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Sedam e DER fecham parceria para elaboração do projeto estrutural do Viveiro Educador, em Ariquemes

Após a Fundacão de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) assumir  a revitalização do Banco de Sementes de Ariquemes.

 

Representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sedam), Departamento de Estrada , Rodagens e Serviços Públicos (DER) do Vale do Jamari  e assessores estiveram reunidos na manhã de terça-feira (3), na sede da unidade, para avaliar a atual estrutura do prédio e deliberarem sobre o projeto de reforma.

Na ocasião, foi firmado uma parceria com DER para elaboração do projeto com reformas do prédio, sistema elétrico, hidráulico, calçadas e cerca. De acordo com o secretário adjunto da Sedam, Francisco Sales, dentro de 30 dias será apresentado tanto o projeto da estrutura física, como o do Viveiro Educador para aprovação.

O presidente da Fapero, Francisco Elder Souza de Oliveira, explicou que o projeto de revitalização e transformação do Banco de Sementes no Viveiro Educador está em andamento. Por meio do Termo de Cooperação assinado com a Sedam, a Fundação assumiu a gestão do projeto e já  fechou  parceria com a organização não governamental Rio Terra para execução,  que também contribuirá com a estruturação do laboratório, proporcionando  grande economia para o Estado.

A assessora especial Vilma Alves falou que a proposta do governo é implantar  uma instituição que, além de servir de ferramenta educacional para os jovens, também atenda as necessidades e responsabilidades ambientais, e o Viveiro Educador vai de encontro a isso.

“Os nossos estudantes terão oportunidade de conhecer e pesquisar as espécies nativas de nossa região, transformando esse projeto em um marco importante para Ariquemes como para todo o Estado de Rondônia”, destacou Vilma.

O projeto ainda está em fase de conclusão e ajuste, para transformação do atual banco em Viveiro Educador, onde, além da coleta e seleção de mudas e outras funções, também contribuirá com a educação escolar e a pesquisa, destacando o estudo da fisiologia dos vegetais de Rondônia.

“Futuramente, vamos instalar uma biofábrica com viveiros, laboratórios e equipamentos, seguindo  a risca, política de fortalecimento a agricultura familiar e o pequeno produtor  implantada pelo governador Confúcio Moura”, destacou Oliveira.

Fonte
Texto: Suelly David
Fotos: Suelly David
Secom – Governo de Rondônia

Rondônia realiza monitoramento sorológico para identificação da peste suína clássica

Técnicos da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) coletaram amostras de sangue em 259 granjas de suíno que trabalham com o sistema de produção de crias para a realização de monitoramento sorológico, com o objetivo de verificar a ausência da peste suína clássica (PSC) no estado.

 

Esse monitoramento sorológico é feito rotineiramente duas vezes por ano, onde se coleta amostra de sangue de um suíno reprodutor (macho ou fêmea) e entre os mais velhos do plantel. As amostras são enviadas para um laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e os custos dos exames são por conta da Idaron.

Devido aos trabalhos de vigilância e prevenção, Rondônia é reconhecido pelo Mapa como área livre de peste suína clássica desde 2009. O reconhecimento pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) está sendo pleiteado, e deve ser decidido na próxima sessão da instituição, que ocorrerá no mês de maio. Atualmente, apenas dois estados brasileiros possuem o reconhecimento internacional: Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O coordenador do Programa Estadual de Sanidade Suídea da Idaron, Ney Carlos Dias de Azevedo, conta que o Mapa já encaminhou para a OIE toda a documentação necessária para o reconhecimento internacional de área livre para PSC de 14 Estados, dentre eles Rondônia. Para o reconhecimento internacional do Estado como área livre leva-se em consideração “a estrutura da Agência Idaron, com presença em todos os municípios, quadro efetivo de servidores capacitados, além de todo um trabalho de vigilância e prevenção para enfermidades de notificação oficial”, explica o coordenador.

