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Bovinos: é possível aumentar a rentabilidade da produção em até 25%?

beef farm brazil

O uso de soluções nutricionais naturais na dieta dos bovinos de corte pode ser um grande aliado no aumento da rentabilidade e da sustentabilidade desses animais. É o que aponta um estudo realizado na Universidade Estadual de Maringá (UEM), pela doutoranda Aylle Medeiros Matos e sob a orientação do professor Ivanor Nunes do Prado, em parceria com a Alltech. De acordo com a pesquisa, a utilização de ionóforo e aditivos naturais aumentaram o retorno ao produtor em aproximadamente 25% se comparado à dieta apenas com ionóforos.

O zootecnista Luiz Fernando Costa e Silva, gerente de pesquisas da Alltech do Brasil, explica que o uso do ionóforo é uma das estratégias, nas dietas dos bovinos, para evitar a acidose, distúrbio hormonal e metabólico, mas que também visa a melhora do desempenho animal e da eficiência alimentar. “Entretanto existe uma grande preocupação da população quanto à presença de resíduos dessas substâncias nos alimentos de origem animal, principalmente quando pensamos na exportação. Nesse contexto, uma tecnologia que também começa a ser utilizada é a inclusão de aditivos naturais na dieta do animal, que proporcionam melhora na saúde e desempenho do rebanho, conforme comprovado no estudo”, explica Costa e Silva.

A pesquisa mostrou aumento no peso corporal final (4,8%) e no peso de carcaça final (5,1%) com a utilização de ionóforo e aditivos naturais na dieta em comparação com a dieta com a inclusão de apenas ionóforo. Com todos estes aumentos nos indicativos, o zootecnista explica que é possível ter maior rentabilidade. “Apesar do custo de alimentação ter sido superior nas dietas com ionóforo e o aditivo natural, a margem aparente de lucro no uso dessa combinação foi a maior, o que indica maior retorno financeiro ao produtor”, complementa.

No campo

Os benefícios são sentidos na prática pelo produtor de bovino de corte, Fabio Borba, do município de Jandaia do Sul, no Paraná. “Eu tive um acréscimo de ganho de peso. Vinha tendo um resultado de 1,2 kg a 1,3 kg/dia. Hoje eu tenho 1,5 kg e chegou a dar resultado de até 1,7 kg por boi/dia. É um produto que veio a me direcionar positivamente. É um produto que está dando a resposta que eu estava precisando”, afirma. And I practice the speech so I feel comfortable check this page out where to buy an essay online delivering it

O sócio na Pró-Campo Fábrica de Rações, Edward Zackm, também conta os resultados percebidos pelos clientes nas linhas que contam com essa tecnologia na formulação. “Tivemos aproximadamente ganhos de 1,5 kg a 1,6 kg por dia, com ganhos de carcaça variando de 1 kg a 1,1 kg por dia. São números muito interessantes, com rendimentos muito bons. Os rendimentos que nós temos são reais, porque são repassados pela cooperativa. Realmente é peso morto, que está oscilando entre 54% e 55% de rendimento de carcaça, e, animais com aproximadamente 300 kg de carcaça terminado”, detalha.

Conceitos de nutrigenômica

A solução nutricional utilizada no estudo é o Advantage Confinamento, da linha Advantage da Alltech. Ela é composta por aditivos nutricionais e desenvolvida a partir de conceitos de nutrigenômica embasados por mais de trinta anos de pesquisa, colaborando na melhoria da produção da bovinocultura. Dessa forma, permite explorar ao máximo o potencial genético, o desempenho e a saúde dos animais.

Por: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

Sensoriamento dos cultivos se reflete em economia e produtividade

O uso das tecnologias digitais como ferramenta de apoio na produção agrícola vem registrando crescimento no agronegócio – e o produtor brasileiro já sabe disso. Também chamada de agricultura digital, a Agricultura 4.0 é baseada em dados e informações precisas. Entre as possibilidades, o sensoriamento faz a diferença no manejo – e traz ótimos resultados aos cultivos.

