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Opção de plantio de floresta na agricultura familiar será demonstrado durante a Rondônia Rural Show em Ji-Paraná

A plantação de floresta será fomentada junto aos pequenos produtores durante a 6ª Rondônia Rural Show, evento do agronegócio que ocorrerá de 24 a 27 de maio em Ji-Paraná. A agricultura familiar responde hoje por 85{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} das propriedades rurais de Rondônia.

Também chamada de Poupança Verde, a floresta plantada se apresenta como alternativa de ganho em longo prazo. O produtor da agricultura familiar deve continuar com as atividades e iniciar o plantio experimental em apenas um alqueire da propriedade. A floresta poderá ser consorciada com outras culturas, como a pastagem e/ou alimentos, por exemplo.

“A diversificação de culturas na propriedade aumenta a capacidade produtiva e eleva os ganhos do produtor”, disse o secretário estadual de Agricultura, Evandro Padovani, anunciando que durante o evento do agronegócio ao produtor rural será ofertado amplo conhecimento teórico e prático sobre floresta na vitrine tecnológica. “Ao final de 12 anos, a extração do mogno asiático vai render ao produtor R$ 680 mil”, revelou o consultor florestal, Adilson Pepino, que já preparou os talhões de florestas para apresentar aos visitantes da Rondônia Rural Show.

Na vitrine tecnológica da 6ª Rondônia Rural Show, o agricultor terá oportunidade de conhecer vários modelos de plantio de florestas, como a Integração Lavoura Pecuária e Floresta (ILPF), Integração Lavoura e Floresta (ILF) e Integração Pecuária e Floresta (IPF). Todos esses sistemas foram preparados para que o produtor aprenda sobre a viabilidade e vantagem que as novas árvores trazem ao meio ambiente e ao bolso dele.

Nos Sistemas Agroflorestais (SAF’s) os resultados são mais rápidos. “Nesse sistema demonstramos que é possível produzir madeira e alimentos na mesma área, favorecendo rentabilidade sem atrapalhar nas atividades do dia a dia do homem do campo”, citou o consultor Adilson Pepino, ao mostrar o mogno asiático consorciado com alimentos, como a mandioca, batata doce, inhame, melancia, cabotiá, quiabo e outros três tipos de abóboras.

O governo estadual incentiva o plantio de espécies exóticas e/ou nativas alimentando a alternância de renda do pequeno produtor.

 

Fonte

Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Paulo Sérgio
Secom – Governo de Rondônia

Governo autoriza venda de milho subsidiado para regiões Norte e Nordeste

Os estoques públicos de milho em grãos serão comercializados, por meio do Programa de Vendas em Balcão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a R$ 33 a saca de 60Kg. O preço com subvenção foi autorizado pelo Conselho Interministerial de Estoques Públicos (CIEP) e está previsto na Portaria Interministerial Nº 780, publicada nesta sexta-feira (7) no Diário Oficial da União. A cotação especial vale para municípios das regiões Norte e Nordeste do país, até o limite de 200 mil toneladas.

De acordo com a portaria, os criadores inscritos no Vendas em Balcão poderão adquirir até 10 toneladas de milho por mês, limitadas ao consumo de seu plantel, até dia 31 de dezembro deste ano. Para comprar o milho pelo Programa, é necessário registro prévio no Cadastro Técnico do Programa de Vendas em Balcão da Conab.

Com o cadastro feito, o produtor deve comparecer a uma unidade da Conab levando cópia do RG e do CPF, além de comprovantes de identificação, de endereço, de qualificação de suas atividades e de escala de produção/consumo. No caso dos criadores de bovinos, também é necessária a apresentação de comprovante de vacinação do rebanho contra a febre aftosa. A Conab aceita documentos de outros órgãos de extensão rural ou das entidades de classe. O pagamento do produto é realizado à vista, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU).

Em março, a Conab contratou frete para envio de 53,9 mil toneladas de milho para abastecimento do vendas em Balcão nos estados de Rondônia, Roraima, Tocantins, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Maranhão, Ceará, Amazonas, Alagoas, Pará e Piauí. Novas remoções serão feitas na medida da demanda de cada região.

Autorização especial – A portaria interministerial, autorizada pela Presidência da República e editada pelos ministérios da Agricultura, Fazenda e Planejamento, é imprescindível para que a Conab possa vender milho dos estoques públicos por valor inferior ao praticado pelos mercados atacadistas locais. Tais preços variam, atualmente, entre R$ 40 e R$ 48 a saca de 60 kg nas regiões Norte e Nordeste.

