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Fieam recebe pela 1ª vez em Manaus o Rondônia Day

A Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas) recebe no dia 21, pela 1ª vez em Manaus, o evento “Rondônia Day Manaus”, uma promoção do Governo do Estado de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico. O objetivo é reunir entidades representativas e empresários para conhecer as oportunidades de negócios em Rondônia.

A estratégia do Rondônia Day é apresentar Rondônia para empresários locais, com o objetivo de atrair investimentos, bem como oportunizar negócios através da realização de uma rodada de negócios entre as empresas rondonienses e compradores locais.

O evento será realizado na sede da Fieam, localizada na Avenida Joaquim Nabuco, 1919, Centro, às 14h. Os interessados em participar devem acessar o formulário de inscrição, disponível na bio do Instagram do Invest Rondônia (@investrondonia). Para mais informações, entre em contato pelo número (69) 99344-4387 (Felipe Magdiel) ou pelo e-mail investrondonia@gmail.com.

Esta será a 4ª edição do evento. O último aconteceu em Brasília e é uma realização da Invest Rondônia – Promoção à Exportação e Atração de Investimentos, da Sedec (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico), com o apoio da Fieam.

Fonte: JCAM

Exploração madeireira não autorizada em Rondônia aumenta em 2023: cresce pressão sob áreas protegidas

A exploração madeireira no estado de Rondônia, entre agosto de 2022 e julho de 2023, apresentou uma combinação preocupante de tendências. Enquanto a área total de floresta explorada cresceu 20% em comparação ao período anterior, a parcela dessa exploração realizada sem autorização também aumentou drasticamente, dobrando em relação a 2022. No total, 8.399 hectares foram explorados ilegalmente, representando 37% da área mapeada, um crescimento significativo em comparação aos 3.543 hectares não autorizados registrados em 2022.

Exploração em áreas protegidas

Um dos dados preocupantes de 2023 é o aumento da exploração madeireira não autorizada em Terras Indígenas e Unidades de Conservação. Em 2023, 1.909 hectares em Terras Indígenas foram explorados, representando 23% da exploração ilegal total no estado. As Unidades de Conservação também foram impactadas, com 1.314 hectares de exploração ilegal, ou 16% do total não autorizado.

Os resultados foram divulgados pela rede que desenvolve o Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), formada pelas organizações Imaflora, ICV, Idesam e Imazon. O cenário desenhado pelo estudo contrasta com os números de 2022, quando a exploração não autorizada em áreas protegidas ocorreu em menor escala.

O Parque Nacional do Mapinguari, que já era um ponto crítico em 2022, continuou a ser um dos principais alvos da exploração ilegal em áreas protegidas, com 1.314 hectares explorados em 2023, consolidando-se como a área protegida mais vulnerável do estado quando o assunto é exploração madeireira ilegal. “O parque está localizado em Porto Velho, capital do estado, na fronteira com o Sul do estado do Amazonas, região conhecida pela alta pressão em desmatamento e degradação”, destaca Júlia Niero Costa, analista de certificação e geotecnologias do Imaflora.

Outra área protegida altamente afetada foi a TI Kaxarari, com 1.169 hectares de exploração madeireira. “Este território também está localizado em Porto Velho, o que reforça a necessidade da intensificação de ações de comando e controle nesta região para evitar esse tipo de atividade ilegal”, reflete Niero. As outras duas Terras Indígenas afetadas, a TI Sete de Setembro e TI Aripuanã, estão localizadas no Oeste de Rondônia e fazem fronteira com o estado do Mato Grosso.

Concentração da exploração não autorizada

Os municípios de Porto Velho, Pimenteiras do Oeste e Cujubim figuram como focos da atividade ilegal, responsáveis por grande parte da exploração não autorizada no estado. Porto Velho, em particular, destacou-se com 4.806 hectares de exploração ilegal, representando 57% do total registrado.

“Porto Velho, além de ser o município mais impactado pela exploração florestal ilegal, também lidera o ranking de desmatamento, segundo os dados mais recentes do PRODES 2023, evidenciando a grave situação ambiental que a região enfrenta”, afirma Júlia. Esse padrão de concentração não é novo. Em 2022, Porto Velho já liderava o ranking de exploração não autorizada, o que indica a persistência de vulnerabilidades nessas áreas e a necessidade urgente de ações mais efetivas de fiscalização e controle. “A continuidade desse cenário sugere que as iniciativas de combate à exploração ilegal, embora presentes, ainda não são suficientes para reverter essa tendência”, destaca.

