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Foram registradas 25 ocorrências de ferrugem asiática em três estados

Com o término do vazio sanitário no dia 15 de setembro, nos estados do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul, do Paraná, de São Paulo, de Rondônia e parte do Pará, está autorizado o início da semeadura da safra de soja. Para prever cenários de antecipação da ferrugem da soja durante a safra 2016/2017, os membros do Consórcio Antiferrugem estão monitorando as áreas e acabam de fazer os primeiros registros da ocorrência de ferrugem-asiática em soja voluntária ou “guaxa” (planta que nasce espontaneamente nas lavouras ou estradas). Após 15 de setembro foram relatadas 25 ocorrências: 8 no Paraná, 16 em São Paulo e uma em Mato Grosso.

Ferrugem asiática em Mato Grosso

As chuvas recentes nas regiões de Primavera do Leste e Campo Verde (Mato Grosso), a presença de plantas “guaxas” de soja e a existência de esporos do fungo causador da ferrugem-asiática na região favoreceram o surgimento da doença no fim do vazio sanitário. De acordo com informações da Embrapa, a identificação foi feita em Primavera do Leste, no dia 16 de setembro, pelo engenheiro agrônomo do Ministério da Agricultura, Wanderlei Dias Guerra.

Paraná e São Paulo

No Paraná e São Paulo os relatos de ferrugem em soja guaxa foram feitos pela Fundação ABC. Segundo o técnico Alan Cordeiro Vaz, 65{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos pontos monitorados tinham a doença, enquanto que, na safra 2015/2016, 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos pontos apresentavam ferrugem. “A situação atual é melhor do que a enfrentada no mesmo período da safra passada, principalmente devido ao inverno típico, mas a regularidade de chuvas recente possibilitou a germinação de soja guaxa”, relata Vaz.

Relato precoce

O relato precoce da ferrugem em plantas “guaxas” reforça a necessidade de monitoramento da doença. Mesmo assim, os pesquisadores da Embrapa não recomendam a antecipação das pulverizações com fungicidas. “Não há necessidade de fazer aplicações agora, porque o inóculo da ferrugem ainda é baixo, mas o alerta serve para informar que a ferrugem está presente e, mais do que nunca, é necessário o monitoramento constante”, diz a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa Soja.

Manejo da ferrugem

Segundo a pesquisadora da Embrapa Soja, com o final do vazio sanitário e o início da semeadura da soja nas principais regiões produtoras, os agricultores precisam manejar adequadamente a ferrugem-asiática da soja, a mais severa doença da cultura. A infecção é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi que provoca desfolha precoce, compromete a formação, o desenvolvimento de vagens e o peso final do grão.

De acordo com dados do Consórcio Antiferrugem, o custo-ferrugem (gasto com fungicidas para controle + perdas de produção) médio é de US$ 2 bilhões por safra no Brasil. “Por isso, é imprescindível que os produtores façam o monitoramento das lavouras (desde o período vegetativo) para identificarem precocemente a presença de sintomas de ferrugem e tomarem as medidas de manejo adequadas”, alerta a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa Soja.

Controle químico

Quando o uso de produtos químicos for necessário, Godoy orienta os produtores a usarem fungicidas eficientes nas doses recomendadas pelos fabricantes. “Além disso, é muito importante que os agricultores optem por produtos formulados em misturas com diferentes modos de ação e que façam a rotação dos fungicidas para atrasar o aparecimento de populações menos sensíveis/ resistentes do fungo”, diz a pesquisadora.

Atualmente já foram relatadas populações menos sensíveis a dois grupos de fungicidas sítio-específicos – os inibidores da desmetilação (IDM ou triazóis) e os inibidores de quinona externa (IQo ou estrobilurinas). “Somente os inibidores da succinato desidrogenase (carboxamidas) ainda não tiveram redução de eficiência. É preciso atrasar o aparecimento de populações menos sensíveis a esse modo de ação para preservar os produtos disponíveis no mercado”, explica a pesquisadora.

Soja selvagem é cultivada pela primeira vez no Brasil

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Pela primeira vez, o Brasil semeou soja selvagem para estudar seu comportamento e identificar suas diferentes características. Ao todo, foram avaliadas 21 espécies, a maioria originária da Austrália. A regeneração e o armazenamento dessas sementes permitem ampliar a variabilidade genética da soja.

