o atendimento via WhatsApp. A iniciativa tem como objetivo oferecer mais agilidade, praticidade e facilidade no contato com trabalhadores e famílias do campo.
A partir de agora, os interessados em obter informações sobre cursos, tirar dúvidas e acompanhar as ações da instituição podem entrar em contato pelo número (69) 3224-7620.
Segundo o SENAR Rondônia, a novidade busca aproximar ainda mais a instituição do seu público. “O WhatsApp é um canal que já faz parte do dia a dia das pessoas, inclusive dos produtores rurais. Com esse atendimento, queremos garantir respostas rápidas e acesso facilitado aos nossos serviços”, destacou a equipe de comunicação do órgão.
O SENAR Rondônia é reconhecido pelo trabalho de capacitação e assistência técnica voltado para o fortalecimento da agricultura e pecuária no estado. Com o novo canal de comunicação, a expectativa é de que mais produtores tenham acesso às oportunidades de qualificação profissional e às informações sobre programas e projetos desenvolvidos pela instituição.
Para falar com o SENAR Rondônia, basta salvar o número (69) 3224-7620 e enviar uma mensagem pelo WhatsApp. SENAR Rondônia, conectando o campo com você!
Com mais de 26 milhões de views, vídeo de Felca denuncia exploração de menores - (crédito: Reprodução / YpuTube)
Na última sexta (8/8), Felipe Bressanim Pereira, o paranaense mais conhecido como Felca, de 27 anos, publicou um vídeo que ganhou enorme repercussão: já são mais de 26 milhões de visualizações. Nele, o youtuber denuncia casos de adultização e exploração de menores e explica como algoritmos das redes sociais podem ser manipulados para entregar conteúdo infantil a criminosos.
Entre os casos apontados, estão o de Kamylinha, hoje com 17 anos, mas que começou a aparecer nos vídeos de Hytalo aos 12; e o de Caroline Dreher, que, segundo Felca, foi sexualizada pela própria mãe para aumentar engajamento e monetização nas redes.
Voz ativa na internet
Embora seja conhecido por seu conteúdo de humor — como quando viralizou ao testar um produto de maquiagem da influenciadora Virgínia em 2023 ou ao criticar as “lives de NPC” no TikTok, onde ele ironizou o fenômeno dos criadores imitam personagens e repetem falas automáticas em troca de presentes virtuais que são convertidos em dinheiro.
Ele já denunciou, por exemplo, as chamadas casas de apostas “jogo do tigrinho”, apontando os riscos de endividamento e até de suicídio entre jovens e adultos. O Youtuber chegou a revelar que recusou uma proposta de R$ 50 milhões de uma dessas empresas, reforçando que não compactua com práticas que possam prejudicar seu público.
Com mais de 13 milhões de seguidores no Instagram e 5 milhões de inscritos no YouTube, Felca vem consolidando uma imagem que vai além do humor. Sua postura crítica e disposição para expor irregularidades mostram que, mesmo partindo do entretenimento, ele está disposto a usar sua audiência para discutir problemas graves e cobrar responsabilidade no ambiente digital.
A investigação foi instaurada após o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, encaminhar pedido ao diretor-geral da PF, Andrei Passos, para apurar a divulgação, no canal de WhatsApp de Bolsonaro, de conteúdo que vinculava Lula à morte de pessoas LGBTQIA+.
O conteúdo chegou às autoridades por meio de uma notícia-crime apresentada ao Ministério Público Federal (MPF) por um cidadão russo-brasileiro, que denunciou a postagem do ex-presidente, na qual acusava Lula de envolvimento nos crimes. O MPF, então, encaminhou a demanda ao Ministério da Justiça.
Em análise preliminar, investigadores detalharam ao Metrópoles que a publicação, de fato, associava o petista ao regime de Bashar al-Assad, na Síria, na execução de pessoas LGBTQIA+. A postagem teria sido feita em 15 de janeiro deste ano, porém, já não está disponível nos canais de Bolsonaro.
