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Em quatro meses, fiscalização ambiental apreendeu mais de uma tonelada de peixes e doou a entidades assistenciais

Em quatro meses de atuação no período do defeso, o Batalhão de Polícia Ambiental da PM de Rondônia apreendeu em rios rondonienses 1.279 quilos de pescados de diversas espécies.

Ao anunciar os resultados do trabalho de fiscalização, o coordenador de licenciamento e monitoramento ambiental da Sedam, Abimael Ribeiro, informou que o BPA lavrou 52 termos de apreensão e depósito de diversas embarcações, motores HP, carros e motocicletas, perfazendo um total de 244 materiais apreendidos: anzóis, malhadeiras, linhas, entre outros apetrechos de pesca.

Entre outras, as 54 ocorrências de pesca ilegal abrangeram o Lago do Cujubim Grande, Rio Mutum, Usina Hidrelétrica Santo Antônio e Área de Proteção Ambiental Rio Madeira.

Pela Portaria nº 48/2007 do Ibama, regulamentada pela Portaria nº 428 da Sedam, atividades de caça, coleta e pesca esportivas e comerciais ficaram vetadas ou controladas de 15 de novembro do ano passado até o início desta semana,  nas bacias dos rios Madeira, Mamoré e Guaporé.

 

“Durante o período, a pesca pesca foi liberada para as comunidades ribeirinhas na cota de cinco quilos de peixe por dia para cada família, a título de subsistência, ficando proibida a comercialização”, informou major Washington Soares, do BPA.

 

Desta vez não houve operação específica para o defeso. O atendimento se deu por denúncias.

QUEM RECEBEU

Sedam e BPA destacaram a importância do período do defeso na recomposição natural da ictiofauna e a migração dos peixes até as cabeceiras dos rios para a desova e reprodução.

Peixes apreendidos foram doados à  Casa do Ancião São Vicente de Paulo, Casa de Apoio Família Rosetta, Casa de Apoio ao Câncer e igrejas.

Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Arquivo Secom
Secom – Governo de Rondônia

AGROINDÚSTRIA DE PEIXE

O município de Ariquemes é destaque na produção de peixe de cultivo e agora se consolida como referência no processamento de pescado com o início da operação da empresa Pescados do Vale, localizada no Travessão B-40 Sul, zona rural do município. Mesmo em fase de testes, a agroindústria já emprega 50 funcionários. Ariquemes já possui frigorífico e agroindústrias especializadas no processamento do peixe.

De propriedade do produtor rural Lorival Amorim, a indústria recebeu a visita do presidente da Associação Comercial e Industrial de Ariquemes (ACIA) Francisco Hidalgo Farina e do vice-presidente da Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar) Edson Sápiras. “Para a cadeia produtiva do peixe, a abertura desse empreendimento gera novas opções para o processamento do pescado produzido em Ariquemes e nos demais municípios da região do Vale do Jamari”, destaca Sápiras.

INCENTIVOS
O presidente da ACIA destaca a atuação da associação no fomento ao setor produtivo, como ferramenta para estimular os demais setores da economia do município. Farina destaca que a ACIA desenvolveu a EXPOVALE, uma feira de negócios, voltada para fomentar o agronegócio com destaque especial para a piscicultura. “Com a abertura de mais uma indústria de processamento de pescado, a cidade ganha em geração de empregos e com a circulação financeira, que é bastante estimulada. Em cadeia, teremos o incentivo à produção de mais peixe na nossa região”, argumenta Farina.

 

PREVISÃO DE CRESCIMENTO
O proprietário da Pescados do Vale, Lorival Amorim, explica que a unidade frigorífica foi construída de forma modular, permitindo a ampliação de forma rápida, respeitando a demanda de processamento. Como está em fase de testes, a capacidade de abate também depende da capacidade de congelamento e armazenamento do pescado.

Em breve, os produtos estarão nos supermercados de Rondônia.

Fonte: Assessoria

Deputada Federal Jaqueline Cassol cobra medidas urgentes para recuperação da RO-010 e RO-479

A Deputada Federal Jaqueline Cassol (PP-RO) cobrou do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT) manutenção e reparos urgentes nas rodovias RO-010, no trecho de Nova Estrela de Rondônia a Rolim de Moura, e RO-479 no trecho entre Rolim de Moura e BR-364.

A Manutenção é necessária porque, com a interdição da ponte do riozinho, na BR-364, essas duas rodovias se tornaram rotas alternativas, inclusive para caminhões pesados.  Comprometendo a trafegabilidade da rodovia e pondo em risco a vida dos moradores da região que usam as estradas diariamente.

