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Banco de Sementes de Ariquemes será reestruturado

Com objetivo de impulsionar o reflorestamento com plantas nativas e exóticas como o açaí, pupunha e castanha  que também cumprem a finalidade de aumento de renda do homem do campo, o governo de Rondônia vai reestruturar o Banco de Sementes de Ariquemes.

 

Nesta reestruturação, está prevista a ampliação do Banco de Sementes para um viveiro de mudas e também uma biofábrica para produção em escala de mudas clonais. A tecnologia minimiza problemas relacionados com a baixa produtividade, pragas e doenças geradas pelas mudas convencionais, proporcionando ao produtor rural a multiplicação rápida em períodos de tempo e espaço reduzidos, mantendo a identidade genética do material propagado e melhorando a qualidade fitossanitária.

O governador Confúcio Moura ressaltou a importância da parceria da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) por meio de convênio de cooperação com a Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa (Fapero) para o pleno funcionamento do viveiro. O investimento inicialmente será oriundos da Sedam, e que a secretaria, Fapero e outros parceiros deverão prover os recursos necessários para coleta, classificação e armazenamento das sementes, e também da Biofábrica.

Confúcio reiterou que o Viveiro e o Banco de Sementes de Ariquemes têm como objetivo reflorestamento e que, para isso, a Fapero poderá buscar parceiros, como ONGs, OSCIPs ou órgãos governamentais.

O presidente da Fapero, Francisco  Elder, informou que já foi feito contato com o Instituto Federal de Pesquisa de Rondônia (Ifro), Embrapa e com a Universidade Federal de Rondônia (Unir), em que o projeto teve receptividade de todos.

“Vamos transformar o pólo de sementes em uma biofábrica  e um viveiro organizado com mudas de interesse comercial para o pequeno, médio e o grande produtor. Esse é o meu  objetivo, e será administrado  pela Fapero e Sedam”, afirmou governador  e completou dizendo que Rondônia  deverá ter três pontos de distribuição de sementes no Estado e que é necessário elaboração de uma cartilha explicativa, com orientações de germinação e plantio.

O governador Confúcio moura também solicitou que a Sedam e Fapero abram imediatamente um canal de negociação com a Justiça estadual e federal para que a madeira apreendida seja leiloada e os recursos sejam destinados ao Fundo de Meio Ambiente e/ou a Fapero, para pesquisas e atividades de preservação ambiental.

Para Confúcio, a madeira apreendida, deve ser  removida  ser removida no momento do flagrante para os pátios da Sedam ou Polícia Ambiental. “Vamos resolver a problemática da madeira apreendida. e para isso a Sedam deve contratar caminhões para transporte o mais rápido possível”.

Fonte
Texto: Suelly David
Fotos: Suelly David
Secom – Governo de Rondônia

Projeto Piraçaí inova com produção integrada e sustentável para a agricultura familiar

 

Considerada uma das prioridades para o desenvolvimento econômico do estado, a atividade piscícola recebeu, nos últimos anos, um reforço do governo estadual.
 
Tratada como agronegócio e recebendo apoio de diversos segmentos institucionais a produção, de aproximadamente 12 mil toneladas/ano de pescado em 2010, saltou para mais de 80 mil toneladas/ano, das quais 5.200 são produzidas em Porto Velho.
 
Para Domingos Mendes da Silva, morador do projeto de Reassentamento Santa Rita, localizado a 54 quilômetros da capital, esse foi o incentivo que ele precisava para dar início a uma ação inovadora e produtiva: integrar a piscicultura com a fertirrigação. Em meio de sua lavoura frutífera ele montou a base para a criação do pirarucu da Amazônia, um dos maiores peixes de água doce do mundo.
 
Sem experiência para trabalhar com a atividade, Domingos foi orientado e capacitado pelos extensionistas da Emater-RO. Devido a sua área ser reduzida em recursos hídricos o mesmo foi orientado a trabalhar com tanques lona. Com essa técnica, devido à maior aeração da água, o peixe tem condições de se desenvolver melhor em menos tempo, quando comparado à produção em tanques escavados ou em tanques-rede, chegando a 50 quilos de peixe/m3, enquanto que o normal seria de um Kg/m3. 
 
A idéia do projeto era implantar um sistema de produção sustentável e participativo para a agricultura familiar, tendo por base a integração da criação de pirarucu no sistema proposto com a produção de açaí, outra fonte de renda da família que conta com 500 pés, além de outras frutíferas em menor escala. 
 