As espécies foram armazenadas no Banco Ativo de Germoplasma (BAG), uma coleção de sementes mantida pela Embrapa Soja em Londrina (PR), considerado o terceiro maior banco da leguminosa no mundo com cerca de 35 mil acessos. O trabalho de regeneração e catalogação dessas espécies começou a ser feito nas casas de vegetação da Embrapa Soja no início de 2016 e está praticamente concluído. “É a primeira vez que essas sementes foram catalogadas no Brasil dentro de casas de vegetação”, conta o pesquisador Marcelo Fernandes de Oliveira, curador do BAG da Embrapa Soja.

“Ao contrário da soja semeada atualmente, que é originária da China (Glycine max), a soja selvagem ainda é pouco conhecida, mas traz embutidas características que poderão influenciar o futuro dos programas de melhoramento genético”, avalia Fernandes. “Apesar de a soja selvagem ser pouco estudada, sabemos que seu genoma é diferente do genoma da soja cultivada e que tem fontes de resistência a várias doenças e pragas”, avalia.

A Embrapa recebeu as sementes selvagens por meio de uma parceria com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e com a Universidade de Sydney, na Austrália. De acordo com o pesquisador, muitas das sementes selvagens são similares a grãos de mostarda. As plantas são trepadeiras como o feijão e têm folhas redondas e estreitas, ou seja, muito diferentes da soja cultivada.

“Todo plantio, colheita e debulha das plantas vêm sendo feitos à mão. Esse trabalho é muito minucioso e exige concentração e cuidado de empregados dedicados apenas a essa atividade, para evitar mistura e não haver contaminação entre as sementes”, diz o curador do BAG.

Aplicação prática da soja selvagem

Além do curador do BAG, dois técnicos e um operário de campo administram o Banco. A equipe realiza um trabalho sistemático de catalogação e multiplicação dessas sementes, identificando suas diferentes características, como produtividade, porte de planta, ciclo, resistência a doenças, sabor, tolerância à seca, entre outros.

Depois de catalogadas, essas plantas ficam disponíveis para serem cruzadas com outras plantas, passando a fazer parte do programa de melhoramento genético.  “Temos que catalogar e conhecer essas fontes genéticas porque, caso contrário, não teremos como utilizar toda essa riqueza”, explica Fernandes.

De acordo com o pesquisador, primeiramente serão identificadas fontes de resistência para três doenças severas para o grão: ferrugem-da-soja, cancro-da-haste, e cercospora. “Queremos avaliar esses acessos para cancro-da-haste e cercospora, porque são doenças que já causaram grandes prejuízos no passado e hoje são usadas apenas uma ou duas fontes de resistência em todo Brasil”, diz.

O pesquisador conta que já se sabe que a Glycine tomantela, uma das espécies de soja selvagem, tem genes de resistência à ferrugem-asiática, mas a ideia é identificar outros genes e usá-los para melhorar a soja comercial ou mesmo garantir novas estratégias de manejo. “Estamos buscando identificar e introduzir genes que ampliem a tolerância à ferrugem para reduzir, por exemplo, o número de aplicações de fungicidas”, conta Fernandes. Também é objetivo fazer melhoramento genético preventivo, ou seja, ter fontes genéticas para evitar quebras de resistência futuras. “Além disso, precisamos estar preparados para doenças com potencial risco de ser introduzidas no País”, alerta.

Banco Ativo de Germoplasma: patrimônio nacional

Por que algumas plantas de soja são mais produtivas, outras têm maior teor de proteína e há ainda as que são resistentes a diferentes tipos de doenças? Isso ocorre porque elas comportam diferentes características genéticas e essas diferenças são importantes para produzir variedades específicas para diversos desafios encontrados no campo.

A fim de  preservar a variabilidade genética, a Embrapa Soja mantém no Banco Ativo de Germoplasma uma coleção de aproximadamente 35 mil acessos (tipos de soja) introduzidos da coleção dos Estados Unidos e de outros países da África, Europa, Ásia, Oriente Médio e Oceania. “Quanto mais acessos diferentes e caracterizados, melhor será sua utilização nos programas de melhoramento para desenvolvimento de novas variedades,” esclarece Fernandes.

O BAG da Embrapa conta com as espécies selvagens, com exemplares das cultivadas na China há mais de cinco mil anos, até sementes utilizadas comercialmente no Brasil. A Glycine max, hoje uma das mais importante commodities mundiais, é muito diferente das suas ancestrais que lhe deram origem. De acordo com Fernandes, a evolução da soja começou com o aparecimento de plantas oriundas de cruzamentos naturais, que foram domesticadas e melhoradas por cientistas da antiga China.

