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Calcário rondoniense é usado na recuperação de 1 milhão de hectares de capoeiras em todo o estado

Utilizado na recuperação de solos ácidos com baixa capacidade produtiva, o calcário rondoniense possibilitou nos últimos anos a recuperação de cerca de 1 milhão de hectares de área degradadas (capoeiras) do Estado, que hoje produzem soja, milho, café e pastagem para alimentar um dos maiores rebanhos bovinos do País, de cerca de 14 milhões de cabeças.

De acordo com o presidente da Companhia de Mineração de Rondônia (CMR), Jonassi Antonio Dalmasio, a implantação da usina de calcário tem de ser vista como uma medida de Estado, uma política pública para o setor da agropecuária, que exigiu investimentos de mais de R$ 6 milhões, e que está promovendo uma importante revolução também na política ambiental rondoniense, já que com a recuperação de áreas encapoeiradas e abandonadas, o Estado deixou de abrir novas frentes (derrubar) para formação de lavouras e a pastagens.

Dalmasio lembrou também que este mesmo calcário atualmente é utilizado na execução do projeto de Florestas Plantadas, criado e incentivado diretamente pelo governador Confúcio Moura, e que está se transformando numa importante alternativa de negócio no campo, trocando culturas tradicionais como a própria criação de gado pelo projeto de florestas plantadas, com a certeza de ser mais lucrativo, segundo afirma Elieser Oliveira, assessor técnico ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

Desde que foi implantada, a usina de calcário produziu e distribuiu cerca de 350 mil toneladas deste insumo, que vem socorrendo milhares de famílias de pequenas propriedades, realizando verdadeiros milagres na reprodução e produtividade de peixes, lavouras e pastagens nessas pequenas propriedades, disse o presidente da CMR, destacando também a venda para grandes propriedades produtoras de soja, arroz, feijão, milho, café e até grandes fazendas de gado, que realizam suas compra diretas por meio do endereço eletrônico vendascalcariocmr@gmail.com e ainda pelo telefone (WhatsApp) 99933-3673.

20 MIL FAMÍLIAS NO MAIS CALCÁRIO

Para se ter ideia, o programa Mais Calcário criado pelo Governo em 2015, e que distribui calcário gratuitamente às pequenas propriedades rurais, contabiliza o atendimento de mais de 20 mil famílias de pequenos produtores. O Governo doa o calcário aos 52 municípios do Estado, que se responsabilizam pelo carregamento e distribuição nas propriedades cadastradas de suas respectivas regiões. Além disso, milhares de outras pequenas propriedades vinculadas a associações de produtores rurais estão sendo atendidas gratuitamente pelo Governo, com a interveniência da Secretaria da Agricultura (Seagri) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), por meio de emendas parlamentares.

A distribuição gratuita de calcário melhorou a capacidade produtiva

Segundo o presidente Dalmasio, a companhia começou a trabalhar tarde este ano (2017), ante a necessidade de recuperação e manutenção do parque de máquinas e até pelo adiantamento do período chuvoso. Mesmo assim, segundo ele, a CMR já entregou este ano um total de 25 mil toneladas calcário, que atenderam toda a rede de pequenos produtores rurais cadastrados nos municípios, as associações e, ainda, a rede de produtores particulares.

CALCÁRIO NO PROLEITE

O dirigente da Companhia de Mineração de Rondônia anunciou para os próximos meses o início da distribuição de calcário para atender ao projeto do Fundo de Investimento e Apoio ao Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira do Estado (Proleite), que pretende expandir a fronteira do leite e dominar o setor na Amazônia, com revitalização da estrutura produtiva estadual, prevendo dobrar a produção em 667 pequenas propriedades familiares, para começar, entre as que produzem de 80 a 100 litros de leite por dia.

O entendimento de técnicos e autoridades dos órgãos ligados a agropecuária rondoniense, este é o momento do leite. Segundo previsão do setor, serão mais de R$ 4 milhões destinados pelo Governo como subsídio ao programa que atenderá a 670 pequenos produtores nos 52 municípios de Rondônia, que atuarão como parceiros do Estado neste projeto, através de suas secretarias da agricultura.

