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Grandes apoios a Evaldo da Agricultura se consolidam na corrida eleitoral

A menos de dois dias da eleição, o candidato Evaldo da Agricultura segue firme em sua campanha, com uma crescente aceitação entre os eleitores. As pesquisas recentes indicam que sua popularidade está aumentando, refletindo o alinhamento de suas propostas com as necessidades e anseios da comunidade.

O engajamento e a satisfação da equipe são importantes para fortalecer a candidatura

A cada dia, o nome de Evaldo é mencionado em diversos lugares, consolidando-se como a preferência em várias regiões de Porto Velho, especialmente na área rural.
Sua trajetória tem despertado esperanças, e os moradores veem em suas propostas uma oportunidade de melhoria na qualidade de vida, desenvolvimento sustentável e apoio às práticas agrícolas. Com um forte engajamento da população, Evaldo se mostra otimista e acredita que sua visão para o futuro pode trazer transformações significativas para a região.

Grandes apoios se consolidaram nesta corrida eleitoral

À medida que a data da eleição se aproxima, a expectativa é de que essa crescente aceitação se traduza em votos nas urnas. “A honestidade e a transparência são fundamentais para ganhar a confiança do eleitorado. Acredito que estamos no caminho certo é um sinal de que o trabalho duro e os valores que estamos defendendo estão ressoando positivamente. O engajamento e a satisfação da equipe também são importantes para fortalecer a nossa candidatura” destacou Evaldo.
Esta é a segunda vez que Evaldo disputa uma eleição para vereador da capital, filiado ao PSDB, o candidato torna-se um dos principais nomes para conquistar uma das 23 vagas na câmara de vereadores de Porto Velho.

Fonte: Assessoria

Presidente do TSE conclama eleitores a comparecerem às urnas

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, conclamou nesta quinta-feira (3) os eleitores a comparecem às urnas no próximo domingo (6), dia do primeiro turno das eleições municipais.

Durante a última sessão do TSE antes do primeiro turno, realizada na manhã de hoje, a ministra disse que os servidores da Justiça Eleitoral trabalharam para receber os eleitores no dia da votação.

“Os dedicados servidores da Justiça Eleitoral brasileira, mais de 20 mil servidores, trabalharam com afinco, com todo empenho para que todos os brasileiros chegassem à cabine [de votação] com tranquilidade e sossego, mas, principalmente, com liberdade para escolher o que ele quer. O que os eleitores colocarem nas urnas será apurado, e o resultado apurado será proclamado”, afirmou.

A ministra também disse que espera que os eleitores não “depositem seus dissabores na vida” na hora de votar.

“Este é um momento de tranquilidade democrática, de civismo responsável e de alegria. A gente não espera que as pessoas depositem os seus dissabores na vida, ou ideológicos, diferenças que nos enriquecem”, disse.

A presidente também disse esperar tranquilidade durante o pleito. “Não esperamos que haja práticas nem de ofensas, nem de violência, nem de inaceitação das diferenças, porque é dessas diferenças que nós realizamos a pluralidade, que é um direito constitucional de todo mundo”, completou.

O primeiro turno das eleições será no domingo (6). O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro em 103 municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atingir mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno.

Países vizinhos afetam eleição municipal nas fronteiras do Brasil

Para cerca de 11 milhões de brasileiros, a eleição municipal é também um assunto internacional, uma vez que essas pessoas vivem em cidades localizadas na chamada faixa de fronteira. A área representa 16% do território nacional, com largura de 150 quilômetros a partir da linha que divide o Brasil dos seus dez vizinhos sul-americanos.

Especialistas consultados pela Agência Brasil destacam que a realidade municipal da fronteira tem uma dimensão internacional que exige dos prefeitos e vereadores capacidade diplomática e boa articulação com os governos federal e estadual.

Brasília (DF), 30/09/2024 - Professor Tomaz Espósito, coordenador do mestrado de fronteiras e direitos humanos da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), no Mato Grosso do Sul (MS). Matéria Eleições em fronteiras. Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Professor Tomaz Espósito, coordenador do mestrado de fronteiras e direitos humanos da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) – Arquivo pessoal/Divulgação

“Os municípios precisam desenvolver uma diplomacia paralela que exige uma discussão dos dois lados da fronteira para destinação de resíduos sólidos, para captação de recursos, transporte escolar e combate à dengue, por exemplo”, explica o professor Tomaz Espósito, coordenador do mestrado de fronteiras e direitos humanos da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), em Mato Grosso do Sul (MS).

