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Representantes de 13 países confirmam presença na 5 Rondônia Rural Show em Ji-Paraná

Ministros de conselhos, consulados, embaixadores, prefeitos, governadores e presidentes de Câmaras Setoriais de 13 países devem chegar a Rondônia no próximo dia 22 para participarem da 5ª Rondônia Rural Show, que será realizada de 25 a 28, em Ji-Paraná. Cerca de 25 pessoas devem participar da comitiva durante os quatro dias da feira, que será aberta às 7h30.

Entre as delegações confirmadas, estão a da Angola, Namíbia, Etiópia, Zimbábue, Cuba, Republica Tcheca, Polônia, Costa do Marfim, Peru, Bolívia, Togo, Bielorrússia e Panamá.

De acordo com Alisângela Lima, responsável pelo recebimento das delegações, o intuito dos representantes desses países é conhecer o potencial da produção do estado. “O agronegócio de Rondônia já é conhecido de alguns países, como por exemplo, Peru, Bolívia, Angola e Togo, que participaram da edição do ano passado. Para os demais será a primeira vez. Aqui eles irão conhecer o que há de mais moderno em tecnologia rural e, quem sabe, firmar acordos para a comercialização de nossos produtos lá fora”, destacou Alisângela.

Entre os 13 países que já estão confirmados, quatro devem expor alguns produtos, como Cuba, Peru, Bolívia e os países que compõem a Afro-Chamber (Câmara de Comércio Afro-Brasileira). Além disso, estão programadas palestras dentro do espaço empresarial internacional.

Antes de visitar a Rondônia Rural Show, a comitiva ira conhecer algumas propriedades e a Usina de Santo Antônio em Porto Velho. A previsão é que eles cheguem a Ji-Paraná no dia 24, quando serão recepcionados pelo governador Confucio Moura e demais lideranças do estado.

Texto: Eduardo Kopanakis
Secom – Governo de Rondônia

Lançada em Porto Velho a primeira edição do Concurso de Qualidade do Café; inscrições seguem até 30 de junho

Sebastião Gonçalves da Silva - Produtor

Foi lançado na manhã desta quinta-feira (12), em Porto Velho, o 1° Concurso de Qualidade de Café de Rondônia. O evento é promovido pelo Governo de Rondônia e tem por objetivo identificar, promover e premiar os produtores de café que produzem com qualidade e sustentabilidade.

Segundo o presidente da Emater, Luiz Gomes, a proposta do concurso é incentivar a melhoria da qualidade e dar visibilidade ao café produzido em Rondônia, principalmente com a certificação de origem geográfica. Para alcançar a qualidade exigida pelo mercado consumidor dos grãos de café e também da bebida, é necessário que o produtor execute corretamente as técnicas e os tratos culturais que inicia antes, durante e pós colheita, como secagem e armazenamento adequado do produto.

O produtor Sebastião Gonçalves da Silva, que tem uma pequena propriedade no Distrito de União bandeirantes, no município de Porto Velho, diz que sempre trabalhou com a produção de café e que em sua propriedade tem 10 hectares da espécie Conilon. “Inicialmente eu tirava uma produção em torno de 25 a 30 sacas de café por hectare, mas depois que passei a receber assistência dos técnicos da Emater minha produção mais que dobrou, hoje a produção é de 70 sacas por hectare”, destacou Sebastião Gonçalves.

Sebastião Gonçalves da Silva - Produtor

Sebastião Gonçalves da Silva, produtor

O Chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa, Federico Botelho, disse que a produção de café é a força do estado e destacou a união de todas as instituições do setor produtivo engajados com o mesmo objetivo. Ele também destacou o trabalho da Embrapa, que tem trazido novas tecnologias para auxiliar o produtor no sentido de melhorar a qualidade e alavancar a produção, visando sempre uma melhor renda ao homem do campo. A Embrapa e Câmara Setorial do Café são parceiros do governo na realização do concurso.

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Maurão de Carvalho, anunciou que ano que vem a Casa de Leis vai repassar R$ 10 milhões para a secretaria de Agricultura do Estado adquirir mudas de café. “Essa decisão foi tomada em comum acordo com todos os parlamentares, esse recurso será de dinheiro que a assembleia irá economizar”, afirmou o presidente, destacando a importância de incentivar o plantio de café no estado.

Os vencedores do concurso serão conhecidos no dia 19 de setembro deste ano. Serão premiados os três primeiros colocados do concurso. A premiação é de R$ 3 mil para o primeiro lugar, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro colocado.

