Um grupo de paraquedistas brasileiros foi destaque em uma matéria especial mostrada no programa Esporte Espetacular deste domingo (25), na Rede Globo. O repórter Clayton Conservani acompanhou esse grupo que fez um dos saltos com Wingsuit mais arriscados do mundo, o salto do crack, ou o salto da fenda na Suíça.
Entre os atletas estava o Rondoniense Erik Rocha, que prática o esporte a mais de 30 anos, e se tornou um dos paraquedistas mais experientes do Brasil, na bagagem mais de 8 mil saltos entre Skydive e Basejump, em diversas partes do mundo.
Erik Rocha no Rio de Janeiro durante a prática do paraquedismo
O salto realizado na Suíça por Erik é considerado um dos mais perigosos do planeta, já que nessa região segundo ele cerca de 60 atletas desapareceram no local depois de acidentes, um dos motivos o local de difícil acesso e o gelo predominante da região acaba dificultando as buscas.
Entre os atletas que perderam a vida e nunca foram encontrados estão Gleison Barion que morreu depois de bater nas rochas durante um salto e Henrique Cortez Pires de Campos conhecido pelos amigos como “Sucrilhos’’, esse último sumiu após sair sozinho para fazer uma trilha conhecida por ser de alto risco, que envolve a travessia de fendas sobre geleiras.
Erik ao terminar o salto homenageou o amigo Gleison Barion (veja no vídeo abaixo). O salto realizado pelo rondoniense só pode ser praticado por atletas com uma vasta experiencia em saltos.
O wingsuit só é permitido para paraquedistas experientes, que tenham pelo menos 500 saltos de queda livre convencional ou 200 saltos nos últimos 18 meses.
Duas apostas de Rondônia faturaram R$ 44.288,17 mil, cada, na quina da Mega-Sena sorteada neste sábado (25). Ninguém acertou as seis dezenas e o prêmio para o próximo concurso pode chegar aos R$ R$ 120 milhões.
As apostas foram feitas uma em Cacoal na lotérica milionária e outra em Ji-Paraná na lotérica Ji-Paraná.
Veja os números sorteados no concurso 2692 da Mega-Sena: 09-33-45-55-56-59.
Como Apostar na Mega-Sena
Para concorrer na Mega Sena, faça sua aposta em qualquer casa lotérica do Brasil ou pela internet através do site da Caixa Econômica Federal. Os sorteios ocorrem às segundas e quartas às 20h, horário de Brasília. Escolha de 6 a 15 números dos 60 disponíveis no volante. Ganha o prêmio máximo quem acertar os seis números sorteados, mas também é possível ganhar prêmios acertando quatro ou cinco números.
Distribuição do Prêmio
O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 45,3% da arrecadação total. Dessa porcentagem, 35% são destinados aos ganhadores da sena; 19% para a quina; 19% para a quadra; 22% para os concursos com final zero ou cinco; e 5% para a Mega da Virada.
Recebimento do Prêmio
Os prêmios podem ser recebidos em qualquer casa lotérica ou agência da Caixa Econômica Federal. Se o prêmio for superior ao limite de saque em lotérica, o pagamento será feito exclusivamente em agências bancárias. O ganhador tem até 90 dias após a data do sorteio para retirar o prêmio. Caso contrário, o valor é repassado ao Fies.
O animal, da espécie sucuri-verde, considerada a maior serpente do mundo, foi vista pelos moradores do bairro três Marias em Porto Velho na tarde deste sábado(24).
A cobra com aproximadamente quatro metros de comprimento, assustou os moradores que imediatamente chamaram o biólogo Marcos Fernandes, que é coordenador projeto voluntário “Biólogo em Ação” para fazer o resgate do animal com segurança.
Segundo Marcos, a sucuri foi avaliada como estando em boas condições, e deverá ser devolvida ao habitat natural.
A cobra capturada é conhecida como a Anaconda da Amazônia, elas vivem nas florestas amazônicas e pântanos. Elas são carnívoras, sendo suas presas porcos selvagens e veados, envolvendo seus corpos ao redor delas e as estrangulando até a morte.
A anaconda da espécie Eunects Murinus cresce até um comprimento de 9 metros e pode pesar até 250 quilos, equivalente ao comprimento de um ônibus escolar. Normalmente, as anacondas verdes femininas são maiores que os machos.
