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Orçamento para 2016 é aprovado com ampliação de recursos para o setor agrícola em Rondônia

O orçamento de 2016, elaborado pelo Executivo estadual, foi aprovado pelo plenário da Assembleia Legislativa em sessão extraordinária nessa quarta-feira (16).

A lei aprovada que estima a receita e fixa a despesa do Estado estipula o orçamento em R$ 6.623.012.164,00. Em relação ao ano passado, o valor é R$ 600 milhões menor, mas isso não significa decréscimo na previsão da receita, segundo o relator do PLO 201/2015, deputado Cleiton Roque.

O vice-líder do governo explica que alguns veículos de imprensa noticiaram ter ocorrido uma redução na previsão da receita. “Não procede a informação. O que aconteceu foi uma alteração na maneira de contabilizar as receitas dos estados. No ano passado, por exemplo, as transferências correntes, constitucionais, que são a contraparte, um direito dos municípios, entraram no orçamento do Executivo estadual como receita e, ao mesmo tempo, essas transferências, quando aconteciam, eram dadas como saída, como despesa no orçamento”, disse.

Segundo o relator, a partir do ano que vem, por orientação do Tribunal de Contas e pelas normas da contabilidade internacional, essas transferências serão contabilizadas como dedução de receita.

Foi essa forma de elaboração do orçamento anterior para este que gerou a diferença, explicou Cleiton Roque, destacando que a previsão de crescimento no orçamento de 2016 é de 5,71{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} para todos os Poderes. “E essa previsão de crescimento é feita com base no comportamento dos três últimos orçamentos; tudo é somado, e se faz uma média, receita por receita”, afirmou.

A mais relevante alteração promovida pelos deputados no orçamento foi na agricultura. “Entendemos que os recursos para investimento, R$ 10 milhões, estavam aquém das necessidades. Atendendo ao pleito dos deputados, principalmente da Comissão de Agricultura, como o deputado Lazinho, Adelino Follador e outros que atuam muito no setor, o valor foi praticamente dobrado”, disse Cleiton Roque.

O investimento passou para R$ 18 milhões, 80{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} a mais do valor original, ocorrendo melhoria também nos recursos destinados para a cultura. “Todas as alterações foram de comum acordo com o Executivo”, registrou o deputado Cleiton Roque.

Todas as emendas propostas pelos deputados foram acatadas no prazo regimental.

Cleiton Roque considerou oportuno registrar outra diferença em relação ao orçamento do ano passado. “Quando se fixava uma previsão de receita, o que estava fixado para os demais Poderes o estado tinha de transferir de qualquer forma. Mesmo que não tivesse aumento de receita. Agora, não. Houve crescimento, divide entre os Poderes de acordo com o percentual constitucional que cabe a cada um deles. Houve queda?  Divide o prejuízo também com os demais Poderes”, ressaltou.

Fonte
Texto: Mara Paraguassu
Secom – Governo de Rondônia

Cartilha com orientações básicas para o Cadastro Ambiental Rural

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é o registro público eletrônico das informações ambientais dos imóveis rurais.

O cadastramento é  gratuito e obrigatório para todo imóvel rural (propriedades ou posses). Você pode encontrar mais informações nessa cartilha, com orientações básicas e no site www.car.gov.br.

Se tiver alguma dificuldade para fazer seu CAR, peça ajuda nos órgãos ambientais e de extensão rural de seu estado ou município. 

Em Rondônia você pode obter mais informações na Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam):

Estrada do Santo Antônio no 5323, Triângulo
Porto Velho/RO
Telefone: (69) 3216-1075
E-mail: gabinete@sedam.ro.gov.br

 

Baixe aqui a Cartilha de orientações básicas para o CAR.

Patrulha Rural em Rondônia fecha o ano com redução dos índices de criminalidade.

Crimes ambientais, roubo de gado e conflitos agrários, essas são as principais ocorrências registradas na zona rural de Rondônia, em 2015, para dar a maior tranquilidade aos moradores do campo a policia militar do estado vem atuando em todas as regiões e praticamente com todo o efetivo da PM.

Por isso os resultados começaram a aparecer, nota-se que todos os tipos de crime registraram redução após a implantação da Patrulha Rural, segundo comandante geral da corporação coronel Nilton Kisner, em algumas localidades a redução foi bastante grande, um exemplo é a região de Cujubim, “lá tivemos redução em praticamente todas as ocorrências, desde homicídios até a recuperação de veículos roubados em relação aos meses anteriores” frisou Kisner.

