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Piscicultores de Rondônia agradecem a parceria que abriu portas para novos negócios

As missões empresariais são grupos de empresas organizadas sob coordenação do Sebrae em Rondônia para conhecer eventos de negócios, feiras, empresas ou entidades de outros estados. Elas têm por meta a aquisição de máquinas e equipamentos, a venda de produtos próprios ou a busca por novas alternativas de mercado. Como acontece todos os anos, as empresas de agronegócios de Rondônia participaram desde as missões até a Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar (Fispal Food Service), que ocorre em São Paulo sempre no início de junho. Trata-se da maior feira de alimentação profissional da América Latina, reunindo os maiores fornecedores de serviços, insumos, máquinas e equipamentos voltados para o setor.

Neste ano, três missões – uma de Ariquemes, outra de Ji-Paraná e uma de Porto Velho – foram à 33ª edição da Fispal Food Service, que ocorreu entre os dias 6 e 9 de junho e apresentou muitas inovações nas áreas de equipamento e automação. De acordo com os organizadores da feira, em 2017 o evento recebeu mais de 52 mil visitantes.

O Sebrae participou com o estande “Peixes de Rondônia”, uma parceria com a empresa fabricante de cozinhas industriais Lafaete. Essa empresa montou uma cozinha em solução modular customizada com vários equipamentos. O Sebrae promoveu degustações durante todos os dias do evento para divulgar o potencial gastronômico dos peixes produzidos em Rondônia, levando conhecimento sobre eles aos formadores de opinião, que são donos de restaurantes, redes de fast-food e distribuidores de pescados, para promover o acesso ao mercado paulistano.

De acordo com Manoel Evangelista, chef de cozinha do Senac convidado do Sebrae para o evento, foram preparados 200 kg de peixe beneficiado em porções de 100 g cada. Aproximadamente 2 mil degustações foram realizadas, além de uma pesquisa amostral com os visitantes que degustaram para avaliarem o produto.

Sobre o pirarucu e tambaqui, o conceito geral do produto quanto a maciez, sabor, e suculência, na avaliação de: a) Ótimo, b) Bom, c) Regular, d) Ruim e e) Péssimo, 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das respostas foram “a” ou “b”. O público, constituído de proprietários, chefs e gestores de restaurantes, redes de fast-food, peixarias, distribuidores de pescados, associações de compradores de hotéis e restaurantes, em sua maioria já ouviu falar dos peixes, mas não compram por não conhecerem seus fornecedores ou por existirem irregularidades na entrega. São compradores de pequenas quantidades mensais de 50 a 500 kg/mês de peixe limpo.

Os piscicultores produtores rurais agradeceram a parceria com o Sebrae, que abriu várias portas para a realização de novos e bons negócios, parcerias e conhecimento de novas tecnologias que agregam valor aos produtos e contribuem para o sucesso dos empreendimentos.

Para Vildemar Xavier, piscicultor de Porto Velho, “participar de um evento dessa grandeza, onde temos a oportunidade de trazer o nome de Rondônia e representar um grupo de piscicultores da região de Porto Velho, tem engrandecido o nome do estado”.

Rodrigo Francisco, chefe de cozinha do restaurante 3T Fit, disse: “a principal preocupação nossa é valorizar um produto que é nosso, que é brasileiro e que vem alcançando mercado hoje em dia. Há algum tempo nós não teríamos esse peixe no mercado e hoje com essa parceria nós conseguiremos alcançar”.

Trata-se de uma estratégia que faz parte do projeto “Piscicultura no Estado de Rondônia”, executado pelo Sebrae e parceiros, no qual valoriza-se a busca de mercado para o pescado de Rondônia. O Sebrae está agora numa segunda fase da piscicultura no estado, que envolve agregar valor e atrair investimentos para beneficiamento de peixes.

O Sebrae também organiza missões internacionais, como a Convenção Anual da National Retail Federation (NRF) & EXPO, que será de 14 a 16 de janeiro de 2018. Há muito tempo esse evento é mundialmente conhecido como “big show do varejo”, porque é o evento emblemático da NRF realizado anualmente na cidade de Nova York.