 

Fonte

Texto: Cleuber Rodrigues Pereira
Fotos: Dhiony Costa e Silva e Emater
Secom – Governo de Rondônia

Técnicos realizam encontro para produzir material didático de piscicultura

A piscicultura em Rondônia cresceu e o estado já é o maior criador de peixes nativos de água doce do país. Os investimentos do governo estadual para o desenvolvimento da atividade produtiva resultaram numa produção de quase 90 mil toneladas de pescado ao ano, mas para garantir esse sucesso, o investimento agora é na capacitação de técnicos e material didático para o manejo e controle de doenças dos peixes.

Depois de ter capacitado os médicos veterinários para o prevenção e controle de doenças e parasitos dos peixes, a Secretária de Estado da Agricultura (Seagri), por meio do GT do peixe e sob a coordenação da Emater-RO, realiza com recurso do fundo FIDER/CONDER da Superintendência de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Suder) um encontro de técnicos e produtores dedicados a aquicultura, com pesquisadores da Embrapa e das universidades federais de Rondônia e Amazonas.

Juntos, estes profissionais devem elaborar uma cartilha e outros materiais didáticos, que irão orientar as boas práticas na piscicultura rondoniense.

O desenvolvimento da piscicultura em Rondônia, que teve crescimento na faixa de 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano, segundo o IBGE, criou oportunidades de negócios, tanto no setor produtivo rural, quanto nas áreas comercial e industrial, atividades mais adaptadas aos aglomerados urbanos, e que geram inúmeros novos postos de trabalho, mas também revelou muitas carências que preocupam técnicos, produtores e o governo.

Uma das fontes de preocupação para a piscicultura é a pouca difusão de informações técnicas adaptadas para a produção sustentável de pescado na Amazônia, esta situação motivou a realização do encontro técnico, que começou nesta segunda e continuará até quarta feira dia 23 de agosto, neste período o grupo pretende elaborar material didático que será publicado pela Emater-RO no formato de cartilha didática, e alguns folders com orientações especificas para distribuição aos produtores de peixes do Estado.

 

Fonte

Texto: Enoque de Oliveira
Fotos: Irene Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Produtores de camarão pedem a Eunício mudança na MP que trata do setor

Representantes de produtores de camarão pediram o apoio do presidente do Senado, Eunício Oliveira, para que a Medida Provisória (MPV)782/2017, que trata da organização de órgãos da Presidência da República e dos ministérios seja alterada. Os produtores querem que o controle de sanidade dos crustáceos seja transferido do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a exemplo do que a MP 782/2017 determina para a política nacional pesqueira.

Segundo os representantes do setor, “não tem sentido” o controle da sanidade ficar no Agricultura, Pecuária e Abastecimento, uma vez que a atividade sempre “caminhou junto” com a política pesqueira.

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O presidente do Senado, Eunício Oliveira recebeu o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão, Itamar Rocha, o presidente da Associação Cearense de Criadores de Camarão e maior criador brasileiro de camarão em cativeiro, Cristiano Maia, e outros representantes do setor.

O presidente do Senado orientou os produtores a procurarem o relator da medida provisória, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), para conversar sobre o assunto.

Da Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado.

Prefeitura já construiu sessenta tanques para criação de peixes

A prefeitura de porto velho, por meio da subsecretaria municipal de agricultura e abastecimento (Semagric) vem intensificando o suporte a novos criadores de peixes no município. Desde o início da gestão do dr Hildon Chaves, a Semagric pôs em prática diversas ações para atender os produtores rurais que desejam ampliar e diversificar suas produções, dentgre as quais a piscicultura.

Tem sido muitos os interessados em agendar uma visita para que sejam conhecidos, escolhidos e demarcados os locais mais adequados à construção de criatórios de peixes, o que tem contribuído para o crescimento das expectativas por um futuro promissor na região rural de Porto Velho.

Dr Hildon acredita na piscicultura como fomento à geração de renda e como grande indutor do crescimento da economia na capital, Neste primeiro semestre já foram construídos 60 tanques, dos quais alguns estarão em condições de iniciar a produção num prazo médio de um ano. “O peixe é um produto de fácil comercialização, pouca mão de obra e toda produção é consumida pelo mercado interno”, avalia dr Hildon.

De acordo com subsecretário Francisco Evaldo de Lima, o produtor local tem um grande potencial para o desenvolvimento do agronegócio, sendo uma das responsabilidades da prefeitura, por meio da Semagric, fazer a escavação dos tanques para que os produtores se motivem cada vez mais.

