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Escola agrícola (EFA) de Novo Horizonte recebe mais de R$ 200 mil de emenda parlamentar da deputada Cláudia de Jesus

A Associação Rural de Pais e Professores Chico Mendes na cidade de Novo Horizonte recebeu o pagamento de uma emenda parlamentar no valor de R$ 233.886,28. O dinheiro foi autorizado pela deputada estadual Cláudia de Jesus (PT). O recurso será utilizado para construção de um muro na Escola Agrícola Chico Mendes (EFA) que irá atender a segurança dos estudantes, inibir entrada de animais e assegurar proteção dos bens da instituição.

“Muito feliz de atender essa demanda da escola agrícola que desenvolve um trabalho importante de educação e formação de jovens estudantes na região. Nossa expectativa é de que o investimento possa garantir a qualidade e segurança de toda instituição”, disse a deputada. A EFA atende famílias de baixa renda e produtores rurais. O muro será construído nos arredores da escola perfazendo um total de 296,13 metros em 31 hectares.

A Associação é a entidade mantenedora da Escola Família Agrícola Chico Mendes (EFA), que funciona há 32 anos e atende 118 estudantes de 15 cidades: Alta Floresta D’Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Alvorada do Oeste, Castanheiras, Machadinho do Oeste, Nova Brasilândia D’Oeste, Novo Horizonte do Oeste, Porto Velho, Rolim de Moura, Santa Luzia D’Oeste, São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, Urupá, Ji-Paraná. A instituição já formou mais de 455 estudantes do ensino médio no curso técnico de agropecuária.

Texto: Francisco Costa | Jornalista
Foto: Assessoria Parlamentar

Inflação oficial de janeiro é de 0,16%, a menor para o mês desde 1994

REUTERS/Sergio Moraes/Proibida reprodução

A inflação oficial de janeiro perdeu força e ficou em 0,16%. Este é o menor resultado para um mês de janeiro desde 1994, ou seja, desde antes do Plano Real, iniciado em julho daquele ano.

A explicação para a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o Bônus Itaipu, desconto que milhões de brasileiros tiveram na conta de luz do mês passado.

 Em dezembro de 2024, o IPCA tinha ficado em 0,52%. A desaceleração não significa que os preços ficaram mais baixos, e sim que, na média, subiram em menor velocidade.

Considerando qualquer mês, o resultado de janeiro é o menor desde agosto de 2024, quando houve inflação negativa de 0,2%. Em janeiro de 2024, o IPCA tinha marcado 0,42%. Agora, caiu para 0,16%.

No acumulado de 12 meses, o IPCA soma 4,56%, acima da meta do governo. Em dezembro, o acumulado era de 4,83%.

A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%.

A partir deste ano, a perseguição da meta se dá em relação aos 12 meses imediatamente passados e não apenas no resultado final de dezembro. A meta só será considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.

Causa e efeito

O grande responsável pelo alívio da inflação veio do subitem energia elétrica residencial, que ficou 14,21% mais barata. Esse recuo representou impacto de 0,55 ponto percentual (p.p.) no resultado do mês. A redução é a menor desde fevereiro de 2013, quando tinha caído 15,17%.

Essa grande queda de janeiro foi causada pelo Bônus Itaipu, desconto que 78 milhões de consumidores perceberam na conta de luz.

Clique aqui e entenda o que é o bônus na conta de luz que ajudou a segurar a inflação.

Com a energia elétrica mais barata em janeiro, o grupo habitação recuou 3,08%, representando impacto de 0,46 p.p. no IPCA.

Transportes e alimentos

Na outra ponta da inflação, estão os preços dos alimentos e dos transportes, que pressionaram o índice para cima. Os transportes subiram 1,3%, um impacto de 0,27 p.p. Os vilões foram os preços das passagens aéreas, que aumentaram 10,42% e ônibus urbano (3,84%). As tarifas de ônibus tiveram reajustes em sete das 16 localidades pesquisadas pelo IBGE.

Os alimentos e bebidas tiveram alta de 0,96%, a quinta seguida. Esse grupo contribuiu com 0,21 p.p. do IPCA de janeiro. As maiores pressões entre os subitens alimentícios vieram do café moído (8,56% e impacto de 0,04 p.p.), tomate (20,27% e 0,04 p.p.) e cenoura (36,14% e 0,02 p.p.).

