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Piscicultores discutem novas tecnologias em Dia de Campo

Motivados pela busca de novos conhecimentos e na troca de experiências, piscicultores da região do Vale do Jamari se reuniram na fazenda Bom Retiro, em Cacaulândia, nesta sexta-feira, 7 de junho.

O evento foi promovido pela Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia, Sebrae e a Fazenda Bom Retiro, que cedeu sua estrutura para recepção dos convidados .

O presidente da ACRIPAR destacou a importância da troca de experiência entre os piscicultores. Ele disse que esse intercâmbio ajuda a desenvolver a atividade piscicultora em Rondônia.

O representante da Fazenda Bom Retiro, Antonio Júnior, reforça a necessidade de uso de tecnologia para o sucesso no cultivo de peixes.

Já o coordenador do projeto Peixe Rondônia, do Sebrae, Denis Farias, acrescenta a importância da instituição com consultorias de gestão de negócios e com especialistas na área para uma melhor produtividade das propriedades.

O próximo dia de campo da ACRIPAR será realizado no dia 6 de setembro na piscicultura Agrofish Nova Aurora de propriedade do piscicultor Edson Sápiras.

Por: Assessoria

Rondônia presente no lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Pescado em Brasília

Com a presença da ministra da Agricultura Maria Tereza, o secretário nacional da Pesca Jorge Seif Junior foi instalada oficialmente a Frente Parlamentar em Defesa do Pescado. O jantar de lançamento contou com a presença de parlamentares, empresários do setor e autoridades públicas. O presidente da Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (ACRIPAR), Francisco Hidalgo Farina e o governador Marcos Rocha representaram o Estado.

Composta por 211 parlamentares e presidida pelo deputado federal Luiz Nishimori (PL/PR), a frente parlamentar vai discutir o tema com representantes do setor e da sociedade civil em seminários e demais eventos que tratem de pesca e aquicultura.

O governador Marcos Rocha aproveitou a oportunidade para reiterar seu compromisso com a cadeia produtiva do peixe em Rondônia. Durante diálogo com o presidente da ACRIPAR, o governador também destacou as ações que estão sendo realizadas para o fortalecimento do setor, como a força tarefa para a liberação de licenças ambientais e o fomento da atividade piscicultora.

“Rondônia é referência nacional na produção de peixes nativos, com destaque para o Tambaqui. Destacamos a importância desta Frente Parlamentar para aprovar e lutar por temas de interesse do setor”, ressalta Farina.

Para o presidente da Comissão Nacional de Aquicultura da CNA, Eduardo Ono, a instalação da Frente significa maior aproximação do setor produtivo com o Legislativo.

“Essa é uma grande oportunidade de aproximação com um grupo de parlamentares que, acima de tudo, são ligados à nossa atividade”, afirmou Ono. Para ele, o setor enfrenta muitas amarras burocráticas que o impedem de ser mais competitivo. “O Legislativo pode auxiliar muito a melhorar isso, ao ponto de transformar o Brasil em um grande país exportador de pescado”, ressaltou.

Entre os objetivos da Frente estão o apoio à criação de projetos que visem à desburocratização, à regulamentação, à livre iniciativa, o estímulo à atividade pesqueira, o estabelecimento de acordos bilaterais de comércio e o fomento do mercado interno.

         

Por Assessoria Acripar

 

Idaron garante qualidade nas inspeções realizadas em frigoríficos de peixes em Rondônia

A Agencia de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) realiza inspeções de forma periódica nos frigoríficos de peixes no estado para garantir o controle de qualidade dos pescados. Rondônia tem hoje cerca de seis estabelecimentos entre industria e agroindústrias familiares que atuam no ramo. Destes, dois estabelecimentos já possuem o Selo de Inspeção Estadual (SIE) e os demais o Selo de Inspeção Federal (SIF). Ambos garantem a qualidade do peixe que chega até os consumidores, como afirma Tony Tenório, fiscal estadual agropecuário da Idaron.