Se você é empresário de pequenos negócios, procure as missões acessando o site sebrae.ro. Conheça também a programação de eventos no município mais próximo de você em sebrae.ro/agenda ou envie mensagens de texto para nosso WhatsApp: (69) 98130-5656. Se preferir, ligue para a Central de Atendimento 0800 570 0800

Assessoria de Imprensa

Pesca profissional é regularizada em todo o Brasil

A Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços publicou, portaria que permite o exercício da pesca profissional em todo o País para aqueles que estavam com registros suspensos ou não analisados. Com a norma, o Brasil passa a ter quase 1 milhão de pescadores regularizados.

Devido à recomendação dos órgãos de controle, a emissão de registros para a pesca profissional estava suspensa desde 2015. A secretaria estima que cerca de 500 mil pessoas tenham o registro, e quase 400 mil aguardam a análise dos pedidos feitos desde 2015 ou estão com o documento suspenso.

A portaria reconhece como documentos válidos para o exercício da atividade de pesca os protocolos de solicitação de registro ou comprovantes de entrega de relatório para a manutenção de cadastro devidamente atestados pelos órgãos competentes. Essa medida vale até o início do processo de recadastramento dos pescadores, que será realizado pela secretaria até o final do ano.

Os pescadores sem registro exerciam a atividade da pesca de forma irregular e estavam sujeitos a autuações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) em fiscalizações do órgão, que vão desde a apreensão dos produtos e instrumentos e aplicação de multas até ações penais.

“Essa medida traz dignidade a essa classe trabalhadora de extrema importância para o País. A simplificação dos processos administrativos e a desburocratização são uma prioridade na gestão do ministério. Não vamos medir esforços para a implantação de um Sistema de Registro da Pesca consolidado e seguro”, afirma o secretário nacional de Aquicultura e Pesca, Dayvson Franklin de Souza.

Seguro Defeso

A permissão, no entanto, é apenas para o registro da atividade e não dá direito aos pescadores de requererem o seguro defeso. Para isso, os pescadores precisam atender aos requisitos estabelecidos na Lei nº 10.779/2003 e no Decreto nº 8.424/2015, como não dispor de outra fonte de renda e exercer a pesca como profissão durante os 12 meses imediatamente anteriores ao do defeso em curso.

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

Dia do produtor rural em nova fase

Pesquisa feita pelo Sebrae em todo o País, mostra que 71{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos donos de microempresas rurais e 85{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos proprietários de empresas de pequeno porte no campo usam smartphones para acessar a web. O Sebrae em Rondônia, em apoio ao produtor rural pelo convênio nº 044/PGE/2016 com a Superintendência do Desenvolvimento de Rondônia (Suder), já realizou 11 seminários rurais no estado em sua programação de 2017. Além das oficinas Sebrae para controlar dinheiro no campo, outras atividades de apoio à gestão dos pequenos negócios na área rural têm acontecido nos municípios de Rondônia. Neste dia do produtor rural, em 25 de julho, temos que comemorar a evolução do padrão de comunicação com tecnologia da informação desses profissionais.

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O universo do agronegócio no Brasil tem vivido uma ampla e profunda transformação nas últimas décadas. Cada vez mais distante dos velhos estereótipos, o pequeno produtor rural está se modernizando, incorporando novas tecnologias e mudando o modo de gerenciar os rumos do seu negócio. É isso o que revela uma pesquisa inédita realizada pelo Sebrae. Em Rondônia o percentual de produtores rurais que usam aparelhos celulares é de 96,1 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, sendo que 64,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} deles acessam a Web pelos próprios telefones móveis.Comitiva-da-agricultura-do-Amapa-visita-lavoura-e-agroindustria-em-Rondonia_004-foto-ROBSON-PAIVA

A pesquisa “Tecnologia da Informação no Agronegócio” identificou que se os produtores rurais tivessem uma ferramenta digital para auxiliar no gerenciamento do negócio rural, 29,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos produtores a utilizariam no computador e 17,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} disseram que a utilizariam no telefone celular. Esse resultado não é expressivo se for considerado que o acesso médio da população brasileira à Internet por meio de aparelhos celulares é de 62{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} (segundo o Google Consumer Barometer). Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, a pesquisa confirma a necessidade de investimentos no meio rural, de modo a aumentar o acesso dos produtores às Tecnologias da Informação. “No mundo atual, onde o pequeno produtor precisa agregar valor ao seu trabalho e se diferenciar do restante do mercado, o acesso aos instrumentos digitais é algo fundamental para a conquista de novos públicos consumidores”, comenta.