Para complementar o sistema de produção e criação de peixes, o agricultor entrou com parte de recursos financeiros próprios e acessou o crédito rural, através da linha de crédito Mais Alimento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). As mudas de açaí foram produzidas na propriedade, utilizando sementes da variedade BRS Pará, disponibilizadas pela Emater-RO. 
 
O Projeto Piraçaí
O agente de Ater que deu suporte ao Projeto Piraçaí, Janderson Dalazen, conta que o sistema de criação de pirarucus implantado foi o super intensivo. Utilizou-se tanques de lona com 8,4 metros de diâmetro e 1,20 de altura, confeccionado em PVC flexível com malha de poliéster entre as camadas de 2 mm e capacidade de 50 m³. “O abastecimento com água era diário, oriunda de um córrego perene próximo a propriedade”, diz Janderson, explicando que os tanques foram dispostos em barracões de madeira de aproximadamente 10 x 20 m² cobertos com telha de fibro cimento. 
 
A água dos tanques era renovada diariamente por meio mecânico com auxilio de uma bomba com capacidade de 80 metros cúbicos por hora e descartada por gravidade para os tanques escavados.  A água residuária foi mantida por seis meses nos tanques, durante o período chuvoso e posteriormente, disponibilizado para a irrigação da cultura do açaí. Para a irrigação foi utilizada bomba com capacidade de 10 metros cúbicos por hora, canos de PVC e micro aspersores dispostos entre as linhas do pomar.
 
Resultados positivos
O resultado obtido nesse sistema foi a obtenção de 2,4 toneladas de biomassa de peixes por tanque, num período de 12 meses, para as quais foram consumidas 3,8 toneladas de ração. De acordo com estudos até então realizados, o pirarucu pode chegar a peso de 10 kg em um ano, em sistema de criação intensivo convencional. Neste trabalho os peixes atingiram 12 kg em um ano e um dos fatores que contribuem para essa eficácia é a renovação diária da água do tanque.
 
Com isso pode-se perceber que a unidade demonstrativa de produção integrada vem demonstrando resultados admiráveis do ponto de vista técnico, econômico e social. “Realizando as atividades diárias de acompanhamento e monitoramento, temos a indicação de que o sistema além de viável é sustentável, pois proporciona um incremento também para as culturas perenes”, enfatiza o extensionista Janderson. 
 
O manejo desenvolvido para unidade vem sendo aplicado e desenvolvido pelo proprietário e sua família de forma sustentável. Hoje, o produtor trabalha com quatro tanques de lona de 50 mil litros e dois menores. Sua primeira despesca deu-se em julho deste ano, com a venda de oito mil quilos de pirarucu para a empresa “Rondônia Alimentos” que, com apoio do governo estadual por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), está em processo de instalação de um complexo industrial cujo investimento deverá beirar R$ 45 milhões.
 
Viabilidade e rentabilidade
A produção de pirarucus em tanques lona mostrou-se uma estratégia viável e demandada para pequenas áreas, todavia a atividade exige a renovação ou recirculação periódica da água. Os resultados da unidade de produção integrada de Domingos Mendes foram apresentados em um Dia de Campo, único, na categoria em Porto Velho e foi destaque em vários meios de comunicação, ajudando a destacar o projeto e a difundir as tecnologias desenvolvidas ao longo da implantação do mesmo. 
 
O projeto piloto iniciado em 2012, hoje possui status de unidade de produção gerando renda a família envolvida, oferecendo dados técnicos e servindo como vitrine tecnológica para técnicos e produtores rurais. Além da produção de 12 toneladas/ano nos 440 m² de área produtiva, a piscicultura, na área integrada, contribui na produção, com ajuda da fertirrigação, de açaí, citros, abacaxi melancia, pimenta de cheiro e galinha caipira.
 
Como limitação, pode-se considerar que há a necessidade de alto investimento inicial para aquisição dos tanques de lona, todavia o sistema é rentável e viável e tem satisfeito as necessidades da família, como relata o próprio Domingos Mendes da Silva: “Eu e minha família estamos no caminho que escolhemos, sabemos que estamos dando os primeiros passos, mas estamos felizes… é muito gratificante ter os peixes no tanque e os açaizeiros dando cachos no pomar”.
 
Wania Ressutti
Jornalista – SRTE/DRT/RO-959
EMATER-RO
Fotos: Bruno Corsino/Secom
 

 

Boas Práticas: Sabor do Campo gera renda e traz motivação às famílias rurais

 

Realizada a cada quinze dias, no pátio do escritório central da Emater-RO, em Porto Velho, a Feira Sabor do Campo foi uma ação determinante para despertar o entusiasmo necessário que as famílias de agricultores daquela região precisavam.
 