Criado em 1976, o BAG da Embrapa passou por diversas mudanças e ampliações e hoje é o terceiro maior Banco de sementes de soja do mundo. No caso da Embrapa, o acesso a essas características foi determinante para modernizar completamente a genética do portfólio das cultivares BRS. “Hoje nosso portfólio é o mais completo do mercado, porque temos soja para atender às diferentes necessidades do produtor como precocidade, hábito indeterminado, reação a novas doenças e alto potencial produtivo”, comemora.

Para manter essas sementes, a Embrapa Soja dispõe de uma estrutura que foi remodelada, em 2011, e está totalmente automatizada. As sementes são mantidas em câmara fria a 5ºC, com 25{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de umidade, o que garante sua sobrevivência por longos períodos. “É um patrimônio nacional, que garante o desenvolvimento de melhores cultivares e torna o Brasil mais produtivo”, explica Fernandes.

Rondônia receberá inspeção sanitária ainda este ano

Delegações estrangeiras vão avaliar os controles de produção de carnes bovina, suína e de aves.

O Brasil poderá receber 15 missões veterinárias de vários países, até o final do ano, para inspeção sanitária em estabelecimentos registrados junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Quatro delas já estão confirmadas: duas do Chile (para carne bovina e farinha de carne e osso); uma de Cuba (para carnes suína e de aves) e uma da Bolívia (para carnes de aves, bovina e suína).

Com as missões, os países interessados pretendem avaliar a ação do serviço de inspeção federal e os controles efetuados pelos estabelecimentos com o objetivo de autorizar novas habilitações à exportação de produtos brasileiros de origem animal ou revalidar aquelas já concedidas.

Segundo o chefe da Divisão de Auditorias Internacionais do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Mapa, Fábio Coelho Correa de Araújo, quanto mais missões vierem ao país, maior a possibilidade de ampliação da exportação de produtos agropecuários e de consolidação do reconhecimento internacional da qualidade do serviço de inspeção federal brasileiro.

O primeiro grupo de técnicos virá do Chile para fazer auditoria na produção de carne bovina in natura, entre os dias 10 de outubro e 22 de novembro. A previsão é visitar estabelecimentos de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Minas Gerais, São Paulo, do Tocantins, Espírito Santo, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Em outra missão, o Chile enviará auditores para verificar a produção de farinha de carne e osso em unidades em Goiás, Minas, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A visita está prevista para o período de 28 de novembro e 9 de dezembro.

Estão previstas ainda missões de Cuba e da Bolívia. De 15 de outubro a 24 de novembro, os cubanos vão fazer auditorias em estabelecimentos de aves e suínos. De 21 de novembro e 2 de dezembro, veterinários bolivianos irão inspecionar unidades de carnes de ave, suína e bovina. Os roteiros ainda estão sendo definidos.

Mais informações à imprensa:
Assessoria de comunicação social
Janete Lima
imprensa@agricultura.gov.br

Fazenda Futuro colhe abacaxis até outubro e amplia parcerias para tanques ecológicos

O trator com lâmina levanta poeira no campo todas as manhãs. Agosto é o mês da correção do solo com calcário.

A Fazenda Futuro, um caso amazônico de sucesso agrícola, amplia áreas de fruticultura e olericultura com apoio e aval da Embrapa Rondônia, Embrapa Amazônia Oriental (Pará) e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater).

Distribuídos em frentes de trabalho, 70 reeducandos amparados pelo fundo penitenciário preparam-se para as próximas safras. Parte da equipe revitaliza três tanques que terão lâmina d’água e berçário de peixe tambaqui, onde serão colocados 500 alevinos.

A colheita de pelo menos 70 mil abacaxis da variedade pérola começará entre os meses de setembro e outubro, conforme anunciou o coordenador do projeto da Secretaria Estadual de Justiça (Sejus), Lourival Milhomen.

“Da Embrapa do Pará recebemos mudas de cupuaçu sem caroço e a cultivar de açaí de touceira BRS Pará, que pode ser irrigado e produz o ano inteiro; da Emater-CE recebemos mudas de cajueiro”, informou o coordenador.

Segundo o técnico da Emater-RO, Josciney Viana de Farias, ambas serão plantadas em período juvenil, consorciadas. A exemplo das mudas de castanha, a germinação ocorre na própria fazenda.

Castigada pela estiagem, a área de meio hectare com maracujá será substituída. Em um ano e meio, ela carregou duas vezes, contou Viana. Canteiros de pepino e maxixe também serão renovados.