O preço do café, subitem alimentício que mais pressionou para cima a inflação, deve manter o preço em alta, de acordo com produtores.

Difusão

Em janeiro, o índice de difusão ficou em 65%, o que significa que 65% dos 377 produtos e serviços pesquisados tiveram aumento de preços. Em dezembro de 2024, o índice tinha sido de 69%.

 O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. A coleta de preços é feita nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

Produtores enfrentam desafios com qualidade e capacidade da armazenagem de grãos

O volume da produção de grãos cresce a cada safra no Brasil. A primeira estimativa realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta para produção de 322,47 milhões de toneladas para a safra 2024/2025, o que representa um aumento de 8,3% em relação ao período de 2023/2024. Porém, a capacidade de armazenamento não acompanha esse crescimento. Atualmente, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a capacidade de armazenagem no país é de 222,3 milhões de toneladas, o que comportaria apenas 69% da produção estimada neste ano.

Para Martios Ecco, coordenador da pós-graduação em Armazenagem de Grãos da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Câmpus Toledo, a distribuição de armazenagem não é equilibrada, “a estrutura de silos no país inteiro não consegue dar conta da contínua expansão das áreas de produção, mas a região Norte acaba sendo a mais prejudicada, é o local que falta mais armazenamento”.

Segundo Ecco, para solucionar a dificuldade, muitos produtores se reúnem para compartilhar um sistema de armazenagem: “na região Sul muitos acabam dependendo das cooperativas. Já os grandes e médios produtores se unem para fazer um investimento em um condomínio com toda a estrutura necessária para armazenagem”. Ter um espaço de armazenagem de grãos é fundamental para que os produtores tenham a possibilidade de comercializar seu produto em melhores momentos de preço, sem depender de armazenadores externos.

“Armazenar grãos permite maior flexibilidade e autonomia, o produtor não precisará vender seus grãos imediatamente após a colheita, ele consegue uma janela maior para realizar a comercialização quando o valor estiver mais oportuno”, destaca o especialista. Além disso, a armazenagem garante maior segurança alimentar, já que proporciona a estocagem evitando os riscos da degradação do grão, além de reduzir tempo de descarregamento, permitindo a possibilidade de manutenção da integridade do grão.

Outros desafios na agricultura

Mas não é apenas a estrutura que se torna uma adversidade, a qualidade dos grãos também precisa de atenção. “Após a colheita, o grão passa pelo processo de secagem, conseguir atingir a umidade adequada é fundamental para manter a qualidade até chegar ao comprador. Úmido demais, o grão armazenado vira ambiente propício para o desenvolvimento de fungos, e seco demais, a proteína do grão pode desnaturar. Pensando na cadeia final, se esse grão for destinado a uma indústria de ração, por exemplo, pode significar perdas também para o pecuarista”, explica o coordenador.

O cuidado do grão durante a armazenagem também inclui a limpeza dos silos e armazéns. “Evitar pragas significa evitar perdas, pulverizar e fumigar as áreas que entram em contato com os grãos é fundamental para controlar a infestação de pragas. Essa ação deve ocorrer com frequência, essencialmente a cada nova safra”, aponta Ecco.

Para obter uma armazenagem segura e de qualidade, é essencial que o agricultor conte com suporte profissional. Segundo Martios, há falta de mão de obra qualificada nesta área. Pensando nisso, a PUCPR Câmpus Toledo abriu as inscrições para a Pós-Graduação em Armazenamento de Grãos com ênfase em Gestão e Qualidade. O curso busca qualificar profissionais a otimizar processos, garantir a integridade dos grãos e implementar práticas sustentáveis de gestão. O curso tem duração de 9 meses com aulas online e ao vivo.

Sebrae Apresenta Portfólio 2025 com Soluções Personalizadas para Empreendedores

O Sebrae lançou seu Portfólio 2025, um conjunto de soluções estratégicas para impulsionar o empreendedorismo em todas as fases do negócio. A proposta inclui cursos, consultorias e ferramentas de gestão que auxiliam empresas a se organizarem e crescerem no mercado.

