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Prefeitura realiza audiências públicas nos dias 5 e 7 de agosto para definir prioridades do orçamento municipal de 2026

A Prefeitura de Porto Velho realiza, nos dias 5 e 7 de agosto, as audiências públicas da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2026, com o objetivo de ouvir a população sobre as prioridades de investimento no próximo ano. Os encontros acontecerão no Teatro Banzeiros, a partir das 18h, com transmissão ao vivo pelo canal oficial da Prefeitura no YouTube.

A LOA é o instrumento legal que define, anualmente, como o município pretende arrecadar e aplicar os recursos públicos. Por isso, a escuta popular é essencial para garantir um orçamento mais transparente, participativo e alinhado às reais necessidades da população.

Durante as audiências, moradores de comunidades urbanas e rurais, lideranças comunitárias, conselhos e entidades civis organizadas podem apresentar propostas, sugerir melhorias e apontar demandas para suas regiões, nas mais diversas áreas: saúde, educação, mobilidade, infraestrutura, assistência social, cultura, segurança pública, entre outras.

A ação integra o ciclo do Orçamento Participativo e é coordenada pela Secretaria Municipal de Economia (Semec), por meio da Secretária Executiva de Orçamento. As contribuições recebidas durante as audiências serão avaliadas pelas equipes técnicas e consideradas na finalização da proposta da LOA, que será enviada à Câmara Municipal até o fim do ano, conforme prevê a legislação orçamentária.

População ativa na construção das leis orçamentárias

Além da participação presencial e online, os cidadãos já contribuíram com sugestões por meio do formulário eletrônico disponibilizado no portal da Prefeitura, encerrado no dia 6 de junho. A escuta pública recebeu 1.340 respostas de moradores da capital e dos distritos, e os dados foram sistematizados no Relatório de Pesquisa LOA 2026, que orienta tecnicamente a construção da Lei Orçamentária e pode ser acessado clicando aqui.

A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal com a transparência e a participação cidadã na definição das prioridades do orçamento público.

Texto: Emily Costa
Foto: Fábio Ono

OPORTUNIDADE – SENAR Rondônia realiza pregões presenciais em Ji-Paraná para contratação de serviços voltados a eventos institucionais

O objetivo é fornecer refeições e lanches, como café da manhã, coquetéis, kits lanches e marmitex, durante eventos institucionais

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Rondônia (SENAR-RO) promove, nos dias 6 e 7 de agosto de 2025, dois pregões presenciais com o objetivo de contratar empresas especializadas para prestação de serviços essenciais à realização de eventos institucionais na microrregião de Ji-Paraná.

No dia 6 de agosto, ocorrerá o Pregão Presencial nº 08/2025, voltado à contratação de empresa especializada na prestação de serviços de locação, montagem e desmontagem de estruturas temporárias. O processo visa atender demandas de eventos promovidos nas cidades de Ji-Paraná, Alvorada d’Oeste, Castanheiras, Presidente Médici e Urupá.

Já no dia 7 de agosto, será realizado o Pregão Presencial nº 09/2025, com foco no registro de preços para futura e eventual contratação de serviços de buffet. O objetivo é fornecer refeições e lanches, como café da manhã, coquetéis, kits lanches e marmitex, durante eventos institucionais nessas mesmas localidades da região central do estado.

Ambos os pregões acontecerão às 9h, no Hotel Maximus, em Ji-Paraná/RO. As ações integram a política do SENAR Rondônia de fortalecer a organização e a qualidade das atividades oferecidas ao público rural, com suporte logístico e alimentar adequados.

Mais informações estão disponíveis nos sites oficiais:

  • https://sistemafaperon.org.br/
  • https://app3.cna.org.br/transparencia/?gestaoLicitacaoAndamento-RO-2021-8

Contatos: (69) 3224-7620 ou (69) 9.9927-5318

Programa Alfa Campo do Sistema FAPERON/SENAR promove inclusão com curso de alfabetização para idosos em Porto Velho

O curso ainda estimula o uso prático do conhecimento, como preencher cadastros, assinar documentos e gerenciar finanças

O Sistema FAPERON/SENAR, em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Porto Velho e a Prefeitura Municipal, deu início, neste mês de julho, ao Programa Alfa Campo, que tem o objetivo de alfabetizar jovens e adultos. Desta vez o programa atenderá, especialmente, os idosos atendidos pelo Centro de Convivência dos Idosos (CCI), da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias).

