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TRE inicia transporte de urnas para distritos no Baixo Madeira na quarta-feira

Na próxima quarta-feira (23), a 20ª Zona Eleitoral de Porto Velho vai realizar o transporte das urnas eletrônicas para os distritos localizados no Baixo Madeira, em preparação para o 2º turno das Eleições 2024.

As urnas serão levadas por embarcações e a equipe responsável transportará 24 urnas, entre equipamentos de votação e de reserva, para seis comunidades: São Carlos, Reserva Extrativista do Lago do Cuniã, Nazaré, Santa Catarina, Papagaios e Calama, além do distrito de Demarcação, no Rio Machado.

Essas urnas atenderão 15 seções eleitorais da região, e a entrega está prevista para ser concluída até o dia 26 de outubro, véspera da eleição. A operação envolve juízes, servidores da Justiça Eleitoral, policiais militares e colaboradores, garantindo que as eleições aconteçam nessas áreas de difícil acesso.

A ação mostra o compromisso da Justiça Eleitoral em assegurar que todos os eleitores, mesmo nas comunidades mais distantes, possam exercer seu direito de voto nas Eleições 2024.

Rondoniagora.com

Mulheres de baixa renda terão exames gratuitos de câncer de mama

© José Cruz/Agência Brasil
© José Cruz/Agência Brasil

Como parte do Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama, o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) lançou nesta segunda-feira (21) a campanha Radiologia Solidária. A proposta é ofertar exames gratuitos para mulheres de baixa renda em todo o país.

De acordo com o CBR, a previsão é que mais de 50 clínicas de imagem e instituições de saúde ofereçam esse tipo de atendimento até dezembro. Cada clínica aderiu a uma das três modalidades disponíveis na campanha: ouro, prata e bronze, conforme o tipo e o volume de exames a serem disponibilizados:

– 21 na categoria ouro, onde serão disponibilizadas mais de 50 mamografias e/ou tomossínteses (equipamento semelhante ao mamógrafo) e mais de 20 ultrassonografias e/ou biópsias de mama);

– sete na categoria prata, onde serão disponibilizadas de 20 a 50 mamografias e/ou de 10 a 20 ultrassonografias;

– 22 na categoria bronze, onde serão disponibilizadas até 20 mamografias e/ou tomossínteses e 10 ultrassonografias.

A maior parte das clínicas fica na Região Sudeste (28 instituições participantes), seguida pelo Sul, com sete clínicas participantes; pelas regiões Centro-Oeste e Nordeste, ambas com seis clínicas participantes; e pelo Norte, com três instituições participantes. Minas Gerais e São Paulo se destacam entre os estados, com 14 e nove clínicas, respectivamente.

A coordenação da realização dos exames, de acordo com o CBR, ficará a cargo de instituições não governamentais (ONGs), fundações sem fins lucrativos e instituições de saúde pública, que devem direcionar os atendimentos para mulheres de baixa renda e dentro da faixa etária recomendada para o rastreamento (a partir dos 40 anos).

Fake news

Em meio à disseminação das chamadas fake news (informações falsas) na área da saúde, o CBR informou que a campanha também contará com ações para conscientizar a população sobre a importância da detecção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, “valorizando a promoção de informações confiáveis e baseada em evidências científicas”.

Em nota técnica publicada anteriormente, a entidade já havia reforçado a importância da mamografia como método essencial para identificar o câncer de mama em estágios iniciais. O documento também desmente mitos como o de que o exame causa câncer ou poderia ser substituído por outros métodos de imagem.

Números

O CBR alerta que a incidência de câncer de mama tem aumentado em todo o mundo – a cada ano, mais de 2 milhões de mulheres são diagnosticadas com a doença. Somente no Brasil, ao longo de 2024, a estimativa é que quase 74 mil novos casos sejam registrados, com maior prevalência entre mulheres jovens, com menos de 50 anos.

“Apesar de todos os esforços, o câncer de mama ainda é o tumor que mais mata mulheres no Brasil e no mundo. No entanto, quando detectado precocemente, é uma doença tratável, com altas chances de cura (chegando a 95% se o diagnóstico ocorrer antes que o tumor atinja 10 milímetros)”.

“A Comissão Nacional de Mamografia reforça a recomendação de rastreamento mamográfico anual para mulheres a partir dos 40 anos e repudia todas as formas de fake news e disseminação de informações falsas, que podem levar algumas mulheres a não realizarem a mamografia, com desfecho em diagnósticos tardios e tumores avançados.”