O agricultor Rafael Luiz Flach utiliza, desde 2019, um sistema de sensoriamento remoto nas estufas em que cultiva rúcula, radiche, espinafre e seis variedades de alface em São José do Hortêncio (RS), a 80 quilômetros de Porto Alegre. O agricultor familiar conta com a tecnologia acessível da plataforma do Caderno de Campo Digital – Demetra, que reúne os dados fornecidos pelos sensores e o registros das atividades do dia a dia. Informações determinantes para que a irrigação, por gotejamento, ocorra no tempo certo e na quantidade exata. Tudo acessado de forma simples, na palma da pão, por um smartphone.

“Eu já tinha interesse por esse tipo de novidade e conheci a Elysios quando visitei uma feira de exposições. Mudou pra melhor o nosso trabalho, porque agora a gente tem uma ferramenta a mais para ajudar. Eu uso o Caderno de Campo desde o plantio, preencho ali o quanto foi plantado, as aplicações, a gente deixa tudo registrado”, conta Flach. Ele exemplifica: “No aplicativo já aparece a opção do sensor, eles funcionam interligados. Eu logo fico sabendo se a umidade está muito baixa, a temperatura alta demais ou se precisa ativar a irrigação. Dá mais segurança para tomar as decisões. Isso é muito importante também porque, agora, eu tenho rastreabilidade da minha produção”. A confiança se reflete em resultados: “A produtividade vem aumentando gradativamente, no mês de novembro estávamos nos aproximando de 10 mil dúzias/mês de folhosas, agora já ultrapassamos”, comemora o a agricultor.

O manejo, baseado em dados, leva em conta os microclimas dentro da propriedade. Para garantir leituras exatas, os sensores são posicionados em locais estratégicos das lavouras. Devido ao desnível do terreno da família Flach, metade dos sensores que medem umidade do ar e do solo, temperatura do ar e do solo e radiação solar, foram instalados em uma área mais elevada e, os outros, na região mais baixa. “Entendemos que a tecnologia precisa ser de fácil uso, acessível e robusta. O sistema de comunicação integrada em rede, sem fio, também nos fornece dados precisos de nutrientes do solo, pluviometria e molhamento foliar, auxiliando produtor e técnico a analisarem o cultivo para melhor tomada de decisões”, explica Luiz Fernando Rauber Albé, líder de Agrotecnologia da Elysios Agricultura Inteligente, que desenvolve essas soluções.

Com sede em Porto Alegre e há cinco anos no mercado, a startup – ou agtech, como são chamadas as startups com atuação voltada ao agronegócio – oferece ferramentas de inteligência agrícola, tornando a tecnologia acessível para agricultores familiares. O trabalho começa com uma análise detalhada do ambiente, em que são levados em conta, inclusive, o tipo de solo, a profundidade e a área de raízes das plantas. “Por considerar os diferentes microclimas existentes, o sistema de sensoriamento e automação é eficiente tanto em cultivos protegidos, como estufas, quanto em pomares e lavouras em campo aberto. E pode ser integrado a equipamentos de irrigação, fertilização, controle de temperatura, umidade e radiação, entre outros. Proporcionamos a possibilidade de controlar tudo, através de um aplicativo, que foi desenvolvido a partir da realidade dos produtores e suas necessidades práticas”, acrescenta Fernando.

Inovações, como o sensoriamento, afetam direta e indiretamente a vida do produtor. Nos cultivos, as melhorias passam pela economia de água, menor necessidade de insumos e previsão mais precisa da produção. “Com o controle do ambiente, as plantas se manterão mais saudáveis e resistentes, prevenidas de doenças e pragas. Havendo maior qualidade, aumenta também a produtividade. Os sensores são uma ferramenta tecnológica necessária para atingir melhores safras”, afirma.

Rafael Flach também confirmou esses benefícios na prática, no auge do verão, quando são maiores as diferenças de temperatura e umidade nas áreas da propriedade. “Em janeiro tivemos 48 graus na estufa de cima. Isso quer dizer que as plantas precisam de tratamento diferente, mais quantidade de água, então dá um descanso saber que eu tenho esse acompanhamento”, finaliza.

