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Pesquisa Atlas: saiba quem são os governadores melhor e pior avaliados do Brasil, Marcos Rocha está na 18º posição

Foto: Secom

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), é o chefe estadual mais bem avaliado do Brasil pelo segundo ano consecutivo, segundo pesquisa Atlas Ranking Governadores. O médico goiano é aprovado por 75% dos eleitores de seu Estado, e desaprovado por apenas 17% – outros 8% não sabem. Em segundo lugar vem o piauiense Rafael Fonteles (PT), com 68% de aprovação e 25% de desaprovação. O piauiense avançou dez posições no ranking em relação ao ano passado para chegar nesta posição.

Ronaldo Caiado (União Brasil) lidera o ranking como o governador mais bem avaliado do Brasil; ele é seguido por Rafael Fonteles (PT), Mauro Mendes (União Brasil), Jorginho Mello (PL) e João Azevedo (PSB), Foto: Wilton Junior/Estadão – Governo Piauí – Governo Mato Grosso – Governo Santa Catarina – Governo da Paraíba

Completam o top 5 os chefes do Poder Executivo em Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), com 64% de aprovação; em Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), com 60%; e na Paraíba, João Azevedo (PSB), com 59%. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na décima posição, com 53% de aprovação. É a mesma posição que ocupou no ranking do ano passado. O governador paulista é o que tem a menor taxa de eleitores que dizem não saber como avaliá-lo: só 3%. 44% desaprovam o político do Republicanos.

O levantamento traz ainda cruzamentos demográficos detalhados para cada governador. No caso de Tarcísio de Freitas, a aprovação é maior entre os homens (64,3%) do que entre as mulheres (48,9%), e na faixa de idade dos 35 anos 44 anos (64,5% de aprovação). Em relação à religião, quem mais o aprova são os evangélicos (65,9%)e quem menos aprova são os agnósticos ou ateus (só 30,7%).

A aprovação de Tarcísio também é maior entre quem faz parte da população economicamente ativa (PEA). Ou seja, ele é aprovado por 59,4% entre quem trabalha e 50,9% entre os que não trabalham. Em relação à renda familiar, ele vai melhor no grupo entre R$ 5 a 10 mil (59,8% de aprovação). Por fim, a aprovação de Tarcísio é esmagadora entre quem votou em Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2022 (86,4% de aprovação). Já entre os eleitores de Lula, só 24,3% o aprovam, enquanto 57,6% desaprovam.
A pesquisa Atlas ouviu 29.694 pessoas em todos os Estados brasileiros, entre os dias 15 de julho e o último domingo, 4 de agosto. Os entrevistados foram consultados por meio de formulários online, usando a metodologia de recrutamento digital aleatório da Atlas. A margem de erro varia de 1 a 5 pontos percentuais para mais ou para menos, dependendo do tamanho do Estado – quanto mais populoso, menor a margem de erro. O nível de confiança é de 95%.

Na outra ponta, o governador mais mal avaliado hoje é o amazonense Wilson Lima, também do União Brasil, com 69% de desaprovação. Ele caiu 11 posições no Ranking em relação a 2023, para chegar à lanterna. O segundo pior avaliado é Cláudio Castro, que governa o Rio de Janeiro pelo PL e é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Castro está estável em relação à pesquisa passada, quando já estava em penúltimo lugar. 60% dos cariocas o desaprovam, 15% dizem não saber e só 26% aprovam seu governo.

Em relação à avaliação dos governadores, Caiado, de Goiás, e Fonteles, do Piauí, empatam em número de eleitores que consideram seus governos ótimos ou bons. Ambos têm 54%. Mas Caiado tem apenas 10% de ruim ou péssimo, enquanto Fonteles tem 18%. A maior taxa de avaliação ruim ou péssima é de outra petista do Nordeste: Fátima Bezerra, do Rio Grande do Norte, com 49%. A potiguar tem ainda 23% de regular e 27% de ótimo ou bom. Antonio Denarium (PP), governador de Roraima, e Cláudio Castro estão empatados em segundo lugar no ruim e péssimo, ambos com 45%.