O inquérito, aberto no mês passado, tem como base suspeitas de crimes contra a honra do presidente da República e de disseminação de fake news. Investigadores avaliam a extensão do alcance da postagem e o contexto em que ela foi divulgada.
Regime Assar
A PF analisa o contexto da publicação de Jair Bolsonaro, hoje não mais disponível no canal do ex-presidente. No canal do ex-mandatário, criado em outubro de 2023, a última publicação disponível, após consulta do Metrópoles, é de 12 de julho.
O regime de Assad caiu em 8 de dezembro do ano passado. O ditador, junto à família, fugiu para a Rússia após grupos rebeldes tomarem o controle da capital, Damasco.
Assad comandou a Síria de 2004 a 2024 e, durante o período, veículos de imprensa internacionais veicularam que, ao longo do regime, atos homossexuais foram criminalizados, com violência e perseguição contra gays.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, devem discutir, nesta segunda-feira (11), os últimos detalhes do plano de contingência para socorrer os setores da economia afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros exportados para o país. Alckmin lidera as negociações com as autoridades estadunidenses e também o diálogo com o setor produtivo nacional. Os líderes tem reunião marcada para a tarde de hoje.
Com a previsão de aportes na ordem de US$1,728 bilhões de dólares, Rondônia é o terceiro estado do Brasil com maior potencial para receber recursos do mercado de crédito de carbono jurisdicional. Apenas os estados do Pará, com volume US$3,5 bilhões de dólares, e Mato Grosso, com montante de US$2 bilhões de dólares, estão à frente de Rondônia, dentre as unidades da federação que compõem a chamada Amazônia Legal. Os dados constam no estudo “A Grande Solução Climática da Floresta Amazônica e o Mercado de Carbono”, elaborado pelo Earth Innovation Institute (EII).
De acordo com o levantamento, os nove estados da Amazônia Legal apresentam potencial de gerar de US$10,8 a US$21,6 bilhões de dólares a partir de reduções de emissões florestais entre 2023 e 2030, tendo como parâmetro um preço por crédito que varia de 10 a 20 dólares. Esses valores são pagos conforme a verificação dos resultados da redução do desmatamento e da degradação das florestas.
As estimativas são baseadas na adoção de programas de REDD+ Jurisdicional, que constituem uma fonte de recursos essencial para reduzir o desmatamento.Nesse modelo, cada estado é responsável pelo controle ambiental e por gerenciar os valores a serem divididos com as comunidades. Esses recursos podem ser obtidos já a partir de 2026, na medida em que os estados regulamentem sua respectiva política de venda de créditos de carbono.
Tocantins, Acre e Pará são os estados mais adiantados na adoção desse sistema. Rondônia, a exemplo de Mato Grosso (MT) e Maranhão (MA), já elaborou a legislação inicial para trabalhar com o sistema de REDD+ Jurisdicional. Esses três estados estão em estágios diferentes de desenvolvimento no que diz respeito à adoção do JREDD+. Todos têm a perspectiva de realização de consultas às comunidades locais para definição por via democrática da repartição das receitas. O estado do Amazonas (AM) ainda discute se adotará como padrão o REDD+ Jurisdicional.
Segundo o estudo,o Brasil pode liderar o mercado mundial de créditos de carbono, já no curto prazo. Diretor executivo do EII, Daniel Nepstad defende que a comercialização de créditos de carbono por meio do modelo REDD+ Jurisdicional apresenta-se como a saída mais rápida e eficaz para que o país possa conservar e recompor os biomas da Amazônia e do Cerrado, em pouco tempo.
