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Cacaulândia recebe R$ 100 mil de emenda do deputado Adelino para recuperação de estradas

O município de Cacaulândia recebeu o valor de R$ 100 mil, destinado pelo deputado estadual Adelino Follador (DEM), através de emenda parlamentar, atendendo ao pedido do prefeito Edir Alquieri (DEM) e vereadores, disponibilizado no último dia 15 de dezembro pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagens e Transportes (DER).

Edir Alquieri agradeceu ao deputado Adelino, afirmando que o parlamentar foi quem mais destinou emendas para o município, ao mesmo tempo em que Adelino se comprometeu continuar ajudando o máximo possível.

“Sem desmerecer aos demais deputados estaduais, ao qual agradecemos pela parceria, mas Adelino foi quem mais enviou emendas para Cacaulândia nos últimos anos, e isso ajudou demais nossa gestão. Este recurso chega em boa hora, não vai dar mais tempo de eu empenhar, mas já conversei com o Danielzinho, meu sucessor, que é quem vai executar o trabalho com este recurso, e ele também agradece ao deputado”, declarou Edir.

 

Texto: Assessoria

Foto: Marcos Figueira-ALE/RO

Empresário de Cachoeira do Sul mostra como ser sustentável sem gastar mais

Produzir sem prejudicar o meio ambiente é o desafio das empresas do século XXI. Ao optar pela sustentabilidade, o gestor coloca em prática ideias e atividades voltadas à preservação de recursos naturais. A preocupação socioambiental reforça a imagem e a reputação do produtor e dos produtos perante a opinião pública. E influencia na decisão de compra do consumidor.

“O consumo consciente vem sendo cada vez mais avaliado pelos clientes. Alguns já exigem, só compram produtos ambientalmente corretos”, avalia Edson Ortiz, biólogo e diretor da Divinut, empresa conhecida por suas práticas voltadas a sustentabilidade.

Erguida numa área de terraplanagem, no distrito industrial de Cachoeira do Sul (RS), a 200 quilômetros de Porto Alegre, a empresa tornou o lugar uma imensa área verde, com nogueiras produtivas, aves e animais nativos da região do Vale do Jacuí. “Transformamos aquele chão batido em solo agrícola. O ser humano tem alta capacidade de destruição, mas também de recuperação. Ele pode interferir e ajudar a recuperar a natureza”, completa o fundador de uma das principais indústrias de processamento de noz-pecã da América do Sul e do maior viveiro de mudas de nogueira-pecã em raiz coberta do mundo.

Toda a estrutura da Divinut foi pensada com práticas ambientalmente corretas. A água da chuva, coletada nos telhados da própria empresa e em telhados vizinhos, é armazenada em dois reservatórios que também têm finalidade paisagística. O principal destino é irrigação das 400 mil mudas em preparo e 1.200 matrizeiras – nogueiras de onde se retira material genético para enxertia.  Toda a água de drenagem do viveiro também é reaproveitada. As placas solares fotovoltaicas são isolantes e amenizam a temperatura no pavilhão de trabalho, além de converterem a luz do sol em energia elétrica, o que tornou a empresa autossuficiente.

Exautores eólicos garantem a ventilação dos pavilhões e a utilização de madeira de extrativismo não é permitida em nenhum ambiente. Nos viveiros, as mangueiras de irrigação e os saquinhos de mudas de raiz embalada são feitos de plástico reciclado. O substrato, que vai dentro da embalagem dos brotos, inclui uma mistura de casca de noz-pecã e outras sobras industriais orgânicas, como casca de arroz, cinzas e serragem. Como mais da metade do peso de uma noz-pecã é casca, os cerca de 500 mil quilos processados na safra 2019, por exemplo, resultaram em quase 300 mil quilos de resíduos.

“Também é nosso trabalho dar destino a tudo isso, então vendemos as cascas da pecã excedentes para a produção de vários subprodutos, como chá, substrato para orquídeas e como elemento de filtragem, porque essa casca tem capacidade de ajudar a limpar a água. Uma parte pequena ainda é destinada à geração de energia de biomassa” explica Ortiz.

Todas essas práticas ambientais vão muito além dos muros da Divinut. Uma série de três projetos sociais, que são entrelaçados entre si, cruzam também com os caminhos da população:

– Projeto Cuidado – com foco em gestão e educação ambiental, estimula ações em instituições de ensino e na sociedade, como separação do lixo orgânico, coleta seletiva, minhocário em escolas e cooperativa de catadores. A estrutura da empresa é disponibilizada para visitantes conhecerem de perto um exemplo de ecoeficiência.