Existem 588 municípios dentro da faixa de fronteira. Desses, 124 cidades estão na linha que divide o Brasil da Venezuela, do Paraguai, da Bolívia, da Argentina, entre outras nações. Além disso, no Brasil há 33 “cidades-gêmeas”, que são municípios com forte integração com uma cidade do país vizinho.

São cidades-gêmeas, por exemplo, Guajará-Mirim (RO) e Guayaramerín, na Bolívia; Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero, no Paraguai; e Pacaraima (RR) e Santa Elena de Uairén, na Venezuela.

Por sua condição de vizinhos de outros países, os municípios de fronteira enfrentam desafios próprios como imigração, contrabando internacional, forte presença do crime organizado, ausência de projetos de desenvolvimento econômico local e alta evasão escolar.

Brasília (DF), 30/09/2024 - Mapa do Brasil. Matéria Eleições em fronteiras. Foto: Ipea/Divulgação
Faixa de fronteira representa 16% do território nacional – Ipea/Divulgação

Imigração e moradia

As políticas municipais para moradia popular podem resolver os problemas que a imigração trouxe ao estado de Roraima (RR), avalia a agricultora familiar Maria Ferraz de Matos, de 53 anos. Ela coordena a Cozinha Solidária no estado, projeto do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) que oferece refeições gratuitas para pessoas em situação de pobreza.

Brasília (DF), 30/09/2024 - Agricultora familiar Maria Ferraz de Matos, de 53 anos, coordena a Cozinha Solidária em Roraima, projeto do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Matéria Eleições em fronteiras. Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Agricultora familiar Maria Ferraz de Matos (de rosa) coordena a Cozinha Solidária em Roraima, projeto do MTST – Arquivo pessoal/Divulgação

“Você anda em Boa Vista [RR] e encontra mulheres, homens e crianças venezuelanas dormindo no chão. Temos aqui um déficit habitacional muito grande. Tem também muita família brasileira vivendo de fazer bico para pagar aluguel e vem comer aqui na Cozinha Solidária”, conta.

O intenso fluxo migratório tem acirrado os ânimos entre brasileiros e venezuelanos em Roraima. “O brasileiro fica chateado porque acredita que os venezuelanos têm mais direito do que ele. Muitas vezes tenho que mediar conflitos entre os dois grupos”, diz Maria Ferraz.

Para a coordenadora, as prefeituras devem promover políticas de moradia que ajudem tanto os brasileiros quanto os venezuelanos. “Tem muita terra aqui que poderia ser usada para política de moradias. Porém, como os venezuelanos não votam, parece que os candidatos não se preocupam com eles”, avalia.

Promover políticas para moradia é um dever constitucional que também é dos municípios, como determina o Artigo 23 da Constituição brasileira.

Integração latino-americana

O parágrafo único do Artigo 4º da Constituição, dispositivo que define os princípios das relações internacionais do país, afirma que o Brasil “buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações”.

O professor Tomaz Espósito destaca que a integração é diária nos municípios de fronteira e sugere que as prefeituras promovam projetos para que a população brasileira possa ser atendida no país vizinho e vice-versa.

“Na fronteira do Brasil com o Uruguai já vimos projetos em que há troca de oferta de serviços médicos, com brasileiras indo realizar tomografia no Uruguai e uruguaios realizando hemodiálises no Brasil. Pode-se criar arranjos para que a fronteira deixe de ser apenas um obstáculo e se torne de fato a integração. O Brasil começa na fronteira”, diz o especialista.

Brasília (DF), 30/09/2024 - Presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf), Luciano Stremel Barros. Matéria Eleições em fronteiras. Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf), Luciano Stremel Barros – Arquivo pessoal/Divulgação

Para o presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf), Luciano Stremel Barros, os municípios sozinhos não têm estrutura financeira e administrativa para enfrentar os graves problemas das fronteiras brasileiras e, por isso, as autoridades locais devem ter boa capacidade técnica e de gestão.

“O principal ponto é buscar gestores que tenham capacidade ou que possam, em conjunto com a sociedade, ter condições técnicas mínimas para trabalhar aspectos legislativos e administrativos. O tanto que o país perde em corrupção ele perde também com má gestão”, avalia o presidente do Idesf, com sede em Foz do Iguaçu (PR), na fronteira com o Paraguai.