 

“De duas a três vezes por semana a Idaron envia um fiscal nos estabelecimentos frigoríficos para acompanhar toda a produção, desde a chegada até a expedição, que é a saída para o mercado. Fiscalizamos a estrutura, a temperatura, higiene e o manuseio do produto, armazenamento e o processamento”, explica Tenório.

 

Para conseguir obter os selos, os frigoríficos precisam estar de acordo com as normas sanitárias. Nara Regina de Souza é presidente da Cooperativa de Piscicultores, Aquicultores, Pescados, Produtos Rurais e Extrativistas do Estado de Rondônia (Cooppeixe) e proprietária do frigorífico Progresso Pescados, localizado na Linha Progresso, zona rural de Porto Velho. Segundo ela, a inspeção contribui de forma positiva com o crescimento dos frigoríficos.

Ela explica, que o governo de Rondônia incentiva os empresários do ramo através de investimentos, e o retorno se dá por meio do cumprimento das normas sanitárias.

O frigorífico exporta hoje tambaqui e pirarucu

“Como empresária eu sou a favor das inspeções da Idaron, pois através delas eu sou cobrada e sei que estou levando um produto de qualidade para o mercado, principalmente para as crianças, já que forneço peixes para as escolas do município de Porto Velho e as do Estado”.

A produção de peixes no frigorífico, segundo ela, vem aumentando com a obtenção do Selo de Inspeção, tanto municipal (SIM) quanto o estadual (SIF), que atrai mais clientes. Hoje o frigorífico produz em média, por ano, cerca de 25 toneladas de peixes, sendo o tambaqui o responsável por 90% da exportação.

Este ano, mais dois estabelecimentos do ramo de pescados foram abertos recentemente em Rondônia. Um localizado no município de Ariquemes, Zaltana, com produção de cinco toneladas por dia, e o outro em Itapuã, o PSP, com capacidade de 35 toneladas dia. A previsão deste último é entrar em funcionamento já este mês.

O resultado das inspeções e o crescimento dos frigoríficos no Estado, segundo o fiscal estadual agropecuário, renderam à Agência Idaron a adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisb – POA). Um reconhecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que acredita que Rondônia tem capacidade para exportar produtos de origem animal como carnes, ovos, leite, mel e peixes para outros estados do Brasil. “Com esse reconhecimento, os estabelecimentos que já possuem o (SIE) se alcançarem o selo (Sisb) vão exportar produtos para todo o país. E esse é o nosso grande objetivo, o que nos coloca em destaque”, finalizou Tony Tenório.

Fonte
Texto: Anayr Celina
Fotos: Daiane Mendonça e Arquivo Idaron
Secom – Governo de Rondônia

Projeto de piscicultura avança na Fazenda Futuro com mais de 500 alevinos de tambaqui

Com tanques de lona doados pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), o projeto de piscicultura na Fazenda Futuro é uma novidade que começa a despontar. Localizada em uma área de 310 hectares, próxima ao complexo prisional do estado, em Porto Velho, a Fazenda já vem trabalhando a mão de obra apenada como forma de ressocialização há aproximadamente oito anos.

O coordenador do espaço, Rafael Sena, revela que o projeto com alevinos de tambaqui é o primeiro do estado com tanques elevados no sistema intensivo. “Os peixes ficam confinados em um tanque não tão grande criados com ração. São 550 alevinos de aproximadamente 10 centímetros mantidos em 100 metros cúbicos”, conta.

Segundo Rafael, a iniciativa se deu há pouco mais de um mês e diariamente tem sido realizada a análise da água para o bom desenvolvimento dos peixes. “Temos algumas tilápias entre eles, porque essa espécie ajuda a manter a água limpa se alimentando dos resíduos”. O engenheiro agrônomo da Fazenda, Hilder Afonso, diz que, como para esse tipo de trabalho não há nenhum estudo científico que mostre os parâmetros que devem ser seguidos, o experimento feito no local se baseia nos mais próximos, como o pacu, que também é criado em tanques elevados e escavados.