A ação é mais uma iniciativa do Sistema FAPERON/SENAR que promove cidadania no campo e nas comunidades, ampliando o acesso à educação básica. O curso terá duração de seis meses, com previsão de conclusão em dezembro de 2025. Duas turmas já estão em andamento: uma no período da manhã, com 10 alunos, e outra à tarde, com 20 participantes.

“A alfabetização é um direito fundamental, e muitos idosos não tiveram acesso à educação formal em sua juventude. Este projeto busca promover o letramento de idosos, fortalecendo sua autoestima, autonomia e participação na comunidade”, explicou a gerente do CCI, Sabrina Bianca.

Entre os alunos está Maria Celestino dos Santos Costa, de 75 anos, moradora do bairro JK 2. “Ler eu sei pouco. Leio umas besteirinhas, mas não sei escrever. Essa oportunidade é muito boa. Minha esperança é aprender direitinho nesses seis meses”, afirmou.

Outro exemplo é Elivaldo Bandeira Diniz, de 63 anos, morador do bairro Cuniã. Ele integra a turma da tarde e relata que o curso tem sido essencial não apenas para sua educação, mas também para sua saúde emocional. “Tive depressão, moro sozinho. Estar aqui me tirou disso. Hoje o CCI é como minha família”, disse emocionado.

O curso ainda estimula o uso prático do conhecimento, como preencher cadastros, assinar documentos e gerenciar finanças. A instrutora responsável pelas aulas é Vanessa de Carvalho.

INFORMAÇÕES: PREFEITURA DE PORTO VELHO

Zona rural de Buritis recebe serviços de saúde e cidadania com ação do Sistema FAPERON/Senar

O evento conta com a parceria de diversas instituições, como o Sebrae, Detran, IDARON, Defensoria Pública, Energisa, Incra, Emater, OAB-RO, CRC-RO, Polícia Civil, Tribunal Regional Eleitoral, Receita Federal, entre outros órgãos públicos

O Sistema Faperon/Senar, em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Buritis e a Prefeitura Municipal de Buritis, realiza no dia 19 de setembro de 2025, mais uma edição do programa Cidadania Rural. A ação acontecerá das 7h às 16h, na EMEIF Tiradentes, localizada na Linha 01, Marco 20, na zona rural do município.

Durante o evento, serão oferecidos diversos serviços gratuitos voltados à saúde, cidadania e orientação técnica, com foco em garantir qualidade de vida, inclusão e acesso a direitos para os moradores da área rural. Entre os atendimentos previstos estão:

  • Exames preventivos, como o de colo de útero e de próstata (PSA);
  • Testes rápidos;
  • Aferição de pressão arterial;
  • Vacinação;
  • Atendimento médico;
  • Palestras;
  • Orientações técnicas, contábeis e jurídicas;
  • Emissão de documentos, como cédula de identidade, CPF e título de eleitor;
  • Regularização fundiária;
  • Cadastros sociais, entre outros serviços.

Para a emissão do RG, os participantes devem apresentar certidão de nascimento ou casamento, comprovante de residência com CEP, e documento de identificação com foto (RG ou CNH). Todos os documentos devem ser originais.

O evento conta com a parceria de diversas instituições, como o Sebrae, Detran, IDARON, Defensoria Pública, Energisa, Incra, Emater, OAB-RO, CRC-RO, Polícia Civil, Tribunal Regional Eleitoral, Receita Federal, entre outros órgãos públicos e entidades que atuam na promoção da cidadania e do desenvolvimento rural.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones:
(69) 3224-7620 | (69) 99944-1366 | (69) 99322-4630
Ou pelo e-mail: renato.ramos@senar-ro.org.br

Tarifa americana pode gerar prejuízo de até R$ 4,3 bilhões ao setor de suco de laranja

A tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras de suco de laranja para os Estados Unidos, prevista para entrar em vigor nesta quinta-feira, 1º de agosto, pode gerar impacto anual de até US$ 792 milhões — o equivalente a R$ 4,3 bilhões para a cadeia produtiva do suco de laranja brasileiro. O valor representa um aumento de cerca de 456% em relação aos impostos pagos na safra 2024/25, que somaram US$ 142,4 milhões, segundo a Associação Nacional das Indústrias Exportadoras de Sucos Cítricos (CitrusBR), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

O cálculo considera o desempenho da safra encerrada em 30 de junho e inclui as tarifas de acesso ao mercado americano. Em termos globais, com todas as tarifas cobradas pelos diferentes mercados, o total de tributos pagos pelo setor deve saltar de US$ 393,6 milhões para US$ 1,3 bilhão, somando os principais destinos de exportação Estados Unidos, União Europeia, Canadá, Japão e China além de Reino Unido, Noruega, Suíça e Rússia.