Pesquisa mostra novas tendência do produtor

A pesquisa do Sebrae ouviu 4.467 produtores rurais, entre 29 de março e 12 de abril, nas 27 unidades da Federação. Os dados revelaram que os produtores fazem uso restrito da Internet, seja para transações comerciais ou para divulgação, em grande parte por conta da dificuldade de acesso ou da má qualidade da conexão: no Estado de Rondônia 45{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos produtores já fizeram alguma compra pela Internet, 11,1 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} já usaram a Web para efetuar vendas e 15,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos empreendimentos rurais possuem página na Internet ou perfil nas Redes Sociais. Quanto ao tema da gestão, apesar de 44,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos empreendedores já praticarem o gerenciamento administrativo e financeiro dos seus negócios rurais no papel, apenas 11{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos produtores fazem isso por meio de ferramentas digitais de gestão.nc_internet_roca_retro2_080117

Segundo a pesquisa do Sebrae, 64,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos empresários rurais que informaram não utilizar a conexão de internet móvel dizem que não o fazem, predominantemente, porque não há provedor/sinal em sua região. A dificuldade de acesso também foi a justificativa apresentada pela maioria dos produtores e por isso não dispõem de tecnologias digitais para a gestão do negócio. “Garantir o acesso dos pequenos produtores rurais à Internet é, não somente, assegurar um direito, mas também uma forma de atrair os jovens de volta para o campo e aumentar a renda desses empreendimentos por meio dos ganhos diretos e indiretos proporcionados pelo uso dessas tecnologias”, destaca o presidente do Sebrae. A data de 28 de julho, foi criada como dia do agricultor pelo Decreto de Lei nº 48.630, de 27 de julho de 1960, para comemorar o centenário de fundação do Ministério da Agricultura. A lei foi assinada pelo presidente Juscelino Kubitschek que tinha muito respeito ao trabalho dos agricultores.

Por Assessoria

Planta nativa da Amazônia é usada para agregar ômega 3 ao tambaqui

Pesquisa desenvolvida na Embrapa Amazônia Ocidental (AM) conseguiu resultados promissores ao buscar aumentar a quantidade de ácido graxo ômega 3 no tambaqui (Colossoma macropomum), peixe nativo de grande importância nacional. Experimentos com rações enriquecidas com a planta amazônica Sacha Inchi (Plukenetia volubilis), rica em ácido linolênico (ômega 3), foram fornecidas aos animais na fase juvenil que absorveram o nutriente.

Trata-se de um importante passo para agregar valor nutricional ao peixe, uma vez que o ômega 3, relacionado ao combate de doenças cardíacas, está naturalmente presente em maiores quantidades em algumas espécies de peixes de águas frias, e o tambaqui, nativo da Bacia Amazônica, possui pouca quantidade desse nutriente. Os resultados foram obtidos por meio da pesquisa intitulada “Sacha Inchi na nutrição de juvenis de tambaqui”, financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e coordenada pelo pesquisador da Embrapa Jony Dairiki.   Sacha Inchi Segundo informações da Embrapa, a Sacha Inchi é uma planta nativa da Amazônia, cultivada comercialmente na Amazônia Peruana com potencial de produção no Brasil. No Peru, agricultores têm se organizado em cooperativas com a finalidade de produzir a planta para atender a demanda de produção de óleo.

O óleo de Sacha Inchi possui vitaminas A e E, além de ser rico em ácidos graxos poli-insaturados, como os ômegas 3, 6 e 9. Esses ácidos graxos são relacionados à prevenção de doenças cardiovasculares, entre outros benefícios para a saúde humana.   De acordo com Dariki, que atua na área de nutrição e alimentação de espécies aquícolas da Amazônia, houve um bom desempenho zootécnico dos juvenis de tambaqui alimentados com as rações experimentais elaboradas com os três ingredientes da Sacha Inchi (sementes, folhas e torta de extração do óleo) e também foram registradas uma alta taxa de sobrevivência e uma boa aceitação das rações experimentais.   O melhor resultado foi obtido com a ração elaborada com a inclusão das sementes. No grupo alimentado com esta ração, além do crescimento houve um acréscimo de ácidos graxos poli-insaturados na carcaça dos animais, especialmente o ácido linolênico (ômega 3) e desta forma foi comprovada a agregação do valor nutricional no peixe.

