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Jovens de Machadinho fazem financiamento na Rodada de Negócios de Ariquemes

Ariquemes realiza a segunda rodada de negócios, do calendário de eventos prévios da Rondônia Rural Show, que vai acontecer de 25 a 28 de maio em Ji-Paraná.

 

para aproximar  agricultor, comerciante de maquinas e equipamentos, Emater-RO e os bancos, reunindo todos em um mesmo local para facilitar os negócios e para aproveitar as taxas do Pronaf, garantidas em 5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} até 30 de junho deste ano.

O mesmo evento já havia sido realizado em Jaru no final de semana que passou, considerado de grande sucesso pelos participantes. Agora em Ariquemes, percebe-se o otimismo do comercio pela beleza da exposição de gigantes mecânicos de uso agrícola e pequenos equipamentos,  produtos que facilitam a vida do produtor rural, expostos nos stands montados pelas empresas e distribuídos na praça dos Três Poderes de Ariquemes.

No stand da Emater-RO agricultores, agricultoras e jovens rurais circulam em busca de informações e apresentação de propostas para elaboração de projetos, para compra dos mais diversos produtos que vão desde animais melhorados a tratores e caminhões.

Uma caravana veio de Machadinho do Oeste e com ela, a família das jovens empreendedoras  rurais Janine Cordeiro de Sousa e Jessiane Cordeiro de Sousa, que assinaram com o Banco da Amazônia, um contrato de financiamento pelo Programa Pronaf Jovem para compra de vacas leiteiras.

Para entrega dos contratos de crédito foi organizada uma pequena solenidade, onde o governador Confucio Moura, o presidente da Emater Luis Gomes, o secretario de agricultura Evandro Padovani e o gerente do Banco da Amazonia em Ariquemes Gilberto Pires, fizeram uma entrega simbólica do financiamento às jovens empreendedoras, que se esforçaram para vencer a timidez e agradecer as autoridades.

 Texto: Enoque de Oliveira

Fotos: Robson Paiva

Membros da CPI dos frigoríficos devem ir ao Mato Grosso na semana que vêm conversar com os deputados do estado vizinho, eles estão enfrentando o mesmo problema de Rondônia.

Para o presidente da CPI dos frigoríficos de Rondônia, o deputado Adelino Follador (DEM), a ida da comitiva ao Mato Grosso será buscar auxilio nos trabalhos que estão sendo realizados pela Comissão aqui no Estado.

 

Em Mato Grosso, a CPI que foi instaurada na assembleia legislativa daquele estado, esta investigando a aplicação a compra de diversas plantas frigoríficas pela JBS, com sucessivo fechamento de pelo menos 12 delas, o que já causou demissão de mais de cinco mil trabalhadores no interior e tem desequilibrado a cadeia produtiva no estado.

Para o presidente da CPI dos frigoríficos de Rondônia, o deputado Adelino Follador (DEM), a ida da comitiva ao Mato Grosso será buscar auxilio nos trabalhos que estão sendo realizados pela Comissão aqui no Estado “No Mato Grosso a CPI esta trabalhando a mais tempo, eu convidei o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon) Hélio Dias, para ir junto , já que a federação de lá,  e fortíssima e tem uma estrutura muito boa, ela poderá nos auxiliar , já que eles estão trabalhando nessa possível formação de um cartel da carne a mais tempo, e que envolve provavelmente os mesmo proprietários dos frigoríficos aqui no estado” destacou Follador.

Segundo o deputado, depois que foi instaurada a CPI no Mato Grosso o preço pago pela arroba do boi lá melhorou , ele destacou ainda que hoje os donos de frigoríficos estão dando as cartas aqui em Rondônia , matando onde eles querem, o dia em que eles querem, e pagando o que eles querem “Não podemos deixar isso acontecer, não podemos suplicar para eles matarem o nosso boi, eles fecharam essas plantas, fizeram esse esquema aqui e Rondônia, e hoje os pecuaristas não tem saída, o nosso objetivo e comprovar isso de fato” desabafou o parlamentar.

Além da visita, na próxima semana, os relatórios que já estão prontos serão entregues a pedido do Ministério Público, que paralelamente a CPI da assembleia esta fazendo uma investigação para saber se a ou não a formação de um cartel dos frigoríficos aqui em Rondônia.

Os deputados que integram a CPI terão 90 dias para apurar denúncias.

Por: rondorural.com.br

Foto: Jean Carla

Agricultores de Ouro Preto do Oeste são beneficiados com Chamada Pública da Agroecologia

Famílias rurais de Ouro Preto do Oeste que optaram por uma produção saudável, com menor uso de agrotóxicos, passam a ser assistidas por meio da Chamada Pública da Agroecologia, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e executada pela Emater/RO.