De acordo com o diretor financeiro do Sebrae, Edison Lemos, o Sebrae oferece soluções que ajudam empresários a estruturarem melhor seus negócios, planejarem estratégias e utilizarem ferramentas de gestão para potencializar seus resultados. Entre os programas disponíveis, destacam-se as linhas de produtos Sebrae Comece, Sebrae Sente, Sebrae Seja, Sebrae Faça e Sebrae Alcance, cada uma voltada para diferentes estágios do empreendedorismo.

 Entre os programas disponíveis, destacam-se as linhas de produtos Sebrae Comece, Sebrae Sente, Sebrae Seja, Sebrae Faça e Sebrae Alcance
Entre os programas disponíveis, destacam-se as linhas de produtos Sebrae Comece, Sebrae Sente, Sebrae Seja, Sebrae Faça e Sebrae Alcance

Capacitações e Consultorias em Rondônia

O portfólio inclui cursos e consultorias em diversos municípios, como Porto Velho, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste. Confira algumas das capacitações disponíveis:
• Faça seu fluxo de caixa e controle seu capital de giro
• Faça vitrines para atrair clientes e vender mais
• Faça do atendimento uma ótima experiência
• Empretec – Desenvolvimento de habilidades empreendedoras
• Faça marketing digital e amplie o potencial da sua empresa
• Consultoria Oficina de Marketing Digital

Empreendedores interessados podem procurar as unidades do Sebrae em seus municípios para obter mais informações e se inscrever nas capacitações.

Fórum de Capacitação do SENAR/RO fortalece formação de mais de 100 instrutores, mobilizadores e presidentes de Sindicatos

A programação voltada à disseminação de conhecimento e à troca de experiências
A programação voltada à disseminação de conhecimento e à troca de experiências

O Sistema FAPERON/Senar promoveu, nos dias 30 de janeiro e 06 e 07 de fevereiro, a primeira edição do Fórum de Capacitação de instrutores, mobilizadores e presidentes de Sindicatos. A iniciativa, conduzida pelo Departamento Técnico (DETEC), teve início em Porto Velho, voltada aos instrutores da Região Norte, e foi concluída em Ji-Paraná, reunindo participantes das regiões Central e Sul do estado de Rondônia.

Com uma programação voltada à disseminação de conhecimento e à troca de experiências, o evento apresentou o funcionamento do Sistema FAPERON/Senar, seguido por uma exposição dos colaboradores do DETEC, que esclareceram dúvidas sobre credenciamento, agendamentos, programas especiais, processos de pagamento e demais temas relevantes.

Uma das principais novidades apresentadas foi a reestruturação da captação de treinamentos do Senar Rondônia, que passa a ser organizada em três regiões: Norte, Central e Sul. Anteriormente, a captação ocorria de forma unificada em todo o estado. Com essa mudança, cada região contará com um supervisor exclusivo, garantindo maior proximidade e eficiência no atendimento aos instrutores, sindicatos e produtores rurais.

O presidente do Sistema FAPERON/Senar, Hélio Dias, ressaltou a importância da nova estrutura: “Todas as informações e solicitações agora passarão pelo supervisor de cada região, que terá a responsabilidade de coordenar a equipe e garantir um atendimento mais eficiente. Esse modelo torna as capacitações mais organizadas e alinhadas com as reais necessidades do setor.”

O superintendente do Senar Rondônia, Elmerson Lira, destacou que o Fórum foi essencial para esclarecer dúvidas e fortalecer a conexão entre o Senar e seus instrutores: “Os supervisores puderam conhecer de perto cada profissional, avaliando suas competências técnicas e identificando novas oportunidades para aprimorar os treinamentos e desenvolver novos projetos”, destacou.

O evento foi organizado e conduzido pela equipe do Detec, que esteve presente no encontro. Participaram o gerente José Orlean, os coordenadores Anderson Leite e Alex Lima, os analistas Aline Melo, Osmídio Martins, Wellington Leão e Izi Alecrim, além dos supervisores Juvenildo Juvino, Thiago Boni e Kennio Freire.