Ele também diz que Rondônia tem potencial para aumentar a produção de suínos. “Nós temos grãos em abundância para alimentação dos suínos, sanidade e mercado consumidor interno e externo”.

A Idaron recomenda para que os criadores de suínos comuniquem imediatamente qualquer alteração na saúde do seu rebanho, como alta mortalidade, abortos e outros sinais de doenças, para que os médicos veterinários da Agência possam visitar a propriedade evitando prejuízos para a suinocultura.

Fonte
Texto: Amabile Casarin
Fotos: Idaron
Secom – Governo de Rondônia

 

China habilita 17 novas plantas frigoríficas brasileiras para exportação

Setor estima aumento de US$ 340 milhões em vendas ao mercado chinês.

 

A Administração-Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena (AQSIQ) da China autorizou 17 novas plantas frigoríficas brasileiras a exportar para o país asiático, sendo cinco de carne bovina, oito de aves e quatro de suína.

A estimativa do setor é de que cada estabelecimento exporte cerca de US$ 20 milhões por ano, o que totaliza aumento de US$ 340 milhões nos embarques do produto para o mercado chinês.

A secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Tatiana Palermo, afirmou que, desde o ano passado, quando o mercado chinês foi reaberto, o país asiático se tornou um dos maiores importadores das carnes brasileiras, principalmente a bovina.

“A habilitação de mais 17 plantas vai contribuir para a ampliação das nossas vendas. Com esse importante esforço, as exportações brasileiras do setor de carnes devem crescer em valor e volume em 2016. Vamos continuar negociando a habilitação de novos estabelecimentos”, disse Tatiana Palermo.

O início das vendas depende agora da negociação entre os frigoríficos e os importadores chineses.

As novas habilitações do governo chinês resultam da missão oficial do Mapa àquele país, em novembro, quando foi anunciada a autorização de sete plantas frigoríficas.

Na ocasião, a ministra Kátia Abreu e o ministro do órgão chinês, Zhi Shueing, concordaram em estabelecer um cronograma de trabalho para a análise dos outros estabelecimentos que aguardavam autorização para exportar.

Os dois ministros também destacaram a relação de confiança mútua entre os países e se comprometeram a manter contato frequente para melhorar o fluxo de informações e ampliar o comércio bilateral.

Em 2015, o Brasil exportou à China um total de US$ 1,1 bilhão em carnes, dos quais US$ 477 milhões em carne bovina, US$ 608 milhões em carne de frango e US$ 10 milhões em carne suína.

Com a habilitação dessas 17 plantas, o Brasil passa a ter 65 frigoríficos autorizados a exportar carne para a China. Desses, 38 são de aves, 16 de bovinos e 11 de suínos.

Veja em que estados estão as 17 novas plantas habilitadas:
Aves: Paraná (3), Rio Grande do Sul (2), Minas Gerais (2) e São Paulo (1).
Suínos: Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (2).
Bovinos: São Paulo (3), Minas Gerais (2)

Mais informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
Priscilla Mendes
imprensa@agricultura.gov.br

 

Novo levantamento da Conab confirma recorde de produção agrícola

Volume de 210,3 milhões de toneladas é 1,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} maior que o do ciclo passado.

 

A safra brasileira de grãos 2015/2016 deve chegar a 210,3 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 1,3{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} sobre a safra anterior. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (4) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Em relação à estimativa do mês passado para a safra atual, houve uma pequena queda de 206,5 mil toneladas, sobretudo por causa da soja. Segundo a Conab, a falta de chuva no Mato Grosso afetou a produção da oleaginosa.

De acordo com o diretor de Política Agrícola e Informações da estatal, João Marcelo Intini, os técnicos da Conab já acompanhavam o desenvolvimento da lavoura na região desde dezembro do ano passado e constataram que a escassez hídrica afetou principalmente o plantio da soja precoce e trouxe a redução da produtividade. No entanto, o grão continua com o indicativo de uma safra recorde de 100,9 milhões de toneladas.

