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Empresários e investidores confirmam: Rondônia é um estado de oportunidades

O seminário Rondônia Terra de Oportunidades, que aconteceu, em São Paulo, na sede da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), reuniu investidores do Estado, que conhecem a realidade e capacidade da região.

Roberto Junqueira Filho, presidente da Santo Antônio Energia, concessionária da quarta maior usina hidrelétrica do país, contou sobre os investimentos feitos desde 2008, que geraram mais de mil empregos e energia para mais de 45 milhões de pessoas.

Para Roberto, a usina deixa legados para a economia: ser uma empresa de Rondônia, que vai sempre gerar empregos e desenvolvimento, ter qualificado mais de 54 mil profissionais, produzir energia da Amazônia para a Amazônia e para o Brasil, além de garantir maior segurança para atrair novos investidores.

Valdemar Camata Jr., diretor-superintendente do Sebrae, destacou os números expressivos da região Norte, dona de 42,25{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do território nacional. O superintendente falou sobre a importância de Rondônia ser portal da Amazônia: ter uma hidrovia que chega no oceano Atlântico, uma rodovia de acesso ao Pacífico, outra que liga a região ao Centro-Sul do país, duas usinas, ser responsável por 1/3 da indústria alimentícia da região e 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção de laticínios.

Camata contou que, em suas andanças pelo Brasil, ouve falar muito e falar bem sobre o Estado: “os caminhos para o desenvolvimento passam por Rondônia”.

Bruno Leite, acionista da empresa Zaltana Pescados, de Ariquemes (RO), afirmou estar feliz com o crescimento da psicultura nos últimos 10 anos “de maneira descontrolada, de forma positiva”.

O empresário contou que o avanço vem causando a integração entre as fazendas que atuam no setor e diminuindo a interferência na área ambiental.
“Colocamos o peixe de Rondônia nos grandes centros. O estado tem estrutura para oferecer produto de qualidade com durabilidade”, garantiu.

Para encerrar o evento, Bruno estimulou os investidores presentes no auditório da Fiesp: “Posso dizer, como empresário, que tudo que foi dito aqui [no seminário], é verdade”.

LUGAR DAS OPORTUNIDADES

Geraldo Ribeiro Haenel, diretor da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), também investidor do setor de minério, garantiu que é bom perceber o crescimento de Rondônia e ver que a crise econômica não atingiu o Estado.

Vagner Moraes Torrente, do Grupo White Solder, aprovou o evento e o tema: “Esse é um discurso que temos há muito tempo: Rondônia é uma terra de oportunidades. Isso é verdade”. O empresário diz que, há 30 anos, desde que se mudou para o estado, propaga a todos os amigos que a região é o lugar das oportunidades.

Fonte

Texto: Larissa Tezzari
Fotos: Larissa Tezzari
Secom – Governo de Rondônia

Governo anuncia R$ 190,25 bilhões com juros menores para financiar agricultura

O presidente Michel Temer e o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) anunciam, no Palácio do Planalto, o maior volume de recursos da história para financiar a agricultura brasileira. São R$ 190,25 bilhões destinados ao Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018, por meio do qual médios e grandes produtores poderão acessar o crédito rural, entre 1º de julho deste ano e 30 de junho de 2018. O governo federal também reduziu, entre um e dois pontos percentuais, os juros das operações. Do montante  anunciado, R$ 188,3 bilhões se referem à disponibilidade para financiamento e a diferença, de R$ 1,95 bilhão, à subvenção de prêmio do Seguro Rural e apoio à comercialização.

O presidente Michel Temer destacou o crescimento de 13,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do PIB (Produto Interno Bruto) agropecuário no primeiro trimestre deste ano, que, segundo ele, sustentou a economia no período. E destacou que a destinação de mais de R$ 190 bilhões para o setor não permite ser pessimista ao comportamento da atividade econômica. “O otimismo permeia esta solenidade”, frisou, lembrando que, na semana anterior, já foram anunciados mais de R$ 30 bilhões somente para a agricultura familiar. Temer destacou ainda que o ministro Blairo Maggi adotou medidas de desburocratização desde que assumiu o Mapa e tem viajado ao exterior para abrir novos mercados para os produtos brasileiros.