Casos de febre do oropouche aumentaram quase 200 vezes em 2024

Os casos de febre do oropouche aumentaram quase 200 vezes em 2024 em relação aos últimos 10 anos. Dados preliminares publicados por pesquisadores brasileiros mostram que o patógeno passou por alterações que o tornaram mais agressivo, contribuindo para o ressurgimento da doença no Brasil de 2023 a 2024.

A atual epidemia é causada por uma nova variante do arbovírus OROV capaz de se replicar até 100 vezes mais que a original e de evadir parte da resposta imune.

As conclusões são de um estudo divulgado em versão pre-print (artigo sem revisão por pares) no repositório medRxiv. Eis a íntegra do estudo (PDF – 409 kB, em inglês).

A febre do oropouche faz parte do rol de doenças negligenciadas, como a malária e outras arboviroses, como a dengue. É transmitida por moscas hematófogas da espécie Culicoides paraensis e causa dor de cabeça, artralgia, mialgia, náusea, vômito, calafrios e fotofobia, mas também pode levar a complicações mais graves, como hemorragia, meningite e meningoencefalite.

Apesar de documentada na América do Sul desde a década de 1950, a doença apresentou um aumento substancial de casos entre novembro de 2023 e junho de 2024 no Brasil, na Bolívia, na Colômbia e no Peru. Em território nacional, foram detectadas infecções autóctones em áreas anteriormente não endêmicas nas 5 regiões, com casos relatados em 21 unidades federativas, e aumento de quase 200 vezes na incidência em comparação com a última década.

Para investigar os fatores virológicos por trás desse ressurgimento, pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), USP (Universidade de São Paulo), Ufam (Universidade Federal do Amazonas), Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e das universidades do Kentucky e do Texas (Estados Unidos) e do Imperial College London (Reino Unido) combinaram dados genômicos, moleculares e sorológicos de OROV do período de 1º de janeiro de 2015 a 29 de junho de 2024, além de caracterização in vitro e in vivo, em um estudo financiado pela Fapesp.

O 1º passo foi testar por PCR um grupo de 93 pacientes do Amazonas com doença febril não identificada e negativos para malária, de dezembro de 2023 a maio de 2024. O resultado foi positivo para OROV em 10,8% dos casos e, posteriormente, foi isolado o soro de 7 pacientes em culturas de células.

Em seguida, esses isolados foram usados para avaliar a capacidade replicativa em diferentes células –de primatas e humanos– sempre em comparação com um isolado antigo de OROV. Por fim, foi avaliada a capacidade de ambos os vírus serem neutralizados por anticorpos presentes no soro de camundongos previamente infectados com o OROV e de humanos convalescentes para linhagens anteriores, infectados até 2016. Para isso, foi feito um teste de neutralização por redução de placas, que mede a redução do número de partículas virais viáveis formadas depois da incubação com diferentes diluições do soro dos pacientes ou de camundongos.

“Percebemos que o novo OROV apresenta replicação aproximadamente 100 vezes maior em comparação com o protótipo”, explica Gabriel Scachetti, pesquisador do Leve (Laboratório de Estudos de Vírus Emergentes) da Unicamp e um dos autores do estudo. “Além disso, produziu 1,7 vez mais placas, de tamanhos 2,5 vezes maiores, um indício de maior virulência”, afirma.

“Também infectamos camundongos com as duas cepas e vimos que o vírus antigo não protege contra o novo. A redução na capacidade de neutralização foi de pelo menos 32 vezes”, declara Julia Forato, também autora e pesquisadora do Leve.

“Além de traçar um panorama da epidemia de oropouche, o trabalho apresenta possíveis explicações para o aumento no número de casos, servindo de base para ações de controle epidemiológico”, afirma José Luiz Proença Módena, professor do IB-Unicamp (Instituto de Biologia da Unicamp), líder do Leve e um dos coordenadores do estudo.

“Se o novo vírus escapa da proteção em áreas com alta soroprevalência, há maior probabilidade de infecções e transmissão, inclusive com disseminação para outras regiões do Brasil, portanto precisamos confirmar e monitorar casos positivos e lançar mão de ferramentas para diminuir o risco de transmissão”, afirma.

Segundo o pesquisador, “essa epidemia está longe de acabar e tem potencial de causar estragos em áreas onde não havia qualquer circulação do vírus”.