Por: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

Órgãos se unem para melhoramento do café

O projeto Rede Estadual de Avaliação de Clones de Cafés reúne pesquisadores da Embrapa, governo de Rondônia e produtores com foco e fortalecer a cafeicultura no Estado e promover uma agricultura sustentável na Amazônia.

Serão avaliados os melhores materiais genéticos disponíveis atualmente nas principais regiões produtoras de café em Rondônia. “É o reconhecimento e a valorização dos produtores que desenvolveram, multiplicaram e difundiram seus próprios clones para alavancar a cafeicultura do estado. Foi uma aposta que deu certo, com ganhos em produtividade e qualidade. O projeto vai agregar valor à esses clones”, destaca o pesquisador da Embrapa Rondônia, Alexsandro Teixeira.

Ao final das avaliações, será elaborada uma ficha técnica para cada clone avaliado, com as informações agronômicas e qualitativas, possibilitando o registro do material genético junto ao Registro Nacional de Cultivares (RNC), do Ministério da Agricultura. As cultivares poderão ser recomendadas para todo o estado, fortalecendo ainda mais a cafeicultura na região.

O projeto foi lançado em fevereiro de 2021, por meio da assinatura de convênio entre o Governo de Rondônia e a Embrapa. Para a execução do projeto, o Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder) aprovou a liberação de 4,2 milhões de reais do Fundo de Desenvolvimento Industrial de Rondônia (Fider), por meio da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi).

Por: AGROLINK –Eliza Maliszewski

Grãos, café e pecuária são destaques da 1ª edição do Informativo Agropecuário de Rondônia de 2021

A primeira edição do Informativo Agropecuário de Rondônia de 2021, produzido pela Embrapa, destaca as estimativas positivas para a produção de grãos e café no estado. Também ressalta o aumento das exportações de carne e soja em 2020, gerando receitas de US$ 713,3 milhões e US$ 420,8 milhões, respectivamente. Esta publicação traz ainda dados detalhados e análises sobre a produção de mandioca e banana, assim como o acompanhamento da produção, produtividade, preços de produtos agropecuários e o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia. Esta e as demais edições do Informativo estão disponíveis no portal da Embrapa Rondônia, é possível baixar a publicação diretamente no link: https://bit.ly/3uyYl7X

Por meio desta publicação, a Embrapa Rondônia disponibiliza à sociedade o acompanhamento periódico da produção agropecuária no estado, com análises do comportamento do setor como um todo. As edições deste periódico reúnem um conjunto de informações sobre a agropecuária do estado que está disperso em diversas fontes de dados oficiais, permitindo ao leitor acessar dados de maneira agregada e com análises. Além disso, a citação das fontes consultadas possibilita ao leitor se aprofundar no assunto, consultando-as diretamente.

Os dados apresentados são obtidos de fontes secundárias, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Emater-RO, entre outros.

Produção de grãos – o Brasil deverá colher sua maior safra de grãos da história, com estimativa de produção de 264,8 milhões de toneladas, 3,1% maior do que a safra 2019/2020. Já em Rondônia, a produção de grãos na safra 2020/2021 está estimada em 2,4 milhões de toneladas, se mantendo estável quando comparada à safra anterior e correspondendo a 0,9% da safra nacional. Os detalhes de cada cultura estão no Informativo.

Café – Questões climáticas, aliadas à bienalidade negativa para a espécie arábica, influenciam nacionalmente a estimativa de queda entre 21,4% e 30,5% na safra de 2020/2021. Em Rondônia, a expectativa nesse primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é que sejam colhidas entre 2,3 e 2,4 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado, indicando redução de 2% a 6% sobre o volume produzido na safra passada. A produtividade deve reduzir na mesma proporção, variando entre 36,15 e 37,6 sacas por hectare.

Mandioca – a produção estimada na safra 2020 é de 519,6 mil toneladas, 10,1% menor da que foi obtida na safra de 2019. A área colhida deve apresentar retração de 4,5%, com perda de produtividade de 5,9%. Porto Velho se destacou como principal município produtor de mandioca do estado em 2019, respondendo por quase 30% da produção. Jaru e Machadinho d’Oeste vieram a seguir, com 6% e 5,5% de participação, respectivamente (IBGE, 2020).