– Projeto Nutrir – voltado à educação alimentar, propõe ações saudáveis e combate ao desperdício, como reaproveitamento de sobras e o preparo de alimentos. Também estimula que os agricultores doem o excedente da horta ou pomar para entidades assistenciais, como asilos e creches. Tem parceria com o programa nacional Mesa Brasil / SESC

– Projeto Receber –  elabora um plano de estímulo ao turismo rural receptivo e à valorização de Cachoeira do Sul. Entre as ações estão a identificação de construções históricas, a distribuição de mapas com indicação de pontos turísticos, a divulgação da noz-pecã como referência da região, que é a maior produtora do fruto no Brasil e a valorização do patrimônio paleontológico, devido aos fósseis que são encontrados em abundância em municípios produtores de noz-pecã, como Mata, São Pedro do Sul, Paraíso e Agudo.

“Tentamos passar essa mensagem à comunidade e aos mais de três mil produtores atrelados à nossa empresa. Se a pessoa não conhece o ambiente em que vive, ela não vai valorizar”, resume Ortiz, que se preocupa com a agroecologia desde os tempos da escola. “É uma marca nossa que eu trago da vida, eu lido com a empresa do mesmo jeito que eu penso, não tem como dissociar. A Divinut nasceu com isso, a sustentabilidade está em todos os lugares, de ponta a ponta. Eu já tinha isso muito forte, sempre com o caráter prático, de aplicar e dividir com os outros através da educação. Eu nunca me liguei no viés ideológico da questão ambiental. Ela se sobrepõe a política”.

Quanto ao custo de todas essas ações, o especialista garante que ações ambientalmente corretas normalmente resultam em redução de gastos. “Já parou para pensar que a etimologia da palavra ecologia é parecida com a palavra economia? As pessoas não param para pensar, veem as duas coisas como inimigas, mas para ser ecológico não precisa ser antieconômico”.

Por: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

Novas regras para uso das águas da União são um avanço para a aquicultura do País, avalia CNA

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avalia que o Decreto n.º 10.576/20, publicado no Diário Oficial da União, pela Presidência da República, é um grande avanço para o setor produtivo da aquicultura.

A CNA trabalhou na pauta desde o ano passado ao lado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e das demais entidades do setor. O documento altera as regras para uso das águas da União para a atividade.

“O setor aguardava isso há anos, sem dúvida vai simplificar, desburocratizar e acelerar o processo para os aquicultores. Esse decreto é um ganho enorme para o agro brasileiro e uma conquista da CNA também”, afirmou Eduardo Ono, presidente da Comissão Nacional de Aquicultura da CNA.

A publicação revogou o Decreto n.º 4.895/2003, que tratava do tem. Com o novo texto, a definição da outorga de direito de uso dos recursos hídricos passa da Agência Nacional de Águas (ANA) para a Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura.

Pelo novo decreto, o aquicultor deverá apresentar à Secretaria um projeto técnico com as coordenadas geográficas, justificativas para a escolha do local, descrição do sistema produtivo e responsável técnico habilitado.

“Além da outorga que passa para o Mapa, o processo irá caminhar simultaneamente nos demais ministérios. Isso é interessante porque unifica e, principalmente, elimina a necessidade de licitação, que era outro processo que demorava demais para o cessionário conseguir chegar à documentação definitiva para uso da área”, ressaltou Ono.

Para mais informações, clique aqui e acesse o Decreto n.º 10.576/20.

Fonte: assessoria de Comunicação CNA

Piscicultura é incentivada em Barra do Ribeiro com entrega de alevinos

A Piscicultura no Rio Grande do Sul pode ser considerada como uma atividade incipiente, quando comparada com outras criações, como bovinos de corte, bovinos de leite, suínos e aves, tanto de postura quanto de corte. No entanto, a atividade tem muito potencial de desenvolvimento em função do clima ser favorável para várias espécies de peixe, existir abundância de água e de espaço e os municípios que estão próximos à Porto Alegre terem, como potencial, o grande mercado consumidor, como é o caso de Barra do Ribeiro.

No município, com a intenção de promover a diversificação produtiva nas propriedades rurais e o desenvolvimento da atividade da piscicultura, os extensionistas da Emater/RS-Ascar promoveram uma campanha de encomenda de alevinos.

A entrega dos alevinos de carpas capim, prateada, cabeça-grande e húngara, tilápias, trairão, tambacú, dourado, surubim, dentre outras espécies, ocorreu na última quinta-feira (03/12), no Escritório Municipal da Instituição. Na oportunidade, os agricultores receberam orientações sobre a criação de peixes e de como soltar os alevinos no açude.