Com informações da Agência Fapesp.

Apostador de Vilhena ganha quina da Mega-Sena e leva quase R$ 60 mil

O resultado da Mega-Sena 2760 com prêmio estimado em R$ 36.945.226,16 milhões foi divulgado neste sábado (10), em São Paulo, , e ninguém acertou as seis dezenas. Com isso, o prêmio acumulado vai a R$ 43 milhões no próximo sorteio que será realizado na terça-feira (13).

Os números sprteados hoje foram: 08 – 11 – 19 – 39 – 47 – 48

Um apostador de Vilhena acertou a quina da Mega-Sena e levou um valor R$58.765,70, a aposta foi simples e foi feita na Lotérica Vilhena. Outras 56 apostas também chegaram bem perto e acertaram cinco dezenas. Para cada uma delas a Caixa vai pagar R$ 58.765,70. Os 4.957 acertadores de quatro dezenas vão receber R$ 965,34 cada.

Quantos ganhadores a Mega-Sena teve em 2024?

Em 2024, foram realizados 89 concursos da Mega-Sena e em dez deles deles alguém levou o prêmio máximo.

Na terça-feira, 30 de julho, três apostas, uma de São Paulo e duas de Minas Gerais, dividiram R$ 102,6 milhões. Ainda em julho, no dia 4, outras três apostas ganharam a bolada, uma do Rio de Janeiro e duas do Rio Grande do Sul,

Em 8 de junho, um bolão com 10 cotas faturou R$ 114,1 milhões, em Ponta Grossa (PR). A Mega-Sena saiu também em 11 de maio para uma aposta de Fundão, no Espírito Santo.

Uma aposta feita em Campinas (SP), em 25 de abril, faturou R$ 5,5 milhões. Em 20 de abril, uma aposta do Rio de Janeiro faturou 102,1 milhões.

Em 26 de março, uma aposta única de Recife (PE) faturou sozinha R$ 118,2 milhões. Em 5 de março, uma aposta de Goiânia ganhou 206,4 milhões.

Além desses, uma aposta faturou sozinha R$ 6,4 milhões, em 6 de janeiro, e, em 3 de fevereiro, outra aposta única ganhou R$ 94,8 milhões.

 

Açaí: você conhece todos os benefícios desse super alimento?

Foto: Pexels

açaí, também conhecido como juçara ou açaí-do-pará, é um fruto amazônico amplamente reconhecido por seus benefícios nutricionais. Considerado um superalimento, é uma excelente fonte de energia.

Disponível em várias formas, o açaí pode ser encontrado fresco, como polpa congelada ou em pó, sendo consumido ao natural ou combinado com farinha de mandioca, tapioca, peixe ou camarão.

    • Quando inserido em uma dieta equilibrada, o açaí pode oferecer diversos benefícios para a saúde. Além disso, quando consumido ao natural e sem adição de açúcar, o fruto não engorda.

 

No entanto, ao ser combinado com alimentos altamente calóricos, como chantili, leite em pó, xarope de guaraná ou leite condensado, ele pode aumentar significativamente a ingestão calórica, provocando um ganho de peso.

Conheça os benefícios do açaí

1. Redução dos riscos de câncer: Rico em antocianinas, o açaí possui fortes propriedades antioxidantes que ajudam a proteger o organismo contra efeitos carcinogênicos, estimulando a produção de enzimas hepáticas e inibindo a proliferação de células cancerígenas.

2. Fortalecimento dos ossos: O açaí é uma fonte natural de cálcio, essencial para a saúde óssea. Sua ingestão regular contribui para a prevenção de osteoporose e fraturas.

3. Saúde cardiovascular: Pesquisas indicam que o açaí auxilia na dilatação das artérias, facilitando o fluxo sanguíneo e ajudando a reduzir a pressão arterial, o que é benéfico para a saúde do coração.

4. Rico em fibras: Com 2,6 gramas de fibras a cada 100 gramas de polpa, o açaí ajuda na digestão, reduz o índice glicêmico das refeições e promove a sensação de saciedade.