Na safra 2024/25, os Estados Unidos foram o segundo principal destino do suco brasileiro, com 41,7% de participação, atrás apenas da Europa. Foram exportadas 307.673 toneladas, o equivalente a cerca de 85 milhões de caixas de 40,8 quilos, com receita total de US$ 1,31 bilhão.

Tributos globais pagos pelo setor devem saltar de US$ 393,6 milhões para US$ 1,3 bilhão

Hoje, o Brasil paga uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada para exportar aos EUA. Com base nos volumes da última safra, esse custo somou US$ 142,4 milhões. A estimativa de impacto de US$ 792 milhões considera a aplicação acumulada da nova tarifa de 50% com a alíquota adicional de 10%, anunciada em abril.

Mesmo que a nova tarifa substitua e não se some à anterior de 10%, o impacto ainda seria significativo, com aumento estimado em US$ 635 milhões por safra, alta de 345,8% em relação ao cenário atual. Não há, no curto prazo, mercados com capacidade de absorver esse volume adicional, o que pode colocar o setor em posição delicada.

Veja quais produtos brasileiros serão mais afetados se tarifa de Trump entrar em vigor a partir de sexta (1º)

Tarifa dos EUA sobre o café brasileiro preocupa produtores | Reprodução

A partir de 1º de agosto, os produtos brasileiros serão afetados por tarifas de 50% impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, sobre todas as importações do Brasil.

Essas tarifas ameaçam devastar uma relação comercial crucial. Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, ficando atrás apenas da China e sendo responsáveis por aproximadamente 12% de todas as exportações brasileiras.

As tarifas terão um impacto em uma diversidade de produtos que formam a espinha dorsal do comércio entre EUA e Brasil, incluindo combustíveis, ferro e aço, aeronaves e máquinas. O Brasil também exporta quantidades significativas de matérias-primas para consumidores americanos, como café, carne bovina, suco de laranja, frutas e especiarias.

O setor de papel e celulose enfrenta uma vulnerabilidade particular. Os Estados Unidos são um dos principais destinos para as exportações brasileiras nesse setor, com remessas de pasta de madeira, celulose e aparas de papel.

Produtores brasileiros de diversos setores alertaram para um potencial colapso da indústria devido às tarifas punitivas. As medidas podem desencadear aumentos significativos de preços para os consumidores americanos, especialmente para o café — onde o Brasil se destaca como o maior produtor mundial e um fornecedor chave para os EUA.

Pista de avião e 50 mil cabeças de gado: MS tem duas das 10 fazendas mais caras do país

Mato Grosso do Sul tem duas fazendas entre as dez mais caras do Brasil em 2024, segundo levantamento feito para o Globo Rural pela plataforma Chãozão, especializada em ofertas de terras com apoio de imobiliárias.

As propriedades, situadas em Miranda (MS), ocupam a 6ª e 9ª posições no ranking. Uma delas tem 87 mil hectares e vale R$ 3,5 bilhões, enquanto a outra possui 78,5 mil hectares e custa R$ 2,6 bilhões.

As duas fazendas contam com infraestrutura completa, incluindo pista de pouso, até 50 mil cabeças de gado, casa sede com piscina, moradias para funcionários, açudes e armazéns. Ambas possuem linha férrea que atravessa suas propriedades.

Fazenda de R$ 2,6 bilhões

Com 78,5 mil hectares, a fazenda é dedicada à cria, recria e engorda de gado, comportando até 50 mil cabeças, além de um confinamento para 5 mil animais. Atualmente, possui cerca de 40 mil bovinos e 900 animais de tropa, como éguas, garanhões, potros, burros, jumentos e mulas. Na área agrícola, há cultivos de soja, milho e agroindústria.

A propriedade está localizada à beira do asfalto e oferece:

  • Casa sede com piscina
  • Moradias para funcionários
  • Barracões para máquinas
  • Hangar coberto
  • 13 açudes
  • 6 pivôs centrais para irrigação agrícola
  • Armazéns com secadores e silos para armazenar a produção

Dos 78,5 mil hectares, 54,6 mil são de pastagens, cerca de 25 mil agricultáveis, 17,3 mil em reserva e área de proteção ambiental, e 6,5 mil hectares com vegetação remanescente.