Duzentas mudas de tomate plantadas estão em fase de germinação a custo zero na estufa artesanal de plástico comum, bambu e sombrite. Uma das áreas com bananeiras [variedades prata e da terra] servirá agora para o aumento das lavouras de mandioca.

O consumo das frutas é interno nas unidades prisionais de Porto Velho, atendendo apenados e servidores. “Nos fins de semana, cada um deles [do regime semiaberto] chega em casa com hortaliças [sem agrotóxicos] e frutas da estação por eles cultivadas, e isso os valoriza muito”, comentou Milhomen.

A administração também faz doações ao Lar do Bebê, Casa do Ancião e a igrejas que mantêm compromisso com o social.

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Apenados colhem couve

“MENINA DOS OLHOS”

O reconhecimento da área de 309 hectares da fazenda ocorreu em 2012; a infraestrutura e o primeiro plantio de abacaxi e mandioca vieram em 2013; a manutenção em 2014; cursos de capacitação, aumento do plantio e manutenção em 2015; e em 2016 as terras são preparadas para outras culturas.

“Menina dos olhos” do governador Confúcio Moura, a castanha alcançou sete mil mudas ensacoladas, de um total de 65 mil em estado de germinação no chão do viveiro.

O plano prossegue inalterado. Com a germinação em massa a fazenda irá abastecer prefeituras, cooperativas e associações.

A Sejus consulta atualmente o Tribunal de Contas para buscar a legalidade na futura comercialização do excedente de produtos a serem distribuídos em creches, hospitais e escolas. “O dinheiro obtido com a venda de frutas e hortaliças se reverterá na compra de insumos”, anunciou Milhomen.

Juntas, horticultura, fruticultura, avicultura de corte, bovinocultura de leite e piscicultura garantirão até 2017 o café da manhã, refeições, sobremesa e lanches dos apenados.

Nas fases iniciais do projeto, desde 2013, a fazenda estabeleceu parcerias com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), que cedeu máquinas, enquanto a Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri) doou transporte e calcário.

Antigas posses em litígio estão sendo analisadas pela Justiça Federal. A área inteira da fazenda já tem laudo de avaliação e foi georreferenciada.

TANQUES ECOLÓGICOS

Dois tanques com capacidade para 100 mil litros receberão alevinos de pirarucu durante seis meses. Um está pronto, já recebeu alevinos, outro ainda não tem lona interna.

Água de poço artesiano já está ligada ao tanque de pirarucu. Com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), a fazenda pleiteia novos cursos de capacitação.

Segundo Milhomen, o ritmo de trabalho “inspirou o governador a determinar a construção do terceiro tanque ecológico”. Nova coleta de pneus será feita no início do mês.

O tanque para criação de pirarucu reaproveita pneus velhos recolhidos na cidade. Em apenas dois dias, o coordenador totalizou quinhentos. A construção demorou uma semana.

À esquerda desse tanque, outro grande serve para a decantação. Segundo o técnico Viana, ali serão depositadas águas dos tanques ecológicos. Dejetos nelas contidos serão naturalmente maturados, transformando-se em adubos orgânicos que irrigarão hortaliças cultivadas.

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Tanque ecológico usa pneus velhos; governador determinou a construção do terceiro

O técnico aponta a sequência de níveis diferentes do solo entre os tanques, explicando que os canteiros de hortaliças serão irrigados por gravidade.

Atualmente fazenda produz biofertilizantes usados canteiros de hortaliças, usando fezes de galinha, folhagens.

A correção de solo está sob responsabilidade da Seagri, e análises do solo é feita pela Embrapa-RO. A Seagri enviou à fazenda uma carreta de cama de galinha.

A área demonstrativa da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac) reservou 60 mudas (matrizes) de cacau que servirão para enxertos. O cacau vem sendo revitalizado em municípios tradicionalmente produtores no estado.

Durante a abertura da 2ª edição da Feira de Negócios e Tecnologias Rurais Sustentáveis de Porto Velho (Portoagro), dirigentes da Sejus, da Fazenda Futuro e do grupo Rovema firmaram parceria para apoiar o projeto.

A Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd) cedeu registros d’água, canos, canaletas e outros equipamentos de hidráulica.

No momento, a Coordenadoria de Assuntos Urbanísticos da Prefeitura de Porto Velho contribui com as obras, cedendo uma máquina escavadeira Pc. “Vencemos algumas etapas e já estamos precisando dela outra vez”, apelou Milhomen.