O montante dos recursos destinados ao Plano Agrícola e Pecuário reforça a prioridade dada pelo governo federal ao agronegócio e à geração de emprego e renda. Mesmo com a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) de 2016, que limitou os gastos públicos, o entendimento no Palácio do Planalto é de que é fundamental ampliar os valores para o crédito rural em um momento de incentivo à retomada do crescimento econômico.

Maggi falou com entusiasmo sobre a previsão da colheita de 232 milhões de toneladas de grãos neste ano, mas acrescentou que, incluindo toda a produção agrícola e pecuária, o resultado anual supera 1,2 bilhão de toneladas. O ministro enfatizou a importância da pesquisa, da tecnologia para a posição que o Brasil ocupa no mercado mundial do agronegócio (com 6,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de participação) . E frisou que o crescimento da produção tem sido alcançado preservando 61{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do território nacional. “Isso não acontece em nenhum outro país do mundo”, afirmou.

O plano repercute em criação de vagas em toda a cadeia produtiva, na geração de divisas com exportação de produtos agropecuários, além de proporcionar alimentação mais barata e inflação menor, beneficiando as famílias. O agronegócio impacta a economia não apenas do campo, mas também a da cidade, movimentando lavouras e a agroindústria de alimento, além de setores como de máquinas e equipamentos, de vestuário e transporte de carga. O setor é responsável por metade das exportações e por 21{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

O volume de crédito para custeio e comercialização é de R$ 150,25 bilhões, sendo R$ 116,25 bilhões com juros controlados (taxas fixadas pelo governo) e R$ 34 bilhões com juros livres (livre negociação entre a instituição financeira e o produtor). O montante para investimento saltou de R$ 34,05 bilhões para R$ 38,15 bilhões, com aumento de 12{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Apoio à comercialização terá 1,4 bilhão.

Juros

Quanto aos juros, houve redução de um ponto percentual ao ano nas linhas de custeio e de investimento e, de dois pontos percentuais ao ano nos programas prioritários voltados à armazenagem (Programa para Construção e Ampliação de Armazéns/PCA – 6,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a.a.) e à inovação tecnológica na agricultura (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária/Inovagro – 6,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a.a.).

No custeio, os juros caíram de 8,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano e 9,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano para 7,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e 8,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. O mesmo aconteceu para os programas de investimento, à exceção do PCA e Inovagro, nos quais a taxa foi fixada em 6,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano.

Para acompanhar o crescimento da produção agrícola, que deve se situar em 232 milhões de toneladas de grãos, com aumento de 24,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação à safra 2016/2017, com perspectivas de superar tal recorde em 2017/18, o governo federal garante recursos para investimento em armazenagem, de R$ 1,6 bilhão. Nessa temporada, os cerealistas também serão beneficiados no plano.

Os recursos para armazenagem, de acordo com o secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, vão ajudar o produtor a suprir a necessidade de logística, beneficiando cerealistas e cooperativas, que terão prazo de amortização do crédito em até 15 anos.

O Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural) terá juros de 7,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano e contará com R$ 21,7 bilhões, com alta de 12{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Os médios produtores rurais terão à disposição R$ 18 bilhões em custeio e R$ 3,7 bilhões em investimentos.

O programa de Inovação Tecnológica (Inovagro) tem uma linha de crédito para apoiar o uso da conectividade no campo. Isso contribuirá para melhorar ainda mais a gestão das propriedades rurais, por meio da informatização e do acesso à internet. A inovação tecnológica é um dos principais fatores para alavancar a produtividade agrícola.

O Inovagro contará, neste ano agrícola, com R$ 1,26 bilhão, com limite de R$ 1,1 milhão por produtor. O programa financia, por exemplo, equipamentos de agricultura de precisão.

Entre as novidades do plano está a retomada da linha de crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para renovação de canaviais (Prorenova Rural), com recursos de R$ 1,5 bilhão, em condições favorecidas.

