os norte-americanos são muito exigentes. O acordo é uma chancela para que outros países também comprem o produto.

Além do governador José Melo de Oliveira, participaram da reunião o secretário de Produção Rural do Amazonas, Sidney Leite, e o diretor presidente da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do estado, Hamilton Casara.

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Assessoria de comunicação social
Inez De Podestà