Para mais informações, os produtores podem procurar os escritórios da Emater e Embrapa em todo o estado. Confira o edital do concurso.

Texto: Eleni Caetano
Fotos: Maicon Lemos
Secom – Governo de Rondônia

Projeto Florestas Plantadas vira lei e cria “poupança verde” para empreendedores de Rondônia

Madeira beneficiada

A Assembleia Legislativa aprovou emenda para garantir a participação de representantes do Legislativo no Conselho Estadual de Política Agrícola para Florestas Plantadas, o Projeto de Lei 85/16, que autoriza o Executivo a instituir a Política Agrícola para Florestas Plantadas.

O conselho, integrado por representantes das Secretarias do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), da Agricultura (Seagri), do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), representantes de instituição de ensino e pesquisa, dos produtores de florestas plantadas, passa a ser integrado, também, por um membro titular e outro suplente da ALE.

A medida, de acordo com a mensagem do Executivo nº 209, de 21 de outubro de 2015, tem o objetivo de fortalecer os processos produtivos e integração lavoura-pecuária-florestas (ILPF) ou sistemas florestais, incluindo principalmente os pequenos produtores no ciclo produtivo e de preservação do meio ambiente.

A nova política, além de assegurar o ciclo de desenvolvimento a partir da conservação de florestas nativas e de espécies de plantio, permite ao governo estadual atuar na legalização e o fomento de novos plantios de florestas. “A regulamentação vai gerar desenvolvimento rural integrado a outras cadeias produtivas, promovendo recuperação de áreas degradadas”, destacou o coordenador estadual de Floresta Plantada da Sedam, engenheiro florestal Edgar Menezes Cardoso.

Destacando a sustentabilidade como maior vantagem no plantio de floresta, Cardoso explicou que as empresas lucram e geram empregos e renda, causando o mínimo impacto ao meio ambiente, processo que poderá, inclusive,  associar este padrão de floresta como fonte de energia renovável e na absorção do gás carbônico

As áreas de florestas plantadas já existentes em regiões como as de Ouro Preto D’Oeste (Central) e Sul do estado são apontadas como uma “poupança verde” por empreendedores do setor.

O eucalipto e o pinus, por exemplo, respondem melhor em solo mais arenoso, mais pobre em nutrientes. Já a teca e o pinho cuiabano são espécies bem exigentes em relação à fertilidade da terra”, afirmou o engenheiro florestal.

O plantio de florestas é um excelente negócio a longo prazo e garante ganhos financeiros acima da média, especialmente ao pequeno produtor, que deve iniciar esse novo modelo econômico sem que a atividade desenvolvida no sítio seja afetada. Esta afirmação ecoa dos principais plantadores de floresta nas regiões de Pimenta Bueno, Vilhena, Ji-Paraná e Ouro Preto d’Oeste, que buscam mais parceiros na construção de um cinturão verde nas áreas degradadas.

O processo de extração e beneficiamento da madeira sofreu uma inversão, e agora a maior parte da madeira para exportação vem da floresta plantada, que oferece atrativos geradores de renda, como o beneficiamento, a goma-resina e o sequestro de carbono.

Antônio Marques, um dos maiores plantadores de pinus no estado, garante que plantar floresta é fácil, porém, é importante o acompanhamento técnico para obter os resultados desejados. As espécies comerciais já estão definidas e devem ser plantadas conforme o tipo de solo na região.

 

“É uma poupança verde. Além do ganho, o produtor rural não precisa desmatar, e contribui na recuperação de área degradada”, Gefeson Melo, do grupo Eletrogoes.

 

“É uma poupança verde. Além do ganho, o produtor rural não precisa desmatar, e contribui na recuperação de área degradada. É extremamente viável”, avalia o gerente Operacional, Gefeson Melo, do grupo Eletrogoes, empresa que vem pesquisando e selecionando o melhor da espécie em laboratório próprio, desde 2008, na região de Pimenta Bueno.

“Nossos estudos apontam o eucalipto com o melhor custo-benefício, tanto para o produtor quanto para a produção de energia renovável”, frisou o responsável pelo viveiro e floresta de eucalipto da Eletrogoes, o engenheiro florestal Carlos Alberto Soares Monteiro.

Todo o eucalipto produzido na região será fornecida à usina termelétrica movida à biomassa, que deverá ser inaugurada ainda em 2016 pelo grupo Eletrogoes. “De forma geral, a floresta plantada gera muito mais lucro do que a pecuária e a agricultura”, afirmou o engenheiro florestal, Aparecido Donadoni, destacando que os maiores plantios das espécies eucalipto e pinus já são visíveis ao longo da BR-364, no trecho entre Pimenta Bueno e Vilhena.