Fazenda de R$ 2,6 bilhoes — Foto: Chãozão

Fazenda de R$ 3,5 bilhões

Com 87 mil hectares, a fazenda atua na cria, recria e engorda de gado, além de criar equinos, investir em reprodução genética e manter um confinamento com capacidade para 5 mil animais. Atualmente, abriga entre 35 mil e 50 mil cabeças de gado.

A propriedade está localizada à beira do asfalto e conta com:

  • Residência sede em alvenaria com piscinas
  • Jardins
  • Moradias para funcionários
  • Mangueiras completas
  • 8 retiros
  • Barracões para máquinas
  • Pista de pouso asfaltada com 1,3 mil metros
  • Rio dentro da propriedade
  • 6 pivôs centrais e armazéns com secadores e silos
  • Máquinas para manejo da pecuária
  • 21 tratores
  • 9 veículos entre caminhões e caminhonetes
  • Motoniveladora
  • Escavadeira hidráulica
  • Estrutura de abastecimento para 80 mil litros de combustível

Dos 87 mil hectares, 35 mil são de pastagens formadas, 28 mil em área de pantanal natural, e 25 mil com potencial agrícola.

Fazenda de R$ 3,5 bilhões — Foto: Chãozão

Fazenda de R$ 3,5 bilhões — Foto: Chãozão

Prefeitura de Porto Velho reforça ações da Defesa Civil no monitoramento e enfrentamento de possível crise hídrica

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil (SMDC), tem reforçado o monitoramento constante e intensificado as ações preventivas por conta do período de estiagem típico desta época do ano. Com a chegada do verão amazônico, que pode trazer desafios como uma nova crise hídrica, é preciso redobrar a atenção.

“Estamos em diálogo contínuo com agências reguladoras e especialistas. Os primeiros indicadores apontam que, ao contrário do ano passado, o nível do rio Madeira se mantém acima do esperado para este período, com aproximadamente 10 metros, contra 5 metros registrados no ano anterior”, comentou o titular da SMDC, Marcos Berti.

Berti acrescentou que o cenário sugere um quadro mais favorável para o abastecimento de água às populações ribeirinhas. No entanto, a Defesa Civil alerta que a situação pode se modificar rapidamente, exigindo atenção permanente e cuidados às famílias que vierem a ser afetadas.

IMPACTOS

Berti afirma que Prefeitura mantém a atuação preventiva constante, realizando vistorias técnicas, emitindo alertas e interditando áreas de risco
Berti afirma que Prefeitura mantém a atuação preventiva constante, realizando vistorias técnicas, emitindo alertas e interditando áreas de risco

Berti afirma que a seca traz impactos significativos não apenas para o ecossistema e a biodiversidade, mas especialmente para a população que sofre com o aumento das queimadas criminosas, que comprometem a qualidade do ar, além da crise hídrica. Em razão disso, a Prefeitura mantém a atuação preventiva constante, realizando vistorias técnicas, emitindo alertas e interditando áreas de risco.

Para reforçar as ações, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), Ministério Público de Rondônia e demais secretarias municipais, foi criado um Comitê de Ações Integradas para enfrentar a crise hídrica, garantindo atendimento emergencial às comunidades, sobretudo o fornecimento de água potável, quando necessário.

“Com a chegada das condições climáticas mais adversas, a Defesa Civil ressalta a importância das ações educativas e da participação comunitária para mitigar os efeitos da seca e das queimadas”, acrescentou.

ESCASSEZ

Mais afetadas com esse fenômeno são as famílias que moram nas comunidades ribeirinhas
Mais afetadas com esse fenômeno são as famílias que moram nas comunidades ribeirinhas

Experiências anteriores, conforme Marcos Berti, demonstram que o verão amazônico impacta diretamente no racionamento e na escassez de água para consumo humano. As mais afetadas com esse fenômeno são as famílias que moram nas comunidades ribeirinhas.

Mas não é só isso. A situação torna-se ainda mais grave porque acaba afetando diretamente a agricultura familiar. Sem água para irrigação, muitos agricultores acabam perdendo toda produção e a qualidade de vida nessas localidades é seriamente impactada.