Em ofício enviado ao Diretor-Geral do DNIT, General Santos Filho, a deputada federal pediu medidas urgentes para manutenção e recuperação das rodovias.  “Essas rodovias não tinham a mínima estrutura para receber o tráfego pesado de caminhões. A população que ficou sem a menor condição de ir e vir”, disse a Jaqueline Cassol que, por ser moradora na região conhece muito bem a realidade: “Na última semana passei por essas rodovias e senti na pele. Está muito perigoso! Com o período chuvoso a situação se agrava. Temos que trabalhar pelo bem estar da população e evitar acidentes”.

O DNIT recebeu as solicitações e informou que tomará providências. Acrescentou que já foi autorizados reparos na RO010 no trecho entre Pimenta Bueno e Nova Estrela, e também na RO383 entre Nova Estrela e Cacoal.

 

PONTE DE RIOZINHO

Desde dezembro de 2018 a ponte do riozinho, distrito de Cacoal, , na BR-364, está liberada apenas em meia pista. Antes disso, a ponte ficou completamente interditada por quase um mês.

Em audiência com o General Santos Filho, diretor-geral do DNIT, a deputada federal Jaqueline Cassol solicitou recuperação da ponte. O Diretor informou à deputada que uma licitação para reparo da ponte está em andamento “A ponte tem um bloco que girou, vai ter a recuperação desse pilar, bem como o reforço geral da ponte, de forma que ela possa ser reincorporada ao trânsito normalmente.” A previsão é que a obra comece até o fim do primeiro semestre de 2019.

Fonte: Assessoria de Imprensa

 

 

 

Deputado Cirone assume presidência da comissão da agricultura e política rural

Além de assumir a presidência da comissão de agricultura e política rural, o deputado Cirone Deiró (Podemos) é vice-presidente da comissão de esporte, turismo e lazer. O parlamentar também é titular das comissões de meio ambiente e desenvolvimento sustentável, transporte e obras públicas, habitação e assuntos municipais, e suplente da comissão de defesa da criança, adolescente, mulher e idoso.

As diversas comissões existentes no legislativo têm por finalidade estudar, avaliar e debater os projetos de leis antes de serem levados ao plenário para a votação. São nas comissões que são realizadas debates com representantes do executivo relacionados.

É de responsabilidade das comissões também, realizar discussões com a participação da sociedade em geral, sobre todos os temas ou assuntos de seu interesse. As comissões constituem-se em importante espaço para ouvir os anseios da coletividade.

De acordo com o deputado Cirone Deiró, as participações nas comissões são fundamentais para sua atuação na defesa dos interesses dos rondonienses. “Estou otimista com as perspectivas de trabalho que poderemos executar e também da oportunidade de promover o debate com a sociedade dos diversos temas”, afirmou.

Texto: Assessoria

Foto: José Hilde

Tilápia leva piscicultura brasileira a R$ 5 bilhões de faturamento

Puxada pela tilápia, a piscicultura brasileira produziu 4,5% a mais em 2018 na comparação com 2017. O volume foi de 722,560 mil toneladas. O faturamento do setor cresceu na mesma proporção e chegou a R$ 5,067 bilhões. Desde 2014, quando foram produzidas 578,800 mil toneladas, a cadeia produtiva acumula uma expansão de 24,83%.

Os números são da Associação Brasileira de Piscicultura (PeixeBR). Na última sexta-feira (15/2), a entidade lançou, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Anuário Brasileiro da Piscicultura 2019, que tem como base os dados do ano passado, em evento com participação de representantes da cadeia produtiva, instituições de pesquisa e do secretário nacional de Pesca e Aquicultura do Ministério da Agricultura, Jorge Seif Júnior.

O relatório mostra que a produção expandiu no Sul (+11,3%), que manteve a liderança no ranking nacional, Sudeste (+7,6%) e Nordeste (+20,6%) em 2018. Já nas regiões Norte e Centro-oeste, houve retração de 7% e de 7,8%, respectivamente.

“Foi um resultado bom para um ano com economia cheia de incertezas, problemas políticos e econômicos, greve dos caminhoneiros”, avaliou o presidente executivo da PeixeBR, Francisco Medeiros.

Só de tilápias, o Brasil produziu 11,9% a mais em 2018, 400,280 mil toneladas. O Paraná, líder do ranking nacional da espécie, colocou 123 mil toneladas no mercado. Segundo no ranking, São Paulo contabilizou 69,500 mil. Santa Catarina, o terceiro, 33,800 mil toneladas.

“O crescimento na tilápia é significativo e creio que, nos próximos anos, será ainda maior. Vemos uma manutenção da tendência de anos anteriores nesse mercado”, afirmou Medeiros.