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

Crianças vivem nas ruas após sofrerem maus tratos pela avó em Rondônia

Foto: Reprodução Internet
Foto: Reprodução Internet

Três crianças foram encontradas em situação de rua em Guajará-Mirim, Rondônia, no último domingo (20), e relatam terem sofrido agressões constantes em casa pela avó e uma prima.

As vítimas, localizadas após denúncias de que estariam revirando o lixo em uma avenida, sofriam agressões por meio de cordas, paus e outros objetos disponíveis.

De acordo com o relato delas à Polícia Militar (PM), as crianças afirmaram sofrer violência física constantemente pelos membros da família. Portanto, decidiram fugir de casa.

Além disso, uma delas mencionou comeu alho cru a força em uma ocasião e relatou que já chegou a sofrer agressão com um soco no nariz.

O Conselho Tutelar recebeu um chamado após o resgate das crianças. As autoridades informaram que os menores estavam sob a guarda da avó, determinada pela justiça, mas viviam anteriormente em um abrigo.

Por fim, as autoridades registraram o caso e as crianças receberam o encaminhamento ao comissário de plantão. Ademais, tiveram acompanhamento de um conselheiro tutelar, para que adotem todas as medidas cabíveis.

Violência doméstia contra crianças em Rondônia

Conforme o levantamento do Disque 100, Rondônia registrou mais de 1.200 denúncias de violência contra menores em 2023.

A maior parte dos casos envolve agressões físicas, mas também incluem abusos psicológicos, negligência e exploração sexual.

Os dados mostram que a violência doméstica, muitas vezes cometida por familiares ou responsáveis legais, é um problema recorrente no estado.

Segundo o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA-RO), mais de 70% das vítimas são agredidas dentro de casa.

Em cidades como Porto Velho, Ariquemes e Ji-Paraná, a média de denúncias tem aumentado nos últimos anos, refletindo a necessidade urgente de ações preventivas e de acompanhamento psicológico para as vítimas.

As autoridades em Rondônia ressaltam a importância de denúncias rápidas e da intervenção de órgãos como o Conselho Tutelar para proteger as crianças em situação de risco e interromper os ciclos de violência.

Incêndios no Acre: Bombeiros salvam anta de chamas

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Em mais um exemplo de heroísmo e dedicação no combate aos incêndios florestais, uma equipe do Corpo de Bombeiros do Acre foi surpreendida por um inusitado encontro com a fauna local.

Durante uma operação para conter as chamas na Comunidade Passo Fundo, no Ramal do São Luiz, no município de Cruzeiro do Sul, os bombeiros se depararam com uma anta em estado de estresse, fugindo do fogo que consumia a floresta.

O caso ocorreu na última sexta-feira (18), quando o animal, visivelmente assustado, buscava escapar das chamas que ameaçavam seu habitat natural. Um dos bombeiros do 4° Batalhão teve uma atitude que emocionou as redes sociais: ao ver a anta em desespero, ele rapidamente ofereceu água ao animal e o molhou para ajudá-lo a se acalmar.

A ação foi registrada em vídeo e logo ganhou grande repercussão na internet. Segundo os bombeiros, a anta é conhecida pelos moradores da região e costuma viver nas áreas de floresta próximas à comunidade. “Não vou dizer que é doméstica, mas ela transita pela mata e todos já a conhecem”, relatou o bombeiro Filipe Lima, que esteve presente na operação.

Incêndios florestais no Acre: desafios e preservação

Acre tem enfrentado desafios crescentes com os incêndios florestais, especialmente em áreas mais remotas, como Cruzeiro do Sul. As queimadas, que se intensificam durante a estação seca, ameaçam não apenas a vegetação nativa, mas também a vida selvagem que depende dessas florestas para sobreviver.

O trabalho do Corpo de Bombeiros é fundamental na preservação dessas áreas. Na ação em Cruzeiro do Sul, a missão principal da equipe era conter o fogo que avançava sobre a floresta nativa, onde a anta e outros animais silvestres vivem. “Nosso trabalho foi justamente proteger aquela floresta nativa onde a anta habita. Graças à atuação rápida dos bombeiros, conseguimos debelar o incêndio e evitar que ele consumisse completamente a área”, explicou o bombeiro Lima.