 

E para reforçar a proposta, foi realizado no Auditório da Emater, escritório local de Ouro Preto do Oeste, a apresentação da Chamada Pública da Agroecologia, tendo a participação da secretaria Executiva Regional de Governo pólo Ouro Preto do Oeste, Maria Araujo de Oliveira, vereadora Rosária Helena, representando a Câmara municipal, Edio Fernandes, presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural – CMDR, Bayron Rabel, representando o deputado estadual Marcelino Tenório além da participação dos produtores rurais.

A apresentação foi realizada pelo coordenador do programa, Jurandir Mesquita, a extensionista responsável pela Chamada da Agroecologia nos municípios de Ouro Preto do Oeste, Vale do Paraíso e Teixeirópolis, Luciene Machado de Moura.

Na oportunidade, os participantes traçaram um diagnóstico com as características de suas propriedades e apresentaram demandas para futuras visitas, oficinas e capacitações. “O dia foi muito produtivo devido à excelente participação e às sugestões levantadas pelo grupo, que irão nortear os próximos passos do programa”, destacou Jurandir Mesquita.

A extensionista Luciene Machado, que já desenvolve um amplo trabalho junto as famílias, explicou que o programa tem como foco prestar assistência técnica e extensão rural para famílias de agricultores através de atividade produtivas sustentáveis agroecológicas, orgânicas e adequação ambiental, fundamentada na adoção dos conceitos da agroecologia, segurança alimentar e nutricional e sustentabilidade socioambiental, nos municípios assistidos pelo programa.

“A Agroecologia tem como objetivo a melhoria dos sistemas de produção agrícolas enfatizando a importância da biodiversidade e diversidade sócio-cultural, política, ambiental e econômica, assim como a dimensão local e o conhecimento do agricultor, buscando auto-suficiência e auto-sustentabilidade dos sistemas produtivos, sendo capaz de impulsionar um modelo de desenvolvimento sustentável”, pontuou Luciene.

Ainda segundo a extensionista, a agricultura sustentável indica, genericamente, um objetivo social e produtivo, que traga a adoção de outro modelo tecnológico que cause o menor impacto possível no ambiente, não utilizem de forma predatória os recursos naturais e traga retornos econômico-financeiros as populações rurais.

A secretaria Maria Araujo de Oliveira disse que uma das prioridades elencadas pelo governador Confúcio Moura é o fortalecimento do 3º Setor e dentro deste conceito de política pública está a chamada pública de agroecologia. A secretaria classificou o evento como muito produtivo e que a partir deste ponto novas idéias possam nortear o programa para que os resultados positivos sejam colhidos.

Texto: Alexandre Araujo
Fotos: Alexandre Araujo
Secom – Governo de Rondônia

 

Três Unidades de Conservação de Rondônia são inseridas no programa Áreas Protegidas da Amazônia

A partir deste ano, o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), do Ministério do Meio Ambiente, que tem como objetivo apoiar a criação e a consolidação de Unidades de Conservação (UCs) nas esferas federal e estadual, está implementando na sua Fase III mais três unidades de conservação em Rondônia: 

 

Parque Estadual Serra dos Reis, Estação Ecológica Samuel e Resex Pacaás Novos, que se juntarão às seis já apoiadas.

Em Rondônia, o Programa é desenvolvido através da Coordenadoria de Unidades de Conservação (CUC) da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

O Comitê do Arpa aprovou por unanimidade a adesão das UCs à rede de apoio. Com essa ampliação, a área total protegida em todo o território brasileiro alcançará 58.296.056 de hectares, que englobam em Rondônia, além dessas três novas unidades, o Parque Estadual Corumbiara, Parque Estadual Guajará-Mirim, as Reserva Extrativistas Rio Preto Jacundá e Rio Cautário, Estação Ecológica Serra Três Irmãos e para criação a Estação Ecológica Umirizal.

O titular da Sedam, Vilson Machado, disse que o estado possui especificamente 2.983.875,8511 hectares localizados em UCs federais, 2.206.860,9474 hectares em UCs estaduais, além de 4.168.105,6447 hectares distribuídos nas Terras Indígenas (TI). São grandes proporções de terra que os governos federal e estadual devem constantemente estar monitorando.

“Desde que assumimos a gestão ambiental buscamos fortalecer as nossas UCs, pois acreditamos ser uma boa estratégia que poderá, a médio prazo, ser bem sucedida na contenção do desmatamento, incidência de focos de calor e para a defesa dos remanescentes naturais”, explicou Vilson Machado.