“Com o sistema REDD+ Jurisdicional, a maior parte da solução climática global pode ser realizada nas próximas duas décadas. Trata-se de uma solução de curto prazo que dá ao mundo tempo para levar a transição energética a bom termo. Somente com o expressivo volume de recursos decorrentes do JREDD+, o Brasil terá condições de, no curto prazo, atingir as metas do acordo de Paris. O modelo é a grande solução climática da Floresta Amazônica”, completa Daniel Nepstad, diretor executivo do EII, entidade que apoia esses processos nos seguintes estados: Acre (AC), Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Pará (PA) e Tocantins (TO).
Em cerimônia realizada nesta sexta-feira (8), no Teatro Estadual Palácio das Artes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um abrangente pacote de investimentos para o desenvolvimento social, econômico e ambiental de Rondônia. A deputada estadual Cláudia de Jesus (PT), presente no evento, parabenizou o presidente Lula pela retomada de investimentos estratégicos no estado, como a construção da ponte binacional sobre o Rio Mamoré, a implantação do primeiro Hospital Universitário da Unir, ações voltadas à educação, infraestrutura, energia e reforma agrária.
O Hospital Universitário da Unir será construído (Foto: Ricardo Stuckert)
Cláudia também enalteceu o engajamento da militância local, destacando o papel fundamental da participação popular no fortalecimento das políticas anunciadas. “É com imensa satisfação que vejo a presença ativa de nossa militância, que demonstra compromisso com a transformação e o futuro de Rondônia”, afirmou a parlamentar.
A ponte binacional sobre o Rio Mamoré, orçada em R$ 421 milhões, que ligará Guajará-Mirim (RO) à Bolívia, é outro investimento do governo federal (Foto: Ricardo Stuckert)
Durante a cerimônia, o presidente Lula ressaltou a satisfação de retornar ao estado, citando a necessidade de reconstrução do que havia sido desmantelado. Foram destacadas iniciativas como títulos de terra, o programa Luz para Todos, e a promessa de retorno para inauguração do hospital universitário.
Entre as obras anunciadas, destacam-se:
• A ponte binacional sobre o Rio Mamoré, orçada em R$ 421 milhões, que ligará Guajará-Mirim (RO) à Bolívia.
• O Hospital Universitário da Unir é resultado de cooperação técnica com a Universidade Federal de Rondônia, Ebserh e prefeitura de Porto Velho.
• Investimentos de R$ 276 milhões em educação via Novo PAC, além de ações como a Clínica Veterinária da Unir (R$ 5,9 milhões), o Teatro Universitário (R$ 1,4 milhão apenas em 2025), e a construção do campus do IFRO em Buritis (R$ 25 milhões).
• Energia: 8ª tranche do Luz para Todos, com R$ 173,9 milhões para beneficiar 5.779 famílias rurais.
• Reforma agrária: 120 títulos de propriedade, regularização fundiária em 10 mil hectares, investimentos em crédito fundiário e instalação, totalizando dezenas de milhões de reais.
A deputada estadual Cláudia de Jesus destacou que acompanhará de perto todas as etapas das obras e investimentos anunciados, fiscalizando a execução e garantindo que os recursos cheguem efetivamente à população. Segundo ela, a prioridade é assegurar que cada projeto seja concluído dentro do prazo e com a qualidade necessária para transformar a realidade das comunidades de Rondônia.
O empreendedorismo feminino em Porto Velho, que hoje cresce a passos largos, não surgiu da noite para o dia. Ele é fruto da coragem de mulheres que, ao longo dos anos, desafiaram as limitações impostas e encontraram maneiras de prosperar. Com o tempo e muita determinação, essa força da mulher ganhou novos olhares e se expandiu.
Dentre elas, as inúmeras histórias de superação, a artesã Tetê Frazão é a prova de que a força de vontade e determinação são fundamentais para não desistir dos sonhos. “Eu trabalho com artesanato há mais de 30 anos. Eu costumo sempre dizer que, mesmo com os desafios de ser uma mulher empreendedora, eu amo e me divirto muito com a minha arte. É uma paixão tão grande que supera qualquer desafio”, disse a artesã.