Ainda segundo o biólogo, neste período conhecido como “inverno amazônico”, é comum que essas cobras apareçam também em áreas urbanas da região. O biólogo Marcos Fernandes, faz esse trabalho de resgate de animais voluntariamente, com a técnica adequada para retirar esses animais e devolver para a natureza.
Dados preliminares divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Brasil produziu 8,91 milhões de toneladas de carne bovina em 2023. E esse volume é recorde, segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba.
O estudo do Cepea afirma que as quase 9 toneladas produzidas no ano passado, representam 11,2% a mais do que em 2022 e 8,6% acima do recorde anterior, obtido em 2019. Os pesquisadores destacam que, em termos absolutos, o volume de carne aumentou em 900 mil toneladas frente a 2022, ao passo que a exportação foi ampliada em 22,8 mil toneladas, para 2,29 milhões de toneladas, absorvendo 25,7% da produção nacional.
“O ‘excedente’ ficou no mercado interno, exigindo redução dos preços para que fosse atingido o ponto de equilíbrio com a demanda”, diz o estudo. “Ao longo de 2023, o Indicador do Boi Gordo CEPEA/B3 recuou 12% e a carcaça casada de boi no atacado da Grande São Paulo caiu 9%.”
o volume de carne aumentou em 900 mil toneladas frente a 2022
Queda da produtividade
O volume de carne foi histórico, mas a produtividade média do rebanho nacional (boi, vaca, novilho e novilha), na marca de 262,97 quilo/animal, ou de 17,5 arrobas, ficou ligeiramente abaixo da obtida nos últimos dois anos. Na avaliação de pesquisadores do Cepea, os motivos da queda foram conjunturais. Refletem a combinação de estiagem em muitas regiões produtoras, com desaceleração dos confinamentos diante dos preços altos dos grãos.
Segundo os dados do IBGE, a produtividade de 2023 foi 1,7% menor que a de 2022 e 2,7% inferior ao recorde de 2021. Pesquisadores do Cepea lembram que no ano dessa máxima (2021) a oferta de animais diminuiu em razão dos abates de fêmeas em 2018 e 2019, ao mesmo tempo que a China vinha intensificando suas compras e puxando os preços para cima. Isso motivou os pecuaristas a investir – principalmente em genética e nutrição. Houve também aumento do volume confinado.
Quarto trimestre
Analisando-se apenas os dados do quarto trimestre de 2023 (de outubro a dezembro), foram produzidas 2,407 milhões de toneladas de carne bovina, o melhor trimestre do ano, superando em 1,1% o anterior e em 1,8% o de um ano atrás. Em termos de produtividade, o quarto trimestre teve média 266,04 quilo/animal, a oitava maior marca para um trimestre.
PODER DUVIDOSO - A partir de cima, da esq. para a dir., Virginia Fonseca, Felipe Neto, Gkay, Franciny Ehlke, Carlinhos Maia, Juju Salimeni, Rico Melquiades, Jon Vlogs, Flay, Chiara Ferragni, Kéfera e Deolane Bezerra: “publi” desenfreada de jogos de azar e produtos ineficazes (./.)
É impossível escapar deles: ao navegar nas redes sociais, assistir à TV e até conferir livros de autoajuda ou filmes no cinema lá estão os famigerados “influenciadores”. Na última década, a categoria tornou-se a cara do vazio e da superficialidade da era digital, ao vender estilos de vida supostamente autênticos no Instagram, Facebook ou TikTok — e tome foto com bichinho, novo look clicado de forma “espontânea” num iate e textões “sinceros” sobre tudo. Mina de ouro para a publicidade, com sua capacidade aparentemente infinita de atrair milhões de seguidores, essas celebridades enriqueceram e ganharam poder para além dos cliques — chegaram ao topo do mundo, enfim. Mas começam a surgir sinais concretos de que o excesso de hedonismo e inconsequência no uso desse poder agora cobra sua fatura: o reinado dos influencers está em xeque — e não apenas no Brasil.