As condições climáticas para o Matopiba (formado pelo Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) – quinta maior região produtora do país – são favoráveis para a produção de soja, milho, arroz e algodão. Segundo Intini, em algumas áreas o volume de chuva foi expressivo (entre 400 e 900 milímetros) e levou à melhoria da qualidade das lavouras.

Condições climáticas

 As chuvas ocorridas no Nordeste em janeiro também contribuíram para o aumento no volume de oferta de água e consequentemente favoreceram o plantio.

O diretor da Conab salienta que as condições são propícias à finalização da primeira safra, bem como para a implantação da segunda safra que acontece com as culturas de milho e feijão.

“Esse é o cenário desejado: chuvas regulares e a distribuição da precipitação nas regiões produtores, condições de mecanização na lavoura e o câmbio favorável vão continuar criando oportunidades para o agricultor investir na segunda safra. Os produtores estão apostando em sementes de ciclo mais curto e de variedade resistentes as variações do clima,” disse Intini.

A expectativa para o plantio da safrinha de milho (segunda safra) é muito boa, na avaliação  do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, André Nassar. “Com câmbio bom, a gente vai produzir mais e exportar mais em volume, o que aumenta a receita e rentabilidade do agricultor.”

Oferta de alimentos

Durante a entrevista coletiva, a Conab também informou que não há risco de desabastecimento de alimentos no Brasil. “Está descartado qualquer problema na oferta de grãos neste momento e ao longo deste ano. O país dispõe de estoques de passagem e de políticas que favorecem o equilíbrio entre as exportações e importações. O governo está acompanhando a qualidade dos alimentos que vamos colher frente às condições climáticas, principalmente nas plantações de arroz e feijão,” assinalou o diretor de Política Agrícola e Informações da empresa.

Intini acrescenta que o plantio de feijão ocorre em praticamente todos os estados brasileiros e durante todo o ano. “E a cultura do arroz está sendo beneficiada agora com a diminuição das precipitações no Rio Grande do Sul, que vai iniciar a colheita neste mês de fevereiro. Em algumas regiões gaúchas, cerca de 7,5 mil hectares, ainda haverá plantio tardio do arroz, acrescentou.
O governo estima que as importações cheguem a 1 milhão de toneladas de arroz. “Também estamos monitorando as culturas de inverno (entre elas, o trigo), que vão entrar no calendário agrícola nos próximos meses”, observou Intini.

Clique aqui para acessar a íntegra do estud o.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
Inez De Podestà
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Omã ressalta interesse em investir no agronegócio brasileiro

Tatiana Palermo apresentou oportunidades de investimentos e potencial do setor.

 

A promoção de oportunidades de investimento omani no setor agropecuário brasileiro foi um dos destaques no Seminário Empresarial Brasil – Omã, realizado nesta quarta-feira (3), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e que contou com a participação do ministro do Comércio e Indústria do Omã, Ali bin Masoud al Sunaidy, e da secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tatiana Palermo. 

Tatiana Palermo apresentou oportunidades de investimentos e potencial de desenvolvimento da produção e do agronegócio nos próximos anos. O ministro do Comércio e Indústria do Omã, Ali bin Masoud al Sunaidy, que também é vice-presidente do Conselho Supremo de Planejamento do país, tendo como uma das mais importantes atribuições a garantia da segurança alimentar, falou com entusiasmo sobre uma possível parceria com o Brasil nesse tema.

“As autoridades e os empresários omanis buscam parcerias para garantir segurança alimentar na região. O Omã, por sua posição geográfica estratégica, pode servir como plataforma de processamento e distribuição de alimentos para os países do Golfo e do Sudeste Asiático, com destaque para o Irã e a Índia”, afirmou Tatiana Palermo.

O país árabe é membro do Conselho de Cooperação do Golfo, junto com Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein e Kuwait, que importa anualmente cerca de US$ 53 bilhões em alimentos.

Mais informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
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Governo chama atenção do setor produtivo para captação de recursos em Rondônia

Representantes do setor produtivo não podem perder a oportunidade de cadastrarem suas propostas que podem receber subsídios de R$ 80 a 200 mil.