Criado em 2002 pelo governo Federal, o programa Arpa é a maior iniciativa de proteção de florestas tropicais do mundo, suas ações foram planejadas para causar impactos positivos ao meio ambiente. A principal meta é a conservação e uso sustentável de 60 milhões de hectares – 15{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da região amazônica – até 2039.

RELATÓRIO

Outra novidade foi com relação ao último balanço operacional do Programa Arpa divulgado neste ano, que mostra Rondônia com notas superiores às médias solicitadas pelo programa, sendo um dos destaques nacionais na execução das atividades.

Segundo o relatório, quanto ao quesito execução do programa, uma unidade de Rondônia atingiu 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na avaliação: Reserva Extrativista Estadual Rio Preto Jacundá. Já o Parque Estadual de Guajará-Mirim ficou com 98{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}; a Reserva Extrativista Rio Cautário, com 97{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}; e o Parque Estadual de Corumbiara com 94{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. Nenhuma Unidade do estado apoiada pelo programa ficou com nota inferior a 85{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}.

O geógrafo e doutor em geociências e meio ambiente, Luiz Cláudio Fernandes, destacou que a atuação do estado deve-se ao empenho da atual gestão do governo de Rondônia. “Os dados de execução do Arpa são frutos de um planejamento sólido e viável”, comemorou Luiz Cláudio.

Entre as ações já realizadas, estão o fortalecimento da gestão das UCs, dotando-as de equipamentos e corpo técnico; organização de um fluxograma na Sedam, que atendesse aos tipos de UCs divididas em proteção integral e de uso sustentável; e atendimento de muitas solicitações de fiscalização dos conselhos consultivos e comunidades do entorno das UCs.

 Texto: Marilza Rocha
Secom – Governo de Rondônia

 

Certificação Sensorial: um passo além da rastreabilidade

Por José Luiz Tejon Megido, Conselheiro Fiscal do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS), Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM, Comentarista da Rádio Jovem Pan.

Em viagem pela Europa, numa região chamada Francia Corta, na Itália, ao lado de Brescia, são produzidas uvas especiais que se transformam em vinhos e destilados, grapas fantásticas como uma degustei chamada Acquavite de castanha. Imaginem que um hectare de terra aqui custa mais de um milhão e quinhentos mil euros, ou seja, estamos na terra do agronegócio sofisticado, fino e do luxo.

Mas, a lição hoje foi a de mergulhar na próxima revolução da gestão do agronegócio chamada Certificação Sensorial. Já estamos com selos, certificados de origem e rastreabilidade dentro do agronegócio brasileiro. A próxima mudança vem com um estudo que assegura o consumidor se aquela laranja, tomate, café, carne, leite ou soja, está dentro de padrões sensoriais. Quer dizer que, a medida em que o produtor certifica a sensorialidade do produto, ele estaria dizendo para você que aquele produto, além de ter rastreabilidade e segurança alimentar, ele também tem dentro dele, o padrão esperado para sua qualidade vitamínica, de sabor, de cheiro. E tudo isso muito acima do padrão da beleza. Se os melhores experts em qualidade dos alimentos aprovassem o produto, por exemplo, esse estaria dentro dos padrões sinestésicos de qualidade.

Muita comida vai para o lixo por estar feia, o pimentão que não ficou bonito, a laranja que não ganhou o troféu de miss Brasil, ou a manga que não passou no teste de top model. Com a certificação sensorial, tudo isso será desvendado, e o que vai interessar cada vez mais no agronegócio será a sua qualidade efetiva e sensorial, acima de outros padrões estéticos que só servem ao desperdício.

Em Francia Corta, na Itália, ao lado do Dr. Luigi Odelo, da Universidade de Udine, e do Instituto Assaggiatori, participei de um show de análise sensorial, com a grapa, Acquavite di Castagne.

Se vier a Itália, não deixe de visitar o Borgo Antico San Vitale, no Borgonato di Corte Franca, e você pode ver tudo isso também pela internet, através do website: www.borgoanticovitale.it

Direto da Europa, estudando o agronegócio a partir das cidades, para compreender a agrossociedade. E agora vem ai, certificação sensorial, um passo além da rastreabilidade.

Sobre o CCAS

O Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) é uma organização da Sociedade Civil, criada em 15 de abril de 2011, com domicilio, sede e foro no município de São Paulo-SP, com o objetivo precípuo de discutir temas relacionados à sustentabilidade da agricultura e se posicionar, de maneira clara, sobre o assunto.

O CCAS é uma entidade privada, de natureza associativa, sem fins econômicos, pautando suas ações na imparcialidade, ética e transparência, sempre valorizando o conhecimento científico.