“A atividade é rentável, mas é necessário desenvolvê-la de forma correta. Seria muito fácil só escavar o tanque, colocar água e soltar os peixes dentro, porém não é assim que funciona”, explicou Evaldo.

A Prefeitura aproveita o momento para avançar no apoio à atividade. Esta semana as máquinas da Semagric estão na Linha C 01, no Ramal Santo Expedito, onde estão construindo 12 novos tanques que beneficiarão quatro produtores. É o caso de Antônio Alves de Oliveira, que recebeu três tanques em sua propriedade. “Esse projeto irá nos ajudar muito, já que agora teremos uma nova fonte de renda. Antes a gente criava só porco, galinha, e a renda não era lá essas coisas. Graças à prefeitura, daqui um ano quero estar produzindo e vendendo todo peixe produzido por minha família. Só tenho a agradecer muito à Semagric e ao prefeito, por esse projeto”, disse Antônio.

Já dona Valnilda Fernandes comentou que sonhava com essa nova, que para ela é apenas o início de uma grande mudança. “Para nós foi uma grande vantagem a Semagric construir esses tanques nas nossas propriedades, e o investimento agora é para tocar o projeto enfrente e começar minha criação de tambaqui”, comemorou Valnilda.

O pastor Adonias dos Anjos Ferreira, que tem uma casa de retiro e abrigo na região agradeceu muito a benfeitoria na propriedade. “Todo peixe que produziremos aqui, será muito útil para nossa igreja e para as pessoas carentes que ajudaremos também”, disse Adonias.

Os tanques estão no assentamento São Domingo, Terra Santa, C01 ramal Santo Expedido KM 7, Setor Chacareiro, e linha Progresso. Os produtores receberam também orientações técnicas da Semagric e Emater, o objetivo agora é aumentar a produção de peixes na região, para abastecer o mercado local, e ajudar na geração de renda para essas famílias.

FOTOS: Semagric

 

CALENDÁRIO DE EVENTOS DA EMATER-RO

EVENTO:

DIA ESPECIAL SOBRE OLERICULTURA

DATA:

23/08/2017

HORÁRIO:

AS 08:00 HORAS

LOCAL:

IFRO CAMPUS COLORADO

COLORADO DO OESTE /RO

*CONTATO: Emater-RO – Juliano de Oliveira 3341-3400

EVENTO:

PALESTRA SOBRE SILAGEM DE MILHO

DATA:

25/08/2017

HORÁRIO:

AS 09:00 HORAS

LOCAL:

PROPRIEDADE DO SR. HELVIO GRILO,

LINHA 11

PIMENTEIRAS DO OESTE /RO

*CONTATO: Emater-RO – Rogério Rodrigues 3344-1064

EVENTO:

PALESTRA SOBRE FLORESTA PLANTADA

DATA:

23/08/2017

HORÁRIO:

AS 09:00 HORAS

LOCAL:

LINHA 85, KAPA46 DISTRITO NOVA ANDRADINA.

CHUPINGUAIA /RO

*CONTATO: Emater-RO – Rodrigo Rafael Ferreira 3346-1016

EVENTO:

DIA ESPECIAL SOBRE BOVINOCULTURA DE LEITE – MELHORAMENTO GENETICO E SANIDADE

DATA:

25/08/2017

HORÁRIO:

AS 09:00 HORAS

LOCAL:

DISTRITO DE NOVA LONDRINA, 4ª LINHA MINE, LOTE 11 GLEBA G.

JI- PARANÁ/RO

*CONTATO: Emater-RO – Sergio Batista de Morais 3428-2122

EVENTO:

CURSO DE ADUBAÇÃO E IRRAGAÇÃO DE CAFÉ

DATA:

23 A 25/08/2017

HORÁRIO:

DAS 09:00 AS 17:00 HORAS

LOCAL:

CÂMARA MUNICIPAL

TEIXERÓPOLIS/RO

*CONTATO: Emater-RO – Clodoaldo de Jesus Abreu 3465-1042

EVENTO:

DIA ESPECIAL SOBRE BOVINOCULTURA LEITEIRA

DATA:

24/08/2017

HORÁRIO:

AS 09:00 HORAS

LOCAL:

PROPRIEDADE SR. ERISON

LINHA 207,GLEBA33,LOTE61

JI-PARANÁ/RO

*CONTATO: Emater-RO – Gabriel Cavalcanti 99208-2490

EVENTO:

OFICINA SOBRE ORGANIZAÇÃO SOCIAL RURAL

DATA:

22/08/2017

HORÁRIO:

Das 08:00 às 12:00 HORAS

LOCAL:

NA SEDE DA ASSOCIAÇÃO APRUT

CACAULANDIA/RO

*CONTATO: Emater-RO – Alessandro Barbosa 3532-2130

EVENTO:

OFICINA SOBRE GESTÃO DE ORGANIZAÇÃO SOCIAL RURAL

DATA:

25/08/2017

HORÁRIO:

DAS 8:30 AS 16:30 HORAS

LOCAL:

SEDE DA ASSOCIAÇÃO ASVAMA,

LINHA C – 60/ BR421

ARIQUEMES/RO

*CONTATO: Emater-RO – Helio Casara 3535-2584

EVENTO:

DIA ESPECIAL SOBRE A CULTURA DO MARACUJÁ

DATA:

24/08/2017

HORÁRIO:

AS 09:00 HORAS

LOCAL:

LINHA 86 SUL, KM 14

SÃO MIGUEL DO GUAPORÉ/RO

*CONTATO: Emater-RO – 3642-1219

EVENTO:

DIA ESPECIAL SOBRE PECUARIA DE LEITE

DATA:

25/08/2017

HORÁRIO:

DAS 09:00 AS 14:00HORAS

LOCAL:

SEDE DA ASSOCIAÇÃO ASPROSEG

BR 429, KM 15, LINHA 04, SETOR SERRA GRANDE

COSTA MARQUES/RO

*CONTATO: Emater-RO – 3651-2585

**Conforme orientação da Diretoria Técnica-DITEP, as programações enviadas pelos ESREG’s, são compiladas e colocados os eventos com maior relevância para agricultura familiar do Estado de Rondônia.

Conselho aprova projeto de lei que beneficiará o Programa Mais Peixe

Com o objetivo de discutir estratégias para ações futuras no setor agropecuário em Porto Velho, foi realizada no auditório do Banco da Amazônia a 8ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Rural, grupo que representa variados segmentos do setor produtivo, sob a coordenação da Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric).

Para o subsecretário da Agricultura, Francisco Evaldo, o Conselho é um “importante fórum para ouvir as demandas e buscar soluções”. Durante a reunião, o diretor do Departamento de Desenvolvimento Rural de Piscicultura e Aquicultura, engenheiro agrônomo, Luiz Carlos Meneses, apresentou a proposta de lei que cria o Programa Municipal de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Aquicultura Familiar “Mais Peixe”.

Segundo ele, o projeto promoverá as ações de apoio e incentivo a atividade da piscicultura na fase de implantação ou adequação de tanques, visando aumentar a produção e agregar renda às famílias rurais. O projeto foi aprovado pelos membros do conselho, que agora segue para Procuradoria Geral do Município para análise jurídica e depois aprovação final pelo prefeito dr Hildon Chaves.

Na 8ª reunião foram apresentadas outras demandas do setor produtivo na capital, como as ações da Unicoop – Cooperativa Agrossustentável de União Bandeirantes, representada pelo gerente de negócios José Façanha, que comentou que a cooperativa já está abastecendo o entreposto comercial de frutas na capital que abastece com bananas 40 supermercados, além de 15 mercadinhos e frutarias.

Para Renato Doretto, superintendente do Sicoob Portocredi, que também faz parte do conselho, a união entre os representantes da classe do setor produtivo é um grande avanço para o desenvolvimento rural da capital. Ao todo, o Conselho reúne 26 entidades, entre elas: Incra, Semagric, Sema, Basa, SFA, Seas, BB, Câmara Municipal de Porto Velho, Conab, Embrapa, Emater, Ceplac, Idaron e entidades não-governamentais.

Fonte: Semagric

Prefeitura transporta calcário para produtores rurais da capital

Os produtores rurais ligados às associações rurais em Porto Velho já podem solicitar o transporte de calcário à Prefeitura de Porto Velho, por meio da Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric).

Conforme o subsecretário Francisco Evaldo de Lima, o transporte começou ser feito desde julho e beneficiará a produção da agricultura familiar que utiliza o calcário para corrigir a acidez do solo, causada pelo uso da terra sem reposição do mineral ou por agrotóxicos e fertilizantes ácidos.foto - semagirc (1)

Segundo Evaldo de Lima, “a substância eleva a produtividade do solo, mas lembramos que apenas o transporte é gratuito. O produtor precisa adquirir o calcário e depois solicitar o transporte via ofício, através da Associação ou entidade que esteja cadastrada na Semagric. As associações têm prioridade no atendimento do programa, mas o produtor rural será atendido individualmente também”, conta o subsecretário.