Idealizada com o objetivo de abrir novos canais de comercialização para agricultores reassentados do município de Porto Velho, a nova atividade tem transformado a vida das famílias através da geração de renda e melhoria da qualidade de vida. Hoje os 40 agricultores permanentes que realizam a feira, movimentam aproximadamente R$ 56.000,00 por mês.
 
A Feira Sabor do Campo surgiu com o intuito de impulsionar e mostrar novos caminhos da comercialização de produtos agrícolas, produzidos não por apenas agricultores familiares, mas agricultores que foram remanejados compulsoriamente e reassentados por decorrência da construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio Energia em Porto Velho-RO. As inúmeras famílias que tradicionalmente viviam em diversas comunidades às margens do Rio Madeira viram-se obrigadas a deixar suas casas e iniciar a vida em outras áreas.
 
Tendo que recomeçar do zero essas famílias precisavam de uma assessoria que as ajudassem a planejar e desenvolver a nova propriedade. Assim, o consórcio Santo Antônio Energia (SAE) firmou contrato com a Emater-RO para que, durante três anos, prestasse serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater) para as 400 pessoas dos três reassentamentos rurais construídos para abrigá-las.
 
Passados os três anos de ocupação, a paisagem dos lotes mudou consideravelmente. Nesse novo processo de produção, com mais tecnologia, com adoção da utilização de insumos, tratores, farinheiras mecanizadas, criação de peixes e outros, era necessário organizar a produção e garantir a comercialização.
 
A dificuldade de introduzir a produção dessas famílias, que começaram a produzir em grande escala era grande, apesar de algumas estarem inseridas nos programas governamentais de comercialização, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), por exemplo. Foi nesse contexto que surgiu a proposta de se trabalhar uma feira que envolvesse toda a família, ao mesmo tempo em que se trabalhasse a produção com sustentabilidade e a segurança alimentar.
 
A Feira
A Feira Sabor do Campo, que teve início no mês de abril de 2013, envolveu os cinco princípios da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER) considerados como critério para análise de Boas Práticas de Ater. São eles: Desenvolvimento rural sustentável com a utilização adequada dos recursos naturais e com a preservação do meio ambiente; Adoção de metodologia participativa, com enfoque multidisciplinar, interdisciplinar e intercultural, buscando a construção da cidadania e a democratização da gestão da política publica; Adoção dos princípios da agricultura de base ecológica como enfoque preferencial para o desenvolvimento de sistemas de produção sustentáveis; Equidade nas relações de gênero, geração, raça e etnia; e Contribuição para segurança e soberania alimentar e nutricional.
 
O maior desafio para iniciar a feira foi demonstrar às famílias que mesmo diante das dificuldades este era um caminho a se seguir. “Com uma distancia média de 40 km entre os reassentamentos e a capital Porto Velho, as famílias dependiam de auxílio tanto para o transporte da produção como para o próprio deslocamento”, conta Johnnescley Anes de Moraes, extensionista da Emater-RO e agente de Ater responsável pelo projeto. Para superar esse obstáculo, a parceria entre a Emater-RO e a Santo Antonio Energia bancou, por dois anos, o transporte. 
 
O sucesso veio logo na 1.ª realização da Feira Sabor do Campo. As 35 famílias participantes venderam toda a sua produção, totalizando um montante aproximado de R$ 10.500,00 de produtos vendidos. Esse movimento gerou grande repercussão na mídia local e as famílias abriram os olhos para a oportunidade que se apresentava.
 
Os resultados esperados não poderiam ter sido melhores. A oportunidade de continuar trabalhando e gerar renda com o trabalho da família trouxe mais motivação e entusiasmo àqueles que tiveram que deixar para trás tudo o que já tinham construído. Hoje a Feira Sabor do Campo conta com 40 agricultores permanentes, que realizam a feira quinzenalmente, movimentando aproximadamente R$ 56.000,00 por mês.
 
Casos de sucesso
O agricultor familiar Jose Dantas, morador do Projeto de Reassentamento Santa Rita, em Porto Velho, faz parte do grupo de famílias que tiveram que sair de suas casas para recomeçar a vida. Ele sempre foi um homem ativo, participante, mas sua produção agrícola era praticamente para consumo familiar.
 
Sua renda era complementada com a aposentadoria e serviços que prestava diariamente para terceiros e, com a produção de sua esposa, Maria José Dantas, que trabalhava com artesanato. Eles iniciaram sua participação na feira de maneira bastante dependente da equipe de Ater, porém, com os incentivos e o aumento da renda aos poucos, sua área de produção também foi aumentando. Em pouco tempo, a renda obtida pela vendas dos produtos na feira se tornou a renda principal da família. 
 