A importância da preservação ambiental no Acre

O estado do Acre é conhecido por sua rica biodiversidade e pela vasta área de florestas preservadas, que abrigam uma grande variedade de espécies animais e vegetais. No entanto, os incêndios florestais são uma ameaça constante, especialmente durante os períodos de seca prolongada. Além de colocar em risco a fauna e a flora, as queimadas também têm impactos negativos na qualidade do ar e nas comunidades que vivem próximas às áreas afetadas.

A atuação de órgãos como o Corpo de Bombeiros é essencial não apenas para combater os incêndios, mas também para proteger as áreas de floresta que desempenham um papel crucial na manutenção do equilíbrio ecológico da região. A interação entre os bombeiros e a anta durante o combate ao fogo é um lembrete de que, ao preservar o meio ambiente, estamos também protegendo as espécies que dependem desses ecossistemas para sobreviver.

Mobilização social e conscientização

Além da atuação das autoridades, a conscientização da população sobre os riscos e consequências das queimadas é fundamental para reduzir os incêndios no Acre. Muitos incêndios florestais são provocados por atividades humanas, como o uso inadequado do fogo em práticas agrícolas. Campanhas de conscientização e educação ambiental podem ajudar a prevenir que situações como a vivida em Cruzeiro do Sul se repitam com frequência.

A preservação do meio ambiente é uma responsabilidade coletiva, e ações como a dos bombeiros do Acre, ao proteger tanto a floresta quanto os animais que vivem nela, são exemplos importantes do impacto positivo que a sociedade pode ter na conservação dos recursos naturais.

Ação Conjunta da FIMCA e Faculdade Metropolitana leva Conhecimento e Serviços à Comunidade da EEFM Ulisses Guimarães

No último Sábado, 19 de outubro, a FIMCA e a Faculdade Metropolitana promoveram uma importante ação conjunta na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEFM) Ulisses Guimarães. O projeto reuniu alunos de diversos cursos em uma iniciativa que teve como principal objetivo levar informações, serviços e conscientização à população local. Coordenada pela professora Chimene Nobre, a ação contou com a participação de acadêmicos do 2º período de Direito e Odontologia da Faculdade Metropolitana, além do 1º ano de Medicina da FIMCA. Cada grupo desempenhou um papel essencial, promovendo impacto significativo na vida dos moradores da comunidade.

Atividades desenvolvidas

Direito
Os alunos do 2º período de Direito ofereceram orientações sobre direitos e deveres dos cidadãos, com ênfase nos direitos de idosos e crianças, além de auxiliar na emissão de documentos jurídicos básicos. Para promover bem-estar e sustentabilidade, também distribuíram cachorro-quente, refrigerante e mudas de plantas nativas à população presente.

Odontologia
O 2º período de Odontologia realizou uma exposição por meio do Museu da Odontologia, mostrando a evolução dos equipamentos odontológicos ao longo do tempo. A atividade proporcionou à comunidade a oportunidade de conhecer os avanços tecnológicos da área e como eles beneficiam a saúde bucal.

Medicina
Já os acadêmicos do 1º ano de Medicina trouxeram informações essenciais sobre doenças sazonais e arboviroses, com destaque para a prevenção. A conscientização da população sobre os cuidados necessários em períodos de maior incidência de doenças como Dengue, Zika, Ch foi um dos pontos fortes do projeto.

A professora Chimene Nobre, coordenadora do projeto, destacou o impacto positivo da ação: “Essa ação foi pensada com o intuito de não apenas levar conhecimento, mas também promover uma verdadeira troca entre os acadêmicos e a comunidade. Ver o entusiasmo dos alunos em compartilhar o que aprendem em sala de aula com a população foi gratificante. O direito, a saúde e o conhecimento caminham juntos e, por meio de projetos como este, mostramos como podemos fazer a diferença na vida das pessoas.”

O evento foi bem recebido pela comunidade local, que se beneficiou das orientações e serviços prestados. A ação ofereceu uma oportunidade para os moradores esclarecerem dúvidas e aprenderem mais sobre direitos, saúde e cidadania. A distribuição de mudas de plantas nativas também incentivou o cuidado com o meio ambiente, e a entrega de alimentos reforçou o espírito acolhedor da iniciativa.

A ação na Escola Ulisses Guimarães reforça o compromisso da FIMCA e da Faculdade Metropolitana em formar profissionais conscientes e comprometidos com a responsabilidade social. Desde os primeiros anos de formação, os alunos são preparados para contribuir ativamente na sociedade, integrando teoria e prática de forma transformadora.