Uma das provas mais recentes das rachaduras na imagem dessas figuras vem do exterior. Blogueira desde 2009, a italiana Chiara Ferragni construiu uma fortuna de 530 milhões de reais com compartilhamentos sobre sua rotina. Atraía quase 30 milhões de seguidores no Instagram até dezembro, quando sua credibilidade ruiu com um escândalo: em campanha para uma marca de doces, a empresária de 36 anos alegava que todas as vendas seriam revertidas para um hospital infantil, mas o saldo de 1 milhão de euros (5,3 milhões de reais) acabou embolsado pela marca e por Chiara. O caso resultou numa multa milionária por práticas comerciais lesivas, na fuga de parceiros importantes como a Coca-Cola, além da perda de mais de 151 000 admiradores no último mês.
No Brasil, polêmicas parecidas estão se tornando cada vez mais frequentes, com um reflexo direto no mercado da frivolidade digital. Um exemplo disso é o levantamento exclusivo do instituto AtlasIntel para VEJA que examinou a confiança das pessoas nos influenciadores digitais. Na pesquisa com quase 1 700 pessoas de todas as regiões, 40% dos entrevistados dizem que acompanham a turma — mas apenas 26,5% confiam neles. Outro dado eloquente é que somente 21,7% já compraram algo divulgado por um blogueiro (leia o quadro). É compreensível: em uma indústria sem transparência, o marketing de influência vem despertando desconfiança crescente.
OS CONTROVERSOS – O influenciador Vítor diCastro (à esq.) e a italiana Chiara Ferragni: ele demonstrou despreparo ao ser alçado a repórter da Globo durante cobertura da folia, enquanto a estrangeira é investigada por publicidade falsa (@vitordicastro/Twitter; @chiaraferragni/Instagram)
No livro The Influencer Industry (A Indústria do Influencer, inédito no país), a americana Emily Hund explica a razão disso: as estrelas do ramo atuam em uma terra sem lei, onde os limites éticos ainda não foram traçados. “Essa é uma história de comercialismo desenfreado e oportunidades assustadoras de criar impacto social negativo, da desinformação à manipulação de nossa individualidade”, escreve a estudiosa de cultura digital da Universidade da Pensilvânia. Exemplo desse submundo repleto de falsidade é o caso de Ruby Franke, youtuber famosa por dar aconselhamentos sobre maternidade, condenada nesta semana à prisão nos Estados Unidos por acusações de abuso infantil contra os filhos — um deles, de 12 anos, foi achado desnutrido e pediu socorro após fugir de casa e denunciar a mãe.
O noticiário nacional também tem sido pródigo em revelar facetas nada abonadoras dos influencers. Celebridades que divulgam jogos de azar em plataformas de apostas como a Blaze viraram alvo recentemente de uma operação policial em vários estados por organização criminosa e lavagem de dinheiro devido à propaganda de um certo Fortune Tiger, o “Jogo do Tigrinho”, modalidade de cassino on-line do tipo caça-níquel — ilegal no país. Figuras populares como Carlinhos Maia e Rico Melquiades, que fazem parte do time de influencers do negócio, ainda não sofreram penalizações e ressaltaram, de forma típica, que não teriam responsabilidade por quem se arrisca nos cassinos, alegando se tratar de uma escolha individual do seguidor. “Se eu disser: ‘Pule do penhasco’, você vai pular porque eu tô dizendo? Não! Eu não jogo! Eu só divulgo”, disparou Maia a seu público de 29 milhões de pessoas. A associação à Blaze ampliou a visão crítica sobre o controverso Felipe Neto, que desagrada gregos e troianos com seus posicionamentos rasos e equivocados sobre a maior parte dos assuntos, incluindo política, e Viih Tube, flagrada divulgando vídeos que simulavam saques de grandes quantias de dinheiro ganhas supostamente com o joguinho.
A má influência virtual já produziu uma tragédia. Na virada de 2024, uma notícia falsa veiculada em páginas de fofoca apontando uma jovem mineira como affair do youtuber Whindersson Nunes desencadeou uma corrente de bullying na internet. Replicado por uma horda de influencers e agravado pelo deboche do administrador do perfil conhecido como Choquei, o episódio levou Jéssica Canedo, que já sofria de depressão, a tirar a própria vida aos 22 anos. Após sua morte, o Choquei perdeu mais de 1,5 milhão de seguidores e saiu do ar para “descansar” a imagem.