Para ele a meta para 2016 é trabalhar em parceria com órgãos ligados as comunidades, isso daria uma maior agilidade e também melhores conhecimentos aos policias que atuam no patrulhamento rural. “A missão é combater a violência nessa área, mas a patrulha também é treinada para interagir com o homem do campo, sendo seu referencial de cidadania” acrescentou o comandante.

Fonte: PM/RO

Reportagem: Eduardo Kopanakis

Foto: Jean Carla Costa

 

Fábrica de alimentos e cosméticos de Mirante da Serra busca parceiros para criação de avestruz

Óleo de avestruz, rico em ácidos graxos, como ômegas 3, 6, 7 e 9

O empresário José Cardozo, em reunião na Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri),  apresentou o progresso alcançado nos últimos 12 anos produzindo alimentos e cosméticos à base de carne e óleo de avestruz.

 

O sucesso do empreendimento chama a atenção por ser genuinamente rondoniense e ter parque fabril em Mirante da Serra, a 385 quilômetros da Capital Porto Velho. O óleo de avestruz possui grande quantidade de ácidos graxos, os conhecidos ômega 3, 6, 7 e 9.

Cardozo se interessou pelo avestruz ao ver seu potencial comercial. “É a maior ave do planeta, pesa tanto quanto um homem (60 a 90 quilos), é dócil, exige pequenas áreas e é praticamente imune a doenças”.

Outro fator importante foi a constatação de que o óleo do avestruz possui grande quantidade de ácidos graxos. “Hoje somos a única indústria do mundo a produzir em larga escala este óleo”, disse.

A nutricionista Luana Cardozo, filha de José Cardozo, é responsável pela pesquisa e planta industrial. Ela diz que “a carne do avestruz é muito nutritiva e é um alimento que minimiza doenças. As propriedades do óleo vão ainda mais longe, regenerando tecidos e é coadjuvantes eficaz nos tratamentos de doenças degenerativas neurológicas e mesmo na diabetes crônica, aids e câncer”.

A nutricionista relatou que várias pessoas têm usado o produto e os resultados são surpreendentes, conforme mostram exames feitos por renomados institutos e laboratórios, como o da Universidade Federal do Pará (UFPA) – Instituto de Ciências  Exatas e Naturais (Icen), Centro de Biotecnologia do Amazonas (CBA) e o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) de São Paulo.

José Cardozo explicou que tudo se aproveita desse animal: a carne, o óleo, as plumas, o couro (acessórios como bolsas, calçados, vestimentas) e até os ossos que podem ser usados como cabo de facas de luxo. “Por isso temos dois Serviços de Inspeção Federal (SIF), um para alimentos e outro para cosméticos”.

Óleo de avestruz, rico em ácidos graxos, como ômegas 3, 6, 7 e 9

Óleo de avestruz, rico em ácidos graxos, como ômegas 3, 6, 7 e 9

O secretário estadual da Agricultura, Evandro Padovani, após a apresentação, se prontificou em buscar parceiros (cooperativas e associações) que queiram criar o avestruz em Rondônia, já que quase toda a matéria-prima usada na fábrica de Mirante da Serra vem de outros estados, como São Paulo e Paraná.

Padovani  afirmou que vai agendar reuniões com entidades de pesquisa, como a Fundação Rondônia de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e saúde via Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). “Agendaremos  também com parceiros que tratam da produção e da comercialização, como a Superintendência Estadual de Desenvolvimento de Rondônia (Suder)”.

 Fonte

Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Dhiony Costa e Silva
Secom – Governo de Rondônia

Infestação de carrapatos em bovinos aumenta nesta época do ano

Temperaturas acima de 27°C e alta umidade do ar contribuem para a multiplicação de carrapatos bovinos (Rhipicephalus microplus).

 

De acordo com a veterinária Márcia Cristina de Sena Oliveira, pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos – SP), condições ambientais propícias, como nesta época de chuva e calor, afetam diretamente a esses parasitas, facilitando a eclosão de larvas provenientes dos ovos colocados nas pastagens.

Segundo a pesquisadora, os prejuízos produzidos pelos carrapatos são significativos e difíceis de serem calculados. “Os gastos no controle do parasita são representativos, como construção de banheiros de aspersão, compra de acaricidas, pagamento dos serviços, medicamentos, redução da natalidade, entre outros. Além disso, os tratamentos podem gerar resíduos na carne e no leite e, ainda, contaminar o meio ambiente”, destaca.