O Brasil é o quarto maior produtor mundial de tilápia, atrás de China, Egito e Indonésia. Se o resultado no segmento é comemorado pelos piscicultores, a situação é diferente nos chamados peixes nativos, em que a produção caiu 4,7%. Foram 302,235 mil toneladas em 2017 e 287,910 mil em 2018.

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Entre as causas citadas para a queda na produção, estão problemas climáticos, sanitários e de mercado em importantes regiões produtoras. Com o desempenho negativo, a participação do segmento – liderado pelo tambaqui – caiu de 43,7% no ano retrasado para 39,84% no ano passado.

“O setor de piscicultura tem que tentar resolver os problemas dos peixes nativos. Não só os técnicos, mas os de mercado. Não estamos conseguindo avançar no mercado interno, onde as pessoas já comem peixe. Por algum motivo, o tambaqui não está despertando interesse”, lamentou Medeiros.

A PeixeBR revela produção maior de peixes menos representativos no mercado nacional, como carpa, truta e panga. Neste segmento, a expansão foi de 8%, com o volume passando de 31,825 mil toneladas em 2017 para 34,370 mil em 2018. A entidade vê potencial de expansão do segmento a médio prazo.

Balança comercial negativa

As exportações de peixes frescos, resfriados e congelados passaram de 33,400 mil toneladas em 2017 para 32,417 mil no ano passado, uma retração de 2,94%, de acordo com a Associação. Mas a receita dos exportadores aumentou 9,14%, de US$ 124,6 milhões para US$ 136 milhões.

“O mercado interno vinha pagando melhor e o setor direcionou a produção. As exportações continuaram pequenas, mas precisamos aumentar, incrementar a política externa do setor produtivo”, defendeu o presidente da entidade.

Carro-chefe da produção nacional, a tilápia foi também o principal peixe de cultivo exportado no ano passado. Só para os Estados Unidos, principal consumidor mundial da espécie, os embarques somaram 700 toneladas, gerando uma receita de US$ 5,5 milhões.

“Houve uma redução nos preços pagos pelo filé, mas o câmbio acabou compensando. O mercado externo, para quem estava pronto, foi ótimo”, analisou o presidente executivo da PeixeBR.

As importações de peixe fresco, congelado e resfriado foram menores entre 2017 e 2018, mas os números ainda mostram o tamanho do desequilíbrio na balança comercial do setor. O volume comprado pelo Brasil caiu de 335 mil para 295 mil toneladas e o valor, de US$ 1,071 bilhão para US$ 1,032 bilhão.

Acelerar o crescimento

Para este ano, a expectativa da PeixeBr é de crescer em um ritmo maior que o de 2018, podendo chegar a 10% no geral. Só na tilápia, a expansão deve ser de 15%. A entidade acredita também na recuperação do mercado de peixes nativos, cuja produção é liderada por Rondônia, Roraima e Pará.

“Esperamos quebrar a barreira dos dois dígitos em 2019. Houve um aprimoramento da distribuição e a entrada de cooperativas e indústrias de outras proteínas no mercado, que trouxe uma pressão de vendas. Estamos também reforçando nossas ações no mercado externo”, explicou Medeiros.

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Ele disse acreditar que, até 2022, o setor esteja registrando taxas de crescimento em torno de 20% ao ano. Explicou que a participação dos peixes de cultivo no consumo está em torno de 3,7 quilos por habitante ao ano. Para chegar ao nível esperado de expansão para daqui três anos, bastaria acrescentar 300 gramas anuais no prato.

“Trabalhamos por um crescimento entre 20% e 25% ao ano nos próximos anos, que é o que toda a indústria consegue absorver”, analisou o executivo.

 

POR RAPHAEL SALOMÃO, DE SÃO PAULO (SP)

Projeto reduz área de preservação em imóveis da Amazônia Legal

Aguarda recebimento de emendas na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) projeto de lei que permite aos estados da Amazônia reduzirem a Reserva Legal para até 50%, quando tiverem mais de 65% do seu território ocupado por unidades de conservação. De autoria do senador Mecias de Jesus (PRB-RR), o PL 551/2019 altera o Código Florestal Brasileiro (Lei 12.651/2012), para dispensar a exigência do Zoneamento Econômico-Ecológico (ZEE) na exploração econômica de imóveis rurais.

O parlamentar considera prejudicial para a economia o fato de alguns estados da Amazônia Legal terem porção considerável de seu território ocupada por áreas cuja exploração é limitada por lei, a exemplo das terras indígenas, onde não se pode realizar atividades como agropecuária e produção mineral. Ele defende a alteração na lei por entender que um estado que contribui com mais de 65% do seu território preservado já demonstrou seu compromisso em prol da causa ambiental, permitindo que o Brasil cumpra seus acordos internacionais.