QUANTO O GOVERNO INVESTE

Na parceria com a Emater, o Projeto Agropecuário Fazenda Futuro investe R$ 1,2 milhão. No item alimentos, destacam-se os seguintes investimentos:

► R$ 114,5 mil em horticultura
► R$ 99,4 mil em fruticultura
► R$ 475 mil em avicultura de corte
► R$ 428,3 mil em bovinocultura leiteira
► R$ 99,6 mil em piscicultura.

Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Daiane Mendonça

Cachorro de muitos donos

23.03.2012 - ANDEFFotos: Tatiana Ferro

Qualquer país precisa ter uma política agrária. É evidente que uma política agrária tem váriosdesdobramentos, detalhes, particularidades, mas deve, principalmente, cuidar da produção de alimentos, fibras e energia, sem descuidar do ambiente e da economia, preservando a atividade agrícola, as pessoas envolvidas e garantindo a segurança alimentar.

Para a consecução da política agrícola são necessários instrumentos e órgãos especializados. É fundamental a elaboração de prioridades no desenvolvimento de novas tecnologias, patrocinando a elaboração de estudos e pesquisas que resultem em conhecimento e produtos que, empregados pelos agentes do agronegócio, resultem em benefícios à população. Nas mais diversas cadeias de produção agrícola, agricultores e pecuaristas se constituem em elo fundamental. Uma política agrícola digna do nome deve sempre considerar esse fator, independentemente de qualquer outro. Enfim, uma política agrícola visa, entre outras coisas, o desenvolvimento agrário.

Embora cada cadeia produtiva tenha especificidades, deve haver uma política que as contemple sem distinção. Aqui, é impossível separar grandes, médios e pequenos produtores, agricultura familiar e agricultura não familiar, agricultura convencional, orgânica, biodinâmica e outras. É um grave engano a divisão entre agricultura empresarial e familiar, pois essa divisão leva a distorções importantes na aplicação de política agrícola. Há pequenos agricultores muitotecnificados, verdadeiras empresas familiares, e há propriedades médias e grandes sem tecnologia e sem condições de evoluir na escala técnico-econômica. Admitir a divisão mostra, no mínimo, total desconhecimento do setor, ou então, má fé.

Desta forma, em qualquer análise que faça, não se justifica a existência de dois ministérios para a agricultura brasileira. Ora, como poderia um Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento não contemplar todas as cadeias produtivas, independente do tamanho do produtor? É evidente que os problemas do campo são diferentes em cada região, em cada atividade, em cada tamanho de propriedade, em cada escala econômica. Vamos então criar um ministério para cada problema existente?

Por exemplo, a extensão rural, que tem por objetivo levar tecnologia a todos os produtores, é falha no Brasil. Melhor em alguns estados, mas não se vislumbra o desenvolvimento de um programa sério de extensão. O financiamento de treinamentos, cursos, e que tais, passando por ONGs e entidades ligadas aos tais “Movimentos Sociais” já se mostrou completamente improdutivo. Precisa-se recriar um Ministério para voltarmos a ver, novamente, este mau uso do dinheiro público? Não seria o caso do Ministério da Agricultura estabelecer prioridades e implementar a extensão rural, ou coordenar o trabalho das Secretarias Estaduais de Agricultura, sem ideologia, sem divisões estapafúrdias por tamanho e origem da propriedade?  Este é apenas um exemplo, existem muitos outros.

Precisamos aproveitar o clima de mudanças, começar a operar também tecnicamente os ministérios que, por origem, são técnicos. Enquanto se criarem ministérios e empresas públicas com o único intuito de acomodar parceiros e ideologias, o Brasil continuará um passo atrás do mundo. Não se justifica a recriação do tal de Ministério do Desenvolvimento Agrário. O setor agrícola brasileiro merece respeito, merece políticas públicas que permitam seu desenvolvimento, não que entravem o desenvolvimento. Afinal, como diz o caboclo, se o governo não atrapalhar, dá pra trabalhar.

Sobre o CCAS

O Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) é uma organização da Sociedade Civil, criada em 15 de abril de 2011, com domicilio, sede e foro no município de São Paulo-SP, com o objetivo precípuo de discutir temas relacionados à sustentabilidade da agricultura e se posicionar, de maneira clara, sobre o assunto.

O CCAS é uma entidade privada, de natureza associativa, sem fins econômicos, pautando suas ações na imparcialidade, ética e transparência, sempre valorizando o conhecimento científico.

Os associados do CCAS são profissionais de diferentes formações e áreas de atuação, tanto na área pública quanto privada, que comungam o objetivo comum de pugnar pela sustentabilidade da agricultura brasileira. São profissionais que se destacam por suas atividades técnico-científicas e que se dispõem a apresentar fatos concretos, lastreados em verdades científicas, para comprovar a sustentabilidade das atividades agrícolas.