O governo estadual também incentivará o uso de biomassa florestal em aproveitamentos energéticos, principalmente nas propriedades rurais e nos programas de abastecimento energético para parques industriais.

Madeira beneficiada

Madeira beneficiada originada de floresta plantada

ISENÇÃO

A medida isenta da obrigatoriedade da reposição florestal os empreendedores ou agricultores que utilizarem matéria-prima de floresta plantada. O Plano de Suprimento Sustentável (PSS) de empresas cujas atividades dependam do consumo de grandes quantidades de madeira bruta, carvão vegetal ou produto lenhoso priorizará a utilização exclusiva de produtos derivados de floresta plantada.

É considerada reserva legal, podendo ser explorado apenas mediante plano de manejo, florestal sustentável, o plantio, em qualquer idade, que tenha sido realizado para cumpri os percentuais de reserva legal previstos pela legislação em vigor à época do cultivo e atenda os critérios técnicos estabelecidos pelo órgãos estadual competente do Sisnama.

Para fins de regularização ambiental, são observados os percentuais previstos no Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE). Os imóveis rurais que apresentaram déficit de reserva legal, em 22 de julho de 2008, poderão conseguir a regularização mediante recomposição, regeneração, compensação ou, se for o caso, substituição, total ou parcial, da vegetação por outra que atende aos critérios técnicos estabelecidos por órgão competente do Sisnama, dentro dos prazos estabelecidos pelo Programa de Regularização ambiental (PRA).

Os imóveis rurais com reserva legal desmatada irregularmente, após 22 de julho de 2008, devem regularizar a situação com base nos mesmos critérios definidos pelo Sisnama.

A exploração de floresta plantadas em áreas de uso alternativo do solo é livre, sendo equipara à atividade agrícola. Ficam isentos de plano de manejo florestal sustentável o manejo e a exploração de florestas plantadas em áreas de uso alternativo do solo.

Nas propriedades de agricultura familiar ou de empreendedor familiar rural, pequena propriedade ou posse rural familiar, incluindo os assentamentos e projetos de reforma agrária, a área de reserva legal é composta por plantios de árvores frutíferas, ornamentais ou industriais, espécies exóticas cultivadas em sistema intercalado ou e consórcio com espécies nativas da região em sistemas agroflorestais.

Texto: Abdoral Cardoso e Paulo Sérgio
Fotos: Admilson Knightz e Paulo Sérgio
Secom – Governo de Rondônia

Presença de agroindústrias na 5 Rondônia Rural Show revela potencial da produção familiar no estado

A participação das agroindústrias familiares de Rondônia na 5ª Rondônia Rural Show vai colocar em exposição uma diversidade de produtos frescos e de qualidade, como doces, conservas, queijos, pães, bolachas, mel, sucos, cachaça, entre outros produtos agroindustrializados, vindos direto do campo para o consumidor.

Para o secretario estadual da Agricultura, Evandro Padovani, a Rondônia Rural Show tem papel fundamental na divulgação dessas agroindústrias, pois a feira se torna uma ponte para que produtores e o mercado consumidor se aproximem e se conheçam de fato. Os pequenos empresários, por exemplo, como donos de mercearias e mini-mercados têm a oportunidade de estabelecer contato direto com os produtores da região”, observou Padovani.

Para muitos agricultores, a Rondônia Rural Show se tornou referência, a exemplo de Adelia Abreu, que produz doces na Linha 128, na comunidade de Riachuelo, em Ji- Paraná, e vai participar do evento pela segunda vez. Na bagagem, doces de leite, de banana, açaí, cupuaçu e abóbora. “Minha intenção é levar mais sabores. Eu e meu marido já estamos preparando os doces. A expectativa é vender o dobro do que foi comercializado no ano passado. Levei 100 quilos e não deu para quem quis”, disse Adélia.

Proprietária de uma pequena agroindústria, Adélia se orgulha em dizer que os doces da empresa da ” Tia Adélia”, como é conhecida, teve reconhecimento bem maior depois que participou da Rondônia Rural Show, no ano passado, quando recebeu várias encomendas tanto de festas como de comércios locais. Todo o produto tem o selo municipal para comercialização.

No período da feira, os produtores irão receber também orientações para promover negócios, fortalecer as agroindústrias, orientações para aperfeiçoar as áreas de gestão, comercialização e acesso à tecnologia com as palestras que serão proferidas.