Desafios e contradições

Enquanto a exploração não autorizada aumenta, a exploração com autorização também cresceu, mas de forma mais contida. Em 2023, 14.307 hectares foram explorados com a devida autorização, representando 63% da área total mapeada. Comparativamente, em 2022, 81% da exploração foi autorizada, o que evidencia uma deterioração na legalidade das operações madeireiras em Rondônia. A exploração total teve um aumento de 20% quando comparada ao ano anterior.

Este dado é ainda mais relevante quando contrastado com a queda nas transações de madeira em tora, que em 2022-2023 atingiram 1,9 milhões de metros cúbicos, 28% a menos dos valores registrados em 2022. “A combinação de uma menor atividade comercial com um aumento na ilegalidade sugere que políticas de incentivo ao manejo florestal avancem no estado. Um exemplo é a Lei de Gestão de Florestas Públicas, que possibilita a concessão de florestas públicas para atividades de manejo florestal sustentável, pois só assim teremos aumento da oferta de madeira legal no mercado”, avalia Leonardo Sobral, diretor de Cadeias Florestais do Imaflora.

Caminhos para o futuro

Segundo Sobral, o aumento na exploração ilegal em Rondônia, especialmente em áreas protegidas, mostra que é importante e estratégico avançar na eficácia das políticas de preservação e fiscalização no estado. “A pressão crescente sobre Terras Indígenas e Unidades de Conservação demanda respostas rápidas e contundentes para evitar a degradação irreversível dessas áreas”, argumenta.

Os dados do Simex 2023 oferecem uma oportunidade para direcionar as ações de controle e fiscalização. “Com base nas informações detalhadas sobre onde ocorrem as maiores ameaças, é possível identificar regiões e áreas protegidas que devem ser priorizadas nas operações de combate à exploração ilegal”, comenta Sobral. Essa priorização não apenas otimiza os recursos de fiscalização, mas também garante que as áreas mais vulneráveis recebam a atenção urgente de que necessitam.

Para Leonardo, como a maior parte das explorações não autorizadas ocorre em imóveis rurais cadastrados, há uma oportunidade clara para responsabilizar os proprietários dessas terras. “A responsabilização pode atuar como um dissuasor eficaz para garantir que as normas ambientais sejam respeitadas e aplicadas de maneira justa”, finaliza.

Para além das medidas repressivas, é necessário promover um diálogo contínuo com as comunidades locais e reforçar os mecanismos de monitoramento e transparência na concessão de autorizações. Somente com uma abordagem integrada, que combine ação governamental, engajamento comunitário e fiscalização efetiva, será possível reverter a tendência de crescimento da exploração madeireira ilegal em Rondônia e proteger de forma mais eficaz o patrimônio natural do estado.

Sobre a Rede Simex

A Rede Simex é uma iniciativa de monitoramento da exploração madeireira na Amazônia que utiliza imagens de satélite para mapear e acompanhar as áreas submetidas a essa atividade. Além do mapeamento, o sistema realiza uma avaliação da legalidade das operações, cruzando os dados obtidos com as informações de licenciamento dos planos de manejo. Criada em 2020, a Rede Simex é composta por organizações de destaque na área ambiental, como Imazon, Idesam, Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) e Instituto Centro de Vida (ICV).

Sobre o Imaflora

Desde 1995, atua na promoção do uso sustentável e inclusivo dos recursos naturais. Seus projetos conciliam conservação ambiental e desenvolvimento econômico, atendendo a demandas das cadeias florestal, agropecuária, da sociobiodiversidade e da agenda climática. Realiza trabalho em campo, assistência técnica, serviços ESG e certificações, além de pesquisa e desenvolvimento de dados. (www.imaflora.org)

Para mais informações acesse o infográfico:

https://www.imaflora.org/public/media/biblioteca/infografico_simex_rondonia_ago2022_jul2023_pt.pdf

Ipam promove audiência pública e seminário para discutir previdência

Foto: Wesley Pontes

A Prefeitura de Porto Velho, por meio do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais de Porto Velho (Ipam), realiza nos dias 28, 29 e 30 de agosto, no auditório do IFRO, Campus da Avenida Calama, a II Audiência Pública e o II Seminário de Previdência. O evento tem como objetivo propor melhorias para a previdência municipal, através da construção de um sistema previdenciário eficiente.

Durante a audiência pública e o seminário, os servidores terão a oportunidade de participar de palestras e debates com especialistas, prontos para esclarecer as principais dúvidas e informações sobre a previdência municipal. Entre os temas abordados, estão: Regime Próprio de Previdência Social: os desafios para a sustentabilidade; Aposentadoria Especial por Exposição a Agentes Nocivos; e a Aposentadoria da Pessoa com Deficiência.