A agricultura, apesar da sua importância fundamental para o país e para cada cidadão, tem sua reputação e imagem em construção, alternando percepções positivas e negativas, não condizentes com a realidade. É preciso que professores, pesquisadores e especialistas no tema apresentem e discutam suas teses, estudos e opiniões, para melhor informação da sociedade. É importante que todo o conhecimento acumulado nas Universidades e Instituições de Pesquisa seja colocado à disposição da população, para que a realidade da agricultura, em especial seu caráter de sustentabilidade, transpareça. Mais informações no website: http://agriculturasustentavel.org.br/. Acompanhe também o CCAS no Facebook: http://www.facebook.com/agriculturasustentavel

Por Ciro Antonio Rosolem, Vice-Presidente de Estudos do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e Professor Titular da Faculdade de Ciências Agrícolas da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FCA/Unesp Botucatu).

Alta contrata o Neymar dos touros

A Alta anunciou a contratação de três touros do 31º Grupo do Programa de Melhoramento Genético do Gir Leiteiro para fazer parte da seleta bateria da empresa. Neymar de Brasília, que carrega o nome de um dos melhores jogadores de futebol do mundo, é um ícone de produção e a promessa da Fazenda Brasília. O animal tem modernidade de pedigree e morfologia atual, pronto para fazer fêmeas reais e altamente produtivas.

Neymar é filho de CA Sansão, um dos grandes produtores de leite da raça Gir Leiteiro. Além disso, tem em seu DNA o número 1 da raça pelos últimos 10 anos e é irmão paterno do segundo melhor touro do ranking, Casper Te Kubera. Já na linha materna traz a matriz Figa FIV de Brasília: vaca com produção de 12.394 quilos de leite em 365 dias, média de 35,40 por dia.

“Estamos satisfeitos com as contratações, pois são os animais que colocam nossa empresa na liderança, de cada três doses vendidas de sêmen, uma é da Alta. Nos preocupamos em recrutar os melhores touros e garantir uma genética precisa, eficiente, de qualidade e credibilidade para o pecuarista”, destaca Guilherme Marquez, Gerente de Leite Nacional da Alta.

Outro escolhido foi o Godzila FIV da Xapetuba, resultado de um relacionamento certeiro que une racial, tipo e muito leite da incrível Feição TE F. Mutum com o lendário Radar dos Poções – considerado reprodutor consagrado por ter inúmeros filhos provados e filhas que se destacaram tanto em produção de leite como nas pistas. “Godzila não é apenas um touro jovem, mas fruto de um trabalho de mais de 60 anos da raça Gir Leiteiro”, relembra Marquez.

A Alta também contratou o Figo Gadiran com linhagem de qualidade e garantia de bons resultados. Fruto de um criterioso acasalamento da Fazenda Figueira, já mostra a segunda geração de um dos mais usados touros jovens do mercado. Seu pai é o famoso Figo Bahadur, campeão das pistas e tricampeão nacional, é um dos mais esperados para as provas de 2019.

“É um touro de volume e altura. Sua promessa é construir animais mais altos, de maior comprimento corporal, além de carregar todo o leite que sua linha de pedigree pode oferecer”, finaliza.

Sobre a Alta Genetics

A Alta Genetics é líder no mercado de melhoramento genético bovino do mundo. Com matriz localizada em Calgary, no Canadá, atua em mais de 90 países com nove centrais de coleta: Brasil, Estados Unidos, Canadá, Argentina, Holanda e China. Com 20 anos de história no Brasil, a empresa está sediada na cidade de Uberaba/MG, e tem como missão orientar pecuaristas sobre a melhor maneira de usar a genética aliada ao manejo, nutrição, ambiente, gestão e todos os processos para garantir um animal com todo o seu potencial genético. O compromisso da Alta é criar valor, entregar o melhor resultado e construir confiança com seus clientes e parceiros, em busca do desenvolvimento da pecuária. Mais informações no website: http://www.altagenetics.com.br.

Credito Fundiário prevê aumento do teto para compra de terras e construção de moradias rurais em Rondônia

O aumento do teto do Programa Nacional de Crédito Fundiário (Pncf), que vai de R$ 80 mil para R$ 140 mil para a compra de terras, minimiza os conflitos agrários ao fixar o homem no campo com dignidade. A secretária adjunta de agricultura (Seagri), Mary Braganhol, foi a Brasília na última semana, a fim de incorporar os benefícios federais do Programa Nacional de Habitação Rural (Pnhr), beneficiando os produtores da agricultura familiar em Rondônia.