Nas redes correm soltas, ainda, as promoções de produtos e serviços duvidosos. Uma pesquisa recente com 2 000 pessoas feita pela Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, revelou que 22% dos seguidores de influencers já compraram produtos falsificados por sugestão deles. Nas áreas de saúde e beleza, a coisa não é menos complicada. A brasileira Virginia Fonseca já propagou produtos de beleza “milagrosos”, como um gel redutor de medidas e gomas para crescimento capilar, ambos sem suporte científico. Famosas como Kéfera incentivam hábitos alimentares bizarros, como o consumo de pepino com gelatina light para saciar a fome. Em janeiro, a maquiadora Franciny Ehlke mostrou aos 16 milhões de seguidores um “soro para crescer cabelo” aplicado de forma intravenosa — o discurso era que ela estava apenas testando o procedimento e, ironicamente, não queria influenciar ninguém a fazer o mesmo até saber o resultado.
A tentativa de algumas empresas tradicionais de pegar carona nessa onda levou a desastres como o da Globo, que escalou influenciadores para fazer a cobertura do Carnaval, entre eles, Vítor diCastro, famoso por produzir conteúdos de astrologia. A ideia era atrair anunciantes, mas o resultado foi uma abordagem amadora sobre os desfiles e entrevistas vergonhosas.
Mesmo com resultados sofríveis (e arriscados), a lógica explorar a imagem dos influencers para tentar atrair audiência e publicidade segue firme. O que antes era uma ferramenta de comunicação e entretenimento se tornou um negócio lucrativo — projeta-se que ele atinja o valor de mercado mundial de 24 bilhões de dólares neste ano, segundo o relatório Influencer Marketing Benchmark 2024. Na publicidade, o influencer virou o novo graal: investir neles para divulgar produtos custa bem menos que uma campanha tradicional na TV. “Eles são importantes para estabelecer diálogos com os consumidores”, defende Luiz Lara, da agência Lew’Lara. Mas nos bastidores das agências já há preocupação com a fadiga das ações com influenciador, e a consciência crescente de que eles podem se tornar tóxicos para as marcas, quando escolhidos sem critério. “Como tudo na vida, existe o lado bom e ruim. A questão é uma avaliação rigorosa”, diz o publicitário Marcos Quintela, da VML.
OS “DES-INFLUENCERS” – Os “xerifes” da internet Guga Figueiredo (à esq.) e Mari Krüger: especialista fitness e bióloga formada alertam internautas sobre golpes e “gominhas milagrosas” divulgados por grandes blogueiros do meio digital (@gugafigu/Instagram; Zanone Fraissat/Folhapress/Folhapress)
Os últimos escândalos envolvendo influencers expuseram os mecanismos nebulosos que regem esse mercado. No Brasil, a fartura de oportunidades propulsionou agências e assessorias poderosas, que estão por trás dos fenômenos da influência e dos perfis de fofocas, promovendo uma simbiose entre eles. A mais notória é a Mynd8, que enfrentou uma crise de imagem após ser associada à morte da mineira Jéssica Canedo, já que a empresa conecta grandes marcas a seus 450 agenciados, que incluem a Banca Digital, projeto que gerencia mais de trinta perfis ditos de “entretenimento”, como a Garotx do Blog — um dos que veicularam a mentira sobre a garota morta. Sua dona, Fátima Pissarra, alega que os afiliados da Mynd8 sempre tiveram liberdade editorial. “Estamos abastecendo os perfis com mais informações que possam ajudar nos critérios e na atenção. Mas não posso garantir que amanhã não vai acontecer nada”, admite.
Alguns países já se mexem para regular a terra selvagem dos influencers. Na França, uma legislação proíbe a promoção de serviços e produtos de risco, entre os quais procedimentos estéticos, investimentos em criptomoedas e apostas. No Brasil, o projeto de lei 2347/22 busca reconhecer como profissão o trabalho de influenciadores para que sejam propostas regulamentações. Em paralelo, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) tem desde 2020 um manual de boas práticas para influenciadores. Como se vê, o tal código ainda não pegou por aqui.