Moderfrota

O Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) passa a contar com R$ 9,2 bilhões, com incremento de 82,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. A compra de máquinas e implementos agrícolas terá o limite de financiamento de 90{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do valor financiado, com prazo de pagamento de 7 anos.

O limite de financiamento de custeio é de R$ 3 milhões por produtor, por ano-agrícola. Para o médio produtor, o limite é de R$ 1,5 milhão. O prazo de pagamento é de 14 meses para produtores de grãos.

O governo elevou a abrangência de finalidades financiadas com a fonte LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) e espera atingir o montante de R$ 27,3 bilhões, dessa fonte, no financiamento da cadeia do agronegócio.

Em 2018, o produtor poderá contar com R$ 550 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), com aumento de 37,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. O PSR oferece ao agricultor a oportunidade de proteger sua produção agrícola com custo reduzido, por meio de auxílio financeiro do governo federal.

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Peixe congelado só pode ter 12{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de água adicionada

O Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (MAPA), publicou esta semana no Diário Oficial da União a Instrução Normativa 31 (IN), que limita a 12{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a aplicação de água, com ou sem aditivos (previstos em legislação), sobre a superfície do peixe. Essa prática conhecida como glaciamento ou congelamento visa evitar a oxidação e a desidratação. Foi mantida a exigência de que essa adição de água seja descontada no peso líquido informado ao consumidor.

Os estabelecimentos têm 180 dias, a partir da publicação da IN para adequarem à rotulagem dos produtos e, 90 dias, para se adaptarem às exigências dos requisitos estabelecidos. As regras estão adequadas ao Decreto 9.013/2017, que dispõe sobre o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal (RISPOA).

De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel, “a IN visa fornecer os parâmetros técnicos e laboratoriais para o controle de qualidade e inocuidade do peixe congelado e, intensificar as ações de fiscalização dos produtos nacionais e internacionais, garantindo a sua segurança”.

O secretário observou que a ausência de alguns importantes padrões fisioquímicos, específicos para o peixe congelado, acarretava dificuldades no controle oficial de adulterações químicas, falsificações e deterioração, possibilitando a concorrência desleal no comércio do pescado, e a colocação no mercado de produtos de baixa qualidade, com possíveis risco à saúde pública.

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Seminário Perspectivas Florestais para Conservação da Amazônia será exibido pela Internet

O futuro da Amazônia, as oportunidades de mercado para a floresta em pé, políticas públicas e experiências sustentáveis são alguns dos temas do IV Seminário Perspectivas Florestais para Conservação da Amazônia, promovido pelo Centro de Estudos (CES) Rioterra, entre 7 a 9 de junho, na UNIR Centro, em Porto Velho. O evento, parte integrante do projeto Semeando Sustentabilidade, patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental, contará com representantes de entidades públicas e privadas de vários estados brasileiros.

“O Evento tem como objetivo proporcionar discussões entre profissionais de diferentes segmentos sobre inovações na área florestal, para agricultura, mostrar ações que estão dando resultados e que podem ser replicadas para a região, bem como dialogar sobre políticas que possam apoiar ações de conservação na Amazônia” comentou TelvaMaltezo, presidente do CES Rioterra.

O evento será aberto na noite do dia 7, às 19:30h, com palestra sobre “Inovação Florestal e Oportunidades dos Mercados de Recuperação de Áreas”. Nos dias 8 e 9 os trabalhos iniciam às 14h e seguem até 19h. Devido a limitação de espaços e lotação do auditório o evento será transmitido online na página do Facebook do projeto (facebook.com/semeandosustentabilidade), como forma de possibilitar acesso aos interessados.

“Convidamos não apenas instituições de peso, mas pessoas que estão à frente de processos extremamente interessantes e inovadores para conservação da Amazônia. Será uma rara oportunidade de dialogar sobre inúmeros aspectos com os presentes. Também trabalhamos um métodode apresentação que permitirá forte interação entre os participantes”, falou Alexis Bastos, coordenador de projetos do CES Rioterra.