Fonte: Assessoria

Sistema FAPERON e Sindicatos de Produtores Rurais alertam para impactos da concessão da BR-364 e cobram transparência no processo

É essencial que as obras estruturantes sejam capazes de demonstrar e dar segurança aos usuários contribuintes
É essencial que as obras estruturantes sejam capazes de demonstrar e dar segurança aos usuários contribuintes

A concessão da BR-364, entre Porto Velho e Vilhena, anunciada pelo Ministério dos Transportes, promete investimentos significativos na infraestrutura da principal via de escoamento da produção agropecuária e de abastecimento da cadeia de suprimentos de Rondônia, Acre e sul do Amazonas. Contudo, o Sistema FAPERON manifesta sua preocupação quanto aos impactos econômicos da medida e cobra maior transparência e comunicação no processo.

O vencedor do leilão público, que ocorrerá na segunda quinzena de fevereiro de 2025, ficará responsável por 721,07 quilômetros concedidos por um período de 30 anos. O contrato prevê obras essenciais, incluindo 107,57 km de duplicações, 190,59 km de faixas adicionais, 34,45 km de novos acessos e 17,79 km de vias marginais. Entretanto, o peso da concessão recairá diretamente sobre os usuários, que enfrentarão um custo elevado de sete pedágios. Estima-se que um automóvel pague R$ 112,50 no trajeto completo, enquanto um caminhão bitrem possa desembolsar até R$ 2.000,00 em uma viagem de ida e volta, encarecendo o frete em quase 2% por saca de soja transportada, por exemplo.

No Brasil, algumas concessões de rodovias federais realizadas pelo Ministério dos Transportes (MT) e pelo DNIT não apresentam, de forma clara e acessível aos usuários, os investimentos pactuados em contrapartida aos serviços e obras estruturantes, incluindo metas e prazos de entrega. Exemplos dessa falta de transparência podem ser observados em concessões em algumas regiões do Nordeste e no Mato Grosso do Sul, como no trecho entre Sonora/MT e a divisa com o Paraná, na cidade de Mundo Novo/MS, onde os investimentos são muito abaixo do necessário.

Diante desse cenário, é necessário que a bancada federal e o Ministério dos Transportes ajustem um cronograma de metas com a execução das obras previstas para os primeiros 10 anos da concessão. Os custos sociais e econômicos, diretos e indiretos, para a população nesse período não são baixos e devem ser compensados com entregas pontuais de melhorias e resultados.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Rondônia (FAPERON), Hélio Dias, as obras previstas na concessão do MT/DNIT trarão desenvolvimento e melhorias na estrutura rodoviária da BR-364 e nos perímetros urbanos das cidades, garantindo mais segurança aos usuários. No entanto, ele ressalta que esses avanços virão a um custo elevado para a sociedade e que é fundamental garantir que os investimentos sejam aplicados conforme o previsto.

“É essencial que as obras estruturantes sejam capazes de demonstrar e dar segurança aos usuários contribuintes de que os recursos financeiros serão aplicados nas melhorias necessárias, previstas com metas e prazos bem definidos, além da previsão de penalizações contratuais em caso de descumprimento. A qualidade das obras de ampliação e pavimentação deve ser assegurada, pois estamos concedendo o direito de exploração dos serviços em uma rodovia federal, que é um corredor de exportação crescente no Arco Norte do Brasil”, afirma Hélio Dias.

Para a entidade representativa da classe produtora rural, a Federação da Agricultura e Pecuária de Rondônia – FAPERON, o setor produtivo deve acompanhar rigorosamente a execução do projeto de concessão, garantindo que as obras sejam realizadas dentro dos prazos estabelecidos e com a qualidade prometida. “Precisamos de mais discussão e transparência. Os produtores rurais, transportadores, empresários e consumidores não podem ser penalizados sem garantias reais de retorno”, conclui a entidade.

Fonte: Assessoria

BNDES usa imagens de satélite para barrar empréstimo a desmatadores

Desde fevereiro de 2023, uma parceria entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a plataforma MapBiomas evitou que R$ 728 milhões fossem concedidos, em forma de empréstimo, para produtores rurais que tenham terras desmatadas ilegalmente.

A principal ferramenta utilizada pela parceria para barrar esses financiamentos é o monitoramento das áreas verdes por meio de imagens de satélite, acompanhadas pelo MapBiomas, uma rede ambiental que envolve universidades, organizações não governamentais (ONGs) e empresas de tecnologia.