Com um ano de meio participando da feira, José Dantas, percebeu que precisava caminhar com as próprias pernas. Sentiu a necessidade de ter um meio de locomoção e condição de transporte para a sua produção. Assim, mais uma vez sob orientação da Emater-RO, financiou um veículo utilitário, através das linhas de crédito oferecidas pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). “Vale ressaltar que o financiamento foi concedido pelo agente financeiro mediante capacidade de pagamento e da produção existe na propriedade. Realmente uma grande mudança de realidade para essa família”, lembra o extensionista.
 
José Dantas não foi o único a realizar aquisição de veiculo. Assim como ele, Antonio Paixão, também agricultor do Projeto de Reassentamento Santa Rita e participante da Feira Sabor do Campo, adquiriu um transporte para a sua produção de banana e limão. E muitos outros estão, aos poucos, aumentando o seu patrimônio e melhorando a sua qualidade de vida. 
 
Aos poucos esse sentimento de empodeiramento da Feira tomou conta de muitas famílias. Muitas artesãs adquiriram novas máquinas de costura com a finalidade de melhorar o acabamento de seus produtos e até de produzir peças diferenciadas, tudo para ser comercializado na Feira Sabor do Campo. 
 
Com o bom atendimento dos feirantes, e produtos de qualidade, os agricultores feirantes da Feira Sabor do Campo têm sido convidados a participarem de grandes eventos realizados em Porto Velho. O sentimento não poderia ser outro além da conquista: a conquista dos sonhos, do bem estar familiar, da melhoria da qualidade de vida, a conquista pela dignidade e o orgulho de serem agricultores familiares.
 
Wania Ressutti
Jornalista – SRTE/DRT/RO-959
EMATER-RO

 

Diretoria anuncia novo chefe-geral da Embrapa Rondônia

 

A Diretoria-Executiva da Embrapa divulgou o resultado do processo de seleção para a escolha do novo chefe-geral da Embrapa Rondônia, com a confirmação do pesquisador Alaerto Luiz Marcolan para o cargo.

 

Ele substitui o pesquisador César Teixeira, que ocupa a chefia-geral da Unidade desde 2009. A data da posse de Marcolan deve ser divulgada em breve, conforme os trâmites administrativos do processo.

O processo de seleção para o cargo de chefe-geral da Embrapa Rondônia foi aberto pela Resolução Normativa (RN) n° 17, de 17 de julho de 2015 e as inscrições foram realizadas de 13 de agosto a 11 de setembro deste ano. As etapas do processo contaram com avaliação de documentação; defesa pública da proposta de trabalho do candidato, conduzida pelo Comitê de Avaliação e Seleção (CAS), responsável pelo processo de recrutamento e seleção de chefe-geral; avaliação da capacidade e o potencial gerencial do candidato; e entrevista realizada pela Diretoria-Executiva da Embrapa.

Conheça o novo chefe-geral

O pesquisador Alaerto Marcolan possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (2000), mestrado em Ciência do Solo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2002) e doutorado em Ciência do Solo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006).

É pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), lotado na Embrapa Rondônia desde novembro de 2006. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Ciência do Solo, atuando principalmente nos seguintes temas: Fertilidade do Solo e Adubação, Sistema Plantio Direto e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.

Como gestor, atuou como supervisor do Laboratório de Análise de Solos e Plantas da Embrapa Rondônia, secretário executivo do Comitê Técnico Interno (CTI) da Unidade e foi presidente do Comitê Local de Propriedade Intelectual (CLPI). Exerceu também o cargo de chefe adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Rondônia e foi chefe adjunto substituto de Pesquisa e Desenvolvimento desta Unidade. Assumiu ainda, como substituto, o cargo de chefe-geral da Embrapa Rondônia. O pesquisador desempenhou também a função de diretor do Núcleo Regional Amazônia Ocidental da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, atuou como membro substituto do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável de Rondônia e como coordenador da II Reunião Regional de Ciência do Solo na Amazônia Ocidental.

Marcolan participou também da geração de importantes tecnologias para Rondônia, tais como: extensão de recomendação de dez cultivares de feijão (2010); zoneamento das áreas aptas ao Sistema Plantio Direto (2011); e elaboração de Sistemas de Produção (Arroz, Milho, Café, Banana, Abacaxi, Teca, Bandarra e Leite). O pesquisador é editor do livro Café na Amazônia, que deve ser lançado em breve, e é membro do Grupo Gestor do Arranjo Consolidação do Sistema Plantio Direto na Amazônia (SPDAMAZON), diretor do Núcleo Regional Noroeste da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo e conselheiro da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo.