Confira a programação completa do seminário no site: semeandosustentabilidade.org.br

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Assessoria de imprensa da Rioterra – Ana Aranda – 69 98100 9063; anaarandarondonia@gmail.com

Legislação e procedimentos para fiscalização da pesca em Rondônia serão discutidos em reunião em Cabixi e Pimenteiras

A Gerência de Pesca, Aquicultura e Manejo de Fauna da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) realizará na próxima quinta (8) e sexta-feira (9), em parceria com a Coordenadoria de Proteção Ambiental (Copam), a Federação de Pescadores e Aquicultores do Estado de Rondônia (Fepearo) e o Batalhão da Polícia Ambiental (BPA), reunião com os pescadores profissionais e artesanais dos municípios de Cabixi e Pimenteiras do Oeste.

Segundo Marli Lustosa Nogueira, gerente de Pesca, Aquicultura e Manejo da Fauna da Sedam, a reunião atende à solicitação da Fepearo com o objetivo de discutir a legislação da pesca vigente, como por exemplo, apetrechos permitidos, definição de áreas proibidas e permitidas de pesca, tamanho permitido de captura de peixes, documentação necessária para comercialização, entre outros pontos. “Nestes encontros, todos terão a oportunidade de expor suas dúvidas e insatisfações, e obter esclarecimentos dos órgãos públicos sobre a legislação vigente”, disse Marli.

Segundo Letícia Matias Pinheiro Rocha, engenheira de pesca da Sedam, em 29 de março houve reunião com o BPA e pescadores da Comunidade Jacy-Paraná; e no dia 19 de maio com os filiados da Colônia de Pescadores Z-2 de Guajará-Mirim. “Esses eventos objetivam atender às solicitações dos próprios pescadores e colônias a fim de um alinhamento entre os envolvidos”, observou.

Sidney Serafim, representante da Coordenadoria de Proteção Ambiental da Sedam, juntamente com representantes do BPA, enfatizaram que as ações tomadas pela fiscalização são referentes às pescas ilegais. Eles citaram ainda que a principal conduta do batalhão é primeiramente a verificação da documentação do pescador e locais permitidos para pesca. Caso o pescador esteja irregular, é feita apreensão do material de pesca.

Texto: Sedam
Fotos: Sedam

30 bilhões para financiar a próxima safra

Agricultores, técnicos e instituições que trabalham de alguma forma com operações de crédito rural aguardavam ansiosos o planejamento do governo, para financiar a próxima safra que começa a ser preparada no final desta que se encerra neste mês de junho. Pressionado pela crise política o governo interrompeu a série altas no volume de recursos disponibilizados para o financiamento da safra.

Desde 2013 que a oferta de crédito rural vinha crescendo, em 2013 foram disponibilizados R$21bilhões, em 2014 foram R$24,1, em 2015 R$28,9 e em 2016 foram 30 bilhões de reais, valor mantido para financiar a safra 2017/18.

O setor já não esperava grande aumento no volume de recursos disponibilizados, mas tinha a expectativa de que a taxa de juros pudesse ser reduzida considerando-se que a inflação está em queda e deverá ficar abaixo do centro da meta fixado em 4,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Na safra atual os juros reais ficaram na media em 3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, mas esta situação muda em um cenário de inflação reduzida e manutenção da mesma taxa de juros de juros.

No novo plano safra os juros foram mantidos, podendo variar numa faixa entre 2,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} para o custeio dos produtos da sexta básica(produtos da agricultura familiar) e 5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} para investimento, e custeio de outras culturas.

Arrazoando

A preocupação dos analistas e produtores rurais é a mesma manifestada pelo ministro da agricultura Blairo Maggi, na abertura do agrishow em Ribeirão Preto, quando falou sobre a intenção do Ministério da Fazenda em manter a taxa de juros, mesmo em um cenário de inflação mais baixa.

A razão da apreensão é que toda vez que o índice de inflação supera o valor da taxa de juro nominal o tomador do crédito é beneficiado, mas prejudicado quando acontece o contrário. A grande dificuldade para a agropecuária é que com inflação baixa e juros altos, o financiamento da produção se torna predatório para a agropecuária, porque esta é uma atividade econômica que não possui a elasticidade de outras produções, como as da indústria.