Com essa campanha, a Emater/RS-Ascar e a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) buscam estimular o desenvolvimento da piscicultura no município, aproveitando a disponibilidade de água das propriedades rurais, proporcionando alimento de alta qualidade para a família, e aumentando a diversidade produtiva e econômica das propriedades rurais.

Por: EMATER – RS

Preparativos para a 9ª Rondônia Rural Show iniciam em Ji-Paraná; evento acontece de 25 a 29 de maio

A execução dos primeiros preparativos para a realização da 9ª Rondônia Rural Show já começaram. O evento está confirmado para ocorrer de 25 a 29 de maio de 2021, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná.

À frente dos trabalhos estão equipes técnicas da residência local do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER) promovendo a limpeza geral das áreas aonde deverão ser instalados os principais estandes.

O serviço de limpeza iniciou pelo espaço destinado à implantação da sede do Governo de Rondônia. Durante o período da feira do agronegócio a administração estadual e o parlamento estadual transferem os despachos para Ji-Paraná, conforme estabelecido em Lei.

A limpeza segue o cronograma já definido pelo DER local. Após estes cuidados, as máquinas serão direcionadas para a recuperação e reestruturação das vias internas e externas do parque, bem como a melhoria e organização dos dois estacionamentos.

Ampla limpeza começou a ser executada no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná

“Os preparativos iniciados o quanto antes geram mais tranquilidade para a realização de um grande evento estruturado. Com isso, o Governo de Rondônia demonstra o compromisso com o crescimento do agronegócio favorecendo a admissão de novos expositores e investidores no segmento”, disse o secretário regional, Everton Esteves, em vistoria ao Centro Tecnológico.

De acordo com o residente do DER local, Klayson Furtado, tudo começa pela limpeza para um resultado satisfatório. “A feira é uma vitrine de Rondônia para o mundo. Nossa parte é fazer o melhor para receber expositores e visitantes com conforto e comodidade”, ponderou, certificando a qualidade dos serviços feitos com maquinário do órgão.

A decisão de retomar a edição em 2021 foi concebida pela Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), que coordena o evento desde a implantação. Na semana passada, o secretário de Agricultura, Evandro Padovani, reuniu a equipe técnica e os representantes das empresas expositoras da feira no Centro Tecnológico.

Na pauta foram discutidos e alinhados os procedimentos para a realização da maior feira do agronegócio do Norte brasileiro, que foi acrescida em um dia a mais em relação aos anos anteriores. Dentre as questões abordadas, os cuidados sanitários no enfrentamento à pandemia de coronavírus foram bastante evidenciados.

Fonte
Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Paulo Sérgio e Jeferson Mota
Secom – Governo de Rondônia

Estudo: Pesca pode aliviar emergência alimentar global

Um estudo internacional liderado pelo Instituto de Ciência e Tecnologia Ambiental da Universidade Autônoma de Barcelona argumenta que, se gerenciada de forma sustentável com antecedência, a pesca poderia aliviar a escassez de alimentos mesmo após um conflito nuclear.

Durante o último meio século, o sistema mundial de produção de alimentos forneceu de maneira estável a população humana em rápido crescimento. Mas eventos imprevisíveis como guerras ou erupções vulcânicas podem interromper rapidamente a produção de alimentos e deixar as prateleiras dos supermercados vazias.

Um estudo internacional co-liderado pelo Instituto de Ciência e Tecnologia Ambiental da Universidade Autônoma de Barcelona (ICTA-UAB) e publicado na revista  Proceedings da Academia Nacional de Ciências (PNAS), fornece as primeiras estimativas sobre qual seria a situação da pesca oceânica global após conflito nuclear. Os pesquisadores afirmam que, embora a pesca não pudesse compensar a grande perda de produção agrícola em terra, teria o potencial de amortecer a situação, mas apenas se a pesca estivesse em um estado saudável antes da crise alimentar.

Os resultados são baseados em modelos de computador de última geração que simulam como os efeitos de uma guerra nuclear potencial se infiltram no sistema terrestre. Um modelo global do oceano prevê mudanças na temperatura do oceano, correntes e luz solar disponível, que determinam a quantidade de alimento disponível para permitir que os peixes cresçam. Portanto, ele simula a resposta das frotas pesqueiras mundiais às mudanças no crescimento e na demanda por peixes.

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

Período do defeso está em vigor em todo o Estado; pesca é proibida até março de 2021

Em razão do período de reprodução natural dos peixes, o Governo de Rondônia, com representação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), por intermédio da Portaria nº 146 de 29 de maio de 2020, proíbe a pesca, transporte, beneficiamento e comercialização do Tambaqui, desde o dia 1° de outubro até 31 de março, em todas as bacias hidrográficas no Estado, como os rios Madeira, Mamoré, Jamari, Abunã, Machado, Roosevelt e na calha principal do rio Guaporé.