Eliana Regina e a filha resolveram trabalhar com abelhas desde 2022
Por isso, empreender já é um desafio por si só. Fazer isso em família, então, exige um nível extra de sintonia, parceria e principalmente resiliência. Eliana Regina e Regina Ferreira encontraram um impulso no amor para transformar um sonho em um negócio. Mãe e filha resolveram trabalhar com abelhas desde 2022, no período da pandemia da Covid 19.
Desde o início, tiveram que enfrentar desafios comuns a qualquer empreendedor, como incertezas financeiras, tomada de decisões e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
“Esse é um mundo maravilhoso, cada vez a gente se encanta mais. Eu e minha filha somos apaixonadas por abelhas e cada vez mais a gente quer trabalhar, divulgar para que as pessoas possam conhecer nosso trabalho. Nosso objetivo é crescer ainda mais para que nossos produtos, em especial o mel, possam ser reconhecidos”, disse a apicultora.
VALORIZAÇÃO
Segundo Lena Assis, a iniciativa visa contemplar mulheres que antes não tinham oportunidades
Essas são algumas histórias de determinação e sucesso encontradas na a 6ª edição da Feira Livre Mulher do Norte, idealizada pela Prefeitura de Porto Velho, através da Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres (CPPM). O objetivo é fomentar o protagonismo feminino no empreendedorismo e auxiliar quem quer empreender e quem quer se inserir no mercado de trabalho.
Nesta edição no espaço Multieventos do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, na última sexta-feira (8), contou com a presença de cerca de 30 expositoras que levaram diversos produtos, entre eles, biojóias, artesanatos indígenas, moda, gastronomia regional e estética, entre tantos outros itens, todos confeccionados com muito carinho.
Segundo Lena Assis, diretora de Políticas Públicas para Mulheres, a iniciativa visa contemplar mulheres que antes não tinham oportunidades, e que agora, com apoio da prefeitura, estão em evidência. “ Muitas dessas mulheres não têm com quem deixar seus filhos e, por isso, não podem trabalhar fora. Esse é um ambiente propício tanto para ganhar dinheiro quanto para se distraírem, contando com o apoio de outras mulheres. ”, disse a diretora.
Isabele Morgado trabalha com produtos que valorizam a identidade regional há cinco anos
Atualmente, são cerca de 250 mulheres cadastradas para participarem da feira. A expectativa é que aconteça em vários outros pontos da cidade, sempre com o objetivo de mostrar a força feminina e, principalmente, proporcionando geração de renda para essas mulheres que não tinham oportunidades.
A empreendedora cultural, Isabele Morgado, trabalha com produtos que valorizam a identidade regional há cinco anos e destacou a importância de eventos com apoio da prefeitura. “Essa é a segunda vez que participo da Feira Livre Mulher do Norte e é muito importante essa oportunidade de a gente mostrar nosso trabalho, da mulher nortista e levar aquilo que a gente acredita, dos nossos produtos e da nossa história e tudo isso a gente faz com muito amor”, finaliza.
Balcão da Azul Linhas Aéreas no aeroporto de Brasília • Elijonas Maia/CNN
A Azul informou que deixará de operar em 53 rotas de 13 cidades “não lucrativas”, como medida para reduzir custos e atualizar o plano de negócios que envolve o Chaper 11 (o equivalente à recuperação judicial no Brasil).
As informações foram divulgadas no plano da companhia de agosto, que traz detalhamento sobre estratégicas para otimização da frota, melhorias da receita, melhoria nas unidades de negócios, redução do CapEx e menor exposição cambial.
O foco de reestruturação da companhia está em reduzir mais de US$ 2 bilhões em dívidas e levantar RS$ 1,6 bilhão em financiamento – dos quais aproximadamente US$ 670 milhões são destinados a mais liquidez, enquanto US$ 950 voltarão para investimentos de capital na saída do processo de recuperação judicial.