 

Renata Silva (MTb 12361/MG)
Embrapa Rondônia

Telefone: (69)3901-2511

 

Dia especial sobre pecuária leiteira reúne produtores e agricultores em Rolim de Moura

 

Mais de 200 pequenos produtores de leite e agricultores da Zona da Mata participaram  do dia especial sobre pecuária leiteira na Linha 176, km 05, na propriedade de 75 hectares dos irmãos Rivelino Pereira e Nicodemos Pereira, considerada propriedade modelo, no município de Rolim de Moura.

 

O evento realizado pela Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), que assiste esta propriedade modelo há mais de seis anos, levou aos pequenos produtores da região novos conhecimentos sobre a pecuária leiteira, através de palestras sobre Sistema manejo de pastagem e Sistema Rotacionado, com o engenheiro agrônomo, com Isaque Fogaça; e Resultados/Custo Produção e Economia da Propriedade, com o zotecnista Anderson Kuhl.

O objetivo do evento foi  capacitar o pequeno produtor rural com novas técnicas de manejo de pastagem com irrigação e a utilização e recuperação mais rápida do solo, utilização de suplementação mineral, fertilizantes e melhorar a qualidade de alimentação animal, higienização na ordenha aumentando a produção e diminuindo os custos.

A propriedade dos irmãos Rivelino e Nicodemos Pereira foi escolhida porque já é considerada modelo não só na região da Zona da Mata como para todo Estado de Rondônia. Os irmãos Pereira trabalham com 30 animais e produzem diariamente 470 litros de leite com 4,84 hectares de pastagem, o que é considerado uma grande quantidade de leite em uma área pequena para 30 animais.

“Este é o resultado do manejo e pastagem dentro das técnicas que a Emater-RO orienta a estes produtores”, afirmou o engenheiro agrônomo, Isaque Fogaça.

Participaram do dia especial sobre pecuária leiteira: Albertina Maragoni, coordenadora regional Emater-RO; Marcelo Santos Lages, gerente regional da Emater-RO; José Arimateia, diretor-técnico Emater-RO; Francisco Coutinho Mendes, vice-presidente da Emater-RO; Luiz Claudio, deputado federal, entre outras autoridades.

 Fonte
Texto: Aristides Araújo
Fotos: Aristides Araújo
Secom – Governo de Rondônia

 

Seagri reúne pecuaristas para discutir adesão ao sistema de identificação e certificação em Rondônia.

 Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) realizou uma reunião entre pecuaristas e representantes de frigorífico e da classe produtiva com o coordenador nacional do Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Alexandre Orio Bastos.

 

O propósito da reunião é de alinhar as ações para adesão de novas propriedades ao Sisbov para conseguirmos habilitar o estado ao mercado europeu”, explicou o secretário Evandro Padovani.

Alexandre Orio Bastos esclareceu que o sistema é utilizado para a identificação individual  de bovinos e bubalinos em propriedades rurais que têm interesse em vender animais que serão utilizados para produção de carne para atender aos mercados que exigem identificação individual. “Hoje essencialmente o Sisbov estrutura o processo de garantia de exportação de carne in natura para a União Europeia”, disse Bastos.

Atualmente, a União Europeia reconhece nove estados brasileiros como habilitados a exportar carne in natura para aquele bloco econômico. “O nosso objetivo é incluir o Estado de Rondônia nesse ranking de exportadores, mas para obter êxito neste processo, precisamos que previamente alguns produtores façam a adesão ao sistema, para que em fevereiro de 2016 a União Europeia possa realizar a vistoria”, pontuou o coordenador de Agropecuária da Seagri, Júlio Peres.

Segundo Padovani, a pecuária de Rondônia está atrasada em tecnologia frente à agricultura. Por isso precisa o pecuarista adotar as tecnologias que estão disponíveis no mercado. “Isso é investimento. Quando você investe, você lucra mais. Nós não podemos com a sanidade que temos perder para o Tocantins e o Distrito Federal. Iremos juntos vencer este desafio: Fiero, Idaron, Faperon, frigorífico, Mapa, Seagri e os pecuaristas,” destacou o secretário.

Fonte
Texto: Dhiony Costa e Silva
Fotos: Dhiony Costa e Silva
Secom – Governo de Rondônia

 

 

Sedam faz defesa do projeto Florestas Plantadas para a Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa

 

Técnicos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) estiveram na Assembleia Legislativa, a convite do presidente da Comissão de Meio Ambiente, deputado Jean Oliveira, para esclarecer sobre o Projeto de Lei Ordinária (PLO 200/2015), em tramitação, uma iniciativa do governo de Rondônia para instituir como política agrícola o projeto Florestas Plantadas, coordenado pela área de meio ambiente do Estado.