Banana – Tanto a produção quanto a área colhida apresentaram crescimento em 2020 em relação a 2019, de 4,3% e 4,8%, respectivamente. Por outro lado, a produtividade estimada deve ser reduzida em 1,6% (IBGE, 2021). Buritis, Governador Jorge Teixeira e Porto Velho foram os principais municípios produtores de banana do estado em 2019.

Preços de produtos agrícolas pagos aos produtores – Foram considerados para a análise: arroz, feijão, milho, soja, café, mandioca de mesa e farinha de mandioca. Com exceção dessa última, os demais produtos apresentaram aumentos de preços reais, descontada a inflação do período, tendo sido utilizado como base de comparação a variação dos preços entre os anos de 2019 e 2020. O feijão foi o produto que apresentou a maior variação de preços no período analisado, de 58,8%, seguido pelo milho (41,7%) e pela soja (36,8%).

Preços de produtos da pecuária pagos aos produtores – Entre 2019 e 2020, o boi gordo à vista apresentou a maior variação positiva de preços, com evolução de 27,6%, seguido do boi gordo com prazo de pagamento de 30 dias e do leite in natura. O aumento dos preços dos bovinos (boi gordo) teve como motivo principal a maior exportação do produto, principalmente para a China, cujos preços foram favorecidos pela forte desvalorização do real no ano. No caso do leite e de ovos, demanda interna aquecida, provavelmente em virtude da pandemia do coronavírus, que manteve a pessoas mais tempo em casa, além do auxílio emergencial do Governo Federal, foi a responsável pelo aumento observado nos preços.

Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) – Em 2020 foi 17,3% maior do que o obtido em 2019. Os produtos agrícolas de melhor desempenho foram a soja, o milho e o café. A mandioca e a banana apresentaram resultados desfavoráveis, com redução de 33,2% e 7,6% do VBP, respectivamente. No tocante à pecuária, bovinos apresentaram acréscimo no VBP de 15,1%, enquanto o do leite teve aumento de 10,5%.

Exportações – Destaque para a carne bovina e a soja nas exportações em 2020, que geraram receitas de US$ 713,3 milhões e US$ 420,8 milhões, respectivamente. O desempenho positivo da carne pode ser explicado pelo maior volume exportado e pela desvalorização do Real, influenciados pela demanda maior, advinda principalmente da China. Isso, dada sua maior demanda por proteína animal, em virtude dos casos de peste suína, que exerceu forte pressão nos preços internacionais, beneficiando assim o produto exportado pelo estado. Já o desempenho da soja foi influenciado também pelos preços melhores, devido principalmente à desvalorização do Real frente ao Dólar.

Por Renata Silva (MTb 12361/MG) – Embrapa Rondônia

Instituto de Pesca desenvolve método mais barato de criação de lambari para isca viva

Pesquisa desenvolvida pelo Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), utiliza materiais alternativos de baixo custo para construção de tanques de recirculação voltados à criação de lambari da Mata Atlântica. O peixe, da espécie Deuterodon iguape, é usado como isca-viva na pesca esportiva do robalo e seu cultivo reduz a captura predatória de outros organismos do ambiente para o mesmo fim, em especial o camarão-branco (Litopenaeus schmitti).

“Na pescaria do robalo, que é um dos peixes mais valorizados pela pesca recreativa, é muito utilizado o camarão vivo e, em virtude da sobrepesca e do desrespeito ao ciclo de vida do animal, a captura dessa espécie nos estuários é considerada atualmente uma atividade predatória”, afirma Marcelo Barbosa Henriques, pesquisador do IP. Há um bom tempo, Henriques e sua equipe vêm buscando introduzir o lambari como alternativa de isca-viva ao crustáceo para a pesca esportiva no litoral sul paulista, justamente por se tratar de uma espécie que pode ser cultivada. Para isso, num trabalho inicial foi feita a comparação da eficiência de pesca do camarão e do lambari. “Nesse primeiro projeto, chegamos à conclusão de que o lambari, cultivado nos chamados tanques de recirculação, é mais barato que o camarão e também uma isca mais eficiente para pesca de robalo em rios, por se mostrar mais atrativo nesse tipo de ambiente”, relata. Essa pesquisa foi publicada em um dos mais importantes periódicos internacionais que tratam do assunto, Fisheries Management and Ecology.