Enquanto o debate prossegue, já há uma solução prática em cena: a atuação dos “des-influencers”, profissionais que se valem das mesmas armas — vídeos e posts — para prestar um alerta a consumidores, desmentindo propagandas enganosas e tentando salvá-los de enrascadas que podem prejudicar até a saúde. A bióloga Mari Krüger (950 000 seguidores) se tornou referência ao desvendar, por meio de pesquisas científicas, a ineficácia de produtos como gomas para melhorar o sono e expedientes bizarros para diminuir a barriga. “Entendo que fazer publicidade de qualquer coisa assim envolve muito dinheiro, mas prefiro ter uma relação de respeito com quem me segue e tenho orgulho do que eu faço”, diz a gaúcha. Guga Figueiredo (560 000 seguidores), criador de conteúdo fitness, já atacou Jenny Miranda, Virginia Fonseca e Juju Salimeni por compartilharem “publis” enganosas. “O mercado carece de profissionais que mostrem a verdade e ajudem os seguidores a não cair em pilantragens”, defende o profissional fluminense. Tomara mesmo que o bom senso se imponha no circo digital. Está mais do que na hora de descurtir as péssimas influências.
Um casal de Rondônia está cruzando a América do Sul em uma viajem em duas motos, até ai tudo bem, o impressionante é que os dois estão realizando essa aventura em uma Biz, 125 cilindradas, e uma Fan.
Andrew Braz de Oliveira e Iasmim Cristina Santos de Oliveira, saíram de Rondônia com destino a cidade de Ushuaia na Argentina que fica no arquipélago da Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul, conhecido como “fim do mundo”, até chegarem lá serão milhares de quilômetros de muita emoção e adrenalina.
O casal cruzou o Brasil, passando por alguns estados como Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, até chegar no Uruguai onde começou a aventura internacional, hoje (24/02) os aventureiros já estão na Argentina, e a previsão depois de alcançarem o objetivo, e passar ainda pelo Chile e retornar para casa ou pelo Peru ou Bolívia.
O casal aproveitou a folga para assistir o time do coração em Minas Gerais
Na bagagem dos dois, muito espirito de aventura, para muitos o sonho de uma viagem assim, esbarra na falta de dinheiro, mais para Andrew o que motivou mesmo foi o sonho de realizar essa viagem. “ Eu trabalhei quase 10 anos em uma empresa, e sai pra tentar montar algo pra mim, sai da empresa em dezembro, peguei o dinheiro e aproveitei a janela de tempo pra realizar esse sonho de viajar pela América do Sul, quando voltamos teremos que trabalhar novamente, mais tenho certeza que com as baterias renovadas”, brinca Andrew.
A previsão é que a viagem dure cerca de 90 dias, já que o casal está aproveitando a aventura para curtir as paisagens e conhecer melhor as cidades por onde estão passando, sem muita pressa. “Isso para mim é um projeto de vida. Não tenho patrocinador. Nos mesmo que estamos pagando a viagem, o importante é fazer o que gosta, no final tudo vai dá certo” acrescenta Andrew.
Informações: Eduardo Kopanakis
VEJA O VÍDEO:
GALERIA DE FOTOS: Para acompanhar essa aventura, é só seguir o casal no Instagram: @nosdemotopor.ai
Chegada em GoiásChegando em Minas Gerais
em Curitibaem Holambra interior de São PauloSanta CatarinaRota Romântica/ RSPlaya Brava- Punta del Este/ UruguaiUruguaiChegando na Argentina
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia, na tarde desta sexta-feira (23), realizava uma atividade de fiscalização em ônibus com ênfase no combate ao crime na BR364, próximo ao Km 698, no município de Porto Velho/RO, quando flagrou um passageiro com, aproximadamente, 5 Kg de Skunk. O passageiro estava acompanhado da sua esposa e sua filha, de quatro meses.
A equipe deu ordem de parada a um ônibus com itinerário Rio Branco (AC) x Brasília (DF). Dentre os passageiros estava um casal com uma criança de colo. O homem, de 36 anos de idade, foi indagado sobre o motivo da viagem. Ele relatou que estava indo até Vilhena/RO entregar algo. Quando perguntado sobre o conteúdo de sua mochila, ele confessou que estava transportando drogas
Diante da declaração, a equipe realizou uma busca na mochila e localizou um invólucro contendo 18 pacotes skunk de tamanhos variados. Ao total, 4,0 Kg da droga foram encaminhados à Polícia Judiciária para destruição. O casal também foi conduzido à Autoridade Policial, permanecendo à disposição do Poder Judiciário.