Experimentos De acordo com comunicado da Embrapa, nos experimentos, foram avaliados peixes juvenis que ao término dos ensaios pesavam em torno de 30 gramas. A fase juvenil engloba o período em que o animal ainda não atingiu 100 gramas de massa, também chamada fase de recria. Esses primeiros resultados mostraram o potencial do peixe em assimilar e incorporar o ácido graxo ômega 3 na sua composição corporal. Ainda que as avaliações sejam feitas na fase inicial de criação do tambaqui, os resultados positivos abrem perspectivas para que sejam feitas mais investigações avaliando a inclusão da planta em rações para as outras fases de criação do tambaqui.

O pesquisador pretende conduzir futuros experimentos com peixes maiores em fase de engorda ou terminação (próximo ao abate) para comparar os resultados.   Rações enriquecidas com ômega 3 Foram utilizadas três formas de inclusão da Sacha Inchi na nutrição de juvenis de tambaqui. Em uma delas, as sementes da planta foram trituradas e incorporadas aos demais ingredientes para fabricação das rações experimentais. Em outra, as folhas foram secadas em estufa e moídas para inclusão nas rações. E na terceira foi incluída a torta residual obtida após a extração experimental do óleo das sementes.

Os experimentos avaliaram seis níveis de inclusão das sementes, folhas e torta residual da extração do óleo de Sacha Inchi em 10 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, 20{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, 30{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, 50 {b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} além do controle − ração sem a Sacha Inchi. Grupos de peixes foram alimentados por 60 dias contínuos com as rações experimentais em duas refeições diárias até a saciedade aparente. Os parâmetros de qualidade da água foram monitorados e se mantiveram adequados durante todo o período experimental.   Ao término dos experimentos, foram determinados os níveis ótimos de inclusão dos produtos avaliados. No experimento em que foram incluídas as folhas trituradas, foi determinada a inclusão ótima de 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das folhas que promoveu o melhor desempenho zootécnico.

Entretanto, ao se analisar as folhas da Sacha Inchi e as rações experimentais com a inclusão deste produto, não houve o acréscimo do ácido graxo ômega 3 nessas amostras, por este motivo não foi avaliado o perfil de ácidos graxos na carcaça dos peixes deste ensaio.   Já no experimento com a torta residual da extração do óleo, foi determinada a inclusão ótima de até 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sem prejuízo ao desempenho zootécnico. Este é considerado outro ponto de destaque da pesquisa, pois utilizar até 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de um resíduo (sem valor comercial) na nutrição do peixe, acrescenta uma finalidade útil para aproveitamento do resíduo, além de diminuir o custo da ração.

Das três formas de inclusão, a ração com sementes foi a que proporcionou o maior acréscimo de ácidos graxos poli-insaturados, especialmente com o ácido graxo ômega 3. O nível ótimo determinado ocorreu com a inclusão de 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das sementes na ração. O grupo controle, sem inclusão da Sacha Inchi, apresentou uma porcentagem de ácido alfa-linolênico (ômega 3) de aproximadamente 0,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na composição centesimal. Comparado ao grupo controle, houve um acréscimo significativo do ácido graxo ômega 3 na composição corporal dos animais que se alimentaram com a ração contendo 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de sementes de Sacha Inchi, que apresentaram porcentagem aproximada de 0,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de incorporação do ômega 3.

Alternativa para agregar valor nutricional Existem pesquisas desenvolvidas pela Embrapa com o propósito de encontrar  ingredientes não convencionais para inclusão nas rações de peixes, principalmente para o tambaqui, que é a principal espécie de peixe nativa criada em âmbito nacional. O tambaqui é um peixe onívoro, ou seja, se alimenta tanto de ingredientes de origem animal ou vegetal.

Nas rações não convencionais, a meta é agregar valor nutricional e reduzir custos, mantendo condições de bom desempenho zootécnico e de boa qualidade do produto final.   A ração é o item mais oneroso no sistema de produção do tambaqui. “Para diminuir o custo, as fábricas de ração costumam utilizar fontes lipídicas de baixa qualidade e o peixe reflete essa condição em sua musculatura. Isso motivou a pesquisa a agregar valor nutricional à composição corporal do peixe com ingredientes ricos em ácidos graxos poli-insaturados”, explica o pesquisador Jony Dariki.