5. Antioxidante: A antocianina, responsável pela coloração roxa do açaí, é um dos antioxidantes mais potentes, combatendo os radicais livres que causam danos celulares.

6. Retarda o envelhecimento: Devido à sua alta concentração de antioxidantes, o açaí combate os radicais livres que aceleram o desgaste celular, ajudando a retardar o processo de envelhecimento.

7. Fonte de energia: Rico em carboidratos e nutrientes, o açaí fornece energia rápida e eficiente, sendo uma excelente opção para consumir antes de atividades físicas, sem causar desconforto estomacal.

Com informações de: Tua SaúdeViva Bem e Globo Rural.

Chuva de meteoros Perseidas será visível neste fim de semana; saiba como ver

(crédito: NASA/Bill Ingalls)

Apaixonados pelo céu e pela astronomia terão um espetáculo no céu noturno neste fim de semana. Trata-se da chuva de meteoros Perseidas, que atinge o pico na madrugada de segunda-feira (12/8), mas que é possível ser observada em quase todo o Brasil ao longo deste fim de semana.

Composta por fragmentos do cometa Swift-Tuttle, a chuva de meteoros Perseidas é visível todos os anos nesta mesma época. O nome é dado em referência ao local onde a chuva por ser vista, na constelação de Perseu.

Os meteoros se formam quando a Terra passa por uma região de alta concentração de detritos de comentas e, ao atingir o contato com a atmosfera em alta velocidade, entram em combustão e deixam um rastro luminoso que forma a chuva.

Para observar

Interessados em observar a passagem dos meteoros no céu devem olhar para a direção da constelação de Perseu, que aparece próximo ao horizonte, na direção norte. A chuva deve ocorrer pouco antes do amanhecer, entre as 4h e 5h.

O pico ocorre na segunda-feira (12/8), mas é possível observar alguns meteoros alguns dias antes, como neste sábado (10/8) e domingo (11/8). A previsão é de que as melhores possibilidades de visualização ocorram na Região Norte no Brasil, mas nas outras regiões também é possível ver alguns meteoros.

De acordo com o Observatório Nacional, para tentar observar a chuva, é necessário estar em um local com baixa luminosidade, geralmente em áreas mais isoladas dos centros urbanos. É imprescindível apagar qualquer luz do local e estar sob um tempo aberto, sem nuvens.

Aplicativo Mesário 2024 já pode ser baixado nas lojas virtuais

Foto: Divulgação/TSE

O novo aplicativo “Mesário 2024” já está disponível para download nas principais lojas virtuais. Desenvolvido para facilitar o trabalho dos mesários nas eleições deste ano, o aplicativo promete ser uma ferramenta essencial para a gestão e organização das atividades eleitorais.

Disponível para dispositivos Android e iOS, o “Mesário 2024” oferece uma série de funcionalidades que visam otimizar o processo eleitoral.

Sobre o aplicativo Mesário 2024

Entre suas principais características estão o acesso a informações sobre horários, locais de trabalho, e procedimentos de votação, além de orientações sobre as responsabilidades dos mesários e suporte técnico em tempo real.

Para fazer o download, basta acessar a Google Play Store ou a Apple App Store e buscar por “Mesário 2024”. A instalação é rápida e o uso do aplicativo é intuitivo, permitindo que todos os mesários estejam bem preparados para suas funções no dia da eleição.

Funções do mesário

As funções desses colaboradores da Justiça Eleitoral vão desde controlar o fluxo na seção eleitoral, que começa com a chegada dos votantes e a organização da fila, até a conferência de documentos de identificação da eleitora e do eleitor no caderno de votação.

As mesárias e os mesários também preenchem um documento chamado de ata da votação e da mesa receptora, no qual devem ser registradas todas as ocorrências ao longo do dia de eleição.

A ferramenta também permite que os mesários confirmem sua participação, recebam notificações importantes e acessem materiais educativos para assegurar uma atuação eficiente durante o período eleitoral. O aplicativo é uma inovação que busca melhorar a experiência dos mesários e garantir o bom andamento das eleições.

Pupunha: fruta que beneficia a saúde e previne doenças

Fruta amazônica pupunha. - Foto: Reprodução/Flor de Jambu

pupunha é uma fruta que oferece diversos benefícios à saúde. Ela ajuda a combater a prisão de ventre, manter a saúde ocular, evitar doenças cardiovasculares e prevenir o envelhecimento precoce.