Pescadores de Porto Velho que usam a pesca como principal método de subsistência devem receber a parcela única do Auxílio Extraordinário-Pescador de R$ 2.640.
A capital de Rondônia foi inserida como área em Situação de Emergência, por sofrer, desde 2023, com uma estiagem severa, que atinge diversos rios do estado, inclusive o rio Madeira, em Porto Velho.
A inclusão de Porto Velho no status de ‘emergência’ aconteceu no dia 21 de fevereiro deste ano e foi publicada no Diário Oficial da União, na Portaria nº 597. Essa inclusão só foi possível porque, ainda em 2023, quando a capital enfrentava a pior seca da história, a prefeitura decretou estado de emergência, o que possibilitou que Porto Velho fosse incluída no auxílio.
Segundo a administração municipal, para ter acesso ao benefício, os pescadores devem estar cadastrados no Seguro Pescador. Além disso, explicou que a Caixa Econômica Federal é a responsável pelo pagamento, mas cabe ao INSS a “concessão e as informações quanto ao direito ao benefício”.
Com o objetivo de impulsionar a economia e incentivar o empreendedorismo na agricultura familiar, será realizada a Feira da Agricultura Familiar, desenvolvida pelo Governo de Rondônia. O evento acontece no dia 1º de março, no espaço cedido pelo shopping de Porto Velho, das 16 às 22 horas. Nesta primeira Feira, serão convidados 20 expositores, entre representantes da agroindústria familiar, produtores de hortifrúti e artesanatos.
Com iniciativa da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), sob a condução da Coordenadoria de Agricultura Familiar (Cafamiliar), a parceria, que envolve também outros órgãos do setor produtivo, a exemplo da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater/RO), o evento está previsto para ser realizado na primeira sexta-feira de cada mês.
O intuito da Feira é oferecer produtos direto da agricultura familiar, minimamente processados, com ênfase na produção orgânica e agroecológica. O shopping irá dispor do espaço com barracas e mão de obra para montagem e desmontagem; totalmente gratuito, e a Seagri juntamente aos parceiros; Emater/RO; Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/RO); e prefeitura ficará responsável pela logística de transporte dos produtores e produtos, atrações musicais/culturais e exposições.
EXPOSIÇÕES DIVERSAS
O coordenador de Agricultura Familiar, Eduardo Seti busca apoio da Sejucel para apresentações musicais e culturais. “Estamos discutindo essas parcerias”, confirmando o número de expositores e toda logística feita pela Seagri, que disponibilizará veículos para trazer os agricultores e seus produtos de vários municípios.
A ideia é tornar a Feira da Agricultura Familiar permanente. Serão 20 expositores dos segmentos de embutidos, defumados, mandioca processada, mel e derivados, derivados do leite, produtos desidratados, hortifrúti, panificação, café, doces e artesanato.
O secretário de Estado da Agricultura, Luiz Paulo acredita que esses espaços são importantes para consolidar a agricultura familiar em todo o Estado. “A Seagri está à disposição para garantir o desenvolvimento da cadeia produtiva dos pequenos produtores”, ressaltou.
Com informações: Gerson Costa
Fotos: Jéssica Ocampo
O vídeo que vêm circulando na internet, mostra dezenas de pacas mortas e amontoadas em um ponto as margens de uma rio, algumas sendo retiradas de dentro de uma canoa. Em certo momento do vídeo, um dos pescadores diz que os animais foram pegos com malhadeira, ou seja, uma rede de pesca.
Não se sabe, quando as imagens foram feitas e nem onde foi o registro, apenas o vídeo que circula na internet vem chamando bastante a atenção, com a crueldade e a frieza dos caçadores.
A paca (nome cientifico: Cuniculus paca) é uma espécie de roedor da família Cuniculidae. Anteriormente era denominada Agouti paca. Sendo um animal de grande porte, que perde por tamanho apenas para a capivara, sendo considerada assim o segundo maior roedor do Brasil.
Segundo maior roedor do Brasil
A paca pode medir cerca de 70 cm e pesar até 10 kg. Em geral, só tem um filhote por vez e até duas gestações por ano.
Caçar animais silvestres é crime previsto no artigo 29 da Lei 9605, de 1998. A pena para este tipo de crime é de detenção de seis meses a um ano, mais multa.