Forças Armadas

O projeto propõe ainda a inclusão das áreas de domínio das Forças Armadas no cômputo de áreas de preservação já que, em muitos estados da Amazônia, com extensas fronteiras nacionais, elas ocupam porção considerável do território e representam vastas extensões de vegetação nativa. Foram excluídas aquelas povoadas pelos próprios militares que, na opinião do senador, são mais protegidas do que as unidades de conservação e as terras indígenas.

Ainda de acordo com o PL 551/2019, será dado prazo de 60 dias para que o Conselho Estadual de Meio Ambiente se manifeste sobre a redução. A ausência de manifestação será entendida como aprovação da redução de Reserva Legal, afim de evitar morosidade ou indefinição quanto à proposta de redefinição dos percentuais de reserva.

— Vamos tentar dar celeridade aqui no Senado, para liberar o mais rápido possível para que possamos produzir de igual para igual com os demais estados brasileiros — explicou Mecias de Jesus.

Por: Agência Senado

Peixes com Certificação

A Agroindústria Rodrigues, instalada no Sítio Itanhomi, zona rural de Vale do Paraíso, é um exemplo de empreendedorismo no interior do estado de Rondônia. Com apoio do Sicoob Ourocredi e Governo do Estado, a unidade industrial é a primeira a obter certificação e com capacidade de produção para abastecer não apenas a sua região, mas também outros estados.

A agroindústria funciona como entreposto de pescados e pertence aos irmãos Erivelton Rodrigues e José Carlos Rodrigues, com apoio do pai, José Rodrigues. A unidade faz o processamento do tambaqui e do pirarucu e distribui seus produtos em escolas públicas, supermercados e restaurantes de Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste.

Em 2017, a Agroindústria Rodrigues participou da Chamada Pública do Ministério da Justiça e está fornecendo tambaqui processado para o Exército Brasileiro, abastecendo a 17ª Brigada de Infantaria de Selva, em Porto Velho. Agora, a agroindústria já se prepara para abrir novos mercados, nos estados de Goiás e de São Paulo.

Apoio

Durante a recente solenidade oficial de inauguração, no dia 29 de janeiro, o empresário Elivelton Rodrigues agradeceu o apoio do Sicoob Ourocredi e do Governo do Estado ao empreendi-mento. “A ideia da agroindústria surgiu em 2015. Começamos produzindo peixes em tanque escavado, uma ideia minha e do meu pai desde o princípio”, recorda.

No mesmo ano, foi comercializada a primeira remessa de peixe para Manaus. Mas os compradores selecionaram o pescado que queriam levar, deixando na propriedade uma quantia significativa da produção. “Foi aí que manipulamos a sobra, começa-mos a processar e a vender na região, então nós vimos a necessidade de legalizar a produção industrial dentro das normas de um entreposto de pescado e corremos atrás”.

Elivelton avalia que o incentivo recebido na propriedade pelo Sicoob Ourocredi, em 2017, foi fundamental para a consolidação do objetivo e de um sonho. “Quando a gente começou, meu pai José Rodrigues já era sócio do Sicoob Ourocredi, eu me tornei sócio e, desde então, a cooperativa deu total apoio ao nosso projeto”, recorda-se.

O Governo do Estado auxiliou a família Rodrigues cedendo técnicos da Emater e da Idaron, e mais recentemente por meio da Seagri, fornecendo um caminhão baú frigorífico para atender os piscicultores de Vale do Paraíso, no auxílio do transporte dos peixes até o entreposto da agroindústria.

Fonte: sociosenegocios.com.br

Deputado federal Coronel Chrisóstomo cobra de Ministro celeridade nos projetos de infraestrura de Rondônia

Durante reunião com o Ministro da Infraestrutura Tarcisio Freitas com a bancada dos estados de Rondônia, Acre, Roraima e Amazonas, o deputado federal Coronel Chrisóstomo (PSL/RO), reivindicou do Ministro, atenção especial para projetos estruturantes de Rondônia.

A duplicação da BR 364, conclusão da ponte do Abunã e outros empreendimentos foram listados pelo parlamentar como sendo de essencial importância para o progresso do estado e da região.

“Precisamos dar uma reposta real para a população. A duplicação da BR 364 é uma necessidade urgente, as pontes do Abunã e a do Riozinho têm que ser entregues porque a população já não aguenta mais esperar. Tenho certeza que com o Ministro Tarcísio a frente da pasta, nós teremos a resposta que a população tanto espera”, disse o deputado.