Diferentemente da agricultura, a indústria tem a facilidade de baixar seus custos com medidas rápidas, como diminuir a produção, para economizar em mão de obra, armazenamento e outras práticas, dessa forma corta despesas, baixa a oferta e força o aumento dos preços. Por não ter essa facilidade a agropecuária carece de proteção do estado para manter a estabilidade da atividade econômica.

O crédito rural é o instrumento mais eficaz para proteger e estimular a produção agropecuária, é essencial em qualquer sistema produtivo, principalmente em lugares como o estado de Rondônia, onde a produção rural está em franca expansão, como se pode deduzir dos números da aplicação do crédito rural no Estado, fornecidos pelo Banco Central (Bacen).

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A planilha do Bacen mostra que o crédito rural aplicado em Rondônia em investimento agropecuário foi de 1,3 bilhão, e de 692 milhões aplicados em custeio. Observa-se que os valores de investimento são mais que o dobro do valor aplicado em custeio, esta é uma característica de desenvolvimento acelerado, porque se o setor já tivesse alcançado o ponto de estabilidade, teríamos valores de custeio superiores aos de investimento, como acontece em regiões onde a infraestrutura de produção agropecuária já está estabilizada.

A aplicação do crédito rural mostra que mesmo não havendo abertura de novas áreas para cultivo, a atividade agropecuária em Rondônia, continua a crescer e com mais qualidade por causa da introdução de novas cultivares e novas tecnologias de produção, demandando portanto, novos investimentos em infraestrutura de produção.

 

Texto: Enoque de Oliveira

Fotos : Robson Paiva

Mais uma vez, a Rondônia Rural Show foi um sucesso de público e de expositores

Nem mesmo a crise econômica gerou um clima de incertezas para os investidores que passaram pela 6ª Edição da Rondônia Rural Show, isso porque o evento mais uma vez foi um sucesso de negócios gerados, os números parciais divulgados no último dia do evento dão conta que mais de R$ 600 milhões foram feitos em negócios.

Segundo o secretário de agricultura do estado, Evandro Padovani este ano representa um grande desafio a todos, isso porque além da situação atual do país de instabilidade, o ano também foi de mudança de local da feira “ Este ano tivemos diversos desafios, primeiro o econômico, depois o da mudança da feira de endereço, mais vimos que foi um sucesso o evento, as mudanças vieram para melhorar, a feira sempre impulsionou a realização de negócios durante e depois do evento, levantando o ânimo do setor e fomentando novos investimentos” disse Padovani.

A 6ª Rondônia Rural Show trouxe otimismo para o setor e assume mais uma vez, o protagonismo para o desenvolvimento mercadológico do setor no estado e no Brasil, já que milhares de pessoas que visitaram o parque eram de empresários de outros estados e países.

A feira desde o seu lançamento tem se destacado pela sua contribuição para o desenvolvimento tecnológico do segmento, para o aprimoramento de técnicas de manejo no campo, e para a adoção de inovações que auxiliaram a elevar o patamar de produtividade, de produção e de lucratividade da agropecuária nacional.

Com a presença de mais de 400 expositores, foram mostradas ao público as principais marcas do país, marcas líderes do segmento rural, bem como a participação de importantes representantes das três esferas do governo – municipal, estadual e federal. Em termos de visitação, a expectativa foi superada.

As agroindústrias e o artesanato também ajudaram a impulsionar os negócios durante a feira, venderam em três dias R$ 110.558,00, das agroindústrias, e o artesanato vendeu mais de R$ 96 mil.

Além disso durante os 4 dias de feira ouve também palestras e cursos voltados para a área rural, exposição de raças de animais, torneio, e a modernidade de máquinas e implementos agrícolas, veículos e instituições de fomento.

Por Rondorural

Resultado parcial da Rondônia Rural Show aponta R$ 650 milhões em negócios durante os 4 dias de feira

A 6ª edição da Rondônia Rural Show encerrou no sábado (27) com os resultados positivos em negócios, expositores e visitação pública. O evento do agronegócio foi realizado em sede própria durante quatro dias em Ji-Paraná e está entre os 20 maiores realizados no País.