Memes políticos disputam imaginário com humor, mas podem desinformar

“O senhor é um padre de festa junina”, disse a candidata a presidente Soraya Thronicke (Pode) durante o último debate do primeiro turno da eleição de 2022. A declaração da presidenciável contra o também candidato Padre Kelmon (atualmente no PL e, na época, no PTB), em 29 de setembro, extrapolou o alcance do debate televisivo, foi repetida inúmeras vezes na internet em tom cômico e ganhou espaço na memória do eleitor até hoje. Virou “meme”.

Definido como uma linguagem que viraliza no universo virtual, “o meme cumpre essa função de entreter e divertir, mas também têm outros objetivos, especialmente no ambiente político”, explica à Agência Brasil o professor do Departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Viktor Chagas.

Autor da pesquisa A política dos memes e os memes da política: proposta metodológica de análise de conteúdo de memes dos debates eleitorais de 2014, o pesquisador esclarece que o termo não surgiu diretamente da internet. Originalmente, a definição se refere à maneira como as informações culturais são transmitidas de geração em geração.

“O conceito surge na década de 1970, portanto muito antes da popularização da internet. Ele foi cunhado pelo biólogo Richard Dawkins no livro O Gene Egoísta (1976) como termo análogo ao gene, só que na cultura”, conta Chagas.

Com o passar do tempo, a palavra foi usada por diversos campos do conhecimento, até que no final da década de 1990 houve a sua apropriação definitiva pelos usuários da internet, que começaram a definir “meme” como o compartilhamento de imagens, vídeos e piadas virais.

“Podemos falar que há dois memes, um antes da internet e outro depois dela, porque quando passamos a nos apropriar desse conceito, ele passou a representar algo completamente diferente e, então, nativo do ambiente digital”.

Associada a nichos culturais específicos, essa linguagem também se caracteriza por camadas de informação combinadas ao humor, atendendo a uma lógica na qual os usuários buscam construção de identidade e pertencimento.

“Hoje, há toda uma economia desenvolvida em torno dos memes. Os grandes responsáveis por diminuir a relação de custo-benefício na produção deles são o que chamamos vulgarmente de ‘geradores de meme’: pequenos aplicativos responsáveis por desenvolvê-los a partir de alguns modelos”, acrescenta.

Âmbito político

Pesquisadora do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab-UFRJ), Débora Salles considera o período de 2008 a 2012 — momento em que os candidatos passaram a investir massivamente na internet — como o marco inicial da utilização de memes nas campanhas políticas.

“O Obama (ex-presidente dos Estados Unidos) foi o grande ponto de virada na campanha política on-line. Com ele começa o uso de memes, ainda que algo restrito, mas que vai crescendo em importância social e cultural conforme o aumento do uso da internet e da penetração dos aplicativos na sociedade”.

No Brasil, a introdução dos memes nos períodos eleitorais ocorreu logo depois, com as eleições gerais de 2014, quando Dilma Rousseff foi reeleita ao cargo de presidente do país.

“As eleições de 2014 foram talvez o primeiro momento em que vimos efetivamente os memes entrarem na cena pública, com um caráter, inclusive, oficial”, destaca o professor da UFF. “A Dilma, na ocasião, foi vítima de muitos memes misóginos, assim como a Marina Silva”, relembra.

Para Chagas, no cenário político os memes podem ser utilizados como estratégia para persuadir diferentes grupos e chamar a atenção para uma posição ideológica.

“Eles podem contribuir para a construção de uma determinada leitura sobre um personagem da política, podendo atacar ou difamar. Nesse sentido, eles estão ali tentando convencer o eleitor de uma certa visão de mundo. Não à toa, muitas campanhas têm investido largamente na produção de memes ou no incentivo à comunidade de produtores e influenciadores digitais”, destaca.

Também é comum os memes serem produzidos por apoiadores e movimentos organizados da sociedade com a intenção de criticar opositores e deslegitimar adversários. “Eles ajudam a deixar claro valores e conceitos, desarmar os críticos e aliviar a tensão. São uma tradução da criatividade das comunidades”, resume a pesquisadora do NetLab.

Desinformação

“É importante dizer que na maioria das vezes em que os memes são produzidos e divulgados, eles não têm necessariamente um conteúdo malicioso ou problemático”, ressalta Salles.

“A questão é que eles têm sido cada vez mais utilizados por grupos extremistas, que se apropriam de certas imagens, piadas e acontecimentos para propagar desinformação e promover discursos de ódio”.

