O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) iniciou os procedimentos para investigar a mortandade de peixes registrada no Lago do Cuniã, na reserva extrativista localizada no distrito de São Carlos, em Porto Velho. O fenômeno acende um alerta entre as comunidades ribeirinhas, que dependem diretamente da pesca para alimentação e geração de renda.
A investigação deverá contar com a participação do Laboratório de Biogeoquímica da Universidade Federal de Rondônia (Unir), responsável por realizar um diagnóstico técnico. Uma nota técnica também está sendo elaborada para orientar os estudos e ajudar a identificar, com maior precisão, o que provocou a morte dos animais.
Até o momento, não existe uma conclusão sobre as causas. Entre as hipóteses consideradas estão a inversão térmica e a redução do oxigênio dissolvido na água, condições que podem causar asfixia nos peixes. Os resultados da análise deverão contribuir para a adoção de medidas de monitoramento e preservação da biodiversidade na Reserva Extrativista do Lago do Cuniã.
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