 

Mais informações para a imprensa:
Gerência de Imprensa
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Escola de Governo oferece curso de agroindústria a técnicos da Emater-RO

Dando início às ações de capacitação do projeto Trilhas do Conhecimento, a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) em parceria com a Escola de Governo e Emater-RO, técnicos das diversas instituições envolvidas no apoio ao desenvolvimento de agroindústrias no estado. O objetivo é alinhar as ações dessas instituições no intuito de alavancar a agricultura familiar rondoniense. Após o nivelamento dos técnicos participantes, as informações serão repassadas a todos os extensionista, promovendo assim, uma ação em prol do fortalecimento da agroindústria familiar de Rondônia.

A Escola de Governo tem entre suas responsabilidades, estimular permanentemente a disseminação do conhecimento em gestão pública. Atuando com instrutorias internas ou em parcerias privadas a Escola oferece capacitação a servidores públicos em diversas áreas de conhecimento, proporcionando assim, a formação continuada e garantindo a qualificação e gestão de pessoas, voltada essencialmente para o atendimento das políticas públicas de governo.

Sendo o desenvolvimento das agroindústrias uma das prioridades de ação do governo de Rondônia o tema tornou-se o primeiro a ser abordado em curso. A Emater-RO encaminhou 14 técnicos para participar da capacitação, sendo dois (um médico veterinário e um engenheiro agrônomo) de cada região que já atuam com agroindústrias, visando assim nivelar as informações de todo o processo de implantação da atividade.

Para o diretor técnico e de planejamento da Emater-RO, José de Arimateia da Silva, “esse é um trabalho interessantíssimo que o governo está fazendo”, proporcionando aos seus servidores a oportunidade de capacitação e atualização dentro de sua área de atuação. “Nós estamos trabalhando com a agroindústria desde 2005, mas as dúvidas são tantas e as dificuldades no campo são maiores ainda, então é importante nivelar essas informações para que a Emater, que executa e atua na ponta, possa repassar essas informações de forma unificada para o produtor rural da agricultura familiar e assim contribuir para a legalização e o fortalecimento das agroindústrias no estado.”

O CURSO
Com o tema “Legislação e Procedimento de Implantação de Agroindústrias” o curso será realizado nos dias 23 e 24 de março, na sede da Escola do Governo, em Porto Velho, no horário das 8 às 18 horas, com intervalo para almoço. Durante as palestras serão apresentados modelos de implantação, além de organização e gerenciamento das atividades; empresas e instituições ligadas à agroindústria.

Serão abordadas ainda, atividades ligadas ao processamento de produtos de origem animal e vegetal com qualidade exigida pelo mercado, em condições de segurança e higiene, além da legislação vigente e a preocupação e controle do impacto ambiental da atividade.

Além dos técnicos da Emater-RO, estão participando do curso, técnicos de instituições ligadas ao desenvolvimento da agroindústria no estado como: Seagri, Sedam, Idaron, Sebrae e Mapa. O intuito é melhorar a gestão no processo agroindustrial e inserir a produção da agroindústria familiar nos programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e nos comércios locais com qualidade sanitária.

Fonte
Texto: Wania Ressutti
Fotos: Emater-RO
Secom – Governo de Rondônia

Parceria viabiliza entreposto para comercialização de frutíferas e seus derivados em Porto Velho

O entreposto comercial de frutas para a Cooperativa Agrossustentável de União Bandeirante (Unicoop), que está sendo construído em Porto Velho, será um dos fatores para o fortalecimento da produção de Rondônia. Por meio do Projeto Tempo de Empreender Rondônia, a Empresa Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO) tem atuado em parceria com a Organização Não Governamental (ONG) Extensão Amazônia no sentido de desenvolver a cadeia produtiva capaz de abastecer esse mercado promissor. Essa união de ações garantirá a conclusão desta última etapa que trará novas perspectivas para a comercialização da produção rural.

O Tempo de Empreender é um projeto de inclusão socioprodutiva, coordenado pela ONG Extensão Amazônia que tem, além da Emater-RO, o Instituto Camargo Correa (ICC), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a prefeitura de Porto Velho e o Banco da Amazônia como parceiros institucionais na estruturação e fortalecimento da produção mantida por agricultores cooperados de União Bandeirantes.