Outra preocupação é com a saúde e bem-estar dos animais. Os carrapatos se alimentam de sangue. Cada fêmea pode ingerir até 0,5 ml. Ainda, transmitem hemoparasitas para os bovinos, microrganismos que produzem doenças hemolíticas graves, conhecidas como a tristeza parasitária bovina (TPB). Os principais sintomas da TPB são apatia, prostração, mucosas oculares pálidas ou amareladas, febre acima de 40°C, desidratação, urina escura. Podem apresentar também sinais neurológicos, principalmente relacionados à coordenação motora.

De uma forma geral, a infestação de carrapatos nos bovinos pode provocar perda de peso, diminuição na produção de leite, danos no couro, anemia, entre outros malefícios.

Os métodos de controle devem incluir ações para reduzir o número de parasitas no gado e nas pastagens. O controle estratégico, conforme a pesquisadora, deve ser realizado com um acaricida que apresente mais de 90{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de eficácia e ser iniciado na primavera, com intervalos de 21 dias, até que se consiga uma infestação baixa no rebanho (cerca de 20 carrapatos/animal). É importante que os acaricidas sejam usados nas concentrações indicadas pelos fabricantes, em dias secos, para que a chuva não lave o medicamento. A rotação de pastagens também é recomendada, dando um descanso maior de 90 dias para os piquetes. Outra dica é usar animais com suscetibilidade reduzida, o que irá diminuir a necessidade de tratamentos e a quantidade de parasitas nas pastagens.

Ciclo

Os carrapatos apresentam vários estágios de desenvolvimento. Márcia explica que as fêmeas, repletas de sangue, caem dos bovinos e fazem a postura dos ovos nas pastagens. Esses ovos originam as larvas, conhecidas como micuins, que ficam na ponta das folhas do capim.

Atraídos pelo calor, prendem-se aos bovinos. Fixados na pele, alimentam-se do sangue do animal. Em seguida, as larvas transformam-se em ninfas e, posteriormente, sofrem diferenciação sexual. Os machos fecundam as fêmeas, que, ao redor do 21° dia, se ingurgitam com o sangue dos bovinos e caem para fazer a postura nas pastagens, reiniciando o ciclo.

Cada fêmea pode colocar cerca de três mil ovos. As altas taxas de carrapatos em alguns sistemas de criação de bovinos é resultado da grande infestação presente nas pastagens, abrigo de cerca de 90{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} desses parasitas.

A redução dessa população só ocorre quando as condições ambientais não forem mais propícias ao desenvolvimento das larvas nas pastagens, ou seja, no período seco e frio. Porém, a larva pode se manter viável por períodos de até 200 dias nas pastagens, o que dificulta o controle.

 

Gisele Rosso (MTb/3091)
Embrapa Pecuária Sudeste

Telefone: (16) 3411 5625

Ampliação de estradas impulsiona produção rural e transporte escolar.

A Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric), entregou vários equipamentos para o desenvolvimento de agroindústrias na região do Assentamento Joana d’Arc.

 

Na ocasião, o secretário, Leonel Bertolin, informou aos produtores como está se desenvolvendo o trabalho de abertura e manutenção de estradas rurais no município de Porto Velho.   De acordo com ele, a Semagric conseguiu grandes avanços nessa área. Os trabalhos iniciados em 2013, com poucos homens e máquinas, logrou resultados importantes, mas a enchente do ano seguinte interrompeu um pouco sua continuidade. Apesar das dificuldades, foi possível desobstruir e manter abertas muitas linhas e ainda avançar na abertura de estradas em locais primários, ou seja, onde não há cascalho disponível. “Neste ano, porém, concluímos os serviços em muitos locais onde havíamos apenas iniciado, de forma que vamos finalizar o ano com praticamente três mil quilômetros de estradas vicinais”, afirmou Bertolin.

Boas estradas são importantes para o transporte da produção e para o transporte escolar. No município, há hoje em torno de dois mil e novecentos quilômetros de malha viária para linhas de ônibus escolar. “Quando assumimos os serviços havia um pouco mais que mil e oitocentos quilômetros. Construímos quase novos mil quilômetros”, disse o secretário, afirmando também que as estradas incidem na melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais, proporcionando aumento do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) das escolas. “Havia casos de crianças que saíam às quatro da madrugada e hoje saem com uma ou meia hora antes do horário das aulas. As boas estradas melhoram o desenvolvimento escolar e o transporte da produção rural, ajudando a fixar as famílias no campo e evitando o inchaço populacional das cidades. Abrir e manter arrumadas as estradas vicinais é importante para a vida do município”, destacou Bertolin.