ANÁLISE DA ÁGUA 

Todos os dias os profissionais fazem a análise do pH

Os reeducandos que fazem parte do projeto, que atualmente são 60, aprendem com o trabalho e os técnicos a tratarem dos peixes e dos cultivos. Para a análise da água, o engenheiro agrônomo ensina como fazer para descobrir o Potencial Hidrogeniônico (pH) e como melhorar as condições da água.

“Essa análise mostra a quantidade de acidez ou basicidade da água. Usando um reagente indicador de pH numa pequena porção de água podemos avaliar o comportamento de acordo com a cor que apresentar, que o ideal é que esteja entre 7.0 e 8.0 na escala”, explica Hilder. Para quebrar a acidez, os profissionais utilizam o cal virgem, que eleva os níveis e deixa a água adequada para a piscicultura. O tanque conta com dois aeradores hidráulicos para oxigenar a água.

O tanque onde os alevinos estão é limpo de dois em dois dias, e o gasto mensal com ração é de R$ 150, por se tratarem de peixes pequenos, mas segundo os profissionais, o valor deve triplicar quando chegarem ao tamanho adulto. A vantagem de trabalho com tanques elevados é a qualidade sanitária, garantindo menor taxa de mortalidade, maior sanidade (livre de vermes e bactérias) e um sabor diferenciado ao animal. “Ainda não sabemos como será o escoamento, mas a primeira despesca só acontecerá daqui a um ano. A intenção aqui é mesmo transformar a Fazendo Futuro em uma escola agrícola de capacitação para os reeducandos nesse projeto de ressocialização e inclusão”, conclui o coordenador.


OUTRAS CULTURAS

 

Estima-se que dois mil abacaxis sejam colhidos este ano

 

Na Fazenda também são cultivadas várias frutíferas como abacaxi, manga, laranja, limão, cacau, açaí e pupunha (sendo as duas últimas mais utilizadas para paisagismo do espaço). A mandioca foi recorde em produção na última colheita, rendendo 70 sacos de 40 quilos de farinha em cada um. Esse resultado foi obtido em um plantio de cinco a sete hectares.

A estimativa do engenheiro agrônomo é que, até o final de maio, o pomar produza pelo menos três quilos por pé, e até o final do ano, dois mil abacaxis sejam colhidos.       

VEJA A GALERIA DE FOTOS

Fonte
Texto: Vanessa Farias
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

Piscicultura: Falta de fiscalização em Rondônia causa prejuízos e pode comprometer saúde pública

O Ministério Público estadual recebeu uma denúncia nesta semana sobre a falta de fiscalização por parte do Estado na atividade da piscicultura, o que vem favorecendo e,  de certa forma,  estimulando a consolidação de um grande mercado clandestino de pescado. Segundo um grupo de veterinários, que fez a denúncia, o Estado de Rondônia é um dos poucos no Brasil que não cumpre a lei federal 7.889/89,  que trata da inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal.

Graças ao êxito da grande campanha institucional de incentivo à piscicultura em Rondônia, na qual se empenharam Estado, municípios, parlamentares e empresários, o Estado se tornou um dos grandes produtores de peixe em cativeiro, mas a política adotada focou apenas na produção e não em toda a cadeia que envolve a atividade a partir da despesca, o que tem feito com que o pescado produzido em Rondônia,  manipulado de forma totalmente incorreta,  represente risco à saúde pública.

Dessa forma, todo o esforço e investimentos financeiros para que Rondônia se situasse no topo entre os produtores de peixe em cativeiro podem ir por água abaixo, caso as autoridades não se voltem para o problema da falta de inspeção sanitária adequada, vez que o pescado manipulado de forma incorreta pode liberar a histamina, espécie de veneno alergênico causado por bactérias que pode desencadear um quadro de intoxicação progressiva e levar até a morte. “A higiene e boas práticas de manipulação devem ser observadas desde a captura até à mesa do consumidor”, dizem veterinários.