Acompanhando Braganhol, o coordenador da Unidade Técnica Estadual (UTE) da Seagri, Marcos Rodrigo, durante a visita à Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), disse que “este aumento é importante porque com o valor anterior (R$ 80 mil), os pequenos produtores rurais familiares conseguem comprar apenas 8 hectares; já com os R$ 140 mil propostos podem comprar até 12 hectares, que lhes permitem aumentar significativamente suas produções, aumentando a qualidade de vida de todos”.

Mary Braganhol, ao solicitar o aumento do teto para a compra de terras, disse do empenho do governador Confúcio Moura em “valorizar os pequenos produtores familiares rurais, base da economia de Rondônia, responsáveis por mais de 82{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de tudo que aqui se produz”. Além disso, as terras compradas legalmente garantem a posse, evitando com isso que haja conflitos agrários e invasões de terras produtivas.

A incorporação dos benefícios federais do Pnhr garantem a fixação dos produtores no campo, evitando o êxodo rural e consequente aumento desordenado dos núcleos urbanos. “Temos hoje mais de 200 famílias assentadas, mas sem moradias construídas”, informa Braganhol.

O Programa Nacional de Habitação Rural prevê recursos não só para a construção de moradias, mas também para toda a infra-estrutura e tecnologias necessárias que visem o desenvolvimento dos sistemas produtivos e a consolidação das famílias no campo.

Raquel Porto Santori, gestora da Subsecretaria de Reordenamento Agrário (SRA), vinculada à Sead, reconheceu a importância do aumento do teto para a compra de terras e também da vinculação do Pnhr a todos os contratos (efetivados e futuros). “Reconhecemos que o valor atual não supre a necessidade da maioria dos produtores rurais familiares em Rondônia. A gestão da Seagri vem em boa hora e, cremos que em 2017, possamos atender às duas demandas aqui apresentadas”.

Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Secom

Microcrédito do Banco do Povo de Rondônia alavanca o pequeno piscicultor

Começar um pequeno negócio é sempre um grande desafio. Por isso, o Programa de Microcrédito Produtivo e Orientado do Banco do Povo de Rondônia é tão importante e tem alavancado iniciativas de sucesso, em especial na piscicultura.

“A rede bancária, até por uma questão de segurança, exige uma infinidade de garantias que, muitas vezes, inviabilizam negócios de futuro, simplesmente porque o pequeno agricultor, por ter apenas seu pedaço de chão, não consegue se enquadrar”, explicou o presidente do Banco do Povo de Rondônia, Manuel Serra.

Com juros baixos e poucas exigências, de 2010 até o momento, quase 1.500 pequenos negócios da agricultura familiar receberam aporte financeiro em todo o estado, que vai de R$ 300 a R$ 10.000. A piscicultura absorveu um terço dos financiamentos, num montante superior a R$ 4 milhões.

Manuel Serra contou que para se conseguir um empréstimo basta fazer um cadastro, estar com o nome limpo e constar da relação de agricultores da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), que também acompanha e presta assistência técnica.

Outro grande parceiro do Banco do Povo é o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que ajuda na formulação de projetos, dando segurança aos empreendimentos. Todos os serviços, tanto da Emater-RO, quanto do Sebrae, são gratuitos.

O Banco do Povo está presente em quase todos os municípios de Rondônia e, segundo Serra, até o final de 2018, cobrirá todo o estado. “Somos um banco de fomento. Os juros cobrados pelo Banco do Povo estão abaixo da inflação; nossa missão é garantir que todo cidadão rondoniense possa ter seu próprio negócio, com segurança e apoio”.

O presidente Manuel Serra disse que o agricultor de Rondônia cumpre fielmente seus contratos e que a inadimplência beira a zero por cento. “Temos dinheiro e queremos vê-lo circulando. Rondônia é um estado agrícola e os nossos agricultores familiares são responsáveis por mais de 82{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de tudo que se produz aqui. Nada mais justo que financiar estes dedicados cultivadores de progresso”.

Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Marco Aurélio Anconi

Santo Antônio Energia apoia Conexão Sebrae com exposição de pirarucus

Quem só conhece o pirarucu pelo seu característico sabor em pratos típicos da culinária regional tem, até o próximo sábado, 24 de agosto, a oportunidade de conferir a espécie, que é um dos maiores peixes de água doce do mundo, no Espaço Sebrae, instalado na praça de eventos Calama do Porto Velho Shopping. O Espaço integra as atividades do Conexão Sebrae, evento criado pela instituição para estimular e fortalecer iniciativas empreendedoras no município de Porto Velho.