Além de dar um fôlego maior à população de camarões no ambiente, o cultivo de lambari passou a ser defendido pelo especialista como uma possibilidade de renda interessante para produtores da região. Uma vantagem desse sistema, explica o pesquisador do IP, é que, para isca-viva, o criador vende o peixe por unidade, não por quilo, o que favorece o estabelecimento na atividade dos pequenos aquicultores, principalmente no sistema alternativo de baixo custo desenvolvido. “Se o produtor for vender lambari por quilo, teria que trabalhar com viveiros grandes, escavados, onde são colocados centenas de milhares de lambaris. Vendendo por unidade, o pequeno produtor pode trabalhar com tanques de recirculação de 8 a 10 mil litros, com cerca de 4 mil peixes por tanque”, pormenoriza.

Inovação a custo baixo

Conforme conta o pesquisador, tradicionalmente a piscicultura brasileira é feita no sistema semi-intensivo de viveiro escavado, onde se cava um viveiro na terra com entrada e saída de água para renovação ininterrupta. “Em virtude do aumento da preocupação com a escassez hídrica, no entanto, a aquicultura mundial está mudando em direção a sistemas de recirculação, onde há troca zero de água”, pontua o especialista. Segundo afirma, esse sistema também evita a entrada de patógenos e substâncias químicas, como defensivos, que podem estar presentes na água captada em rios, por exemplo. “Nesse caso, por não haver renovação, é necessário um controle maior dos parâmetros de água, e também um excelente filtro biológico para processar os micro-organismos presentes e evitar que a água se torne tóxica para os peixes”, pondera Henriques.

Com o objetivo de tornar a atividade viável para produtores e comunidades de baixa renda, Henriques e sua equipe aperfeiçoaram métodos de criação de peixes já existentes. “No nosso sistema, especificamente, adaptamos uma tecnologia desenvolvida pela Embrapa, originalmente para cultivo de tilápia, e aplicamos ao lambari”, diz o especialista. O pesquisador do IP elaborou um comparativo entre o sistema convencional de recirculação (com tanques e equipamentos de escala industrial) e seu sistema alternativo, de baixo custo, construído com materiais como papelão, lona plástica, madeira, bombinhas de aquário, redes de pesca usadas, baldes e tambores de plástico. “Nosso intuito era mostrar que, numa densidade não muito elevada, a atividade é vantajosa para gerar renda para o pequeno produtor, que precisa ter um domínio total do processo para não haver mortalidade”, detalha. Comparando crescimento, ganho de peso e taxa de sobrevivência dos lambaris, os dois sistemas (tradicional e alternativo) tiveram resultados similares. “No nosso sistema, tivemos uma taxa de sobrevivência de 97%”, celebra o pesquisador. “Concluímos que o alternativo é uma opção viável e barata, sendo adequado para comunidades pesqueiras e pequenos produtores de baixa renda”, complementa.

Além dos benefícios ambientais, o projeto proposto por Henriques vem trazendo retorno econômico para a região. “Apostando neste tipo de cultivo do lambari, movimentamos toda uma cadeia produtiva (produtores, pequenos fornecedores de insumos, marinas, compradores das iscas etc), fortalecendo a economia local”, defende.

O pesquisador menciona que o sistema vem sendo testado em algumas cidades do litoral sul de São Paulo, com boa aceitação por parte do pequeno produtor.  “Um dos aquicultores, de Itanhaém, conseguiu ampliar o número de tanques e passou até mesmo a diversificar a produção, cultivando verduras com a água do sistema dos peixes (técnica denominada aquaponia)”, anima-se Henriques. “O produtor, inclusive, sugeriu melhorias, como a colocação de coberturas sobre os tanques, para minimizar a incidência direta dos raios solares, o que pode ocasionar mortandade dos peixes em regiões muito quentes”, finaliza.