 

Associações, cooperativas, Organizações Não Governamentais (ONGs) e Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip’s), voltadas às áreas de agroecologia e agroindústrias, têm a oportunidade de garantir recursos não reembolsáveis para subsidiar seus projetos. A Coordenadoria de Captação de Recursos da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), responsável por identificar e mapear a disponibilização de recursos financeiros no âmbito federal para concretização de diversos projetos, alerta aos representantes do setor produtivo para que não percam a oportunidade de cadastrarem suas propostas que podem receber subsídios de R$ 80 a 200 mil.

“Estamos entrando em contato com todas as instituições desses segmentos para informar sobre a disponibilização desses recursos e repassando, por e-mail, um roteiro simplificado explicando como deve ser feito o cadastro como forma de auxílio na elaboração de suas propostas”, disse o titular da Sepog, George Braga. Segundo ele, é interesse do governo que as entidades também tenham autonomia na captação de recursos e conheçam os caminhos para assim fazê-lo, por isso mantém ativa a Coordenaria de Captação de Recursos na Sepog e a Gerência de Fomento ao Terceiro Setor na Superintendência de Assuntos Estratégicos (Seae).

O trabalho de monitoramento diário de editais, programas, políticas federais e demais instituições, e o apoio necessário para elaboração de projetos garantem às instituições, incluindo os próprios órgãos de governo, o conhecimento sobre a possibilidade de captar recursos e desta forma ter mais uma alternativa, além daquelas oferecidas pelo próprio estado.

No caso dos recursos disponibilizados pela Fundação, a Coordenadoria informa que as instituições devem cadastrar suas propostas até 30 de abril. Outros detalhes podem ser obtidos pelo e-mail: fbb@fbb.org.br com o título: Acolhimento de Projetos Sociais 2016 – dúvidas.

Estão entre os itens passíveis de apoio: Aquisição de maquinário ou equipamentos novos, aquisição de veículos utilitários e obras civis. Os projetos deverão ser fundamentados nos princípio de sustentabilidade, como ser ambientalmente corretas, economicamente viáveis, socialmente justos e devem respeitar a diversidade cultural.

Fonte
Texto: Jane Carla
Secom – Governo de Rondônia

 

Governo de Rondônia busca estreitar laços comerciais com o Peru

O Governo de Rondônia quer estreitar os laços comerciais, turísticos e culturaiscom os países andinos, e essa política de aproximação a cada dia ganha novos componentes.

 

O vice-governador, Daniel Pereira, esteve reunido em Brasília com ministro conselheiro da Embaixada do Peru no Brasil, Miguel Samanez, e o primeiro secretário da embaixada peruana, Carlos Rios.

Durante o encontro, trataram sobre a economia aduaneira, ferrovia transcontinental, voos comerciais entre Rondônia e o Peru, as feiras de negócios, em destaque, a Rondônia Rural Show, maior feira do agronegócio da Região Norte, que acontece no mês de maio, no município de Ji-paraná.

Daniel Pereira explicou que fez questão de ir pessoalmente à embaixada peruana fazer o convite para que o Peru esteja presente na 5ª Rondônia Rural Show. “Inclusive nós propomos fazer o mesmo trabalho que estamos fazendo com a Bolívia. De ter um estande a disposição de produtos peruanos. Vamos ver se ainda dá tempo de organizarmos para este ano. Seria muito bom para a relação política e econômica dos dois povos”, explicou Daniel Pereira.

O vice-governador destacou que na última viagem à capital federal houve uma articulação na Confederação Nacional da Agricultura (CNA) para atrair as embaixadas para a Rondônia Rural Show. Segundo Daniel, a ideia é organizar um pré-evento em Brasília e convidar os países para o evento. “Queremos atrair o máximo de delegações internacionais, mas vamos priorizar para atrair os países andinos que estão próximos da gente. É o caso do Peru, Chile, Equador e Colômbia”, disse.

