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Lazinho da Fetagro quer proibir laticínios de ampliar o prazo para pagamento do leite aos produtores

O deputado estadual Lazinho da Fetagro (PT) propõe ao Governo do Estado, por meio de projeto de lei aprovado em na sessão desta quarta-feira (29), na Assembleia Legislativa, que seja proibida aos laticínios a ampliação do prazo para pagamento do leite aos produtores.

Habitualmente o pagamento se dá com 30 dias após a entrega do produto, e esta já é uma condição repudiada pelo deputado, que tem defendido e trabalhado para que o produtor não precise esperar um mês para receber pelo leite entregue. E, portanto, uma possível extensão do prazo seria ainda mais prejudicial ao produtor.

De acordo com o deputado, as medidas adotadas para enfrentamento da pandemia do coronavirus têm afetado a todos. E ele destaca que o pequeno produtor tem sido atingido com os impactos das medidas, tendo suas produções comprometidas por conta da impossibilidade de comercialização. E, em relação aos produtores de leite, verificou que a situação é muito mais delicada, já que a única opção de comercialização é a direta para os laticínios, em vista das determinações de prevenção e combate ao covid-19.

E esta situação pode se tornar ainda mais desfavorável aos produtores, uma vez que as indústrias lácteas externaram a intenção de aumentar o prazo de pagamento do leite para 40 a 50 dias, justificando a medida por conta das restrições ocasionadas pela pandemia.

Os produtores, apreensivos, pedem que não seja adotada extensão do prazo e, caso haja negociação entre as partes, o deputado estabelece no projeto de lei que esta seja levada a apreciação do Conselho do Desenvolvimento do Agronegócio do Leite de Rondônia – CONDALRON.

Ainda de acordo com projeto, os lacticínios têm o prazo de cinco dias úteis para encaminhar ao Conselho a proposta de negociação com o produtor. Em caso de descumprimento do disposto na Lei, ocasiona-se a suspensão dos subsídios concedidos pelo governo do estado aos laticínios pelo prazo de 180 dias.

O deputado esclarece que a posição dos laticínios está mais favorável já que têm recebido benesses que não alcançam os produtores, como, por exemplo, os subsídios por parte do Governo Estadual, bem como o apoio na autorização de financiamentos com juros subsidiados pelo Governo Federal e ainda a taxação na entrada do leite de fora do Estado, para que seja consumido apenas o leite produzido aqui. E, portanto, põe por terra a justificativa da impossibilidade de pagamento do produto, até porque o leite só é pago posteriormente.

Lazinho da Fetagro ressalta ao governo que “é importante assegurar as condições para que os produtores de leite consigam manter suas produções nas propriedades”. E destaca “que os produtores, mesmo diante das adversidades, detêm o compromisso com o abastecimento do produto e não podemos permitir que suas produções sejam inviabilizadas justamente nesse momento em que o leite é alimento essencial e fundamental para a população”.

Texto e foto: Assessoria 

Governador Marcos Rocha anuncia revogação de portaria que proíbe pesca esportiva em Rondônia

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, enviou áudio ao Extra de Rondônia anunciando a revogação da Portaria nº 121 de 17 de abril de 2020, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM), proibindo de forma temporária a pesca de caráter esportivo ou recreativo no Estado de Rondônia, para fins de prevenção e enfrentamento à pandemia causada pelo novo Coronavírus.

A Portaria é assinada pelo titular da pasta, Elias Rezende de Oliveira e tem validade pelo prazo de 120 dias.

O documento ainda aplica sanções aos infratores que desrespeitarem a legislação.

Após a publicação da Portaria, Marcos Rocha chamou a decisão de “absurda” e anunciou a revogação, alegando que não teve conhecimento da situação.

“É um absurdo uma portaria dessa sem ter dado conhecimento pra mim. Se eu que estou lutando para poder reabrir o comércio – lógico, usando máscaras, higiene adequada – então não faz sentido fechar ou proibir a pesca esportiva ou limitar o número de pessoas, já que normalmente são as famílias que ficam. Estou mandando fazer um documento revogando esse posicionamento”, desabafou.

Ele também disse que vai lutar contra alguns veículos de comunicação que ele chamou de “mídias mentirosas” que criticam o governo.

“Estou chateado. Inclusive, neste momento, quando estou lutando contra as mídias mentirosas criticando o governo do Estado porque querem alguma coisa. Eu não vou aceitar isso. Vou seguir em frente. São pessoas honradas que estão trabalhando no governo. Essa portaria não tem nada a ver, sem ter falado comigo antes”, garantiu.