Nesta terceira fase, as ações do projeto serão direcionadas para a diversificação da produção, em especial para produtos derivados da banana, com o objetivo de dar suporte aos empreendimentos de seus cooperados. Em fase conclusiva de construção, o entreposto comercial de frutas será de grande importância na comercialização da produção e de seus derivados.

Para discutir as ações de conclusão desta última etapa, o gerente geral da ONG Extensão Amazônia, George Thomas Pacheco Barreto, acompanhado da representante do ICC, Edivânia Assis, e do consultor Roberto Pacheco, reuniu-se com o diretor vice-presidente da Emater-RO, Marcio André Milani, quando foi confirmada a renovação da parceria da assistência técnica e extensão rural no projeto.

Fonte
Texto: Wania Ressutti
Fotos: Irene Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Rodadas de negócios antecipam as novidades que estarão na 6ª RR Show

A população urbana e rural de São Miguel do Guaporé e demais municípios da BR 429 recebe nesta quinta e sexta feira, 16 e 17 de março, uma rodada de negócios com exposição de máquinas e equipamentos agrícolas, e oferta de financiamento por parte dos bancos oficiais e cooperativas de crédito, que irão atuar durante a 6ª Rural Show.

As rodadas de negócios são eventos prévios da 6ª RR Show e são importantes oportunidades para antecipação de negócios, alavancagem de financiamentos por parte dos produtores rurais e de divulgação das novidades, trazidas pela indústria e revendas de máquinas, que estarão presentes na grande feira, 6ª RR Show, que a exemplo de outros anos será realizada em Ji-Paraná na última semana de maio.

Nas rodadas de negócios já realizadas em Nova Mamoré, Machadinho, Buritis e Pimenta Bueno, as propostas de compra com financiamento bancário tiveram uma média de 28 propostas por evento, somente para compra de tratores, e até 6 vendas, em negociações diretas entre o vendedor e o comprador, sem intermediação de agente financeiro ou elaboração de projeto de crédito, disse o vice presidente da Emater-RO, Marcio André Milani.

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Em todos os municípios as rodadas de negócios têm recebido grande público, principalmente de agricultores e pecuaristas interessados em conhecer as novidades em equipamentos e vantagens para negócios oferecidas pelos comerciantes.

Umas das grandes virtudes desse modelo de rodadas de negócios é o estimulo à divulgação através do contato direto entre os potenciais clientes, que conversam entre si sobre produtos e oportunidades de bons negócios, nesse mesmo contexto de net work é que as autoridades participam dos eventos para estimular o desenvolvimento rural, o secretário de agricultura Evandro Padovani e o presidente da Emater-RO Francisco Coutinho, fazem questão de estar presentes em todos as rodadas de negócios.

Enoque de Oliveira
Fotos Irene Mendes
Ascom – Emater-RO

Embrapa une esforços ao governo estadual para fortalecer a piscicultura em Rondônia

Embrapa e Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), firmaram cooperação em ações de pesquisa e transferência de tecnologias em prol do fortalecimento da piscicultura do estado. A Carta de Intenções foi assinada no dia 8 de março, durante uma das etapas do Seminário Peixe Saudável, que aconteceu de 8 a 10/3 em Ariquemes, Ji-Paraná e Pimenta Bueno, respectivamente. “Nós sabemos da importância da piscicultura para o desenvolvimento de Rondônia e, como ainda não temos pesquisadores nesta área, estamos buscando meios, junto ao governo do estado e à Embrapa Pesca e Aquicultura, para buscar atender as demandas deste setor produtivo”, destaca o chefe-geral da Embrapa Rondônia, Alaerto Marcolan.

Durante os três dias de evento em Rondônia, estiveram reunidos pesquisadores, produtores, gestores públicos, empresários do setor e demais interessados na piscicultura para tratar dos desafios e traçar planos para possíveis soluções. O governador do estado, Confúcio Moura, destacou a importância de fortalecer a atuação da pesquisa na piscicultura para levar aos produtores de Rondônia informações e práticas mais adequadas para a atividade. “Queremos levar ao produtor mais tranquilidade e informações necessárias para que ele possa superar as dificuldades na piscicultura, estimulando-o a produzir mais e melhor”, afirmou. O secretário da Seagri Evandro Padovani reforçou: “O apoio da pesquisa é fundamental. Estamos empenhados em melhorar ainda mais a piscicultura de Rondônia”.