Diversidade de Sacha Inchi A Embrapa Amazônia Ocidental, em Manaus, possui um Banco Ativo de Germoplasma (BAG) de Sacha Inchi com 37 acessos dessa planta. Alguns estudos sobre essa espécie vegetal a partir do BAG geraram teses em parceria com universidades brasileiras. Estudos sobre diversidade, caracterização botânica, genética e pesquisas agronômicas vêm sendo realizados sobre a planta amazônica.   Cultivos experimentais conduzidos em Manaus pela Embrapa mostram que a germinação ocorre em torno de 13 dias e que, após 40 dias de cultivo em bandejas, pode ser levada ao campo para plantio definitivo. “Embora as pesquisas estejam em andamento, já verificamos que as plantas permanecem em produção por até quatro anos, apresentando ao longo do ano alguns picos de produção”, informa o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Francisco Célio Maia Chaves, responsável por pesquisas sobre o cultivo da planta.

Chaves informa que no período de produção no Amazonas, são feitas duas colheitas semanais. Pelo fato de o fruto ser deiscente (que abre naturalmente quando fica maduro), um maior intervalo de tempo entre colheitas pode levar à perda da semente, que é lançada no ambiente. No cultivo no Amazonas, tem se adotado o espaçamento de dois metros entre plantas e de quatro metros entre fileiras, com plantas tutoradas. No período seco, tem se utilizado o uso de irrigação por gotejamento. A produção tem sido menor no período de chuva intensa, pois prejudica a polinização.

Por SF Agro

Prefeitura e Sipam firmam parceria para mapeamento das estradas rurais

A Prefeitura de Porto Velho através da Subsecretária Municipal de Agricultura e Abastecimento (SEMAGRIC) esteve reunida no Centro Regional do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), para tratar do projeto de atualização do mapeamento da malha viária rural do município de Porto Velho, que deverá ser realizado por meio de parceria entre estas instituições. O encontro contou com a presença do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O trabalho a ser realizado, faz parte de atividades previstas no acordo de cooperação técnica, firmado entre a Prefeitura de Porto Velho e o Sipam. Carlos Canosa, gerente do Centro Regional do Sipam em Porto Velho informou que nessa primeira fase está acontecendo um curso de nivelamento para servidores da Prefeitura que farão o levantamento de campo.

“O projeto de atualização do mapeamento da malha viária rural de Rondônia, é uma importante ferramenta para auxiliar no planejamento municipal”, destacou Canosa.

De acordo com o subsecretário municipal da Agricultura, Francisco Evaldo de Lima, os dados de estradas levantadas do município são de 2010, sendo necessário, portanto a atualização. O resultado do trabalho possibilitará o melhor planejamento das atividades da secretaria e subsidiarão as ações que visam incrementar o setor produtivo agrícola da capital. “Esse mapeamento permitirá ao poder municipal o planejamento de ações para o setor rural”, comentou Evaldo.

Evaldo de Lima disse ainda que, os dados do monitoramento serviram para nortear programas da Semagric junto aos produtores rural da capital. “Esse mapeamento dará informações técnicas das localidades, para que a prefeitura possa desenvolver ações para melhorar a produção agrícola da capital de Rondônia”, finalizou Evaldo.

Fonte: Semagric

Plano Safra vai contar com R$ 1,2 bilhões em Rondônia; a maior parte dos recursos será para a Agricultura Familiar

O Plano Safra 2017/2018 vai destinar para Rondônia R$ 1,2 bilhões. A maior parte dos recursos, R$ 781 milhões, será para os produtores da Agricultura familiar. O médio produtor rural terá direito à fatia de R$ 218 milhões e a agricultura empresarial ficará com R$ 242 milhões. O lançamento do plano foi feita pela superintendência do Banco do Brasil em Rondônia nesta terça-feira (11), em Ariquemes.

Durante a solenidade de lançamento o superintendente do Banco do Brasil em Rondônia, Antônio Carlos Soares, destacou a escolha do município na região do vale do Jamari e fez um breve balanço dos investimentos do plano safra 2016/2017.

“A região do vale do Jamari não foi escolhida por acaso para receber o primeiro lançamento do novo Plano Safra, a região concentrou 25{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de todas as aplicações da linha Agro da instituição no plano safra 2016/2017, totalizando mais de R$ 257 milhões. Ao todo foram aplicados 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos recursos disponíveis para Estado, mais de R$ 1,015 bilhões, isso representa 5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a mais que no plano safra 2015/2016,” explica Soares.