Por meio de imagens de alta resolução, a plataforma monitora o uso e a conservação do solo em todos os biomas do país: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Pampa.

De acordo com o BNDES, instituição do governo que fomenta projetos de desenvolvimento, o total embargado equivale a 0,92% dos R$ 79,5 bilhões de crédito rural solicitados ao banco de fevereiro de 2023, quando começou a parceria, até dezembro de 2024.

Nesse período, o MapBiomas repassou ao BNDES 3,4 mil alertas de desmatamento, número que equivale a 1,12% das quase 309 mil solicitações de crédito rural encaminhadas ao banco.

Somente em 2024, foram R$ 393 milhões em empréstimos não autorizados por causa de desmatamento ilegal.

“A integração dos alertas de desmatamento do MapBiomas com a plataforma operacional do BNDES nos permite atuar de forma ágil e precisa na análise dos financiamentos. Dessa forma, evitamos que recursos públicos incentivem práticas que comprometam a preservação ambiental”, afirmou a diretora de Crédito Digital para Micro, Pequenas e Médias Empresas do banco, Maria Fernanda Coelho.

Rastreamento de desmatadores

O BNDES informa que não realiza operações de crédito rural para beneficiário final que tenha embargos vigentes listados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em qualquer propriedade, mesmo que não seja a beneficiada pelo financiamento, sem adoção de medidas efetivas de regularização.

Segundo o banco, essa exigência é mais rígida que a do Manual de Crédito Rural (MCR), do Banco Central, que veda a concessão de empréstimo para produtores rurais com embargos localizados somente na propriedade beneficiada.

A parceria com o MapBiomas permite monitorar operações de crédito já concedidas. “Em caso de embargo vigente após a contratação, a liberação de recursos é suspensa até o protocolo de documentos para regularização perante o órgão ambiental. Se isso não ocorrer em até 12 meses, a operação é liquidada antecipadamente”, explica o banco.

Regiões

A Região Norte é a que teve maior percentual de financiamento evitado por causa de desmatamento. Foram 2,1% dos R$ 3,9 bilhões solicitados. Isso representa alertas em 2,5% dos 6,6 mil pedidos no período de quase dois anos.

Já o Nordeste teve maior proporção de solicitações negadas, 2,76% dos mais de 8,4 mil pedidos. Isso equivale a 1,7% dos R$ 5,5 bilhões demandados.

A Região Centro-Oeste, principal celeiro do país, apresentou bloqueio de 0,8% dos R$ 18,1 bilhões solicitados e alertas de desmatamento em 1% das 20,2 mil solicitações.

O estado do Amazonas teve os maiores percentuais: 12,67% de financiamentos barrados dos quase R$ 13 milhões solicitados e 6,38% de alertas de desmatamento em 47 solicitações de crédito rural.

Entre todas as unidades da Federação, o Distrito Federal e o Amapá foram os únicos que não tiveram alertas.

Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

CORRE QUE AINDA TEM! Banda do Vai Quem Quer comercializa 2ºlote dos abadás

A Banda do Vai Quem Quer (BVQQ), anuncia que os abadás para o desfile de 2025 ( sábado, 01 de março), já estão no segundo lote, por R$ 100, cada. Os abadás estão sendo ofertados para compra na sede da Banda (Av. Joaquim Nabuco, 2368 – Centro), nas lojas Nasapan Festas e em todas as unidades do Nova Era Supermercados. O pagamento pode ser feito em dinheiro, cartão de crédito/débito ou PIX. Para informações sobre vendas, o contato do setor é (69) 9260-6552 (WhatsApp).

DESFILE

A BVQQ, que neste ano comemora 45 anos de história e tradição, é conhecida por arrastar milhares de foliões pelas ruas da cidade ao som de tradicionais marchinhas de carnaval. O desfile de 2025 está marcado para o dia 1º de março, com concentração às 15h na Praça das Caixas D’água, no Centro de Porto Velho.