A questão da sanidade é um dos maiores problemas enfrentados, sendo a Acantocefalose uma das doenças mais críticas. Acantocéfalos são vermes parasitas que causam doenças em peixes e em outros animais, vivendo no intestino dos animais atacados. Segundo a pesquisadora Patrícia Maciel, da Embrapa Pesca e Aquicultura, esta doença provoca danos nas pisciculturas de tambaqui, pela redução da produtividade dos animais na engorda, que diminuem o ganho de peso quando parasitados.

Ainda sobre esta questão, o analista da Embrapa Rondônia, Francisco de Assis Correa, reforça que, embora tenham ocorrido avanços por parte da pesquisa com acantocéfalos, ainda não há solução definitiva para o problema e que esteja ao alcance do produtor. “O que a gente espera é continuar realizando as pesquisas, as ações de transferência de tecnologias, unindo esforços para buscarmos soluções e minimizarmos este problema no estado”, reforça. Para ele, os eventos foram uma boa oportunidade de reunir pesquisadores, tanto da Embrapa como das Universidades Federais de Rondônia e do Amazonas, que vêm trabalhando já há algum tempo com a questão da sanidade dos peixes amazônicos, para buscar formas de vencer os desafios e fortalecer ainda mais a piscicultura de Rondônia, que já é uma das mais expressivas do Brasil.

O estado é hoje o maior produtor de peixe nativo de água doce em cativeiro do Brasil. O pirarucu criado em cativeiro tem a certificação do Instituto Brasileiro de Recursos Renováveis e Meio Ambiente (Ibama), tendo as matrizes chipadas que certificam a procedência dos animais e o ‘caminho’ de cada um, via monitoramento, desde o nascedouro até o destino final.

Governo e Embrapa assinam Carta de Intencao (2)_foto_Dhiony Costa e Silva

Renata Siva (MTb 12361/MG)

Embrapa Rondônia

rondonia.imprensa@embrapa.br

Telefone: (69) 3219-5011/5041

Agricultores de Jaru e Tarilândia são beneficiados com mudas de café clonal

Informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) apontam que até o final de 2016 a agricultura familiar de Rondônia está presente em apenas 25{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do território agricultável do estado, entretanto, se comparada a outros estados da região Norte, ela está à frente como “o estado campeão da agricultura familiar da região”.

Rondônia conta hoje com cerca de 90 mil agricultores familiares. Destes, pouco mais de 70 por cento recebem assistência técnica da Emater-RO para desenvolvimento de atividades agrícolas como: bovinocultura de leite, produção de grãos e piscicultura entre outros de grande representatividade na movimentação econômica local.

O café, segunda maior produção do estado, vem recebendo incentivo do governo estadual através de distribuição de mudas de variedade mais produtiva, como os cafés clonais, cuja produtividade é muito superior aos grãos de café comuns. Essas mudas de café clonal estão sendo distribuídas em diversos municípios pela Emater-RO.

Somente na região de Jaru, envolvendo agricultores do município e do distrito de Tarilândia, foram distribuídas nesta semana, 23.740 mudas de café clonal. “É uma nova realidade para a nossa região”, diz Sirlene Ferreira Brito Félix, gerente da Emater-RO em Jaru.

As mudas foram entregues a dez agricultores de Jaru e cinco de Tarilândia. Além da distribuição de mudas, os extensionistas da Emater-RO prestam assistência técnica a atendem à demanda local com palestras, demonstração de métodos e outras metodologias, informando, orientando e incentivando a implantação da cultura do café clonal.

Ainda segundo a gerente Sirlene Brito, através da Emater-RO há uma demanda para o repasse de mais 46 mil mudas. Os agricultores já foram cadastrados e estão aguardando apenas os trâmites burocráticos dos viveiros credenciados.

Fonte
Texto: Wania Ressutti
Fotos: Emater-RO
Secom – Governo de Rondônia

Programa Agro+ de Rondônia abre canais de comunicação para desburocratizar ações de governo

O Plano Agro+ do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foi criado para desburocratizar, modernizar e agilizar as atividades do agronegócio, com propostas encaminhadas por entidades representativas do setor produtivo.

O principal objetivo do Programa Agro+ é tornar mais ágil o tempo de resposta da instituição às necessidades do agronegócio rondoniense, por meio da desburocratização, harmonização e modernização dos seus serviços.