Além de produtos alimentícios, os agricultores familiares também vão expor o artesanato, como bordados, telas, adereços, cerâmicas e peças indignas feitas na região.

O evento que já está na sua 5ª edição se transformou na maior feira do agronegócio da região Norte do País, e será realizada de 25 a 28 deste mês, em Ji-Paraná. A entrada é gratuita.

Texto: Eduardo Kopanakis
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Uso do drone como nova ferramenta na agricultura de precisão será tema de palestra na 5 Rondônia Rural Show

Cada vez mais usados no dia a dia pelas empresas de comunicação, os drones, Veículo Aéreo não Tripulado (VAT), também já são realidade no campo. O uso desses equipamentos na agricultura de precisão será abordado em palestra na 5ª Rondônia Rural Show, que será realizada de 25 a 28 deste mês, em Ji-Paraná.

A agricultura é uma das áreas que mais chamam a atenção dos profissionais que usam essa tecnologia. É com as imagens coletadas pelo drone que o proprietário rural pode identificar adversidades em sua propriedade. “Falhas no plantio, excesso de irrigação, fungos na plantação, tudo isso pode ser captado pelas imagens do equipamento que utiliza softwares específicos, dando maior facilidade e comodidade ao produtor”, destacou Bruno Mielke, especialista em VAT, que ministrará a palestra na feira.

Além disso, as informações geradas fornecerão dados para mensurar a economia, lucro e rendimento da produção das lavouras no campo. Na programação haverá demostração do uso de drone no monitoramento ambiental, mineração, pecuária, agricultura, manejo florestal, meio ambiente, entre outros.

A palestra, que é uma realização da empresa Visão Rural e tem como tema “Veículo Aéreo não Tripulado e Suas Aplicações no Agronegócio”, acontecerá no sábado, das 14h30 às 15h30. Podem participar todos os interessados pelo tema, independente se já usam drone ou não.

Texto: Eduardo Kopanakis
Fotos: Dhiony Costa e Silva
Secom – Governo de Rondônia

 

Expansão urbana e rural da capital esbarra na desorganização do Município, diz vereador Everaldo Fogaça

O vereador Everaldo Fogaça (PTB) disse nesta terça-feira 10.05 durante audiência pública que a expansão do município esbarra justamente na própria desorganização da Prefeitura de Porto Velho, uma herança, que, segundo ele, já vem de muitas décadas.  A declaração do vereador é referente às discussões que ocorreram na audiência entre vereadores, moradores da margem direita do rio Madeira e um representante da Promotoria Pública de Urbanismo da capital que falou sobre a impossibilidade de ocupação daquela área.
“Não adianta o MP, a Prefeitura e nós vereadores estarmos aqui numa discussão sem sentido para achar culpados. Todos nós temos nossa parcela de culpa porque o problema não começou agora. Precisamos agora nos reunir e fazer uma discussão ampla sobre o assunto”, comentou.

O vereador, no entanto, deixou claro algo precisa ser feito e rápido, antes que a margem direita se transforme em outro “favelão” igual a muitas áreas de Porto Velho. É uma discussão extremamente técnica e complexa que terá de ser resolvida no diálogo e com a participação de todos os poderes.

“Até quando os poderes constituídos continuarão virando as costas para aquela população? Ou a gente se reúne e resolve, ou daqui há pouco, a outra margem se tornará uma nova favela, transformando-se em outro grande problema para a administração”, comentou.
Fogaça comentou ainda que Porto Velho inteira sofre com esse tipo de ação especulativa imobiliária. “Aqui na capital tem um grande empresário que é dono de bairros inteiros e ninguém fala nada. Parece que ele quer ser dono da cidade inteira”, disse.

MP
A audiência pública sobre a expansão urbana da capital foi proposta pelos vereadores José Wildes (PDT) e Marcelo Reis (PSD) teve como ponto principal a presença da promotora pública Flávia Barbosa que fez vários relatos técnicos sobre a questão.
Uma delas foi justamente sobre a impossibilidade de ocupação daquela região que está rodeada de florestas, próximo ao rio Madeira e dentro de uma Área de Proteção Permanente. Segundo ela, não há qualquer estudo técnico que viabiliza a ocupação naquele local.