Para o gerente de agronegócio do Banco do Brasil, Jhovito Evaristo Correia, essa ação só foi possível graças à parceria com o governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Emater-RO, empresas privadas de assistência técnica e extensão rural, investimentos em novas tecnologias e a 6ª Rondônia Rural Show.

“O Banco vem buscando fortalecer o seu papel de protagonista no agronegócio brasileiro, investindo em tecnologia com objetivo de agilizar e aumentar a produtividade. Um exemplo claro, foi durante a 6ª Rondônia Rural Show, que produtores fizeram suas solicitações de financiamentos de maquinas e implementos diretamente pelo aplicativo em seus smartphones,” descreve Correia.

Safra

O secretário da Seagri, Evandro Padovani, lembrou os resultados agrícolas e se mostrou otimista sobre a quebra de recordes. Hoje a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou estimativa de que produção de grãos para a safra 2016/17 de mais 1,8 milhões de toneladas, aumento de 18,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ou 286 mil de toneladas a mais que a safra passada (1,5 milhões de toneladas). Os números são da 10ª estimativa da atual safra.

“Os resultados desses investimos alinhados com os incentivos do governo de Rondônia podem serem constatados no aumento da produção e com sustentabilidade ambiental. Além dos índices de produção, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) soltou estimativa do valor bruto da produção agropecuária (VBP) em que o estado de Rondônia, em 2017, alcançará o valor de mais de R$ 8,5 bilhões. Será o maior do últimos anos,” destaca Padovani.

“Ao ouvir estes números, sinto-me honrado com os pioneiros que vieram para um território, com coragem para trabalhar e sem medo para encarar os desafios selva. Aqui acreditaram e empreenderam naquele território que com o passar dos anos se tornaria um estado. Isso tudo construindo com muito esforço, pois não havia bancos e governos incentivando e apoiando como hoje temos. Com o apoio das instituições financeiras, governamentais e privas, e de pesquisa aos produtores rurais do nosso estado em 30 anos produziremos cinco vezes mais que hoje,” descreve entusiasmado o vice-governador Daniel Pereira.

Fonte

Texto: Dhiony Costa e Silva
Fotos: Dhiony Costa e Silva e Arquivo Secom
Secom – Governo de Rondônia

Incentivos do governo de Rondônia viabilizam exportação de tambaqui e ração para o Peru

Começa a dar resultados internacionais a Rodada de Negócios do Tambaqui  de Rondônia realizada em dezembro de 2016 pela Superintendência de Estado do Desenvolvimento Econômico (Suder) em parceria com a Federação do Comércio de Rondônia (Fecomércio) e a Associação Comercial e Industrial de Ariquemes (Acia). Nesta quinta-feira (6), o titular da Suder, Basílio Leandro; e a gerente de Fomento de Comércio Exterior, Alisângela Lima, reuniram-se em Porto Velho com o empresário peruano Christian Alarcon, da Amazonic Foods, que fechou negócios com a compra de tambaqui e ração para peixes do Frigorífico Zaltana Pescado, de Ariquemes.

De acordo com o empresário, que atuava no setor de material de construção, a viabilização do negócio com o frigorífico se deu graças ao incentivo do governo de Rondônia, com a promoção de eventos, como a Rodada de Negócios, da qual ele participou e disse ter ficado “encantado”. Segundo ele, esse tipo de apoio governamental não é comum no Peru. “O incentivo do governo dá mais credibilidade e segurança para as partes no momento de fechar o negócio”, ponderou.

Basílio Leandro explicou que faz parte do entendimento do governador Confúcio Moura trabalhar com os países sul-americanos e africanos, que têm afinidade e interesses comuns com o Brasil, em especial Rondônia, mudando a filosofia tradicional de discutir negócios com americanos e europeus, numa relação desigual, pois estes têm mais interesse de apenas vender para o Brasil. Ele citou a Semana de Integração Brasil-Bolívia, encerrada na quarta-feira (5), e sugeriu para que seja promovido evento semelhante com o Peru.

Christian Alarcon explicou que nesta quinta-feira estão sendo transportadas as primeiras 30 toneladas de ração de Ariquemes a Brasileia (AC), de onde será feito o transbordo até Puerto Maldonado, capital do Departamento Madre de Dios. A expectativa é que em duas semanas seja feita a remessa das primeiras dez toneladas de tambaqui inteiro sem vísceras, o que está dependendo apenas de uma documentação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Nova remessa de ração está prevista para agosto, quando o empresário peruano virá participar da inauguração oficial da fábrica de ração da Zaltana, no dia 18. “Esse negócio é também a consolidação da Estrada do Pacífico, pois o Peru quer vender para o Brasil e também comprar”, citou.