A decisão do governo de implementar o Plano Agro+ em Rondônia surgiu com a participação do secretário da Agricultura, Evandro Padovani, e entidades privadas do agronegócio rondoniense no lançamento do Plano Nacional pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, e coordenado pelo secretário executivo, Eumar Novack.

O fator motivacional que levou a esta decisão foi o desenvolvimento de um modelo organizacional de processos que se utiliza de ferramentas de gestão, visando à simplificação, objetividade e desburocratização do fluxo das demandas do agronegócio em parceria público privada.

“Substituímos o foco de trabalho de demandas pontuais para desenvolvermos metas gerenciais com o intuito de estruturarmos um sistema mais ágil e racional”, explicou Padovani.

A implementação deste Plano está sendo bem aceita pelo segmento produtivo e pelos servidores da casa, uma vez que a participação destes servidores, além da análise técnica das demandas externas, foi estendida para a identificação das demandas internas, no que do diz respeito à análise do marco regulatório e processos, que necessitam de revisão.

A equipe técnica responsável pela coordenação do Agro+ no estado está em permanente contato com a Secretaria Executiva do Mapa, com troca de informações desde novembro de 2016 a respeito da implementação do Plano no estado de Rondônia. A linha mestra na condução dos trabalhos tem sido a utilizada pelo Mapa, com algumas adaptações necessárias à realidade rondoniense.

Inicialmente se está estabelecendo canais de comunicação com os clientes e parceiros da Seagri, com avaliação do corpo funcional e a necessidade de alterações no sistema regulatório e processos internos, desenvolvendo propostas e ações de desburocratização e modernização institucional.

A Seagri pretende que surjam muitos questionamentos, por meio da guia “opine aqui“, do site: www.agromais.ro.gov.br, para que, quando da visita do ministro Blairo Maggi para o lançamento do Programa em Rondônia, no dia 13 vindouro, já possam ser encaminhadas muitas propostas de modernização e desburocratização em nível federal, estadual e municipais.

Fonte

Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Seagri
Secom – Governo de Rondônia

Mulheres administram, comandam negócios e obtêm metade dos microcréditos do Banco do Povo

Da piscicultura em municípios da Zona da Mata de Rondônia à venda de roupas e cosméticos às margens do rio Madeira, as mulheres rondonienses modificam totalmente o comando administrativo e monetário em família.

“Mulher é mais empreendedora que o homem. Hoje ela está à frente da administração de aviários, chácaras, sítios e outros negócios”, atesta o diretor Administrativo e Financeiro do Banco do Povo, Aníbal Martins.

Percentuais: em 2013, elas obtiveram 49{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} dos microcréditos; em 2014, 54{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}; em 2015, 55{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}; e em 2016, o mesmo percentual.

No ano passado, o banco distribuiu R$ 3,4 milhões para candidatos a pequenos financiamentos. Para este dispõe de R$ 7 milhões, e pelo visto metade ficará nas mãos delas.

No eixo da rodovia BR-364, por exemplo, o ateliê de costura das mulheres de Pimenta Bueno renovou 60 créditos para aviamentos e ampliação de vendas.

Depois dos três primeiros empréstimos feitos no banco, Maria Marilene do Nascimento tornou-se uma das clientes de fichas mais positivas no banco. Ela paga as prestações às vezes antes do vencimento.

Mãe de dois filhos, desde que iniciou a venda de confecções na rua Santa Luzia, no bairro Industrial, ela construiu e alugou duas casas. A terceira, onde mora, transformou-se num sobrado.

“Hoje, vendo mais para funcionários públicos, à vista, no cartão ou com nota promissória”, comenta.

Bicicleta e moto ficaram no passado. Hoje, Maria Marilene transporta confecções num automóvel Prisma e dá conta do comércio porta a porta “sem esperar os benefícios caírem do céu”. No entanto, reconhece que a vida de empreendedora melhorou consideravelmente e lhe permite ampliar negócios, tanto que pretende construir uma mercearia no bairro Engenho Velho, próximo ao rio Madeira.

“Sou abençoada por Deus e a Ele peço todos os dias saúde para mim e para o povo do banco, por tantas oportunidades”.

Duas vezes por ano, Maria Marilene visita Fortaleza (CE), Goiânia (GO) e São Paulo (SP), onde compra lançamentos das modas infantil e adulta, masculina e feminina. Ultimamente, trouxe muitos artigos acima do nº 50 e aumentou a quantidade de bolsas de couro café e jeans.