 

Relator da proposta, o deputado Jean solicitou a exposição a fim de subsidiar seu parecer, que irá apresentar no menor espaço de tempo possível a fim de ser submetido à apreciação da Comissão por ele presidida. Prestaram informações o secretário-adjunto Francisco de Sales de Oliveira; o engenheiro florestal Edgard Menezes Cardoso, coordenador do projeto Florestas Plantadas e o diretor-executivo da Sedam Robson Damasceno Silva.

Francisco de Sales disse que Rondônia tem desenvolvido bem a agroindústria e a piscicultura, mas uma outra vertente da vocação produtiva da região está na produção de madeira mediante o Florestas Plantadas, para atender demandas interna e externa. Ele registrou a inovação da proposta, no país, destacando que a implementação dessa política em áreas degradadas e em desuso nas propriedades rurais diminuirá a pressão sobre matas nativas.

Rondônia tem aproximadamente 1 milhão e 400 mil hectares de áreas em estado avançado de degradação, oriundas de pastos, que podem ser alvo dessa  política. São áreas que estão a margem do processo produtivo, não estão em uso nem para a pecuária nem para a agricultura, então podem ser utilizadas em políticas como o Florestas Plantadas.

O engenheiro florestal Edgard Menezes Cardoso disse que os principais objetivos das florestas plantadas são propiciar renda ao produtor rural, diminuir a pressão sobre as matas nativas, desburocratizar a extração e comercialização da madeira e contribuir para a recuperação de áreas degradadas.

O propósito do governo é alcançar, com a iniciativa, pequenos e médios produtores rurais que precisam do apoio e fortalecimento da política de fomento florestal para iniciar uma atividade produtiva diferenciada, já desenvolvida hoje por grandes empresários do ramo madeireiro, que estão plantando teca, pinho cuiabano e bandarra entre outras espécies comercializáveis.

Após a sanção da lei, será criado um conselho com as principais entidades ambientais do Estado para assessorar o Executivo nas questões ambientais, bem como promover a atualização do Zoneamento Sócio Econômico e Ecológico e a produção de sementes e mudas florestais.

Os técnicos da Sedam explicaram que o PLO 200 prevê a instituição de um fundo estadual de desenvolvimento. “O Fundo é para pesquisa, promoção, fomento, financiamento, transferência de tecnologia e extensão. A fonte de recurso para o fundo ainda precisa ser discutida, mas é imprescindível a criação de municípios verdes sustentáveis. O aporte do fundo forneceria sementes e mudas, e as prefeituras entrariam com maquinário, o Estado com o calcário e o proprietário com o espaço e a mão-de-obra”, explicou Edgard Menezes.

O governo de Rondônia espera que a proposta seja aprovada ainda este ano na Assembleia Legislativa. Ela prevê a criação de um Plano de Desenvolvimento de Florestas Plantadas, com prazo de duração indeterminado, com a revisão necessária durante sua execução.

 

Entrega do cartão ‘Mais Calcário’ marca encerramento do Programa de Aquisição de Alimentos 2015 em Costa Marques

A força do agronegócio familiar em Costa Marques

 

O município de Costa Marques recebeu  do Programa de Aquisição de Alimentos 2015 (PAA), o cartão Mais Calcário, entregue pela secretária-adjunta de Estado da Agricultura, Mary Braganhol. O documento dá direito ao município adquirir mil toneladas de calcário, gratuitamente.

 

Na ocasião, foram entregues também 23 títulos de propriedade pelo programa federal de Cadastro Ambiental Rural (CAR).

O secretário municipal de Agricultura, Euclides Sérgio, comemorou o recebimento do cartão Mais Calcário, afirmando que “estas mil toneladas do corretivo de solo vão dar um impulso muito grande aos negócios da agricultura familiar do município, que responde por mais da metade da arrecadação de Costa Marques”.

“Iniciamos a distribuição do cartão Mais Calcário aos prefeitos no início de agosto, e continuaremos atendendo a todos os pedidos até que sejam entregues as 52 mil toneladas que adquirimos junto à Companhia de Mineração de Rondônia (CMR), e doamos igualmente entre todos os municípios do estado, tendo em contrapartida o transporte que deve ser realizado por cada uma das prefeituras beneficiadas”, disse Mary Braganhol.