Empresário Christian Alarcon e o superintendente da Suder

Como Christian demonstrou interesse de promover o tambaqui para as redes de supermercados de Lima, capital do Peru, ainda no encontro desta quinta-feira Basílio e Alisângela o convidaram a participar como parceiro de um coquetel que o governo de Rondônia promoverá para autoridades governamentais e empresários daquele País, no dia 26 de setembro, na Embaixada do Brasil em Lima para degustação, em especial, da costelinha de tambaqui. O momento servirá também para lançarmos a 7ª edição da Rondônia Rural Show de 2018”, adiantou Alisângela Lima.

EXPOALIMENTÁRIA

O coquetel será realizado um dia antes da abertura da Expoalimentária 2017, que acontecerá de 26 a 29 de setembro, em Lima, da qual Rondônia participará pela primeira vez, numa iniciativa do governo estadual e de empresários, sob a liderança da Federação das Indústrias (Fiero) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RO). “Na ocasião, o governo de Rondônia levará carne, peixe, café, milho e arroz, que são produtos prontos para exportação, enquanto o Sebrae está com um chamamento público para empresários com vistas à prospecção de negócios; e a Fiero Levará empresas do setor de alimentos”, disse Alisângela.

Antes do coquetel em Lima, o governo rondoniense participará da Rodada de Negócios em Arequipa, capital do Departamento Arequipa, que objetiva viabilizar o intercâmbio comercial entre os dois países.

Para o superintendente Basílio, a participação de Rondônia nestes eventos é uma resposta positiva às estratégias do governador para a expansão dos negócios, que conforme o próprio Christian Alarcon citou, tem viabilizado o intercâmbio comercial, aproximando os empresários, e fez com que ele conhecesse a piscicultura rondoniense. “Essa relação tem que ser bilateral. Não podemos importar de um País e as carretas voltarem vazias”, afirmou Basílio, consciente de que Rondônia tem muito a oferecer para os demais países, assim como receber.

Texto: Veronilda Lima
Fotos: Marcelo Gladson

III edição da Portoagro acontecerá de 30 de agosto a 2 de setembro

A comissão organizadora da terceira edição da Feira de Negócios Tecnologias Rurais Sustentáveis de Porto velho (Portoagro), composta pela Embrapa, Ceplac, Semagric, Secretaria Federal da Agricultura, Seagri, Emater, Idaron, Senac, Senar, Sebrae, Organização das Cooperativas, Associação dos Produtores de Porto Velho e empresários do agronegócio, se reuniram para ajustar detalhes da montagem das estruturas e organização da feira que acontecerá do dia 30 de agosto a 2 de setembro, das 8h as 20h, no espaço interno da Superintendência do Mapa e na Embrapa que fica na BR 364, sentido Candeias do Jamari.

Para o subsecretário da Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric), Francisco Evaldo de Lima, o objetivo da Portoagro é apresentar as potencialidades da capital de Rondônia, e torná-la referência no setor produtivo. “A Portoagro garantirá uma grande movimentação no setor comercial em Porto Velho, e a ideia da feira é promover a comodidade aos agropecuaristas para que possa encontrar em um só lugar, informações e acesso às tecnologias de máquinas, veículos, implementos e insumos agrícolas”, comentou Evaldo.

O secretário da Agricultura, Evandro Padovani, comentou que a 3ª edição da Portoagro terá toda estrutura que a feira merece. “Em novo endereço, este ano pretendemos montar uma boa estrutura para que todos possam expor seus produtos da melhor forma possível. Da mesmo forma estamos trabalhando para levar as novidades em termos de tecnologias para cafeicultura, produção de leite, integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), mandiocultura e fruticultura”, explicou Evandro.

O presidente da Associação dos Proprietários Rurais de Rondônia (APRRO), Adélio Barofaldi diz que a Portoagro tem o papel de multiplicadora das tecnologias, e isso acontece com a participação dos parceiros. “Trazemos o produtor para dentro da feira e disponibilizamos o acesso às informações técnicas e o que há de mais novo no campo de equipamentos e estudos”, ressaltou Adélio Barolfadi.