Por: SECRETARIA DE AGRICULTURA – SP

Adelino Follador cobra ação do Estado para conter criminalidade na zona rural do Vale do Jamari

O deputado Adelino Follador (DEM) falou com o secretário adjunto da Segurança, Defesa e Cidadania, Hélio Gomes Ferreira, sobre o aumento das ações de criminosos na zona rural da região do Vale do Jamari, pedindo que a Sesdec dê uma resposta urgente, criando uma operação especial a fim de reprimir as ações criminosas.

O parlamentar disse que estará encaminhando documento oficial ao secretário da Sesdec, Coronel PM José Hélio Cysneiros Pachá, na segunda-feira (08), solicitando a presença efetiva do Estado, com ações coordenadas das forças policiais, para neutralizar e prender os criminosos que estão aterrorizando os moradores da zona rural da região.

Segundo Adelino, já houve outras ondas de violência na zona rural do Vale do jamari, e com a ação das forças de segurança conseguiram controlar, e agora, novamente os bandidos voltaram a agir e é preciso uma ação rápida do Estado.

O deputado recebeu relatos de agricultores de Cacaulândia, de que na última semana roubaram duas camionetes, fizeram reféns e houve tentativas de assaltos, amedrontando os moradores, pois, acreditavam que os suspeitos estavam rodando as linhas.

Texto: Assessoria

Foto: Marcos Figueira-ALE/RO

Presidente Alex Redano discute ações em parceria com a Fiero

Ações em parceria entre a Assembleia Legislativa e a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), foram discutidas nesta semana, durante encontro do presidente do Legislativo, Alex Redano (Republicanos), com o presidente da Fiero, Marcelho Thomé, e o superintendente Gilberto Baptista. O deputado Eyder Brasil (PSL) também participou da reunião.

“A Casa está à disposição para parcerias e cooperações com instituições, com a finalidade de levar benefícios para a nossa população. E a estrutura da Fiero, especialmente em cursos profissionalizantes através do Senai, pode e deve ser aproveitada numa ação em conjunto, que podemos estudar uma forma de ser concretizada”, destacou Redano.

Marcelo Thomé disse que 70% dos formandos no Senai estão empregados em sua área de formação, atuando em Rondônia. “Outro dado importante é a qualidade dos cursos que o Senai oferece, reconhecida como de excelência. Em Ariquemes, por exemplo, 17 alunos de eletromecânica obtiveram média 10 na avaliação”, informou.

Thomé entregou o Plano de Desenvolvimento do Estado de Rondônia, uma ação da Fiero com a finalidade de contribuir com o fortalecimento da atividade industrial, com foco nas particularidades de cada região.

Por: Eranildo Costa Luna-ALE/RO/ Foto: Diego Queiroz-ALE/RO

Deputado Ezequiel Neiva destina equipamentos agrícolas para associação rural em Machadinho D’Oeste

A Associação dos Produtores Rurais Terra Boa (Asproterb), no Assentamento Laje, Linha L J-3, em Machadinho D’Oeste, recebeu equipamentos agrícolas adquiridos com emenda parlamentar destinada pelo deputado Ezequiel Neiva (PTB). A entidade foi contemplada com pulverizador tratorizado e uma grade aradora hidráulica.

Presidente da Asproterb, Rogério de Carvalho Araújo explica que os equipamentos beneficiarão diretamente cerca de 100 famílias nas Linhas LJ 1, 2, 3, 4 e 5. Rogério destaca que a região tem dezenas de pequenas chácaras com alta produção de leite, café, mandioca, farinha, banana, cacau e hortaliças. “Com a chegada dos equipamentos ampliaremos a produção e consequentemente a renda familiar”, atentou o produtor rural.

Ezequiel Neiva ressaltou a importância de investir no pequeno produtor rural. Disse que os equipamentos representam a chegada da tecnologia no campo para facilitar a vida do produtor rural. “Temos atendido diversas associações rurais com a entrega de equipamentos e muitas ainda serão beneficiadas”, afirmou Ezequiel Neiva.