O Ipam reforça que a participação de todos os servidores municipais é fundamental para que o futuro da previdência seja construído de maneira democrática e segura, levando em consideração as propostas de melhorias e políticas a serem implementadas.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link: https://ipam-eventos.portovelho.ro.gov.br/eventos.

A programação completa pode ser acessada aqui.

Expoacre 2024: Começou as inscrições para expositores

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Turismo e Empreendedorismo (Sete), divulgou uma chamada pública para selecionar expositores para a Expoacre 2024. O edital foi publicado na sexta-feira, 16, no Diário Oficial do Estado.

A Expoacre 2024 ocorrerá entre os dias 31 de agosto e 8 de setembro, em Rio Branco, destacando produtos regionais e empresas do trade turístico. A chamada pública visa atrair expositores interessados em promover seus produtos e serviços durante o evento.

As inscrições começaram nesta segunda-feira (19), e se encerram no dia 23 de agosto. Os interessados devem solicitar o formulário de inscrição e oficializar a candidatura até o dia 23, por meio do e-mail deturturismo@gmail.com.br.

O processo de inscrição busca garantir uma seleção justa e transparente dos expositores que participarão da feira.

A Expoacre 2024 promete ser uma vitrine importante para o turismo e o empreendedorismo no Acre, com foco no desenvolvimento econômico e cultural da região.

Projeto investiga contaminação por metais e agrotóxicos na Terra Indígena Yanomami

Terra Indígena Yanomami - Foto: Reprodução/Lohana Chaves/Funai

O Projeto Monitora Y está conduzindo uma investigação aprofundada sobre a presença de metais pesados, como mercúrio, e a influência de agrotóxicos em rios que atravessam a Terra Indígena Yanomami, localizada em Roraima.

O objetivo principal é gerar informações essenciais para orientar ações governamentais que possam enfrentar a grave crise de saúde que afeta essa comunidade indígena.

Este projeto dá continuidade a um levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz em 2022, que revelou a contaminação de peixes na Bacia do Rio Branco por mercúrio. Os resultados mostraram que os povos indígenas que consomem esses peixes e utilizam a água local foram expostos ao metal tóxico, com possíveis impactos graves à saúde.

Na fase atual, que começou em 2023, a equipe realizou três campanhas de coleta de amostras: a primeira em novembro de 2023, seguida por outras em março e junho de 2024.

Uma nova coleta está prevista para setembro e deve durar aproximadamente duas semanas. Entre as amostras colhidas estão água e sedimentos dos rios, peixes e água consumida pelas comunidades.

As coletas foram feitas não só na Terra Yanomami, mas também em outras áreas protegidas da região, como as estações ecológicas Maracá e Niquiá, o Parque Nacional do Viruá e a Floresta Nacional de Roraima.

A equipe de pesquisadores espera concluir a análise dos dados até novembro de 2024. O Projeto Monitora Y conta com a participação de especialistas do Centro de Tecnologia Mineral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em parceria com o ICMbio e o Ibama, todos trabalhando juntos para entender e mitigar os impactos da contaminação na região.

Com informações Gov.br

Juíza aceita cachorro como autor de ação contra tutora por castração caseira

(crédito: Reprodução/Instagram/@myclinic_saudeanimal)

Um cachorro da raça Shih Tzu chamado Théo foi retirado da tutora após ele ser submetido a um procedimento de castração caseira que causou sofrimento extremo e complicações graves. A ação de destituição de guarda foi movida pela clínica veterinária My Clinic Saúde Animal. O próprio Théo também consta como autor do processo.

A Juíza da 1ª Vara Cível da Comarca de Sapiranga (RS), Paula Maurícia Brun, nomeou a médica veterinária Aline München, da clínica My Clinic Saude Animal, como cuidadora do cachorro até a conclusão do processo. A magistrada destacou acerca da atualização do Código Ambiental do Rio Grande do Sul, que reconhece os animais como sujeitos de direitos e assegura tutela jurisdicional quando esses direitos são violados.

“Resta evidenciado, também, o perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo, uma vez que a parte ré pode pleitear a posse de Théo. E, em cognição sumária, conforme os elementos probatórios já juntados, a ré não possui condições de manter a posse de Théo, diante do sofrimento que causou ao seu animal de estimação, podendo colocá-lo novamente em situação de risco e maus-tratos”, pontuou a juíza Paula.

Entenda o caso

Em julho deste ano, a tutora do cão entrou em contato com a clínica veterinária solicitando uma consulta de emergência. Ela relatou que Théo apresentava sangramento após ter sido submetido a uma cirurgia. Ao chegar à clínica, o cão foi imediatamente atendido por uma médica veterinária.