Os resultados parciais divulgados ao final da Rondônia Rural Show foram animadores e superava R$ 650 milhões em negócios. “Esse valor poderá aumentar nos próximos meses caso se concretizem as propostas de financiamentos que estão sendo analisadas pelas instituições financeiras”, explica o coordenador-geral do evento José Paulo Gonçales.

As propostas de financiamentos pendentes nos bancos abrangem todas as áreas do agronegócio, que vai desde baixos recursos para reformar cercas em pastos a elevados empréstimos para aquisição de máquinas e/ou equipamentos pesados. A feira teve a representação de 400 bandeiras nos estandes.

A visitação pública ficou em torno de 70 mil pessoas e oito países enviaram missões para conhecer o evento e prospectar negócios, segundo os dados preliminares da organização do evento no encerramento da feira.

“Neste ano os resultados foram maiores e melhores em relação ao ano passado. Nosso sino foi badalado várias vezes todos os dias”, comemorou o supervisor de vendas Claudemir dos Santos, que utilizou sinos para anunciar vendas realizadas. A Rondônia Rural Show é um evento idealizado e organizado pelo governo estadual com o objetivo de impulsionar o setor produtivo.

Fonte

Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Bruno Corsino
Secom – Governo de Rondônia

Tudo pronto para 6ª edição da Rondônia Rural Show em Ji-Paraná Rondônia

Com total de cinquenta hectares com o que há de mais moderno a disposição do agricultor e pecuarista do estado de Rondônia e região, a 6ª Rondônia Rural Show já movimenta o município de Ji-Paraná, que fica cerca de 370 quilômetros de Porto Velho/RO. Com centenas de expositores nacionais e internacionais, essa edição promete superar o volume de negócios feitos em 2016.

De acordo com organizador da feira José Paulo, no ano passado foram mais de R$ 400 milhões de reais em negócios. “Esse ano estamos com 400 expositores de vários lugares do Brasil e do mundo, pretendemos alcançar mais de R$ 500 milhões em negócios, essa serve para medir o potencial que temos no estado”. Comentou Paulo.

Quem vem a feira poderá apreciar todas as tecnologias disponíveis no mercado, a Rondônia Rural show é a principal vitrine de comercialização de produtos para homem do campo, aqui os agricultores terão a oportunidade de adquirir linhas de créditos com facilidade e juros bem menores do que o de mercado.

Confira a programação do 1º dia da Feira

07h30 – Abertura dos portões

08h30 – Hasteamento das bandeiras

09h – Abertura oficial – Tenda de abertura

09h30 – Palavra do ministro em exercício da Agricultura, Dr. Eumar Roberto Novacki; Visita das autoridades aos estandes e instalações da feira: Caminhos da Carne, Leite, Café e Peixe; Espaço Empresarial Internacional e Vitrine Tecnológica.

Palestras

14h – Doenças Reprodutivas – O inimigo oculto da reprodução bovina
Palestrante: Giovani Patre – Médico veterinário da Virbac do Brasil
Responsabilidade: Boa Safra e Machadão

15h – Ambiência na Suinocultura
Palestrante: Adriano Moretti – Gerente Regional de Vendas de Produto Animal – Grupo GSI Agromarau
Responsabilidade: Alfa Engenharia

16h – Prevenção dos Agrotóxicos na Saúde do Trabalhador
Palestrante: Hamilton Ferreira Teixeira – Médico especialista em medicina do trabalho.
Responsabilidade: Cerest/Ministério Público

Apresentação Diárias e Simultâneas – 12h às 18h

Caminho do Café
Palestrante: Credenciado Seagri/Emater

Caminho da Carne
Palestrante: Credenciado Seagri/Big Sal

Caminho do Leite
Palestrante: Credenciado Seagri/Emater

Caminho do Peixe
Palestrante: Credenciado Seagri/Emater

Programação do Espaço Empresarial Internacional

Palestras
15h – Divulgação FIAM 2017
Palestrante: Rebeca Garcia – Superintendente da Suframa
Responsabilidade: Suframa

16h – Expo Alimentaria 2017
Palestrante: Representante do Peru
Responsabilidade: Suder