Daniel Pereira falou da importância de estreitar os laços com os vizinhos e lembrou da situação comercial que envolve o rebanho bovino de Rondônia. ” Nosso Estado está produzindo por excelência e está sendo penalizado por isso. produzimos uma carne de ótima qualidade e estamos tendo o pior preço na história. Isso se dá em função ao mercado restrito que nós temos, então, pretendemos estabelecer relações comerciais que abram novas rotas comerciais”, pontuou.

De acordo com o vice-governador, hoje Rondônia atua como uma espécie de reserva de mercado. Só buscam o produto no estado quando está faltando no centro sul. “Esse contato pode abrir novos mercados, é uma das metas que nós temos “, disse.

Durante a reunião houve um levantamento prévio do mercado consumidor envolvendo Rondônia, Peru, Bolívia, Amazonas e o Estado do Acre e constatou que nesse contingente engloba aproximadamente de 10 milhões de consumidores. “Então nós poderíamos potencializar esse mercado para ser o primeiro grande consumidor de produtos da região. É uma forma que estamos encontrando para ampliar horizontes “, finalizou.

Fonte
Texto: Zózimo Macêdo
Fotos: Alex Nunes
Secom – Governo de Rondônia

Governo aposta em acordos comerciais para exportação agrícola crescer US$ 22 bi

Alvo são países asiáticos que irão aumentar o consumo de alimentos; meta é responder por 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do mercado global, com foco em carnes e grãos

O Brasil responde atualmente por 7{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do comércio mundial do agronegócio e o governo federal quer elevar essa participação para 10{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} nos próximos três anos, disse a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, na última sexta-feira (29) em Brasília. O aumento representará, segundo a ministra, cerca de US$ 22 bilhões a mais para o País a cada ano.

Para chegar a essa posição, autoridades e empresários do setor agropecuário irão acelerar as negociações comerciais internacionais a fim de ampliar as exportações de produtos da agricultura e da pecuária.

“O aumento da exportação do agronegócio é concreto e real. Não estamos projetando sonhos, temos absoluta certeza de que seremos muito importantes no abastecimento do mundo”, declarou a ministra.

A avaliação do Brasil como importante fornecedor de alimentos no abastecimento do mundo é feita, conforme citou Kátia Abreu, pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e Banco Mundial.

Nesse sentido, o interesse do Brasil está nos grandes consumidores mundiais de alimentos e em negociações envolvendo Ásia, Américas e Europa. Nesse grupo, a prioridade são 20 países asiáticos com indicação de forte aumento no consumo de alimentos nos próximos anos, como China, Índia, Indonésia, Malásia, Filipinas e Cingapura.

Grande exportador

Atualmente, o País é o maior exportador mundial de café, açúcar e suco de laranja e um dos maiores em carne, etanol, soja, milho e algodão.

Do total das exportações brasileiras, 46{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} são de produtos do agronegócio. Somente em 2015, esses itens renderam ao País ganhos de US$ 75 bilhões.

O governo quer reforçar essa posição. Na prática, a ministra disse que vai centrar esforços em acordos de preferências tarifárias e acordos sanitários e fitossanitários com os asiáticos.

Disse, ainda, que o acordo de livre comércio com a Europa, um tradicional comprador de produtos agrícolas do Brasil, também faz parte do topo da lista.

Ao falar dessas negociações, ela preferiu não indicar datas para a conclusão dessas negociações, mostrando otimismo em relação aos resultados. “Estamos com agenda arrojada, agressiva para ir atrás dos nossos parceiros. Estou bastante otimista com as nossas metas.”

Crédito rural

Na última quinta-feira o governo federal anunciou que o Banco do Brasil ofertará R$ 10 bilhões em financiamento para o pré-custeio agrícola.

Esses recursos serão usados pelos produtores enquanto o governo define os valores para o plano safra 2016/2017, um plano maior com valores maiores para o crédito agrícola a ser definido no meio do ano.