À Agência Brasil, a pesquisadora traz que existe uma diferença entre informação falsa e a desinformação. No geral, a primeira é algo que pode ser desmentido, enquanto a segunda é um conceito além, que também engloba a informação falsa.

“Muitas vezes, a desinformação está lidando com informações verdadeiras, mas tiradas de contexto e distorcidas. Já a informação falsa está inserida na desinformação, que inclui outras questões que não podem ser verificadas”.

Para ela, os memes estão relacionados à desinformação na medida em que o humor é utilizado para criar uma “zona cinzenta” entre o “problemático e aquilo que é socialmente aceitável”, sendo usado para escapar desse tipo de moderação.

Segundo Débora Salles, um dos grandes problemas no combate à desinformação gerada pelos memes é a dificuldade de moderação das plataformas digitais. “É difícil identificá-los e tirá-los do ar, porque as plataformas têm dificuldades em reconhecer os memes. Com isso, especialmente quando os memes são problemáticos ou divulgados por grupos extremistas, o principal desafio para combatê-los é que não sabemos muito bem como isso é administrado pelas plataformas que não liberam informações sobre os seus conteúdos para a sociedade, para os pesquisadores ou mesmo para o Estado”.

A estudiosa alerta que os eleitores em geral “precisam lembrar que o humor pode ser sempre usado como estratégia para falar aquilo que você não falaria normalmente”.

Assim, reforça haver uma necessidade de se investir em interpretação para que as pessoas possam identificar se aquela imagem, áudio ou vídeo se trata apenas de uma piada ou de uma estratégia para os apoiadores espalharem mensagens que não conseguiriam compartilhar diretamente.

*Estagiária sob supervisão de Vinícius Lisboa

Eleitor precisa baixar e-Título até este sábado

O eleitor que pretende votar usando o título de eleitor digital deve baixar o aplicativo e-Título até este sábado (5). 

Neste domingo (6), dia da votação, o download será suspenso pela Justiça Eleitoral para evitar instabilidade. O acesso só será retomado na segunda-feira (7).

O aplicativo é gerido pela Justiça Eleitoral e pode ser utilizado como documento de identificação para votar e acessar o endereço do local de votação, além de permitir a realização da justificativa pela ausência na votação.

O e-Título pode ser baixado gratuitamente nas lojas de aplicativos Apple e Android. Em seguida, o usuário deve preencher os dados pessoais solicitados e validar o acesso ao aplicativo.

Para conseguir votar com o título digital, o aplicativo deve conter a biometria, a foto do eleitor e estar atualizado.

O eleitor também poderá votar com um documento oficial com foto, como a carteira de identidade, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou carteira de trabalho.

No dia da votação, o eleitor não poderá entrar na cabine de votação portando o aparelho celular, que deverá ser deixado com os mesários.

Agência Brasil

Consultas populares serão realizadas em 5 municípios durante eleições

O primeiro turno das eleições municipais também será utilizado pela Justiça Eleitoral para a realização de consultas populares. No próximo domingo (6), além de escolher prefeitos e vereadores, os eleitores de cinco municípios deverão opinar sobre assuntos que envolvem suas localidades.

As consultas populares serão realizadas em duas capitais, Belo Horizonte e São Luís, e nos municípios de Dois Lajeados (RS), Governador Edison Lobão (MA) e São Luiz (RR).

Na capital mineira, os eleitores vão decidir sobre a aprovação da nova bandeira da cidade. A ordem de votação na urna eletrônica será a seguinte: o eleitor vota para vereador. Em seguida, para prefeito.

Na última etapa, o eleitor opinará no referendo. Aparecerá na urna eletrônica a pergunta da consulta: “Você aprova a alteração da bandeira de Belo Horizonte?

Para aprovar a troca, o eleitor deverá digitar o número 1 para SIM ou 2 para NÃO, além da tecla verde para confirmar.

Durante a consulta, os eleitores também poderão votar em branco.

Em São Luís, os eleitores terão que opinar sobre o passe livre estudantil no transporte público. A tecla 1 da urna equivale à resposta SIM. Para se manifestar de forma contrária (NÃO), basta digitar 2. Após a escolha, a tecla verde deve ser acionada para confirmar.

No município de Governador Edison Lobão, a decisão será sobre a mudança do nome da cidade para Ribeirãozinho do Maranhão. A forma de escolha também será a mesma: tecla 1 para SIM, tecla 2 para NÃO e confirma.