De acordo com subsecretário Evado de Lima, o prefeito dr Hildon Chaves disse que dará todos suporte possível, “a Portoagro, visa movimentar o setor do agronegócio e também de serviços, turismo, setor hoteleiro e comércio em geral. A feira estimula os produtores a tornarem-se empresários desse segmento” finalizou Evaldo.

A programação oficial da feira deve ser divulgada nos próximos dias.

Fonte Semagric

Nova era na saúde animal

Há uma nova era na saúde animal chegando por aqui. Até 2030 a estimativa é de que o ramo da saúde animal, que inclui a bovinocultura, suinocultura, avicultura e aquicultura, vá duplicar de tamanho e deverá atingir mais de 50 bilhões de euros no mundo.

Isso significa que o setor da veterinária dobrará de tamanho nos próximos 13 anos e com um cenário de crescimento populacional, quando caminhamos para cerca de 10 bilhões de pessoas até 2050. Iremos ver uma demanda acentuada pela proteína animal, uma diversificação e sofisticação de cortes e processados e, para isso, vamos ver a pesquisa e a ciência oferecendo inovações na forma de vacinas como para a influenza aviária e a febre aftosa.

E da mesma forma como ocorrem fusões e aquisições em todos os elos do agronegócio, assim também no setor veterinário, a Boeringher adquiriu a Merial por mais de 11 bilhões de euros e, com isso, se transformou na segunda empresa global na saúde animal do mundo, somente atrás da Zoetis.

Tudo no agronegócio cresce e ao mesmo tempo a ciência e a tecnologia com agropecuária de precisão viram um fato do setor.

José Luiz Tejon Megido,

Conselheiro Fiscal do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM

Prefeito visita frigorífico de peixe e apoia a produção de pescado

O prefeito de Porto Velho, dr Hildon Chaves visitou o frigorífico de peixe Progresso Pescado, localizado na zona leste da capital, na quarta-feira (14). Na empresa, o chefe do Poder Executivo foi recepcionado pela diretora da Cooperativa Agro Verde (Coopagroverde), Nara Regina, responsável pelo frigorífico, juntamente com o subsecretário da Semagric, Francisco Evaldo de Lima, o secretário estadual da Agricultura, Evandro Padovani, o presidente da Câmara de Vereadores, Maurício Carvalho e o diretor técnico do Sebrae, Samuel Silva de Almeida.

Durante a visita à empresa, todos puderam conferir de perto as obras de expansão do frigorífico de peixe, oportunidade em que foi assinado o termo de reforma e ampliação de dez tanques e suporte para o frigorífico que fica na Linha Progresso, Gleba 2, zona rural.

Nara Regina agradeceu o apoio que recebeu da prefeitura. “Quando pensei em desenvolver essa cooperativa, esbarrei na questão dos equipamentos, que era o mais caro e nós não tínhamos como comprar. Foi aí que a cooperativa recebeu tudo doado pela prefeitura”, revelou.

Para o secretário da Seagri Evando Padovani, “o trabalho em conjunto enriquece as relações e impulsiona o crescimento de todos”, comentou Padovani. Já o presidente da Câmara de vereadores, Maurício Carvalho, destacou a parceria entre município e o estado para “garantir aos produtores informações técnicas para que eles possam trabalhar de forma segura na produção do pescado na capital”, disse Maurício.

O objetivo principal da Semagric é criar alternativas sustentáveis e rentáveis para os pescadores e produtores rurais que trabalham com a piscicultura. O programa serve para fomentar a aquicultura no município e o foco são produtores da agricultura familiar.

Segundo Evaldo de Lima, a agroindústria de processamento de pescado é uma “alternativa segura para movimentar a economia de Porto Velho. Com o beneficiamento in natura vamos poder agregar valor ao pescado vendido pelos produtores de peixe gerando emprego e renda e alimentação saudável aos alunos da rede pública de ensino, vez que o produto é oferecido na merenda escolar”, comentou Evaldo.

Dr Hildon e toda equipe conheceram todo o processo de produção da empresa, desde a recepção dos peixes até a embalagem e expedição. Atualmente o frigorífico fornece o pescado para mais de 200 escolas do município e estado. “O poder público precisa caminhar lado a lado para promover o desenvolvimento do estado, para que dessa forma, além de gerar riqueza para a região, gera emprego e respectivamente renda para a população. Neste sentido, a Prefeitura de Porto Velho trabalha do lado de quem tem a mesma disposição”, observou dr Hildon.

Fonte Semagric

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