Os associados do CCAS são profissionais de diferentes formações e áreas de atuação, tanto na área pública quanto privada, que comungam o objetivo comum de pugnar pela sustentabilidade da agricultura brasileira. São profissionais que se destacam por suas atividades técnico-científicas e que se dispõem a apresentar fatos concretos, lastreados em verdades científicas, para comprovar a sustentabilidade das atividades agrícolas.

A agricultura, apesar da sua importância fundamental para o país e para cada cidadão, tem sua reputação e imagem em construção, alternando percepções positivas e negativas, não condizentes com a realidade. É preciso que professores, pesquisadores e especialistas no tema apresentem e discutam suas teses, estudos e opiniões, para melhor informação da sociedade. É importante que todo o conhecimento acumulado nas Universidades e Instituições de Pesquisa seja colocado à disposição da população, para que a realidade da agricultura, em especial seu caráter de sustentabilidade, transpareça.

Mais informações no website: http://agriculturasustentavel.org.br/.

Acompanhe também o CCAS no Facebook: http://www.facebook.com/agriculturasustentavel

 

Seguro agrícola terá orçamento de R$ 400 milhões após contingenciamento

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse que, após o contingenciamento do Orçamento deste ano, o seguro agrícola da safra 2016/2017 contará com R$ 400 milhões.

 

O anúncio foi feito durante reunião com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília. Apesar do corte, o Mapa trabalha para manter a mesma proteção alcançada em 2014 para as culturas de maior risco.
 
A Lei Orçamentária Anual 2016 sancionada pela presidente Dilma Rousseff previa R$ 741,6 milhões para subvenção ao seguro agrícola. Com os cortes de despesas anunciados na semana passada – medida que faz parte do esforço do governo federal para readequação fiscal –, o montante ficou em R$ 400 milhões.

O orçamento total do Mapa diminuiu 27{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} (de R$ 2,037 bilhões para R$ 1,483 bilhão). As demais áreas atingidas pelo corte, além do seguro rural, serão anunciadas oportunamente.

“Vamos fazer o trabalho de acordo com a tarefa que recebemos e cumpriremos a determinação com tranquilidade”, ressaltou a ministra. Apesar do corte, completou ela, as culturas de maior risco manterão o mesmo número de apólices e área protegida de 2014.

Kátia Abreu afirmou que as atividades prioritárias do Mapa não serão prejudicadas pelos cortes. Lembrou que, em 2015, o contingenciamento imposto ao ministério foi de R$ 580 milhões, mas, devido à economia de gastos de R$ 389 milhões ao longo do ano, o impacto real foi de apenas R$ 198 milhões.

“Ao transferirmos recursos da atividade meio para atividade fim, nosso impacto real foi menor. Estamos tentando aproximar ao máximo o Mapa da realidade da iniciativa privada, com menos gasto com a máquina, porque devemos atender ao nosso patrão, que é o contribuinte”, observou Kátia Abreu.

Subsídio

A ministra anunciou ainda mudança na porcentagem da parcela subsidiada pelo governo federal, que passará de 40{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a 70{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} para 35{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a 45{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na safra 2016/2017. A medida permite que mais produtores e maiores áreas de plantio sejam contemplados.

De acordo com cálculos do Mapa, os R$ 400 milhões serão suficientes para proteger 6,40 milhões de hectares em todo país, em 81,7 mil apólices. No ano passado, o orçamento de R$ 282,3 milhões cobriu 2,89 hectares em 40,5 mil apólices.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
Priscilla Mendes
priscilla.mendes@agricultura.gov.br
imprensa@agricultura.gov.br

Rodada de negócio em Ariquemes deve superar R$ 150 milhões em propostas de financiamento

Sete municípios de Rondônia vão receber as rodadas de negociação que antecedem a Rondônia Rural Show

A 5ª Rondônia Rural Show, deverá movimentar e reunir centenas de empresários, produtores rurais e instituições bancárias, com a expectativa de alinhar cerca de 200 propostas de financiamento para o agronegócio.

 

Em nome do Governo de Rondônia, técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) realizam trabalho de orientação aos produtores rurais, sobre a importância de se antecipar as providências de caráter burocrático junto a rede bancária, de modo que durante a feira essa etapa já tenha sido superada, possibilitando aos produtores e empresários do agronegócio, tempo e disponibilidade para vistoriarem e decidirem sobre os melhores equipamentos e insumos para suas respectivas áreas de produção.