No Rio Grande do Sul, os eleitores de Dois Lajeados vão decidir sobre o local de construção do centro administrativo do governo.

Em São Luiz (RR), o eleitorado vai opinar sobre a mudança do nome do município para São Luiz do Anauá.

O primeiro turno das eleições será no domingo (6). O segundo turno poderá ser realizado em 27 de outubro em 103 municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atingir mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno.

Referendo e plebiscito

A capital maranhense e os municípios de Governador Edison Lobão (MA), São Luiz (RR) e Dois Lajeados (RS) vão realizar plebiscitos. Em Belo Horizonte ocorrerá um referendo.

Os referendos e os plebiscitos são dois tipos de consultas populares. No plebiscito, a população é consultada antes da implementação de uma lei sobre o tema que está em discussão. Com o referendo, o eleitorado pode confirmar ou rejeitar uma lei aprovada pelo Legislativo.

André Richter – Repórter da Agência Brasil

COMPROMETIMENTO: Bruno Eduardo assume protagonismo da TV em Rondônia

Rondônia tem um novo rosto querido na televisão. Bruno Eduardo, jornalista e apresentador de TV, vem conquistando a admiração e o respeito do público local. À frente do programa diário “Fala Rondônia”, transmitido pela SGC, afiliada da Rede TV, Bruno Eduardo se destaca por sua abordagem carismática e informativa.

O “Fala Rondônia” vai ao ar todos os dias de segunda a sexta e é conhecido por sua cobertura abrangente de notícias locais, análises perspicazes e interação direta com os telespectadores. A fórmula tem dado certo, e grande parte desse sucesso é atribuído à maneira como Bruno Eduardo conduz o programa. Com uma presença de palco natural e uma habilidade única para comunicar-se com clareza e empatia, ele rapidamente se tornou uma figura familiar e confiável nas manhãs dos rondonienses.

Bruno Eduardo iniciou sua carreira jornalística com uma visão clara: informar com responsabilidade e aproximar a comunidade das notícias que realmente importam. Seu compromisso com a verdade e a ética profissional tem sido um dos pilares de sua trajetória. “Sempre acreditei que o jornalismo deve servir à comunidade, trazer à tona as questões importantes e dar voz a todos”, afirma o apresentador.

A popularidade de Bruno Eduardo não se limita apenas ao público mais velho. Jovens telespectadores também têm encontrado no “Fala Rondônia” uma fonte de informação relevante e acessível. A interação nas redes sociais do programa demonstra a abrangência do seu alcance e a diversidade do seu público.

Além de seu trabalho na televisão, Bruno Eduardo está envolvido em várias iniciativas comunitárias. Ele é visto frequentemente participando de eventos locais, palestras e ações sociais, reforçando seu compromisso com a comunidade de Rondônia. “O contato direto com as pessoas é fundamental. Estar presente na comunidade, ouvir suas necessidades e atuar de maneira proativa faz parte do meu trabalho”, diz.

A ascensão de Bruno Eduardo no cenário televisivo de Rondônia é um exemplo inspirador de como o talento, aliado ao trabalho árduo e à dedicação, pode transformar a mídia local. Com seu carisma e profissionalismo, ele não apenas informa, mas também conecta e engaja os telespectadores, consolidando-se como uma voz importante e influente no jornalismo regional.

Enquanto continua sua jornada na TV, Bruno Eduardo se mantém fiel ao seu objetivo de promover um jornalismo comprometido com a verdade e a cidadania. E, com isso, ele não apenas assume o protagonismo na tela, mas também no coração dos rondonienses.

 

 

Acadêmicos do Núcleo de Engenharia do Grupo Educacional Aparício Carvalho visitam nova sede do CREA-RO

Nesta terça-feira, 01 de outubro, os acadêmicos do Núcleo de Engenharias do Grupo Educacional Aparício Carvalho participaram de uma visita enriquecedora à nova sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Rondônia (CREA-RO). Acompanhados pelos professores Harrisson Lucas e Leandro Valkinir Kester, coordenador do Núcleo de Engenharias, os estudantes foram recepcionados pelo Presidente do CREA-RO, Edison Rigoli, que conduziu uma visita guiada pelas instalações.