Desde do dia 1º de novembro até 30 de abril, ficará proibida a pesca do Pirarucu. De 15 de novembro a 15 de março será proibida a atividade com as espécies: Pescada, Surubim, Caparari, Pirapitinga, Jatuarana, Dourada, Filhote e Pirarara, bem como todas as espécies de peixe, nos berçários e afluentes da bacia hidrográfica do rio Guaporé. São excluídas das proibições previstas, os produtos oriundos de piscicultura registrados e acompanhados de comprovante de origem e a pesca de caráter científico autorizada pelo órgão.

Durante o período de proibição, para os pescadores profissionais artesanais, amadores e aqueles que se valem da modalidade pesque e solte, serão autorizados a captura e transporte de pescado de até cinco quilos de peixe ou um exemplar, por semana, desde que licenciados ou dispensados de licença. Já para subsistência das populações ribeirinhas, poderá ser pescado até cinco quilos de peixe ou um exemplar, por dia.

Sedam alerta sobre importância do período de defeso

O pescador amador que utilize linha de mão e não seja filiado a clubes ou associações de pesca não comercial é dispensado da licença. É importante mencionar que a concessão compreende apenas as espécies de peixe não proibidas durante o período de defeso. Inclusive, nas áreas de segurança à montante e à jusante das usinas hidrelétricas de Samuel, Santo Antônio e Jirau deverão ser respeitadas.

Na captura permitida, os pescadores deverão utilizar uma linha de mão, vara – com ou sem molinete ou carretilha- ou caniço simples equipados com anzol simples, sendo apenas um destes petrechos por profissional, como ainda deverão respeitar os tamanhos mínimos estabelecidos. De acordo com a portaria, o pescado deverá estar inteiro para fins de mensuração.

“O transporte, a comercialização, o beneficiamento, a industrialização e o armazenamento de pescado proveniente de piscicultura ou pesque-pague ou pesqueiros só serão permitidos se originários de empreendimentos registrados no órgão competente e se estiverem acompanhados da respectiva nota fiscal”, esclarece a portaria.

De acordo com João Batista, gerente de pesca, aquicultura e manejo de fauna da Sedam, os pescadores que violarem a proibição sujeitarão às penalidades e às sanções como multa e ato administrativo. “O período de defeso é uma interdição temporária da pesca, sendo um período muito importante para conservação das espécies e da biodiversidade”, pontua João, deixando claro, que a cooperação da população será de grande relevância no compromisso com meio ambiente.

PERÍODO DE DEFESO

De 1º de outubro a 31 de março

  • Tambaqui (Colossoma macropomum) *em todas as bacias hidrográficas do Estado

De 1º de novembro a 30 de abril

  • Pirarucu (Arapaima gigas) *em todas as bacias hidrográficas do Estado

De 15 de novembro a 15 de março

  • Pescada (Plagioscion squamosissimus)
  • Surubim (Pseudoplatystoma fasciatum)
  • Caparari (Pseudoplatystoma tigrinum)
  • Pirapitinga (Piaractus brachypomus)
  • Jatuarana (Bryconspp)
  • Dourada (Brachyplatystoma rousseauxii)
  • Filhote (Brachyplatystoma filamentosum)
  • Pirarara (Phractocephalus hemioliopterus)

*em todas as bacias hidrográficas do Estado

  • Todas as espécies de peixe *nos berçários e afluentes da bacia hidrográfica do rio Guaporé.

Fonte
Texto: Emanuelle Pontes
Fotos: Jeferson Mota e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

Com alta da ração, piscicultores se unem para melhorar mercado do peixe

Depois de sucessivas altas no preço do milho e da soja, que impactaram diretamente no valor pago pela saca da ração, a Associação de Criadores de Peixes de Rondônia (ACRIPAR) reuniu piscicultores para discutir estratégias e evitar um colapso neste mercado, que já representa 3,27% do PIB de Estado.

Com cálculos baseados no valor da saca de ração em R$ 55,00, os piscicultores sugerem uma tabela de preço mínimo a ser praticado, para que o setor produtivo não absorva prejuízos. O ideal é que o tambaqui com peso entre 1,8kg e 2,2kg seja comercializado pelos produtores por R$ 6,80 o quilo; já o tambaqui acima de 2,9kg seja vendido por R$ 8,20 – a ACRIPAR esclarece que esse é o preço sugerido para ser pago ao produtor rural, e, não o preço final ao consumidor.