O produtor interessado em receber o transporte do calcário pode procurar a Semagric, à rua Mario Andreazza com José Amador dos Reis, s/n bairro JK II (ao lado da Semob) ou pode ligar para (69) 3901-3371 – gabinete – 3901-2876, de segunda a sexta feria das 7h30 às 13h30.

foto transporte calcario semagric (2)            fotos - Jean Carla Transporte Calcário semagric (1)

Fonte: Semagric

Fotos: Semagric

Rondônia: um porto seguro em tempos de crise

A crise econômica que se arrasta há quase uma década tem tirado a confiança do empresariado, gerado desemprego e levado vários estados brasileiros ao colapso financeiro. Esse cenário, no entanto, é bem diferente da realidade de Rondônia, estado com DNA agropecuário que cresce de forma constante desde 2011 e que fechou o ano de 2016, um dos piores da história recente do Brasil, com um aumento de 4,7{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no PIB. As perspectivas para os próximos anos são ainda mais animadoras, o que tem atraído empresários dos mais variados segmentos, desde produtores rurais até indústrias processadoras, passando por fornecedores de insumos, logística e serviços e executivos altamente qualificados.

“Isso se deve basicamente ao agronegócio. É o motor do estado”, afirma Basílio Leandro de Oliveira, superintendente de Desenvolvimento Econômico de Rondônia, lembrando que o estado é dono do quinto maior rebanho bovino no país, com 13,7 milhões de animais, entre gado leiteiro e de corte, e já se consolidou como principal polo de piscicultura do Brasil, com uma produção de 90 000 toneladas de peixe em 2016.

O cultivo de café, cacau, soja e milho, além da suinocultura, também tem crescido substancialmente nos últimos anos, sempre de forma sustentável, especialmente por conta da qualificação de pequenos produtores e da adoção de tecnologias que possibilitam o aumento da produtividade no campo.

Isenções fiscais e logística privilegiada também fazem parte do pacote de atrativos do estado de Rondônia. Existem incentivos para os mais diversos segmentos, que vão da doação de terrenos públicos ao desconto de até 85{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do ICMS. “Um exemplo é a linha de crédito especial para pequenos frigoríficos com abate de até 100 cabeças por dia, com juros subsidiados pelo Banco da Amazônia. Também há incentivos para o ramo de curtumes, já que hoje quase todo o couro produzido em Rondônia é processado fora do estado”, diz Oliveira.

Novas apostas

Outra atividade que vem atraindo cada vez mais investimentos no estado é a suinocultura, impulsionada principalmente pela crescente oferta de grãos na região. O exemplo do criador Rudi Deros é emblemático. O empresário, que deixou Santa Catarina rumo ao município de São Miguel do Guaporé há 13 anos levando consigo 20 matrizes, hoje comanda uma produção totalmente verticalizada, com um plantel de 230 reprodutoras. Em uma propriedade de 600 hectares, planta os grãos que alimentam os animais, cerca de 20{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção, e vende o excedente para as tradings da região. Graças aos incentivos do estado, também construiu um frigorífico, onde abate os suínos. “Rondônia é uma terra de oportunidades. Como pequeno agropecuarista, eu vi muitas vantagens, como terras férteis, clima favorável e uma demanda muito grande por carne de porco. Isso nos dá competitividade”, afirma Deros.

Existem também outras iniciativas interessantes do governo no sentido de fomentar a produção na região, especialmente nas áreas de piscicultura e cafeicultura. O estado, que colhe atualmente 2,1 milhões de sacas de café por ano, tem como objetivo produzir 4 milhões de sacas até o fim de 2018. Para isso, vem subsidiando a substituição de cafezais antigos, cuja média de produtividade é de apenas 20 sacas por hectare, por variedades muito mais produtivas desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que podem render até 160 sacas por hectare. Já a piscicultura é vista como atividade com maior potencial de crescimento em Rondônia. A expectativa do governo é que a produção de peixes alcance 200 000 toneladas nos próximos cinco anos, um volume considerável, mas ainda distante do potencial do estado, estimado em até 1 milhão de toneladas por ano.