Texto e foto: Assessoria

Deputado Alex Redano acompanha Mariana Carvalho e Alan Queiroz em encontro com prefeita de Ariquemes

o deputado estadual Alex Redano (Republicano) acompanhou a deputada federal Mariana (PSDB) e o deputado Alan Queiroz (PSDB), em uma visita à Prefeitura de Ariquemes. A visita se deu em razão da destinação de emenda que Mariana Carvalho destinou ao município de Ariquemes e que já está empenhada, que tem como objetivo a construção de um barracão aos feirantes na Vila no Garimpo Bom Futuro, Distrito de Ariquemes.

Os parlamentares foram recebidos pela prefeita Carla Redano (Patriotas), que agradeceu a deputada pelo empenho dessa emenda na ordem de R$ 300 mil para a construção do barracão. “A população daquela Vila aguarda ansiosamente por esse barracão há anos, e agora graças a emenda da deputada Mariana Carvalho será possível realizar o sonho daqueles trabalhadores, que comercializam suas produções da lavoura naquela Vila”, lembrou Alex Redano.

A deputada federal Mariana Carvalho agradeceu a prefeita pela recepção e lembrou dos recursos provenientes de emendas parlamentares de sua autoria já aplicados em Ariquemes. “Já destinamos para Ariquemes através de pedidos do deputado Alex Redano e da agora Prefeita Carla Redano, mais de R$5 Milhões, uma das cidades que tenho um carinho especial é Ariquemes, cidade acolhedora e que agora nas mãos de uma Prefeita Carla Redano, temos a certeza de que o progresso continuará e a população sendo ainda mais beneficiada”, comentou.

A prefeita Carla Redano comemorou a boa notícia de um Ano Novo. “É maravilhoso começar o Ano com uma notícia tão boa como essa, estamos começando com o pé direito, em nome dos moradores do Distrito Bom Futuro, agradeço imensamente a essa emenda da deputada, mais uma emenda de uma emenda dessa parlamentar que não mede esforços para atender nossos pedidos”. Comemorou a prefeita Carla Redano.

O deputado estadual Alan Queiroz aproveitou a oportunidade para agradecer a recepção feita pela prefeita Carla Redano e pelo deputado Alex Redano. “Trago para a prefeita e para a população de Ariquemes a notícia de que nosso gabinete está de portas abertas para essa cidade, será um prazer poder também contribuir para o progresso de Ariquemes”, pontuou o parlamentar.

Texto e foto: Assessoria

Deputado Alex Redano solicita ao Dnit agilidade na recuperação da ponte na BR-421

Parlamentar também pediu ao DER a construção das cabeceiras na nova ponte

Com a situação preocupante da ponte sobre a BR-421, o deputado Alex Redano (Republicanos), tem se mobilizado em busca de soluções para o problema. Nesta quarta-feira (30), ele buscou junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e ao Departamento de Estradas de Rodagens (DER), informações acerca das medidas que devem ser tomadas para resolver a questão.

“Por telefone, conversei com o superintendente do Dnit em Rondônia, André Lima, que nos assegurou que irá enviar uma equipe para inspecionar a situação da ponte na BR-421, que é de responsabilidade da União. Ele nos assegurou a possibilidade de uma ação paliativa, mas que já está assinada a ordem de serviço e uma empresa contratada para a manutenção das pontes nas rodovias federais”, informou Redano.

Segundo o deputado, “mostrei ao chefe local do Dnit a necessidade de o serviço ser realizado com urgência e em definitivo, para garantir a locomoção segura para Monte Negro, Campo Novo e Buritis. Vamos seguir acompanhando e cobrando do Dnit que faça o seu trabalho”.

Nova ponte

Na mesma BR-421, uma ponte construída pelo Governo não está sendo utilizada pela falta das cabeceiras. “Em relação à nova ponte, pedi ao diretor geral do DER, Elias Rezende, que uma força-tarefa fosse criada para o aterro das cabeceiras, permitindo a passagem dos veículos. O diretor disse que há dificuldades para trazer as pedras da região de Campo Novo para a obra e a previsão é que somente em abril o serviço fique pronto. Pedi agilidade nos serviços, para que sejam concluídos antes dessa previsão, se possível”, acrescentou.

Texto: Assessoria

Foto: Marcos Figueira-ALE/RO