De acordo com o Ministro Tarcísio Freitas, o governo Bolsonaro terá um foco especial nas obras destinadas a região norte.

“Nossa missão é transformar a extensão norte do país em um celeiro de produção, respeitando sempre as potencialidades regionais. A duplicação da BR-364 já é uma realidade, assim como estamos discutindo hoje a pavimentação da BR-319. Outros projetos como a privatização de aeroportos como o de Porto Velho e a conclusão da ponte do Abunã sairão do papel ainda este ano”, afirmou o Ministro.

Por: Assessoria

Santo Antônio Energia: Colônia de Pescadores assume o Projeto de Piscicultura da Vila Nova de Teotônio

O projeto de piscicultura implantado pela Santo Antônio Energia na Vila Nova de Teotônio, distante 40 quilômetros de Porto Velho, está sendo administrado pela Colônia de Pescadores.

A piscicultura está implantada em uma área de 13 hectares, o equivalente a 13 campos de futebol, e possui 19 tanques escavados, também chamados de viveiros, onde estão cerca de 30.600 tambaquis. “Quando conhecemos o projeto ficamos deslumbrados porque é grandioso. Temos certeza de que poderemos usar toda nossa experiência para desenvolver bons trabalhos”, afirma a presidente da Colônia de Pescadores, Marina Veloso.

A venda da primeira safra de 15 toneladas de tambaquis ocorreu nos últimos dias para uma empresa de Rondônia que irá comercializar os peixes no Estado. Para a próxima safra, prevista para março, a intenção é diversificar a produção, agregando a criação de jatuaranas e pirarucus. O recurso proveniente da venda dos peixes será revertido para a manutenção e melhorias do projeto.

A Colônia de Pescadores, que possui três mil associados, está bastante animada. Os planos a longo prazo são a criação de uma mini-indústria de pescado para o processamento dos tambaquis, transformando a carne dos peixes em hambúrguer, linguiça e costelinha de peixe.

O analista socioambiental da Santo Antônio Energia, Fábio Nogueira, afirma que está empolgado com a parceria estabelecida com a Colônia, o que garantirá o desenvolvimento da piscicultura em Teotônio. “Todas as ações deste projeto de piscicultura fazem parte do Programa de Apoio à Atividade Pesqueira da Santo Antônio Energia. Estamos muito contentes com esta parceria porque a colônia entende deste tipo de trabalho e está bastante animada”, afirma.

Por Carla Nascentes Coelho Da Silva

Veja tudo o que você precisa saber para criar tilápias

Tilápia é um peixe de origem africana, introduzido no Brasil há aproximadamente 40 anos. A espécie Gift — abreviação em inglês para Genetic Improvement of Farmed Tilapia — é alvo de diversas pesquisas no Instituto de Pesca, ligado à Secretaria de Agricultura de São Paulo.

Este último método conta com um biofiltro para tratamento do recurso hídrico. Basicamente, explica Sussel, o conjunto de tanques retira as impurezas e devolve água de alta qualidade para o tanque.

biofiltro em tanque de tilápias
Biofiltro em tanque de tilápias. – Foto: Canal Rural

De acordo com o especialista, outro ponto importante é a nutrição, que responde por até 70% do custo de produção. “Não compre ração barata. Procure marcas conceituadas no mercado”, salienta.

Entendendo a demanda

No Brasil, produzimos tilápia apenas para vender o filé, e isso custa caro; tem uma perda no frigorífico”, chama a atenção Sussel.

Segundo ele, na hora de vender, é preciso entender as oportunidades de mercado. Os consumidores estão ávidos, simplesmente, para consumir um pescado fresco e de qualidade. Talvez ela inteira ou em partes possa ser um ótimo produto por um preço mais acessível”, defende.

alevinos de tilápia
Foto: Wenderson Araujo/CNA

Por onde começo?

O estudioso recomenda o bom planejamento como o ponto de partida para o cultivo. “Entra aí o que chamo de ‘Teoria dos 50%’. Metade do trabalho é planejar bem, estudar e prospectar o negócio. Os outros 50% é começar, porque muitas dúvidas só vão surgir depois que começar o negócio em si”, diz. Quem quiser começar a criação pode escolher entre alevinos e juvenis. Abaixo, entenda a diferença entre eles.

Alevino

  • Peso: 2 g
  • Custo por mil unidades: de R$ 120 a R$ 200
  • Tempo de terminação: 8 meses

Juvenil

  • Peso: 30 g
  • Custo por mil unidades: de R$ 450 a R$ 600
  • Tempo de terminação: 6 meses