Superando as expectativas da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), a rodada de negócio da região central (Jaru) foi um sucesso de público, com um total de 152 propostas de financiamentos concebidas, segundo informou o professor Kleber Rodrigues Pereira, da Supervisão do Escritório Regional da Emater em Ji-Paraná. A previsão é de que a rodada de negócios de Ariquemes supere esta marca, já que engloba todos os municípios da região Vale do Jamari, considerada uma das mais pujantes em projetos para agricultura, pecuária (carne e leite), piscicultura, grãos e exemplar no âmbito da agricultura familiar.

Segundo o titular da Seagri, Evandro Padovani, um outro fator importante para realização antecipada das rodadas de negócios é prazo de vigência para financiamento do plano safra 2015/2016 que expira já em junho, e que disponibiliza recursos com taxa de juros subsidiada (5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}). Segundo ele, é preciso aproveitar as oportunidades disponíveis com o lastro de segurança do Banco do Brasil (BB), Caixa Econômica (CEF) e Banco da Amazônia (Basa).

A afirmação do secretário justifica o sucesso dessas rodadas de negócios, já que a previsão é de que as taxas de juros que serão praticadas no plano safra 2016/2017 sejam maiores que as atuais, segundo informou José de Arimatéia, diretor técnico da Emater, que prevê para Ariquemes resultados superiores aos cerca de R$ R$ 150 milhões em negócios realizados em Jaru.

A rodada de negócios de Ariquemes pretende reunir todos os produtores rurais e empresários do agronegócio de todos os municípios da região do Vale do Jamari – Alto Paraíso, Buritis, Cacaulândia, Campo Novo, Cujubim, Machadinho do Oeste, Monte Negro e Rio Crespo, além do populoso Município de Ariquemes, devendo também atrair outros interessados dos municípios de Itapuã do Oeste, Candeias e de Porto Velho.

Considerada uma das mais populosas do Estado de Rondônia, a região do Vale do Jamari, segundo dados da área de fronteiras do Governo Federal tem 230 mil habitantes, com 38{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dessa população vivendo e produzindo no campo. De acordo com esses mesmos dados, são 16 mil famílias de agricultores familiares (assentados) que dependem dos incentivos oficiais.

Sete municípios de  Rondônia vão receber as rodadas de negociação que antecedem a Rondônia Rural Show

Sete municípios  de Rondônia vão receber as rodadas de negócios que antecedem a Rondônia Rural Show

Segundo o governador de Rondônia, Confúcio Moura, esses dados elevam ainda mais a responsabilidade de seu Governo, e por isso as iniciativas de apoiar a produção sustentável visam criar alternativas inovadoras de produção capaz de gerar renda e uma vida mais feliz para todas essas famílias.

O gerente do escritório regional da Emater na região  do Vale do Jamari, Aluízio Gonçalves  de Santiago, informou que o produtor que não puder comparecer a rodada de negócios, pode procurar um dos escritórios da Emater até junho e fazer suas propostas. “Essa é uma grande oportunidade para o produtor rural fazer seu empréstimo, Bancos, extencionistas e empresas no mesmo local para atender o homem do campo”, disse.

O gerente comercial da empresa Iveco, Douglas Ruthes, diz estar animado com a oportunidade de mostrar a nova linha de veículos leve que atende o homem do campo. “A expectativa é de 30 propostas durante as sete rodadas de negócios”, projeta.

O produtor de leite Antônio, acompanhado da esposa Ireni, disse que entrega diariamente para o laticínio 70 litros de leite e que um reservatório resfriador vai ajudar bastante no trabalho,  e que a rodada de negócios está facilitando as negociações. “Aqui remos a assistência técnica da Emater, o banco para fazer o empréstimo e a empresa expondo o equipamento”.
Para  produto de café  do município de Alto Paraíso, Marcos alves, o momento é oportuno para  adquirir o tão sonhado micro-trator. “Quero otimizar o tempo para produzir mais”, explica.

Obedecendo a programação da Secretaria da Agricultura, as próximas rodadas de negócios estão marcadas para os dias 26 e 27 próximos em Nova Mamoré; dias 1º e 2 de março em São Miguel do Guaporé; 4 e 5 em Rolim de Moura; 9 e 10 em Cacoal, e dias 11 e 12 de março em Colorado do Oeste, fechando o ciclo de rodadas de negócios da 5º Rondônia Rural Show.

Texto: Cleuber R Pereira e Suely David
Fotos: Suely David
Secom – Governo de Rondônia

Preço das hortaliças apresenta alta nos principais mercados atacadistas, cenoura e tomate registraram as maiores elevações.

As principais hortaliças comercializadas nas centrais de abastecimento (Ceasas) no país apresentaram alta nos preços.