As equipes de estradas rurais da Semagric estão atuando em diversas regiões do município. Há patrulhas atuando na Ponta do Abunã, União Bandeirantes, setor de chácaras da Grande Porto Velho, BR-319 e no Assentamento Joana d’Arc, incluindo a Vila Franciscana.

O avanço na construção das linhas e das estradas, como também a manutenção do que foi aberto, tem elevado o transporte da produção, que atualmente é superior a 300 toneladas/mês, quando chegava a apenas 50 toneladas em 2012.  

Na solenidade de entrega dos equipamentos para as agroindústrias, também esteve presente o secretário adjunto municipal de Serviços Básicos (Semusb), Itamar Ribeiro. Ele explicou que a Semusb está realizando um estudo acerca da destinação final de resíduos sólidos em áreas rurais. É tanto o caso dos resíduos da produção como também do próprio lixo doméstico. Muitas vezes esse material é enterrado ou queimado, produzindo poluição ambiental. “Vimos ver a realidade com a qual eles lidam, a fim de que possamos elaborar um planejamento. Vamos debater com os técnicos da secretaria que logística pode ser aplicada nesta região. Com o avanço das estradas rurais, proporcionado pelos serviços da Semagric, poderemos estender esse apoio às comunidades, o que era praticamente impossível antes”, afirmou Ribeiro. 

Por Renato Mengh | Fotos  Semagric

Produção Sustentável em Richuelo

Um projeto para produção integrada de frutas, hortaliças e criação de gado de leite, tem animado os agricultores da área do Riachuelo no município de Ji-Paraná. 

 

Uma comitiva de agricultores representando a Associação dos Produtores Rurais do Riachuelo se reuniu com o presidente da Emater-RO, Luis Gomes Furtado e técnicos  especialistas em diferentes áreas para conhecer o projeto proposto pela Emater-RO, para recuperar os solos degradados, as nascentes e promover uma produção sustentável na região.

 Essa região do Riachuelo é histórica porque alem de ser um dos primeiros assentamentos realizados pelo Incra  em Rondônia, é  também o berço da piscicultura rondoniense, por ter abrigado o primeiro laboratório de reprodução de tambaqui em escala comercial.

A região que nos referimos está localizada na linha 90 e proximidades, entre o distrito de Nova Colina e a cidade de Ji-Paraná, é banhada pelos igarapés Riachuelo e Riachuelinho.  Por capricho da natureza ou por falta de previdência de quem planejou o assentamento, a maioria dos lotes dos agricultores familiares dessa área não alcançam as margens dos igarapés, ficando desprovidas de água corrente perene.

A falta de água perene nas propriedades familiares dificulta a instalação de sistemas de irrigação para melhorar a produção dos agricultores que reclamam da diminuição da renda e desejam cultivar outras culturas usando novas tecnologias.

Por causa do uso intenso do solo e baixo uso de tecnologia a produtividade das lavouras e criações  dos agricultores  vinha diminuindo a cada ano, isto motivou a Associação dos Produtores Rurais do Riachuelo a solicitar da Emater-RO,  um projeto de recuperação das áreas degradas e nascentes, e a introdução de novas tecnologias de produção sustentável na região.

Durante uma reunião realizada no centro de treinamento da Emater-RO em Ouro Preto do Oeste o engenheiro agrônomo Antonio de Sousa Dias,  mestre em irrigação, apresentou um projeto amplo que inclui a recuperação da micro – bacia do igarapé Riachuelo.

O projeto inclui a introdução de novas lavouras como a fruticultura, olericultura, piscicultura e bovinocultura leiteira, e também a instalação de uma agroindústria de processamento de frutas.

 Para viabilizar a produção, o projeto contempla a construção de uma estação de captação de água no rio Riachuelinho com uma adutora para transportar a água até as propriedades que utilizarão sistemas de economia de água, integrando todas as atividades da propriedade.

A água que for usada na piscicultura depois será usada na irrigação aproveitando os resíduos deixados pelos restos de ração e fezes dos peixes, isto permitirá a fertilização do solo juntamente com a irrigação, melhorando a eficiência dos cultivos e baixando custos de produção.

Em um levantamento preliminar o projeto pode recuperar 715 hectares de pastagens degradadas, 45 de matas ciliares e 150 nascentes já identificadas. Outra vantagem é que os agricultores poderão  aumentar a produtividade de forrageiras em 300{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, do leite em 33{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, fazer 15 hectares de lamina de água para piscicultura e outras melhorias para a comunidade.