Segundo os denunciantes, um frigorífico é obrigado a cumprir pelo menos 16 protocolos de boas práticas,  que vão desde a despesca até a entrega ao comprador em perfeitas condições de higiene. Na realidade, porém, a maioria do pescado consumido em Rondônia é grosseiramente manipulada, sem observação das normas mínimas de cuidados sanitários, na maioria das vezes em lugares inadequados,  nos fundos dos supermercados.

A boa prática de abate define como forma correta que, conforme os peixes vão sendo retirados dos tanques, sejam acondicionados em caixas com gelo para insensibilização pré-abate, ou ser colocados em caixas de transporte com água e oxigênio para chegarem ainda vivos ao frigorífico. No frigorífico, recebem um banho em água clorada para eliminação de bactérias, pois, logo após a morte,  o peixe entra em uma fase de transformações bioquímicas, chamada de rigor mortis.

Isso não se vê com a maioria do pescado que muitas vezes é manipulado desde a captura até a comercialização, onde o preparado é feito nos fundos dos supermercados,  sem qualquer cuidado com as normas corretas.

Os veterinários que elaboram a peça da denúncia pedem que o Ministério Público exija do Governo Estadual e dos municipais o cumprimento das leis (federal, estadual e municipais) que tratam das regras sanitárias;  que todos os estabelecimentos comerciais (mercados, peixarias, mercearias etc) devem ter origem e rastreabilidade de seus produtos de origem animal e vegetal e sigam o mesmo o que acontece com a carne, frango, porco e embutidos de origem animal.

Por fim, destacam que um investimento em um frigorífico não fica abaixo dos R$ 10 milhões,  num negócio que gera empregos, impostos e deixa como margem de lucro cerca de 6%, enquanto que os clandestinos geram bem menos empregos, se beneficiam de sonegação e ficam com lucros acima dos 50%, oferecendo como ‘plus’ o risco à saúde da população consumidora de carne de pescado.

Fonte: Valbran Junior

Foto: José Luiz Alves

ARIQUEMES – Churrasco de Tambaqui entra para o recorde nacional

Oficialmente a cidade de Ariquemes está no Livro dos Recordes Brasileiros com o maior churrasco de peixe do Brasil. Neste domingo, mais de 4 toneladas da espécie Tambaqui foram assadas na brasa, encerrando as atividades da terceira edição da Expovale, a Exposição de Agronegócio e Piscicultura do Vale do Jamari. 

O mega Churrasco de Tambaqui foi auditado pela RankBrasil, empresa sediada em Curitiba/PR e especializada no registro de recordes nacionais. 

O churrasco surgiu em 2017 como forma de celebrar a alta produtividade de tambaquis da região do Vale do Jamari. De lá pra cá, a produtividade só aumentou e Rondônia alcançou a produção anual de 90 mil toneladas de peixe de cultivo em 2019.

O presidente das associações Comercial e Industrial de Ariquemes (ACIA) e de Criadores de Peixes de Rondônia (ACRIPAR), Francisco Hidalgo Farina, explica que a certificação do recorde é a confirmação da alta produtividade da região. “É em Ariquemes e no  Vale do Jamari que estão os maiores produtores de peixe e a maior produção de Tambaqui. Com o nosso churrasco estamos festejando os resultados das nossas despescas e do esforço de cada produtor”, avalia Farina 

https://www.facebook.com/aciariquemes/videos/443517586476021/UzpfSTEwMDAwMDAxMjg2MzAzNzoyNTAyNDUyOTIzMDk4NDQ1/?fref=search&__tn__=%2Cd%2CP-R&eid=ARCoD3XHh1geAQZzAHsTZ9RJiUIFAJ8an1JJGbuvSFj8HUMmUXU3oOj5xq_mErplcnckGudFThdCoZiB

A EXPOVALE teve início na quinta-feira e terminou neste domingo. Os organizadores estimam que mais de 40 mil pessoas passaram pelo Parque Tambaqui, estrutura montada no canteiro central da avenida Capitão Silvio. 