Próximo ao vidro da porta de sua futura loja no térreo do sobrado, ela empilhou puffs fabricados por presidiários em Porto Velho.

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Dona Dalina entrega perfumes para a cliente Crislane no Bairro Flodoaldo Pontes Pinto

SALA É VITRINE

Abarrotada de caixas com perfumes, a sala da pequena casa de dona Dalila Ribeiro da Rocha, na rua 27 de Dezembro, no bairro Flodoaldo Pontes Pinto, é sua exposição permanente há pelo menos 30 anos. Vinda do Alto Solimões (AM), atualmente ela inverte a situação comum das avós brasileiras que se prestam a auxiliar filhos na criação de netos.

“Eu lavei, passei e cozinhei o tempo todo, mas desde 1983 cuido de cinco netas, um neto e dois bisnetos”, conta.

Ocorreu-lhe que apenas um filho é seu, dos seis que criou; outros cinco pertencem ao ex-marido e a irmãos, que lhe confiaram a missão. Dalila ficou sozinha com a perfumaria, pois o filho mais velho, Jorge André, mudou-se para Manaus (AM), onde ingressou na Polícia Militar.

Anteriormente, morou nos bairros Areal, Embratel e Floresta. Por três anos, a partir de 2004, ela administrou um boteco na rua Chile (Embratel). E foi então que conheceu o empreendedorismo, preferindo trabalhar com marcas nacionais. “Sou brasileira doente, contrária aos importados, vendo só perfumes com garantia, assim ajudo o meu País, porque as fábricas pagam imposto corretamente”.

Entusiasmada com a chegada da jovem cliente Crislane e a pequena Isabela, de 2 anos, Dalila reforça sua posição nacionalista. “Olhe a Natura, o Boticário, são 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} brasileiros e me dão excelentes condições de trabalho; a fábrica Avon tem 130 anos e, em 2015, 60{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} de todos os seus funcionários eram mulheres”.

“O Banco do Povo foi uma mão na roda para mim. Desde 2014 eu inteirei três maquininhas de crédito, já fiz cinco operações para comprar mercadorias, e o senhor vê aí (apontando a mesa), eu também trabalho com alguns catálogos de roupas e por uns tempos vendi Tupperware”.

Sonha visitar as barrancas de rios, onde tem amigos, especialmente no Lago Cuniã. “Se eu for lá, eu sei que vendo”, disse, mencionando mais lugares onde pretende chegar um dia. “Maravilha, Nazaré, São Carlos…”.

Antes disso, espera sair do pesadelo que às vezes arranha a moral do negócio. “Preciso do meu alvará para essa sala; já deram até para casa noturna aqui no bairro, mas o meu até hoje não veio”, queixa-se.

Especial dia das Mulheres_Andréia-gerente do banco do povo_08.03.17_Foto_Daiane Mendonça (1)

Andréia Caetano, gerente administrativa do Banco do Povo

DUZENTAS CADASTRADAS

Cerca de 200 mulheres cadastradas em Calama, São Carlos, Nazaré e em outros pontos do Madeira, no interior do município de Porto Velho, começaram suas vendas de confecções e cosméticos com microcréditos.

“O mercado da beira-rio e das ilhas é também promissor”, avalia a gerente Administrativa do Banco do Povo, Andréia Caetano. Segundo ela, as mulheres constituíram redes, o que lhes proporcionaram ao mesmo tempo a representação e a venda direta de produtos de grandes marcas, entre as quais, Avon, Boticário, Hinode, i9 e Natura.

EX-GARIMPEIRA

Em Itapuã do Oeste, a 100 quilômetros da capital, a maranhense Izidora Rosário de Mendonça, ex-garimpeira de cassiterita (minério de estanho) nos anos 1980, descobriu sua vocação comercial, foi ao banco e emprestou R$ 2 mil para montar a mercearia Comercial Bom Preço, em 2009, à qual já anexou um açougue.

Desde 2004, a parceria da Associação de Crédito Cidadão de Rondônia (Acrecid) com o governo estadual fez girar R$ 34 milhões na região, conforme Aníbal Martins.

“Hoje, o programa de microcrédito apoia cerca de 60 mil pequenos negócios, e nesta data também presta homenagem à mulher rondoniense”, disse o diretor-presidente Manoel Serra.