Durante o atendimento, ao ser questionada sobre a situação do pet, a tutora confessou que o cão havia sido submetido a um procedimento caseiro de castração, realizado por uma conhecida que não era médica veterinária. Ela também admitiu que o cão não estava recebendo nenhum tipo de medicação pós-cirúrgica, nem utilizando roupa ou cone (colar) pós-operatório.

FIMCA Celebra a Cerimônia do Jaleco do Curso de Terapia Ocupacional

Em uma noite de grande emoção e significado, o Centro Universitário Aparício Carvalho – FIMCA realizou a Cerimônia do Jaleco para os acadêmicos do curso de Terapia Ocupacional. O evento marcou um importante passo na trajetória dos futuros terapeutas ocupacionais, simbolizando a responsabilidade e o compromisso com a saúde e o bem-estar que serão parte integrante de suas carreiras.

A cerimônia contou com a presença do Reitor Emérito da FIMCA, Dr. Aparício Carvalho e a Reitora Emérita, Dra. Maria Silvia Fonseca Ribeiro Carvalho de Moraes que reforçaram o papel fundamental do terapeuta ocupacional na promoção da qualidade de vida dos pacientes: “Terapeuta Ocupacional é uma profissão belíssima e que tem um papel de excelência, de recuperar pessoas, e por isso fico muito feliz de estar reunido nesta noite, os familiares, acadêmicos e professores, para mostrar a importância da profissão e a importância do Jaleco. Quero aqui desejar a todos aqueles que tenham uma formação de excelência, para que também possam ser excelentes profissionais”, diz Dr. Aparício.

Estiveram também presentes o Coordenador Pedagógico Fernando Ramalho e a Coordenadora do curso de Terapia Ocupacional, Elisete Moreira, trazendo palavras de encorajamento, inspirando e destacando a importância desse marco para os estudantes.

Vestir o jaleco pela primeira vez é um momento de profunda reflexão sobre os valores éticos e profissionais que nortearão a vida acadêmica e futura prática profissional. O evento celebrou a dedicação dos alunos até aqui e lançou as bases para os próximos passos em sua formação.

A cerimônia foi marcada por discursos emocionantes e momentos de confraternização, fortalecendo os laços entre os estudantes, professores e familiares. Esse rito de passagem é um marco que ficará gravado na memória de todos, representando o início de uma jornada de aprendizado e crescimento contínuos.

O Centro Universitário Aparício Carvalho – FIMCA reforça seu compromisso em formar profissionais capacitados e humanizados, prontos para fazer a diferença no campo da saúde, e a Cerimônia do Jaleco é uma prova concreta desse compromisso.

Veja alguns nomes inusitados de candidatos nas eleições de 2024 em Rondônia

Encerrou na 5ª feira (15.ago.2024) o prazo para registro de candidaturas para as eleições municipais deste ano. Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), foram 453.939 candidatos (15.387 para prefeito, 15.467 para vice-prefeito e 423.125 para vereador). Muitos postulantes escolheram nomes excêntricos, diferentes do que constam nos documentos, para usar na campanha eleitoral.

Os apelidos curiosos estão em destaque em Rondônia este ano na corrida eleitoral. Entre os candidatos, foram registrados nomes como “Coro Grosso”, “Polaco do Picolé”, “Sucata da Gaita”, “Afobadinho”, “Balango”, “Nona”, “Grampolo” e “Bula” que certamente chamam a atenção do eleitor.  Essa estratégia pode ser uma forma de se diferenciar em um cenário onde a disputa é acirrada e a originalidade pode atrair mais votos.

NOME DE ANIMAIS

o JABUTI é um dos candidatos a vereador em Rondônia

Além disso os nomes de animais, também estão em alta nos registros das candidaturas em Rondônia, como por exemplo, Cobra, Tourinho, Arara, Dj Pato, Jabuti, Galinho, Formigão e Boi da Chácara entre outros candidatos que também optaram por esses títulos inusitados, refletindo uma tentativa de conectar-se com a cultura local ou transmitir uma mensagem específica. Essas escolhas, embora controversas, revelam a criatividade e, em muitos casos, o humor dos postulantes à política.

O TSE orienta que esses nomeamentos não devem ferir a legislação eleitoral, mas, frequentemente, a linha entre o aceitável e o absurdamente incomum pode ser tênue. Em meio a essas peculiaridades, a expectativa agora gira em torno da campanha eleitoral e como esses candidatos irão utilizar seus nomes únicos para conquistar o eleitorado.