Cada uma das pequenas propriedades rurais familiares terá um hectare de solo corrigido a fim de aumentar a produção, seja de grãos, leguminosas, frutas, pastagens (para gado de corte e leite) ou o PH da água em tanques de peixes. A proposta do governo estadual é que o agronegócio prospere, dê renda e evite o êxodo rural. “Em 2016 queremos dobrar (104 mil toneladas) para atender a mais de 40 mil produtores do agronegócio familiar”, afirmou a adjunta da Seagri.

A força do agronegócio familiar em Costa Marques

A força do agronegócio familiar em Costa Marques

O encerramento do PAA de 2015, realizado pelo Escritório Regional da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), proporcionou a Costa Marques, durante este ano, recurso de R$ 305 mil na compra direta de produtos da agricultura familiar, que foram consumidos em escolas, hospitais e mais de 20 entidades assistenciais. Pelo menos 60 produtores foram cadastrados até o momento e a expectativa é que até o final de 2016 sejam mais de 110, segundo Geovani Marx, gerente local da Emater.

Josué Farias, dono da agroindústria Terra Viva, na Linha 2, quilômetro 15, Serra Grande, que produz queijos e doce de leite, disse que o PAA é a redenção do agronegócio familiar. “Antes, a gente fazia queijo sem a garantia de vender. Agora a gente sabe que pode produzir, que o governo compra uma grande parte. Já estamos querendo até ampliar, quem sabe até dobrar a produção”, afirmou.

Chiquinho da Emater, vice-presidente da empresa, comemorou os resultados alcançados até o momento pelo CAR no Estado com a entrega de mais de 49.2 mil títulos de terra definitivos. “Hoje, aqui em Costa Marques, foram entregues mais 23, que vieram comprovar a eficácia do programa em Rondônia.

Fonte
Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Marco Aurélio Anconi
Secom – Governo de Rondônia

 

Mapa lança programa de defesa agropecuária em fronteiras com investimento de R$ 125 milhôes

 A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) lançou nesta terça-feira (23) o Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária na Faixa de Fronteira, que prevê R$ 125 milhões em cinco anos para o fortalecimento de ações sanitárias e fitossanitárias nos 15,7 mil quilômetros de fronteira brasileira.

 

 
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) também lançou a Força Nacional do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (FN-SUASA) e processo eletrônico de exportação Canal Azul (veja mais informações abaixo). As três iniciativas fazem parte do Plano de Defesa Agropecuária 2015-2020 (PDA) apresentado pelo Mapa em maio, é um dos principais eixos que norteiam a gestão de Kátia Abreu no ministério.  
 
O Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária na Faixa de Fronteira está estruturado em quatro componentes:  
1. Fortalecimento institucional
2. Comunicação e educação continuada
3. Sistema de gestão territorial aplicado à faixa de fronteira 
4. Informação e inteligência
 
Para os dois primeiros componentes, os estados fronteiriços e o Mapa investirão RS 125 milhões em computadores, equipamentos de comunicação móvel, veículos, embarcações especiais, drones, softwares, cursos, workshops e material didático e de divulgação. 
 
Do montante previsto, R$ 35,2 milhões serão investidos no primeiro ano e o restante entre o segundo e o quinto ano de execução do programa. 
 
O objetivo é fortalecer a estrutura e a capacidade para coleta, processamento e transmissão de dados e informações nos órgãos estaduais de defesa agropecuária, nas Superintendências Federais de Agricultura e nas unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) atuantes na faixa de fronteira.
 
O programa vai implementar um sistema de gestão territorial com participação também do setor privado e do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). A finalidade é integrar toda a cadeia produtiva no suporte à gestão do risco sanitário, fitossanitário e de saúde pública associado ao ingresso de mercadorias de interesse agropecuário.
 
O Brasil possui 15.719 quilômetros de fronteiras (17,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do território nacional) com 10 países vizinhos. A faixa está localizada em 588 municípios de 11 unidades federativas (Amapá, Pará, Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).
 
Canal Azul
O Canal Azul é um processo eletrônico de exportação e importação de mercadorias agropecuárias que elimina documentos em papel e confere agilidade na liberação de cargas. O sistema já foi testado em exportações de carnes nos portos de Paranaguá, Itajaí e Santos e apresentou redução de 72 horas no tempo médio entre o carregamento dos contêineres na indústria e o embarque nos navios, o que representa corte significativo nos custos de logística de transporte e armazenagem.
 
O Programa Canal Azul foi desenvolvido pelo Grupo de Gestão em Automação e Gestão de Tecnologia da Informação (GAESI), da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). Por meio da Instrução Normativa 28 (de 23 de setembro de 2015), o Mapa incorporou o programa ao Sistema de Informações Gerenciais de Trânsito Internacional (SIGVIG) e definiu um cronograma de impleme ntação do Canal Azul para todas as cadeias do agronegócio.
 