PATROCINADORES

· Brahma
· O Boticário
· MAC Dubas Lanches
· OuMais Energy Drink
· Água Mineral Kaiary
· Versátil Comunicação Visual
· R1 Eventos
· Brasil Digital
· Gran Sapore Gourmet
· J Instaladora 3M
· Fortaleza do Camarão
· Nova Era Supermercados
. Tendas Silva
. Nasapan
. Quintal do Madeira

Semagric promove oficina para fortalecer apicultura e reduzir custos de produção

Porto Velho conta atualmente com 103 apicultores, distribuídos entre a capital e seus distritos, sendo que a maioria recebe suporte técnico e incentivo por meio das ações da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric). Reconhecendo a relevância da apicultura para a economia local e o fortalecimento da agricultura familiar, a Semagric promoverá, no dia 8 de fevereiro, às 7h30, a Oficina de Cera Apícola, que será realizada no Café Quixadá, localizado na Estrada da Areia Branca, área rural ao Sul de Porto Velho.

A capacitação tem como objetivo ensinar os apicultores a beneficiar a cera apícola, um dos principais insumos na produção de mel. Produzida de forma totalmente orgânica pelas abelhas, a cera desempenha um papel essencial no processo produtivo. No entanto, atualmente, os apicultores de Porto Velho enfrentam dificuldades ao enviar a cera bruta para beneficiamento em outras localidades. Essa prática resulta em uma perda de até 30% do material, que fica para a beneficiadora, além de custos adicionais com transporte.

De acordo com o gerente de assistência técnica da Semagric, Roseval Guzo, a cera bruta é obtida durante a extração do mel e no processo de substituição de favos velhos por lâminas de cera novas e beneficiadas. “Esse procedimento não só melhora o desenvolvimento das abelhas – que utilizam cerca de 7 quilos de mel para produzir apenas 1 quilo de cera, como também aumenta significativamente a produtividade e a qualidade do mel final”, explicou Guzo.

A produção do Mel é uma atividade estratégica. O secretário municipal da Semagric, Rodrigo Ribeiro, destacou a importância da iniciativa para o fortalecimento da apicultura local. “Nosso objetivo é capacitar os
apicultores para que possam reduzir os custos de produção e agregar valor ao trabalho que realizam. A produção de mel é uma atividade estratégica para Porto Velho e, com essa oficina, estamos garantindo que os agricultores familiares tenham acesso às ferramentas necessárias para produzir com mais eficiência e qualidade”, afirmou Ribeiro.

A oficina busca ainda valorizar a atividade apícola, promovendo mais autonomia aos produtores locais e fortalecendo o setor rural no município.

SERVIÇO:

O que? Oficina de Cera Apícola
Quando? 8 de fevereiro, a partir das 7h30
Onde? Café Quixadá, localizado na Estrada da Areia Branca
Público-alvo? Apicultores e agricultores familiares
Informações pelo telefone (69) 99221-5904.

Texto: Jean Carla Costa
Foto: Jean Carla Costa

Vem com a prefeitura na Comunidade do Residencial Morar Melhor Celebra Esporte e Convivências

 

O residencial Morar Melhor, em Porto Velho, foi palco de um dia repleto de atividades esportivas, brincadeiras e ações sociais, envolvendo jovens, crianças e adultos da comunidade. O evento teve como objetivo promover a integração e o fortalecimento dos laços comunitários.

Com uma programação diversificada, os participantes puderam desfrutar de diversas modalidades esportivas, além de oficinas de arte e atividades recreativas que garantiram a diversão de todos. A interação entre as diferentes faixas etárias proporcionou um ambiente alegre e acolhedor, onde a convivência e a amizade foram os principais protagonistas.

O prefeito Léo Moraes, destacou a importância de iniciativas como essa para a sociedade. “O vem com a prefeitura é uma ação que visa não apenas o entretenimento, mas também o envolvimento da comunidade em atividades que promovam a saúde, o bem-estar e a união entre os moradores. Acreditamos que eventos assim são fundamentais para o desenvolvimento social e para a construção de um futuro melhor para todos nós”, afirmou.

Além das atividades esportivas, o evento contou com serviços de saúde, orientações sobre direitos e deveres dos cidadãos, e um espaço para a troca de experiências entre os moradores. A participação ativa da comunidade foi um dos pontos altos do dia, mostrando que a união e o engajamento social são fundamentais para a construção de um ambiente mais harmonioso e solidário.

Por: Primeiro Assunto