Com seu sabor agridoce e suave, a pupunha é versátil. Pode ser consumida cozida com sal, sendo uma opção nutritiva para o café da manhã ou lanche da tarde.

Além disso, a pupunha é usada para produzir farinha. Esta farinha é ideal para preparar pães, tortas, bolos e biscoitos, adicionando sabor e nutrientes às receitas.

Além de ser rica em fibras, o que ajuda a regular o intestino, a fruta também é capaz de trazer vários outros benefícios. Confira.

Benefícios da Pupunha

Os principais benefícios são:

  • Ajuda à saúde dos olhos;
  • Ajuda a prevenir a anemia;
  • Previne o envelhecimento precoce;
  • Previne doenças cardiovasculares;
  • Controla os índices glicêmicos.

Valor nutricional

Energia 164 kcal
Proteínas 2,5 g 2,5 g
Lipídios 9,2 g 9,2 g
Carboidratos 21,7 g 21,7 g
Fibra 8,9 g 8,9 g
Cálcio 28 mg 28 mg
Fósforo 31 mg 31 mg
Retinol 1500 mg
Vitamina C 35 mg

Candidato apoiado por Bolsonaro tem rejeição de 65%

A nova pesquisa do instituto DataFolha, divulgada nesta sexta-feira (9/8), mostra que 65% dos eleitores paulistanos não votariam em um candidato apoiado pelo ex- presidente Jair Bolsonaro (PL), porcentagem maior do que a rejeição a um candidato apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que é de 44%.

A pesquisa mostrou também que 16% do eleitorado votaria em um candidato apoiado por Bolsonaro, enquanto 20% votaria em um candidato por Lula e 15% votaria em um candidato apoiado pelo atual governador do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A pesquisa mostrou ainda que cerca de 13% dos paulistanos votariam em um candidato apoiado pelo vice-presidente e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSD).

A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, a pesquisa ouviu, durante os dias 6 e 7 de agosto, 1.092 pessoas de 16 anos ou mais.

A consulta mediu que mais da metade dos eleitores da cidade de São Paulo podem mudar de voto se o candidato for apoiado por um político rejeitado por eles. 56% está disposto a mudar o voto, enquanto outros 41% permaneceram com o candidato, 2% não soube responder.

Até agora, Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL) seguem empatados  na liderança da disputa pela prefeitura de São Paulo, com 23% e 22%, respectivamente. Pablo Marçal (PRTB) e Datena (PSDB) dividem o segundo lugar, também empatados, ambos com 14% dos votos. Votos brancos e nulos chegam a 11%.

Juliana Sousa

Célio Lopes diz que vai priorizar saúde e saneamento

Célio Lopes, pré-candidato a prefeito de Porto Velho pela Frente Democrática, disse que vai priorizar a saúde e o saneamento básico caso seja eleito. A declaração foi feita durante sabatina transmitida na noite desta quinta-feira, 08/08, pela TV Meridional, do grupo Bandeirantes.

Célio Lopes criticou a proposta de privatização do saneamento, em estudo pela atual gestão, e disse que, se for eleito, vai trazer a gestão do saneamento para o município, assumindo a responsabilidade de ampliar o fornecimento de água tratada, que hoje atende apenas 40% da população, e da coleta e tratamento de esgoto, o que é inexistente na cidade. Porto Velho é a pior cidade do Brasil em saneamento, segundo pesquisa do Instituto Trata Brasil.

“O governo federal destinou cerca de 900 milhões de reais para Porto Velho nos últimos anos para o tratamento de água e do esgoto, e não foi feito nada, sendo que perdemos estes recursos. É evidente que precisamos de uma gestão mais eficiente e transparente. Eu vou resgatar esse recurso federal que perdemos, e, se a Caerd não apresentar um projeto consistente, vou municipalizar o saneamento e tocar essas obras que Porto Velho necessita”, frisou Célio.