A localização privilegiada, porém, tem despontado como principal diferencial competitivo de Rondônia. Com fácil acesso à nova Rodovia Transoceânica, que liga o Brasil ao Oceano Pacífico, a rota permite às empresas estabelecidas no estado fácil conexão a mais de 150 milhões de consumidores localizados nos países andinos, como Peru, Bolívia, Chile, Equador e Venezuela, além do Suriname. São todos pouco industrializados e importam, juntos, cerca de 192 bilhões de dólares por ano – atualmente, o Brasil responde por somente 8,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dessas importações. “A incompetência do nosso país em abastecer os vizinhos é absurda. O lado positivo é que existe um potencial gigantesco para as empresas brasileiras explorarem”, completa o economista Valdemar Camata Júnior, superintendente do Sebrae em Rondônia.

 

Por Abril Branded Content

Investimento de cerca de R$ 10 milhões torna Centro Técnico Abaitará de Pimenta Bueno referência no combate ao êxodo rural

Após receber investimentos de cerca de R$ 10 milhões, entre 2014 e 2017, o então  Instituto Estadual de Educação Rural Abaitará de Pimenta Bueno, agora Centro Técnico (Centec), oferece aos mais de 300 alunos uma estrutura mais ampla e adequada à prática das atividades voltadas à agropecuária, com ênfase no desenvolvimento regional. Por iniciativa do governador Confúcio Moura, que tem por propósito avançar o processo ensino aprendizagem em Rondônia e evitar o êxodo rural, jovens com idade a partir dos 16 anos são incentivados a se especializar em áreas de atuação da família, utilizando metodologia de ensino teórico e prático que promove o crescimento econômico e social, contribuindo com a fixação do homem no campo, de forma sustentável, melhorando a qualidade de vida também nas cidades.

Localizada na zona rural, no Km 32 da RO-010, a instituição de ensino é responsável pela formação de técnicos profissionais em agropecuária, agronegócio, agroecologia, informática e aquicultura, em regime de internato para os que moram em municípios distantes, enquanto os de municípios vizinhos vão para suas casas nas sextas-feiras. A escola também funciona como alternativa à inclusão social, pois a maioria dos alunos é filho de produtores rurais, de classe média baixa, ribeirinhos e indígenas de 32 municípios e sete distritos rondonienses.

Entre os investimentos realizados pelo governo em 2014, no valor de R$ 3,6 milhões, estão a construção de uma quadra poliesportiva, adequação de espaços, como salas de aulas, alojamentos masculinos e femininos, lavanderia, refeitório, espaços de convivência, laboratórios, além da construção de unidades técnicas para o curso profissionalizante de agroecologia, como curral, aprisco, pocilga e aviário. Já em 2015 foram mais de R$ 4,6 milhões do Programa Integrado de Desenvolvimento e Inclusão Socioeconômica (Pidise) aplicados na construção de seis salas de aula climatizadas, carteiras e data show, além de três alojamentos, cada um contando com uma lavanderia. No mesmo ano foram adquiridas 18 vacas e um touro, em leilão eletrônico, totalizando R$ 70 mil. O leite produzido é utilizado na alimentação dos alunos, que também fazem a ordenha.

Estrutura foi ampliada para atender a mais de 300 alunos

“Eles cuidam do rebanho bovino, que é uma média de 40 cabeças de gado e 30 carneiros, assim como da horta e de tudo que tem aqui. Estudam e trabalham seguindo escala de serviço. A produção de frutas, verduras, peixe, entre outros, também é para consumo interno”, explicou a diretora Eliane Faria.

Na próxima segunda-feira (7), em solenidade marcada para as 16h30, o governador Confúcio Moura oficializará a nova nomenclatura da escola e inaugura uma série de investimentos realizados para o ano letivo de 2017, entre eles 300 metros de pavimentação asfáltica, construção de dois blocos com seis salas de aula, dois alojamentos femininos, banheiros para ambos os sexos, área de vivência com paisagismo, bem como, a reforma das instalações elétrica e hidráulica de seis pavilhões com capacidade para 36 alunos, do alojamento, cozinha, refeitório, bloco administrativo e 10 de salas de aula. Com isso, a capacidade de vagas na instituição de ensino quase triplicou, passando de 110 para 304. Todas as salas são climatizadas.