 

É o que revela o 2º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Ceasas em 2016, divulgado nesta terça-feira (23) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Este comportamento já é esperado para o período e reflete a menor oferta dos produtos, provocada em grande parte, pelas condições climáticas mais desfavoráveis para produção de hortaliças. O estudo avalia os valores praticados em janeiro deste ano.

Entre os produtos analisados, tiveram maior destaque cenoura e tomate que registraram as maiores elevações. A menor alta da cenoura foi verificada no Rio de Janeiro, com percentual de 14,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, enquanto a maior em Campinas, chegando a 65{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. O plantio e a colheita do produto no Sul do país foram afetados pela incidência de chuvas, diminuindo a oferta do produto no mercado interno. Já o tomate chegou a registrar alta de 84,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no Rio de Janeiro e de 70,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no Espírito Santo. No entanto, para fevereiro a tendência é que os preços comecem a se acomodar, uma vez que os valores remuneradores do produto e a diminuição das chuvas incentivem uma maior produção da cultura, aumentando a oferta de tomate.

Também acompanharam o movimento de alta, devido as constantes chuvas, batata, registrando elevação de 20,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em Campinas, alface com índice chegando a 37,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em São Paulo, e cebola com acréscimo de 34{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em Vitória.

Frutas – O aumento dos custos de produção registrados em 2015 tem preocupado o setor de maneira geral. Caso este movimento se mantenha, o cultivo de determinados produtos pode ser limitado, provocando reduções de área ou migração para outras culturas mais atrativas. Além disso, as altas temperaturas e a restrição de irrigação provocam baixa produtividade ocasionando tendência de alta para os próximos meses. A elevação do dólar continua favorecendo as exportações, também causando impacto na oferta das frutas no mercado interno.

A banana registrou a maior alta no Rio de Janeiro, com 33,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, e a principal queda foi verificada no Paraná, chegando a 15{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}. As chuvas ocorridas no final do ano passado e início de 2016 ajudaram a alavancar a produtividade em algumas regiões. No entanto, o prosseguimento das precipitações em determinadas áreas produtoras afetou a produtividade e a qualidade do produto.

As condições climáticas também influenciaram na comercialização da melancia, uma vez que a safra que abastece o mercado atualmente está localizada no Sul do país, pressionando os valores comercializados. Já o mercado de São Paulo registrou queda nos preços, devido a entrada da safra de alguns municípios do próprio estado que conseguiu atender a demanda interna.

A maior alta do mamão foi verificada no Espírito Santo. As altas temperaturas e o pouco volume de chuvas no estado capixaba impactaram na produtividade da safra, diminuindo a oferta do produto na região. Algumas centrais de abastecimento, no entanto, apresentaram maior oferta do produto devido a produção baiana, pressionando para baixo os preços, como ocorreu em Fortaleza.

Já a laranja apresentou desenvolvimento acelerado em meio às chuvas constantes, ocasionando a colheita intensa e antecipada nos meses de dezembro e janeiro. Todavia, esse crescimento acelerado faz com que o produto fique fora do padrão do mercado atacadista in natura, sendo absorvido pela indústria, havendo assim redução na oferta do produto em praticamente todos os entrepostos. A fruta registrou queda de preços de 9,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em São Paulo e alta de 28,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no Paraná.

A maçã foi a única fruta a apresentar um comportamento uniforme nos preços, com alta em todos os entrepostos pesquisados. Esse aumento nas cotações é reflexo dos altos custos necessários à manutenção da fruta. Além disso, intempéries climáticas ocorridas durante o período de desenvolvimento e maturação da maçã resultam em uma menor disponibilidade do produto nos mercados.

Comercialização – Neste mês, o estudo também traz a comercialização dos hortigranjeiros realizada em 2015. Ao longo do ano, foram ofertados 15,8 milhões de quilos de produtos hortigranjeiros nas centrais de abastecimento em todo o país, movimentando mais de R$ 30 bilhões. A quantidade comercializada apresenta uma queda de 2,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação a 2014, mas houve um aumento de 4,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no valor transacionado. Esta queda no quantitativo pode ser explicada pelas questões climáticas registradas no ano passado, além da restrição da irrigação e do aumento no custo dos insumos, o que impacta na oferta e, conseqüentemente, no aumento dos preços dos produtos.

O levantamento é feito nos mercados atacadistas, por meio do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), executado pela Conab, e considera a maioria dos entrepostos localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e no Ceará.

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CPI dos Frigoríficos ouve os primeiros depoimentos e aprova requerimentos

Parlamentares solicitaram informações de vários órgãos e alteraram horário das próximas reuniões.