 Fonte: Extra Rondônia

 

Pesca está proibida em Rondônia

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) determinou a proibição da pesca esportiva e recreativa, incluindo a modalidade pesque e solte, em todo território estadual. A medida, de acordo com justificativa apresentada pelo titular da pasta, Elias Rezende de Oliveira, vem de encontro com o decreto do governador Marcos Rocha que determina estado de calamidade pública no estado em razão da pandemia causada pelo coronavírus.

Veja portaria:

Fonte:  Rômulo Azevedo

Indicação Geográfica valoriza a produção do tambaqui do Vale do Jamari

O Sebrae em Rondônia e a Associação dos Criadores de Peixe do Estado de Rondônia (Acripar) deram início aos procedimentos para possibilitar o reconhecimento do Peixe Tambaqui, produzido no Vale do Jamari, como sendo uma Indicação Geográfica. 

A Indicação Geográfica (IG) será um diferencial de mercado para o Tambaqui produzido na região do Vale do Jamari, porque um registro de IG, é um passo importante para agregar de valor à produção. A obtenção desse registro garante aos produtores o direito de usar um selo, protegendo a reputação que a região adquiriu com a produção do Peixe Tambaqui. No Brasil, o órgão responsável por conferir este registro é o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).

A empresa INOVATES, foi contratada pelo Sebrae Nacional para realizar o diagnóstico das potenciais Indicações Geográficas do Brasil, e o estado de Rondônia já foi sinalizado sobre a possibilidade de ter mais uma Indicação Geográfica do Inpi, porque o Tambaqui do Vale do Jamari reúne todas as características para obtenção do reconhecimento de IG.

Os consultores destacam que dentre os vários critérios para a obtenção de uma IG, ter uma governança estabelecida e representativa na área geográfica é fundamental, e a Acripar demonstrou estar apta a propor e fazer a gestão da Indicação Geográfica para a Região. O selo IG quando bem gerenciado além de agregar valor, valoriza o território e consequentemente traz o desenvolvimento. A IG ocorre quando um território fica conhecido por um produto ou serviço. O Brasil reconhece ambos em lei. Uma IG não se cria, se reconhece. O analista da Unidade de Atendimento do Sebrae em Rondônia, Carlos Eduardo Sakagami, destaca que “este é um tipo de conquista que se dá por meio de parcerias efetivas, pois a Indicação Geográfica traz um ganho não só para os produtores, mas também fortalece o turismo na região e abertura de novos negócios, em virtude dessa inovação diferenciar o produto no mercado.

O presidente da Acripar, Francisco Hidalgo Farina, juntamente aos associados que participaram da vídeo conferência, realizada em visualização online na manhã desta quarta-feira (15) como os demais eventos do Sebrae durante a crise do Coronavírus, entendem que a parceria com o Sebrae, mais uma vez será importante para projeto da Piscicultura de Rondônia, sendo o piscicultor o grande beneficiado, por possibilitar o aumento dos seus ganhos.

O Diretor técnico do Sebrae, Samuel Almeida, estabeleceu como prioridade o desenvolvimento de projeto em parceria com Acripar e outros importantes parceiros como a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Senar, Embrapa, Emater, Instituições de Ensino e pesquisa, pois segundo ele “essa conquista promoverá o estado de Rondônia ainda mais, visto que já somos referência na produção do peixe tambaqui, sendo o 1º da Região Norte, e ocupamos o 3º lugar no ranking nacional de produção de peixes nativos.

Os trabalhos serão conduzidos pelo analista do Sebrae Denis Farias da Unidade de Ji-Paraná, e começam de imediato, pois o tempo para reconhecimento de uma IG, leva pouco mais de 2 anos.

Não deixe de buscar orientações sobre como reagir diante deste cenário de pandemia. O Sebrae em Rondônia pode atendê-lo também remotamente. Acesse nosso portal de atendimento em www.sebrae.ro. Ligue para nossa Central de Relacionamento 0800 570 0800, envie mensagens por Whatsapp (69) 98130-5656, acesse nosso portal de ensino à distância www.sebrae.com.br/cursosonline  ou siga o Sebrae em Rondônia nas redes sociais (@sebraero).

Indicação Geográfica valoriza a produção do tambaqui do Vale do Jamari - Gente de Opinião

Fonte: Assessoria Sebrae

 

Confúcio defende ampliação de crédito fundiário para agricultores familiares

O senador Confúcio Moura (MDB-RO) sugeriu, em pronunciamento pela internet, que o governo federal ofereça mais recursos para ampliar as linhas de crédito fundiário. Segundo ele, é necessário esse fomento para os trabalhadores rurais, para estes que possam adquirir suas terras e implantar a infraestrutura necessária.