“Esses recursos são para o produtor se planejar melhor (…) Quanto mais gás dermos aos nossos produtos o retorno para o Pais será líquido e certo”, comentou a ministra.

Fonte: Portal Brasil com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

JBS FRIBOI tem mais de 5 frigoríficos fechados no estado, Rondônia perdeu mais de 1 bilhão de reais em 2015

Eliminar a concorrência e alinhar o preço da arroba do boi gordo, essa foi uma das estratégias do grupo JBS Friboi ao adquirir unidades frigoríficas no estado e depois fecha-lás, esse levantamento foi feito durante a caravana “O grito da pecuária” que aconteceu durante três dias pelas principais cidades do estado.

Segundo o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia – FAPERON, Hélio Dias de Souza, o grupo JBS seria responsável por mais 47{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos abates de bovinos em Rondônia e por 25{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da carne exportada, isso já mostra interesse de se manter plantas frigoríficas fechadas, “isso impede a livre concorrência e eles acabam pagando o preço que querem, prejudicando assim os criadores e pecuaristas do estado” alertou o presidente.

Segundo dados levantados sobre os frigoríficos no Estado e que serão entregues durante reunião no próximo dia 15 no Palácio do Governo, com pecuaristas, políticos e representantes dos frigoríficos, dos grupos com Inspeção Federal (que abatem mais de 95{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos animais em RO), 10 estão ativos e 09 fechados (sendo que 05 ou 06 são do JBS).

Nome Fantasia Município nº Sist. Insp. Status
JBS S/A ARIQUEMES 455 INATIVO
JBS S/A ARIQUEMES 2363 INATIVO
FRIGOSERVE CACOAL 1594 INATIVO
JBS S/A (I) CACOAL 3180 INATIVO
DISTRIBOI – INDUSTRIA COMERCIO E TRANSPORTE DE CARNE BOVINA LTDA CACOAL 4488 ATIVO
MFB MARFRIG FRIGORIFICOS BRASIL S/A. CHUPINGUAIA 3250 ATIVO
KAEFER AVICULTURA LTDA. ESPIGAO D’OESTE 1606 ATIVO
FRIGON – FRIGORIFICO IRMAOS GONÇALVES JARU 2443 ATIVO
RONDOSAFRA CARNES E FRIOS JI-PARANA 2957 INATIVO
VALE GRANDE IND. E COM DE ALIMENTOS S/A JI-PARANA 3405 INATIVO
FRIGORIFICO TANGARA JI-PARANA 4267 ATIVO
FRIGOFAMA JI-PARANA 4695 INATIVO
JBS S/A PIMENTA BUENO 23 INATIVO
JBS S. A. PIMENTA BUENO 2880 ATIVO
FRIGOMIL FRIGORIFICO MIL LTDA PIMENTA BUENO 4510 ATIVO
FRIGONOSSO PORTO VELHO 386 INATIVO
JBS S/A PORTO VELHO 4149 ATIVO
MINERVA INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS S/A ROLIM DE MOURA 791 ATIVO
JBS S/A ROLIM DE MOURA 3636 INATIVO
MFB MARFRIG – FRIGORIFICOS BRASIL S/A ROLIM DE MOURA 4334 INATIVO
JBS S/A SAO MIGUEL DO GUAPORE 175 ATIVO
JBS S/A VILHENA 4333 ATIVO
       

Já com Inspeção Estadual, são 5 ativos, que abateram cerca de 100 mil bovínos em 2015. Além desses 05 frigoríficos ativos, ainda se tem 04 pequenos frigoríficos fechados.