 

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), formada para apurar possível formação de cartel dos frigoríficos para definir o preço da arroba do boi reuniu-se pela segunda vez na tarde desta segunda-feira (22) no Plenarinho da Assembleia Legislativa.

Sob a presidência do deputado Adelino Follador (DEM) a CPI também está integrada pelo deputado Ribamar Araújo como vice-presidente, o deputado Lazinho da Fetagro (PT) como relator e os deputados José Lebrão (PTN) e Laerte Gomes (PEN) como membros.

O principal objetivo da CPI é apurar os motivos do aumento considerável do preço da carne bovina no Estado, uma vez que o preço da arroba do boi está em baixa. De acordo com o presidente da comissão, além do arrocho no preço da carne, a comissão deverá apurar vários critérios incluindo a isenção fiscal cedida pelo Estado aos frigoríficos.

Na reunião de hoje, a CPI começou a ouvir os primeiros depoimentos de técnicos que realizaram os levantamentos de números relacionados ao mercado da carne em Rondônia.

O economista Francisco Aroldo Vasconcelos de Oliveira, assessor técnico da CPI, realizou apresentação sobre a cadeia produtiva da carne bovina no Brasil, onde demonstrou que o rebanho é de mais de 212 milhões de cabeças distribuídos em 160 milhões de hectares.

Em Rondônia, o mercado da carne representa 20,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do Produto Interno Bruto (PIB), com cerca de 14 milhões de bovinos e bubalinos em 124 mil propriedades rurais, sendo que destas, 94 mil se destinam a criação, com média de 146 cabeças por propriedade. Os números transformam Rondônia no 6º maior rebanho do Brasil e o 5º em rebanho abatido.

Aroldo informou que em 2010, Rondônia contava com 19 plantas para o abate, fechando o ano de 2015 com apenas 11, sendo que o rebanho saltou de pouco mais de 10 milhões de cabeça para quase 15 milhões em 2015.

As unidades atuais que possuem SIF (Serviço de Inspeção Federal) tem capacidade de abate de cerca de 10 mil cabeças ao dia. Atualmente oito unidades com SIF paralisados reduzem em mais de quatro mil cabeças que poderiam ser abatidas, o que aumentaria para quase 15 mil cabeças/dia de abate. As unidades paralisadas deixam de gerar 3.800 empregos diretos, ao ano.

O presidente da Federação da agricultura e pecuária (Faperon), Hélio Dias, disse estar empenhado juntamente com os parlamentares em buscar solução dialogada para o restabelecimento dos preços praticados no Estado. Na contramão do preço do boi, afirmou os insumos para produção subiram vertiginosamente, pois muitos são estabelecidos em dólar.

Hélio afirmou acreditar que a criação da CPI “foi uma medida difícil de ser tomada, mas necessária”. Finalizou dizendo que o sentimento dos produtores de Rondônia é o mesmo, “a necessidade de rever os preços, para que pelo menos retorne aos valores de julho de 2015 para reduzir as perdas”. 

Representando a Idaron, o gerente de defesa sanitária, Fabiano Alexandre dos Santos, disse que deve constar na pauta da CPI também a abertura de novos mercados citando como exemplo a visita da União Europeia que virá em março para certificar a carne rondoniense, possibilitando a exportação para aquele mercado, o que deve melhorar o preço aos produtores de Rondônia.

Segundo ele, somente em 2016 foram emitidos aproximadamente 25 mil GTA (Guia de Transporte Animal) para saída de animais para outros estados. Esta é uma tendência com a baixa da pauta do boi internamente. Explicou que outra tendência é que as exportações eram maiores com bezerros e que atualmente se observa aumento do boi com maior idade (acima de dois anos).

 

Requerimentos

Após as explanações foi colocada em votação uma série de requerimentos, que foram todos aprovados. O primeiro será direcionado para a Empresa de Assistência Técnica Rural (Emater), solicitando cópia da pesquisa semanal de preços nos dois últimos anos; O segundo para a Superintendência Federal de Agricultura (SFA), órgão ligado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a relação dos frigoríficos com SIF no Brasil com capacidade para abate de 2010 a 2016 e números de animais efetivamente abatidos.

Outro ao governo do Estado direcionado a Suder e Sefin, requerendo a relação dos frigoríficos em Rondônia de 2010 a 2016 que receberam benefícios fiscais bem como a documentação que regulamenta os incentivos e obrigações devidas (contrapartida).

Para a Agência Idaron a fim de que informe a saída de animais (GTAs expedidos) de 2014 a 2016, se possível mensalmente. Para a Faperon requerimento para fornecer notas fiscais de produtores, ressalvando a identidade do produtor de março, julho e novembro de 2015, onde conste o preço pago pelo boi, preferencialmente de diversos frigoríficos.