“O enfrentamento desses desafios depende da atuação conjunta entre órgãos federais, estaduais, municipais e até mesmo o terceiro setor”, ressalta Berti, acrescentando que as pessoas também precisam colaborar, especialmente evitando o desperdício de água.

PARCERIAS

população pode entrar em contato com a Defesa Civil pelo 199
população pode entrar em contato com a Defesa Civil pelo 199

A SMDC sempre conta com a parceria e o apoio das secretarias municipais, Corpo de Bombeiros, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Prevfogo (Ibama), Censipam e Agência Nacional de Águas (ANA), entre outros parceiros.

“Com foco no tripé operacional de Consciência Situacional, Gerenciamento de Riscos e Planejamento Estratégico, a Prefeitura de Porto Velho, através da Defesa Civil Municipal reafirma seu compromisso com a segurança e bem-estar da população”, finalizou Marcos Berti.

CONTATO

A população pode entrar em contato com a Defesa Civil pelo 199 ou (69) 98473-2112 (WhatsApp). O 199 é o número padrão para situações de emergências. O outro é uma alternativa para solicitar ajuda em situação de risco e que seja necessária a atuação da SMDC.

Texto: Augusto Soares
Foto: Leandro Morais/ Secom

BNDES aprova R$ 345 mi do FMM para a Hermasa construir 62 embarcações com foco em descarbonização

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou o primeiro financiamento com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) com foco em descarbonização para a Hermasa Navegação da Amazônia Ltda.

Com R$ 345 milhões, a empresa deverá construir 60 balsas e dois empurradores fluviais que, quando em operação, poderão diminuir em até 88,4% as emissões anuais de CO2 a partir da redução no número de viagens anuais e pela possibilidade de substituição do uso do diesel pelo biodiesel nos empurradores.

Serão construídas 60 balsas graneleiras padrão Mississipi, sendo 46 de modelo Box com capacidade de 2.390 toneladas e 14 de modelo Raked, de 2.200 toneladas, e dois empurradores fluviais de propulsão azimutal, com 2.000 kW de potência, a serem construídos em estaleiros da região norte. A previsão é de geração de 355 empregos, na região de atuação da empresa, no corredor logístico formado pelos rios Madeira e Amazonas. O investimento total poderá chegar a R$ 384 milhões.

“A aquisição de novas embarcações atende as expectativas de crescimento das exportações de grãos por meio de corredores logísticos e portos na Região Norte do país nos próximos dez anos, resultado da importância que o governo do presidente Lula confere ao agronegócio nacional e ao desenvolvimento regional. Além disso, o BNDES também incentiva a descarbonização da frota naval, pelo uso de tecnologias e combustíveis sustentáveis, retomando uma agenda estratégica em que a economia azul é colocada de volta no centro das preocupações”, explica o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

novas embarcações aumentam capacidade de carga em cerca de 35% e podem reduzir em até 88,4% as emissões anuais de CO2

A incorporação de novas embarcações na frota otimizará as operações, aumentando a capacidade de carga em cerca de 35%, permitindo transportar mais mercadorias por viagem, o que resultará em maior eficiência e redução de custos operacionais.

As novas balsas têm maior capacidade de carga transportada, enquanto os empurradores têm baixo calado, permitindo a operação durante todo o ano, inclusive nos períodos de seca. Destaca-se, ainda, a contratação de profissionais brasileiros, priorizando o fortalecimento da marinha mercante nacional e a capacitação da força de trabalho, reforçando o impacto positivo na economia.

“A retomada da indústria naval, especialmente em embarcações sustentáveis, é uma prioridade para o governo federal. Desde 2023, no atual governo, já foram priorizados quase R$ 70 bilhões em recursos do FMM para projetos, valor três vezes maior do que o aprovado entre 2019 e 2022, no governo anterior, que foi de R$ 22,7 bilhões em quatro anos”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressaltando que uma balsa como as que estão previstas no projeto transporta o correspondente a 60 caminhões.

Fundo da Marinha Mercante – Criado em 1958, o Fundo da Marinha Mercante é um importante instrumento de desenvolvimento da indústria naval brasileira. A origem dos recursos desse Fundo provém de uma taxa cobrada sobre o frete, que incide principalmente sobre importações, sendo recolhida pelas empresas que atuam no setor e destinada ao FMM.