Confúcio Moura ressaltou a importância de o Estado estimular os novos assentamentos decorrentes de reforma agrária, corrigindo erros cometidos no passado — quando, segundo ele, as famílias de agricultores ficavam desassistidas e sem a devida infraestrutura, em regiões distantes das cidades. O senador afirmou também que assistiu a esse processo in loco nos anos 1970, e que muitos morreram por falta de assistência, sendo acometidos por doenças letais como a malária.

— Não se justifica mais essa constituição de assentamentos como despejo de refugiados, como se eles estivessem pagando por um pecado mortal. Portanto, atualmente, eu sou a favor do crédito fundiário. O governo pode, por meio do Ministério da Agricultura, abrir e ampliar mais o crédito fundiário, criando mais oportunidades para que os jovens oriundos da agricultura familiar possam adquirir suas terras e pagar por elas em um prazo longo, com uma carência de quatro a cinco anos e juros baixos.

Fonte: Agência Senado

Apesar de frigoríficos habilitados para a China, setor de pescados tem ano atípico de demanda em época de quaresma

Apesar de frigoríficos habilitados para a China, setor de pescados tem ano atípico de demanda em época de quaresma

Victor Leite – Sócio gerente da Zaltana Indústria e Comércio de Alimentos

A quaresma tradicionalmente serve de termômetro para a venda de pescados no Brasil que, de acordo com Victor Leite, sócio e gerente da Zaltana Pescados, possui duas realidades: “Por um lado temos estados que tem um grande consumo de peixes oriundos da região Amazônica, como é o caso do Tambaqui. No entanto, nos estados mais próximos da costa, os consumidores possuem maior preferência para peixes de mar”, explicou.

Nove Estados brasileiros tiveram 11 novas plantas frigoríficas habilitadas para exportação de peixes de cultivo, especialmente a tilápia, para a China, informa a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR). De acordo com a entidade, essa possibilidade estava sendo negociada desde o ano passado e permitirá aumentar as vendas para o gigante asiático, principal destino das exportações brasileiras.

“Nosso potencial de produção é enorme e com a demanda de peixes de cultivo pela China temos a chance de alavancar exponencialmente os nossos números”, disse em nota o presidente da Peixe BR, Francisco Medeiros, acrescentando que a entidade vinha atuando junto ao Ministério da Agricultura do País para aumentar a confiança na qualidade do produto e eliminar possíveis falhas ou irregularidades de fornecimento.

As empresas habilitadas para exportação de tilápia para a China a partir de agora, segundo a Peixe BR, são Copacol (PR), Netuno (BA), Trutas NR (MG), Vitalmar (SC), Global Food (SP), C.Vale (PR), Zaltana (RO), Frigopesca (MT), Lakes Fish (GO), Pescado DuVale (RO) e Bem Bom Pescados (GO).

Em 2019, a produção de tilápia no Brasil chegou ao total de 432,1 mil toneladas, representando 57% do setor de piscicultura, um aumento de 7,96% em relação a 2018. Com o resultado, o País se tornou o quarto maior produtor da espécie no mundo, segundo dados da Peixe BR. Em relação às exportações, o volume cresceu 19% em 2019 ante o ano anterior, tendo como principais destinos a China, Estados Unidos e Japão.

Por:  Ericson Cunha
Fonte:  Notícias Agrícolas

Produtores estimam deixar de vender 500 mil kg de peixe na Semana Santa devido à suspensão das atividades do comércio em MT

Com o período de isolamento social provocado pela pandemia do coronavírus, piscicultores estão preocupados com a venda de peixes na Semana Santa. A Associação dos Aquicultores estima perda de venda de quase meia tonelada de peixe.

Segundo os produtores, houve uma queda na comercialização e os tanques estão cheios, por causa da suspensão das atividades do comércio em Mato Grosso.

O produto está pronto para ser comercializado, mas sem previsão de venda. As feiras livres, os bares e restaurantes estão fechados e a realização de eventos suspensa, o que que contribuiu com a queda nas vendas.

Robson Moreira é piscicultor no interior do estado e pretendia vender oito toneladas de peixe no período da quaresma. Ele disse que o volume que pretendia vender em 40 dias deve acontecer em meses. Isso sendo otimista. O piscicultor ainda avalia que essa situação deve impactar na produção para o período da quaresma em 2021.

Psicultores de todo o estado devem ter prejuízos — Foto: TVCA

Psicultores de todo o estado devem ter prejuízos — Foto: TVCA

O problema nas vendas e distribuição dos peixes atinge piscicultores em todas as regiões do estado. Um abatedouro em Cuiabá que tem capacidade para abater cerca de cinco toneladas de peixes por dia está parado há uma semana.