18h – Encerramento

Confira a galeria de fotos acessando a fanpage do Rondorural

Por Rondorural

Fotos: Rondorural

 

Embrapa leva inovações ao setor produtivo na 6ª Rondônia Rural Show

A Embrapa estará presente na sexta edição da Rondônia Rural Show, que é a nona maior feira do agronegócio do Brasil e a maior da região Norte. Este ano, o evento acontece em novo espaço, com 50 hectares de área, e a Embrapa Rondônia preparou sua Vitrine Tecnológica com muitas inovações para produção animal, vegetal e cafeicultura. Contará também com profissionais à disposição do público todos os dias do evento. A Feira, acontece de 24 a 27 de maio, em Ji-Paraná, na BR 364, Km 333, sentido Presidente Médici. Os portões estarão abertos a partir das 7h30 e fecham às 18h.

Este ano a Embrapa apresenta em sua Vitrine Tecnológica 35 cultivares, sendo forrageiras, grãos (soja, milho, sorgo, arroz e feijão-caupi), café, mandioca e banana. Os lançamentos são as forrageiras BRS RB331 Ipyporã e BRS Quênia, resistentes às cigarrinhas-das-pastagens e com alta produtividade. O público também poderá conhecer a cultivar de soja BRS 7380 RR, com ampla resistência a nematoides, um dos destaques da nova geração de cultivares transgênicas do programa de melhoramento genético da Embrapa. Novos clones de café canéfora (conilon e robusta), em fase final de avaliação, estão na Vitrine e eles devem ser lançados nos próximos anos. Será apresentado aos visitantes o Sistema Integrado de Produção de Alimentos (Sisteminha Embrapa), para a agricultura familiar. E o dispositivo VETSCORE®, para avaliação da condição corporal de vacas Nelore, Girolando e Angus, também estará disponível no estande da Embrapa. A comercialização deste produto é realizada pela Prático de Garça, empresa licenciada pela Embrapa.

Uma novidade aguarda os visitantes no estande da Embrapa Rondônia: a apresentação da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) por meio da tecnologia da Realidade Aumentada. Com ela, é possível fazer a interação de objetos virtuais e reais, apresentando de forma interativa a tecnologia da ILPF. Este sistema também será apresentado pela Embrapa e parceiros na Vitrine Tecnológica, por meio do consórcio de milho com braquiária e também com espécies florestais em consórcio com culturas típicas da agricultura familiar. A Integração Lavoura-Pecuária-Floresta é um sistema de produção sustentável recomendado pela Embrapa em todo Brasil.

Também no estande, o público poderá degustar café expresso 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} arábica, de qualidade, produzido no Campo Experimental da Embrapa Rondônia em Ouro Preto do Oeste, utilizando boas práticas de colheita e pós-colheita e com secagem na Barcaça Seca Café.

Diversas ações realizadas pela Embrapa na Rondônia Rural Show contam com o apoio da Energia Sustentável do Brasil (ESBR), por meio do Projeto Piloto de Uso da Faixa Deplecionável do reservatório da Usina Hidrelétrica Jirau e das Áreas de Terra Firme de seu Entorno. Assim como também da Rede de Fomento ILPF, composta pelas empresas Dow AgroSciences, John Deere, Cocamar, Parker e Syngenta.

Confira abaixo mais detalhes sobre lançamentos, práticas e algumas das diversas tecnologias que a Embrapa levará para a quinta edição da 6ª Rondônia Rural Show.

Forrageiras resistentes às cigarrinhas e com alto valor nutricional

As cultivares BRS RB331 Ipyporã e BRS Quênia são lançamentos da Embrapa, em parceria com a Unipasto. A Ipyporã, que na língua guarani significa “belo começo”, é o primeiro híbrido de braquiária da Empresa e é resultado do cruzamento de Brachiaria ruziziensis com Brachiaria brizanth. Ela reúne as melhores características de cada uma delas, sendo considerado um marco nas pesquisas em melhoramento de braquiárias no País. Além do alto valor nutritivo, a forrageira destaca-se pela resistência a diferentes espécies de cigarrinhas.