BNDES Azul – Em janeiro de 2024, o Banco lançou a iniciativa “BNDES Azul”, uma frente para desenvolver a economia azul brasileira com investimentos focados em pesquisas, por meio do Planejamento Espacial Marítimo (PEM), na descarbonização da frota naval e na infraestrutura portuária. Pesca, turismo, transporte marítimo e fluvial, exploração de petróleo, bioenergia e preservação de sítios ambientais são algumas das atividades desenvolvidas.

Prefeitura de Porto Velho anuncia apoio a famílias e reforça valorização da agricultura familiar

Na manhã desta sexta-feira (25), uma ação promovida pela Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), comemorou o Dia Internacional da Agricultura Familiar. Com o tema “Fortalecer para Crescer: Porto Velho no Centro da Agricultura Familiar”, o evento foi realizado no espaço onde acontece a Feira do Produtor, região portuária da capital rondoniense.

Prefeito Léo Moraes parabenizou as famílias de agricultores
Prefeito Léo Moraes parabenizou as famílias de agricultores

Produtores, associações, empresas e entidades ligadas à agricultura familiar participaram de uma roda de conversa, além de terem a oportunidade de apresentarem e venderem seus produtos ao público presente.

Para Rodrigo Ribeiro, o evento mostra à sociedade de Porto Velho que existe produção da agricultura familiar
Para Rodrigo Ribeiro, o evento mostra à sociedade de Porto Velho que existe produção da agricultura familiar

De acordo com o prefeito Léo Moraes, o trabalho do Executivo vem sendo realizado em sinergia com os interesses dos produtores rurais, e mesmo com todas as limitações orçamentárias, já é possível realizar entregas importantes à agricultura familiar. O prefeito de Porto Velho ainda parabenizou as famílias de agricultores e destacou o Plano Municipal de Aquisição de Alimentos (PAA), que concederá R$ 10 mil para cem famílias fomentarem a sua produção.

“Há muito o que ser feito e a gente sempre tem pedido compreensão, mas sobretudo já entregamos calcário para as famílias rurais. Hoje, nesse dia comemorativo, anunciamos o PAA municipal para que os produtores possam chegar ainda mais longe. Também vemos a necessidade de melhorar as estradas, não abriremos mão de apoiar quem coloca comida na mesa do porto-velhense. Parabéns a todas as famílias que se dedicam à agricultura, estamos juntos”, destacou o prefeito Léo Moraes.

De acordo com o secretário da Semagric, Rodrigo Ribeiro, a realização desse evento na feira do produtor é um ato simbólico para mostrar à sociedade de Porto Velho que existe produção da agricultura familiar.

 Ronaldo Bianchi falou sobre a importância do apoio da Prefeitura de Porto Velho aos pequenos produtores
Ronaldo Bianchi falou sobre a importância do apoio da Prefeitura de Porto Velho aos pequenos produtores

“Hoje estamos celebrando a agricultura familiar em um evento festivo que serve para valorizar esses trabalhadores. A Prefeitura vem investindo na pauta de ligar o produtor ao comprador através de ações de fomento ao homem do campo. Parabenizo todos os agricultores neste dia especial”, destacou Rodrigo Ribeiro.

PRODUTORES

Especialista no ofício da charcutaria, Ronaldo Bianchi falou sobre a importância do apoio da Prefeitura de Porto Velho aos pequenos produtores, dando oportunidade no crescimento dos negócios.

“A Prefeitura é muito importante para nós, o pessoal da Semagric sempre nos apoia e com isso nos dá condição de crescer em produção, alcançando assim um mercado cada vez maior”, argumentou Ronaldo Bianchi.

Força das mulheres na agricultura familiar foi um ponto destacado por Sebastiana Cláudia
Força das mulheres na agricultura familiar foi um ponto destacado por Sebastiana Cláudia

A força das mulheres dentro do processo da agricultura familiar foi um ponto destacado por Sebastiana Cláudia, coordenadora estadual do movimento das mulheres camponesas em Rondônia.

“Hoje, a mulher tem o protagonismo no campo, mas em alguns momentos esse protagonismo é invisível, um evento desse nos fortalece porque as mulheres comparecem com o interesse de saber o que está sendo investido para esse setor. A Prefeitura é parceira do nosso trabalho”, falou Sebastiana Cláudia.

O lançamento do Plano Safra 2025 também foi exposto aos agricultores por representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Investimentos, financiamentos, qualificação e parcerias estão direcionadas para a agricultura familiar de Porto Velho para os próximos meses.

Texto: João Paulo Prudêncio
Fotos: José Carlos/ Jean Carla/ Secom