Cerca de dois mil criadores de peixe na Baixada Cuiabana aguardavam as vendas durante o projeto Peixe Santo. Esse projeto que é realizado anualmente na capital e neste ano foi cancelado dá oportunidade de vendas a pequenos produtores e acesso fácil a compra pela população por meio de preços acessíveis e produtos de alta qualidade.

Devido a decretos municipais, o Peixe Santo foi suspenso como medida de combate à proliferação do novo coronavírus, a Covid-19. A ideia é evitar a aglomeração de pessoas, pois o projeto era realizado em vários pontos distribuídos na cidade.

O presidente da Associação de Aquicultores, Igor César Davóglio, considera a situação grave.

“Estamos com um problema gravíssimo neste momento. Estamos com todo peixe dentro d’água consumindo ração. E no momento que nós conseguirmos vender este peixe, nós não teremos mais a Quaresma e o Peixe Santo. Com isso nossa produção ficará toda encalhada”, explicou.

A situação é ruim pois não tem como ser feito um planejamento estratégico com eficiência imediata para a venda. Os peixes são produtos delicados e que exigem uma logística de transporte e armazenagem. Eles também não sabem como ficará os preços dos peixes.

A Quaresma é o período que mais se vende peixe. É realizado um trabalho durante todo o ano para que neste período o peixe esteja pronto para ser comercializado e levado até os consumidores.

Por Dejane Arnhold, TV Centro América

Confúcio pede que governo compre alimentos de agricultores familiares e distribua à população

O senador Confúcio Moura (MDB-RO) destacou a aprovação, pelo Congresso Nacional, do PL 786/2020, que garante distribuição de alimentos da merenda escolar aos estudantes da educação básica ausentes da sala de aula por causa da pandemia do Coronavírus. Confúcio também insistiu que o governo federal libere recursos para que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) possa comprar e distribuir os alimentos no país.

O parlamentar observou que muitos alunos de baixa renda que frequentam as escolas públicas vão em busca de conhecimento, mas também para ter acesso à alimentação oferecida.  Ele cobrou agilidade do governo federal e dos ministros responsáveis para fomentarem a compra desses alimentos dos pequenos produtores da agricultura familiar. Na sua opinião, além de garantir comida às crianças, a iniciativa ajudará no impulso da economia local, que está paralisada com a crise.

— O que está faltando agora é dinheiro. Com a aprovação desse decreto legislativo de calamidade, o presidente da República tem condições de movimentar esses recursos e jogar dinheiro dentro dos ministérios da Cidadania e da Educação para compra da merenda escolar. Com isso, iremos fomentar a economia e aumentar a renda do produtor familiar, que terá o comprador direto, que são a escola e os idosos, os mais necessitados — afirmou Confúcio Moura.

Fonte: Agência Senado

20 de março – dia da aquicultura

Nesta sexta-feira (20/3) é comemorado o Dia da Aquicultura, prática de reprodução e cultivos de peixes, crustáceos, moluscos e algas! Para homenagear todos que se dedicam a ela, fizemos uma lista com algumas matérias. Confira!

Bacalhau brasileiro, pirarucu tem potencial para ganhar o mundo

Brasil desenvolve projeto inédito de reprodução de garoupa em cativeiro

Como impermeabilizar o solo para lagos de pesca

Como criar

Como criar piauçuNorma técnica para a criação de tilápias

Como criar piapara

Como criar pirarucu

Como criar dourado

Como criar camarão-de-água-doce

FONTE: REDAÇÃO GLOBO RURAL

NOTA OFICIAL – ADIAMENTO Festival do Tambaqui em São Paulo

Diante do avanço do Novo Coronavírus (Covid-19), em todo o país, observando as recomendações do Ministério da Saúde, a ACRIPAR – Associação de Criadores de Peixe de Rondônia, o Sebrae Rondônia e o Governo do Estado, organizadores da segunda edição do Festival do Tambaqui, agendado para o dia 28 de março em São Paulo, SUSPENDEM TEMPORARIAMENTE o churrasco de tambaqui a ser realizado na Capital paulista, cidade com maior concentração de casos da doença.

O ADIAMENTO do Festival do Tambaqui SP está fundamentado nas orientações recebidas das autoridades em saúde, como estratégia para frear a transmissão do COVID-19. Dentre as recomendações sugere-se evitar aglomerações, o que inevitavelmente ocorreria com o churrasco de 8 mil bandas de tambaqui, as quais seriam degustadas pela população de São Paulo.

Atentos às futuras recomendações das autoridades brasileiras, esperamos em breve anunciar oficialmente a data do FESTIVAL TAMBAQUI DA AMAZÔNIA SP.

Fonte: Comissão Organizadora