Até o final de 2015, será ampliado para produtos vegetais que demandam certificação fitossanitária e para todas as demais cadeias produtivas e de suprimentos do agronegócio brasileiro até o final do primeiro semestre de 2016.
 
Força Nacional do SUASA
A Força Nacional do Sistema Brasileiro de Atenção à Sanidade Agropecuária (FN-SUASA) contempla medidas de assistência e controle a situações epidemiológicas, de desastres ou de desassistência aos rebanhos e às lavouras brasileiras. O objetivo é dar resposta rápida e coordenada às emergências zoofitossanitárias que representam riscos à saúde dos rebanhos e cultivos agrícolas que podem trazer prejuízos à produção. 
 
A Força já está sendo criada com uma equipe multidisciplinar formada por 628 fiscais agropecuários federais, estaduais e municipais (entre médicos veterinários e engenheiros agrônomos) que atuarão em conjunto com as demais esferas de governo e instituições envolvidas na resposta às situações de emergência em saúde animal e sanidade vegetal. 
 
A FN-SUASA será convocada sempre que for declarada emergência fitossanitária ou zoossanitária, ou em outros casos de comprovada necessidade técnica. A Força faz parte do eixo de Modernização do Plano de Defesa Agropecuária.
 
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
Priscilla Mendes e Cláudia Lafetá
priscilla.mendes@agricultura.gov.br
claudia.lafeta@agricultura.gov.br

 

Emater-RO traz mudanças e inicia nova fase de trabalho

 

Ano novo, vida nova. Assim pode-se definir o planejamento das ações da Emater-RO para o exercício de 2016. Desde que se transformou em empresa pública, a Emater-RO vem se adequando à nova estrutura e o desafio está em continuar com a excelência nos serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater), agora com maior transparência á sociedade.
 
A nova Emater, como foi chamada assim que ganhou nova formatação jurídica, não trouxe grandes mudanças na sua forma de atuação no campo, mas trouxe a garantia de uma instituição consistente e comprometida com o desenvolvimento socioeconômico local. Passado o período de adaptação, ela agora se efetiva com uma empresa pública que, em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura, tem o compromisso de levar os programas e projetos de política agrícola em nome do governo estadual, possibilitado a prestação de serviços mais qualificados, eficientes e tecnologicamente equipados.
 
Mediante a nova proposta foi preciso inovar e a busca pela transparência de suas ações resultou em uma mudança na forma de mensurar as ações de 2015 e planejar 2016. Assim a diretoria técnica e de planejamento da Emater-RO, que tem à frente, o médico veterinário José de Arimateia da Silva, reuniu sua equipe no intuito de nivelar e socializar suas ações.
 
Essa nova fase de trabalho nada mais é do que buscar a melhor organização de controle das ações realizadas pela Emater-RO. “A mudança está ma forma de mensurar as ações da Emater, visando resultados. Cada um terá que mostrar os resultados do seu trabalho não apenas a si, mas à sociedade”, afirma Arimateia.
 
Tendo por base os projetos prioritários para o desenvolvimento das ações de Ater e seus resultados no ano de 2015, foram traçadas metas para serem trabalhadas em 2016. “Cada projeto tem sua meta específica”, explica o diretor técnico, citando como exemplo, a bovinocultura de leite, cuja meta está estabelecida em um aumento da produtividade leiteira de 8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano, e o café, que prevê um aumento anual de 15{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}.
 
A ideia é trabalhar com mais transparência e isso só foi possível devido à existência de novas ferramentas capazes de mensurar essas ações. “Hoje nós dispomos de softwares que podem ser abastecidos quase que imediatamente, em qualquer lugar onde há um computador e internet”. Esses sistemas ainda são internos, mas, segundo Arimateia, enquanto ainda não for disponi8bilizado um sistema aberto toda a publicidade dos resultados obtidos será dada através à sociedade, seja nas Câmaras Setoriais, na Assembleia Legislativa do Estado, e em todos os meios de comunicação possíveis. 
 
A primeira reunião foi realizada nesta terça-feira (24), no auditório do escritório central da Emater-RO, em Porto Velho, com a equipe da gerência técnica, mas será realizada também em cada um dos sete escritórios regionais com os supervisores e assessores de projetos.
 
Wania Ressutti
Jornalista – SRTE/DRT/RO-959
Fotos: Irene Mendes
Repórter fotográfica – SRTE/DRT/RO-368
EMATER-RO