Este projeto apresentado em primeira mão aos agricultores do Riachuelo, será aprimorado  pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e depois enviado ao BNDS, com uma proposta de financiamento subsidiado.        

Mapa pretende alcançar R$ 1 bilhão para o seguro rural em 2016

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou que o seguro agrícola para o clima poderá alcançar R$ 1 bilhão em 2016, cobrindo 20 milhões de hectares. Parte dos recursos poderá vir da venda dos estoques de milho e café pela União.

 

A informação foi divulgada pela ministra, durante o balanço da gestão de 2015 e apresentação das perspectivas para 2016.

Kátia Abreu disse que o Orçamento de 2016 deverá trazer R$ 850 milhões para o seguro agrícola, sendo que R$ 400 milhões já estão previstos para esse fim e R$ 350 serão deslocados da rubrica de Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), que não foi utilizada integralmente em 2015. Esses valores, segundo a ministra, foram negociados com a Frente Parlamentar da Agricultura (FPA) no Congresso Nacional e tem apoio do relator do Orçamento, deputado Ricardo Barros (PP-PR).

Para alcançar R$ 1 bilhão, o Mapa estuda formas viáveis de alocar crédito sem prejudicar as políticas de ajuste fiscal. Por isso, deverá pedir um crédito suplementar ao Tesouro Nacional, mediante a venda de grãos armazenados.

“Para alcançarmos nossa meta, precisaremos de crédito suplementar de R$ 1,5 milhão. Estamos pensando em como ajudar o país, porque não adianta só querer recursos e não viabilizar. Nessa busca por uma fonte, vimos que a venda de estoques que temos atualmente complementaria esse valor com folga”, disse a ministra.

Estoques

Kátia Abreu esclareceu que o Brasil não tem necessidade de manter grandes estoques de alimentos por longos períodos de tempo, uma vez que não apresenta risco de insegurança alimentar. A Secretaria de Política Agrícola do Mapa passará a adota a estratégia de comprar estoques de alimentos apenas para regular preços, assinalou.

“Nossa produção nacional é muito grande. Para que manter grandes estoques se não temos risco de falta de alimentos? Pretendemos vender nos momentos adequados, eliminando inclusive a despesa anual de R$ 200 milhões que a União tem em manter esses estoques”, argumentou a ministra.

O secretário de Política Agrícola, André Nassar, comemorou a recuperação da credibilidade do seguro agrícola em 2015, o que permitirá a retomada do crescimento do programa no próximo ano.

“Nosso cálculo é de que o seguro rural de clima deveria ser capaz de atender 30 milhões de hectares, que é metade da área rural plantada no Brasil. Com R$ 1 bilhão para o programa, conseguiremos alcançar 20 milhões de hectares, ou seja, dois terços dessa demanda”, explicou o secretário.

Pré-custeio

Kátia Abreu afirmou ainda que o Mapa trabalha para oferecer crédito de pré-custeio aos produtores rurais em 2016. “Não podemos deixar o pré-custeio falhar, vamos lutar por ele.”

André Nassar disse que o pré-custeio é uma das principais metas da Secretaria de Política Agrícola para 2016 e que já começou a tomar as providências para isso. “Essa ferramenta fará parte dos recursos disponíveis. Faremos ajustes para ter dinheiro novo no momento certo, que é de março até junho, no máximo”, ressaltou o secretário.

Mais informações:
Assessoria de comunicação social
Priscilla Mendes
priscilla .mendes@agricultura.gov.br
imprensa@agricultura.gov.br

Pacto das Águas apresenta proposta para ampliar e fortalecer a cadeia produtiva de castanha em terras indígenas de Rondônia

A  Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Pacto das Águas, que atua no apoio ao manejo e à comercialização da castanha-do-brasil por povos indígenas e extrativistas de Rondônia e Mato Grosso, apresentou no auditório da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), em Porto Velho, levantamento preliminar do potencial de produção e proposta para o Governo do Estado ampliar e fortalecer a cadeia produtiva em terras indígenas.

 

Feita pelo coordenador-técnico da entidade, Plácido Costa, a convite do vice-governador Daniel Pereira, a exposição envolveu técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Secretaria do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Secretaria da Agricultura (Seagri), Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa (Sebrae).