FLORES E PÃES CASEIROS

Graças ao financiamento do banco a juros de 2{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da}, Graciele Auxiliadora Souza de Oliveira, do setor chacareiro da zona Leste da capital, fez sua Rondoflores empregar 15 pessoas que manuseiam 600 mil mudas em estufas irrigadas.

Ela vende para uma rede de supermercados em Porto Velho e Rio Branco (AC) e conseguiu clientes em São Paulo para suas variedades de amor-perfeito, ixória e rosa do deserto, entre outras.

No distrito de Calama, apoiada pela Associação dos Produtores Rurais, uma pequena empresária investiu R$ 2 na fabricação de pães caseiros. Constatando o seu progresso, o banco liberou-lhe mais R$ 7 mil. Sua produção é toda consumida ali mesmo.

Fonte

Texto: Montezuma Cruz

Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

Produtores de peixe são orientados em Ariquemes sobre como prevenir parasitas

Rondônia é o maior produtor de peixe de água doce do Brasil, e agora a meta é estruturar a cadeia produtiva, melhorando a sanidade do pescado que chega à mesa dos consumidores. Para debater o assunto, foi realizado em Ariquemes, pelo governo estadual e o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), o 1º Seminário “Peixe Saudável”, que reuniu técnicos da Embrapa e do Mapa, além de piscicultores da região do Vale do Jamari, responsável por mais de 50{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} da produção regional.

Hoje quinta-feira (9), o evento acontece em Ji-Paraná; e nesta sexta-feira (10) em Pimenta Bueno.

Entre as boas técnicas abordadas no seminário,  que teve como objetivo prevenir possíveis doenças, a avaliação sanitária em tambaqui foi orientada aos produtores, uma vez que a região é a maior produtora da espécie.

De acordo com a pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Ana Lúcia Gomes, autora do projeto acantocéfalo apresentado no seminário, o parasita acantocéfalo é encontrado em peixe redondo, como o tambaqui, entretanto, não faz mal ao consumidor, mas por inibir o crescimento da espécie, causa sérios danos econômicos  aos produtores.

Ela explicou que no momento o manejo sanitário é a única forma de prevenir e combater o acantocéfalo. ”Por isso é importante esta iniciativa do governo de Rondônia de orientar os produtores quanto aos cuidados que eles devem ter para evitar e combater o parasita”, destacou.

“Crescemos tanto. Surpreendemos o Brasil com a nossa produção e a qualidade do peixe. Nós produzimos em 2016, cerca de 87 mil toneladas, e a nossa meta para 2018 é de 250 mil toneladas”, afirmou o governador Confúcio Moura, ao abrir o evento.

Ao destacar a importância do seminário, ele lembrou dos períodos de oscilações econômicas em Rondônia causadas pelas doenças que apareceram nas lavouras de café e de cacau fazendo com que os produtores parassem de produzir. Segundo o governador, na época faltaram estudos voltados a essas culturas e a possíveis doenças, e  orientação ao produtor. Mas os tempos são outros, e  Rondônia está investindo em pesquisa e tecnologia, se aperfeiçoando cada dia mais para crescer  com qualidade e de forma sustentável.

“Compete ao governo detectar possíveis ameaças que possam prejudicar a economia e anteceder a elas. Estamos trabalhando firmes, incentivando o produtor e oferecendo assistência técnica”, afirmou o governador.

O secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani, disse que o governo tem o compromisso de alinhar e alavancar a produção de peixe, e tem trabalhado nas boas práticas na piscicultura para abrir mercado nacional e internacional para o pescado. “Peixe é ótimo negócio, e o produtor pode contar com o apoio do governo”, garantiu.

Além  da apresentação do Acanthocéfalos na Criação de Tambaqui, também foram explicados assuntos sobre gerenciamento aquícola, avaliação sanitária em tambaqui e ações para o desenvolvimento da piscicultura em Rondônia.

PARCERIA

Durante o evento, foi assinada a Carta de Intenção entre  o governo do Estado e a Empresa Brasileira de  Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com o objetivo de levar aos produtores e técnicos de Rondônia as diversas  tecnologias  de produção  disponíveis.

Segundo o secretário da Padovani,  a escolha  das tecnologias será definida pelos interesse dos próprios produtores, por meio das demandas  levantadas nas Câmaras Setoriais de cada segmento produtivo.

 

Fonte

Texto: Suelly David
Fotos: Suelly David
Secom – Governo de Rondônia