Essa iniciativa é mais um exemplo de como a educação e o envolvimento comunitário podem promover mudanças significativas, trazendo benefícios duradouros para a população. A FIMCA e a Faculdade Metropolitana continuarão investindo em projetos sociais que reforcem o papel transformador da educação.

Fonte: Assessoria

O Impacto do Agronegócio em Rondônia na Economia Regional

O desenvolvimento do setor agropecuário fortalece a geração de riqueza em Rondônia - Foto Jean Carla Costa
O desenvolvimento do setor agropecuário fortalece a geração de riqueza em Rondônia - Foto Jean Carla Costa

O agronegócio desempenha um papel fundamental no desenvolvimento econômico de muitos estados, e em Rondônia não é diferente. A força do agro não se limita apenas às grandes propriedades, como as de soja, mas também abrange a agricultura familiar, que é crucial para a diversificação da produção, geração de empregos e aumento da renda.

A agricultura familiar, por exemplo, traz uma série de benefícios, como a produção de alimentos para o mercado local, o fortalecimento da economia regional e a promoção da segurança alimentar. Além disso, pequenos agricultores costumam investir em práticas sustentáveis, preservando recursos naturais e contribuindo para a diversidade ecológica.

O cafeicultor Ronaldo Bento tem uma propriedade no município de Cacoal - Foto Jean Carla Costa
O cafeicultor Ronaldo Bento tem uma propriedade no município de Cacoal – Foto Jean Carla Costa

É o caso do cafeicultor Ronaldo Bento, que tem uma propriedade no município de Cacoal, hoje ele cultiva uma área de cerca 12 hectares de café robusta amazônico, com 25 mil pés, a expectativa para a safra deste ano é colher 139 sacas de sessenta quilos, a um preço estimado de R$ 1500 reais, para Bento o café produzido em Rondônia vem conquistando cada vez mais espaço, “Meu café é cultivado em terras férteis e de excelente qualidade”, afirma ele. Além disso, Bento utiliza um sistema de irrigação eficiente, o que garante a produção contínua de café ao longo do ano.

Logística do Estado

Outro fator positivo é a logística do estado com a melhoria e a manutenção das infraestruturas de transporte que são vitais para o desenvolvimento do agronegócio. Investimentos nessas áreas podem impulsionar a competitividade do setor.

O desenvolvimento do setor agropecuário, tanto por grandes quanto por pequenos produtores, como é o caso do Cafeicultor Bento gera arrecadação de impostos, o que permite ao estado investir em infraestrutura, educação, saúde e outros setores essenciais.

As comodities geradas através do fortalecimento tanto o agronegócio de grande escala quanto a agricultura familiar são fundamentais para que o estado continue a se desenvolver e se destacar como uma referência de arrecadação e geração de riqueza.

Texto: Jean Carla Costa

FIMCA promove 1ª Jornada Acadêmica de Terapia Ocupacional com foco em saúde mental

Nesta quarta-feira, 16 de outubro, o Centro Universitário Aparício Carvalho – FIMCA deu início à 1ª Jornada Acadêmica de Terapia Ocupacional, um evento que reúne profissionais, estudantes e especialistas para discutir práticas e desafios na promoção da saúde mental. A abertura contou com a presença da Coordenadora do curso, Elisete Moreira, Reitor Emérito da FIMCA, Dr. Aparício Carvalho, e da Reitora Emérita, Dra. Maria Silvia, que compartilharam momentos emocionantes com os participantes.

Durante seu discurso, Dra. Maria Silvia destacou a importância da terapia ocupacional no contexto da saúde mental e parabenizou os profissionais pela dedicação e impacto transformador que geram na vida de seus pacientes. “Gostaria de parabenizar todos os terapeutas pelo trabalho incrível que realizam. Vocês fazem a diferença na vida de muitas pessoas, devolvendo qualidade de vida e esperança. A profissão que vocês escolheram é essencial e merece todo o reconhecimento”, declarou Dra. Maria Silvia, emocionando a plateia.

Dr. Aparício Carvalho também compartilhou sua vivência na área de saúde mental, relembrando sua atuação no Núcleo de Psiquiatria do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro. Ele destacou a relevância do papel dos terapeutas ocupacionais, especialmente em intervenções em saúde mental, e revelou como essa experiência foi determinante para trazer o curso de Terapia Ocupacional para a FIMCA. Ele ressaltou que a instituição foi a primeira na região norte do Brasil a oferecer essa formação.