O capim BRS Quênia, desenvolvido pela Embrapa em parceria com Unipasto, alia alta produtividade, fácil manejo e ótima qualidade de forragem. Apresenta ainda alta resistência a pragas e doenças, como às cigarrinhas das pastagens e a mancha das folhas.

Soja ­­­­­­­­­­­­­­BRS 7380 RR: ampla resistência a nematoides

A cultivar é transgênica, resistente ao herbicida glifosato, de ciclo precoce, grupo de maturidade 7.3 e associa a resistência às raças 3, 4, 6, 9, 10 e 14 do nematoide do cisto da soja (Heterodera glycines) com as resistências aos dois nematoides formadores de galhas, Meloidogyne incognita e Meloidogyne javanica, bem como apresenta baixo fator de multiplicação ao nematoide Pratylenchus brachyurus. Por estas características de resistências múltiplas a nematoides e seu ciclo precoce, permite a sua utilização no sistema produtivo em sucessão de culturas em regiões cujos solos apresentam histórico de problemas com os referidos nematoides, aumentando a sustentabilidade do sistema produtivo agrícola.

Sisteminha Embrapa para agricultura familiar

Em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e Emater-RO), o Sistema Integrado de Produção de Alimentos (Sisteminha Embrapa) estará à disposição do público. Ele integra piscicultura, criação de pequenos animais (aves, caprinos etc.) e o cultivo de grãos e hortaliças. O Sisteminha é autossustentável e há o aproveitamento de todos os resíduos gerados. O objetivo é a diversificação da produção e garantia de alimento para a subsistência da família. Pesquisadores da Embrapa Meio-Norte estarão na Rondônia Rural Show para apresentar este Sisteminha aos visitantes.

VETSCORE®: tecnologia para avaliar a condição nutricional do rebanho

Tecnologia simples e prática desenvolvida pela Embrapa Rondônia para avaliar a condição nutricional do rebanho, o VETSCORE® é formado por duas réguas e articuladas de maneira a formarem uma angulação em que o próprio produtor pode monitorar o rebanho de forma rápida e precisa, além de corrigir o manejo alimentar para atingir maior eficiência do rebanho. Para fazer a avaliação com o VETSCORE®, o animal deve ser recolhido em local onde possa ser contido e manuseado sem apresentar riscos a ele e ao avaliador. Feito isso, a régua deve ser posicionada sobre a garupa do animal, entre a última vértebra lombar e a primeira vértebra sacral, e ser lentamente fechado até que suas réguas estejam em maior contato possível com a pele do animal. A leitura da condição corporal em que o animal se encontra é indicada por cores no visor: vermelha (baixa), verde (adequada) e amarelo-alaranjada (alta). Este dispositivo foi validado para as raças Nelore, Girolando e Angus.

Novas variedades de café e práticas de manejo

A Embrapa Rondônia investe fortemente na pesquisa e transferência de tecnologia para o café, cultura importante para a agricultura familiar rondoniense e grande geradora de receitas para o estado. Essas ações envolvem o melhoramento genético das espécies arábica e canéfora (conilon e robusta) e também tecnologias e práticas destinadas ao manejo e condução da cultura. Para a Feira, além dos novos materiais de café canéfora, serão apresentadas algumas práticas de manejo recomendadas pela Embrapa:

– Poda de formação do cafeeiro

Técnica indicada para a formação precoce da copa dos cafeeiros conilon e robusta. Ela é benéfica por aumentar a produção na primeira safra e possibilitar a padronização das podas de produção, pois as hastes apresentarão a mesma idade. Se os cafeeiros forem plantados no mês de janeiro e a poda realizada em março, por exemplo, a prática da poda poderá também evitar o florescimento precoce em julho/agosto, evitando a colheita do primeiro ano (catação), cujo custo e a baixa produtividade por planta, a torna economicamente inviável.

– Poda apical do cafeeiro

Consiste em cortar a ponta da muda e serve para induzir a emissão de brotações laterais. Faz parte da poda de formação do cafeeiro.

 

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Renata Silva (MTb 12361/MG)

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