Na OAB – Mariana Carvalho assina Pacto em Defesa da Democracia e Combate à Desinformação e Fake News nas eleições

A candidata a prefeita de Porto Velho, Mariana Carvalho, reafirmou seu compromisso com a integridade e transparência no processo eleitoral ao assinar o Pacto em Defesa da Democracia, Combate à Desinformação e Fake News, promovido pela OAB Rondônia na noite de ontem, 16.08. O evento reuniu candidatos ao cargo de prefeito da capital.

Em seu discurso, Mariana Carvalho destacou a necessidade de uma campanha eleitoral ética, onde as propostas viáveis prevaleçam sobre os ataques pessoais. “Precisamos garantir uma campanha respeitosa, limpa e com propostas que realmente possam ser concretizadas, para que conquistemos a confiança dos eleitores e mostremos que, na política, é possível sim transformar planos em ações durante os próximos quatro anos”, afirmou.

Ela também sublinhou alguns pontos do seu plano de governo, com foco em áreas como saúde, educação, desenvolvimento econômico e agricultura familiar. Entre as propostas, Mariana deu ênfase à criação do primeiro Hospital Municipal de Porto Velho, ressaltando que os recursos já estão assegurados e que a área destinada à construção já está sendo preparada. Ao reconhecer os avanços alcançados pela atual gestão do prefeito Hildon Chaves, frisou que ainda há muito a ser feito para continuar progredindo.

Mariana Carvalho encerrou seu discurso agradecendo à OAB Rondônia, aos apoiadores e aos demais candidatos presentes, demonstrando seriedade, equilíbrio e maturidade política. Ela reforçou sua determinação em enfrentar os desafios necessários para ampliar a transformação da capital rondoniense, por meio das realizações que apresentará aos porto-velhenses durante a campanha eleitoral.

Assessoria

Rede social X fecha escritório no Brasil após Moraes ameaçar prender diretora por desobedecer decisões

A rede social X anunciou neste sábado (17), em um post na própria rede, que vai “encerrar as operações” no Brasil.

Segundo o X, o serviço continuará disponível para os usuários do país.

A mensagem diz que a medida será tomada em razão de decisões judiciais do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes – que, em um despacho, teria ameaçado multar e prender a responsável pelo escritório do X no Brasil, Rachel de Oliveira Villa Nova Conceição, por descumprimento de decisões judiciais.

No post divulgado neste sábado, o perfil publicou uma cópia digital da suposta decisão de Moraes. O documento tramita em sigilo, e o g1 tenta confirmar a autenticidade junto ao tribunal.

O documento atribuído a Moraes inclui trecho que diz:

“Multa diária de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) à administradora da empresa, RACHEL DE OLIVEIRA VILLA NOVA CONCEIÇÃO, CUMULATIVA ÀQUELA IMPOSTA À EMPRESA, bem como DECRETAÇÃO DE PRISÃO por desobediência à determinação judicial”.

Segundo o X, a cópia do mandado de Moraes foi publicada para “expor suas ações”.

“Apesar de nossos inúmeros recursos ao Supremo Tribunal Federal não terem sido ouvidos, de o público brasileiro não ter sido informado sobre essas ordens e de nossa equipe brasileira não ter responsabilidade ou controle sobre o bloqueio de conteúdo em nossa plataforma, Moraes optou por ameaçar nossa equipe no Brasil em vez de respeitar a lei ou o devido processo legal”, diz o X.

“Como resultado, para proteger a segurança de nossa equipe, tomamos a decisão de encerrar nossas operações no Brasil, com efeito imediato. O serviço X continua disponível para a população do Brasil”, prossegue.

“Estamos profundamente tristes por termos sido forçados a tomar essa decisão. A responsabilidade é exclusivamente de Alexandre de Moraes. Suas ações são incompatíveis com um governo democrático. O povo brasileiro tem uma escolha a fazer – democracia ou Alexandre de Moraes”, conclui o comunicado.

Nos últimos dias, Moraes emitiu decisões em que mandava a rede social bloquear perfis que vinham publicando mensagens antidemocráticas ou de ódio contra autoridades.

A empresa, no entanto, não teria cumprido essas determinações. Na última semana, Moraes tinha elevado a multa por descumprimento para R$ 1,4 milhão ao dia, relacionada a sete contas na rede.

Dono da plataforma, o empresário sul-africano Elon Musk chegou a atacar Moraes em postagens em abril, e ameaçou reativar outras contas que tinham sido bloqueadas anteriormente – quando a rede ainda se chamava Twitter e não tinha sido comprada pelo magnata.