A Azul vai focar em hubs onde há as principais conexões, como os aeroportos de Viracopos (Campinas), Confins (Belo Horizonte) e Recife.
A CNN questionou a Azul sobre a decisão e quais cidades deixaram de contar com os serviços da companhia. Em nota, a empresa se pronunciou e destacou que a decisão se trata de adequação do mercado ao que é ofertado, mas não informou até o momento as cidades que não vão mais contar com viagens da aérea.
Leia na íntegra abaixo:
“A Azul informa que, como empresa competitiva, a companhia reavalia constantemente as operações em suas bases, como parte de um processo normal de ajuste de oferta e demanda. Desta forma, a companhia vem promovendo ajustes em sua malha, já anteriormente divulgados, levando em consideração, ainda, uma série de fatores que vão desde o aumento nos custos operacionais da aviação, impactados pela crise global na cadeia de suprimentos e a alta do dólar, até questões de disponibilidade de frota, bem como o seu atual processo de reestruturação.
A Azul ressalta que todos os Clientes impactados pelas mudanças receberam a assistência necessária, conforme prevê a resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).”
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) anunciaram nesta sexta-feira, dia 8, durante evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a aprovação de mais R$ 55,4 milhões do Fundo Amazônia para projetos no estado de Rondônia. Os recursos serão destinados para estruturação de cadeias produtivas ligadas à bioeconomia, a partir da adequação ambiental de propriedades da agricultura familiar, no projeto Quintais Amazônicos II, proposto pelo Centro de Estudos da Cultura e do Meio Ambiente da Amazonia RioTerra.
Com mais esse anúncio, chega a R$ 178 milhões os recursos do Fundo Amazônia aprovados para Rondônia, desde 2010, em sete projetos. Desde janeiro de 2023, foram aprovados R$ R$ 89 milhões do Fundo para o estado – mesmo valor aprovado entre os anos de 2010 e 2018. O Fundo Amazônia teve suas atividades paralisadas entre 2019 e 2022, período em que não houve aprovação de projetos.
“O Fundo Amazônia voltou com força total como um dos principais instrumentos para enfrentar a crise climática e promover justiça social. Após quatro anos de paralisação, retomamos com mais escala, agilidade e articulação, apoiando projetos que transformam vidas, fortalecem a bioeconomia e protegem o meio ambiente. É uma reparação histórica com os povos da floresta e com o bioma amazônico”, avalia do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Durante o evento, realizado no Teatro Estadual Palácio das Artes, em Porto Velho, foi assinado contrato do projeto com Centro RioTerra. O BNDES foi representado pela diretora de Pessoas, TI e Operações, Helena Tenório. A iniciativa vai beneficiar cerca de 1,5 mil famílias e engloba municípios situados ao longo do eixo da BR-364, região que concentra a maior parte das propriedades da agricultura familiar em Rondônia e 85% da produção de cacau do Estado.
O projeto expande o apoio anterior ao primeiro projeto da RioTerra apoiado pelo Fundo Amazônia, intitulado Quintais Amazônicos, para a ampliação de Sistemas Agroflorestais como alternativa para recuperação de áreas e para o estímulo às inscrições no Cadastro Ambiental Rural. O projeto recuperou 747,72 hectares de áreas desmatadas ou degradadas em 505 imóveis de agricultura familiar, beneficiou 471 famílias com pagamento por serviços ambientais e produziu 1.035.000 mudas empregadas nas atividades de implantação dos SAFs.
Fundo Amazônia em Rondônia – Criado em 2008, o Fundo Amazônia viabiliza o apoio nacional e internacional a projetos para a conservação e o uso sustentável das florestas na Amazônia Legal. Em Rondônia, o Fundo tem ações diretas em 25 municípios (48% do total), além de ações abrangentes em todo território, como no caso do apoio à corporação do Corpo de Bombeiros de Rondônia. O Fundo também está presente em 11 das 23 terras indígenas do estado (47%) e atuação em 37 das 84 Unidades de Conservação do estado (56%). Também foram apoiadas 11 entidades, entre cooperativas, associações de produtores e entidades representativas.