Outra questão levantada pela promotora foi a judicialização da questão, em decorrência da Ação Direta de Inconstitucionalidade julgada procedente pelo Tribunal de Justiça de Rondônia contra a Lei da Câmara Municipal que tratou do assunto.
Segundo ela, a votação de uma Lei pela Câmara Municipal e sua consequente judicialização impediu o próprio o MP e a Prefeitura Municipal de Porto Velho intervissem na questão. Ela teme que a Câmara elabore uma nova Lei sobre o assunto que possa mais uma vez ser levada às barras dos tribunais, atrasando novamente ações que precisam ser tomadas pelo Município e o MP.

O vereador José Wilides questionou duramente a decisão da Promotora, alegando que a Câmara Municipal está muito mais interessada em resolver o problema do que desobedecer a uma decisão judicial. Ele ressaltou, no entanto, que a questão já vem se arrastando por muito tempo e que vários moradores estão sofrendo com a situação especulativa imobiliária que está ocorrendo na região.

 
Assessoria.

Idaron alerta para o fim do prazo de vacinação contra febre aftosa em Rondônia

Os pecuaristas de Rondônia que ainda não vacinaram seu rebanho contra a febre aftosa devem correr contra o tempo e adquirir a vacina antecipada para imunização de bovinos e bubalinos até o próximo domingo (15), quando encerra esta campanha. O alerta é do presidente da Agência de Defesa Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), José Alfredo Volpi, que pediu diligência aos criadores para evitar complicações de ordem legal e multas desnecessárias.

Segundo ele, o governo de Rondônia pretende fechar até domingo a campanha de vacinação com a imunização de 100{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do rebanho, de 0 a 2 anos (24 meses), mas é preciso declarar a totalidade dos animais de todas as propriedades (todo o rebanho), de modo que a Idaron possa planejar suas ações, e o estado possa dispor de dados estatísticos confiáveis para também organizar e planejar políticas específicas para o setor.

O presidente da Idaron foi incisivo e fez questão de chamar a atenção de todos os criadores para a importância de se observar o prazo para vacinar, assim como para declarar na Agência o resultado da vacinação, o que deverá ser feito até o próximo dia 20.

A não vacinação dos animais desta faixa etária nesta campanha implica na imputação de multa no valor de R$ 152,72 por animal não vacinado. Já a não declaração no prazo prevê multa no mesmo valor, por propriedade, lembrando que o pecuarista, neste ato, deve declarar os animais vacinados e não vacinados, todo o rebanho.

Segundo dados da Agência Idaron, desde o lançamento da campanha até amanhã de terça-feira (10) foram declarados 7.346.930 cabeças de gado de 53 mil propriedades do Estado de Rondônia, que representam 58{b160333f6ceb1080fb3f5716ac4796e548b167cdf320724da9e478681421f6da} do total do rebanho estadual -, números que são atualizados a todo instante, e que indicam um aumento considerável do rebanho estadual de bovino e bubalino, que deve chegar próximo a 14 milhões de cabeças.

Texto: Cleuber R Pereira
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

Vitrine Tecnológica apresenta técnica de vergamento de café que pode aumentar até cinco vezes a produtividade da planta

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vai apresentar a técnica do vergamento do café aos produtores rondonienses de 25 a 28 de maio durante a 5ª Rondônia Rural Show, no Parque de Exposições Hermínio Victorelli. O modelo a ser demonstrado poderá aumentar a produtividade do grão em até 5 vezes.

Apesar de o vergamento já ocorrer em lavouras cafeeiras na região Sudeste do País, os produtores rondonienses terão a oportunidade de conhecer o sistema in loco nos canteiros da Embrapa na Vitrine Tecnológica da Rondônia Rural Show.

“A técnica objetiva a indução de mais brotos quando a planta ainda está em fase de desenvolvimento”, afirma o analista da Embrapa, o engenheiro agrônomo João Maria Diocleciano, detalhando que a planta ganha novas hastes e, com isso, produzindo mais grãos ao ponto de quintuplicar a produção por cada pé.

O vergamento se dá pelo curvamento da planta em direção ao solo. Nesse processo o pé do café deverá ser preso por um gancho de arame deixando o tronco principal livre para o nascimento de novos brotos. A planta deve ser flexionada sempre no sentido leste-oeste observando o espaçamento entre cada uma. Em média nascem de três a cinco hastes que formarão o novo pé do café, segundo o analista da Embrapa. Após a formação da árvore, o tronco que foi curvado deverá ser cortado.

O sistema não interfere na qualidade do grão, porém a planta vai exigir mais insumos, como os adubos orgânicos e/ou fertilizantes industriais. No canteiro demonstrativo da Embrapa, os pés de cafés contam com apoio natural de outras plantas como a crotalária no controle de insetos e do milheto na cobertura do solo.