A jornada, que se estende até 18 de outubro, inclui palestras de renomados profissionais da área, como a psiquiatra Dra. Vanessa Ferraz, a terapeuta ocupacional Larissa Martins, a psicóloga Luana Massotti de Farias, e a terapeuta ocupacional Lara Liz G. de Souza. O evento está promovendo debates enriquecedores sobre as interfaces da terapia ocupacional com a psicologia e a psiquiatria na promoção da saúde mental, abordando também o trabalho com crianças, adolescentes e idosos em diferentes contextos de intervenção.

A 1ª Jornada Acadêmica de Terapia Ocupacional reforça o compromisso da FIMCA em oferecer uma formação de excelência, preparando os futuros profissionais para os desafios da área da saúde, especialmente no campo da saúde mental.

Fonte: Assessoria

 

Bioinsumo com vespa parasitoide pode controlar percevejo da soja

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A cultura da soja vem expandido ao longo dos anos, e a projeção é de que a área plantada deve  crescer 3%, para históricos 47,4 milhões de hectares, de acordo com os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Assim como a cultura, a utilização de defensivos biológicos acompanha a evolução, hoje o Brasil possui 36% de áreas cultivadas com algum tipo de insumo biológico, que além de suustentável são aliados no combate a  doenças foliares e pragas, como os percevejos.

Os percevejos podem causar danos severos na cultura da soja. O estrago pode ser direto ou indireto e tudo depende do período Da fase vegetativa à maturação, o percevejo afeta a qualidade das sementes, além do rendimento. O sugador consegue reduzir o potencial germinativo e de vigor. A época mais crítica e que precisa da atenção do sojicultor é a reprodutiva. Como os percevejos atacam as vagens, os insetos podem comprometer todo o resultado da safra Há perda de produtividade por conta do abortamento dos grãos, que perdem massa e teor de óleo. Os danos na lavoura podem ser severos e podem reduzir de 30 a 40% a produtividade da soja em grão e, se o plantio for para multiplicação da semente (sementeiras) esse número aumenta para a queda de até 50% da produção.

A utilização de insumos biológicos podem minimizar os impactos, como reduzir as perdas em até 30% na produtividade, além de trazer benefícios como o controle dos ovos, manejo da população resistente, perda de vagem e redução da quantidade de adultos da praga no final do ciclo da soja, como explica a CEO da Life Biological Control, Cristiane Tibola.

“As microvespas parasitam os ovos dos percevejos no campo, sendo um dos únicos produtos que controlam os ovos, isso é um diferencial muito importante, pois não deixa que esses novos percevejos eclodam e causem danos, evitando assim que a praga se instale nas plantas, ou seja, ao invés de nascer percevejo, nasce uma microvespa que vai continuar o ciclo de controle biológico na lavoura”, afirma a especialista em controle biológico de pragas.

No Brasil, apenas 0,3% do controle de percevejos é realizado com ferramenta biológica, o que causa resistência a inseticida químico e aumenta o custo de controle, pois traz a necessidade de mais aplicações no ciclo. Para auxiliar no controle desta praga de fácil propagação e muito resistente aos inseticidas químicos, a Life Biological Control acaba de lançar no mercado o Defender Soy, produzido a base da vespa parasitoide (Telenomus podisi).

A aplicação de insumos biológicos com o Defender Soy, pode reduzir as perdas em até 30% na produtividade, além de trazer benefícios como o controle dos ovos, manejo da população resistente, perda de vagem e redução da quantidade de adultos da praga no final do ciclo da soja, como explica a CEO da Life Biological Control, Cristiane Tibola

“As microvespas parasitam os ovos dos percevejos no campo, sendo um dos únicos produtos que controlam os ovos, isso é um diferencial muito importante, pois não deixa que esses novos percevejos eclodam e causem danos, evitando assim que a praga se instale nas plantas, ou seja, ao invés de nascer percevejo, nasce uma microvespa que vai continuar o ciclo de controle biológico na lavoura”, afirma a especialista em controle biológico de pragas.