Com a coordenação do MMA, que preside o Comitê Orientador do Fundo Amazônia, o BNDES é responsável pela captação e pela gestão de recursos e pela contratação e pelo monitoramento das iniciativas financiadas pelo Fundo Amazônia. No acumulado de 2009 até junho deste ano, o Fundo Amazônia aprovou R$ 5,6 bilhões para 133 projetos e já desembolsou R$ 2,7 bilhões para executá-los, em valores corrigidos pela inflação. Informações detalhadas sobre todos os projetos apoiados estão disponíveis no site: https://www.fundoamazonia.gov.br/.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, enviou à Corregedoria da Casa os pedidos de afastamento, por até seis meses, de 14 deputados da oposição que participaram do motim no Congresso Nacional.
As medidas precisam ser votadas pelo Conselho de Ética da Casa.
A decisão foi tomada pela Mesa Diretora da Câmara após reunião na tarde desta sexta-feira (8).
“A Mesa da Câmara dos Deputados se reuniu nesta sexta-feira, 8 de agosto, para tratar das condutas praticadas por diversos deputados federais nos dias 5 e 6. A fim de permitir a devida apuração do ocorrido, decidiu-se pelo imediato encaminhamento de todas as denúncias à Corregedoria Parlamentar para a devida análise”, informou em nota a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara.
Após passarem pela corregedoria, onde as imagens serão analisadas, os processos voltarão à Mesa Diretora para, então, irem ao Conselho de Ética.
Acusações e defesas
Nesta manhã, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), apresentou à Mesa Diretora um ofício em que pedia a abertura de processo disciplinar e a suspensão cautelar de cinco parlamentares bolsonaristas. A suspensão de Camila Jara foi pedida por deputados oposicionistas.
Último a levantar-se da cadeira da Presidência da Câmara, Pollon é acusado de impedir a retomada dos trabalhos e de xingar Motta dias antes. Em postagem nas redes sociais, Pollon alega ser “autista” e não entender o que estava acontecendo, sentando-se momentaneamente na cadeira de Motta para pedir conselhos a Van Hattem, que estava ao lado.
Zé Trovão, segundo o PT, o PSB e o PSOL, é acusado de tentar impedir fisicamente o retorno de Motta à Mesa Diretora.
Zanatta é acusada de usar a filha de quatro meses como “escudo”, além de colocar a bebê em ambiente de risco e de tensão.
Bilynskyj é acusado de “tomar de assalto e sequestrar” a Mesa Diretora do Plenário e de ocupar a Mesa da Comissão de Direitos Humanos, impedindo o presidente da comissão de exercer suas funções. O ofício também citou a agressão ao jornalista Guga Noblat, flagrada por câmeras.
Zé Trovão, Zanatta e Bilynskyj não tinham se manifestado nas redes sobre a decisão de Motta até o momento.
Na sessão de quinta-feira (7), Zé Trovão disse não ter incentivado a violência, apenas tentado impedir a retirada de parlamentares à força. Em postagem anterior, a parlamentar disse que parlamentares de esquerda “odeiam as mulheres e a maternidade”.
Van Hattem é acusado de tomar de assalto e “sequestrar” a cadeira da presidência. Van Hattem postou um trecho do Hino Nacional. Em vídeo anterior, disse que uma eventual suspensão do mandato pedida pelo PT seria golpe.
Os demais parlamentares do PL foram incluídos em uma representação individual do deputado João Daniel (PT-SE).
* Com informações da Agência Câmara
* Texto e títulos atualizados para inclusão de novos deputados e correção de partido de um dos parlamentares.