Além da intensa movimentação financeira, o evento contou com apresentações culturais com o FestiVale CrediSIS CrediAri, agroindústrias, artesanato e exposição de produtos e serviços do comércio local.

Por Assessoria

Semagric voltará a ser secretaria

O projeto, encaminhado pelo prefeito Hildon Chaves para votação na Câmara Municipal de Porto Velho, que eleva a Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento para o nível de Secretaria Municipal, passando a ser denominada Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric), foi aprovado durante sessão na tarde desta última segunda-feira (22/4).

Atualmente, a subsecretaria é gerida pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Básicos (Semisb). O projeto, já aprovado, prevê a criação de toda a estrutura equivalente a de uma secretaria, com cargos de secretário titular e adjunto.

A votação aprovou a nova redação, acrescentando e alterando os dispositivos da Lei Complementar nº 648, de 6 de janeiro de 2017 e suas respectivas alterações. “O prefeito entendeu que a mudança era necessária devido a abrangência do Município, que tem mais de 7 mil quilômetros de estradas vicinais. A Semagric se torna mais empoderada e independente, com um alto volume de trabalho, podendo até requisitar mais recursos em Brasília”, disse Devanildo Santana, assessor de política governamental da Prefeitura, ao reforçar a importância da adequação, que deve gerar mais celeridade no atendimento ao setor da agricultura e pecuária. O projeto passa a vigorar a partir da sanção do prefeito.

Comdecom

Governo vai atualizar cadastro de pescadores

A Secretaria de Aquicultura e Pesca está organizando um novo cadastro nacional de pescadores, que deverá estar pronto até o fim de maio. A informação foi confirmada hoje (17) pelo presidente Jair Bolsonaro, em publicação no Twitter.

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, ao qual a secretaria é ligada, o levantamento está sendo feito a partir de auditorias para apurar o cadastro anterior e eliminar fraudes no pagamento do seguro-defeso.

O presidente Jair Bolsonaro, participa da cerimônia dos 100 dias de governo
Bolsonaro: “Seguimos cumprindo nosso dever para o qual fomos eleitos. Em breve, traremos mais resultados positivos para a população do Brasil” (Arquivo/Antonio Cruz/ Agência Brasil)

O ministério informou que está sendo realizado um cruzamento do cadastro de pescadores com outros bancos de dados do governo, tanto os do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) quanto de programas sociais, para filtrar irregularidades e permitir um melhor atendimento aos pescadores artesanais.

Esses trabalhadores têm direito de receber verbas federais, no valor de um salário mínimo por mês, no período do defeso, quando ficam impedidos de trabalhar.

O defeso é a paralisação temporária da pesca, no período de reprodução, para a preservação das espécies.

No Twitter, o presidente Bolsonaro também destaca o trabalho da equipe da Secretaria de Aquicultura e Pesca, liderada pelo secretário Jorge Seif Júnior, na organização de “milhões de documentos que estavam jogados às traças”. Os arquivos estão sendo organizados, digitalizados e posteriormente terão suas informações verificadas.

“Seguimos cumprindo nosso dever para o qual fomos eleitos. Em breve traremos mais resultados positivos para a população do Brasil”, escreveu o presidente.

Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Em audiência em Brasília, a parlamentar apresentou demanda à ministra da Agricultura

A deputada federal Jaqueline Cassol (PP-RO) se reuniu em Brasília, com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. A finalidade do encontro foi discutir a regularização fundiária e extensão rural em Rondônia.

Quase 100 mil imóveis, entre assentamentos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e áreas da união, aguardam titulação em Rondônia. A falta da documentação acarreta instabilidade jurídica, dificulta o acesso ao crédito subsidiado e gera uma cadeia economicamente instável. Levando em consideração a vocação agrícola do estado, é fundamental que o produtor tenha segurança para trabalhar.