O presidente da ACRIPAR Francisco Hidalgo Farina destaca que a união dos piscicultores de Rondônia fortalece o setor e evita prejuízos para o setor produtivo, pois a margem de lucro não permite a absorção de altas em um dos principais insumos para a produção do peixe cultivado nas propriedades rurais de Rondônia.

Farina destaca que diferente da pesca extrativista nos rios, o cultivo de peixe em tanques escavados precisa levar em consideração outros custos, sendo a ração um insumo de alta prioridade. “Estamos lutando pela sobrevivência de um setor (piscicultura) que já é importante para a economia de Rondônia e que temos muito para crescer. Nos últimos meses todas as proteínas de origem animal tiveram alta nos preços, mas o preço pago ao produtor rural pelo tambaqui permaneceu estável, sendo assim nós, os produtores, estamos absorvendo toda essa alta”, finaliza.

Para saber sobre o trabalho da ACRIPAR pode-se entrar em contato pelas redes sociais ou pelo telefone da associação 69 9951-9056.

Fonte: Assessoria

Potencial do pescado de Rondônia chama atenção de embaixador de Israel

Responsável por 3,27% do Produto Interno Bruto de Rondônia (PIB), a piscicultura chamou a atenção do embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, que nesta terça-feira (27) visitou um frigorífico de processamento de pescado em Ariquemes.

Yossi Shelley foi acompanhado pelo governador Marcos Rocha e o Superintendente de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi) Sérgio Gonçalves. “Rondônia é um estado muito rico e muito forte no agronegócio e tem um potencial muito grande a ser explorado”, destacou.

O presidente da Associação de Criadores de Peixes de Rondônia (ACRIPAR) Francisco Hidalgo Farina acompanhou a visita e destacou que o peixe de cultivo já é a sexta atividade agropecuária mais importante de Rondônia, atrás apenas da carne, soja, milho, café e leite. “Há alguns anos, os piscicultores de Rondônia já estão se preparando, produzindo um pescado de qualidade, para conquistar o paladar do mundo inteiro”, acrescenta.

O governador Marcos Rocha destacou que a indicação para o embaixador de Israel conhecer um pouco mais sobre a produção de pescado de Rondônia se deve ao alto potencial que esse produto possui. “Acreditamos no potencial do peixe de Rondônia e no nosso agronegócio. Estamos buscando parcerias para impulsionar tudo o que é produzido no nosso Estado”, avalia o governador.

O motivo da escolha da visita da comitiva em Ariquemes se deve porque o município concentra a maior produção de peixe de cultivo. De acordo com os dados da Seagri, Rondônia é o maior produtor de peixes nativos em cativeiro e o terceiro maior produtor do Brasil.

O anuário da Peixe BR 2020 estima que a produção de peixes nativos em cativeiro em Rondônia, em 2019, foi de aproximadamente 68 mil toneladas, seguido de Mato Grosso com 46 mil toneladas, Maranhão 38 mil toneladas, Pará 25 mil toneladas e Amazonas 20 mil toneladas. A produção de tambaqui representa 90% da produção do Estado, seguido de jatuarana 6%, pintado 2% e pirarucu 2%.

RECEPÇÃO
Também participaram da recepção ao embaixador e as demais autoridades: o vice-presidente da ACRIPAR Edson Sápiras, os sócios do Frigorífico Zaltana Wilson Bertoli, Victor Cruz Leite e a gerente do grupo Luciana Aguiar.

Fonte: Assessoria

Rondônia segue como principal produtor de tambaqui no país, diz IBGE

A Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), reafirmou que Rondônia segue como o principal produtor de tambaqui do Brasil, representando 39,7% da produção nacional. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) .

Segundo a PPM, no ano passado foram produzidas 40 mil toneladas de tambaqui no estado. Ariquemes (RO), município do Vale do Jamari, foi maior produtor do peixe no estado (com quase 10 mil toneladas).

Abaixo, veja os maiores produtores de tambaquis no estado:

  1. Ariquemes: 9,3 mil toneladas
  2. Cujubim: 4,1 mil toneladas
  3. Rio Crespo: 2,3 mil toneladas
  4. Mirante da Serra: 2,1 mil toneladas
  5. Monte Negro: 1,9 mil toneladas

Demais setores

Nesta quinta-feira também foram publicados no PPM os resultados da pecuária, suinocultura e galináceos.

Em relação ao rebanho bovino, segundo o IBGE, Porto Velho se tornou o quarto maior município do país com mais cabeças de gado. Já são cerca de 1,1 milhão.

A maior queda de produção no estado foi a de suínos, se comparado de 2015 a 2019. O número de cabeças caiu cerca de 30%.

Por G1 RO