O aquário com seis filhotes do peixe, que pode chegar a medir três metros e pesar mais de 200 quilos, é uma contribuição da Santo Antônio Energia – concessionária responsável pela implantação e operação da Hidrelétrica Santo Antônio. O tema “Pirarucu” foi escolhido para compartilhar com os visitantes da exposição um dos projetos desenvolvidos pela empresa junto aos moradores de reassentamentos rurais, como forma de estimular a geração de renda destas famílias.

A empresa investiu no desenvolvimento de técnicas para criação do Pirarucu em escala comercial. Em um dos experimentos foi implantado o sistema superintensivo, que maximiza o uso da área permitindo a produção de até 50 quilos de peixe por metro cúbico de água, enquanto no sistema convencional extensivo, a produção não chega a um quilo de peixe por metro cúbico. Segundo dados da Emater, uma das parcerias nesse projeto, em dois anos de trabalho foram comercializados mais de 4 mil exemplares de peixes em idade juvenil.

O Conexão Sebrae é gratuito e até sábado (24) oferece palestras, cursos, consultorias e ambientes de realidade virtual, além de exposições culturais e tecnológicas.

Por: Assessoria

Rondônia na Semana Internacional do Café em Belo Horizonte

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O potencial da produção de Rondônia está sendo exposto na Semana Internacional do Café – SIC em Belo Horizonte- MG em um Estande próprio com mais de 88 m². A estimativa dos organizadores (Sistema Federação da Agricultura de Minas Gerais, Café Editora, Sebrae Nacional e Governo de Minas), é de que a quarta edição da semana internacional gere em torno de R$ 27 milhões em negócios, valor 8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} superior ao registrado no ano passado. São esperados 14 mil visitantes e 165 marcas expositoras. Durante a SIC, ainda é realizada a maior feira do segmento, o 11º Espaço Café Brasil.

 

A SIC é um encontro de cafeicultores, torrefadores, classificadores, exportadores, compradores, fornecedores, empresários, baristas, proprietários de cafeterias e apreciadores. O evento acontece na capital do maior Estado produtor do Brasil – Belo Horizonte – e apresenta diversas ações a milhares de profissionais do mundo focadas nas áreas de Mercado & Consumo, Conhecimento & Inovação e Negócios & Empreendedorismo.

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O Sebrae viabilizou a participação de Rondônia na SIC como expositor, e para tanto contou com parceiros estratégicos como: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-CPAFRO), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater/RO), Superintendência de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (SUDER) e Secretaria de Estado da Agricultura (SEAGRI), os quais estão demonstrando os avanços e possibilidades de investimentos nesse segmento do agronegócio a milhares de visitantes do evento.

Para demonstrar a cafeicultura de Rondônia em números e em ações foi elaborada a edição especial da revista “Cafés de Rondônia”, para que o público em geral conheça os avanços obtidos no Estado.

Uma caravana representada pelos produtores rurais da região de abrangência do Projeto Cafeicultura de Rondônia, comitê gestor desse mesmo projeto composto pela Câmara Setorial do Café, Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), Conselho de Secretários Municipais de Agricultura, está no encontro em Belo Horizonte.

Os produtores classificados no Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do café canéfora (robusta e conilon) receberam além do prêmio em dinheiro pago pela Emater, as passagens aéreas e a hospedagem oferecidas pelo Sebrae para participar do evento, proporcionando a possibilidade de ampliação da visão de mercado dos referidos produtores.

Para realizar a promoção do café, a empresa Juninho Soft Café leva ao público que visita e é atraído ao estande, o sabor característico. Levar o café robusta foi uma iniciativa para alavancar seu consumo, porque antes não era valorizado como bebida altamente apreciável e saborosa, provocando uma nova experiência ao paladar do público de outros estados brasileiros e de outros países.

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Os cafeicultores terão oportunidade de conhecer o mercado, divulgar seus produtos e aproximar-se de potenciais compradores. O momento é favorável para a cafeicultura rondoniense quando comparada aos estados com grande tradição no cultivo de café.

Esta é uma oportunidade para Rondônia promover-se como grande fornecedor de café robusta de qualidade no mercado, realizar lançamentos de novas variedades de cafés clonais tanto robusta como arábica, analisar a concorrência, diversificar e expandir canais de comercialização entre outros.