 

Segundo pesquisa feita pela Embrapa Soja, as espécies de percevejos encontradas com mais frequência na cultura da soja são o percevejo-marrom e o percevejo-verde-pequeno, sendo o principal alvo na aplicação de inseticida químico. Estima-se que para o controle do percevejo na soja sejam realizadas, em média, de quatro a oito pulverizações de inseticidas por ciclo da cultura. Porém, o uso frequente de inseticidas tem favorecido a seleção de indivíduos resistentes, e falhas de controle no campo têm sido reportadas com frequência. Diante desse cenário, o uso da microvespa Telenomus podisi como um defensivo biológico tem se mostrado, cada vez mais, uma estratégia eficaz no controle de pragas, especialmente do percevejos-marrom, ressalta a pesquisadora.

“O Defender Soy apresenta controle acima dos 95% na cultura da soja. É o único produto no mercado que elimina o ovo do percevejo. O resultado é um grão com melhor qualidade e peso, melhorando muito o vigor da semente”, enfatiza Cristiane. Apresentado ao mercado para a safra 2024/2025, o Defender Soy possui registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e está à disposição dos agricultores nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul, num raio próximo à fábrica que fica no município de Piracicaba, interior paulista.

Fonte: Agrolink & Assessoria

Produção de grãos terá crescimento recorde de 8,3%, prevê Conab

CNA/ Wenderson Araujo/Trilux

Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a produção de grãos no Brasil terá crescimento recorde de 8,3% na temporada 2024/25, chegando a 322,47 milhões de toneladas. Se confirmado, o resultado representa acréscimo de 24,5 milhões de toneladas na comparação com o ciclo anterior.

A projeção consta do 1º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta terça-feira (15). Em termos de área, o crescimento estimado é de 1,9%, totalizando 81,34 milhões de hectares a serem utilizados nesta safra.

Segundo a Conab, a área destinada à produção de arroz é 9,9% maior do que a utilizada no ciclo anterior. Essa alta foi percebida em todas as regiões do país, sendo de forma mais intensa no Centro-Oeste (33,5%) e no Sudeste (16,9%).

“Só em Mato Grosso, os produtores vão destinar mais de 133 mil hectares para cultivo do grão, elevação de 39,3% quando comparada com a área registrada na temporada de 2023/24. Em Goiás, o aumento chega a 24%, índice pouco menor que o registrado em Minas Gerais, onde se verifica alta de 25,1%”, informou a Conab.

Principal região produtora de arroz no país, a Região Sul também ampliará sua área de cultivo, devendo chegar a 1,16 milhão de hectares. “Esse cenário influencia na expectativa de maior produção, com a colheita estimada em 12 milhões de toneladas, recuperando o volume obtido na safra 2017/2018”, segundo a companhia.

De acordo com o presidente da Conab, Edegar Pretto, a previsão é que o Brasil volte ao patamar das maiores safras de arroz da sua história. “Isso é resultado do trabalho de produtores em parceria com o governo federal, que voltou a elaborar políticas para todo o campo agrícola, contemplando pequenos, médios e grandes produtores”, justificou.

A Conab prevê aumento de área semeada para a produção de feijão. No caso, passando de 2,86 milhões de hectares em 2023/24 para 2,88 milhões de hectares no atual ciclo. “Cultivado ao longo do ano, a maior elevação é esperada para a área semeada na primeira safra da leguminosa, com alta de 2,3%, sendo estimada em 881,3 mil hectares, resultando em uma produção de 947,3 mil toneladas”, informou a Conab.

A produção total de feijão o grão no país, considerando os três ciclos de cultivo, chegará a 3,26 milhões de toneladas, resultado 0,5% maior do que o registrado na safra anterior.

Soja, milho e algodão

A previsão é de aumento também da área destinada ao cultivo de soja. A Conab estima que essa elevação, entre a safra atual e a anterior, chegará a 2,8%. Este aumento, no entanto, é o terceiro menor percentual de incremento desde o ciclo 2009/2010. Isso se deve ao atraso do início das chuvas este ano, principalmente no Centro-Oeste. A produção estimada é de 166,05 milhões de toneladas.

Em Rondônia a soja a maioria das áreas para plantio está preparada e à espera da estabilidade das chuvas para iniciar a implantação da cultura. Foi observado em campo um aumento de áreas destinadas ao cultivo destes grãos.

Já a expectativa com relação ao milho é de recuperação estimada em 3,5% da safra. A colheita total deve ficar em torno de 119,74 milhões de toneladas, com a área se mantendo em 21 milhões de hectares.

“Na primeira safra do cereal, tanto a produção como a área cultivada a expectativa é de redução de 1,1% e 5,4% respectivamente, passando para 3,76 milhões de hectares semeados, com a produção estimada em 22,72 milhões de toneladas”, detalhou a Conab.