Para o economista Aroldo foi solicitada a realização de um comparativo de perda no preço em dólar, mês a mês e do quantitativo de imposto que o Estado deixou de arrecadar com a defasagem.

O deputado Laerte Gomes indicou que seja solicitado relatório do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) e ao Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) relatório das visitas realizadas nos frigoríficos, periodicidade, os nomes dos fiscais que fazem as visitas e cópias dos registros de visitas das aferições das balanças.

Também pediu a documentação do Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder) e Secretaria de Finanças (Sefin) das unidades que foram fechadas e se as mesmas cumpriram o contrato com o governo do Estado.

Requerimento ao secretário da Sefin que solicite junto ao Conselho de Fazenda Nacional (Confaz) que busque junto aos demais estados os incentivos fiscais que são concedidos aos frigoríficos nas demais unidades da federação.

Ao final foi votado e aprovado a alteração do horário da reunião, das 15 para as 16h o início, sempre as segundas-feiras.

 

ALE/RO – DECOM – [Geovani Berno]

Foto: José Hilde

Pré-show de Crédito em Jaru abre as sete rodadas de negócios que antecedem a 5 Rondônia Rural Show

O Pré-show de Crédito de Jaru, primeira de sete rodadas de negócios que antecipam a 5ª Rondônia Rural Show, superou todas as expectativas ao realizar dezenas de assinaturas de intenção de compra de equipamentos e insumos aproveitando os juros baixos do plano safra 2015/2016.

 

A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com a Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), instituições financeiras, fabricantes e representantes comerciais, promove até o final de março o Pré-show de Crédito em sete municípios pólos.

Jaru está localizado na região conhecida como Território Central de Rondônia, que engloba ainda os municípios de Jí-Paraná, Ouro Preto, Presidente Médici, Jorge Teixeira, Theobroma, Vale do Anari, Mirante da Serra, Urupá, Teixeirópolis, Nova União, Alvorada do Oeste e Vale dos Parecis, além dos distritos de Colina Verde, Tarilândia, Nova Londrina, Nova Colina, Novo Riachuelo, Estrela de Rondônia e Rondominas.

O plano safra 2015/2016, que disponibiliza recursos a juros subsidiados (5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} ao ano), para o agronegócio familiar, e que tem vigência até o final de junho, é um dos fatores para a realização das sete rodadas de negócios antecipadas. As próximas acontecem, a partir das 8h, em Ariquemes, nos dias 23 e 24 de fevereiro; Nova Mamoré, nos dias 26 e 27 de fevereiro; São Miguel do Guaporé, nos dias 1 e 2 de março; Rolim de Moura, nos dias 4 e 5 de março; Cacoal, nos dias 9 e 10 de março; e em Colorado do Oeste, nos dias 11 e 12 de março deste ano.

“As taxas de juros que serão praticadas no plano safra 2016/2017 tendem a ser maiores que as atuais″, pontifica José de Arimatéia, diretor técnico da Emater-RO, que prevê a realização de “algo em torno de R$ 150 milhões em negócios só aqui em Jaru”.

Edson Dias, diretor da revenda Budny de Jí-Paraná, presente nos Pré-show em Jaru, diz que “esta idéia do governador Confúcio Moura é uma ótima estratégia quem vem desburocratizar os trâmites bancários”. Dias estima que as rodas de negócios antecipadas aumentarão em até 30{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} as vendas concretizadas na 5ª Rondônia Rural Show.

O sócio-proprietário da Casa da Lavoura e gestor da unidade de Jaru, Sandro Ramos, afirma acreditar  que “num ano atípico, com aumento das taxas de juros, a iniciativa vai alavancar os negócios em mais de 25{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}”.

Orácio de Alcântara, gerente da agência do Banco da Amazônia (Basa) de Jaru, diz que a iniciativa do governo vem facilitar as projeções de negócios, ajudando a arrumar o cadastro, para chegar na 5ª Rondônia Rural Show já com os negócios fechados.

Os sete encontros macro visam agilizar os tramites das propostas de financiamento de máquinas, equipamentos, insumos e demais bens agrícolas, pois as instituições financeiras necessitam de até 60 dias para realizar as operações de avaliação de cada proposta. “Permitindo que a liberação dos créditos propostos aconteçam durante a realização da 5ª Rondônia Rural Show, onde os produtores do agronegócio poderão concretizar seus sonhos de aquisição de tecnologias e, com isso, aumentarem a produtividade dos seus empreendimentos”, explica Evandro Padovani, secretário da Seagri.

Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Marco Aurélio Anconi
Secom – Governo de Rondônia