RONDÔNIA RURAL SHOW

A Rondônia Rural Show foi implantada em Ji-Paraná em 2012 com o objetivo de impulsionar a agricultura familiar, porém o evento a cada ano supera as expectativas englobando todo o segmento do agronegócio. O evento já é considerado o maior do gênero no Norte brasileiro.

A feira reúne representantes e distribuidores das principais marcas de máquinas e veículos pesados, insumos e implementos agrícolas, rede de instituições financeiras oficiais e de cooperativas de créditos. Palestras e exposições compõe o cenário da Rondônia Rural Show, que em 2015 recebeu delegações internacionais com o propósito de estreitar relações comerciais na aquisição de produtos rondonienses, como café, carne, peixe, castanha, soja e outros grãos.

Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Paulo Sérgio
Secom – Governo de Rondônia

Denuncia contra a falta de cemitério na zona rural será protocolada no MP pelo vereador Edmo DIM DIM

Durante audiência pública que trata da expansão urbana do município de Porto Velho, principalmente para os moradores da margem direita do rio Madeira, o vereador Edmo Dim Dim, usou a tribuna e lembrou que o distrito de União Bandeirantes demorou anos e mais anos para que os donos de terras recebessem a documentação definitiva do lugar” batalhamos muito, as vezes, a gente dormia em um lugar e no outro dia não tinha pra onde ir , porque eramos expulsos, chegamos por várias vezes a fechar a rodovia, para a chamar a atenção das autoridades, sofremos muito, mas graças a deus o distrito acabou sendo reconhecido” disse o vereador.

Segundo o vereador ainda falta muita coisa para regularizar, como por exemplo o cemitério, que de acordo com o vereador, a área para a construção já tem, mais a falta de compromisso das autoridades faz com que as pessoas sofram não hora de enterrar os seus familiares e amigos” Nós até temos uma área,mais para a construção, precisamos vencer os trâmites burocráticos para dar início às obras. Vou quase toda a semana na secretaria cobrar uma providencia, mais eles não me respondem , não dão uma resposta para os moradores do município” desabafou o vereador.

” A prefeitura não tem respeito com a nossa gente, essa é a verdade. Não podemos mais esperar, vou ter que protocolar uma denuncia junto ao Ministério Publico Estadual , para ver se as coisas andam e que a construção do cemitério de fato comece” disse Dim Dim.

O distrito de União Bandeirantes hoje conta com mais de de 25 mil habitantes “Enquanto isso não acontece, o jeito é rezar para as pessoas demorarem a morrer” finalizou o vereador.

Por: Rondorural.com.br

Foto: Assessoria

Deputado Só na Bença faz visita aos produtores de café da linha 45 em São Felipe D Oeste

O deputado estadual Só na Bença (PMDB) juntamente com o Prefeito José Luiz (PMDB) e o vereador Paulo Ferrari (PMDB) realizaram uma vista na sede da propriedade dos senhores Max Antônio Spanhol e Alphel Ferrari, além de serem produtores de gado de leite, também cultivam o café clonal como uma forma de aumentar a produtividade e os lucros agregando o leite com o café. A propriedade fica na linha 45 do município de São Felipe D’ Oeste que é sede da Associação Comunitária dos Pequenos Produtores Rurais do Ponto Capixaba (ACPROPOC).

De acordo com deputado Só na Bença o objetivo da visita foi ver de perto a produção de café e outros derivados, atualmente os associados da ACPROPOC de São Felipe contêm mais de 180 mil pés de café clonal plantado pelos produtores.

Na oportunidade o prefeito José Luiz e os vereadores Paulo Ferrari e Edmar Inácio, protocolaram um pedido de emenda parlamentar para o ano que vem para compra de uma máquina colheitadeira de café com capacidade 3000 mil litros para atender as necessidades do município junto aos produtores rurais locais e cadeia produtiva familiar.
O parlamentar disse que irá estudar uma forma de conseguir essa emenda no valor de R$ 140 mil reais, só para a prefeitura trabalhar com os associados. “Eu vejo que uma das dificuldades é a mão de obra pela demanda de todos os produtores num único período de colheita, e essa máquina colheitadeira irá tornar mais ágil a colheita na região”. Disse Só na Bença.
Estavam presentes também na visita técnicos da Emater, secretários municipais entre outras autoridades locais.

Assessoria: Jean Carla Costa
Foto: Assessoria