HOSPITAL MUNICIPAL

Durante a entrevista, o candidato destacou a grave situação da saúde em Porto Velho, enfatizando a necessidade urgente de melhorias nesse setor, incluindo a construção de um hospital municipal, um pronto-socorro eficiente, bem como a disponibilização de vacinas, médicos e medicamentos.

Célio Lopes afirmou que a saúde será uma das prioridades de seu mandato, buscando garantir que a população tenha acesso a um sistema de saúde que funcione de maneira adequada. Essa proposta reflete uma preocupação com o bem-estar da comunidade e a urgência de soluções nessa área.

Célio Lopes destacou ainda projetos específicos que visam melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, como por exemplo a revitalização do comércio, nas mais diversas avenidas, como a Sete de Setembro e a Carlos Gomes, e enfatizou sua sua capacidade de gestão e compromisso com as necessidades da comunidade.

Sua atuação durante a sabatina evidenciou não apenas conhecimento, mas também um plano consistente para enfrentar os desafios enfrentados pela cidade. Com isso, Célio Lopes se apresentou como um candidato sólido e preparado para assumir a prefeitura, buscando atender as expectativas da população portovelhense.

Assessoria de Imprensa

Rondônia e Amazonas registram a maior parte dos diagnósticos da Febre oropouche no País

Reprodução/Entomological Society of America

O alerta da comunidade científica em torno da febre oropouche segue em escalada após as primeiras mortes pela doença no mundo terem sido registradas no Brasil. Apenas nos seis primeiros meses deste ano, já foram anotados 7,5 mil casos da doença, número sete vezes maior do que o total de infecções de 2023.

Endêmica na região da Amazônia, a febre oropouche está se espalhando por outros estados. Amazonas e Rondônia registram a maior parte dos diagnósticos, mas Bahia e o Espírito Santo também estão vivendo surtos.

Um artigo escrito pela equipe do pesquisador Felipe Gomes Naveca, chefe do Laboratório de Arbovírus e Vírus Hemorrágicos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), apontou ma nova linhagem do vírus é a responsável pelo atual surto.

O que é a febre oropouche?

A febre oropouche é uma doença viral descoberta nos anos 1950. Ela é transmitida por um inseto conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Suspeita-se que, no surto atual, o pernilongo comum também esteja agindo como vetor do vírus.

A oropouche causa febre, mal-estar, fadiga, dores musculares e desconfortos intestinais, quadro bem parecido com o da dengue. Em casos raros, o quadro pode evoluir para meningite e febre hemorrágica.

“Os sintomas mais preocupante de oropouche são queda de pressão, confusão mental, diminuição da frequência de urina, falta de ar e sangramentos”, alerta o infectologista Alexandre Cunha, do Sabin Diagnóstico.

A doença não tem um tratamento específico: o que é indicado pelos médicos é o manejo dos sintomas.

O infectologista Leonardo Weissmann, professor do curso de Medicina da UNAERP, alerta para a necessidade dos profissionais de saúde que estão na linha de frente dos atendimentos serem capacitados sobre a nova doença. “Precisamos da atualização das estratégias de manejo clínico e de orientações sobre a gravidade potencial da doença. Os médicos precisam identificar rapidamente os casos, pois a evolução do vírus pode levar a um desfecho ruim”, alerta.

Quem deve se preocupar mais?

Os infectologistas alertam que a quantidade de pesquisas feitas sobre a doença ainda é pequena. As gestantes, porém, parecem ser o principal grupo de risco.

Os pesquisadores relacionaram casos recentes de microcefalia em bebês com a ocorrência de febre oropouche em gestantes, um fenômeno semelhantes ao que aconteceu durante a epidemia da zika no Brasil.

“O Ministério da Saúde indica que a doença pode ter uma transmissão vertical, quando é passada de mãe para filho, causando complicações perigosas, incluindo a malformação fetal”, afirma Naveca.
Segundo as informações disponíveis, os idosos e as crianças imunocomprometidas também correm risco de quadros mais graves da doença.

Saiba como se proteger da febre oropouche

As medidas de prevenção são as mesmas de outras doenças causadas por picadas de mosquitos:
  • uso de repelentes,
  • de roupas que cubram pernas e braços quando em matas;
  • além de tomar precauções adicionais em regiões onde há surtos.