Daniel Pereira disse que durante encontro anterior com Plácido expôs a preocupação de se desenvolver programa mais abrangente para evitar que a castanha “atravesse a fronteira, indo para a Bolívia”, sem uma organização do processo produtivo que alcance resultados positivos para as comunidades indígenas, para a economia do estado e que promova o “respeito às áreas protegidas por lei, permitindo às gerações futuras no mínimo o que temos hoje ”.

É a castanha das comunidades indígenas do Guaporé que está sendo levada para a Bolívia e Acre, e no levantamento preliminar do Pacto das Águas a produção representa 36{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de toda a produção de terras indígenas e reservas extrativistas estudadas, calculada em 1.662,5 toneladas.

A proposta apresentada contempla a reprodução em São Miguel do Guaporé do modelo que está sendo desenvolvido na região Central do estado, nas terras indígenas Igarapé Lurdes e Rio Branco, que produzem e comercializam castanhas de excelente qualidade para empresas sediadas em Ji-Paraná, iniciativa que envolve o poder público e a Pacto das Águas. A Oscip atua com estratégias de desenvolvimento econômico pautada na manutenção da floresta e respeito à cultura das populações. Esse trabalho tem patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental.

O vice-governador afirmou que Rondônia tem potencial para consolidar a cadeia produtiva da castanha, e na coordenação do encontro manifestou aos técnicos e a Pacto das Águas o anseio do governo contemplar, na proposta de ampliação do Programa Integrado da Castanha (PIC), comunidades de Guajará-Mirim. “É uma preocupação minha e do governador Confúcio Moura levar ao município possibilidades de melhorar a economia da região”, disse.

Algumas dificuldades para isso foram apontadas pelos técnicos, mas o debate terá prosseguimento. Para consolidar a cadeia produtiva da castanha, a Pacto das Águas apoia o fortalecimento de cooperativas e associações. “Tem de haver o empoderamento para a gestão social do negócio. A formação das lideranças, o investimento na capacitação é parte disso”, registrou Plácido Costa. “Esse é o caminho para modificar uma realidade em que a produção de castanha na Amazônia é uma herança ainda dos seringais, onde o preço é aviltante e a comercialização é individualizada”, ponderou.

A proposta sugerida prevê o investimento anual de R$ 1,5 milhão, associando o programa estadual de áreas protegidas ao programa de merenda escolar, estimando-se o atendimento a 55 mil crianças e o manejo da castanha e apoio à comercialização, pelo prazo de três anos, às populações das terras indígenas Uru-Eu-Wau-Wau e Rio Guaporé e Reserva Extrativista Rio Cautário.

“A estimativa de produção na proposta é de 650 toneladas de castanha, e desse total queremos focar na meta de certificar 300 toneladas”, disse Plácido.

Em sua avaliação, Rondônia tem potencial significativo para consolidar uma cadeia produtiva de valor, e sua localização estratégica com facilidade para escoar a produção é sempre lembrada por empresas com interesse em beneficiar a castanha.

Daniel Pereira anunciou que o assunto será levado à Câmara Temática da Secretaria da Agricultura e também à Coordenação dos Arranjos Produtivos Locais (APLs) vinculada à Sepog. Ele ainda fará visita às empresas que comercializam castanhas em Ji-Paraná.

Para a secretaria-adjunta da Agricultura, Mary Braganhol, há um acúmulo de politica desenvolvida em parceria com a prefeitura de Ji-Paraná, comunidades indígenas e a Pacto das Aguas, e a parceria é importante “porque ninguém consegue chegar a lugar nenhum sozinho”.

Mary Braganhol disse, ainda, que a criação de entrepostos para centralizar a produção e buscar mercado foi uma das ações desenvolvidas pelo governo, e para evitar que a castanha seja vendida na Bolívia, e o lucro fique por lá, é preciso trabalhar com as comunidades tradicionais e agricultores para ampliar a produção, melhorar a qualidade e investir na criação de agroindústrias.

 

Fonte
Texto: Mara Paraguassu
Fotos: Esio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Rondônia registra uma queda de -48,98 mil cabeças de gado abatidas no 3 trimestre desse ano.

O abate de suínos no Brasil no 3º trimestre de 2015 foi de 10,18 milhões de cabeças, registrando recorde desde que se iniciou a pesquisa, em 1997.

 

Esse resultado representa aumentos de 5,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao 2º trimestre de 2015 e 5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} frente ao 3º trimestre de 2014. O abate de frangos, com 1,50 bilhão de cabeças, também foi o maior desde 1997, apresentando aumentos de 7,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao 2º trimestre de 2015 e de 6,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na comparação com o mesmo período de 2014. Por outro lado, o abate de bovinos (7,56 milhões de cabeças) registrou quedas de 0,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao 2º trimestre de 2015 e de 10,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} frente ao 3º trimestre de 2014.