Milho em Rondônia: o início desta safra é de incertezas, com escassez hídrica e temperaturas elevadas. As primeiras chuvas só chegaram na última semana de setembro, e os produtores, em sua maioria, da agricultura familiar, aguardam pela estabilidade pluviométrica para iniciarem o plantio das lavouras.

No caso do algodão, a previsão sugerida neste primeiro levantamento indica crescimento de 2,9% na área a ser semeada, chegando a um total de 2 milhões de hectares. A produção da pluma está estimada em 3,67 milhões de toneladas.

“A primeira expectativa de produção acima de 12 milhões de toneladas para as culturas de inverno não se confirmou, influenciada principalmente pelas condições climáticas nas regiões produtoras. O trigo, principal cultura dentre os cultivos de inverno, teve a previsão de safra reduzida para 8,26 milhões de toneladas”, explicou a Conab.

Segundo a companhia, o resultado se deve a problemas no clima, em especial no Paraná, onde ocorreram estiagens, e à “falta de clima frio predominante”. Foram observadas ocorrências de geadas em agosto, o que prejudicou a produção.

Exportações

Caso se confirme o aumento da produção – e a consequente oferta interna – de arroz, a tendência é de queda no preço do produto. No entanto, segundo a Conab, mesmo com essa queda, a rentabilidade do produtor deve se manter, uma vez que essa alta deverá vir acompanhada de aumento das exportações, chegando a 2 milhões de toneladas.

No caso do milho, a Conab está atenta à safra de verão do produto na América Latina, para ter uma ideia do potencial exportador do grão que tem Brasil e Argentina, seus principais produtores. Uma menor oferta na América do Sul-americana poderá refletir na recuperação dos preços no mercado externo.

As exportações estão projetadas em 34 milhões de toneladas no ciclo 2024/2025 e a demanda no mercado interno pelo grão deverá se manter aquecida, devido ao bom desempenho do mercado exportador de proteína animal e pela produção de etanol.

Já a exportação de soja neste ciclo devem chegar a 105,54 milhões de toneladas, com base no aumento da produção e da demanda mundial, especialmente da China. Os estoques finais estão estimados em 4,16 milhões de toneladas.

“No caso do trigo, os danos causados pelas adversidades climáticas no Paraná influenciam na valorização dos preços do cereal no mercado doméstico. O clima adverso em outras importantes regiões produtoras no mundo, bem como os conflitos geopolíticos enfrentados também foram fatores para a alta nas cotações verificadas”, informou a Conab.

Célio Lopes declara apoio à Mariana Carvalho no segundo turno das eleições municipais de Porto Velho

O candidato a prefeito Célio Lopes, do PDT, que obteve 11,74% dos votos válidos no primeiro turno das eleições municipais em Porto Velho, anuncia nesta segunda-feira, 14/10, às 10h, seu apoio à candidatura de Mariana Carvalho no segundo turno das eleições municipais de 2024.

A decisão de Célio Lopes, que foi aprovada pelas executivas municipal e estadual do PDT, reflete sua convicção de que a proposta de Mariana Carvalho é a que melhor se alinha com suas propostas de renovação e de gestão inclusiva, transparente e participativa.

Além disso, a candidata Mariana Carvalho se comprometeu a incorporar em seu plano de governo algumas propostas apresentadas por Célio Lopes, como o programa Saúde de Portas Abertas, que prevê o funcionamento das Unidades Básicas de Saúde até a meia noite; o programa Bom Começo, que prevê a distribuição de lotes nos assentamentos orientados; a educação de tempo integral, com a construção de creches nas comunidades mais carentes; e os programas de inclusão social e de pessoas com deficiência.

Célio Lopes enfatiza que, embora Mariana Carvalho seja uma opção conservadora, ela se mostra como uma alternativa mais segura e confiável para a população de Porto Velho. “Acredito que a cidade precisa de uma gestão que traga segurança e compromisso com resultados, que só serão possíveis com uma boa articulação com o governo do Estado e o governo Federal, imprescindível para realizar as obras que a cidade precisa e merece”, afirma Célio.

O apoio de Célio Lopes a Mariana Carvalho representa uma convergência de ideais e propostas em prol de uma Porto Velho mais forte e unida. “Vamos juntos, com responsabilidade e seriedade, construir um futuro melhor para nossa cidade”, conclui o candidato pedetista.