O principal objetivo da visita foi proporcionar aos acadêmicos uma oportunidade de conhecer a rotina do conselho de classe que rege a profissão dos engenheiros, além de oferecer uma compreensão mais ampla sobre as instâncias que compõem o CREA-RO. Durante a visita, os estudantes puderam interagir com os profissionais que atuam no conselho e aprender sobre as funções e atribuições da instituição, familiarizando-se com as normativas e regulamentações que orientam o exercício da engenharia no estado de Rondônia.
Além de conhecerem as novas instalações, os acadêmicos participaram de uma troca de conhecimento sobre o papel do CREA-RO na fiscalização e valorização da profissão, entendendo a importância do registro profissional e da atuação ética no setor de engenharia. A experiência foi considerada extremamente proveitosa, contribuindo para a formação acadêmica e profissional dos estudantes.

Essa iniciativa do Núcleo de Engenharia reflete o compromisso do Grupo Educacional Aparício Carvalho em aproximar seus alunos do mercado de trabalho e dos órgãos reguladores das profissões, garantindo uma formação mais completa e alinhada com as exigências da área.

Fonte: Assessoria

CREA/RO deverá notificar o estado por proibir comunidades ao acesso a água

Durante a entrevista no programa Rondorural da rádio Parecis FM, o presidente do CREA Edison Rigoli expressou preocupações em relação à recente decisão do estado de proibir a outorga de poços artesianos. Ele enfatizou que essa abordagem não é a forma adequada de lidar com a grave situação hídrica que Rondônia enfrenta, especialmente em áreas ribeirinhas.

O presidente mencionou a importância de seguir procedimentos técnicos e de análise adequados, ao invés de simplesmente limitar o acesso à água. Ele ressaltou que, para se entender plenamente a questão hídrica, o governo deve ouvir os especialistas no assunto. Para ilustrar sua argumentação, ele citou o exemplo de aproximadamente quatro poços artesianos perfurados em distritos que não passaram por estudos geofísicos, resultando em poços que não forneciam água. Essa situação evidencia a necessidade de uma abordagem mais criteriosa e fundamentada na gestão dos recursos hídricos do estado.

Na entrevista, o presidente do CREA ainda destacou a preocupação com a crise técnica enfrentada pelo estado, mencionando a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental – SEDAM como um exemplo claro dessa situação. Ele ressaltou que a falta de técnicos qualificados para gerir a pasta compromete a eficácia das ações e decisões necessárias para a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável. Segundo ele, a ausência de profissionais capacitados e de cargos políticos com poder decisório prejudica a administração.

Além disso, o presidente do CREA comentou sobre suas ações em Porto Velho, onde já realizou mais de 160 autuações relacionadas a obras de asfalto feitas de maneira irregular. Ele enfatizou que essas intervenções foram realizadas sem a supervisão de técnicos qualificados, resultando em asfaltos executados de forma inadequada. A declaração evidencia a importância da valorização do conhecimento técnico para garantir a qualidade e a segurança das obras públicas no estado.

VEJA A ENTREVISTA:

 

Confusão à vista!

Por: Antônio Reche

Olá!

Com a possível entrada em vigor da lei antidesmatamento (EURD), da União Européia a partir do próximo ano, importadores daquele bloco econômico estão adiantando as suas compras.

Os produtos que os compradores terão que provar que não são oriundos de áreas desmatadas são: soja, café, carne bovina, cacau, borracha e madeira. Tudo a ver com as vendas do agronegócio brasileiro.

O primeiro problema é que não está clara como comprovar essa exigência. O segundo é que alguns países daquele bloco, entre eles a Alemanha, maior economia da região, já solicitaram o adiamento dessa lei.  Os países exportadores, então, nem se fala. Já enviaram, o Brasil é um deles, cartas ao Parlamento Europeu contrariados com essas medidas.

Outro fato indiscutível é que esses países da UE precisam importar para abastecer seu mercado interno e correm o risco de os preços subirem descontroladamente ou até de faltar certos produtos nas gôndolas dos mercados.

Com essa receita de encrenca no cenário, quem pode está comprando para estocar e quem vende embarca o que é possível. A propósito de embarques, essa será outra situação complicada no já tumultuado atraso de navios, portos superlotados de containers e por aí vai.

Não faltarão emoções neste final de ano.

*Antônio Reche é jornalista, apresentador do Programa Mercado Futuro. Especializou-se em temas econômicos, acompanhamento das principais bolsas do mundo. Está presente no Youtube no canal @mercadofuturo.