A produção de ovos de galinha registrou novo recorde com 749,96 milhões de dúzias, representando aumentos de 3,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre o 2º trimestre de 2015 e de 4,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre o 3º trimestre de 2014. A aquisição de leite cru foi de 5,98 bilhões de litros, com aumento de 6,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre o registrado no 2º trimestre de 2015 e queda de 3,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} frente ao 3º trimestre de 2014. A aquisição de peças de couro cru inteiro de bovino foi de 8,09 milhões de peças, com aumento de 0,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre o trimestre anterior e queda de 12,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre o 3º trimestre de 2014.

Essas e outras informações estão disponíveis nos resultados do 3º trimestre de 2015 das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais; Trimestral do Leite; Trimestral do Couro e Produção de Ovos de Galinha. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada aqui.

Abate bovino fica em 7,56 milhões e cai 10,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} com relação ao 3º trimestre de 2014

No 3º trimestre de 2015 foram abatidas 7,56 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Essa quantidade foi 0,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} menor que a registrada no trimestre imediatamente anterior (7,62 milhões de cabeças) e 10,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} menor que a apurada no 3º trimestre de 2014 (8,47 milhões de cabeças).

O peso acumulado de carcaças no 3º trimestre de 2015 (1,87 milhões de toneladas) foi 1,4{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior que a registrada no trimestre imediatamente anterior (1,85 milhões de toneladas) e 8,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} menor que a registrada no 3º trimestre de 2014 (2,04 milhões de toneladas).

Em nível nacional, o abate de 913,87 mil cabeças de bovinos a menos no 3º trimestre de 2015, em relação a igual período do ano anterior, foi impulsionado por reduções no abate em 22 das 27 unidades da federação. As principais quedas ocorreram em: São Paulo (-191,21 mil cabeças), Mato Grosso (-160,58 mil cabeças), Minas Gerais (-131,11 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (-116,65 mil cabeças), Paraná (-76,84 mil cabeças), Bahia (-66,52 mil cabeças), Goiás (-60,49 mil cabeças) e Rondônia (-48,98 mil cabeças). Parte dessas quedas foi compensada por aumentos em: Tocantins (+17,72 mil cabeças), Santa Catarina (+6,26 mil cabeças), Rio de Janeiro (+2,12 mil cabeças), Rio Grande do Norte (+0,41 mil cabeças) e Distrito Federal (+0,14 mil cabeças). No ranking das UFs, Mato Grosso continua a liderar amplamente o abate de bovinos, seguido por Mato Grosso do Sul e Goiás.

Com 10,18 milhões de cabeças, abate de suínos cresce 5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao 3º trimestre de 2014

No 3º trimestre de 2015 foram abatidas 10,18 milhões de cabeças de suínos, representando aumentos de 5,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 5,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na comparação com o mesmo período de 2014. Este resultado é recorde desde que se iniciou a pesquisa, em 1997. O peso acumulado das carcaças no 3º trimestre de 2015 alcançou 896,38 mil toneladas, representando aumentos de 4,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 7,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao mesmo período de 2014.

A região Sul respondeu por 66,6{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do abate nacional de suínos no 3º trimestre de 2015, seguida pelas regiões Sudeste (18,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), Centro-Oeste (14,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), Nordeste (1,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) e Norte (0,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}). No comparativo entre os 3os trimestres 2015/2014, a região Sul ampliou sua participação no abate nacional em 0,5 ponto percentual (p.p.), graças ao aumento de 6,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no número de cabeças abatidas em Santa Catarina e no Paraná. A região Sudeste reduziu seu nível de participação em 0,5 p.p., apesar de todos os seus estados registrarem desempenho positivo, resultando em aumento de 2,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no número de cabeças abatidas. A região Centro-Oeste perdeu 0,1 p.p. de participação, apesar do incremento de 4,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no número de cabeças de suínos abatidos, que foi distribuído entre todos os seus estados.

Abate de frangos cresce 6,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre o 3º trimestre de 2014

No 3º trimestre de 2015 foram abatidas 1,50 bilhão de cabeças de frangos, alcançando novo recorde da série histórica iniciada em 1997. Esse resultado significou aumentos de 7,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 6,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} na comparação com o mesmo período de 2014. O peso acumulado das carcaças foi de 3,38 milhões de toneladas no 3º trimestre de 2015. Esse resultado representou aumentos de 3,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 5,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} frente ao mesmo período de 2014.