Nome Fantasia Município nº Sist. Insp. Status
FRIGOKRAUSE ALTA FLORESTA DO OESTE 64 ATIVO
FRIGOCAL – FRIGORIFICO CACOAL LTDA. CACOAL 21 ATIVO
FRIGORÍFICO FRI CALL CANDEIAS DO JAMARI 29 INATIVO
FRIGORÍFICO ROMA GUAJARA-MIRIM 33 ATIVO
FRIGORIFICO RONDONIA JI-PARANA 17 ATIVO
MAGNATA ALIMENTOS JI-PARANA 27 ATIVO
FRIGORÍFICO SERRA AZUL ROLIM DE MOURA 22 INATIVO
FRIGOPEC ROLIM DE MOURA 42 INATIVO
EMILSON FABIO TIMPURIM CAFFER ROLIM DE MOURA 53 ATIVO
FRIGORIFICO ALVES E OLIVEIRA – FRIGOOL SAO FRANCISCO DO GUAPORE 32 INATIVO

Desses existem dois que estão para serem reabertos (Frigorífico Total em Rolim de Moura e o Distriboi em Ji-Paraná).

Nos frigoríficos federais foram abatidos mais de 2,4 milhões de bovídeos. Desses cerca de 2,1 são animais procedentes de Rondônia. Os outros são de estados como Mato Grosso, Acre e Amazonas.

Segundo os pecuaristas, Rondônia perdeu em 2015 mais de R$ 1 bilhão de reais com o fechamento dos frigoríficos e automaticamente com a queda da arroba do boi, já que ouve o alinhamento de preços provocado principalmente pela JBS, Friboi.

Ainda no dia 15 durante a abertura dos trabalhos do Legislativo em 2016, os deputados que integram a comissão parlamentar de inquérito (CPI), apresentarão documentos que serão entregues ao Ministério Publico.

“É preciso que se de inicio a uma investigação mais profunda e que os responsáveis pela provável formação de cartel sejam punidos” disse o Maurão de Carvalho, presidente da Assembleia Legislativa e Membro da CPI.

Por: Rondorural.com.br

Agricultores terão vantagens na contratação do crédito até junho

Agricultores de Rondônia terão incentivo para investimentos, através do crédito rural, para recuperação de áreas degradadas e aumento da produção agrícola.

 

Em reunião realizada na superintendência do Banco da Amazônia, o vice presidente da Emater-RO Francisco Mende Sá, o empresário Cesar Cassol e o deputado federal Luis Claudio debateram com o superintendente do Banco Edimar Bernardino, estratégias para facilitar o acesso dos agricultores aos insumos e equipamentos necessários à recuperação do solo, e ao aumento da produção agropecuária.

Bernardino informou que o Banco da Amazonia dispõe de 650 milhões de reais para investimento no agronegócio e que deste montante 90 milhões são destinados especificamente ao Pronaf, que possui taxas de juros subsidiadas para o agricultor familiar.

Segundo foi discutido na reunião é relevante para os agricultores a informação sobre o cenário econômico no Brasil, cuja tendência é de alta dos juros para o próximo plano safra, que inicia em primeiro de julho, e vale para o ano agrícola 2016\2017.

Para garantir aos agricultores acesso ao credito ainda neste plano safra, sem atropelos de ultima hora, como poderia acontecer se a maioria dos agricultores apresentasse propostas de financiamento para compra de máquinas, calcário e outros insumos, somente durante a Rondônia Rural Show, que acontecerá de 25 a 28 de maio em Ji-Paraná.

Neste caso não haveria tempo para analise e contração de todos os projetos até a data limite do plano safra atual, 30 de junho, e muitos agricultores ficariam prejudicados porque provavelmente a partir dessa data, com a vigencia do plano safra 2016\2017, os juros bancários poderão ser outros, muito mais caros, acredita o superintendente do Banco da Amazônia .

A solução proposta pelo governo do Estado através da Emater-RO, para facilitar a vida dos agricultores, foi a realização de rodadas de negócios organizadas pela própria Emater, em sete municípios estrategicamente localizados, para estimular as negociações entre agricultores, fornecedores e agentes financeiros em todas as regiões do Estado. Nestas rodadas de negócios os agricultores  poderão apresentar suas propostas de crédito aos bancos, desta forma tem-se mais tempo para elaboraçao e analise dos projetos, ainda neste plano safra, disse o diretor técnico da Emater-RO, Jose de Arimatéia.

Fonte: Emater/RO