Essas obras receberam recursos próprios do governo, no valor de R$ 200 mil, com execução do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER), Superintendência Estadual de Gestão dos Gastos Públicos e Administrativos (Sugesp) e Seduc, em convênio com a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), que disponibilizou a mão de obra de reeducandos dos projetos de ressocialização de Porto Velho e Rolim de Moura.

Para melhorar o acesso, em 2016 também foram construídos 700 metros de asfalto, incluindo uma galeria de concreto da rodovia até a entrada da escola. O custo foi de R$ 800 mil.

Além da transformação em Centec, pela Lei Complementar 908/2016, a diretora disse que o centro educacional também ganhou novo formato de autarquia, estando vinculado agora ao Instituto de Desenvolvimento da Educação Profissional de Rondônia (Idep-RO), instituído pela mesma lei. Ele é ligado à Secretaria de Estado da Educação (Seduc), mas dotado de autonomia administrativa, pedagógica, disciplinar, financeira, orçamentária e patrimonial, sendo o órgão gestor da Política de Educação Profissional do estado.

Além de cuidar da horta, estudantes também tiram o leite utilizado na alimentação

Ainda conforme Eliane Faria, a equipe é composta por 63 servidores, entre eles professores especialistas, mestres e doutores, cedidos pela Seduc e a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO). Um Conselho de Administração formado por empresários dos municípios de Pimenta Bueno, Rolim de Moura e Cacoal é responsável pelas políticas macros da instituição, enquanto o Conselho de Educação Superior do Idep delibera sobre as políticas educacionais, que tornam o Centec referência na educação profissional rural e do agronegócio, inclusive com credenciamento junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-RO).

Os municípios que atualmente têm alunos matriculados no Abaitará são Alta Floresta do Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Alto Paraíso, Buritis, Monte Negro, Campo Novo, Cacoal, Ministro Andreazza, Pimenta Bueno, Espigão do Oeste, São Miguel do Guaporé, São Francisco do Guaporé, Santa Luzia do Oeste, São Felipe do Oeste, Primavera de Rondônia, Novo Horizonte do Oeste, Nova Brasilândia, Parecis, Chupinguaia, Castanheiras, Porto Velho, Guajará-Mirim, Costa Marques, Nova Mamoré, Governador Jorge Teixeira, Theobroma, Vilhena, Santa Luzia do Oeste, Nova União, Seringueiras, Urupá e Candeias do Jamari. Além dos distritos de Querência do Norte, Nova Estrela, Nova Califórnia, Surpresa, Estrela de Rondônia, Triunfo e Vila Casulo.

Os ribeirinhos são das regiões do Alto Madeira, Parecis e Alta Floresta; e os indígenas das terras Sagarana, Pedral, Sotério, Deolinda, Ricardo Franco, Bom Jesus, Bahia das Onças, Urusari, Tupari e São Pedro.

 

Fonte

Texto: Veronilda Lima
Fotos: Daiane Mendonça e Maicon Lemes
Secom – Governo de Rondônia

Grupo Cesar Cassol expande negócios para o exterior e fecha intercâmbio comercial com a Bolívia

Durante a última semana o empresário Cesar Cassol se reuniu com autoridades políticas e empresários da Bolívia para tratar de transações comerciais. O encontro foi realizado na cidade de Trinidad, capital do Departamento do Beni e serviu para confirmar uma parceria comercial com o país vizinho.

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De acordo com o empresário Cesar Cassol, a partir de agora a empresa irá exportar o Calcário de sua usina no município de Parecis, para a Bolívia. Para que o produto brasileiro chegue ao seu destino será utilizado o transporte fluvial, que reduzirá os custos de exportação. Com o retorno das balsas virá para Rondônia produtos em abundância naquele país, como sal, soja e minérios.

Para Cesar Cassol, ambos os países tem muito a ganhar como este intercâmbio comercial, já que a chegada do Calcário na Bolívia vai possibilitar um aumento na produção de alimentos, assim como já vem sendo constatado nos estado de Rondônia, Acre, Amazonas e Mato Grosso, onde o produto oriundo do Grupo Cesar já esta ajudando na multiplicação da produção agrícola, pecuária e da piscicultura.

“O Grupo Cesar Cassol mais uma vez se mostra na vanguarda e isso se deve graças à visão empreendedora do nosso grupo”, destacou o empresário Cesar Cassol.

Por Assessoria