Durante a reunião, além de pontuar os aspectos econômicos e sociais inerentes à falta de titulação, a deputada federal Jaqueline Cassol amentou os conflitos agrários em Rondônia. “O estado de Rondônia ficou em primeiro lugar em violência no campo, segundo a Comissão da Pastoral da Terra em 2016. Ando por todo o estado de Rondônia, conheço a realidade e afirmo que as pessoas estão morrendo”, disse Jaqueline Cassol.

Tereza Cristina se mostrou atenta às dificuldades e particularidades do estado. “Rondônia neste mapa tem que ser muito prestigiado e tem que ter uma atuação firme”, disse a ministra que informou ainda que há uma meta para emitir 600 mil títulos em todo o país. Jaqueline Cassol postulou que só em Rondônia seriam necessários cerca de 100 mil.

Extensão Rural

A deputada federal Jaqueline Cassol também conversou com a ministra Tereza Cristina sobre crédito rural e a aprendizagem no campo. A parlamentar destacou a importância de incentivar os jovens a empreender na área rural, evitando o esvaziamento dessa região. “Rondônia hoje vive um êxodo rural. Por falta de escola, de recursos, de infraestrutura, os meninos vão todos pra cidade. Nós temos que passar conhecimento para eles, para que possam agregar com uma visão de empreendedorismo no campo” pontuou Jaqueline Cassol.

Novos encontros serão realizados entre a equipe do Ministério da Agricultura e a deputada Jaqueline Cassol para alinhar formas de ampliar o atendimento através de cursos e capacitações.

Por: Assessoria

Premiado: Queijo produzido em Colorado é certificado entre os melhores do Brasil

Motivo de orgulho, a Agroindústria Vitorino colocou o nome de Rondônia, em especial de Colorado do Oeste no topo do cenário nacional na produção de queijos, participando e sendo premiado no IV Prêmio Queijo Brasil, realizada em São Paulo, no Memorial da América Latina.

Prêmio Queijo Brasil é a maior Premiação de Queijos Artesanais Brasileiros. A primeira edição foi realizada em 2014 com 136 queijos inscritos. A segunda edição, em 2016, foram 234 e na Terceira Edição em 2017, foram mais de 363 queijos inscritos de todo país representando a micro e pequena produção artesanal de laticínios. Em 2018 tivemos um número ainda maior, alcançamos mais de 479 queijos.

A COMERQUEIJO foi idealizada em fevereiro de 2017 e constituída por 20 comerciantes de todo país que se dedicam ao comércio, exclusivo ou não, de queijos artesanais brasileiros e que viam a necessidade de debater as questões que envolvem o Queijo Artesanal Brasileiro, fortalecer a cadeia comercial deste produto e criar um elo ainda mais coeso entre produtor e comerciante.

Localizada na Rua Roraima, setor Chacareiro, aos fundos do Aeroporto, a Agroindústria Vitorino, propriedade de Flávio Vitorino e sua esposa Celíria Vitorino, recebeu a medalha de Bronze pela produção do Queijo Minas Padrão, um dos “carros chefes” da Agroindústria, que também produz o Minas Frescal, Coalho, Coalho Condimentado, Leite Pasteurizado e o Iogurte.

Hoje o empreendimento compra leite de 11 fornecedores, com uma média de 750 litros/dia, gerando renda para outros produtores da região. Com uma clientela consolidada, e conquistando novos consumidores a cada.

O produtor Flávio lembrou de quando tudo começou, no ano de 2011, com uma produção ainda pequena e praticamente toda manual. “Na época iniciamos com poucos equipamentos e muita vontade, através do PROVE, programa de incentivo implantado pela gestão municipal da época, e aos poucos aumentamos nossa produção, contando hoje com vários equipamentos automatizados, veículo específico para entrega”.

Flavio também mencionou o apoio do SEBRAE, “este que vem contribuindo de forma importante em conhecimentos de mercado e empreendedorismo, além de órgãos como Prefeitura, tanto de gestões passadas e a atual, Governo do Estado e a todos nossos consumidores que valorizam uma marca de Colorado do Oeste”.

Por Conesul Acontece