A região Sul respondeu por 60,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do abate nacional de frangos no 3º trimestre de 2015, seguida pelas regiões Sudeste (19,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), Centro-Oeste (15,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), Nordeste (3,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) e Norte (1,8{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}). No comparativo entre os 3os trimestres 2015/2014, a região Sul reduziu sua participação no abate nacional em 1,0 p.p., mesmo com o acréscimo de 5,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no número de cabeças de frangos abatidas, advindos principalmente do aumento do abate no Paraná e Rio Grande do Sul. A região Sudeste, com o aumento de 7,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} no número de cabeças de frangos abatidas, oriundo do desempenho positivo de todos os seus estados, manteve-se no mesmo patamar em termos de participação no agregado nacional. No Centro-Oeste, o aumento do abate em todos os estados elevou o número de cabeças abatidas em 10,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e sua participação no agregado nacional em 0,5 p.p.

Com mais de 749 milhões de dúzias, produção de ovos segue batendo recorde

A produção de ovos de galinha foi de 749,96 milhões de dúzias no 3º trimestre de 2015, alcançando, no 3º trimestre de 2015, o nível mais alto da série desde 1987, quando a pesquisa foi iniciada. Essa quantidade foi 3,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior que a registrada no trimestre imediatamente anterior e 4,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior que a apurada no 3º trimestre de 2014.

No comparativo com o mesmo período de 2014, todas as grandes regiões apresentaram aumento na produção de ovos de galinha, sobretudo a Sul (9,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), aumento este puxado por incrementos no Paraná (11,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), no Rio Grande do Sul (8,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) e também em Santa Catarina (6,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}). Dentre os principais estados produtores, observou-se redução da produção apenas em Minas Gerais (-2,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}).

Aquisição de leite cai 3,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} em relação ao 3º trimestre de 2014

No 3º trimestre de 2015, foram adquiridos, pelas indústrias processadoras de leite, 5,98 bilhões de litros, com aumento de 6,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre o registrado no 2º trimestre de 2015 e queda de 3,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} frente ao 3º trimestre de 2014.

Regionalmente, a comparação entre os 3os trimestres de 2015/2014 refletiu queda na aquisição de leite em todas as grandes regiões. Quedas absolutas importantes foram registradas no Sul do país (-4,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), sobretudo no Paraná (-6,7{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) e em Santa Catarina (-5,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), embora também tenha ocorrido no Rio Grande do Sul (-1,7{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}). No Centro-Oeste houve queda de 9,1{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, influenciada por Goiás (-9,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) e Mato Grosso (-13,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}). No Norte a queda foi de 13,9{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, sendo registrada, sobretudo no Pará (-24,0{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}) e em Rondônia (-9,7{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}), estados que têm os maiores pesos regional. No Nordeste a queda na aquisição de leite foi de 2,5{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} e só não ocorreu em Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

Aquisição de couro cai 12,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre o 3º trimestre de 2014

A aquisição de couro bovino foi de 8,09 milhões de peças no 3º trimestre de 2015. Essa quantidade foi 0,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior que a registrada no trimestre imediatamente anterior e 12,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} menor que a registrada no 3º trimestre de 2014. Quanto à origem do couro, a maior parte teve procedência de matadouros e frigoríficos, seguida pela prestação de serviços, respondendo juntas por 89,2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do total apurado no período.

A redução de 1,12 milhão de peças inteiras de couro, em nível nacional, no comparativo dos 3os trimestres 2015/2014, foi impulsionada por reduções nas aquisições de peles bovinas em 17 das 20 unidades da federação. As principais quedas absolutas foram registradas em: Paraná (-282,57 mil peças), Mato Grosso (-218,96 mil peças), Rio Grande do Sul (-194,81 mil peças), Minas Gerais (-164,34 mil peças), Pará (-105,71 mil peças), Bahia (-83,37 mil peças), São Paulo (-68,62 mil peças) e Goiás (-64,86 mil peças). Parte dessas quedas foi compensada por aumentos em: Rondônia (+129,49 mil peças), Tocantins (+120,32 mil peças) e Roraima (+10,01 mil peças). No ranking das unidades da federação, Mato Grosso continua a liderar amplamente o recebimento de couro pelos curtumes, seguido por São Paulo e Mato Grosso do Sul

 

Fonte: IBGE